Capitulo 4.
Yooo people venho até vocês com o capítulo nº 4.
Espero que gostem.
Let's read!
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Kiba's pov on:
Olhei-a nos olhos. Vendo o choque lá escrito mas por baixo do choque estava o desgosto por não me ter beijado. Elá…ela queria beijar-me. O Lee deve-me 20 ryos. Eu não queria admitir que também tava com um grande desgosto por não ter sentido os lábios da deusa à minha frente. Mas, no entanto não vou negar que… Tou meio que atraído por esta miúda.
Vê-la chorar e vulnerável desta maneira, fez um buraco no meu coração. Algo que não tinha acontecido com ninguém, nunca tinha acontecido. Ela é diferente e isso deixa-me muito confuso! Acho que tou a ficar pelo beicinho por esta miúda! Eu! Inuzuka Kiba! Hot Dog! Conhecido garanhão e animal de festa! Tou pelo beicinho por uma miúda que não conheço nem há um mês. Acho…acho que vou gritar…Acho que vou gritar que nem a minha irmã quando não encontra o fio dental vermelho para ir sair com o namorado…
O meu desejo de gritar foi suprimido pelo olhar que ela me lançou. E eu disse mesmo suprimido? Tou orgulhoso de mim mesmo por ter usado esta palavra. As batidas na porta eram cada vez mais repetidas e com cada vez mais força. Não vou sair daqui sem lhe roubar um beijo, não precisa de ser na boca. Colei os meus lábios na bochecha dela e levantei-me rapidamente, caminhando até ao meu local de entrada…a varanda dela. Meti o pé na sacada e depois de dar um impulso, saltei.
Mas falhei uns cálculos e comecei a cair. Era aqui que entrava uma daquelas cenas dos desenhos animados com o boneco a cair e só se ver um braço e uma placa a dizer "Help!"
Caí estatelado no relvado da Ino. Sorte a minha que aqui não tinha mais que cinco metros de altura e o relvado era mole. Mas por segurança acho que vou…ficar aqui deitadinho…Na relva fofinha e segura…
Kiba's pov off.
Ino's pov on:
Levantei-me rapidamente, limpando o rasto de lágrimas do meu rosto. Destranquei a porta e abria-a, dando de caras com a minha mãe. Tal e qual como eu, ela tinha os olhos vermelhos. Ela disse para nos sentarmos na cama para pudermos falar. Eu não conseguia encará-la nos olhos, não conseguia mesmo. A minha mãe pegou-me na mão e pediu para eu olhar para ela. Eu olhei nos olhos castanhos e não encontrei lá rancor ou irritação, apenas…amor de mãe.
- Mãe, eu… - comecei exitando. Na verdade eu não sabia o que dizer. Tava completamente perdida.
- Não digas nada Ino. Eu não devia ter-te dito para abdicares de ser bailarina. É o que tu queres, quem sou eu para te dizer o que deves ou não deves fazer? O teu pai ficaria orgulhoso de ti, fosses tu bailarina, professora, enfermeira o que tu quisesses. – ela disse-me sorrindo. Eu sorri também encostando a minha cabeça no ombro dela. – Além de que se a carreira de bailarina não te der jeito, podes sempre vir pedir esmola à tua mãe e dar-lhe a razão.
- Tu não dás ponto sem nó, né mãezinha? – perguntei rindo.
Conversamos mais uns momentos até que ela finalmente se foi embora. Eu suspirei depois dela fechar a porta e corri até à varanda. Aquela criatura só me dá dores de cabeça, agora caiu-me estatelado no chão.
- Tás bem? – perguntei preocupada debruçando-me da sacada. Ele remexeu-se e abriu os olhos.
- Tou óptimo. – respondeu fazendo gestos com a mão.
- Então porque ainda tás deitado? – perguntei sorrindo.
- Tou a tentar dormir a sesta não se vê? – é tão engraçado que até me esqueci de rir. Idiota…
Ele levantou-se muito devagar e depois de se queixar das costas, virou-se para mim. Lançou-me aquele sorriso dos caninos de fora e soprou-me um beijo dizendo:
- Ciao bella.
E foi-se embora a correr. Não sei se hei-de rir ou de corar. Acho que o meu corpo decidiu corar. Malditas hormonas da puberdade!
Nem jantei. Não tinha grande fome, fartei-me de comer durante todo o dia lá no trabalho. E estou muito cansada, só me quero enfiar debaixo dos lençóis e dormir até segunda-feira.
E é o que vou fazer…a partir de agora.
Tic…
Tac…
Tic…
Tac…
Vá lá! Dormir! A partir de agora!
Ah não vale a pena... Não consigo tirá-lo da cabeça. O que aconteceu há pouco deixou-me desnorteada.
