Beta: TaXXTi

Perdas e Danos

Capítulo 4

As aulas na universidade já haviam começado e Jensen estava em seu quarto, reunido com alguns amigos. Era sábado, eles jogavam videogame e comiam pipoca em cima da sua cama, fazendo a maior bagunça, enquanto falavam sobre garotas e sobre a festa que teria dentro de duas semanas.

O loiro estava alheio àquilo tudo, tentando pensar em uma desculpa para convencer sua mãe de que queria passar o próximo final de semana no sítio, sem levantar suspeitas, já que sempre detestara ir para aquele lugar.

Talvez nem fosse uma boa ideia ir para lá, ainda mais depois do sonho molhado que tivera com Jared na noite anterior. Sem contar que durante grande parte do dia estava pensando nele, se lembrando de quando rolaram no chão do celeiro, do seu cheiro, da sensação de ter o peso do corpo dele sobre o seu... do momento em que quase se beijaram.

Era loucura, Jensen sabia, mas era algo completamente novo e diferente do que tudo que já sentira. Sim, sentia desejo por garotos já há algum tempo, apesar de não ter tido coragem de se relacionar com algum. Geralmente era apenas algo físico, mas quando estava perto de Jared, se sentia um completo idiota. Além de ter aquela sensação de friozinho na barriga, ficava o tempo todo querendo vê-lo sorrir ou falar sem parar, gesticulando, quando se sentia à vontade na sua presença. Gostava do jeito que ele ficava concentrado, querendo aprender a tocar violão, ou de quando ele errava uma nota e ria de si mesmo, gargalhando alto e se divertindo com a situação. De alguma forma, ele parecia tornar a sua vida mais leve, e Jensen gostava muito da sensação.

- Você vai com a Danneel?

- O quê? – Jensen tomou um susto, sendo arrancado de seus devaneios.

- Eu perguntei se você vai à festa com a Dan – Christian repetiu, estranhando o comportamento do amigo.

- Ah, sim. Eu irei com ela.

- Sério? Você vai levar sanduíche em festa? Vai ter um monte de gatinhas lá – Jason provocou.

- A Dan é muito gostosa, cara. Eu nem sei como é que ela dá bola pro Jensen aqui – Chris brincou, fazendo o loiro rir.

Danneel era a sua melhor amiga e a única a quem ele havia confidenciado o seu interesse por garotos. De tão íntimos que eram e como andavam juntos por todo o lado, seus amigos pensavam que os dois se pegavam, e como Dan não se incomodava, Jensen preferiu deixar que eles pensassem que sim, pois assim não precisava justificar a sua falta de interesse em outras garotas.

Quando, no almoço de domingo, sua mãe e seu padrasto discutiam sobre irem ou não para o sítio, Jensen decidiu aproveitar a oportunidade.

- Por que você faz tanta questão de ir para aquele lugar? Eu tenho outros planos para o próximo final de semana – Sonya reclamou com o marido.

- Você fala como se fôssemos pra lá todo final de semana. Alguém tem que administrar aquele lugar. O velho Beaver não pode fazer tudo sozinho – Pellegrino respondeu, levemente aborrecido.

- Eu não irei desta vez. Faça o que você quiser – Sonya suspirou. Sabia que não conseguiria convencer o marido do contrário.

- Eu posso ir com você, se quiser – Jensen olhou para Pellegrino, esperando que ele não fizesse perguntas.

- Ótimo. Está vendo? – o homem loiro olhou para a mulher, sorrindo. – Eu já tenho companhia.

- Desde quando você passou a gostar de ir para o sítio, Jensen? – Sonya o encarou, curiosa. Jensen sabia que ela não deixaria aquilo passar tão facilmente.

- Eu continuo detestando aquele lugar, não se anime – o loiro deu um sorriso cínico. – Mas eu tenho provas na semana seguinte, e lá eu tenho certeza que nenhum amigo vai aparecer e eu vou poder me concentrar nos estudos – Jensen se sentiu mal por aquilo, mas torceu para que sua mãe engolisse a mentira e não fizesse mais perguntas.

Funcionou. No sábado seguinte, logo cedo, Jensen seguia na camionete do seu padrasto, rumo ao sítio. Estava ansioso e, ao chegar lá, avistou Jared de longe e teve que fazer de conta que tinha ido mesmo com a finalidade de estudar. Falou com Samantha por um momento e foi para o seu quarto, onde ficou esperando até que Pellegrino sumisse de suas vistas.

