Capítulo novinho...

Divirtam-se!

Obs.: Os personagens pertencem a Tia Meyer, infelizmente ;DD

Repetindo: A história tem a visão do Edward(EPOV); da Bella(BPOV) e da narradora em itálico.

Reviews seria maravilhoso... Mas vamos deixar de papo e começar a histótia:

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Enquanto Edward armava seus planos, os Volturis também faziam os deles [os funcionários do museu tinham avisado o desaparecimento de um dos corpos]. Existi entre eles uma rixa muito antiga, talvez o Edward conte a Bella, ou talvez não.

EPOV

Eu queria ficar mais tempo vendo Bella dormir, mas eu tinha algo realmente importante a fazer. Peguei o saco com os comprimidos, pulei a janela do quarto e fui andando pela cidade, não estava com presa. A floresta onde ficava a base subterrânea não era muito longe da casa da Bella, e eu agradecia por isso. Quando entrei floresta adentro, pelo cheiro achei a pequena porta em forma circular, feita de ferro, que ficava no chão.

Era um espaço grande, tinha uma sala bem espaçosa, um corredor que conduzia a três quartos e no final do corredor tinha um banheiro bem amplo. Fui ao meu quarto, as paredes eram revestidas pelos meus CDs favoritos. [eu sei que se perguntam desde quando temos esse lugar, na verdade Carlisle deu a idéia de construirmos para emergências e ele estava certo.]

Coloquei uma jaqueta preta e puxei o capuz para cobrir minha cabeça. A primeira parte do plano era encontrar quatro humanos, seria fácil, não precisava procurar muito. Pulei a janela da primeira casa que encontrei. Lá tinham dois homens e duas garotas, pela cara eram universitários, perfeito, coloquei dois comprimidos na boca de cada um e conferi para ver se tinham engolido, não seria bom ter mais humanos sabendo da existência de vampiros.

Como eu transportaria quatro humanos até o museu? Eu até usaria a picape da Bella, mas ela fazia tanto barulho era mais fácil transportar de dois em dois até o museu, e foi o que fiz. Não demorou muito e os deixei no mesmo jardim que eu e Bella tínhamos estado há uns dias atrás. Eles dormiam tão tranqüilos, não tinham a mínima idéia da encrenca que estavam se envolvendo, mas eu tava até sendo bonzinho, ele não iriam estar acordados... no mínimo pensariam que tudo foi um sonho.

Entrei pela porta dos fundos do museu e fui em direção a pequena cozinha que ficava no final de um corredor estreito.

"- Tome esse café Philip, você vai precisar." – ouvi uma voz feminina falar. "- Afinal seu turno é o próximo e ficar a noite acordado vigiando o museu não é fácil."

Era a minha chance, olhei para dentro e tinha um homem sentado, sua roupa era de segurança, e uma mulher em pé que servia uma xícara de café. Não ia ser difícil colocar dois pequenos comprimidos dentro da xícara, eu já tinha calculado e levava 10 minutos para fazer efeito, o suficiente. Com a minha rapidez, nenhum dos dois percebeu quando depositei o que ia permitir o meu acesso a pequena sala onde fiquei adormecido tanto tempo.

Corri de volta ao jardim e cronometrei 10 minutos, quando o tempo foi concluído, com cuidado carreguei de um a um para a sala escura que Bella já tinha visitado uma vez. Na minha primeira ida o segurança, conhecido por Philip, já estava caído perto de uma porta.

Depositei os corpos no chão e com um pequeno canivete fiz um furinho no dedo de cada um. Era o bastante para 'acordar' os vampiros que ali estavam. Não demorou muito para que quatro vampiros rompessem o vidro que os isolava da sala e avançassem sobre os corpos adormecidos. Não ia demorar para que a sirene tocasse como na vez que eu rompi o vidro.

Carlisle, Esme, Rosalie e Emmett não precisavam de muito sangue para saciar a sede. Esme com seu jeito sempre maternal se aproximou de mim e seu abraço foi muito reconfortante, se bem que eu preferiria se fosse uma certa garota de olhos castanhos.

