Beyblade não me pertence

Capítulo anterior: Ling tem a ideia de irem todos à praia e assim o fizeram. Após esta tentar convencer Kai, numa conversa um pouco fria que ambos tiveram, este concordou ir com eles. Na praia estão todos a divertirem-se sem nenhuma preocupação excepto Ray, Max e Kenny que, após uma conversa rápida, decidiram dar uma chance a Ling de confiarem nela. Sem que ninguém se aperceba Kai desafia Ling para um combate que é aceite por ela. À noite eles combatem acabando num empate. Kai fica surpreendido com a força da jovem e talvez por pagamento do favor do combate ele a tenha levado a casa, visto que ela não conseguia chegar sozinha pois estava demasiado cansada do combate.


Capítulo 4: Más notícias

Como sempre estava um belo dia. Perfeito para passear, ir à praia, mas para os rapazes junto com Hilary e Ling estava um dia perfeito para estar no parque a descansar ou até quem sabe combater. Mas só que havia um problema...

Tyson: - O quê? Como assim não podes combater? – perguntava surpreendido.

Ling: - Já te disse. O meu beyblade foi a uma revisão.

Tyson: - Mas porquê? Por acaso tiveste algum combate?

Ling: - Não! – respondeu rapidamente.

Ling tinha a certeza que Kai não queria que ninguém soubesse sobre o combate de ambos e também não queria que ele perdesse a pouca confiança que tinha nela, por isso decidiu não arriscar. Até porque, como sempre, ele estava com má cara.

Tyson: - Então porque é que o teu beyblade foi a uma revisão?

Ling: - Porque ele estava a precisar, mais nada.

Tyson: - Mas... – porém Tyson não continuou pois foi interrompido por Max que, tal como os outros, assistia à cena.

Max: - Tyson, não achas que estás a exagerar? Afinal de contas, o beyblade dela só foi a uma revisão.

Tyson: - Hum, pois. E quanto tempo vai demorar essa tal revisão, Ling? – perguntou um pouco amuado por não ter a sua desforra.

Ling: - O tempo que eu demorar a reconstruir o meu beyblade, ora. – respondeu sorrindo.

Tyson: - Como? – Tyson ficou surpreendido e julgava ter percebido mal as últimas palavras de Ling, mas não foi o único.

Kenny: - Espera aí. Ling, tu estás a querer dizer que tu é que fazes as revisões ao teu pião? – perguntou curioso e admirado como os outros.

Ling: - Sim, isso mesmo Kenny. – respondeu com o mesmo sorriso.

Kenny: - Uau! Que fixe! – Kenny ficou entusiasmado com a descoberta, pois a ideia de ter alguém a ajudá-lo em vez de lhe destruírem o computador agradava-o.

Ling: - Assim já tens alguém para te ajudar Kenny.

Kenny: - Sim, obrigado. – disse sorrindo e causando sinais de beicinho em certas pessoas, como por exemplo a Hilary.

Tyson: - Ei, eu sei que o facto de a Ling saber consertar beyblades é muito bom e tudo, mas ela faz parte dos BBA Revolution como jogadora.

Ling: - Tyson, é claro que faço parte dos BBA Revolution como jogadora, mas sou apenas uma reserva da equipa, mais nada.

Tyson: - Sim, mas e se acontece alguma coisa? Tu é que tens que entrar! – disse num tom preocupado.

Ling: - Tyson, não te preocupes. Se te deixar descansado fica a saber que eu levo no máximo três dias para consertar um beyblade. – essas últimas palavras tinham chamado a atenção de Kai, mas este logo voltou a sua atenção para outro lado. – E além disso o campeonato só começa... – mas Ling não continuou, pois não sabia quando o campeonato iria começar ao certo, ficando pensativa a olhar para o céu.

Hilary: -...Começa dentro de duas semanas. – continuou Hilary. – É o que diz aqui nesta revista. – disse levantando-se do banco em que estava sentada e mostrando a página em que dizia a notícia.

Ray: - Já só faltam duas semanas? - disse olhando curiosamente para a revista.

Max: - Passou tão depressa. – continuou olhando também para a revista e logo olhando para Ray.

Daichi: - Como assim só faltam duas semanas? Duas semanas é muito tempo pessoal! – disse tentando animar o grupo que estava a ficar um pouco nostálgico devido à pressão exercida pela aproximação do campeonato do mundo.

Ling: - Exacto. Por isso podes deixar essas tuas preocupações de lado, Tyson.

Tyson: - Pronto, está bem. – concordou Tyson. – E o que vamos fazer?

Hilary: - Bem, nós estamos no parque, por isso podíamos ficar aqui a aproveitar os últimos dias de descanso. Afinal foi isso que viemos aqui fazer. – relembrou.

Ray: - É verdade. – concordou sorrindo.

Ling: - Tyson? – Ling olhava curiosa para Tyson, pois este parecia um pouco contrariado.

Tyson: - Ah, está bem! Mas Ling fica sabendo que quando tiveres o teu beyblade pronto nós vamos combater! – disse como se estivesse dando uma ordem a Ling e sentou-se logo de seguida no banco em que Hilary estivera.