Eu acho que… que… e até se me vai arder a alma por pensar isto mas…eu acho que me tou a apaixonar por ele. Eu queria que ele me beijasse, queria estar nos braços dele pelo menos uma vez. Ai Kami… Nunca mais me senti assim depois do Yue. O Yue foi a minha paixoneta durante anos, começamos a falar muito e estar juntos muitas vezes. Para mim era o paraíso, até ao dia em que descobri que ele só queria ir para a cama comigo e que andava a fazer a mesma jogada em mais cinco miúdas.
Ele tentou forçar-me a ir para a cama com ele e eu dei-lhe um pontapé nos… nas partes baixas. Os meus amigos queriam ir partir-lhe os dentes, mas eu não deixei. Mas claro que nas minhas costas o meu primo lhe bateu. Partiu-lhe dois dentes e deslocou-lhe o nariz. Em frente à minha mãe e à minha avó, dei-lhe na cabeça.
Quando ficamos sozinhos abraçei-o e disse que o adorava.
Mas voltando ao assunto de eu me tar a apaixonar pelo Kiba… Tou completamente confusa, desnorteada, sem noção do que se passa. Esta vontade de o agarrar e não largar mais, tá a meter-me doida. Eu não sei o que pensar. Acho que me vou virar para outro lado e dormir… Agora é que vai ser! Dormir!
…
E não é que dormi mesmo até segunda-feira? Bem, não dormi todo o domingo claro, mas não saí da cama. Fiquei lá, com a minha televisão ligada, o meu portátil no colo e um pacote de bolachinhas de pepitas de chocolate. Agora sair da cama às sete da manhã custa muito…
Mas lá saí. Muito vagarosamente tomei banho e vesti-me e ainda mais vagarosamente desci as escadas até à cozinha. A minha mãe e a minha avó sairam hoje mais cedo, a minha avó tinha uma consulta no médico. Apenas restava o meu primo juntamente com a sua cara de sono e o seu cabelo completamente desordenado na cozinha. Não ter aulas de manhã é tão bom…quem me dera a mim…
- Tás atrasada…- ele murmurou. Ah pois é! A esta hora já a criatura morreu de tédio à minha espera. Isto se ele esperou… E eu precisava de falar com ele, sobre o que aconteceu no sábado.
- Cala a boca e enfarda. Eu sei que tou atrasada não precisas de me dizer. – disse eu agarrando numa torrada do prato que estava em cima da mesa. – E o que raio fazes acordado às sete da manhã? Devias tar na cama a ressonar que nem um porco.
- Fiz-te o pequeno-almoço e ainda reclamas? – ele perguntou olhando-me com aquela cara de injustiçado. - Para a próxima fico quieto.
- Pronto, pronto, pronto, pronto. – falei repetidamente indo abraçá-lo. – Obrigado pelo pequeno-almoço priminho mas agora eu tenho de ir.
Dei-lhe um beijo na bochecha e saí de casa. Ao contrário do que eu pensava, ele ainda estava à minha espera. Quando cheguei perto dele, ele olhou-me de cima a baixo e de seguida começou a caminhar. Nem me disse nada, tenho o pressentimento que ele também tá um pouco desnorteado com o que aconteceu. Bem, com o que quase aconteceu.
Caminhavamos lado a lado, em silêncio. Coisa que não era habitual. Custumavamos rir e conversar sobre coisas banais durante o caminho, ficar em silêncio era estranho e perturbador. Principalmente da parte dele, já que ele nunca tá calado. Tá sempre a falar, pode ou não ser merda, mas tá sempre a falar.
- Falas italiano? – perguntei tentando puxar assunto e rindo um pouco.
- Na, vi isso num filme. – Kiba respondeu-me dando aquele sorriso brincalhão que me faz derreter por dentro.
- Então…como foi o teu domingo? – perguntei chutando uma lata vazia enquanto caminhava.
- Foi bom. Fui servir de vela num encontro da minha irmã com o namorado. No qual ela me tentou atirar para os braços da prima do rapaz. – uma onda de ciumes invadiu todo o meu ser. Aptece-me ir partir a boca à tal prima do namorado da irmã dele. – Mas pensei no que aconteceu no sábado.
- Tu ainda te lembras disso? – perguntei corada chutando outra vez a lata. Claro que ele se lembra Ino! Tens a cabeça onde?
- As minhas costas lembram-se bem até demais. – ele respondeu soltando uma risada sonora.
Eu comecei a rir nervosamente olhando para o lado ao lembrar-me da cena. Ele podia ter-se matado e a culpa seria minha.
- Não tens de ficar dessa maneira. Eu tou óptimo, fora uma dor ocasional de vez em quando. Como agora. Au… - ele se queixou metendo a mão nas costas. – E quanto ao que aconteceu antes, não fariamos nada que ambos não quiséssemos.