Quando ouviu o ronco da camionete se afastando, Jensen correu escadaria abaixo e foi até o celeiro, onde Jared estava trabalhando.

- Hey! – Jensen se aproximou, um pouco sem graça.

Jared parou o que estava fazendo e virou-se para olhá-lo.

- Oi.

- Você... tem muito trabalho hoje? – Jensen queria muito conversar com Jared, mas agora que estava na sua frente, não sabia o que dizer.

- Não. Só estava ajeitando as coisas aqui – Jared sentiu seu coração acelerar e tentou não demonstrar o quanto estava feliz por Jensen estar ali.

- É... os filhos do Baltazar voltaram a te perturbar?

- Não – Jared riu. - A senhora Ferris chamou os garotos e o pai deles lá na cerca. Ela estava enfurecida, eu podia ouvir os berros daqui. Depois daquele dia eles não apareceram mais.

- Que bom – Jensen sorriu e se sentou em cima de um balcão de madeira que havia ali.

- Pensei que você não fosse voltar tão cedo, agora que está na faculdade.

- Eu tive que inventar uma desculpa pra minha mãe, sabe... Disse que precisava estudar para as provas e que aqui ninguém iria me perturbar.

- E não precisa?

- Eu estudei durante a semana pra poder... sei lá... passar algum tempo aqui com você.

- Ah... – Jared não sabia o que dizer. Estava realmente surpreso. – O que você está estudando?

- Direito.

- Então você quer ser advogado? – Jared pensou que aquela era uma pergunta idiota, mas ficou aliviado quando Jensen respondeu sem rir da sua cara.

- Quero ser promotor. Acho que eu sempre quis, na verdade. Eu me lembro de pegar o terno e a gravata do meu pai, e fingir que eu era um advogado, quando pequeno.

- Eu posso imaginar você sendo promotor. Acho que combina com você – Jared se sentou no balcão, ao lado de Jensen.

- Mesmo?

- Com certeza – Jared sorriu.

- E você, Jared? Você tem algum sonho? O que você pretende fazer depois que terminar a escola?

- Eu não sei. Ainda faltam dois anos, eu estou atrasado – Jared crispou os lábios. - O professor Morgan disse que vai me ajudar a ir pra faculdade, e que eu posso ser o que eu quiser, mas...

- Ele tem razão.

- Não sei. Eu prefiro manter os pés no chão. Não adianta sonhar se eu não... eu não sei o que vai ser o dia de amanhã.

- Ninguém sabe o que vai acontecer amanhã, Jared, Isso não é desculpa.

- Eu moro aqui de favor, Jensen. Se amanhã o seu padrasto decidir que não me quer mais por aqui, eu sequer tenho onde morar.

- Ele não vai fazer isso. Nem a minha mãe, eu não vou deixar. Entendeu? – Jensen sorriu e tocou seu ombro, estava sendo sincero.

Jared riu – Certo. Mas eu ainda prefiro aproveitar o dia de hoje e não ficar pensando no futuro.

- Então vamos aproveitar o dia de hoje e o fato do meu padrasto não estar por perto pra jogar videogame.

- Jogar videogame? Esta é a sua melhor maneira de aproveitar o dia? – Jared deu risadas.

- E qual é a sua maneira?

- Sei lá. Eu gosto de caminhar por ai, de correr, andar a cavalo... Tem um sol lindo lá fora.

- Tudo bem, mais tarde a gente pode fazer isso. Agora você vai jogar PS3 comigo – Jensen puxou Jared pela mão, entrando na casa e o fazendo subir as escadas até o seu quarto.

Jared se sentou na cama ao lado de Jensen, que tinha acabado de resmungar um palavrão enquanto jogava, na maior empolgação.

- Tem certeza que você não quer mesmo jogar? – Era a terceira vez que Jensen insistia, não sabia como Jared não ficava entediado de ficar ali, apenas o assistindo.

- Não, eu estou bem. Eu gosto de ver você jogar.

- Sério? Isso é um saco, Jared. Admita.

- Eu gosto de ver a sua empolgação enquanto joga. Você fica fazendo biquinho enquanto atira, e... eu gosto do som das suas risadas. – Jared falou sem pensar e sentiu seu rosto corar quando percebeu que Jensen parou de jogar para olhá-lo.