Ling: - Claro, não te preocupes. – disse com uma gota.

Max: - Parece que o Tyson não aceitou bem o empate. – cochichou ao ouvido de Ray.

Ray: - Pois parece. – concordou Ray, mas mais nenhum se atreveu a mover ou falar pois o olhar censurador de Tyson era difícil de encarar.

Daichi: - Ah, eu estou farto de estar aqui sem fazer nada! – disse com os braços cruzados atrás da cabeça. – Tenho que fazer alguma coisa. – continuou afastando-se do grupo.

Ling: - Daichi, onde vais? – perguntou preocupada.

Daichi: - Vou-me divertir! – disse virando-se para trás e encarando Ling com um sorriso. – Eu já volto! – e saiu a correr para longe do parque desaparecendo no arvoredo.

Kai também já estava cansado de estar ali sem fazer nada e foi-se embora sem ninguém notar, excepto uma menina de cabelo preto, mas que fez de contas que não viu.

Kenny: - Ling chega aqui. Quero que me ajudes a fazer aqui uma coisa. - disse sentando-se ao lado de Tyson e abrindo o seu portátil.

Ling: - Tudo bem. – e sentou-se ao lado de Kenny.

Kenny: - Quero que me ajudes a ver aqui umas coisas no Dragoon do Tyson. – disse enquanto teclava qualquer coisa no seu portátil.

Ling: - Está bem. – concordou olhando para o portátil.

Tyson: - O que tem o meu Dragoon? – perguntou curioso.

Kenny: - Nada Tyson. Eu só quero que a Ling me dê uma ajuda nas alterações do anel de ataque.

Tyson: - Hum, deixa-me ver isso. – e ficou a observar o trabalho de Kenny.

Hilary: - Mas quem ajudava o Kenny era eu! – disse num tom que apenas Ray e Max ouviam fazendo beicinho e ficando amuada.

Ray: - Tem calma Hilary. Tenho a certeza que o Kenny não está a dispensar a tua ajuda, apenas está a ver como a Ling trabalha. – disse tentando animar Hilary.

Hilary: - Mas...era eu quem o ajudava! – disse continuando amuada e cruzando os braços chateada.

Max: - Vá lá Hilary, tem calma. – disse com uma gota e na esperança de tentar acalmar a colega.

Mas o momento de calma do grupo iria acabar, pois a sua tranquilidade foi interrompida por um som inesperado. A princípio parecia o chilrear de um pássaro, de seguida ouviu-se o barulho de um galho a partir-se e depois ouviu-se um estrondo seguido do grito de alguém.

Ray: - Vocês ouviram?

Tyson: - E quem não ouviu aquele barulho todo?

Hilary: - Acho melhor irmos ver o que se passa.

Ling: - Concordo. Tenho um mau pressentimento. – disse levantando-se.

Ray: - Então vamos. – e começou a correr em direcção ao barulho sendo seguido pelos outros.

Quando chegaram ao local todos ficaram espantados com o que estavam a ver. À sua frente estava Daichi com vários ferimentos por todo o corpo, com as roupas mais rasgadas que o habitual e agarrado ao seu braço direito.

Tyson: - Daichi! – gritou desesperado correndo em direcção ao colega, sendo seguido pelos outros formando assim um círculo em volta de Daichi.

Max: - Daichi, o que aconteceu? – perguntou preocupado agachando-se junto de Daichi e ficando ao lado de Tyson.

Daichi: - Eu caí...o meu braço...ai... – disse entre soluços.

Hilary: - Daichi, como é que caíste? O que aconteceu? – Hilary já estava desesperada de preocupação e queria saber o que tinha acontecido rapidamente.

Ling: - Hilary acalma-te! Gritar com ele não ajuda! – disse censurando a colega que não lhe respondeu e dirigindo-se a Daichi ficando ao lado de Tyson.

Tyson: - Ling... – Tyson ficou um pouco surpreso com a forma que Ling tinha defendido Daichi e cada vez mais achava que Ling era realmente o tipo de pessoa que faltava na sua equipa. Ela era capaz de completar todos os vazios que os seus colegas deixavam quando se iam embora.

Ling: - Daichi, tem calma por favor. Tens que dizer-nos o que aconteceu para nós te ajudarmos. - pediu calmamente ao pequeno de cabelos vermelho fogo.

Daichi: - É que...eu estava em cima da árvore e...ao ver um pássaro de repente assustei-me e...perdi o equilíbrio e caí. – disse entre soluços novamente e continuando a agarrar o braço.

Ling: - Daichi...e magoaste-te? – o pequeno abanou a cabeça afirmativamente.

Daichi: - O meu braço...está a doer muito.

Max: - O braço? E como vais combater se tiveres magoado o braço? – Daichi nem ouviu e Tyson cerrou os dentes de preocupação. O seu parceiro estava ferido.

Ling: - Deixa-me ver isso. – disse começando a tocar cuidadosamente no braço de Daichi enquanto este tremia com medo que isso o magoasse.

Daichi: - AI! – e retirou o braço de perto de Ling. – Isso dói! – queixou-se voltando a agarrar o braço.

