Notas da Autora
O namekuseijin continua em suas recordações, senda essas provenientes de...
Capítulo 4 - Reminiscências - Kawarisei e Kawasei
AGE 261 – Kawarisei
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Enquanto isso, a centenas de anos luz de Namekusei, a nave de Kiato e de seu filho, se aproxima do planeta Kawarisei e então, pousa.
Imediatamente, o namekuseijin nota que de fato eram pacíficos e consideravelmente amigáveis, pois, o cumprimentavam com um sorriso sincero no rosto, com o mesmo sentindo a boa índole deles, sendo que o corpo deles era escamoso com uma aparência humanoide, de coloração azulada e cabelos alvos, tal como uma cabeça arredondada e um focinho bem curto com narinas pontudas e bifurcadas, percebendo que usavam uma espécie de túnica entrelaçada e de sandálias trançadas, sendo que o vestuário era simples, mas, elegante.
Portanto, em virtude disso, considerou o planeta como um bom lugar para criar o seu filho, que estranhou em um primeiro momento os alienígenas, enquanto que uma névoa de tristeza passava nos olhos do genitor dele ao imaginar o destino de seu amigo no planeta condenado.
- Bem vindos. Sou o líder, Mujiare e desejo boas vindas a Kawarisei.
- Sou Kiato e esse é meu filho, Kiatsu, Mujiare-sama. – ele fala respeitosamente, se curvando.
- Prazer, Kiato-san e Kiatsu-kun. Bem-vindos. Nos os recebemos de braços abertos. – nisso, eles abrem os braços e curvam-se levemente.
- Nós tivemos que...
- Nós sentimos que muitas vidas pereceram em Namekusei. Chegamos a conversar com o Conselho ancião, recentemente. Meus pêsames por sua raça. – ele fala pesaroso.
- Obrigado. – Kiato agradece emocionado.
- Vou pedir a Karia que providencie uma acomodação para você e seu filho.
- Não sei como posso agradecê-los.
- Nos temos que ajuda-los. Não podemos negar auxilio a aqueles que necessitam. Se tiver qualquer dúvida, Karia irá ajuda-los. Sintam-se em casa.
- Muito obrigado.
Kiato se dedicou a estudar os costumes, além de trabalhar como Curador, por ser capaz de curar os feridos, tornando-se alguém precioso demais para a raça e reverenciado por muitos de seus pacientes, tal como seu filho, Kiatsu, que se tornou um adulto e também curandeiro, assim como sabia lutar, já que era um namekuseijin guerreiro, igual ao genitor, além de ter aprendido sobre os seus poderes, ao ter aulas no seu tempo livre.
Além disso, eles perceberam que o estranho ar no planeta, fez o processo de envelhecimento deles, retardar e consequentemente, ampliou a sua juventude.
Após duzentos e dois anos, Kiato falece, sendo que passou todo o seu conhecimento e poder ao seu filho, Kiatsu, através da fusão de mentes, sendo que o filho de Kiatsu se chamava Hiatsu, em homenagem ao seu avô, pai de Kiato.
Então, passam-se mais cento e setenta e três anos.
Kiatsu falece, sendo que passou o conhecimento e memórias ao seu filho, Hiatsu, que tinha um filho, sendo que deu o nome de Kiato, em homenagem ao seu avô.
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AGE 636 – Kawarisei
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Uma semana após a morte de Kiatsu, o céu foi tomado por naves estranhas e antes que Hiatsu pudesse fazer algo, saem alienígenas com armaduras que atiravam rajadas de energia através de armas em seus braços, destruindo a civilização pacifica e gentil de Kawarisei.
O que parecia o líder do grupo e cuja armadura era mais lustrosa grita:
- Homens! Destruam os habitantes em nome do Grande Freeza-sama!
