Título: UM CONTO SOBRE ESPERANÇA

Autora: Reggie_Jolie

Casando: Legolas/ Deirdre

Censura: R

Gênero: Drama/Romance

Beta: Sem betagem. Apenas revisão básica.

AVISOS: sexo e violência

Disclaimer: Nenhum dos personagens me pertence. Todos vieram da mente brilhante de J.R.R TOLKIEN e, bem, essa história é uma forma de homenagear esse autor de histórias tão fascinantes e intrigantes. Apesar disso, os personagens originais – Deirdre, Bard, Elina, Onodher e outros - são meus e não podem ser utilizados sem minha autorização.

Linha temporal: Começa no ano 2992 da Terceira Era, antes da guerra pelo Anel de Poder se alastrar por toda a Terra Média e termina no ano de 1541 da Quarta Era. Seguindo, principalmente, o universo dos livros (O Senhor dos Anéis - trilogia completa - O Hobbit e Contos Inacabados).

Sumário: Elfos, Homens, amor, amizades, batalhas vencidas e perdidas. Uma história de amor, pura e simplesmente.

Palavras em itálico: élfico, Sindarin ou Quenya. Haverá um pequeno glossário para as referidas palavras no final do capítulo.

Cap 04. O REI DOS ROHIRRIM, O MAGO E A DAMA DE BRANCO.

GANDALF

02 DE MARÇO

Gandalf falava com Scadufax, e o cavalo partiu num passo veloz, mas que os outros ainda podiam acompanhar. Depois de um tempo voltou-se de repente, e escolhendo um lugar onde as margens eram mais baixas entrou no rio, e então foi para o sul, passando por uma região plana, aberta e ampla.

Era a primeira vez que Gmili o filho de Glóin via as planícies de Rohan, onde o vento passava como em ondas no mar.

"Scadufax está fazendo o caminho mais rápido até o palácio de Théoden, sob as encostas das Montanhas Brancas_ disse Gandalf_Assim será mais rápido. O solo é mais firme no Estemente, onde fica a trilha principal que vai para o Norte, através do rio, mas Scadufax sabe o caminho através de cada charco e concavidade."

Por horas eles cavalgavam. A relva para espanto de Gmili era muito alta. Legolas por sua vez estava atento ao lugar, tentando encontrar ali algum lugar indicado pelas lembranças de Deirdre.

Passaram por poças d'água, pântanos úmidos mas Scadufax sempre parecia saber como evitar as armadilhas do caminho.

"Ali fica o desfiladeiro de Rohan"_ disse Gandalf_ "Agora está quase a oeste de onde estamos. Ali fica Isengard."

"Vejo uma grande fumaça_disse Legolas_ Que pode ser aquilo?"

Continuaram por dias. Gandalf liderando a cavalgada. Ele só parava quando já era quase noite. Gmili em geral era o primeiro a dormir. Mas Gandalf sempre estava acordado quando o sol começava a lançar seus primeiros raios sobre a terra. As noites em Rohan eram frias.

No último dia de cavalgada os raios vermelhos de luz, saltavam sobre as Emyn Muil. O amanhecer chegava brilhante. Scadufax parou e relinchou contente, como se tivesse cumprido o seu objetivo e Gandalf disse:

"Olhem! Fale Legolas! Conte-nos o que você está vendo à nossa frente!"

"Vejo um rio branco que desce da neve. No ponto onde ele sai da sombra do vale, uma colina verde se ergue sobre o leste. Há um fosse, uma muralha e uma cerca-viva de espinhos a contornam. Lá dentro telhados de casas; e no meio sobre uma plataforma verde, ergue-se imponente uma grande casa de homens. Com um teto de ouro."

"Sim. Tudo isso está correto." afirmou Gandalf.

"Aquela é Edoras, e o palácio dourado de Meduseld." afirmou Legolas

"Correto outra vez. Ali mora Théoden, o rei de Rohan. Cuja mente está dominada." Disse Gandalf. "O domínio de Saruman sobre o rei agora é muito forte. Vamos até lá."

