CAPÍTULO III – OPEN YOUR EYES (Abra Seus Olhos)
A Grande Mentira.
Dia 337. Continua piorando...
— Não, não! É muito! Aqui diz que são três colheres de leite para uma mamadeira de água. Ah! Agora você derramou tudo!
— Eu derramei? — Rosalie irritou-se. — Você bateu no meu braço.
— Seu braço estava no meu caminho. Olhe o que está fazendo, ou vai acabar derrubando... — a mamadeira tombou e uma grande mancha de leite desenhou-se no carpete.
— No chão? — Ela perguntou furiosa.
— Pegue outra mamadeira. Vamos ter de começar outra vez.
— Impossível. Estamos sem mamadeiras.
— Droga — ele resmungou, aproximando-se do telefone. — Aro? Providencie algumas mamadeiras, e mais leite em pó, também. Rosalie está me enlouquecendo.
— Veja se desta vez ele traz o tipo certo de leite.
— Aro, veja se compra o leite certo, está bem? Rosalie teme que você confunda as coisas.
Ela correu até o telefone e arrancou-o de sua mão.
— Aro? É Rosalie. Eu não disse isso. Eu nem pensei nisso. Alô? Alô!
Emm retirou o dedo do gancho.
— Ele desligou, não foi?
— Foi um golpe baixo, até mesmo para você. E considerando que precisa muito de minha ajuda, sugiro que...
— Shh! O bebê vai... — Nesse momento, Nessie gemeu no berço improvisado com as almofadas do sofá. — Tarde demais. Você a acordou.
— Ora, eu devia...
— Calma, calma — ele suspirou, voltando ao telefone. — Aro! Aro, ela está chorando. O quê? Como posso saber? Deixei de ser um bebê há anos. É mesmo? Fralda ou mamadeira? São as opções mais prováveis?
Irritada, Rosalie foi até sua mesa, na ante-sala, e apanhou o telefone.
— Aro? Sou eu. Quero que saiba que não disse aquelas coisas.
— Sim, Srta. Hale — o segurança suspirou.
— E agora, vamos ao que interessa. Já providenciou o leite? Tem de ser exatamente igual à lata que Bella deixou. Aquele enriquecido com ferro.
— Sim, Srta. Hale.
— Ele não é nenhum idiota, Rosalie — Emm falou na extensão. — Não vai cometer o mesmo erro duas vezes. Certo, Aro?
— Sim, Sr. Cullen.
— Emm, desligue. Sou capaz de cuidar disso sozinha.
— Como cuidou da mamadeira?
— A culpa não foi minha. Alô? Alô!
— Ele desligou, Srta. Hale.
— Ah... Bem, vamos continuar. Providencie as mamadeiras o mais depressa que puder. E fraldas, também.
— De que tamanho?
— Pequeno?
— Elas são vendidos de acordo com o peso da criança.
— Nesse caso, terei de verificar antes de lhe dar uma resposta.
— Sim, Srta. Hale.
— Maldição! — Emm gritou em sua sala. — Rosalie, venha até aqui, depressa!
— Preciso desligar, Aro.
— Sim, Srta. Hale.
— Rosalie, saia desse telefone e venha me ajudar. Há algo errado com Nessie.
Rosalie desligou e correu para perto do berço improvisado.
— O que houve?
— Ela está espumando! Isso é sinal de que algo está errado, não?
— Ela está fazendo bolinhas — Rosalie respirou aliviada. — Aos três meses, todos acham uma gracinha. Os adultos costumam censurar uma criança de seis anos com o mesmo comportamento, e a reprimenda é ainda pior se a criança em questão tiver doze anos. Só devemos nos preocupar quando um adulto faz esse tipo de coisa. Normalmente temos de recorrer a um psiquiatra.
— Tem certeza de que está tudo bem?
— Certeza absoluta. E agora, vamos tratar do próximo problema?
— Está se referindo ao trabalho do escritório?
— Não. Ao problema das fraldas.
— Vou telefonar para Aro...
— Não. Já falei com ele sobre isso, e agora temos de saber que tamanho comprar.
— Pequeno, muito pequeno.