Em meio ao caos que imperava, Hiatsu desviava das armas e só não contra atacava, pois estava desesperado para encontrar o seu amado filho, sendo que sentia o ki dele, descobrindo que ele estava há alguns quilômetros dali, acabando por se alarmar ao sentir vários outros ki´s próximos dele.
Então, voa e conforme voava, vê as pedras hirui e tem uma ideia, decidindo pegar algumas, sendo que via as mesmas sendo espatifadas por máquinas que estavam terminando o serviço, compreendo o motivo, pois, não podiam cair em mãos erradas.
Longe dali, o filho dele, por ser um namekuseijin guerreiro, consegue derrotar alguns soldados, apesar de ser jovem e antes que pudesse retirar as crianças kawarijins, de um grupo escolar que visitava o local onde ele se encontrava, pesquisando ervas medicinais, elas acabam sendo mortas pelas armas dos invasores e ele quase é morto, quando vários se reúnem em torno dele, conseguindo feri-lo, senão fosse o seu pai, que os destruiu usando uma de suas técnicas, enquanto pegava o filho, que estava ferido e que acabara de ficar inconsciente por causa dos ferimentos.
Ele decide leva-lo até a nave em que seu avô e pai viajaram há mais de trezentos e setenta e cinco anos atrás, sendo que a mesma ainda estava operacional, pois a família dele sempre cuidou dela ao longo dos séculos, embora sentisse que não precisava e que aguentaria muito tempo sem qualquer cuidado, fazendo-o ficar maravilhado com a tecnologia que o falecido amigo de seu avô, Katatsu, empregou nela.
Ao se aproximar da mesma, percebe que alguns soldados a cercaram e nisso, os ataca, procurando mata-los rapidamente, sendo que no processo, acabou ferido por alguns que vieram para ajudar e no final, consegue mata-los, após o grave ferimento que recebeu.
Então, leva o seu filho até a nave e abre a mesma, sendo que o colocou na poltrona, enquanto curava o ferimento dele ao ponto de não ser fatal e facilmente tratável, prendendo em seguida o cinto nele, para depois digitar a rota no painel, ao se recordar das coordenadas de um planetoide rico em água, tido como santuário para aquela raça e que ficava bem longe dali, com os mesmos fazendo peregrinações para a mesma a cada trinta anos e em seguida, colocou o colar com várias pedras Hirui no pescoço dele.
Após fazer isso, encosta a sua mão na cabeça dele e fala, concentrando-se, sendo que ambos os namekuseijins são envolvidos por um campo brilhoso, enquanto Hiatsu fala, em um sussurro quase inaudível:
- Lembre-se... Você está recebendo o meu conhecimento e memórias, além de poder. Você precisa sobreviver, meu filho. Viva. Por mim e por você.
Após terminar a transmissão de poder, conhecimento e memórias, cessa o contato, para em seguida programar a partida, saindo da nave, pois, precisava protegê-la até que a mesma saísse em segurança do planeta.
Hiatsu agora compreendia a decisão do grande amigo de seu avô, quando ele matou inocentes para salvar as duas naves e embora não estivesse matando inocentes, se sacrificava de bom grado pelo seu filho, sem qualquer arrependimento, assim como Kitatsu, que sacrificou o seu coração ao fazer o que foi necessário em nome do amor que sentia por seu filho e pela amizade que tinha com seu avô, Kiato, pois, quando ganhou todo o poder e lembranças dele, também vivenciou o quanto eles eram amigos, quase que como irmãos e que sem a tecnologia dele e sacrifício, seus ancestrais não teriam conseguido fugir do planeta condenado.
Conforme a nave partia, percebeu que os soldados que invadiram o planeta se aproximavam para abatê-la e passa a atacar todos, enquanto que o seu filho despertava, passando a olhar pelo vidro, vendo o seu pai sendo cercado por cinco alienígenas de armaduras, que eliminavam o seu genitor gravemente ferido, através de rajadas concentradas de energia através das estranhas armas.
Kiato gritava de dentro da nave, vertendo lágrimas de dor, enquanto a mesma se afastava da atmosfera do planeta condenado.