- Edward meu querido! – sua voz era doce – Como conseguiu 'acordar'?

- Esme, a história é longa e eu preciso que vocês me ajudem...

Fui interrompido pelo barulho da sirene e por uma luz vermelha que inundou a sala.

- Ai meus Deus, que a gente ta sendo atacado. – era Emmett com suas observações inteligentes.

- O que precisa que façamos Edward? – disse Carlisle com uma mão no meu ombro.

- Preciso que cada um de você pegue um humano e me sigam...

Corri na frente seguido dos outros atrás de mim, tinham medo de sermos notados, apesar de saber que olhos humanos não nos perceberiam com a velocidade que corríamos. Fui desviando os homens armados que corriam em direção a sala escura e só parei quando cheguei a casa que peguei os quatro humanos.

Carlisle trazia duas pessoa, um em cada ombro, e Emmett também.

- Então filho, o que fazemos agora? – Carlisle perguntou calmante.

- Carlisle, por mais que você seja contra beber sangue humano – tentei ser o mais cauteloso possível. – suponho que saiba que terão que se alimentas do sangue desses humanos.

- Infelizmente sabemos das condições de vampiros acordado. – Carlisle falou com uma voz tristonha e Esme alisou seu ombro – Onde os deixamos?

Entrei cautelosamente e de um em um os depositem onde os tinha encontrado.

- Então... – Rosalie falou alisando seu longos cachos loiros – onde ficarem?Suponho que não poderemos alugar uma casa.

- Ora, e qual é o problema, amor? – Emmett deu seu sorriso bobo – Não poderemos ficar jogados na rua!

- Claro que não podemos ser vistos, o pessoal do museu com certeza nos reconheceriam e isso seria um desastre Emmett... e é por isso que Carlisle construiu a base subterrânea na floresta. – falei.

- Perfeitamente Edward. – e Carlisle completou surpreso: - Será que ainda está inteira?

- Sim está, passei essa última semana lá! Acho melhor irmos, pelo cheiro vocês reconheceram. Já está amanhecendo, podemos ser vistos.

Não demorou e chagamos a base.

- Não mudou nada!- Esme falou olhando todos os cantos da sala.

Rosalie e Emmett estavam sentados no sofá. Carlisle estava ao meu lado com um sorriso no rosto e a mão esquerda no meu ombro.

- Agora conte tudo Edward, como 'acordou' primeiro?

Esme sentou e Carlisle se aconchegou ao seu lado. E eu comecei a relatar minha história [não vou repeti-la uma vez que vocês a conhecem muito bem]. Contei sobre Bella e sobre a vingança que tínhamos que armar. Rosalie não gostou nada da idéia de uma humana saber sobre nossa natureza.

- Acho isso um absurdo... E se ela nos revelar?

- Não seja assim Rosalie, devemos muito a ela. E além do mais, ela parece ser muito amiga do Edward. – Esme piscou com um olhos para mim e sorriu – Não é Edward?

- Pior ainda Esme! – Rosalie se levantou e virando-se para Carlisle continuou gritando – Acha certo um envolvimento entre vampiros e humanos?

- Acho que Edward tem que fazer a escolha dele. – Carlisle interveio – Mas eu só não concordo com uma coisa.

Rosalie saiu da sala chutando tudo que tinha na sua frente. Na verdade nunca me dei bem com ela, desagrava a ela o fato deu tê-la rejeitado, logo quando Carlisle a transformou. Emmett além de ser meu melhor amigo era meu salvador, apareceu para agüenta os ataques da Rose, me poupando de ter que ouvi-la reclamar do quando preferia ser humana.

- Diga Carlisle, o que você não concorda?

- Ora Edward, nem tudo é vingança... acho difícil que os Volturis nos encontre agora. Podemos levar uma vida calma em alguma cidade perto daqui.

- Eu acho o mais certo, Edward. – Esme continuou – Pode ser perigoso. Os Volturis dessa vez pode não apenas nos adormecer. Eles nunca aceitaram o fato do Carlisle ter saído do grupo deles.

