Título: Bad Day, Good Night
Autoras: Tati Cullen Hopkins e Nina Rickman
Beta Reader: Dany Fabra
Personagens: Severus Snape/Marlene McKinnon
Rated: M – Cenas de Sexo (NC)
Quando: Quinto Ano, NOMs (1976) – Época dos Marotos.
Disclaimer: Severus Snape, Marlene McKinnon e cia são personagens de JKR.
Não vamos ganhar nenhum dinheiro com isso, essas humildes irmãs autoras de fic só querem reviews!
"REVIEWS, ASSIM COMO SEVERUS, FAZEM MILAGRES!"
Avisos: Como citado acima, os personagens são de JKR, mas a fanfic Bad Day, Good Night, sua temática, seu enredo, e tudo mais que a compreende, é de autoria única e exclusivamente nossa. Portanto, qualquer cópia – integral ou parcial –, adaptação, tradução, postagem ou afins sem a nossa autorização será denunciado sem piedade. Agradecemos pela atenção.
Agradecimentos: Às nossas queridas leitoras (e leitor!) que revisaram o Capítulo 3 e nos presentearam com suas reviews: Menina Maru, Coraline D. Snape, Gisele Weasley Potter, Olg'Austen e Ana Beatriz Scalercio.
Resumo do Capítulo: Se o dia foi ruim, a noite não precisa ser...
– CAPÍTULO QUATRO –
BAD DAY, GOOD NIGHT
Severus beijou Marlene novamente, e então finalmente ele saiu de dentro dela. Ele a puxou para si num abraço protetor, fazendo-a deitar-se em seu peito. Ela sorriu enquanto as mãos dele deslizavam por suas costas nuas e depois se enlaçavam em sua cintura, prendendo-a junto de seu corpo.
E Marlene sentiu os olhos se encherem de lágrimas, conforme lhe atingia a sensação de tudo que tinham experimentando e compartilhado até ali. Ela estava tão feliz, mais feliz do que nunca e chegou a sentir soluços secos se formarem em sua garganta.
– Eu não estou chorando... – ela tentou explicar, mas sua voz saiu baixa. – Quero dizer... Não é bem um choro... É de felicidade...
Ela gaguejou e não conseguiu mais falar, apenas ouviu a voz de Severus bem próxima de seu ouvido.
– Eu sei – ele disse num sussurro e numa reação involuntária ela sentiu o corpo todo se arrepiar.
Marlene sorriu e soluçou ao mesmo tempo, enquanto tentava se acalmar. Severus a abraçou com força, até que ela relaxasse, sentindo aquela atmosfera deliciosa de amor e prazer entre eles. E intimamente lamentava que não pudessem ficar assim para sempre.
Estando mais calma, Marlene se ergueu, levantando os olhos para Severus e mordeu o lábio inferior. Ele reparou que os olhos castanhos dela não tinham mais lágrimas; agora estavam curiosos e presos nele.
– O que foi? – ele não conseguiu evitar a pergunta.
– Eu estou curiosa, morrendo de vontade de te perguntar uma coisa – admitiu Marlene –, mas ao mesmo tempo, estou morrendo de vergonha...
– Depois do que houve aqui – Severus disse, afastando-lhe os fios castanhos de seu rosto –, você tem o direito de me perguntar o que quiser.
– Tá bom... – ela suspirou sem jeito e mordeu os lábios outra vez. – Eu queria que você me contasse... como foi a sua primeira vez...
Se ela não tivesse perguntado, provavelmente Severus nunca diria. Aquilo era uma verdade profunda nele, impossível de negar, mas ainda assim, ele sentiu que devia a Marlene uma confissão em voz alta. Ele respirou fundo antes de começar a falar.
– Foi um dia ruim, muito ruim... – ele disse, e ela ouvia atenta cada palavra. – E quando eu pensei que tudo estava perdido, que a noite também seria, ela apareceu e mudou tudo... Disse que me amava e me proporcionou uma boa noite, a melhor noite da minha vida...
A surpresa passou rapidamente pelo rosto de Marlene.
– Ah... "A melhor noite da sua vida..." – ela repetiu com desdém, e ficou séria de repente. – Você não devia ter me dito isso! Agora eu não vou descansar enquanto não descobrir quem é essa safada ordinária!
– Ela não é ordinária – ele disse calmamente, o que a fez se irritar mais ainda.