Gandalf incitou a Scadufax e Hasufel e Arod o seguiram.

Era um dia claro e brilhante. Os pássaros cantavam. Campina verdejantes. Salgueiros nas margens do Entágua. Foi então que Gandalf chamou a atenção dos cavaleiros outra vez.

"Olhem! Como são belos os olhos claros em meio a relva. São chamadas de Sempre em mente, simbelmyne, pois elas florescem em todas as estações do ano, e crescem onde os mortos descansam. Olhem! Chegamos aos grandes túmulos onde dormem os antepassados de Théoden."

"Quinhentas vezes as folhas vermelhas caíram na Floresta das Trevas, o meu lar, desde a construção do palácio dourado_ disse Legolas_ e temos a impressão de faz pouco tempo."

"Mas para os cavaleiros de Rohan parece tanto tempo_ disse Aragorn_ que a construção dessa casa é apenas uma lembrança nas canções, e os anos precedentes estão perdidos nas névoas do tempo. Agora chamam esta terra de sua casa, seu lugar, e sua fala se diferencia de sua parente no norte."

Eles passaram pelos montículos silenciosos. Seguindo a trilha tortuosa que subia as encostas verdes das colinas, chegaram finalmente às amplas muralhas varridas pelo vento, e aos portões de Edoras.

"Parem forasteiros." Eles foram abordados por soldados em malhas reluzentes, que bloqueavam a passagem com lanças.

"Entendo bem o que dizem_ respondeu Gandalf_ apesar disso, poucos forasteiros entendem. Por que não falam na Língua Geral, como é de costume do oeste, se querem respostas as suas perguntas?"

É a vontade de Théonden que ninguém penetre seus portões exceto aqueles que conheçem nossa língua e são nossos amigos_ respondeu Ciliann

Os soldados olhavam desconfiados aquele grupo. E então o chamado Ciliannn continuou.

"Ninguém é bem-vindos aqui, em tempo de guerra, a não ser nosso próprio povo, e aqueles que vem de Mundburg, na Terra de Gondor. Quem são vocês, que chegam sem avisar através da planície, vestidos de forma tão estranha, montando cavalos parecidos com os nossos?"

"Não somos aparições_ disse Aragorn _ nem seus olhos o enganam, pois realmente estão são seus próprios cavalos, como você bem sabia antes de perguntar. Mas é raro que um ladrão volte para o estábulo. Aqui estão Hasufel e Aros, que Éomer, Terceiro Marechal da Terra dos Cavaleiros, nos emprestou. Trazemos os animais de volta, como prometemos a ele. Então Éomer não retornou, nem anunciou nossa vinda?"

O soldado deixou-os no portão, segundo ordens do conselheiro do rei, Gríma, chamado língua de Cobra. Algum tempo depois os cavaleiros tiveram permissão para entrar no palácio de Theoden.

MIRKWOOD

THRANDUIL

O rei os aguardava em seu salão. Ele estava sentado no trono. Ao ver seu amigo Thargon trazer consigo os fugitivos Thranduil sentiu uma certa alegria.

Aran. Tagie...principiou o conselheiro. Mas Thranduil não o deixou concluir.

Hannon Le Thargon.

Com isso o conselheiro viu-se obrigado a afastar-se deixando Deirdre e Amord frente a frente com o rei.

Aran. Deirdre saudou-o. Amord fez o mesmo.

Thranduil desceu do trono e aproximou-se em silêncio da dupla. Ele aproximou-se de Deirdre. Os olhos azuis faiscaram. Os traços de seu rosto suavizaram-se num sorriso ou imitação de um.

Mae Govannem Ield-nin.

Thranduil olhou para Amord.

Você está dispensado no momento. Mas não pode sair do reino. Eu ainda irei falar com você.