Carlisle vez que sim com a cabeça. Mas Emmett se levantou em protesto e falou.

- Ah não... temos que fazer alguma coisa, eu to doido para uma boa luta. E agora que me alimento de sangue humano, estou com toda força. – Ele puxou a manga da camisa e mostrou seu muque.

- Certe Emmett, deixa isso só pra Rose tá?- falei caindo na risa.

- A também não precisava falar assim, Ed... eu sou muito forte.

- Ah claro que sim... não agüenta uma luta comigo.

- Você quer ver?- ele avançou para cima de mim e Esme falou preocupada:

- Meninos, parem agora. Não quero briga entre os dois!

- Foi ele quem começou. – Emmett me culpou como uma criança de 6 anos de idade faz. – Além do mais eu nem ia bater de verdade. Ele não agüentaria.

- É isso que você acha? – perguntei caindo na risada.

Ah, eu adorava ter minha família de volta. A Bella é uma pessoa maravilhosa, seu cheiro é deliciosa, seu cabelo macio e o jeito que dorme; mas nunca iria substituir a minha família, o espírito maternal da Esme, as coisas idiotas que o Emmett falava, a sensatez do Carlisle e até as ignorâncias da Rosalie. Eu não fazia idéia de como eu sentia falta disso.

BPOV

Era cedo da manhã e eu estava arrumando a cozinha, enquanto pensava na quantidade de matéria acumulada. Charlie entrou na cozinha com seu equipamento de pesca.

- Bells, querida. Estou indo pescar.

- Pescar, pai?- franzi a sobrancelha – Mas é sábado e você podia dormir até tarde.

- Mas não tem dia melhor de pescar. Você vai ficar em casa o dia todo?

- Bom, eu vou para a casa da Alice, vai ter uma festa do pijama. – O papai adora a Alice [quem não adora?], ela é simplesmente encantadora, com os seu cabelos espetados na ponta e sua maneira agitada.

- Vai e volta de que horas? – ele não se importava, com tanto que eu estivesse com a Alice.

- Vou a tarde e volto amanhã de manhã!

- Então está bem. Já vou, e divirta-se hoje.

- Obrigada pai!

Depois de arrumar a cozinha, subi para o meu quarto e preparei a bolsa que ia levar, só precisava de pijamas. Além de mim, iam a Ângela e a Jessica. Eu não era muito amiga da Jess, mas não via problema eu tentar conhecê-la melhor, na verdade ela é amiga da Ângela. Entrei na minha picape e dirigi até a casa da Alice, era longe da cidade. Quando cheguei Alice e Ângela me esperavam na frente da casa.

- Olá meninas, como sabiam que eu ia chegar? – perguntei tirando a bolsa da banco de trás.

- Não precisa adivinhar o barulho do seu carro já diz tudo. – disse Jessica irônica saindo da casa – Olá, Bella.

- Oi Jess!

Entramos e fomos pra o quarto da Alice, que era muito fofo, as paredes eram cor-de-rosa e as prateleiras eram lotadas de bicho de pelúcia de varias cores. Já estava tudo pronto, " Ângela deve ter chegado mais cedo para ajudar a Alice"pensei quando vi sacos de dormir espalhados pelo chão e no canto uma mesinha com doces, pipoca, refrigerantes.

- O que acham de assistirmos um filme primeiro? – perguntou Alice ligando o DVD.

- Depende do filme. – falou Jessica pegando a vasilha de pipoca.

- Eu já escolhi, vai ser 'Orgulho e preconceito', o que acham? – Alice era uma romântica incurável, era de se esperar que escolhesse um romance. Mas eu até gostei da idéia.

- Então bota logo o DVD menina. Tem que dar tempo de jogarmos verdade antes de dormir. – Jessica falou.

O filme é maravilhoso e eu não conseguia parar de pensar o quanto Elizabeth era sortudo por se casar com Darcy. Ah! Adoraria ser a Elizabeth se Edward fosse Darcy, pensei num suspiro. Alice percebeu e me olhou com olhos arregalado, com certeza iria fazer um interrogatório depois do filme. De repente comecei a desejar que o filme não acabasse mais, a Alice conseguia ser cruel quando queria.

