N/A: Bem como o povo escreveu logo eu postei logo! Viram como é simples???? Agora eu quero esclarecer uma coisa. Não sou uma pessoa má, por natureza. E não quero fazer ninguém sofre. Hehehe Mesmo que isso ocorra eventualmente. Hehehe Só quero divertir-me. E se isso divertir mais alguém... Então valeu!!!
Agradecimentos:
Cristine Black : Ôba! Fico muito feliz que você esteja gostando., Moça! E bem, eu sei que deixo um gostinho de quero mais. Mas o cap tinha que acabar! Ou ficaria muuuito longo. E você iria dizer que a fic foi curta. E assim, quem sabe não fica com mais vontade de ler????? H/G está batido? Malfoy levando a melhor? Pode ser, quem sabe! Hehehe Continue postando e tente me convencer. hehehe
Patty : Gostou foi! Hehehe. Beleza!!!! HP/SS. HP/DM, HP/RW (esse não dá, vai saber por que! Hehehe, se não matei, ainda vou matar. Hehehe! Puxa eu sou má! Huaaahuaaaaahuaaa) Claro que sua opinião conta moça!!! Eu estaria doida se dissesse o contrário!! Conte o que achou desse outro cap.
Marcia Figg : "Eu sei se vc gosta de nos fazer sofrer". Querida Márcia. Acho que há um equívoco. Eu sou uma moça muito caridosa, e amo o próximo como a mim mesmo. E jamais desejaria mal a ninguém. Então não acho que sou má;. Só porque o povo da fic tá sofrendo? Só porque o povo da fic tá morrendo? Só porque eu termino sem "terminar"? Sabe isso não me caracteriza como uma pessoa má. Hehehehehehe. Sobre seu casal favorito. H/G bem, o que acha do que já foi? Que tal mais esse agora. Me diga se estou indo pelo caminho certo. Mas vou ter que contestar, acho muito plausível D/G. Eles são os opostos de uma relação. Um completa o outro. Mesmo que pra isso o Harryzinho tenha que sofrer um pouquinho! Hehhee. Ups. Isso me classifica como má! EITCHA
Adriana Black : Que bom que está gostando. Assim de dá mais ânimo pra digitar esse montão de páginas. Mesmo com a mão quebrada! Hehehe. É bom que assim faço fisioterapia. :D
É fiquei com medo que esse Harry assim, ficasse muito forçado. Mas o cara cresceu. Tinha que amadurecer um pouco!!! Senão... É o Thiago é demais! Ele me parece mais decidido. Mais atirado. Investindo no que quer. H/Linda. Hummm. Foi a primeira que escolhei essa. Quem sabe hehehe. Uma aluna??? Não creio. Só terá alunos do primeiro ano. Então de 11 anos para 24 é meio distante!!! Acho que eu seria presa se fizesse isso! Hehehe. Eu gosto da Gina. Na verdade isso é culpa de uma fic que li mostrando uma Gina como eu sempre achei que ela deveria ser. Talvez como eu mesma seria se fosse ela. Sei lá. Me fez acreditar na personagem Mesmo que a Rowling não acredite muito. Gosto muito do G/D também. E o Draco fica mesmo brabo. Afinal ele é quem é! Hehehe Outro person?: Outra prof? Hummm, vamos ver... Sim muita gente morreu. Mas esse ano não tem TCM, pois alunos do primeiro ano não tem essa matéria. Estou postando então. Mas fique sempre ansiosa hehehe.
Patty: Quem disse que não é Slash? Tudo pode acontecer! Hehehehe Não perca as esperanças. Harry sem par? Ou Harry com todo mundo? Hehehe
N/A: bem mais um cap pra confundir. Ou explicar para vocês onde essa fic vai dar. Hehehe. Se eu conseguir os dois melhor ainda!!!!! Leiam e deixem reviews, que eu digito mais rápido!!! Beijo a todos.
Capítulo 4 – Sobre Os Erros E Os Acertos. O Que Seria Pior?
-Pois não Potter? – com enfado.
-Snape, preciso saber algumas coisas que não estou entendendo.
-Já está quase na hora do almoço, Potter. – repreendeu.
-Então é melhor que eu comece logo, não é? – rebeldia velada.