Thranduil voltou-se para Deirdre e falou baixo o suficiente para que só ela ouvisse.

Aphada, Ield-nin.

Ela seguiu o rei. Thranduil andava rápido. Ao olhar para o lado, Deirdre percebeu guardas atrás deles dois.

Esses guardas. Essa proteção é realmente necessária Aran?

Kella erebe. Disse Thranduil. Os guardas estacaram em meio ao corredor.

O salão de estudos privativos do rei. Sim. Ela já estivera ali mais de uma vez. O lugar não lhe era desconhecido.

San Hame ield-nin.Disse Thranduil indicando uma cadeira.

Seu lar é Mirkwood. Então diga-me ield-nin, porque você saiu do reino em avisar?

Eu recebi uma carta de Legolas. Ela continha um enigma.

E você resolveu que era aceitável fugir na calada da noite, como uma criminosa, para fazer exatamente o que?

Eu fui até Imladris para obter a resposta desse enigma.

E você conseguiu? Indagou o rei.

Aye.

Parabéns minha cara. Mas isso não muda a minha opinião sobre o que você fez.

Você é uma prisioneira querida. Pura e simplesmente. Até que eu me convença de que fez tudo isso em beneficio do reino.

E porque eu sou uma prisioneira?

Porque fez a escolha errada. Disse Thranduil.

Devo ocupar que cela Aran? Posso ocupar a mesma do Gollum. Ela pelo menos foi limpa recentemente.

Não. Você não irá ocupar nenhuma cela. Irá continuar em seus aposentos.

Todas as suas necessidades serão atendidas. Mas não poderá partir. Você não receberá nenhuma correpondencia. Nenhuma visita a não ser que eu autorize.

Dínen ield-ní Thranduil ao ver que Deirdre pretendia argumentar com ele.

Dauges. Sane tarien an haust.

EOWYN

"Meu senhor, seu filho..." principiou Eowyn. O rei parecia não ouvi-la. Ela acariciava as mãos do rei em silêncio. As mãos que se mostravam muito envelhecidas a cada dia que passava, as unhas grandes e pontiagudas, tão diferente das mãos do tio quando ele era um guerreiro.

"Tio? Não irá até ele? Não fará nada?" Insistiu Eowyn.

O rei Théoden apenas seguiu a sobrinha com o olhar mas nada disse ou fez.

Eowyn deixou o rei em seu trono e dirigiu-se ao quarto do primo. Theodred estava morrendo a cada dia. Ela ajoelhou-se ao lado do leito do primo e chorou.

Chorou por ele, o futuro rei que agora morria. Chorou pelo rei, seu tio, inerte e quase morto no salão e por último chorou por si mesma.

Ainda estava ajoelhada ao lado do primo quando ouviu a voz.

"Ele deve ter morrido durante a noite." Disse Gríma. Ainda na porta.

"Que tragédia para o rei..." ele entrou no aposento. "Perder seu único filho e herdeiro."

Eowyn ergueu o rosto. Gríma sentou-se no leito de Theodred.

"Eu entendo que é difícil aceitar a morte dele." continuou o conselheiro do rei Théoden.

"Principalmente agora que seu irmão a abandonou." Gríma pôs a mão no ombro de Eowyn.

"Deixe-me sozinha, cobra!" Exclamou Eowyn. Erguendo-se subitamente e afastando-se de Gríma.

"Mas você está sozinha." Gríma enfatizou.

"Quem sabe o que você disse para as trevas na amarga vigília da noite. Quando toda a sua vida parece estar se comprimindo. As paredes do seu quarto sufocando você. Uma gaiola prendendo uma coisinha selvagem."

Eowyn saiu correndo do quarto. Ela precisava de ar. Ela só parou no terraço principal. Ao chegar lá o vento tão comum em Rohan se fez presente e com força, arrancando uma flâmula.

