24 de dezembro havia chegado e Jack Frost inundava as ruas de neve e diversão. Ele parou na rua de Lúcia, lembrando-se do plano de Norte. Lúcia havia acabado de acordar até que viu um menino estranho, ele tinha cabelo branco e sua pele era pálida demais. Sua presença irradiava frio. Ele segurava um cajado em uma das mãos.

-Jack... Frost? – Lúcia perguntou meio espantada

-Isso mesmo – Jack respondeu – Você acredita em mim? – Lúcia assentiu – então vem comigo!

A menina pegou a mão do guardião que, surpreendentemente, não era fria.

-Espere aqui – Jack disse. Ele observava o final da rua esperando que Cecília e Alfredo aparecessem. Confirmando sua espera, eles apareceram – Quer ver uma coisa legal? – Ele disse a Lúcia. Ela assentiu e Jack jogou uma bola de neve no casal. Eles ficaram chocados, procurando quem havia feito a travessura. Então seus olhares se encontraram com o olhar de Lúcia. Eles ficaram ainda mais espantados.

-Você jogou a bola de neve menininha? – Cecília perguntou calmamente.

-Não – Lúcia respondeu com um olhar assustado – foi o Jack Frost!

-Jack Frost? – Alfredo perguntou. Então na sua frente o guardião da diversão se materializou.

-Me chamaram? – Jack disse com um sorriso travesso – Por que eu sou Jack Frost e... por que eu joguei aquela bola de neve? Bem, é porque eu estou ajudando o Papai Noel a entregar os seus presentes de Natal esse ano.

Ele se virou para Lúcia e então disse:

-Eu disse que você queria muito uma família – Jack então olhou para Alfredo e Cecília – e vocês queriam muito ter um filho então parece que vocês são o presente um do outro.

Os três olharam confusos para Jack e então ouviram sons de sinos vindos do céu. Eles reconheceram a figura de um trenó puxado por 8 renas e ouviram um "feliz Natal" carregado por um sotaque russo. Aquilo havia confirmado os presentes. Cecília e Alfredo se olharam e então olharam para Lúcia. Cecília estendeu os braços para ela e Lúcia pulou em seu colo, dando-lhe um abraço que foi completado por Alfredo.

-Mamãe... – Lúcia balbuciou – papai...

Cecília e Alfredo assentiram e felizes os três foram andando para casa. Jack os seguiu com o olhar, sorrindo. Ele estava feliz por ter ajudado uma criança, o que fazia parte de seu trabalho como guardião, mas também pela alegria de ver uma família feliz.

A/N: E esse é o final dessa história eu achei que não tinha ficado muito boa espero que vocês tenham gostado

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