Snape entortou o canto da boca e aguardou, impaciente. E Harry começou.
-Não entendi, como achei Lúcius Malfoy. Como Fawkes o achou. E como vocês sabiam disso e não sabiam ao mesmo tempo. – percebeu a incoerência das palavras, mesmo antes de terminar de falar, pela expressão de Snape.
-Primeiramente, Lúcius havia desaparecido no dia em que Voldemort foi destruído. Ele, no último momento, ficara, enfim, ao lado do filho. Contra o Mestre.
Harry ouvia atentamente.
-Mas foi punido exaustivamente por ele. E nós não pudemos encontrá-lo de pois de tudo. Quando Fawkes foi a sua procura, encontrou uma possível localização de Lúcius. Mas havia uma magia poderosa o cercando. E nós o perdemos novamente. Apenas alguém que não o tivesse procurando, poderia encontrá-lo. É confuso, sei disso. Mas essa é a verdade. Então não podíamos contar a você. Tínhamos que contar com a sorte. – terminou com descaso.
-O que aconteceu com ele?
-Isso não é de sua conta. Potter! Apenas aceite que o homem merece nosso apoio! – seco. – Agora vamos almoçar. Vá indo que já o seguirei.
O caminho até o Salão Principal, nunca pareceu tão curto. Devido seus devaneios. Harry se lembrou de tudo o que o comensal loiro fizera no passado. Contra ele, contra a própria Gina. Parecia muito "incrível" que ele tivesse tido uma crise de consciência, justo no final. Se lembrava de uma certa vez, que o vira em uma loja suspeita, na Travessa do Tranco. Dizia que tinha um arsenal das trevas digno e inveja. Era um homem perigoso.
Chegou ao Salão, e ao trocar um olhar com Gina, decidiu que falaria com ela sobre suas dúvidas e o que Lino contara. Daria um jeito de fazer o sonserino desgrudar da garota.
"Luna! Claro!"
-Luna, e então, como está Pupio, esta manhã? – iniciou a conversa.
-Está ótimo! Quando não tenta comer os meus sapatos! – brincou.
-Luna, gostaria de pedir um grande favor! – chegou mais perto. – Preciso falar com Gina.
-Ah, sei. – aguardou.
-Bem, o Malfoy vive grudado, pendurado nela! – queixou-se.
-Ah, sei.
-Então, você poderia dar um jeito de marcar um encontro meu com ela? Sem que o "chiclete" perceba? – ansioso.
-Olha, Harry, eles estão noivos! – falava baixo em tom de acusação.
-Eu sei! Não é nada disso! Escute. Eu só quero conversar com ela! Juro! – insistiu.
-Tudo bem. – suspirou. – Mas saiba que se tentar algo, eu saberei! E nunca mais contará comigo, viu?! Ela é feliz, Harry. Como você não foi capaz de fazer!
-Eu sei. – triste. – Eu sei disso. Não quero... separá-los. – fraco.
-Então estamos entendidos. Vá embora agora. Nos encontre na Torre de Astronomia.
Um pouco antes de Harry sair, viu que Linda o observava atentamente. E ainda ouviu Luna.
-Gina, pode vir comigo até a Torre de Astronomia um instante?
Não ouviu mais nada, pois já estava longe. A antiga Torre havia sido modificada. Para que Firenze pudesse ocupá-la. Tinha portões largos e estava ambientada como a floresta Proibida. Um grande telescópio ao centro, e vários menores. Onde os alunos fariam as aulas práticas. Ouviu o som da porta se abrindo mais uma vez.
Harry, Luna disse que queria falar comigo? – confusa.
-Sim, Gina. E tinha que ser longe do Malfoy. – sério.
-O que aconteceu? – preocupada.
-Eu estou com algumas dúvidas, sobre muitas coisas. Sobre as informações que recebi desde que cheguei.
-Harry, está me assustando! – o pegou pela mão e se sentaram no chão, numa clareira entre as folhas e as lunetas.
-Não quero assustá-la. Quero que pense comigo. Que me ajude a entender melhor!
-Entender o quê, Harry? – paciente.
-Gina, eu não tenho mais ninguém. Não ficou mais ninguém. Exceto você o Lino. E claro, a Luna! – sorriu.
