Disclaimer: Saint Seiya não pertence, mas sim à Masami Kurumada, Toei e Cia.

Escola para Espiãs

O Ipod estava ligado no máximo. Dentro do carro, Aleesha observava a paisagem monótona, naquele dia chuvoso, entediada. O recesso de quinze dias, causado por alguns problemas alegados pela diretora do colégio, estava terminando. Ao menos, os dias passados na casa dos avós tinham sido proveitosos. Adquirira mais alguns livros interessantes, comprara um par de fones novos para o Ipod, havia feito algumas compras e pudera descansar durante um tempo. . Mais algumas horas, e logo estaria embarcando para Nova York. Suspirou.

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Carson digitava freneticamente em seu laptop, na sala de espera do aeroporto. Quinze dias sem poder acessar a internet devidamente a deixara completamente louca. Apesar de seus pais morarem em Edinburgh, passara as duas últimas semanas com a família em uma cidadezinha no interior da Escócia, já que dificilmente eles podiam viajar juntos. O avião iria partir logo mais: a voz feminina super sexy fez sua última chamada para o vôo 404 de Edinburgh para Nova York. Ao ouvir o chamado, Carson fechou o notebook com pressa, pegou sua mala de mão e saiu correndo para o portão de embarque, chegando lá com as bochechas rosadas e esbaforida. "Quem mandou ser gordinha!?" pensou ela, com certa ironia.

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Rebecca dormia no avião. Se revirava toda hora. Estava difícil de tentar se reacostumar com o fuso horário entre Japão e Estados Unidos. Cansada de ficar se revirando na poltrona, tirou a venda dos olhos, sacou da bolsa um pedaço de tecido com algumas linhas e agulhas, e pôs-se a costurar dentro da aeronave. Enfim, tinha matado a saudade dos pais, a vontade de xeretar pelas ruas de Tokyo por novas inspirações, fuçado as lojas da capital japonesa atrás de peças diferentes. Quem a visse assim, jamais imaginaria que ela estudava na famosa Casey Academy. Julgariam que ela era uma estudante de moda, se preparando para se tornar uma das estilistas como as mais populares do Japão. Se acomodou melhor na poltrona, ligando o som do Ipod. Essa viagem seria mais longa do que imaginara.

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Maya depositou uma rosa vermelha sobre a placa de mármore no chão. O vento do mediterrâneo soprou seus cabelos negros e ondulados, juntamente com a saia longa preta. Uma lágrima salgada escorreu pela face morena, indo morrer próximo a pintinha que tinha acima do lábio superior, do lado esquerdo. Suspirou profundamente e murmurou algo.

- Señorita, creio que é melhor irmos, senão a senhorita não chegará a tempo no aeroporto.

- Oh sim... claro... desculpe... nós já podemos ir. – a jovem entrou no táxi, enquanto o homem segurava a porta gentilmente.

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Annya corria apressada pelo saguão do aeroporto. Ela já devia estar no avião, mas tivera um pequenino problema com seus joelhos, diga-se de passagem. Havia tropeçado e deu uma raladinha no joelho, precisando ir a enfermaria do aeroporto, onde havia demorado, pois a enfermeira tardou em chegar lá e atendê-la, mas com o joelho do jeito que estava, era melhor passar ao menos um anti-séptico, o qual não tinha consigo, e não havia nenhum ponto onde pudesse comprar um por ali. Chegando a frente da sala de embarque olhou no relógio. E levou um susto. Ela estava adiantada ainda. Seu relógio deve ter parado no dia anterior e ela não havia notado. Pelo menos, ainda poderia tomar um café em algum lugar antes de poder embarcar. Ou talvez fosse melhor uma vodka, já que café não era o forte do leste europeu.

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O Sheik El Khouri fez questão de que sua filha viajasse no jato particular da família e em acompanhá-la até Nova York, para constrangimento de Layla. Tudo bem, adorava o pai, não tinha vergonha em ser árabe, mas... o que diriam as colegas da Casey Academy quando vissem que ela era filha de um sheik?! O pai ainda teve a insistência de passear com ela por Nova York. "Ok..." pensou ela, " respire fundo, Layla... Nova York não é tão pequena assim... a probabilidade de alguma das meninas da Academia encontrarem você na rua é mínima. A maioria delas foi para suas casas, em outros países, assim como você!".