Ling: - Desculpa Daichi. Mas ao que parece tu fracturaste o braço e era melhor ires ao hospital.

Quando Ling disse aquilo Ray, Max e Kenny alertaram-se. Se fosse verdade Daichi não poderia combater e Ling teria que o substituir no campeonato. Seria coincidência?

Daichi: - Nem pensar! Eu não vou ao hospital! – recusou-se virando a cara.

Ling: - Mas Daichi...É melhor ires antes que o braço piore. Queres ficar sem jogar beyblade para sempre? – as últimas palavras de Ling alertaram Daichi, mesmo que não fossem verdadeiras, e fizeram-no concordar com a ida ao hospital.

Daichi: - Está bem, eu vou. – disse forçosamente.

Ling: - Assim está melhor. – disse sorrindo. – Então vamos. – e levantou-se ajudando Daichi a fazer o mesmo.

Tyson: - Eu vou com vocês, Ling. – disse num tom sério.

Ling: - Tudo bem. – concordou sorrindo, pois sabia que não podia negar esse pedido de Tyson.

Ray: - Ling espera. Como podes ter a certeza que o Daichi fracturou o braço? – perguntou confuso.

Ling: - A minha mãe é enfermeira, ela ensinou-me estas coisas. - respondeu calmamente.

Ray: - Então é isso. – Ray ficou mais descansado.

Hilary: - Espera, nós também vamos. – disse Hilary já conformada com as últimas palavras que Ling lhe tinha dirigido

Ling: - Pessoal, eu acho que era melhor vocês irem avisar o Sr. Dickinson do que aconteceu.

Ray: - Mas porquê? – perguntou um pouco confuso.

Kenny: - O Sr. Dickinson? Agora que dizes isso também acho que era melhor. Temos que avisá-lo do que aconteceu ao Daichi para assim ele nos ajudar a tomar uma decisão.

Ling: - Isso mesmo. Enquanto eu e o Tyson vamos com o Daichi ao hospital, vocês vão falar com o Sr. Dickinson. A não ser claro que mais algum de vocês queira vir connosco.

Esta última frase foi a chave para aquilo que Ray e Max estavam a pensar. Depois de verem como Ling agiu ao ferimento de Daichi decidiram que seria melhor ver o que ia acontecer no hospital. Os dois olhavam-se intensamente como se um soubesse exactamente o que o outro estava a pensar e o sinal afirmativo pela parte de Max foi a prova disso.

Max: - Eu vou com vocês, Ling. Pode ser? – perguntou aproximando-se do trio.

Ling: - Claro. Bem, então nós depois encontramo-nos todos no escritório do Sr. Dickinson, está bem?

Kenny: - Sim, não se preocupem. – disse despedindo-se deles enquanto os via afastarem-se com Daichi nas costas de Tyson.

Ray: - Kenny, ela às vezes é...

Kenny: -...tão estranha. – completou Kenny.

Hilary: - Huh? Do que é que vocês estão a falar? – perguntou confusa.

Ray: - Bem Hilary, nós estamos a falar sobre a Ling.

Hilary: - E o que tem ela?

Kenny: - Hilary, é que nós desde que vimos a Ling naquele dia no escritório do Sr. Dickinson, desconfiámos que possam haver segundas intenções para o facto de ela fazer parte dos BBA Revolution. – explicou muito sério.

Ray: - Melhor dizendo, nós os dois, o Max e o Kai também. Nós e o Max temos andado de olho nela para ver se descobrimos alguma coisa.

Hilary: - E descobriram?

Kenny: - Não. Ao que parece se há algum motivo específico para a Ling estar nos BBA Revolution apenas o Sr. Dickinson o sabe.

Ray: - Mas mesmo assim ainda continuamos sem ter a certeza se devemos confiar nela ou não. Ainda agora o Max foi com eles para ver se descobria alguma coisa.

Hilary: - Mas...porquê isso tudo? Vocês acham mesmo que a Ling pode querer fazer algo de errado nos BBA Revolution? Estão a brincar, não? – Hilary estava confusa com aquilo tudo. Para ela, apesar de tudo Ling era uma menina calma e simpática, mais nada.

Ray: - Hilary, tens que compreender que foi tudo muito repentino e além disso o Sr. Dickinson parecia muito estranho no dia em que nos apresentou a Ling.

Hilary: - Agora que falas nisso até que vocês tem razão em relação ao Sr. Dickinson, mas...não creio que a Ling vá fazer alguma coisa de mal. Isso é exagero!

Kenny: - Talvez...Mas não é que pensemos dessa forma, apenas temos dúvidas em relação a ela.

Hilary: - Mas...

Ray: - Agora não temos tempo para conversas. – disse cortando a fala de Hilary. - Temos que ir falar com o Sr. Dickinson, por isso vamos. – e assim o fizeram.

Hilary ainda estava um pouco confusa com aquilo tudo, principalmente, porque Ling não se parecia com nada que Ray e Kenny pensavam, mas sentia que eles tinham uma certa razão sobre a entrada dela para os BBA Revolution.