– Então você a defende, é? – ela perguntou, e estava realmente nervosa. – Mais um motivo pra mandar um Crucio no meio da cara dessa fulana assim que eu a encontrar!
Severus emitiu um riso baixo, que não passou despercebido à fúria de Marlene.
– Você está rindo? – ela indagou brava. – Vai, me diz logo quem é, antes que eu perca a minha paciência com você também! – e lhe apontou o dedo em riste.
Ele a encarou sério, como se fosse fazer uma grande revelação.
– Bem – começou ele –, devo lhe dizer então que a melhor noite da minha vida foi hoje e que a pessoa maravilhosa que a proporcionou se encontra na minha frente, mais precisamente me apontando um dedo em riste...
Marlene piscou repetidamente, como se não acreditasse.
– O quê? – ela tentou perguntar, atropelando-se nas palavras. – Sev... Não! Não... Como assim?
– Assim, Lene – ele disse com tranquilidade. – Antes de você, ninguém.
Ao ouvir aquilo e compreender que, da mesma forma que Severus era único para ela, ela também era única para ele, Marlene levantou o rosto para ele e sorriu, o maior sorriso que ela era capaz de mostrar. Ela ergueu o corpo de leve até que pudesse alcançar seu rosto e lhe distribuiu beijos suaves, nos lábios e em todo o rosto dele. Sua felicidade era tanta que chegava a ser difícil pensar em alguma coisa para falar, mas ela adquiriu um tom divertido para poder dizer:
– Bom, agora que eu sei que lhe proporcionei a primeira, quero ser responsável pela segunda, pela terceira, pela quarta, pela quinta – Marlene disse, pontuando cada palavra com um beijo leve –, e hum... até a milésima!
– Apenas isso? Eu esperava mais de você... – Severus respondeu em tom jocoso e ela riu alto.
Marlene então o beijou de novo, agora um beijo mais profundo e necessitado do que os anteriores. Eles continuaram se beijando, ambos percebendo como o clima ia mudando novamente para a mesma explosão de luxúria de antes. Ela se reposicionou em cima de Severus, não apenas deitada sobre ele agora, mas apoiada nele enquanto suas pernas passaram ao seu redor, os joelhos no colchão ao lado dos quadris dele e levantou um pouco as costas. Eles ainda se beijavam com fervor, enquanto ela usava as mãos para sentir cada músculo rijo do peito dele com suavidade.
Marlene sentiu as mãos dele em volta de seu corpo, lhe acariciando de uma forma muito gentil, e o membro de Severus pulsando contra sua coxa. E ela o queria de novo, queria Severus dentro dela, queria sentir todas aquelas explosões de novo, aquele sentimento de estar voando enquanto, na verdade, estava presa junto dele.
Ela parou de beijá-lo e encarou os olhos negros dele, querendo dizer tudo isso. Ela queria dizer a Severus que estava se sentindo pegar fogo, um fogo delicioso que não machucava, mas ardia e a fazia ofegar. Marlene queria mostrar que ela queria ter o controle dessa vez – como ele teve na sua primeira vez –, que ela queria determinar o ritmo, que ela queria fazê-lo gritar de novo.
Mas ela não teve que pronunciar nem uma palavra. Era como se Severus pudesse ler os seus pensamentos, todas as suas vontades, e tudo mais que ela pudesse pensar em sentir, apenas olhando em seus olhos.
Eles se encararam por menos de um segundo e Severus apenas deu um meio sorriso para Marlene. Ele se ergueu e a envolveu completamente entre os braços e então se reclinou para trás, segurando-a pela nuca, fazendo-a se acomodar em seu colo, ajudando-a e firmando as mãos em sua cintura. Ela sorriu de volta para Severus, um sorriso malicioso e travesso que ele adorou, e desceu a sua mão com pressa para agarrar seu membro e guiá-lo até dentro dela.
Agora Marlene não tinha mais reservas, não tinha mais medo. Não que tivesse medo antes, mas agora ela sabia exatamente o que estava fazendo e o quão bem ia se sentir por aquele ato maravilhoso. E o mais importante, ela sabia muito bem como era incrível sentir aquela parte específica do corpo de Severus pulsando dentro dela.
Marlene sorriu mais ao sentir as mãos de Severus se apertarem contra sua pele e o membro dele pulsar dolorosamente dentro de si. Ela o viu revirar os olhos, seus lábios tremendo, enquanto as mãos dele forçavam os quadris dela, instigando-lhe a cavalgá-lo em meio a carícias e beijos. Os lábios e mãos dele percorriam lascivamente o corpo que se arqueava e se movia sensualmente sobre si num ritmo frenético e agitado; o desespero dela por mais era o que determinava a velocidade deles.