Corei com o que ele disse. Ao menos não sou a única a querer beijar alguém. Apesar de termos tido esta pequena conversa, não abrimos mais a boca durante o resto do caminho. Chegamos à escola e fomos cada um para o seu lado. Ele foi ter com os amigos, que estavam sentados debaixo de uma árvore junto dos seus skates. Eu caminhei para a sala de aula, esperando encontrar os meus amigos e puder contar-lhes sobre o fim-de-semana.
Entrei na sala e tal não foi a minha surpresa ao ver a Hinata com as roupas novas, de pé, com um baralho de cartas na mão e a gritar com a Tenten. Acho que ela finalmente decidiu voltar a ser a verdadeira Hinata. Caminhei até eles meio que assustada e ao pigarrear, chamei todas as atenções para mim.
- Atrevo-me a perguntar o que se passa? – perguntei metendo as mãos na cintura.
- Ela tentou fazer batota. – Choji respondeu apontando para Tenten. – E ela apanhou-a. – disse novamente apontando para Hinata.
- Eu desisto! Não se pode jogar contigo! – Hinata esbravejou. Todos os olhares presentes naquela sala se voltaram para ela completamente chocados. – Que é que foi? Nunca viram?
- Não! – exclamou uma voz que certamente falou por toda a gente. Tive vontade de rir com isto.
- Bem, habituem-se. – ela disse sentando-se na cadeira fazendo bico e cruzando os braços.
Abanei a cabeça num sinal reprovador e passei a cumprimentar os meus amigos. Dei dois beijos à Tenten e um beijo bem forte na bochecha do Choji. Tornei-me bastante próxima dele durante a semana que passou, parece que o conheço há mais tempo. Fui cumprimentar a amuadinha, cumprimentei-a da mesma maneira que cumprimentei a Tenten e depois sentei-me junto deles. Começamos a falar sobre coisas banais e depois começamos a falar sobre a mudança da Hinata. Estavamos bastante alegres até que o Kiba entrou na sala seguido pelos amigos. Segui-o com o olhar até que ele se sentou no seu lugar, completamene absorto do meu olhar fixo. Concentrado na conversa com os amigos, a rir-se que nem um drogado pedrado com Kami sabe o quê.
- Vão-te cair os olhos só de olhar ali para o skater. – Choji comentou fazendo-me olhar para ele. Ele não tava lá muito feliz com o meu olhar fixo ali no meu vizinho. Eu até percebo porquê. Como sendo o único rapaz do nosso grupo, ele sente-se forçado a proteger-nos. E ao ver a Hinata sofrer por causa do Naruto, não me quer ver a mim sofrer por causa do Kiba.
- Cala a boca Choji. Deixa-a olhar. – Tenten disse roubando uma batata do pacote que ele tinha na mão.
- Querem saber a razão do meu olhar fixo nele? – perguntei olhando para as mãos. Mesmo sem olhar para eles, sabia que eles tinham trocado um olhar entre os três. Tomei o silêncio como um sim. – Nós quase nos beijámos no sábado.
Hinata e Tenten escancararam a boca e os olhos e o Choji engasgou-se com uma batata frita. Fartava-se de apontar para as costas, pedindo com o olhar para alguém lhe bater nas costas com força. Tenten atendeu ao pedido e lá foi a batata a voar para ficar colada na janela. Que nojo!
- Tás a gozar connosco não tás? – Choji perguntou tentando voltar a respirar e a adquirir a cor normal do seu rosto rechonchudo.
- Não… - respondi baixinho. Apesar de não estar a olhar para eles sabia que eles estavam a tentar pensar em alguma coisa para dizer. Espera só até lhes contar que acho que me estou a apaixonar por ele. – E se tu te engasgaste só por eu ter dito isto nem te vou contar o resto da história.
Ficamos em silêncio por uns momentos, apenas a olhar uns para os outros. Do nada Hinata começou a abrir a boca novamente e a bater fortemente no braço da Tenten. A morena de coques depois de se queixar imensas vezes, olhou para mim. Fiquei completamente à nora e tive de conter fortemente o desejo de perguntar se tinha alguma coisa na cara.
- Ela tem aquele olhar na cara! – Hinata exclamou apontando para mim. Começo a não gostar desta Hinata e a sentir a falta da Hinata timida.
- O…M…G…- Tenten gaguejou apontando para mim também. Isto vai acabar mal. Tenho esse pressentimento.
Num segundo eu tava sentada, no outro tava deitada no chão com aquelas duas em cima de mim. Elas tavam completamente histéricas, a abraçarem-me e a sufocarem-me. Toda a gente na sala se virou para olharem para nós. Senti-me constrangida. Com a ajuda do Choji lá consegui tirá-las de cima de mim. Levantei-me queixando-me das costas e voltei a sentar-me na cadeira. Fuzilei as duas raparigas com o olhar.