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Tyson: - Daichi, como é que te sentes? – perguntou, preocupado, ao amigo que estava nas suas costas.

Daichi: - Cansado. – respondeu num sussurro.

Ling: - Calma Daichi, já chegamos. – disse tentado animar o pequeno.

Entraram os quatro no hospital e Ling foi até ao balcão que ficava perto da entrada do hospital. Depois de algum tempo Ling voltou para junto dos colegas.

Max: - Então?

Ling: - Vamos para a sala de espera. A minha mãe depois vai buscar-nos.

Assim o fizeram e depois de esperarem um pouco chegou uma mulher com cabelo num tom de vinho preso num pêlo e com olhos liláses.

- Olá! – disse aproximando-se deles com um sorriso.

Ling: - Mãe! – Ling surpreendeu-se ao ver a mãe e deu-lhe um forte abraço.

Miya: - Ei, calma. – disse afastando a filha amavelmente.

Ling: - Desculpa mãe. – desculpou-se com uma gota devido ao seu comportamento. – Rapazes, está é a minha mãe. – disse virando-se para os colegas.

Eles ainda estavam um pouco chocados com a cena anterior que não foram capazes de dizer nada.

Miya: - Muito prazer rapazes. – cumprimentou-os sorrindo.

Tyson: - Huh, o prazer é nosso. – disse no tom mais natural que conseguiu fazer.

Ling: - Mãe, estes são o Tyson, o Max e o Daichi. – disse apontando para cada um deles. – Viemos aqui, porque o Daichi magoou-se no braço.

Miya: - Eu sei. Sigam-me meninos, o médico já vai atendê-los. – e assim o fizeram.

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O Sr. Dickinson estava descansado no seu escritório embora a sua mente estivesse preocupada.

"Ainda há pouco experimentei uma das minhas navalhas e digo-te que elas estão bem afiadas."

As palavras de Boris continuavam a martelar na sua cabeça e, por mais que procurasse por alguém que tivesse morrido recentemente, era como se estivesse a procurar uma agulha num palheiro. Mas logo o Sr. Dickinson foi distraído dos seus pensamentos pelo bater da porta.

Sr. Dickinson: - Entre.

- Com licença, Sr. Dickinson.

Sr. Dickinson: - Kenny? Hilary? Ray? – o homem surpreendeu-se com a inesperada visita. – O que vos traz por cá?

Kenny: - Boa tarde. Desculpe o incómodo Sr. Dickinson, mas nós temos que lhe contar algo importante.

Sr. Dickinson: - Algo importante? E o que é? – perguntou num tom preocupado.

Hilary: - É que ainda há pouco o Daichi fracturou um braço.

Ao ouvir isto, o Sr. Dickinson entrou em pânico. O Daichi tinha-se magoado? Isso era a última coisa que queria ouvir no momento. Isso significava que teria que fazer algo que era muito perigoso e que estava a tentar evitar a todo o custo.

Sr. Dickinson: - E onde é que ele está agora? – perguntou no mesmo tom de antes, mas agora acompanhado pelo nervosismo.

Ray: - Ele foi ao hospital com a Ling, o Tyson e o Max. Mas eles disseram que depois viriam até aqui.

Sr. Dickinson: - Espero que não se demorem. – e dito isto virou-se para a janela na esperança de os ver chegar.

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Médico: - E pronto. Já tens o braço ligado, Daichi. – disse com um sorriso e terminando de ligar o braço de Daichi.

Daichi olhava perplexo para o braço agora ligado. Nunca tinha visto ninguém pôr daquelas coisas quando se magoavam na sua aldeia, por isso quis saber o que era.

Daichi: - Para que é isso? – perguntou apontando para o braço.

Todos ficaram a olhar surpreendidos para ele e não foram capazes de dizer uma só palavra.

Miya: - É para te manter o braço seguro, para assim não o voltares a magoar até ele ficar melhor. – disse quebrando o silêncio imposto anteriormente.

Daichi: - E como é que é suposto eu jogar beyblade com isto? – perguntou com um ar inocente, continuando a olhar para o gesso.

Médico: - Daichi, temo que não vais poder jogar beyblade durante algum tempo.

Daichi: - Como? Não pode ser! – Daichi levantou-se muito sério.

Miya: - Daichi, lamento mas não pode ser.

Daichi: - Não, eu tenho que jogar! Tyson faz alguma coisa! – disse desesperado e pedindo auxílio ao seu companheiro.

Por sua vez, Tyson fechou os olhos e respirou fundo. Sabia que não era possível Daichi ir participar com ele no campeonato daquela forma, mas não queria ser directo com ele para não o magoar. Depois de pensar um pouco dirigiu-se ao médico para saber como Daichi estava.

Tyson: - Doutor, quanto tempo acha que ele vai ficar com o braço ligado?

Médico: - Não sei bem, mas pelo menos durante um mês ele tem que ficar com o braço ligado e não pode fazer esforços.

Daichi: - O quê? Um mês?

Tyson: - Está bem. – conformou-se Tyson.

Daichi: - Mas Tyson, desta forma eu não vou jogar no campeonato! – disse muito sério.