Então, ele senta e chora, amaldiçoando-se por não ser mais poderoso.
Após algum tempo, seca as lágrimas e tenta compreender a rota que seu pai digitou, sendo que quando perguntou ao computador, o mesmo forneceu prontamente as coordenadas.
Então, ao olhar os números da coordenada que aparecia no visor, ele considera tais números como se fossem estranhamente familiares, jurando que já havia visto em algum lugar, embora não conseguisse se recordar e ao olhar o seu ferimento, sente uma pontada de dor quando se mexeu, percebendo que o seu pai o curou, parcamente, provavelmente por não ter tempo de cura-lo por completo.
Então, de repente, irrompe um fluxo de lembranças desconhecidas, que o surpreendem, com o mesmo identificando como sendo de seu genitor e ao se concentrar, se recorda de tê-lo visto colocar a mão na sua cabeça em um momento que recuperou parcamente a consciência, por apenas alguns segundos, compreendendo que ele passou o seu conhecimento, assim como as memórias dele, além de poder, com o jovem sabendo agora como os seus ancestrais conseguiram fugir de Namekusei há séculos atrás.
- Vou viver, tou-san... Vou viver por nos dois. Mas, espero poder vinga-lo algum dia.
Então, após dias, a nave pousa em um planetoide inóspito, sendo que Kiato fica alarmado frente às adversidades de um planeta que podia considerar como selvagem, até assimilar que podia sobreviver, pois, tinha poder e conhecimento, sendo este muito adquirido pela fusão de mentes com o seu genitor.
Então, acaba se lembrando de onde conhecia esse planeta, percebendo que na parte mais elevada do terreno, jazia uma espécie de platô, que ficava longe das feras e aonde os kawarijins peregrinavam, ao reconhecer o local através das fotos e relatos. Era Kawasei, que ficava muito distante de Kawarisei e por isso, os habitantes faziam a cada trinta anos peregrinação a esse planetoide, tido como sagrado para eles.
Porém, conforme assimilava o conhecimento adquirido pela fusão, percebe que não era poderoso o suficiente para derrotar os inimigos e isso o fazia desesperar-se.
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AGE 636 – Kawasei
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Então, passam-se mais quarenta e sete anos, sendo que treinara constantemente na ânsia de aumentar seus poderes, sendo algo infrutífero e, portanto, teve que se resignar para o fato que não conseguiria aumentar mais os seus poderes.
Frente a tal constatação, decide ter um filho, passando todo o seu conhecimento para o mesmo, assim como poder e inclusive lembranças, além de dar habilidades especiais, sentindo que seriam uteis, inclusive porque incorporou a ideia nele de procurar um ser de alguma raça forte para treinar, visando conseguir alguém capaz de enfrentar os que mataram o seu pai. Inclusive, deu o nome de Katatsu, em homenagem ao melhor amigo de seu avô, pois, graças a ele, seus ancestrais conseguiram sair de um planeta condenado, sendo que o seu filho era a sua esperança.
Passa a treina-lo, assim como o ensinava a usar efetivamente as habilidades que possuía.
Após treze anos, algumas naves chegam ao planeta e ele reconhece como sendo semelhantes ao que viu no planeta que fugiu e que das naves ovais, saíram seres com armaduras e armas nos braços, reconhecendo como sendo semelhantes aos que mataram seus amigos e genitor.
Nisso, retira um colar ornamentado de pedras pequenas, as hirui e dá ao seu filho, explicando que eram de família, assim como o ensinou, há meses atrás, as habilidades que elas possuíam, enquanto ambos iam até a nave, com o genitor dele ocultando que não iria com ele.
Porém, a nave deles é destruída pelos soldados que passam a cerca-los.
Desesperado, ele esconde o filho e tenta enfrenta-los, enquanto que o jovem engolia as pedras, quase se engasgando, acabando por ser obrigado a alargar o seu pescoço para engoli-las, manipulando aquela parte de seu corpo, para protegê-las, dentro dele.