- Mas que raio? Querem matar-me? – perguntei com a mão nas costas.
- Tás a apaixonar-te por ele! Isso é óptimo! – Tenten exclamou sorrindo abertamente. Não percebi onde é que é bom mas vou calar-me. Choji já ia abrir a boca para protestar alguma coisa mas eu abanei a cabeça num sinal negativo.
Depois deste infeliz acidente, começamos a conversar normalmente. Até que o Naruto veio ter conosco. Até tenho medo do que vai sair da boca deste rapaz. Ele cumprimentou-nos e de seguida virou o olhar para a Hinata.
- Então Hinata…Gosto do que fizeste ao cabelo. – ele disse sorrindo para a minha amiga.
O.O
Ai agora é que este borrou a pintura toda! As bochechas da Hinata ficaram vermelhas e a cor rapidamente se espalhou por todo o rosto dela.
- O-O-Obrigado. – pronto lá voltou a timida Hinata. Sentimos a tua falta nestes breves 30 minutos.
- Eu ando com a estranha sensação de que eu e tu nunca tivemos uma conversa própria de colegas. – não me digas que ele vai… eu juro que faço uma cena se ele pede aquilo. – Então estava a pensar se queres sair comigo.
E ele perguntou Hinata começou respirar fundo repetidas vezes acho que ela vai rebentar. Agarrei a mão dela por baixo da mesa, apertando levemente.
- C-C-Claro. – ela respondeu tentando sorrir. Começou a apertar a minha mão com força, se continua assim acho que vou gritar de dor.
- Fixe. Vou buscar-te às nove na sexta? – ele perguntou sorrindo novamente. A minha mão estava a virar papa nas mãos da Hinata.
- C-C-C-Claro. – ela gaguejou apertando a minha mão ainda mais. Acho que vou perder a sensibilidade nos dedos. Ai Kami por favor faz com que ele se vá embora rápido!
- Fixe. – e foi-se embora para juntos dos amigos. Sentou-se junto deles que se começaram a rir e a darem-lhe palmadas nas costas.
Hinata começou a largar a minha mão aos poucos e eu suspirei começando a massajar os dedos. Tenten abraçou-a fortemente dando pequenos gritinhos enquanto Choji abanava um livro em frente ao rosto de Hinata. Antes de algum de nós puder falar, Kakashi-sensei entrou na sala.
- Peço que me perdoem pelo atraso mas…- ele começou mas foi interrompido.
- Mas cinquenta velhos precisavam de ajuda para atravessar a rua, já sabemos. – disse Kiba arrancando risadas de toda a sala.
- Ninguém lhe pediu opinião menino Inuzuka, mas já que fez questão de a expressar porque não fica para falar comigo depois da aula? – ele perguntou olhando para Kiba. Ele resmungou alguma coisa como "maldito espantalho" e deixou a cabeça cair em cima da mesa. – A vossa professora de história pediu para vos entregar estas autorizações, ela vai faltar à vossa aula. Tragam-nas o mais depressa possível, parece que vão passear esta sexta-feira.
Eh visita de estudo! Eh visita de estudo! U I U A A! DING-DANG VISITA DE ESTUDO!
…
E lá foi mais um dia de aulas…Fui abandonada pelos meus amigos. A Tenten foi com o maluco do Lee para as aulas de kung-fu. A Hinata teve de ir buscar a irmã à escola e o Choji tinha voluntariado hoje. É uma coisa que sempre quis fazer. Voluntariado. Ele diz que é muito divertido e gratificante. Ainda vou ter de experimentar.
Estava a caminhar para os portões da escola, quando a directora veio ter comigo. Esta mulher dá-me um medo tremendo! Tem ataques de fúria do nada!
- Menina Yamanaka, foi-me dito que a menina tem certos… dotes para a dança. – agora fiquei à toa.
- Sim…Quem lhe disse isso e onde quer chegar? – perguntei cruzando os braços em torno do peito. Até tenho medo da resposta que ela me vai dar.
- Todos os anos, nós fazemos um pequeno espectáculo para celebrar o inicio das aulas, seguido de um pequeno baile na semana a seguir. Mas nunca temos números bons o suficiente. E depois do que me disseram e do vídeo que me mostraram, eu gostaria que a menina dançasse. – eu já sabia que aquele vídeo me iria dar dores de cabeça. Aquela testuda vai-me ouvir. Apesar de um bichinho dentro de mim querer aceitar esta proposta, não posso. Já quebrei a promessa, não o posso fazer outra vez.
- Sinto-me lisonjeada mas…- comecei a falar mas ela interrompeu-me logo.