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Ilie soltou todo o ar de seus pulmões aliviada por ter deixado a Nova Zelândia. Não que não gostasse de sua terra natal, ou de sua família, mas seus pais a haviam torturado durante os últimos dias, fazendo-a dançar mil vezes, ir a apresentações, freqüentar algumas aulas de dança, por diversas vezes. Era estafante ter que praticar algo que ela não gostava. Puxou o livro de medicina que estivera estudando da mochila, enquanto esperava o metrô chegar. Tinha parado na parte sobre os efeitos posteriores do sódio pentotal ¹ no organismo humano.

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Yun Soo-Jin recolheu suas coisas na esteira do aeroporto e foi se sentar em uma mesinha num café. Estava com fome e precisava comer alguma coisa. A viagem da Coréia do Norte para os Estados Unidos não fora muito fácil. Primeiro, teve de se deslocar para o Japão, para então, pegar o avião para a América. Enfim, problemas políticos com os países. Para se distrair, ficou observando as pessoas e imitando seus traquejos. Se divertia com alguns deles. Era tudo tão diferente na América do Norte. Os americanos eram tão extravagantes! Enfim, pegou seu copo do Starbucks e saiu tomando seu Café Mocha ².

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Lara pela enésima vez ouviu sua mãe perguntar se tinha pegado tudo o que precisava. Casaco, celular, relógio, chaves... E pela enésima vez, e já sem paciência, Lara disse que sim. Ouviu novamente seu pai dizer para ela deixar de ser tão teimosa e deixar a escola, que "não era para meninas". Ela respondeu que na escola onde estudava, só haviam meninas. Ele então começava a praguejar e blasfemar, falando que "onde já se viu criar uma escola para meninas se tornarem espiãs" ou "esses americanos são todos uns loucos! Mulher não pode ser espiã... elas nunca poderão ser fortes e hábeis como os homens". E seus irmãos o apoiavam, mesmo ela tendo passado a infância brincando de guerra! Bufou e disse que ia embora, pegando as malas e saindo pela porta da casa.

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Lilly deixara a clínica onde a mãe havia sido internada, com um certo pesar. Já havia algum tempo que ela estava internada e ela ainda não melhorara completamente. Se perguntava se isso iria durar muito tempo ainda. Lamentava tanto a morte de seu pai... ao menos não ficava tão preocupada pois seus tios e primos poderiam ajudá-la e estariam sempre por perto. E tinha de agradecer a seu tio Ian, pois sem ele, ela não teria entrado para a Casey Academy, e não estaria tão perto de poder encontrar as respostas que procurava e descobrir quem matara seu pai. Suas preocupações tiveram de ser caladas, pois agora ela retornava a escola, após quinze dias de recesso.

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Emily e o irmão estavam almoçando juntos pela última vez naqueles quinze dias de "férias" em um dos restaurantes mais caros de Nova York, após terem ido a diversas lojas das mais famosas grifes, feito muitas compras e conversado demais. A garota mimada iria re-recomeçar as aulas no dia seguinte, e Sean precisava pegar o avião de volta para a Inglaterra. Oxford o esperava.

- Bom, acho que está na hora de irmos, Em...

- Ah, você precisa mesmo ir embora, Sean? – ela murchou em sua cadeira, fazendo um ligeiro muxoxo.

- Ora, Em... eu faço faculdade!

- Eu sei...

- E nós sempre temos a internet para nos falarmos...

- Sim, eu sei... Está certo...

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Angelina estivera lendo na sala do apartamento de seus pais, em frente ao Central Park, e se distraíra com o livro. Pausou um pouco para descansar os olhos, baixando o livro fechado sobre as pernas, e observando o parque pela baywindow da sala.

- Está quase na hora de voltar...

- Você não pode voltar só amanhã de manhã, hija? – perguntou a mãe, com o forte e carregado sotaque argentino.

- É importante voltar hoje, madre...

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Agnes e Hanna estavam sentadas na cantina da Casey Academy tomando chocolate quente, quando Alexis apareceu. Convidaram-na para tomar um chocolate quente juntas, e a alemã aceitou, apesar de não ser muito próxima das garotas, já que Ilie ainda demoraria para chegar. Tinham algumas coisas para conversar. Afinal, mesmo que só há duas semanas atrás estavam em aulas, o recesso de quinze dias viera como que umas férias, e a amiga tinha ido para a Nova Zelândia, visitar os pais.

- Então... vamos recomeçar as aulas de novo...

- Pois é... eu não entendi o porquê da diretora ter suspendido as aulas durante esses quinze dias, mas até que veio a calhar...