Quando ia se juntar ao seu genitor na batalha, ele vê o mesmo sendo morto por alguns soldados, quando os ataques perfuraram o corpo do namekuseijin, que murmurou o nome do filho.
Um grupo de soldados aparece na frente dele e o jovem, irado, após gritar pelo seu pai, avança contra os mesmos para golpeá-los e consegue golpear alguns, porém, recebe duas rajadas concentradas de energia nas costas e frente a isso, desmaia.
Então, os soldados se aproximam do namekuseijin caído e apontam as suas armas para terminarem o serviço, quando o líder, que se aproximava do grupo, recebe uma chamada em seu scouter e atende, identificando como sendo o supervisor dele que viu o alienígena morto e fala que desejava ter o jovem na mina de minérios, pois, estava com o estoque baixo de escravos e ele parecia ser capaz de executar o serviço de vários homens, sendo que em seguida esbravejava com ele, por ter matado um possível escravo valoroso, pois, poderiam tê-lo subjugado, não precisando mata-lo.
Nisso, a ligação é encerrada e quando este se aproxima do grupo, fala irritado:
- Este bastardo ganhou o direito à vida. Não o matem.
- Mas...! – um dos soldados exclama indignado.
- O meu supervisor viu a batalha deles e declarou esse desgraçado como um escravo valoroso, pois, tem a absoluta certeza que ele vale muitos escravos em matéria de força, sendo que levei uma bronca imensa por ter matado o outro. Quero que o coloquem desacordado em uma das naves e enviem a mesma para o Planeta Freeza número vinte e seis. E não se preocupem. Em breve, ele irá preferir que nós o tivéssemos matado. – ele fala sorrindo malignamente.
Mesmo que estivessem irritados por não poderem matar o alienígena, eles cumprem a ordem e pegam uma nave de um dos vários soldados mortos e colocam o namekuseijin inconsciente, sendo que um deles digita algo no painel e uma estanha fumaça sai da mesma, tratando dos ferimentos, além de provocar sonolência, fazendo a pessoa dormir profundamente.
Então, terminam de digitar as coordenadas no painel e a nave fecha, partindo com o mesmo, enquanto que o líder do grupo contatava o planeta para avisar da nave, sendo que também informava ao controle, que não havia raças no planetoide e, portanto, o mesmo estava disponível para a venda.
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AGE 696 – Planeta Freeza nº 26
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Quando Katatsu acorda, está em uma cela e tem uma coleira de metal no pescoço e conforme olhava para os lados, percebe outros alienígenas estranhos, também com coleira e nisso, se recorda do seu pai sendo assassinato e chora, até que um alienígena esverdeado com uma pele escamosa e uma cabeça reptiliana, assim como possuía cabelos alvos, espetados, tendo uma aparência idosa.
Ele se aproxima e afaga, gentilmente, a cabeça dele com a sua grande mão que tinha apenas quadro dedos.
O jovem se afasta, levemente e passa a olhar, inicialmente receoso, até que supera os seus sentimentos, quando o mesmo sorri gentilmente, através de suas grandes mandíbulas reptilianas:
- Tão jovem e já escravo...
- Escravo?
- Sim. Você é um escravo do bastardo do Freeza e irá trabalhar em uma mina de minério, um ambiente brutal e inóspito. – fala pesarosamente.
O nome Freeza não lhe era estranho e nisso, acessa as memórias de seu genitor, percebendo que vinham de seu avô e se recorda que um dos alienígenas que matou o avô dele, Hiatsu, murmurou algo sobre Freeza-sama.
- Senhor, o que sabe sobre Freeza? – ele pergunta, preocupado.