-Harry, se não quer me assustar...
-Ok! Eu estive pensando sobre tudo o que está acontecendo. Tudo o que não entendo. Bom, vou dividir em tópicos. – disse ao perceber o olhar irritado dela. – Primeiro: Snape. Por que ele reabriu a escola? Por que aqui mesmo? Por que nos chamou para sermos professores? Por que tem tantos grifinórios? Por que ele foi me buscar pessoalmente? Por que se humilhou para isso? Ele disse claramente "potter, preciso de você!" – exaltado.
-Ô-ôu!" Calminha aí! Vamos devagar! Não dá pra responder muita coisa ao mesmo tempo. O que houve com Severus, acho que quem mais sabe, é você. Você estava lá, quando o salvou de Voldemort, e quando Dumbledore se foi.
Harry estranhou.
-Sim, Harry, eu sei a verdade. Todos nós sabemos. É só o que importa. Quanto à escola, bem, acho que ele gosta daqui. O que sobre ria para ele? Era um Comensal da Morte. Depois se redimiu e virou espião da Ordem da Fênix. Nesse meio tempo, se tornou professor. Aqui somos uma família, Harry. E ele quer resgatar essa família. Aqui. Bem, isso é redundante.
Harry tentava entender como ela.
-Quanto a nós sermos professores, bem, os antigos os se foram ou morreram. Alguém tinha que assumir esse cargo. E quem melhor que os melhores alunos em cada matéria? Alunos que estudaram aqui mesmo. Que fariam qualquer coisa por este lugar! E, bem, os grifinórios, - ela riu. – nós somos melhores em algumas coisas, né?! – riu mais ainda.
-Mas e eu?! Não era o melhor! Ás vezes nem sabia como tinha conseguido passar em certas matérias. Principalmente em Poções!
-Você não dá aulas de Poções, dá? – sobrancelhas erguidas.
-Não! Mas Snape sempre me odiou. Sempre disse o aluno medíocre que fui!
-Harry, você se formou e entrou para Estudos para ser Auror. Faltava apenas um ano para se formar. Você derrotou Voldemort! Quer maior poder das Trevas que ele?! E você não só se defendeu, desde que tinha um ano de vida, quando nem sabia o que estava fazendo. Mas também aos 11 anos, quando começou a aprender, e até os 20 quando finalmente o detonou! Você acha que isso é pouco motivo? Então te dou mais um. AD. A Armada de Dumbledore. Só foi possível, por sua causa. Você nos ensinou. Nos orientou, nos educou! Estamos vivos, graças ás aulas que tivemos com você. E isso quando estava só no quinto ano!!! Imagine o que não faria pelos alunos, hoje!!! – orgulhosa.
Harry estava constrangido. Não estava acostumado a ver as coisas assim. Nem ouvir isso da Gina.
-E o Severus foi pessoalmente, porque ele era um dos que se preocupava com sua segurança. Sua vida. Não permitiu que nenhum de nós fosse. Ele se preocupa Harry. – havia uma nota de tristeza que Harry não entendeu.
-Ah, tá! – descrente. – Bom, próximo tópico. Lúcius! Como pode, um homem tão mal, que nunca se importou com ninguém, que odiava você, eu, nossas famílias, como foi enfrentar Voldemort?
-Harry, está sendo injusto! – decepcionada. – Já contei o que houve. Ela não gostava de nós. Tem razão. Mas não era um mau pai. Era atormentado pelo Voldemort! Já te disse que para nos salvar, ele enfrentou o maldito! E quase morreu por isso! E nós o perdemos por 4 anos. Espero que deixe seu preconceito de lado. O homem nem está mais lúcido! – indignada.
-Ok! Ok! Próximo ponto! – quase se arrependeu de ter iniciado a conversa. – E quanto a Linda? Você sabe quem ou o quê ela é?
-Sim. É vampira. E daí? – calma.
-Gina, Snape não gosta de lobisomens, gigantes e vampiros! O que ela faz aqui? Não! Não responda!
Ela ia iniciar o protesto, mas ele interrompeu.
-E o que não sabe ainda, é o que Lino me disse.
E contou a ela. Finalmente a ruivinha parecia confusa.