GMILI

O lugar inteiro era como um cemitério. Seguíamos Gandalf. Mas as pessoas pelas quais passávamos pareciam mortas. Mortas vivas o que era pior. O único som era o de um riacho que parecia tagarelar, ao invés das pessoas ali reunidas.

De onde estávamos vimos outros soldados sentados, espadas depositadas nos joelhos. Estavam em guarda. Uma guarda relaxada evidente. Mas ainda assim de guarda.

Subimos as escadas e nos deparamos com os sentinelas que se mantiveram em silêncio. Somente quando Gandalf pisou no terraço eles pareceram adquirir vida.

"Saudações viajante que vem de longe."

"Sou a sentinela de Théoden. Chamo-me Háma. Aqui preciso dizer que deixem as armas do lado de fora."

A contra-gosto mas seguindo uma indicação de Gandalf, entregamos todas as nossas armas. Tive certa vontade de rir, quando Háma insistiu em que Gandalf deixasse o cajado na porta.

"Seu cajado_ disse ele a Gandalf. _ "Desculpe-me, mas ele também deve ser deixado na entrada."

Então aconteceu uma verdadeira mutação. Subitamente Gandalf envelheceu.

"Tolice!" Disse Gandalf. "Prudência é uma coiasa, descortesia é outra. Sou velho. Se não puder me apoiar em meu cajado para ir até lá, então ficarei aqui fora, até que seja do agrado do próprio Théoden vir mancando aqui, para falar comigo."

Gandalf aceitou o braço que Legolas lhe ofereceu como apoio e com o cajado na outra mão entramos todos no salão de Theoden.

Entramos no salão do palácio dourado de Meduseld.

Havia quatro guardas vestidos em armaduras na porta. Háma fez uma saudação ao rei e afastou-se.

No trono estava Théoden, e a seu lado Gríma, o conselheiro do rei.

"Meu senhor, Gandalf o cinzento, vem vindo." Disse Grima.

As portas se fecharam com estrondo. Gandalf ainda apoiado no braço de Legolas, tomou a frente.

A medida que andavamos no corredor central notamos que um grupo de homens, de cabelos compridos, mas sem armadura completa nos acompanhava na lateral.

"Ele é um arauto das más noticias," disse Gríma ao rei.

"A cortesia de seu palácio diminuiu, Rei Théoden." Disse Gandalf.

Passamos por altas colunas encimadas por cabeças de cavalos. Tapeçarias verde e branca nas paredes diretamente atrás do trono. Contornamos uma lareira no meio do salão, aquela hora apagada. Havia um grande caldeirão lá, sustentado por grandes correntes.

"Porque eu deveria lhe dar boas vindas, Gandalf Corvo da Tempestade." disse o rei Théoden. Grima a seu lado cumprimentou o rei.

"Hora tardia que esse feiticeiro escolhe para aparecer" disse Grima."Vou chamá-lo de más noticias." Gríma saiu da cadeira e aproximou-se de Gandalf. "E más notícias não são bem-vindas".

"Silêncio. Mantenha sua língua bifurcada atrás dos dentes." Afirmou Gandalf. E era possível ouvir a autoridade em sua voz. "Não passei pelo fogo e pela morte para trocar palavras distorcidas com um verme estúpido."

Então Gandalf revelou o cajado. E Gríma recuou. O medo visível em sua face.

"O cajado" disse Gríma. "Falei para você pegar o cajado do mago." Ele disse para Háma. Mas não foi Háma ou os guardas subordinados a ele, que vieram em socorro a Gríma.

Aragorn e Legolas combatiam os soldados. Háma evitou que um outro soldado sacasse da espada. Enquanto Gandalf avançava.

"Théoden filho de Thengel por tempo demais ficou sentado nas sombras."

"Se eu fosse você ficaria onde está." disse Gmili com o pé sobre Gríma.

"Ouça-me." insistiu Gandalf. O rei olhava para o lado.

O salão começou a ficar cheio. Os homens de Gríma e o próprio Grima jaziam no chão.