— Foi o que eu disse, mas Aro me explicou que as fraldas são vendidas de acordo com o peso da criança.
— Leve. Muito leve.
Rosalie não conseguiu conter um sorriso divertido e Emm também riu, um som rouco e quente que teve o poder de restabelecer a intimidade entre eles.
— Isso é estranho, não? — Ela perguntou, os lábios distendidos num sorriso.
— Sim, mas é divertido, também. Tenho uma sobrinha. É um sentimento delicioso.
Emm passou um braço sobre os ombros dela e, juntos, observaram Nessie. Era uma situação confortável da qual sabia que devia afastar-se, mas por um momento Rosalie aceitou o abraço e o calor que a envolvia. Sem sequer perceber o que fazia, apoiou a cabeça em seu ombro e relaxou.
— Escute. O que ela está fazendo agora? — Emm perguntou num sussurro.
— Arrulhando.
— E o que isso significa? Que está com fome, ou molhada?
— Acho que significa que ela está feliz.
— Ah... Isso é bom.
— É ótimo — ela concordou, virando-se para fitá-lo. A expressão intensa em seu rosto a pegou de surpresa. — Emm...
— Sim, Rosalie?
— Precisamos de fraldas. — Estava segurando uma porção de tecido da camisa, agarrando-se a ele como se a própria vida dependesse disso.
Sem perceber, espalmou as mãos sobre o peito musculoso e alisou as pregas que criara.
Ele balançou a cabeça.
— Eu não preciso de fraldas. Preciso de outra coisa... E com urgência.
— Quis dizer que o bebê precisa de fraldas. Nessie, entendeu? Sei que você não precisa delas.
— Observadora... Se continuar alisando meu peito desse jeito, vai acabar descobrindo de que preciso.
Rosalie deu um salto para trás como se houvesse levado um choque.
— Eu não tive a intenção... Foi um acidente.
— Deixe-me imaginar. Confundiu-me com Will-William.
Como pudera expor-se de maneira tão tola? Sabia como era esse homem. Conhecia os perigos que Emm personificava. E mesmo assim, deixara que ele a tocasse.
Pior, também o tocara.
— Não acontecerá outra vez — garantiu.
— O quê? Confundir-me com Will-William ou afagar meu peito?
— Nunca mais voltarei a tocá-lo — ela esclareceu, odiando-o por colocá-la numa situação tão constrangedora. — E tenho plena consciência de que você não é Will... William.
Emm sorriu.
— Não consegue nem dizer o nome dele sem gaguejar, não é? Que tipo de relacionamento é esse?
— William. William. William. Está satisfeito agora? — Rosalie respirou fundo, tentando conter a raiva. Erguendo o queixo como se quisesse desafiá-lo a dizer mais alguma coisa, ela disparou: — Podemos voltar ao assunto das fraldas?
Por um momento teve a impressão de que ele ia insistir. Nos últimos meses, Emm passara a preocupar-se excessivamente com sua relação com o fictício William. Podia dizer, somente por sua postura tensa, que pretendia persistir no assunto pessoal, e faria qualquer coisa para escapar disso.
— Foi um dia estressante — ela disse. — Estamos preocupados.
— E não queremos dizer nada do que possamos nos arrepender mais tarde. É isso que está sugerindo?
— Exatamente.
— Nesse caso — ele suspirou, tomando Nessie nos braços — vamos cuidar dessa questão das fraldas. Venha comigo.
Rosalie o seguiu até o elevador.
— Para onde vamos? — Perguntou intrigada.
— Para a sala de correspondência.
— E o que vamos fazer lá?
— Espere para ver. Mas prepare-se para uma surpresa e tanto.
— Mal posso me conter.
— Tente — ele respondeu, imitando seu tom irônico.
Na sala de correspondência, todos pararam de trabalhar ao vê-lo entrar, mas Emm nem notou a tensão súbita. Em silêncio, aproximou-se de uma das mesas e depositou sua preciosa carga no cesto de uma balança postal.
— Cinco quilos e oitocentos gramas — Emm anunciou com orgulho e satisfação. — Pode pedir as fraldas, Rosalie.