Minhas suspeitas estavam confirmadas, Alice aproveitou o jogo verdade [consiste em você fazer perguntas e a pessoa que vai responder tem que falar só a verdade] para me bombardear com perguntas.

- Então Bella você está apaixonada? – ela tinha um sorriso cínico nos lábios, ah ela vai se arrepender.

EPOV

Procurei a Bella pelo quarto, mas ela não estava, nem sua picape. Eu estava sentado na sua janela olhando para o céu. "Onde está a Bella?" pensei e como instinto comecei a puxar o ar mais forte pelo nariz, procurando o cheiro da Bella. Nada. Nada. Desci e cheirei o lugar onde ficava o carro da Bella e quando levantei a cabeça, já tinha acho o percurso do carro dela. E ele levava a uma casa afastada da cidade!

"O que minha Bella fazia em um lugar desse?". Senti seu cheiro vir de uma das janelas, sua voz se confundia com a de outras vozes femininas. Pulei para o telhado próximo a janela, me ocultei na sobra de uma arvore fazia e olhei pela janela.

Eram quatro meninas, todas usavam pijamas, aparentemente iriam dormir nesse quarto a julgar pelos sacos de dormir espalhados pelo chão. Bella estava sentada de pernas cruzadas no chão, ao seu lado tinha uma menina que usava óculos, tinha o rosto com expressões calmas. Na sua frente tinha uma menina baixinha, muito branca com cabelos curtos e bem negros. A outro tinha um sorriso arrogante nos lábios, o cabelo era grande e muito liso.

Sorri torto, sempre quis saber o que as mulheres conversavam quando estavam sozinhas, não que eu fosse um bisbilhoteiro, mas qual homem não daria tudo para estar no meu lugar. Eu considero como uma aula de conhecimento profundo das mulheres.

- Você tem que responder a pergunta Bella. – ouvi a de cabelos curtos e negros disser – Você está apaixonada ou não?

Ah, essa pergunta eu queria ouvir, de repente um calor subiu pela minha espinha e eu ansiava pela resposta da Bella, como se minha vida(se eu tivesse) dependesse disso.

- Por que pergunta isso? –ela respondeu disfarçando o nervosismo.

- É muito obvio, querida. – disse a de sorriso arrogante – Até eu percebi. Você anda por ai suspirando, levando carão por não presta atenção na aula. Só pode ser amor!

- Oh! Que fofo, Belinha, porque não disse antes? – a de rosto calmo falou alisando seu braço.

- É porque só percebi a poucos dias, Ângela. – era deu um sorriso tristonho – Eu nem queria me apaixonar, quer dizer, é como um amor proibido.

- Nossa, Bella, quem é esse garoto? – perguntou a de cabelos negros.

- Alice, eu não quero dizer o nome. Os ventos podem levar aos seus ouvidos, e a última coisa que quero é que saiba dos meus sentimentos.

- Não seja besta Bella, quem sabe ele gosta de você. Só está esperando que você se mostre interessada também. – disse Alice.

- Ele é tão... ele é tão... ele é tão distante. – Bella falou sonhadora.

Como eu daria tudo para ser esse homem. O homem que vivia nos sonhos da Bella, e seu nome em seus lábios. Senti meu coração afundar no peito, Bella pensava em outro. Nesse momento soube o que significava o ciúmes, uma palavra tão usada pelos poetas, mas que eu ignorava até esse momento. Sim, eu sentia ciúmes da Bella!

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Então queridas leitoras, o que acharam desse capítulo? Será que descrevi bem a cena dos vampiros acordando?

Por favor, não deixem de mandar reviews dizendo o que acharam, é muito importante para mim.

Um beijo a todas quem lêem a fic e em especial as que deixaram um review: Aliscirp, aninhacullen, Cris Turner e Agome Chan.

ps.: Não sei se postarei o próximo capítulo antes do Natal, então para todas um Feliz Natal! E não se esqueçam de mandar um review, façam um escritora feliz ;DD

Até o próximo capítulo.