Mu - De quem era a foto...? O.õ

Ane - Num interessa u.u

Mu - -.-

Kiki - Isso lá é jeito de falar c/ o mestre Mu, mocinha? ù.u

Ane - Nha... mas é um segredo... u.u

Mu - Er... Td bem então...

Nala - Eita povo complicado... =P Bom... Depois da nossa dose maciva de magia (eu sei q num é o estilo CDZ, mas achei legal acrescentar algo mais na história... até pq adoro essa coisa de magia nos animes =P) Mas vamos agora p/ mais um capítulo... A lenda da criação de lemúria O.O

Ane - Demais, Demais, Demais!!!!!

Nala - Já q tá empolgada, apresenta, Ane-chan n.n

Ane - Eba!!!!! C/ vcs o próximo capítulo de "Magia e Psicocinésia" Esperamos q gostem da Lenda de Lemúria, ela é demais!!! Comentem!!!!! \o/

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Capítulo 4 – A Lenda Primordial de Lemúria

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No dia seguinte, Shaka se encontrava no salão do Grande Mestre conversando com Athena e Shion. Duas pessoas cobertas por longas capas estavam junto dele, um deles ainda pequeno demais, certamente uma criança.

--- Muito bem, Shaka. Vejo que correu tudo como o planejado.

--- Perfeitamente, Athena.

--- Quero que chamem os três aqui...

--- Já mandei um dos guardas. – disse Shion.

--- Ótimo.

Não tardou muito para que chegassem os três.

--- Que bom que vieram, Mu, Kiki e Ane. Queria lhes apresentar uma pessoa. Venha até aqui. – ela chamou estendendo a mão para o lado.

De trás de um pilar, uma criança correu até a Deusa, e depois olhou para os três. Por algum motivo, ambos quase caíram das pernas ao ver o rosto da criança. Um menino risonho de pintas na testa em lugar de sobrancelhas, sim... Um lemuriano. Porém havia algo de muito diferente que só aqueles três sabiam, algo que estava nas lendas que Shion contou a Mu, que passou para Kiki, que por sua vez contou a Ane poucos tempos atrás...

Dizem as lendas que quando Lemúria se formou, ela foi feita sobre as rochas sagradas de origalco e gamânion, e que o solo era de puro pó de estrelas. O sol era de ouro puro derretido e a lua de prata cintilante, os animais eram criados pelos Deuses, como a terra e as águas eram as lágrimas de felicidade do Deus maior de Lemúria, Amrit (imortal), quando viu a beleza de sua terra.

A primeira linhagem dos homens de Lemúria nasceu dos frutos da figueira sagrada plantada pelas mãos do Deus supremo, com sua própria "semente", e ela, mais tarde, se transformou em uma árvore de ouro que simbolizava o início da vida humana naquela grande e próspera ilha. E dessa linhagem vieram todas as próximas gerações. Amrit, então, não querendo que seus filhos fossem tragados pela ignorância como acontecia em tantos outros lugares do mundo, tomou como esposa a mais bela e sábia das Lemurianas, e com ela teve sua própria linhagem.

Assim como Amrit, toda a sua linhagem tinha uma característica que não existia em nenhum outro lemuriano. Seus cabelos eram mais negros que o ônix, e seus olhos eram prateados cintilantes. Amrit sempre os instruiu para ensinarem não só como serem amáveis e prestativos com o próximo, ou a terem moral e ética, ou a serem honestos e honrados. Eles ensinaram ao povo também os segredos do universo, dos nossos cosmos, dos poderes telepáticos e de cura, os segredos da Alquimia, que as pessoas conhecem mais pelo nome de magia. Os filhos e netos e bisnetos, e toda a linhagem de Amrit eram os guardiões da magia e do povo lemuriano.

Mas quando a catástrofe chegou à Lemúria, as grandes ondas que tudo cobriram, as que foram ditas serem mandadas por Poseidon, mesmo que Amrit e sua linhagem lutassem com todas as forças, não foram capazes de proteger seu reino. Eles puderam apenas se sacrificar para salvar o máximo possível de pessoas, que não foram muitas, e que se espalharam pelo mundo.

Amrit, sem forças, teve de voltar aos confins do universo, e dizem que ele ainda está lá, recuperando forças para voltar e resgatar os sobreviventes de seu amado povo. Dizem que um único descendente do Deus ainda bebê, foi salvo com o sacrifício de sua mãe e se perdeu dos outros, mas que ele esteve em algum lugar do mundo. Alguns acreditam que seus descendentes ainda estejam em algum lugar, vivendo, mas apenas um verdadeiro lemuriano que conheça as lendas no início de sua terra poderá reconhecê-lo.

Eles ainda olhavam incrédulos para aquilo, certamente nem mesmo o menino sabia sobre essa lenda, e tampouco sabia de quem ele descendia. Sim, seus longos e lisos cabelos eram de um negro jamais visto, com um brilho único, e seus olhos cintilavam num prateado ímpar. Ele sorriu e se apresentou.

--- Olá! Eu sou Ajith, venho da ilha de Avalon.

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Continua...