— Admito que estou impressionada — ela sorriu.
— Ainda não. Mas, com o tempo, prometo impressioná-la de verdade.
— Do que está falando?
— O tempo dirá.
Sem saber o que dizer, Rosalie encolheu os ombros e se aproximou do interfone mais próximo para falar com Aro e pedir as fraldas. Depois voltaram à sala da presidência. Trinta minutos mais tarde, tinham em mãos um completo sortimento de mamadeiras, fraldas e latas de leite. E quinze minutos depois disso, Rosalie sentou-se no sofá para amamentar a doce e perfumada Nessie. Exausta, tirou os sapatos e apoiou os pés na cadeira mais próxima.
— Confortável? — Emm perguntou.
— Muito.
— Ótimo. Relaxe, enquanto tento limpar um pouco dessa confusão — ele suspirou, aproximando-se da mesa coberta por papéis.
— É uma excelente idéia. Sabe de uma coisa?
— O quê?
— Por mais cansativo que seja esse papel de mãe, descobri que não existe nada mais gratificante que segurar uma criaturinha como esta nos braços — bocejou.
— Hummm... Acho que sou capaz de pensar em uma ou duas coisas bem gratificantes, também.
— É mesmo?
Talvez ser abraçada por um homem atraente e protetor. Mas não admitiria tal pensamento. Não diante de Emm. Apenas imaginar uma situação como essa já era perigoso.
Entretanto... Cansada demais para impor algum controle sobre as próprias idéias, deixou a imaginação voar livre. Imagens lindas, deliciosas e absolutamente possíveis encheram sua mente, e com um sorriso discreto e satisfeito, ela adormeceu.
— Rosalie, acorde.
— Ah, não...
— Acorde, querida. É hora de irmos para casa.
— Para casa? — Ela repetiu sonolenta. Em seguida arregalou os olhos e ergueu o corpo, olhando em volta com ar assustado. — O bebê! Eu dormi...
— Nessie está bem. Eu a tirei de seus braços no instante em que pegou no sono.
— Que horas são?
— Seis.
— Seis! Edward voltou?
— Não.
— E Bella?
— Também não.
Rosalie ajeitou os cabelos e puxou a saia sobre os joelhos. Seu disfarce estava desmoronando, e os planos de Carlisle também ruiriam, se não tomasse cuidado. Emm teria notado alguma coisa? Buscou a resposta em seus olhos e, reagindo à observação atenta, ele ergueu uma sobrancelha.
— Deve ter acontecido alguma coisa — ela comentou. — Ninguém leva tanto tempo para ir ao aeroporto e voltar. Já deviam estar aqui.
— Eles tinham muito o que conversar. Edward sabe que Nessie está segura conosco. Aposto que logo teremos notícias dos dois.
Nesse momento o telefone privativo tocou e, reconhecendo o som do aparelho utilizado apenas pela família, Rosalie suspirou.
— Graças a Deus!
Emm atendeu imediatamente.
— Edward? Onde diabos você se meteu? — Ele ouviu por alguns instantes e depois falou com um sotaque indecifrável. Pelo tom furioso, era evidente que as coisas não estavam acontecendo conforme sua previsão. — Quero que me mantenha informado, entendeu? Telefone novamente amanhã, ou terei de falar com papai sobre isso — e bateu o telefone.
A noite caíra e apenas a lâmpada de um abajur iluminava o ambiente.
Emm aproximou-se da janela e observou a cidade sob a chuva fina.
— Boas notícias? — Rosalie ironizou.
— Edward perdeu Bella no aeroporto.
— E quando ele virá buscar a filha?
— Não virá esta noite — e virou-se para encará-la. — E nem amanhã.
— O que isso significa?
— Significa que estamos ligados a esse bebê por mais tempo do que eu imaginava. Edward telefonou do avião. Ele está seguindo Bella até a Itália.
Nessie resmungou no berço improvisado e Rosalie foi pegá-la, lembrando que havia prometido ficar até que Edward ou Bella retornassem.
Oh, Deus! Em que tipo de confusão havia entrado?
-
— Rosalie, a porta. Rápido!