Tyson: - Tem calma Daichi, vai correr tudo bem. – disse, sem encarar o pequeno.

Ling: - Daichi, de certeza que o Sr. Dickinson vai arranjar forma de jogares. – disse tentando acalmar Daichi, que acabou por se conformar.

Miya, que até então ouvia tudo atentamente, alertou-se quando ouviu a palavra campeonato. Quando o médico saiu do consultório, dirigiu-se ao grupo para saber o que se passava.

Miya: - Como te sentes agora, Daichi?

Daichi: - Estou bem, mas estou chateado! – disse amuado.

Max: - Daichi, mas é só durante um mês. – disse com uma gota. – Depois, de certeza que jogas.

Miya: - Mas pode-se saber do que vocês estão a falar? – perguntou curiosa.

Ling: - Eu não disse à mãe? – perguntou confusa.

Miya: - Dizer o quê?

Ling: - Que vou participar no campeonato do mundo de Beyblade. Foi para isso que o Sr. Dickinson queria falar comigo no outro dia.

Miya: - Campeonato do mundo?

Ling: - Sim. E o Tyson e o Daichi vão ser meus companheiros de equipa. – disse com um sorriso.

Miya: - Mas isso já está tudo decidido?

Ling: - Sim, está. Mas a mãe não sabia? Eu pensei que tinha dito.

Miya: - Não querida, não sabia.

Max, que até então não tinha tido motivos para se alertar, o facto de Miya não saber que Ling iria participar no campeonato chamou-o à atenção, embora não fosse nada demais.

Ling: - Bem, então agora a mãe já sabe. – disse sorrindo.

Miya: - Pois é. Meninos digam então ao Sr. Dickinson que o Daichi precisa de estar um mês com o gesso, está bem?

Tyson: - Sim, não se preocupe.

Max: - Então, vamos andando?

Ling: - Sim. Então até logo mãe. – disse, dando um beijo na face da mãe.

Miya: - Sim, até logo. – disse acenando a eles até a porta ser fechada.

Quando a porta se fechou, a preocupação apoderou-se de Miya. A sua filha iria entrar no campeonato, seria verdade? A única coisa que lhe ocorreu foi em ir falar com o Sr. Dickinson, embora receosa do que este lhe pudesse dizer.

Miya: - "Campeonato do mundo... em que é que estás a pensar, Stanley?"

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Quando saíram do hospital, Tyson, Daichi, Max e Ling foram logo em direcção à sede da BBA. Tyson e Daichi tinham começado a sua habitual discussão e Ling ria com o jeito dos dois. Max observava Ling cautelosamente. Talvez fosse mesmo um exagero desconfiar dela. Não tinham motivos concretos nem provas a favor das suas dúvidas, por isso talvez estivessem a exagerar. Decidiu contar a Ray e Kenny o que tinha acontecido e dizer-lhes que não valia a pena terem dúvidas acerca de Ling, eles podiam confiar nela, tal como ele ia fazer nesse exacto momento.

Max: - Ling, o que achas que o Sr. Dickinson vai decidir?

Ling: - Não sei, mas de certeza que ele tem uma solução. – disse sorrindo para Max.

Max: - Não achas que ele te vai pôr no lugar do Daichi? – continuou, curioso pela opinião Ling.

Ling: - Hum, tenho esperança que o Sr. Dickinson tem uma boa solução em relação a isso tudo, Max. – disse calmamente e com o olhar voltado para Tyson e Daichi.

Max não voltou a tocar no assunto e seguiram sossegados até à sede da BBA. Quando chegaram, entraram na sede sem nenhumas confusões e foram até ao escritório do Sr. Dickinson.

Ling: - Podemos entrar? – disse abrindo a porta alegremente.

Kenny: - Ling! Ainda bem que chegaram. Então, como te sentes Daichi? – disse, aproximando-se dele sendo seguido pelos outros.

Daichi: - Estou óptimo! – disse num tom convencido.

Hilary: - E o teu braço? Estava mesmo fracturado?

Daichi: - E o que é isso? – disse, muito inocente, fazendo os colegas caírem.

Ling: - Sim Hilary, ele tinha mesmo o braço fracturado. – disse com uma gota e olhando de canto para Daichi.

Sr. Dickinson: - E o que foi que o médico disse? – perguntou o Sr. Dickinson, fazendo com que a sua presença fosse notada na sala.

Ling: - Ah, Sr. Dickinson. – aproximou-se da secretária onde o Sr. Dickinson estava sentado. – O médico disse que o Daichi vai ter que ficar com o gesso durante um mês, mas até aí não sabemos mais nada.

Tyson: - Sr. Dickinson, o que pensa fazer em relação aos BBA Revolution? – perguntou sério e também aproximando-se da secretária, tal como os outros.

Daichi: - Eu vou jogar, não é? – perguntou quase numa súplica.

Hilary: - Sr. Dickinson...?

O Sr. Dickinson permaneceu em silêncio. Levantou-se e olhou pela janela antes de se virar de novo para encará-los. A decisão que tinha de tomar era algo que não queria que tivesse acontecido. Era algo que lhe custava fazer, principalmente naquela situação toda em que estava, mas não tinha escolha senão fazê-la.