- Pelo menos diga-me que vai pensar. – ela disse. Sorri e abanei a cabeça num sinal positivo.
Ela finalmente deixou-me ir embora. Enquanto caminhava para os portões, eu olhava para o chão. De repente dei de caras com dois ténis da adidas tão gastos como os meus nike's. Levantei o olhar para encontrar Kiba com o seu skate debaixo do braço. Ele sorriu-me e eu lançei-lhe um olhar interrogativo.
- O que tás aqui a fazer? – perguntei olhando para ele ainda de maneira interrogativa. - Sabes que tenho de trabalhar, não vou já para casa.
- Eu sei. Apenas não te vou deixar andar por aí sozinha. – respondeu-me. Será que devo dizer que aquilo é do outro lado da rua?
- Desde quando te preocupas comigo? – perguntei começando a caminhar. – Ou foste raptado por aliens que te substituiram por um da espécie deles?
- Preocupo-me contigo desde que meti os meus olhos em cima de ti. Pena que tu não sabias. – respondeu começando a caminhar ao meu lado.
Ahhhh…Fiquei sem palavras e tenho quase a certeza que corei mais que a Hinata hoje de manhã. Atravessamos a rua juntos e entramos no bar pela porta das traseiras. Pendurei a minha mala junto à porta e agarrei no avental. Sempre com ele no meu encalço. Virei-me para puder mandá-lo embora mas antes de puder falar, olhei para o braço dele. A camisa estava suja…de sangue…
Desviei o olhar para os olhos dele, e vi então o sangue na sobrancelha escondido pelo cabelo.
- O que aconteceu? – perguntei estendo a mão para puder afastar os cabelos dele da ferida. Ele contorceu-se ao sentir os meus dedos tocarem-lhe.
- Não foi nada. – respondeu-me tirando a minha mão de perto do seu rosto.
- E eu não sou uma óptima bailarina. – disse sarcasticamente. – O que aconteceu?
- O Naruto meteu-se numa luta com uns tipos mais velhos. – QUÊ? Ai se a outra sabe… - Tentei separá-los mas houve um idiota que me deu um soco e eu caí.
- Tu és completamente doido? Senta-te aí, eu vou tratar dessas feridas. – disse apontando para o balcão da cozinha.
- Tava só a tentar que o meu amigo; não parar a uma cama de hospital todo partido. – respondeu sentando-se no balcão. Eu voltei a aproximar-me dele com uma caixa de primeiros-socorros na mão.
- Mas tu é que…- não terminei a frase. Ia dizer uma coisa que certamente me iria arrepender.
- Tás preocupada comigo loirinha? – ele perguntou lançando-me aquele sorriso com os caninos de fora. Ai Kami… - Eu tou aqui inteiro. Havias de ter visto os anormais a fugirem depois de eu lhes ter mostrado que quem se mete com os meus amigos também se mete comigo.
- Não me chames loirinha. – avisei olhando-o de maneira mortal. – É problema meu se me preocupo contigo.
- Já cá não tá quem falou.
Eu apenas ri e comecei a tratar dele. Comecei pelo ferimento do braço. Pedi para ele arregaçar a manga da camisa enquanto eu preparava o algodão para lhe desinfectar a ferida. Ele fechou os olhos quando sentiu o toque ardente, cheguei a sentir pena dele. Ele só se queixava e eu só podia pedir desculpa e tentar ser mais gentil. Foi então que ele me sorriu e disse:
- Relaxa…Só sentir o teu toque já me chega.
Ai Kami-sama e os seus anjinhos sejam louvados…Acho que corei mais que a Hinata. Correcção. Tenho a certeza que corei mais que a Hinata. Ele só deve querer meter-me maluca. Já não falta muito! Mais uma frase destas e eu vou cair aqui aos pés dele, aqui e agora. Tou a ficar cada vez mais confusa com o que saí da boca desta criatura.
Eu já estava confusa o suficiente, quando ele pôs a minha franja para trás da orelha. Corei profundamente ao sentir o toque dos dedos dele novamente. O idiota começou a rir-se! Anormal! Toquei-lhe com o algodão na ferida de propósito, fazendo-o gemer de dor.
- Bebé. – alfineitei sorrindo sadicamente. Meti um penso na ferida do braço e comecei a preparar outro algodão para lhe tratar da ferida do sobrolho.
- Mas sou o teu bebé. – ele disse fazendo bico. Ai minha mãe… Agora sim tenho a certeza que as minhas ideias tão completamente desorganizadas. Se tirassem uma fotografia ao meu cérbero, a única coisa que se veria era papéis a voarem, sendo os papéis a representação das minhas ideias, e um bonequinho a correr atrás deles e a gritar "SOCORRO! AJUDEM-ME!"