— Se sair da frente da luz, conseguirei abri-la muito mais depressa.
Para um condomínio tão luxuoso, os corredores eram bem escuros.
— Rosalie, se não se apressar, vou acabar derrubando o espinafre e a abóbora.
Rosalie continuou lutando com a fechadura da porta.
— Eu disse que não precisava comprar espinafre e abóbora. Bebês da idade de Nessie não comem essas coisas. Eles bebem leite, só isso.
— Quero estar preparado para qualquer eventualidade.
— Que tipo de eventualidade? — Ela irritou-se, esquecendo a fechadura para ajeitar o bebê nos braços. — Por favor, Emm! Estou exausta, e já devíamos ter posto esta criança para dormir.
— Então é melhor abrir a porta de uma vez, ou... — o fundo de uma das sacolas se rasgou e parte da mercadoria espalhou-se pelo corredor.
Emm resmungou um palavrão.
— Isso é jeito de falar diante de um bebê inocente?
— Esse é o jeito que eu falo diante de quem quer que seja quando o equivalente a quinze quilos de potes de comida para bebê despencam sobre meu pé!
— Eu disse...
— Já sei, já sei! Disse que não precisávamos de comida para bebê. E eu disse que quero estar preparado. Não sei por quanto tempo teremos de cuidar de Nessie.
— Ela só estará preparada para comer essas coisas dentro de quatro ou cinco meses! Pretende mantê-la escondida por todo esse tempo? Aposto que a polícia terá uma ou duas coisas a dizer.
Uma porta abriu-se do outro lado do corredor.
— Sr. Cullen? O que está acontecendo? Quem está dizendo palavrões?
— Sra. Stanley — Emm sorriu, colocando-se na frente dos potes de comida infantil espalhados pelo chão. — Nós a acordamos? Sinto muito.
— Isso é um bebê?
— Onde? — Ele olhou em volta. — Ah, isso? Sim, sim, é um bebê.
— E de quem é?
— De quem...?
— Sim, Sr. Cullen. De quem é o bebê?
— Ah, é do meu irmão. Ela é minha sobrinha, e vamos cuidar dela por algum tempo.
— Sim, estamos apenas cuidando da criança — Rosalie interferiu.
A Sra. Stanley olhou de um para o outro antes de encarar Emm com ar desconfiado.
— Está tramando alguma coisa, Sr. Cullen, e tenho a impressão de que não é coisa boa — e bateu a porta. Emm suspirou irritado.
— Ótimo! Maravilhoso! Abra essa maldita porta, antes que o prédio inteiro venha ver o que está acontecendo.
— Segure — ela indicou, colocando o bebê em seus braços antes de concentrar-se novamente na tarefa de vencer a fechadura.
Desta vez a sorte estava a seu lado, e segundos mais tarde entravam no apartamento. Depois de acender as luzes, Rosalie estendeu os braços para a criança e Emm recolheu parte da mercadoria espalhada pelo corredor, chutando os potes de alimento infantil para o meio da sala.
— Deixou metade dos potes lá fora — Rosalie indicou ao vê-lo fechar a porta.
— E daí? Você disse que não precisaríamos deles tão cedo. Por que a pressa? Irei buscá-los mais tarde. Algum problema?
— Não, nenhum. Mas a Sra. Stanley pode não gostar.
— Deixe a Sra. Stanley comigo — ele indicou, deixando os pacotes no chão.
— Pretende envolvê-la com seu charme, como faz com todas as mulheres? Ou devo usar o termo correto... Mentir?
Emm fitou-a por alguns instantes e voltou à pilha de compras, de onde retirou o berço portátil. Dois minutos mais tarde Nessie já estava acomodada dentro dele.
— Para sua informação, Srta. Hale, eu jamais minto.
— Ah, não? E como chama a história que contou à polícia?
— Uma futura verdade. Estamos realmente cuidando de minha sobrinha, e Edward e Bella virão mesmo buscá-la. E a verdade é que eles se casarão em breve, se não quiserem sofrer as conseqüências.
— E quanto ao nosso suposto noivado?