O loiro deu um meio sorriso e tocou o rosto do mais novo, com sua mão esquerda. Seus rostos se aproximaram, e ambos fecharam os olhos quando seus lábios se tocaram, muito suavemente. No instante seguinte, a buzina da camionete de Mark pôde ser ouvida. Os dois se afastaram rapidamente e Jared pulou da cama, correndo escada abaixo e se trancando em seu próprio quarto.

Atirou-se na cama, com a respiração ofegante. Seu coração disparado no peito, sem saber se era pelo susto, pelo medo de ser flagrado, ou por ter beijado Jensen. Sua respiração se acalmou aos poucos e Jared permaneceu ali deitado, olhando para o teto. Não conseguiu conter um sorriso ao se lembrar do que tinha acontecido. Mesmo que por um breve instante, sentir o toque da mão de Jensen em seu rosto, sentir a textura dos seus lábios, tinha sido mágico.

Quando finalmente conseguiu se recompor do susto, Jared saiu do quarto e encontrou Pellegrino na cozinha, onde ficaram conversando por algum tempo. O homem era sempre muito simpático e divertido.

- Samantha, o que você tem dado pra este garoto comer? Cada vez que eu apareço aqui, tenho a impressão que ele cresceu uns dez centímetros – Mark brincou quando a mulher serviu café e bolinhos aos dois.

- Ora, você sabe que a minha comida é a melhor – a mulher se gabou – e ele ainda está em fase de crescimento – olhou para o garoto de um jeito carinhoso.

- E como estão as suas notas na escola?

- Boas – Jared respondeu e continuou a comer.

- Está fazendo as aulas com o Morgan?

- Sim, quando dá tempo.

- Se o velho Beaver estiver pegando pesado, você me avisa – Pellegrino sorriu. - A sua educação vem em primeiro lugar.

- Tudo bem. Eu consigo fazer as duas coisas – Jared deu de ombros.

- Sim, ele consegue fazer mil coisas ao mesmo tempo – Samantha deu risadas. – Parece que está sempre com as pilhas carregadas. Essas crianças tem muita energia.

Jared fez uma careta e olhou para Pellegrino quando a ouviu chamá-lo de criança. O homem loiro gargalhou e quase se engasgou com os bolinhos.

- Hey – Jensen apareceu na porta da cozinha.

- Por onde você andou, garoto? Já estudou o suficiente? – Mark perguntou e puxou uma cadeira, para que Jensen se sentasse ao seu lado. – Sente-se aqui, os bolinhos de chuva estão uma delícia, não é Jared?

O moreno maneou a cabeça, confirmando, mas não teve coragem de pronunciar uma palavra. Por um momento, ficou com medo que Jensen falasse qualquer coisa sobre o que tinha acontecido em seu quarto.

- Eu já estudei, e... vou dar uma volta por aí. Cavalgar um pouco – Jensen pegou alguns bolinhos e ia saindo.

- Jensen... – Pellegrino suspirou – sua mãe vai me matar se você se machucar ou acontecer qualquer coisa. Eu preciso sair agora, mas pelo menos deixe o Jared te acompanhar, já que você não é muito experiente com os cavalos.

- Tudo bem – Jensen deu de ombros e saiu.

O moreno terminou de comer e foi atrás dele. Escolheram e selaram os cavalos, e Jared começou a rir.

- O que foi? – Jensen riu da risada do outro.

- Eu queria ver o que você ia dizer se ele estivesse com tempo e quisesse ir cavalgar com você.

- Eu ia dizer que perdi a vontade. Meu plano deu certo, não deu? – Jensen sorriu e deu uma piscadinha, montando em seu cavalo. – Vamos ver quem chega primeiro na beira do rio? – O loiro provocou e saiu em disparada, fazendo Jared se apressar para conseguir alcança-lo.

- Mais devagar. Eu não estou a fim de levar você para um hospital – Jared resmungou quando o alcançou.

- Você acha que eu não consigo?

- Eu acho que você precisa de treino, e não quero ver você se machucar – Jared diminuiu o ritmo do seu cavalo e Jensen o acompanhou.