"Eu o liberto do feitiço." Disse Gandalf.

Então ouviu-se uma risada sinistra vinda do rei.

Uma risada que escarnecia de Gandalf.

"Você não tem poder aqui Gandalf, o cinzento."

Gríma tentou levantar-se mas Gmili o conteve.

E então aconteceu. Gandalf retirou a capa cinzenta revelando a roupa branca e o branco de bondade, força, pureza e integridade que ele agora representava. Tudo o que Saruman deveria ter sido e nunca fora.

O Som de um trovão ecoou distante. O salão ficou repentinamente escuro. A única luz parecia provir de Gandalf, o Branco.

"Vou arrancar você Saruman, como se arranca o veneno de uma ferida." afirmou Gandalf.

O rei se contorcia no trono.

Vinda da lateral, apareceu uma mulher vestida de branco e quando ela viu Gandalf, correu ao encontro do rei, mas foi segura por Aragorn. Ela tinha um belo rostos, cabelos longos como um rio de ouro. Havia ansiedade em seus olhos enquanto ela assitia a tudo segura por Aragorn. Aquela era a primeira vez, que víamos Eowyn de Rohan.

"Se eu for Théoden morre." Disse Saruman.

"Você não me matou. Você não o matará." Desafiou Gandalf.

"Rohan é minha." Disse Saruman. Então começou uma batalha de forças e vontades. Que pareceu durar uma eternidade.

"Vá embora." Ordenou Gandalf.

A jovem soltou-se dos braços de Aragorn bem a tempo de amparar o rei que caía do trono. Gandalf respirava aliviado. Sua missão, pelo menos essa parte, fora cumprida.

Então o feitiço de Saruman cessou por completo. O rei remoçava na frente dos seus súditos. Seus olhos adquiriam vida e brilho.

"Gandalf?!" Abismou-se Théoden ao ver o mago a sua frente.

"Respire o ar livre outra vez meu amigo!" Disse Gandalf.

Théoden ergueu-se com certa dificuldade e todos na sala reverenciaram-no.

"Escuros tem sido meus sonhos ultimamente." disse Théoden.

"Seus dedos se lembrariam melhor da velha força, se eles segurassem sua espada." disse Gandalf.

Então Háma aproximou-se do rei trazendo a espada do rei.

Gríma tentou soltar-se outra vez, mas Gmili mantinha-o seguro. Ele agora tremia. Théoden olhou-o e ordenou que o ex-conselheiro fosse jogado para fora do palácio.

"Abram!" Afirmou Gandalf. "O senhor da terra dos cavaleiros se aproxima."

As portas se abriram e um ar fresco entrou, como um assobio. O rei seguia entre Gandalf e Eowyn.

"Mande que seus guardas desçam, a escada. E você senhora, deixe-o um pouco comigo. Tomarei conta dele." disse Gandalf.

A jovem olhou de Gandalf para o tio.

"Vá, Eowyn, filha de minha irmã!" disse Theoden "O tempo do medo acabou."

"Agora, senhor_disse Gandalf. Contemple sua terra! Respire o ar livre outra vez!"

"Westu Theoden hál!"[Salve o rei Theoden.]

Todas as pessoas que se reuniram no pátio, ajoelharam-se perante o rei. Aragorn ajoelhou-se diante de Theoden. A única pessoa que não se ajoelhou foi Gandalf.

Gríma por sua vez, pegou um cavalo e saiu a galope de Edoras.

Theoden voltou-se na escadaria que levava ao palácio e sentiu falta de uma pessoa.

"Onde está Theodred?" indagou o rei.

A SER CONTINUADO...

GLOSSÁRIO

Aphada-siga-me.

Aran-rei

Dauges-soldados

Ield-nín-minha filha

kella ereb-deixe-nos a sós.

Haust-quarto de dormir.

Hannon-le Obrigado

Mae Govannem-seja bem vindo(a)

Mellon-amin- meu amigo

Tagie-trago