A luxúria os levava cada vez mais longe da consciência, ambos perdidos um no outro. Num ímpeto, Marlene não conseguiu evitar e abaixou o rosto para Severus e o beijou, enquanto sentia os dedos longos dele percorrendo com suavidade os seus seios que tremeluziam sob a meia-luz. Tão logo, os lábios dele também se juntaram àquela doce tortura e um longo gemido escapou dos lábios dela, fazendo-a arquear o corpo ainda mais, agarrando-se aos seus cabelos.
Eles gemiam palavras desconexas e Marlene tentava se manter consciente a cada segundo de prazer que Severus lhe proporcionava, mas de novo, aquela explosão de sensações começou a lhe dominar. Sua respiração estava acelerada, todos os músculos de seu corpo se contraíam juntos e uma onda quente de prazer começou a emanar do seu ventre, se expandindo pelo resto de seu corpo com violência. Outras ondas se seguiram, cada vez mais fortes e intensas do que a primeira, e Marlene viu a sua consciência sumir enquanto gritava o nome dele. Ela não podia sentir mais nada além de prazer e saiu de si por uns instantes, extasiada, no mesmo instante que Severus chegou ao limite do seu prazer derramando-se dentro dela num gemido rouco. Ele ainda sentia o corpo todo vibrar e então seus lábios mais uma vez encontraram os dela num beijo sôfrego.
Ela sorriu quando Severus a puxou para si fazendo-a descansar sobre o seu peito e repousou um beijo suave sobre seus cabelos. As mãos dele lhe acariciaram as costas numa carícia singela e delicada. Marlene aproximou mais o rosto do dele e eles trocaram mais um beijo cheio de carinho e cumplicidade, que logo se transformou num beijo apaixonado. Ao final do beijo, Severus afastou seus lábios dos de Marlene e a fitou com intensidade.
O silêncio pairava entre eles, mas os pensamentos eram os mesmos. Ambos estavam extasiados com a felicidade existente e se perguntavam se haveria alguém mais abençoado do que eles naquele momento. Mesmo sem conversar eles concordavam que não, não havia como ser mais feliz do que aquilo que experimentavam agora.
Os minutos passaram lentamente, ambos perdidos em seus próprios pensamentos felizes.
"... Talvez existam outros dias ruins, mas tendo um ao outro, as noites sempre serão boas..."
FIM
SSMMSSMMSSMM
Notas das Autoras
– TATI e NINA –
Oi pessoal! Bom, aqui está o último capítulo! Esperamos sinceramente que gostem dele, tanto quanto nós gostamos de escrever! E bem, talvez tenha ficado diferente do que todo mundo imaginou (os dois virgens! RSRSRSRS) como o meu (Tati) próprio noivo ficou "surpreso", mas é o seguinte: nessa fic Sev e Lene têm 16 anos, e eu particularmente gostei mais assim, espero que vocês também gostem.
O que eu tenho a dizer, mais uma vez, e falando também pela minha irmã, é o seguinte: nós ficamos sempre muito lisonjeadas com fato de muitas pessoas não conhecerem o shipper e mesmo assim terem nos dado esse voto de confiança e o aceitarem tão bem, aceitarem a fic tão bem.
Por isso, eu agradeço primeiramente a Dany Fabra, que betou a fic inteira, e claro, a todos que acompanharam essa história desde o início! Obrigado a todos vocês que leram, que gostaram, que comentaram (ou não), que alertaram, que favoritaram!
Muito obrigado mesmo!
Bem, acho que já fiz o momento de agradecimentos lá em cima, mas nosso último pedido enquanto autoras de BD,GN é que vocês comentem o último capítulo! E claro, nós ficaríamos ainda mais felizes se o pessoal que tem a fic nos alertas e nos favoritos – os que nunca ou raramente comentaram – também nos deixassem esse feedback!
Beijos a todos os que leram e milhões de agradecimentos a todos que vão clicar no balãozinho para comentar!
E bem, como poderia me esquecer? Nos vemos em "Muito Bem Acompanhada", "If Only" e "The Heart Never Lies"! Mas por favor, dêem uma olhada nas nossas outras fics também!
OBRIGADO A TODOS E ATÉ A PRÓXIMA!
\6X6/
Tatiana & Karina