- Exceto pelos relatórios que o Sr. Davies mandou a gente fazer para a aula de amanhã...

- Bom, mas você sabe, o Sr. Davies é o típico professor-mala-que-manda-trabalho-para-ser-feito-nas-férias e o típico cara nerd...

- Não fosse pelas trapalhadas dele no laboratório, eu diria que é totalmente estafante...

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A Casey Academy já estava lotada de suas alunas de saias pregueadas azuis escuras xadrezas e suéteres da mesma cor. Os corredores da ala dos dormitórios estavam todos movimentados com as garotas andando para lá e para cá, com suas malas. Porque, evidentemente, a maioria de suas alunas viajavam de volta para suas casas. E havia dezenas de meninas que eram de países diferentes.

Nos primeiros cinco dormitórios, se espalhavam as quinze garotas que mais se destacavam na Casey Academy, escola para Espiãs. Eram as garotas com maiores notas, e cujas habilidades se destacavam de tal forma que chamavam a atenção dos professores, da diretora do colégio, das alunas de todos os anos, e em especial, do governo. Eram as quinze que provavelmente seriam escolhidas para as missões mais importantes e perigosas.

Logo, todos os quartos estavam cheios e preenchidos. Ou melhor... a maioria deles, pois uma nova ala havia sido aberta, próximo ao dos dormitórios das garotas, e permanecera fechado durante aquela noite.

Durante o jantar, as garotas puseram as fofocas em dia, conversaram, riram, se divertiram... e após o jantar, uma pequena festinha de recepção havia sido preparada.

- Vocês viram que uma nova ala foi aberta?

- Do lado dos dormitórios... será que isso está relacionado aos problemas que a diretora disse que tinham, e por isso ela nos deu o recesso?

- Provavelmente...

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Na manhã seguinte, antes de se iniciarem as aulas, como era de costume, a diretora conversou com todas as turmas para dar as boas vindas, apesar de as aulas já terem se iniciado antes mesmo do recesso de quinze dias.

- Bom dia, garotas. Sejam bem vindas de volta a Casey Academy.

- Bom dia, Diretora Flint. – as garotas responderam em coro.

- Eu sinto muito pelo transtorno que causamos a vocês, tendo iniciado as aulas, e depois dando novamente um recesso de quinze dias. Creio que para a grande maioria de vocês, no entanto, isso não foi um transtorno e vocês aproveitaram esse recesso...

- Com certeza... é óbvio que para nós não foi um transtorno, de forma alguma – falou baixo Alexis.

- Infelizmente eu não posso falar o mesmo – sussurrou Ilie.

- Bem... este ano tivemos um pequeno problema, mas ele já foi resolvido... e este ano teremos uma novidade...

- Ai ai... lá vem...

- Como vocês sabem, existe uma "escola-irmã" da Casey Academy, para garotos...

- Tá... isso agora ficou bom... – Annya falou baixinho.

- E a Quinn Academy neste último ano passou por algumas dificuldades... no entanto, o governo resolveu tomar uma outra medida. Eles vinham bancando ambas as escolas... e surgiu uma proposta de poderem gastar menos, e incentivar uma melhora nos estudos para os alunos de ambas escolas...

- Ih... isso tá me soando estranho... – Rebecca soltou.

- Eu também estou ficando meio desconfiada... – Agnes disse.

- Ué... mas você é filha do professor de Combates...

- E daí? Mesmo assim eu não tenho acesso a essas informações...

- Eu também não... não adianta nem olhar para mim - disse Alexis.

- A partir desse ano, a Quinn Academy e a Casey Academy serão uma escola só... a Casey-Quinn Academy... Portanto... esse ano, teremos alunos novos...

- Peraí diretora... isso quer dizer que...

- Teremos garotos na escola?

- Sim, Senhorita Carson... Teremos garotos na Casey Academy...

- Garotos? - repetiu incrédula Rebecca

Quando ouviram a diretora falar que teriam colegas do sexo masculino na escola, as garotas ficaram divididas entre entusiasmo e desconfiança... e imaginavam que seriam garotos bonitos, e normais, na medida em que é possível que jovens adolescentes espiões poderiam se normais... mas na verdade... elas teriam uma grande surpresa...

Ao abrir a porta de madeira antiga da mansão Casey, a diretora deu espaço para quatorze rapazes adentrarem a sala, os quais, formaram uma fila a frente das garotas que se encontravam organizadas em uma fila, lado a lado.

- Dêem boa vinda aos seus novos colegas de turma, meninas...