-Você está me dizendo, que Severus e Linda estão juntos, recebendo ordens de alguém? – pausadamente.
-Exatamente! Basta saber quem!!! E por quê!!! – se levantou andando de um lado para o outro.
-Harry, sossegue! Não sei, mas acho difícil entender. Severus está do nosso lado! Sempre esteve! – insistiu.
-Eu sei! Quer dizer, acho que sei!
-Harry, vamos fazer o seguinte, vamos observar melhor os dois. Linda e Severus. Vamos ver o que estão de fato escondendo. Ok?
-Combinado! Mas como vou falar com você de novo? Sem o chicle-de-bola-Malfoy?
-Harry Potter! - avisou. – Não precisamos de reuniões secretas! Eu confio no Draco! – Deu pra perceber? – irônica, mostrando a aliança de noivado. – Na próxima conversa, ele estará presente!
-Gina! – indignado.
-Harry Potter! Não há discussão quanto a isso. Aliás, vou sair daqui e dizer que o encontrei na volta e que me disse essas coisas.
-Gina!!!
-Bem, se é só isso, tenho que preparar minhas aulas! – formal.
-Ok! Entendo! – carrancudo. – Pode ir!
-Harry, vai dar tudo certo! – sorriu.
E ele não se impediu de sorrir também. Quando Gina foi embora, pensou em tudo que ela dissera e decidiu descobrir por si mesmo, algo sobre Linda. Foi à biblioteca.
-Olá, Linda!
-Ora, se não é o mais novo galanteador de Hogwarts! – zombou.
-Não posso negar o que não conheço! – fingiu inocência.
-Ponto para você! – ela sorriu.
-Em que posso ajudá-lo? – profissional.
-Bem, estou totalmente despreparado. As aulas começam em menos de um mês. E eu não tenho o programa de DCAT. Preciso de sua vasta sabedoria. Me indique o melhor livro texto para seguir.
-Bem, acho que o que vocês tinham era muito bom. "Teoria da Magia", Adalberto Wapficrg. E "Ascensão e Queda das Artes das Trevas".
-É, pode ser... – desatento.
-Bem, Potter, pode fazer um apanhado de o que acha mais importante.
-Mas assim é arriscado não agradar o Ministério. Mesmo que seja Arthur Weasley. Não devo arriscar.
-Potter, Arthur Weasley não é mais Ministro! – pesarosa.
-Não? Mas ele foi o melhor Ministro de todos os tempos! Desde que Fulge deixou o cargo.
-Potter! Arthur Weasley está morto! – informou.
-O quê?? Mas ele sobreviveu à Guerra! Eu sei! Eu vi! Eu estava lá! – desespero.
-Ele morreu ano passado. Ele foi procurá-lo no mundo trouxa. Logo que fugiu. Disse que era um filho que não ia perder!
A expressão dela era de puro pesar.
-O que está dizendo?? – não podia crer.
-Ele foi procurar você, Harry, e sofreu um assalto. Um trouxa atirou nele várias vezes. Principalmente depois que ele sacou a varinha. Quando o achamos estava quase morto. O levamos ao St. Mungus. Ficou quase 3 anos em coma. E então morreu. Algo o fez desistir. Algo no qual se agarrava e o mantinha vivo, deixou de existir. Então simplesmente se foi. Sr. Lino Jordam cuidava dele no hospital.
-Quer dizer que... mais uma vez é minha culpa? Se lembrou de bicho-papão da Sra Weasley. – Minha... culpa?
-Não Potter! – ela deu a volta no balcão e ficou ao lado dele.
Harry pendeu escorregando ali. E desceu até o chão. Desolado. Tudo voltando. A dor. A culpa. A decepção.
-Não! Não vai fazer isso! – zangou-se.
Ele a fitava perdido.
-Harry Potter! Não é sua culpa! Poderia ter acontecido com qualquer um. Ele foi sozinho, numa região que não conhecia. E pelo que parece deve ter subestimado o perigo. Não foi sua culpa! – afirmou.
-Ele foi me buscar... – olhos brilhando tristemente.
-Assim como Severus Snape foi também. – tocou o rosto dele suavemente.
-Então também seria minha culpa se...