- Não… Não digas essas coisas. – pedi afastando-lhe os cabelos da testa para lhe puder tratar da outra ferida. Ele olhava para mim com aquelas pedras escuras outra vez. Parece que me quer despir com o olhar. Despir a minha alma e ler os meus pensamentos. Mas algo me diz que ele me tá a despir o corpo.
- É impossivel. É a verdade. – Kiba disse chegando o rosto para junto da minha mão.
Eu estava a corar cada vez mais. Já devia parecer um frasco de molho de tomate mexicano com excesso de picante. E ele continua a rir-se que nem um drogado. Toquei-lhe na ferida novamente com o algodão para o fazer parar de rir.
Voltou a provocar-me e eu continuava a tocar-lhe na ferida de propósito.
- Continua a torturar-me e vou ser obrigado a usar medidas drásticas para te fazer parar. – Kiba disse tentando fazer uma cara séria, mas essa tentativa caiu por terra saindo uma cara completamente estranha.
- Vais fazer o quê…bebé? – perguntei olhando-o nos olhos.
- Beijar-te parece ser uma boa ideia. – O.O Ai Kami-sama! Devo tar mais vermelha que o cabelo do meu amigo Gaara misturado com o molho de tomate mexicano com extra de picante. Ele lançou-me aquele sorriso sexy que só fica bem se for feito por ele. De seguida meteu as mãos na minha cintura e puxou-me para mais perto começando a sussurrar no meu ouvido. – Deixei-te sem palavras não foi?
Fiquei sem saber o que dizer. Estava literalmente sem argumentos, sem palavras. Ele deixou-me sem fala. Ouvi o riso bem perto do meu ouvido e senti todos os pêlos do meu corpo ficarem eriçados.
Nada me tinha preparado para o que ele ia fazer agora…
Senti os lábios frios dele no meu pescoço, sugando a minha pele e provavelmente a deixar uma marca. Tive de fechar os olhos e agarrar-me aos braços dele para sustento, as minhas pernas mais pareciam varas de bambu a serem agitadas por vento. A minha respiração era forte junto do pescoço dele, o cheiro de menta e de cigarros era só o que eu cheirava.
O que é isto que eu estou a sentir? O sorriso dele é o suficiente para eu me acalmar se tou triste. O lado carinhoso deixa-me nas nuvens. O toque dos dedos dele sabe tão bem. O toque dos lábios dele sobre a minha pele faz-me querer mais e mais e mais.
- Ino eu…- ele murmurou no meu ouvido. Até tenho medo do que vai sair da boca dele.
Já me preparava para o ouvir quando a porta da cozinha foi aberta e Chiyo entrou. Nós os dois olhamos para ela completamente chocados.
- Ma, isto não…- eu comecei afastando-me dele enquanto limpava o meu pescoço.
- Não digas nada. Eu também já fui jovem e entendo-vos mas mantenham esses actos fora da minha cozinha. – ela disse sorrindo. Eu juro que se ele me faz perder o emprego, lhe dou um tiro no meio dos olhos.
- Sim senhora. Ele já tava de saída.
Ficamos sozinhos novamente e eu lancei-lhe um olhar mortal. Meti-lhe um penso na ferida da testa e empurrei-o dali para fora. Quando estavamos junto da porta, ele virou-se para mim e fez um bico, dando a entender que queria um beijo. Agarrei-lhe no queixo e meti-me em bicos de pés para lhe puder chegar à testa. Dei-lhe um leve beijo sobre a ferida e depois de sorrir empurrei-o lá para fora e fechei a porta.
Depois de tentar meter as ideias em ordem, agarrei na bandeja de metal que estava em cima do balcão da cozinha para puder ver o meu reflexo.
O.O
AI KAMI!
Tenho uma mancha no pescoço! Aquele idiota deixou-me um chupão do tamanho de um polegar! Vou ter um trabalho enorme a tentar esconder isto. E se a minha mãe ou a minha avó vê isto, tou feita. Soltei o cabelo e da melhor maneira que consegui escondi a marca. A última coisa que preciso é de adolescentes da minha escola a comentarem marcas misteriosas no meu pescoço. Em todas as escolas basta uma ou um dos populares falar, logo se torna num rumor e no final a reputação, que deve ser coisa que eu nem tenho, vira vento.
Ok Ino recompõe-te e vai trabalhar.
…
Entrei em casa atirando com as chaves e com a mala para cima do sofá. Tou mortaaaa! Só quero cair na cama mas só de pensar que ainda tenho de ir fazer um trabalho para educação fisica… até se me sobe um arrepio espinha acima. Que tipo de professor de educação fisica manda trabalhos de casa? Ainda por cima um texto sobre o fogo da juventude?