Cavalgaram o restante do percurso em silêncio, até chegar à beira do rio, onde amarraram os cavalos no tronco de uma árvore. O sol já estava forte, mas nenhum dos dois se importou. Jensen se sentou na grama verdinha e Jared se sentou ao seu lado, observando a corredeira e atirando pedrinhas na água cristalina.

- Fazia tempo que eu não vinha aqui. O Pellegrino costumava me trazer para tomar banho, ali na parte rasa, quando eu tinha uns doze anos. Já tinha me esquecido do quanto este lugar é bonito. – Jensen falou com saudades.

- Jensen... – Jared o olhou por um instante, na dúvida se deveria perguntar ou não. - O que houve com o seu pai? Ele morreu?

- Não – Jensen sorriu, percebendo que Jared havia ficado tenso ao fazer a pergunta. – Ele continua vivo, só... ele tem outra esposa e nós nos vemos uma ou duas vezes por ano, apenas. Às vezes é como se ele fosse um estranho pra mim.

- É uma pena.

- É.

- Mas pelo menos você ainda tem a sua mãe sempre por perto e o seu padrasto.

- Sim, eu tenho. Mas às vezes eu sinto vontade de ir pra bem longe, sabe? A minha mãe, ela... Bom, você sabe. Ela é controladora e quer que tudo seja do seu jeito. O Pellegrino é um cara legal, ele até se esforça, mas sempre acaba concordando com tudo o que ela diz. Eu só queria poder ser eu mesmo às vezes, fazer as coisas que eu quero – o loiro suspirou. - Até mesmo a minha faculdade foi a minha mãe quem escolheu. Quero dizer, eu escolhi o curso, mas ela fez questão que eu me inscrevesse na Universidade mais próxima, só pra não ter que ir morar fora de casa.

- Eu não entendo muito bem esse negócio de família, parece ser complicado às vezes – Jared falou e Jensen parou para observá-lo por um momento.

- Eu fico aqui me lamentando sobre a minha família, enquanto você nunca teve ninguém. Me desculpe.

- Não precisa se desculpar. Como com tudo na vida, a gente se acostuma – Jared deu de ombros.

- Jared, você... tem amigos por aqui? – Jensen de repente ficou curioso, queria saber mais sobre ele.

- Aqui no sítio? Não tem ninguém da minha idade. Tem um sobrinho da senhora Ferris que vem aqui de vez em quando, mas nós mal conversamos.

- E na escola?

- É uma escola de interior, Jensen. Tem poucos alunos e como eu sou o mais velho da minha turma, eles meio que tem receio de se aproximar de mim.

- Tem muitas garotas bonitas por lá?

- Não. Quer dizer, até tem, mas... eu não presto muita atenção.

- Não? – Jensen riu. – E você já transou alguma vez?

- Por que você está perguntando isso? – Jared franziu o cenho.

- Sim ou não?

- Eu... sim.

- A garota era bonita?

- Não era... – Jared engoliu em seco, olhando para as próprias mãos. – Não era uma garota.

- Sério? Você está me dizendo que transou com um cara? – Jensen demonstrou mais surpresa do que gostaria.

- Eu... acho que... o senhor Beaver pode estar procurando por mim – Jared corou de vergonha e tentou se levantar, querendo sair dali, mas Jensen o segurou pelo braço.

- Espera, você não precisa ir. Eu só fiquei curioso, não quis parecer... preconceituoso ou algo assim. Me desculpe.

- Eu sei, mas... é que... isso é... eu não devia ter falado.

- Está tudo bem, você pode confiar em mim.

- Você não vai contar a ninguém sobre isso, vai? – Jared lhe deu um olhar suplicante, tinha falado sem pensar e agora estava com medo.

- Claro que não.

- É que... o seu padrasto ou a sua mãe podem querer me mandar embora se souberem.

- Eles não irão saber.

- O senhor Beaver e a senhora Ferris também não entenderiam. Eles podem não me querer por perto, ou...

- Eu já disse que ninguém vai saber. Você pode ficar tranquilo, acredite.

- As pessoas geralmente não aceitam isso muito bem – Jared falou, olhando de relance para o loiro.

- É. Eu sei – Jensen pensou no que sua mãe seria capaz de fazer se sequer imaginasse que ele se sentia atraído por garotos. – É um segredo nosso, ok? Assim como... como aquele beijo de hoje cedo. Você pode confiar em mim – Jensen tocou no ombro do moreno com carinho, mas tirou a mão rapidamente quando se deu conta do que estava fazendo.