Um rapaz de cabelos cor de lavanda entrou na sala, carregando uma mochila e um laptop sob o braço. Era alto, tinha pele clara, um par de olhos verde-turquesa e duas pintinhas sobre o local onde deveriam estar as sombrancelhas.

Seguindo-o, um rapaz moreno, bem mais alto que o primeiro, muito forte, de olhos castanho escuros e cabelos longos da mesma cor.

Então, entraram dois rapazes, ambos altos, de tronco largo, cabelos azulados, longos, um de olhos azuis e outro de olhos verdes.

Um rapaz moreno, de curtos cabelos acinzentados, olhos azuis, alto, forte, e com uma cara de mal encarado seguiu-os.

Atrás dele, veio um garoto de pele dourada, cabelos castanhos curtos, olhos verdes, também alto.

Depois, uma pessoa de longos cabelos loiros e lisos, pele clara, com uma pintinha vermelha no meio da testa. Tinha os traços tão delicados, que poderia até ser enganado com uma garota.

Seguiu-se um rapaz ligeiramente mais baixo que os outros, de pele bronzeada, mas de claros traços orientais. Cabelos castanho bem escuros e olhos da mesma cor.

Logo após, um sorridente rapaz loiro, de cabelos até o meio das costas, ondulado, olhos azuis claros, e pele dourada pelo sol.

Atrás dele, um garoto com feições um pouco menos sorridente, de cabelos castanho escuros, pele morena, alto, de olhos castanhos claros, e de traços muito parecidos com o que entrara antes do loiro andrógino.

Foi rapidamente seguido por um rapaz alto, de pele clara, cabelos curtos e arrepiados de tom negro, olhos de um tom escuro, mas razoavelmente esverdeado, de compleição magra, porém evidentemente forte.

Posterior a ele, um rapaz de feições muito sérias, de cabelos ruivos, lisos, até o meio das costas, com olhos frios apesar do tom avermelhado de suas íris, e pele clara. Também tinha uma constituição física magra, mas assim como o outro, percebia-se que era forte.

O penúltimo a entrar foi um garoto de feições ainda mais andróginas que o loiro da pintinha vermelha no meio da testa, e tinha os cabelos de um tom tão claro, que poderiam muito bem ser confundidos com um pálido branco azulado. Seus olhos eram azuis bem claros e sua pele era muito branca.

O último tinha os cabelos longos, de um verde claro, com pintinhas no local das sombrancelhas, assim como o primeiro que entrara. Esse porém, era mais alto, tinha uma constituição física mais forte, embora tivesse o semblante tão sério quanto o do ruivo, ou um dos gêmeos de cabelos azuis.

Os garotos formaram a fileira, exatamente simétrica e a frente das garotas Casey. Todos vestiam uma camisa branca, com uma calça de lã verde escuro, alguns usavam suéteres, outros, colete. Todos ostentavam o símbolo da Quinn Academy: um escudo e uma espada sobre um pergaminho.

- Garotos... estas são as alunas de segundo ano, as nossas quinze melhores alunas. Espero que vocês todos se dêem bem. Juntos, poderão formar a melhor equipe de espiões que o governo poderá algum dia encontrar. Tenham um bom dia de aula...

Os garotos eram muito mais bonitos do que as meninas jamais poderiam imaginar...

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Bom, meninas, depois desse tempo tão curto entre uma chamada e outra, eu acho que eu deveria ter postado pelo menos o primeiro capítulo logo, não? Mas eu estava tão afobada e ansiosa por postar Nocturnal Storm, que eu demorei para postar esse... pra falar a verdade, eu escrevi ele inteiro essa tarde... eu estava meio com dúvidas e alguma dificuldade de como começar essa fic... achei que até que ficou legal como eu comecei... eu estava ouvindo Sympathy for the Devil (o que aliás, o nome não tem nada a ver com essa fic...), quando me veio a idéia de escrever o comecinho assim... com pequenos cortes de cada uma voltando para a Casey Academy (exceto, claro pela Agnes, Hanna, e Alexis, as quais eu imagino, vão morar mesmo na mansão, já que a Agnes é adotada pelo professor de Combates, a Hanna perdeu os pais antes de entrar para a CA e foi adotada por um amigo do pai – o que não necessariamente implica que ela iria morar com ele ainda, durante o período de recesso das aulas, a meu ver – e a Alexis, que também se tornara órfã antes de entrar para a CA e cuja tia poderá ser alguém da CA). By the way, acho que fica legal ouvir Sympathy For The Devil enquanto vão aparecendo as cenas das garotas voltando... claro que é bem mais pelo ritmo e pela melodia do que pela letra! Aliás, vcs devem ter visto, eu iniciei com a personagem que eu disse que incluiria... a Aleesha. Mas não se preocupem, ela não vai fazer par com ninguém... ela vai ser só uma espécie de catalisador para a história poder tomar forma...