-.-
Só me dá vontade de fazer esta cara. Eu respondo-vos que tipo de professor. O meu é claro. O homem não joga com o baralho todo. Sempre vestido com aquele fato-macaco verde e perneiras laranjas, com um penteado horrivel e umas sobrancelhas que cada uma delas parece uma tarântula. Sempre a falar do maldito fogo da juventude presente dos adolescentes e a correr para cima e para baixo connosco. Claro que a meio das dez voltas ao campo de futebol, já tá tudo morto e caído no chão a ver o professor e o seu aluno favorito correrem que nem cavalos. Claro que o seu aluno favorito é o seu sobrinho, a cópia perfeita, o Lee. Amiguinho do Kiba.
E falando em Kiba…
Estive a pensar no que aconteceu durante todo o tempo que estive no trabalho. E cheguei a uma conclusão chocante. Preparem-se…
Eu gosto mesmo dele. Pronto já disse. Numa semana e um dia, apaixonei-me. E de todas as pessoas, fui apaixonar-me por um skater prevertido, com crises de identidade e com a mania que é engraçado. Porque não me apaixonei por um tipo normal e sem crises de identidade? Eu só posso tar embruxada. Alguém me lançou um bruxedo e agora tou condenada a apaixonar-me por anormais.
Respirei fundo algumas vezes antes de entrar na cozinha. A minha mãe estava em frente ao fogão e a minha avó estava a meter a mesa. Cumprimentei as duas com dois beijos e depois de dizer que ia tomar banho já vinha jantar, subi as escadas. Já ia no meio do caminho quando me lembrei da autorização para a visita de estudo. Desci novamente e fui à mala buscá-la. Entrei na cozinha e estendi aquilo à minha mãe pedindo para ela assinar.
- Começas cedo com visitas de estudo. – a minha avó comentou enquanto ajustava os talheres.
- É para as vezes que passo anos lectivos inteiros sem uma visita sequer. – disse eu roubando uma batata frita da tigela que estava já em cima da mesa.
- Toma lá isto. – a minha mãe disse estendo-me o papel já assinado. – E faz o favor de chamares o teu primo quando vieres para baixo.
- Tá bem.
Dirigi-me para o quarto já a pensar como iria esconder a linda marca no meu pescoço até isto desaparecer. Posso sempre encher-me de blush ou base.
Tomei um banho bem rápido e escondi a marca o melhor que consegui com os cabelos. Imagino o escândalo…
- INO! DESONRASTE A NOSSA FAMILIA! VAIS PARA UM COLÉGIO INTERNO ATÉ AO FIM DOS TEUS DIAS!
-NÃO! NÃO! NÃO!
BRRRRR! Cruzes credo! Vá de retro Satanás! E eu tenho de deixar de ver as novelas com a minha avó. Saí do meu quartro caminhando para o final do corredor para puder chamar o meu primo. Bati à porta e depois de ouvir a autorização para puder entrar abri a porta. O quarto dele tá um caos total. Há roupas espalhadas pelo chão, uma coisa que parece ser um cheeseburguer bolorento junto de um par de boxers…Homens…
O meu primo estava sentado na cama, rodeado de livros, com os seus óculos na cara e o cabelo solto em vez de estar no tipico rabo-de-cavalo.
O.O
O MUNDO TÁ CONDENADO! FUJAM PARA AS MONTANHAS! ABRIGUEM-SE! ELE TÁ A ESTUDAR! TÁ ALGUM BURRO MORTO NA ESTRADA DE CERTEZA!
- Chamem o manicómio, o meu primo pirou de vez. – alfinetei encostando-me na batente da porta.
- A universidade é complicada priminha. Espera só até lá chegares. – Deidara falou não tirando os olhos do livro que tinha no colo.
- Faz uma pausa vamos jantar. – disse eu correndo os olhos pelo quarto nojento novamente e mexendo no cabelo. Acho que o cheeseburguer se mexeu…
- Espero que seja comida com muitas energias. Vou ficar acordado a noite toda. – ele disse chorosamente enquanto tirava os óculos e esfregava os olhos. Quase…Quase…QUASE que tenho pena dele. Quase. – Priminha, eu sei que já tirei os óculos e a luz tá péssima no meu quarto mas isso no teu pescoço é um chupão?
Gelei! Desviei o olhar do dele e cobri o pescoço com a mão. Porque fui mexer no cabelo? Porquê? Fuck you!
- Se tu abres a boca, eu juro que te bato com um gato morto até ele miar de novo. – ameacei-o cerrando os dentes.
- Haha…- ele riu sarcasticamente. Não vem aí coisa boa.
- O que queres em troca? – perguntei já preparando-me para ouvir uma coisa completamente absurda.