- Está bem – Jared deu um meio sorriso, querendo acreditar.

- Como foi?

- O quê?

- Com o cara que você... transou. Foi bom? Vocês eram namorados?

- Não, ele não era meu namorado. Ele era um ano mais velho e viveu algum tempo no mesmo abrigo que eu.

- Ah...

- E você? Você tem namorada? – Foi a vez de Jared expor a sua curiosidade.

- Não. Já tive, mas... – o loiro pigarreou e ajeitou sua postura, pensando no que dizer – acho que eu... sou um pouco como você.

- O que você quer dizer com isso?

- Eu conheci um garoto no ano passado, ele... ele era da minha turma de basquete. Nós treinávamos juntos toda terça, ele era muito bonito, engraçado, inteligente. O nome dele era Andrew e por algum tempo eu achei que estava apaixonado por ele.

- O que aconteceu?

- Entrou um novato no time e ele tinha um jeito um pouco... como eu posso dizer... afeminado. Os caras começaram a fazer piadas com ele no vestiário, todo final de jogo. O Andrew fazia parte dos que zombavam dele e eu percebi que ele era só mais um idiota, metido a valentão.

- Esse tipo de idiota tem em todo lugar.

- É... infelizmente. Eu me afastei dele e larguei o time de basquete depois daquilo.

- É uma pena. Foi o único cara por quem você teve interesse?

- Foi o primeiro. Tiveram outros depois, mas eu nunca... eu não tive coragem de me aproximar ou de tentar qualquer coisa. Então eu saia com garotas, e... e só.

- Humm – Jared não sabia o que dizer. Descobrir que Jensen gostava de garotos tinha lhe dado uma pontinha de esperança, mas seu lado racional o mandava parar de sonhar, já que o loiro pertencia a um mundo completamente diferente do seu.

Ficaram em silêncio por algum tempo e Jared apoiou suas costas na grama e se deitou, fechando os olhos ao sentir o calor do sol bater em seu rosto.

Jensen não resistiu e se inclinou sobre o moreno, beijando sua boca. Não havia suavidade desta vez. O loiro sentiu os dedos de Jared entrarem por seus cabelos curtos, o puxando para si, e a língua dele invadir sua boca, num beijo urgente, cheio de desejo...

Continua...


Resposta às reviews sem login:

Lalky: Atualiza! Rsrs. É, Jared realmente não tem mais ninguém. Será que Jensen já está caidinho por ele? Eles sempre dão um jeito de fazer o que querem, né? Rsrs. Beijos! Obrigada por ler e comentar!

Justine: Por que você acha que o Jared vai penar? Hahaha. #culpada. Então... o Jensen ficou com o orgulho ferido, né? Bem coisa de menino mimado, mas ele acabou amansando e teve humildade pra ir pedir desculpas. Obrigada por comentar! Beijos!

Luluzinha: Quando vai ter um refresco? Não conheço essa palavra... rsrs. Mentira! Eles estão se conhecendo aos poucos, e são muito fofos juntos, não é? Obrigada por comentar! Beijos!

Nadine: Obrigada! Continuando... Beijos!

Diana Campos: Olá! Fico feliz em saber que está gostando. Os dois juntos são tudo de bom, né? Rsrs. Beijos! Obrigada por ler e comentar!

Eve: Acho que o Jensen intimida o Jared de alguma maneira. Mas Jared viveu nas ruas, e está acostumado a brigar para se defender, ao contrário do Jensen que é filhinho de mamãe... rsrs. Jared é mesmo um fofo, você vai gostar muito dele. E quanto a situação dos dois, tem muita coisa para acontecer. Sem spoilers! Hahaha. Beijocas, linda! Obrigada por comentar!

sara2013: Hahaha... Pois é, ele não pulou... ainda. Não fique triste, tem muita coisa pra acontecer! Beijos! Obrigada por comentar!

Cleia: Sim, começou a esquentar e cada vez mais, a medida em que eles vão se conhecendo melhor. Jared é um fofo. Você vai amá-lo. Beijos! Obrigada por comentar!

Maria Aparecida: Sim, eles são uns fofos. Espero corresponder à expectativa... rsrs. Obrigada por comentar. Beijos!