Gostaram da forma como os meninos foram apresentados? Dentro da fic... e tal...

Eu achei que ficaria muito legal uma cena em que eles fossem apresentados assim, pela diretora, com as garotas em pé, em fila (tipo posição de sentido, mais ou menos), e eles fossem entrando, e fossem formando uma fila na frente delas... (ao som de alguma música que tivesse batidas interessantes, ao menos para a gente ouvir enquanto Le... inicialmente tinha pensado em Eye of The Tiger(pra quem não conhece é a música que aparece em Rocky Balboa, e especialmente, a música que a Globo usa ou usava, para as vinhetas de lutas de boxe que ela transmitia... na verdade, ela só usou a intro – parte inicial). Depois, eu achei que essa música ficaria melhor para outra(s) cena(s) que eu estou meio que planejando para mais para a frente... então, resolvi que colocaria Back In Black, do AC DC, que eu realmente achei que ficou bem legal... embora é meio clichê usarem essa música para os-personages-super-fodões-e-lindos-maravilhosos-aparecerem-esbajando-charme-e-arrasando-corações-em-camera-lenta-e-etc... de qualquer forma, coloquem pra ver... acho que fica bem legal...) que aliás, não sei em que ordem estaria a fila das meninas, ok? Imaginem a fila na ordem que quiserem ahaahahhahhaa...

Bom, como alguém pediu... eu vou colocar a ficha da Aleesha... é bem simples, porque ela não vai ser uma das personagens principais em todo o conflito, trama, amores e etc...

Aleesha Sue Johnson

Data de Nascimento: 15/08

Nacionalidade: Sul-africana, com pai inglês

Aparência: Pele tom de chocolate, olhos negros, cabelos negros em cachos definidos, curtos, num estilo Black Power (mas menos volumoso que Black Power), longilínea, e estatura mediana.

Personalidade: Ativa, alegre, sem muitas extravagâncias, empolga-se fácil com as atividades das garotas(entenda-se, todas as coisas que as garotas farão na escola), inteligente e perceptiva.

Histórico de Vida (seu passado): Seu pai era um político inglês que foi para a África do Sul, ainda relativamente jovem. Conheceu sua mãe lá, uma mulher negra. Ele se casou com ela em parte pela pretensão de se afirmar na sociedade africana, e não ser visto como mais um colonizador inglês que viera para explorar a África do Sul. No entanto, ele não contava exatamente que realmente fosse passar a amar ela de verdade. O casamento de conveniência se tornou um casamento por amor. Aleesha Sue Johnson é a filha única do casal. Seu pai a mandou praticamente obrigada para a Casey Academy para poder formar uma força de elite do país, embora o presidente eleito tenha sido Nelson Mandela. No começo, a garota se sentiu completamente deslocada, mas aos poucos, tomou gosto pela coisa, se identificando com algumas disciplinas.

2 Matérias específicas que cursa: Química Avançada e Operações

Idiomas: Inglês, Espanhol, Português, Alemão, Frances, Latim, Russo e Árabe.

Habilidade Específica: motivadora, consegue sempre manter o grupo unido.

Pretende seguir alguma área específica na espionagem? Qual? Nenhuma por enquanto. Pensa ainda em fazer uma faculdade depois de terminar o colegial. Embora não saiba ainda qual.

Se destaca em qual matéria? Provavelmente não vai se destacar, mas vai ser importante para ambas as disciplinas.

Tem melhores amigas? Quantas? Talvez. Ela é meio que amiga de todo mundo.

Algum Hobby? Ouvir seu IPod. Independentemente de qual seja a ocasião.

Estilo (quando não estiver de uniforme): Calça jeans, blusase camisetas normais, tênis, malhas no inverno, cachecóis coloridos, etc.

Alguma mania? Ficar com o Ipod ligado enquanto realizam as operações

Dourado(s) com quem ela vai competir nas habilidades: nenhum especificamente.

O que acha das habilidades dele? Normais, tão bom quanto ela, senão melhor... ela acha legal que tenham garotos na escola. Não se incomoda com eles.