Sr. Dickinson: - Visto que o Daichi se magoou eu não tenho outra escolha senão... – o Sr. Dickinson parou um pouco antes de continuar. – Colocar a Ling como sua substituta.

Daichi/Ling: - Como? – ambos ficaram surpresos com a decisão do Sr. Dickinson.

Daichi: - Então eu não vou jogar? – perguntou rapidamente.

Sr. Dickinson: - Daichi, o campeonato começa dentro de duas semanas e, por essa altura, tu ainda vais estar com o braço ligado, por isso a Ling tem que te substituir. Alguém contra? – disse olhando para todos.

Ling encontrava-se em choque e não sabia o que pensar. O Sr. Dickinson, que sempre a tinha mantido afastada de campeonatos e de tudo o que fosse eventos desportivos, seria o mesmo Sr. Dickinson que estava a dizer que ela iria formar a dupla titular dos BBA Revolution junto com Tyson? Ling não percebia, mas sabia que era inútil protestar.

Por outro lado, Daichi estava frustrado pois isso significava que não podia participar no campeonato. Ray, Max, Kenny e Hilary apenas olhavam para o Sr. Dickinson, confusos pela sua seriedade e determinação. De certeza que algo de errado se passava ali.

Tyson: - Não Sr. Dickinson, obrigado. – Tyson foi o primeiro a reagir. Embora estivesse triste por não poder fazer dupla com Daichi tentou animar-se, pois ao menos podia tê-lo a seu lado, mesmo que já não fossem combater juntos. Agora teria uma nova parceira e teria que se habituar a ela tal como tinha feito com Daichi quando Kai o abandonou. – Ling, estás pronta para vencer o campeonato? – disse olhando para Ling, que estava absorvida nos seus pensamentos.

Ling: - Tyson... – a jovem ficou a olhar para Tyson que, por sua vez, olhava para ela confiante, o que fez com que Ling também ganhasse confiança. – Sim! Estou pronta! – disse esboçando um sorriso e esquecendo as sua preocupações.

Tyson: - É bom ouvir isso. – disse sorrindo e mais conformado com tudo.

Daichi: - Se me vais substituir é bom que ganhes todos os teus combates, ouviste? – disse um pouco amuado por não poder participar no campeonato, mas já habituado à ideia de não poder combater.

Ling: - Sim, não te preocupes Daichi. – acalmou-o, sorrindo.

Ray: - E que apertes na concorrência. – incentivou Ray, sorrindo.

Max: - Completamente. – concordou Max, também tentado incentivar Ling.

Ling: - Disso podem ter a certeza que não me esqueço. – disse, já com a sua habitual alegria.

Hilary: - Parece que tudo se resolveu.

Kenny: - É verdade. – concordou, sorrindo ao ver Tyson e Ling muito animados começando a planear as suas vitórias.

Ao ver que o ambiente voltava a ser de alegria, o Sr. Dickinson suspirou de alívio. Ao menos tinha conseguido sair ileso daquela. Mas sabia que não tinha sido a melhor decisão, embora não pudesse fazer mais nada.

Sr. Dickinson: - Fico feliz por ver que não vai haver problemas para vocês os dois se entenderem. – disse aproximando-se do grupo.

Tyson: - Claro que não, Sr. Dickinson. Eu e aqui a minha parceira é como se já tivéssemos ganho o campeonato! – disse com um enorme sorriso, sendo este seguido por uma série de gargalhadas.

Hilary: - Auto-estima é coisa que não lhe falta. – comentou com uma gota.

Sr. Dickinson: - É bom estares confiante Tyson, mas não te podes descuidar nos treinos.

Ling: - Não se preocupe, Sr. Dickinson, eu mantenho-o na linha. – e dito isto agarrou a orelha de Tyson. – Anda Tyson, vamos treinar! – e começou a arrastá-lo para fora do escritório.

Tyson: - Au! Ling, tem calma!

Kenny: - Acho melhor segui-los. – disse enquanto olhava para a porta.

Hilary: - Adeus Sr. Dickinson, muito obrigado por tudo. – despediu-se Hilary, dirigindo-se para a saída do escritório junto com os outros.

Sr. Dickinson: - Adeus. – despediu-se sorrindo.

Quando a porta se fechou o Sr. Dickinson suspirou de alívio, mas logo voltou ao seu estado de preocupação. Para se distrair, decidiu ir ligar a televisão. Começou a mudar os canais em busca de algo interessante para ver quando, de repente, viu algo que lhe chamou a atenção. No noticiário, estavam a passar imagens da Rússia, mas o que lhe chamou mais a atenção foi o título da notícia e a imagem que estava no canto superior direito.

Sr. Dickinson: - Impossível... aquele é...

O Sr. Dickinson estava em choque, mas rapidamente aumentou o volume da TV para poder saber o que se passava.