Ela o interrompeu com um beijo longo. Ele a princípio não reagiu. Parecia não sentir nada. Mas aos poucos, começou a corresponder. Enquanto as mãos dela puxavam ainda mais sua nuca. Quando ele a enlaçou e a pressionou, ela se sentiu satisfeita. E as afastou aos poucos. Encararam-se por alguns longos segundos.
-Alguém já deveria ter usado esse método comigo, antes. – falou fraco.
-Você é mais poderoso que pensa, Harry. Nem todos podem fazer o mesmo que você. Nenhum outro teria suportado ou superado as batalhas por que passou. E isso, causa inveja, admiração, rancor, amor! Cuidado!
Ela terminou de falar e se levantou indo para trás do balcão mais uma vez.
-Acho que os livros que indiquei são suficientes para este ano. Precisa de mais alguma coisa Prof. Potter? – profissional, com um leve sorriso.
Ele ainda estava abobado com o beijo. Lembrava dos outros que tivera. Cho. Parvati. Gina. Nenhum havia lhe tirado o fôlego. E o chão de seus pés. Viu que Snape entrava naquele momento impedindo-o de perguntar mais sobre o que tinha acontecido.
-Potter, já está preparando as aulas? – olhando do rubor dele para Linda, que estava muito controlada.
-Sim, estou vendo isso. – Agradecia a Merlin por poder usar uma frase completa.
-Orientei a todos os professores que escolham seus livros. Apenas no quinto ano, devido os N.O.M.s, é que existe matéria especifica. Até lá, estão à vontade para usar o livro que achar melhor.
-Já p orientei sobre os livros, Diretor.
-Fico satisfeito, Srta McGriff. Providencie, por favor, a lista dos alunos, que enviarei as corujas hoje.
-Imediatamente, Diretor.
Snape cumprimentou com um aceno e saiu. Harry ainda pensava nos outros acontecimentos. No modo profissional em que os dois se tratavam. No beijo. Na morte do Sr. Weasley.
"Gina! Ela deveria me odiar por isso!"
-Não está pensando naquela bobagem mais uma vez, hein Potter!
-Na verdade não é uma bobagem! – falou baixo. – Como Gina pode me olhar, e não pensar que estive "de alguma maneira envolvido" na morte do pai dela?!
-Provavelmente, é porque a moça tem a cabeça no lugar. E não faz acusações sem sentido! – irritada.
Ele a encarou magoado. Com dor nos olhos verdes.
-Bem, Linda, Agradeço o esforço. E a indicação dos livros. Vou pensar nisso. Com licença! Não quero tomar mais seu tempo!
Ele rolou os olhos para o alto.
-Você está agindo como um adolescente de 13 anos de idade! – ralhou. – Mas não vou forçá-lo a ver as coisas como elas realmente são. Mas já vou dizendo que se quer ser "salvo", precisa se esforçar mais! As pessoas que passaram pelo que passaram na Guerra, não terão paciência para bobagens ou para imaturidades. Não cabe mais isso na vida delas! – séria.
-Com licença! – harry falou devagar e se retirou.
Repetia para si mesmo que ela não entendia. Ninguém entendia. Tudo o que vivera. Tudo o que enfrentara. E ainda carregar no peito a horrível profecia. Não importava o que dissessem. Era dele a responsabilidade. Pelo tempo que Voldemort dominou desde que recuperara um corpo só seu. O enfrentara várias vezes depois disso. Muitas pessoas morreram. Muitas se feriram. Órfãos. Viúvos. Pais e filhos. Não havia um só que não tivesse em sua família, alguma perda para o desgraçado. Se ele tivesse impedido o maldito aos 14 anos, lá na casa dos Riddle. Se tivesse matado Rabicho. Se... se...
Afinal, talvez tivesse sido um erro mesmo. Voltar. Encarar de frente cada demônio. E cada novo fato que virava um novo demônio. Não dava para ficar lá. Tinha que ir embora. Ainda dava tempo de Snape achar outro professor. Ele mesmo poderia dar as aulas de DCAT. Afinal sempre quisera o cargo.
Foi pisando fundo até os seus aposentos. Quando resolveu que ia se despedir de Gina antes. Só esperava que ela o compreendesse.
OF: continua.