- Bem, eu perguntei a vários outros escravos e assim, consegui reunir muito conhecimento sobre ele, que é um arcosiano, tal como seu pai, o rei Cold e seu irmão mais velho Koola. Os três pertencem a um grupo de arcosianos mutantes, por assim dizer, pois, são tidos como os mais poderosos de sua raça. Rei Cold era o dono de uma parte imensa do universo e dividiu uma parte do mesmo, dentre seus dois filhos. Dizem que o mais velho tem ciúmes do mais novo.
- Eles são tão poderosos, assim?
- Eles podem destruir facilmente um planeta em um estalar de dedos. Possuem diversas transformações, sendo que o desgraçado do Freeza tem cinco, ao todo, ficando cada vez mais poderoso, enquanto se transforma. Pelo que soube, ele fica na forma "mais fraca" dele, por assim dizer, pois, dizem que o poder dele é tão grande, que ele não conseguiria se conter. O bastardo tem a habilidade adicional, inerente a todos os arcosianos, que consiste no fato de poder viver no vácuo do espaço. Tal habilidade é rara dentre as milhares de raças do universo inteiro. Portanto, responda jovem. Como você destruiria um ser, que pode viver normalmente no vácuo, sem qualquer problema? – o idoso pergunta com um sorriso amargo.
O jovem namekuseijin se deprime ao saber o quanto era poderoso, sendo que não havia somente um e sim, pelo menos mais dois, o pai e o irmão mais velho deste.
Portanto, demora algum tempo para se acalmar, pois tremia de raiva ao perceber que cada vez mais a sua vingança em nome de seu bisavô, avô e pai, se tornava impossível.
Então, o alienígena ao lado dele suspira tristemente e fala, encostando as costas na parede e fechando os olhos, momentaneamente, permitindo-se perder em suas reminiscências pesarosas, antes de abrir os olhos reptilianos e falar, tristemente:
- Freeza é poderoso sim, assim como a família dele e não obstante, há um grupo especial dele, que intimida e apavora, tanto quanto ele e os arcosianos. Dizem que o líder desse grupo é o braço direito dele e se chama Ginyuu.
- Um grupo que intimida tanto assim? – o namekuseijin pergunta, arqueando o cenho.
- Sim. É um grupo chamado de Ginyuu Tokusentai e é uma espécie de esquadrão cruel e perverso. Normalmente, são usados em planetas difíceis de serem conquistados. São muito poderosos. Minha raça foi dizimada por eles e os sobreviventes transformados em escravos. – fala pesarosamente, com a face coberta em dor, ao recordar-se do destino de seus conterrâneos.
O namekuseijin fica irado, ao perceber que eles eram fortes e murmura, após socar o chão, sentindo uma ira intensa por não ver qualquer perspectiva de poder se vingar, frente ao que descobriu e pergunta a si mesmo com a voz repleta em dor, enquanto golpeava o chão com os punhos cerrados:
- Não há ninguém que possa enfrenta-los? Não há sequer uma raça que possa fazer frente a eles?
Ele pergunta a si mesmo, exasperado e igualmente revoltado, pois, sabia dos planos de seu pai de procurar uma raça com um potencial latente e tal desejo foi passado para o seu filho.
O alienígena fica pensativo e após alguns minutos, fala:
- Se fosse apostar em uma raça, com um treinamento adequado e quem sabe, chances de ampliar seus poderes, que já são ilimitados, ao contrário das demais raças, eu apostaria nos saiyajins, pelo que ouvi deles. Se a lenda que eles possuem for verdadeira, essa seria uma raça com grandes chances de acabar com o império do bastardo do Freeza, embora sejam bem cruéis e perversos, porém, guerreiros natos.
- Saiyajins? Como eles são?
O jovem pergunta com visível surpresa na face, orando para que eles representassem a sua chance de vingança, sendo que uma fagulha de esperança brota de seu peito frente ao nome dessa raça, questionando-se se eles eram a resposta para os seus anseios, assim como representavam a ideia que seu genitor teve de treinar um ser, que fosse capaz de derrotar o arcosiano.