"...o presidiário Voltaire Hiwatari foi encontrado pelo seu psicólogo, morto no seu quarto à dois dias atrás. Segundo as autoridades, ele morreu devido a um golpe que tinha no pescoço. Não se sabe ao certo que tipo de utensílio possa ter sido utilizado, mas sabemos que foi um objecto pequeno, provavelmente uma navalha. Também não existem quaisquer suspeitas, por isso pode ter sido um caso de suicídio. Apenas se sabe que ele teve uma visita no mesmo dia, mas tem sido impossível contactá-la. Por agora é tudo, voltamos ao estúdio."

O Sr. Dickinson desligou a televisão depois de ouvir tudo atentamente. Estava em choque. Então quem o Boris tinha morto era o Voltaire?

Sr. Dickinson: - Porque será que ele fez isto? Será que... ele deve ter-lhe ido pedir ajuda, mas como ele se recusou o Boris matou-o para assim ele não poder contar a ninguém os planos dele. Mas não creio que tenha sido tudo... em parte também se foi vingar. Meu Deus, se ele foi capaz disto, sabe-se lá o que ele pode fazer mais! Nem quero pensar...

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Rapidamente a noite chegou mostrando todos os seus encantos. Uma noite calma com as estrelas cintilantes a brilharem alegremente no céu escuro. Como tinha escurecido e ainda estavam todos em casa de Tyson, decidiram ficar lá para jantar. Até Kai se tinha juntado a eles. Naquele momento, só faltava uma pessoa acabar de comer e, por incrível que pareça, não era o Tyson.

Ling: - Vá lá Daichi, abre a boca. – disse com um garfo direccionado perto da boca de Daichi.

Daichi: - O que estás a fazer? Eu sei comer sozinho!

Ling: - Sim, mas não consegues cortar o bife. Agora abre a boca, anda lá. – e lá ele abriu a boca, comendo o pedaço de bife que estava no garfo.

Tyson: - Ela tem mesmo muita paciência. – comentou Tyson enquanto observava a cena.

Hilary: - Lá nisso tens razão. – concordou Hilary.

Mas eles os dois eram os únicos que prestavam atenção a Ling a dar de comer a Daichi. Os outros estavam mais afastados, tendo uma conversa sobre o seu novo assunto diário, Ling.

Ray: - Então a mãe dela não sabia do campeonato?

Max: - Não, mas não reagiu muito mal à notícia. Talvez a Ling não lhe tenha dito por descuido.

Kenny: - Sim, deve ter sido isso. E aquela história toda de ela entrar para a equipa não foi culpa dela.

Max: - Pessoal, eu acho que devíamos deixar de desconfiar dela. – Kenny, Ray e até Kai olharam curiosos para Max. – Não me interpretem mal, mas é que ela ainda não fez nada de mal e ela própria não sabe o motivo para estar nos BBA Revolution. Que dizem, pessoal?

Os rapazes ficaram a olhar um pouco para Max, pensativos. No fundo, todos concordavam com o que Max tinha acabado de dizer, por isso talvez devessem fazer o que ele estava a pedir.

Ray: - Acho que... tens razão, Max. Talvez não devêssemos ser assim tão desconfiados. – disse, dando um sorriso conformado.

Kenny: - É verdade. Além disso, ela parece preocupar-se muito com os seus companheiros de equipa. – disse, olhando de novo para Ling e dando também um sorriso.

Kai foi o único que não comentou. Continuava calado, pois não tinha nada a ver com aquela conversa, mas sentia que os amigos tinham razão. Quando estava tudo de novo envolto num ambiente de calma, ouviu-se o telefone e de seguida a voz do Sr. Granger a atender.

Tyson: - Mas quem será a esta hora? – perguntou, estranhando o telefonema. Minutos depois, o Sr. Granger entrou na cozinha com um ar um pouco abatido.

Avô: - Kai, telefone para ti. – disse, olhando para Kai que se surpreendeu com a afirmação do Sr. Granger, mas não disse nada e levantou-se indo até ao telefone.

Tyson: - Ei avô! Que cara é essa? – Tyson estranhou a expressão do avô.

Avô: - Bem... – o homem suspirou e sentou-se na cadeira em que Kai estivera sentado momentos antes. – O Sr. Dickinson telefonou...

Kenny: - O Sr. Dickinson? E o que queria ele? – Kenny achou esquisito o Sr. Dickinson telefonar àquela hora. Algo de grave devia ter acontecido.

Avô: - Ele telefonou para avisar o Kai que... – o Sr. Granger fez uma pequena pausa – O seu avô tinha morrido.

As últimas palavras do Sr. Granger deixaram todos de boca aberta. A notícia era, de facto, inesperada. Desde o primeiro campeonato em que tinham participado juntos que nunca mais tinham voltado a ouvir falar do Voltaire. E agora sabiam que ele tinha morrido. A pergunta que pairava na mente da maioria era a mesma: como iria Kai reagir? A resposta a essa pergunta foi óbvia quando ouviram o bater forte da porta da casa de Tyson, anunciando a saída de Kai.

Continua...


Dimitri: - Leitores e leitoras, escritores e escritoras sejam novamente bem-vindos ao único e maravilhoso Cantinho da Xia! Aqui convosco estou eu, o único e fantástico Dimitri da melhor equipa do mundo, os The Demons e a nossa apresentadora, Xia!