— Vamos reservar esse assunto para uma futura discussão. Não me orgulho do que fiz hoje, mas foi necessário. Odeio mentir, odeio mentirosos... E por isso nos entendemos tão bem, Rosalie.
Um rubor intenso tingiu seu rosto e ela torceu para que o interpretasse como um sinal de constrangimento, e não de culpa. Porque, se algum dia descobrisse sobre sua conspiração com Carlisle, Emm ficaria furioso. Isso mudaria tudo entre eles, e pela primeira vez percebia quanto odiaria essa mudança.
— Emm...
— E quanto a envolver as mulheres — ele interrompeu — é evidente que sou charmoso. Já disse que adoro todas as mulheres, e elas percebem esse sentimento. Por isso se deixam envolver. O que há de errado com isso?
— Na... Nada — ela respondeu, retrocedendo alguns passos. Emm cobriu a distância entre eles em um segundo.
— Se não fosse tão fria e distante, também teria conseguido envolvê-la com meu charme. Só isso e mais um detalhe me fizeram conter durante esses onze meses.
— Que... Outro detalhe é esse?
— Seu noivado. E sabe por quê?
— Não — ela sussurrou.
— Porque não costumo invadir o território alheio — ele sorriu, aproximando-se mais um passo. — Ou melhor, não costumava... Até agora.
— Não! — Ela assustou-se, estendendo os braços para mantê-lo distante. — Só está dizendo isso para...
— O quê?
Para me enlouquecer. Para testar meus limites. Pensou Rosalie seriamente, mas decidiu conservar esses pensamentos para si mesma.
— Para... Me aborrecer. Mas sei que não é verdade. Se eu fosse bonita como as outras mulheres que conhece...
— Todas as mulheres são lindas. Mesmo as que se escondem atrás de coisas como essa — e tirou seus óculos.
— Emm, preciso deles! — Ela inquietou-se, tentando recuperá-los. Mas ele os atirou sobre o sofá.
— Precisa? — Perguntou com ironia.
Estaria desconfiado de alguma coisa? Saberia que os óculos de lentes mais escuras faziam parte de um disfarce? Não se atrevia a mentir. Não quando ele a observava com tanta atenção. Não quando se sentia tão vulnerável, privada das defesas que mantivera com tanto esforço.
— Emm, pare com isso! — Exigiu, tentando obrigá-lo a soltá-la. Mas ele a segurava com garras de ferro.
— O que não entendo é por quê — indicou, usando uma das mãos para remover os grampos que prendiam seus cabelos. — Por que uma mulher bonita como você...
— Não faça isso!
—... Esconde a própria luz atrás de toda essa parafernália? E você tem se escondido, não é, meu bem? Por acaso a culpa é desse Will-William?
— Emm, por favor...
— Você é surpreendente, querida — ele murmurou, a boca bem perto dela. — E desta vez, Will-William que vá para o inferno.
(Open Your Eyes - Snow Patrol)
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Respondendo reviews::::
Lah L: Tá ai mais!! Bjos!
Juli Hale P. Cullen: Vou tentar postar com mais frequencia, mas como as aulas começaram, não posso prometer nada, ok?!... bem.. isso vai ser visto com o tempo... Que bom que você está gostando... Bjos!
rosaliehaledecullen: Que bom que você está gostando... Vai ser traduzida \o/ ... que felicidade... Bjos!
tatianne beward: Respondendo todas as suas em uma ok?!... que bom que você gostou... vai pegar fogo mesmo... kkkkkk'... aqui a Rose tem olhos azuis sim, para deixá-la com um olhar ainda mais provocante para o Emm... tá ai mais um capítulo para você... Bjos!
MahRathbone: Que bom que você está gostando... tá ai mais um capítulo... Emm muito fofo mesmo *-*... Também vou postar mais em Alice Brandon... Bjos!!
Joyce Flexa: Que bom que você gostou... mais um capítulo ai... Bjos!!
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Espero que gostem desse capítulo... Só para vocês ficarem sabendo, essa fic será passada para espanhol pela rosaliehaledecullen...
Estou dando pulos de felicidade //FATÃO \o/
BJOS!!!
