Chapter 4: Malfoy enlouqueceu?
Capitulo quatro: Malfoy enlouqueceu?
Eles chegaram a Hogwarts meia hora atrasados, Dumbledore e Hagrid estavam na estação para ver se o trem chegava. Hagrid gritou feliz 'graças a Merlin estão vivos', Dumbledore queria saber o que tinha acontecido para o trem se atrasar tanto. Assim que o trem parou Snape desceu e lançou um feitiço para o Ministério da Magia. Quinze minutos depois aurores cercavam o local.
—Dezessete comensais atacaram o trem, conseguimos abatê-los. –disse Minerva que entregava um saco onde estava as varinhas dos comensais.
O chefe dos aurores ali, levaram todos os comensais para julgamento, ou seria mais fácil dizer que todos eles receberam pena de morte, cada um. Ninguém estava querendo deixar comensais em Azkaban para quererem fugir depois, não muito obrigado. Todos os alunos foram acompanhados pelos professores e monitores. Snape acompanhou a sua casa até o castelo, assim como Minerva e Sirius acompanhava os estudantes da Griffyndor para o castelo. Remus entregou Ewan para o marido, o menino chorava baixinho e dizia que queria o colo do pai Severus.
Os alunos da casa Slytherin estranharam ao ver um menino de três anos no colo do diretor deles, mas ambos perceberam que o menino era a cara do professor e concluíram que era filho dele. Ewan não tinha muita semelhança com o pai, era somente o rosto igual de resto tudo diferente. O menino tinha olhos castanhos claros e cabelos escuros e negros como um breu.
No grupo da Griffyndor, Harry andava ao lado de Draco, que conversava com ele animadamente e civilizadamente, o que alguns alunos estranharam, principalmente Slytherin, eles realmente não esperavam que o líder deles fossem se juntar ao Potter, devia ter algo ali que ninguém entendia.
O grande grupo chegou ao grande castelo, logo todos os alunos tinham se sentados em suas respectivas casas, Draco sentou ao lado dos Slytherin, que logo puxaram assunto com ele, mas o loiro só ignorou todos eles. Da mesa principal Dumbledore disse:
—Eu lamento muito por vocês terem sidos atacados no trem, creio que isso não vai se repetir, mas garanto que logo essa guerra acaba. Minerva que se inicie a seleção de casas.
Minerva postou um banquinho de três pernas na frente das quatros mesas, depositou um chapéu muito velho em cima que cantou uma melodia:
Estamos em tempos de guerra,
Todos devem ficar junto,
Se quiserem sobreviver e ter um futuro.
Não vale a pena viver brincando,
Entre Griffyndor e Slytherin,
Ninguém ganha com isso.
A não ser o ódio mutuo...
É isso que vocês querem para o futuro?
Ódio, morte, dor, sofrimento?
Ao invés de querer,
Alegria, amor, sinceridade e esperança?
Essas quatro palavras podem se dizer em simples casas.
Alegria a Griffyndor
O amor a Ravenclaw
A sinceridade Hufflepuff
A esperança para os Slytherin,
Que é de onde surgiu toda essa guerra.
Unam-se e protejam aqueles que você ama.
Logo o chapéu para de falar, Minerva desenrolou um pergaminho e chamou:
—Ann Kyler.
Uma menina miúda e de aparelhos nos dentes, andou a frente e sentou no banco.
—Lufa-lufa.
—Grace Oher.
—Slytherin. –Gritou sem tocar na garota, o chapéu parecia assustado com a garota.
—Breno Hunter.
O primeiro menino da seleção sentou no banquinho. O chapéu falou muito com o menino até que decidiu que ele irá para...
—Griffyndor.
—Ferdinand Leis.
—Ravenclaw. –o chapéu nem esperou ser tocado nele, pois toda a família do garoto foi para Ravenclaw e não seria diferente com o menino.
Mais alguns nomes e todos os alunos foram selecionados, todos eles ficaram contendes com a seleção. Logo o banquete se iniciou depois de mais um discurso do diretor que Harry ignorou, pois não aguentava ouvir a mesma ladainha no começo do ano letivo.
—Quero dar as boas-vindas ao professor Sirius Black que estará assumindo transfiguração, pois Minerva decidiu ser somente vice-diretora. Para o cargo de DCAT, Sirius preferiu deixar nas mãos de Remus Lupin, sim ele vai voltar a dar aulas aqui, pois ninguém foi tão qualificado para o cargo se não ele. –disse Dumbledore finalizando assim o discurso
—Harry onde você estava que eu não te vi no trem? –perguntou Hermione encarando os olhos do amigo
—Estava na cabine dos professores com o meu padrinho. –respondeu Harry comendo devagar.
—Sabe me dizer quem é aquele menino no colo do Snape? –perguntou Rony.
—Sim, é filho dele. E se chama Ewan. –respondeu Harry sorrindo.
—Snape e filhos é muito estranho. Cara esse cara não ama ninguém...
—Se engana Rony, ele se casou com Remus. –interrompeu Harry ficando um pouquinho irritado com a infantilidade do ruivo.
—O QUÊ? –gritou Rony assustando os colegas de casa.
Draco viu que o ruivo estava gritando com Harry. Pegou o prato e foi se sentar ao lado de Harry, que ficou um tanto assustado com o ato repentino do loiro.
—Harry está tudo bem? –perguntou o loiro para o moreno.
—Sim, obrigado por se preocupar comigo, mas não precisava vir ficar no meu lado. –respondeu sorrindo.
—Lembre-se do que eu disse no trem, estarei sempre ao seu lado. –disse e acariciou a mão do moreno que estava ao seu lado.
—Desde quando vocês são amigos Harry? –perguntou Rony ofendido.
—Desde hoje Ronald. –respondeu o loiro com calma, não queria estragar nada ali.
—Não me chame de Ronald. –disse o ruivo corado e vermelho de vergonha.
—Mas Harry, eu não entendi, como essa amizade aconteceu? –perguntou Hermione duvidosa ali.
—Ele me protegeu dos comensais, conversamos. Ele me explicou por que me xingava antes e me pediu perdão, espere você ainda não me pediu perdão. –disse Harry se virando para o loiro que se assustou com aquilo.
Draco realmente foi um tolinho por não ter pedido desculpas para Harry, sorriu.
—Desculpa, só fazia aquilo a pedido de meu pai, mas juro por Merlin que eu nunca quis te ofender ou te machucar usando aqueles baixos calões para cima de você, por mim eu preferia a morte a xingar você. Desculpa, desculpa. –disse o loiro sorrindo feliz.
—Malfoy você enlouqueceu hoje? –perguntou Zabini que tinha ido tirar satisfações com o líder.
—Não, se você não percebeu Zabini, eu não quero mais saber daquela cobrinha que sai daquela mesa, mas se você quer uma resposta eu te dou. Não vou me juntar para aquele Lord! –respondeu ríspido e rude.
—Você realmente não é o mesmo! –respondeu irritado, levantou a varinha e apontou para Harry.
Draco levantou a varinha tão rápido e foi mais rápido que Zabini. O feitiço nocauteou o outro que saiu voando até se chocar na mesa da Slytherin. Dumbledore colocou ordem ali em um segundo, mirou o Professor e diretor da casa Slytherin.
—Cinquenta Pontos a menos para Slytherin por começar com isso! –disse Snape feliz.
Está aí como prometido
Espero que gostei
Comentem.