Xia: Obrigado, obrigado. Olá a todos! Sejam bem-vindos à 3ª edição do Cantinho da Xia. O único programa de entretenimento via fic. Bom, capítulo emocionante, não? E quem melhor para falar de coisas emocionantes do que os nossos convidados de hoje, não é Dimitri?

Dimitri: - É isso mesmo Taichou! Leitores e leitoras convosco vindos directamente do anime C... – mas o coitado não foi capaz de acabar a frase pois uma bola de futebol tinha acabado de lhe bater na cara.

Xia: Dimitri? O que se passa? Ei, Dimit... – mas eu também não acabei porque uma segunda bola de futebol voou até à minha cara. Com a minha cara inchada e vermelha encarei o desgraçado que me tinha atirado a bola. – Landers! (Hyuga, para quem não conhece na versão portuguesa.)

Mark (Kojiro): - O que foi? – perguntou cruzando os braços convencido.

Xia: O que foi pergunto eu! Qual foi a tua de me atirares com uma bola à cara?

Mark: - Apeteceu-me. – respondeu muito descansado.

Xia: ¬¬' Ninguém merece...Caros leitores, vindos do anime Super Campeões ou Captain Tsubasa, como preferirem Mark Landers (Kojiro Hyuga), Philip Matsuyama (Hikaru Matsuyama) e Benji Price (Genzo Wakabayashi).

Benji: - Ainda gostava de saber o que estou aqui a fazer. u.u

Xia: És um convidado especial do meu programa via fic.

Benji: - Devia sentir-me lisonjeado por isso? u.ú

Xia: ¬¬ Urusein! (Cala-te!)

Mark: - Eu avisei-te que era um erro virmos até aqui, mas não! O grande guarda-redes Benji Price não podia virar as costas a um desafio.

Benji: - Cala a boca! Que eu saiba foste tu quem estava furioso e doido para vires aqui ter uma palavrinha com aquela ali! – disse apontando para mim.

Mark: - É o quê? Estás a culpar-me dos teus erros?

Benji: - Não, estou apenas a dizer que a culpa é tua!

Mark: - Repete lá isso se te atreves!

Benji: - É para já!

Mark/Benji: - Grrrr!

Xia: O que foi que eu fiz para merecer isto? Será que não posso fazer nenhum programa em paz e sossego?

Philip: - Huh, olá! – disse acenando para mim enquanto eu me queixava continuamente.

Xia: - Philip! Tu és a minha salvação! – choro de emoção, mas rapidamente me recomponho e ponho a minha face séria. – Caros leitores, o único e fantástico capitão do Furano, Philip Matsuyama. – o público aplaude com emoção.

Philip: - Bem, então porque é que nos chamaste aqui afinal? – perguntou com uma gota.

Xia: ¬¬ Ah pois...Vocês estão aqui para fazerem o resumo do meu 4º capítulo. Mas agora só me restas tu, porque aqueles dois idiotas estão demasiado ocupados a atirar insultos um ao outro.

Benji: - Idiota!

Mark: - Quem diz é que é, seu mega idiota!

Xia: ¬¬ Vês o que eu quero dizer?

Philip: - Acho que sim. Bom, acho que não tenho escolha a não ser fazer o resumo. – o rapaz de cabelo preto enche o peito de ar e prepara-se para o seu discurso. – Neste capítulo o grupo da fic foi até ao parque e numa conversa notaram que o campeonato já estava próximo. O Daichi caiu de uma árvore e fracturou um braço, sendo levado para o hospital por Tyson, Ling e Max enquanto os restantes foram avisar o Sr. Dickinson. Após decidirem que a Ling iria substituir o Daichi, o Sr. Dickinson descobriu que quem o tal de Boris tinham matado era o avô do Kai. À noite o Kai recebe um telefonema do Sr. Dickinson a dizer-lhe que o avô estava morto. – o rapaz respirou fundo e baixou o papel do qual estava a ler.

Xia: Muito bem, muito obrigado Philip. – digo enquanto aplaudo o rapaz.

Philip: - De nada. Agora, diz-me onde escondeste a Jane! – ordenou com um olhar maléfico.

Xia: n.n' Sim, claro segue-me por favor. Dimitri, o resto é contigo!

Dimitri: - Certo Taichou! E aqui está o capítulo! Sabemos que este Cantinho ficou um pouco sem graça, mas a nossa apresentadora/escritora não estava propriamente nos seus dias e como o capítulo tinha que sair hoje ficou mesmo assim. Pedimos desculpa pelo incómodo. Então o que acham que acontecerá no 5? Como irá o Kai reagir à morte do avô? Continuará a Ling a dar de comer ao Daichi? Finalmente os poderosos The Demons irão fazer a sua nova aparição? Será que todos vão perceber que as Night Girls são umas chatas? Não percam no próximo capítulo: Perguntas sem resposta. Mandem as vossas reviews com a vossa opinião sobre o capítulo e até ao próximo! Tchau, tchau! – e encerrou o programa.

Mark: - Seu super, hiper mega idiota!

Benji: - Então tu és super, hiper, mega gigante idiota!