- Preciso que me cubras durante um encontro. Se uma rapariga morena com aspecto de maluca vier pergutar por mim sexta à noite, diz que eu fui a Tóquio ver os meus amigos e só volto na segunda. – e o Deidara pinga-amor ataca de novo! Demorou mas atacou!
- Tudo bem. Mas eu juro que se contas, além de levares com o gato morto, eu espalho por aí que tu dançaste o caramelldansen em cuecas e com a capa do super-homem. – usei a minha arma secreta. Ele tinha 10 anos, era uma autêntica bola e tenho isso filmado. Vale ouro nestas ocasiões.
- Sou um túmulo e tu é bom que me encubras como deve de ser senão tás feita comigo. – ele ameaçou-me levantando-se da cama.
- Eu sou a mestre primo. Só encubro as pessoas bem, o mal não é aceitável. – gabei-me fazendo um V com os dedos e sorrindo abertamente.
- Convencida…Saís aqui ao primo. – ele disse passando o braço pelo meus ombros e sorrindo também.
Saímos do quarto dele a passos lentos. Fiz com que parássemos perto das escadas e virei-me para ele. Ele olhou-me confuso.
- Deidara, posso pedir-te um concelho? – perguntei. Ele sempre me deu concelhos, nem sempre foram concelhos decentes mas eventualmente ajudaram-me bastante.
- Sabes que podes. É sobre o rapazinho que te deixou essa pequena marca? – perguntou-me sorrindo malicioso. -.- Anormal!
- Lamento estragar-te o pensamento preverso, mas não. – respondi dando-lhe um leve soco no braço.
- Oh que pena. Eu até já tinha um concelho pensado. – disse amuando. – Diz lá sobre o que é.
- Se eu te disser que me pediram para eu dançar num espectáculo da escola e eu não posso aceitar porque prometi aos meus amigos que não voltaria a dançar, o que me dizes? – ele já ia abrir a boca para responder, mas eu levantei a mão impedindo-o de dizer sequer uma palavra. – E se eu te disser agora que o bicho da dança dentro de mim, grita para eu aceitar o convite à força toda?
- Prima, tu sabes que eu acho que tu és uma óptima bailarina e que deves partilhar esse dom com toda a gente. Fala com os teus amigos, eles vão entender. E tu já sabes que eu achei essa promessa uma estupidez. – respondeu-me enquanto mexia a cabeça para afastar a franja dos olhos. – Por isso o meu concelho é, vai em frente e arrasa como sempre.
Ri de maneira sonora. Já sabia que ele ia dizer isto. Acho que é o que posso fazer. Falar, muito calmamente e com bons argumentos com os meus amigos. Abraçei o meu primo fortemente e agradeci pelo concelho. Ele abraçou-me também e beijou-me o alto da cabeça.
- TRAGAM OS TRASEIROS PARA A MINHA COZINHA IMEDIATAMENTE! O JANTAR ESTÁ A FICAR FRIO! – a minha mãe gritou. Nós soltámo-nos e descemos as escadas rapidamente para irmos comer antes que a minha querida progenitora soltasse outro berro.
…
Caí na minha cama completamente esgotada e devo ter uma linda cara de zombie. E ainda devia de ir fazer o maldito texto para educação fisica.
Sabem que mais? Para o inferno com o texto. Não vou fazer, se for condenada a dar 500 voltas ao campo de futebol, fui condenada. Temos pena. Mas antes de ir dormir tenho uma coisa importante para fazer. Agarrei no telemóvel e digitei o número da Sakura.
- Fala porca. – ela atendeu com uma voz de sono. Não acredito que ela já tava a dormir.
- Já tavas a dormir? – perguntei livrando-me dos chinelos e começando a rastejar para junto das minhas almofadas.
- Sim estava. A ter um sonho no qual o Brad Pitt e o Leonardo DiCaprio me tratavam como uma princesa e me davam tudo o que eu queria. Espero que tenhas uma boa razão para me teres acordado. – respondeu ela. Houve uma pausa onde eu ouvi os lençóis a mexerem-se e um resmungo da parte dela.
- Sou capaz de ser trucidada por ti e arriscar-me a ficar sem falar contigo até ao fim da minha vida mas vou apenas deitar cá para fora. Eu… - exitei antes de falar. Ai Kami…nunca estive com tanto medo em toda a minha vida. - …eu quebrei a promessa.
Ficamos algum tempo sem falar. Eu apenas ouvi-a a respiração dela do outro lado. De seguida ouvi um suspiro e depois uma risada.
- Nunca esperei que demorasses tanto a dizer-me que a quebraste. Tudo bem porquinha. Eu já sabia que era injusto fazer esta promessa contigo, que tu nunca a irias cumprir á tudo bem. – quer dizer que eu passei por esta angustia por nada?
- A sério? – perguntei ainda insegura.
- A sério. – ela respondeu. Percebi que ela estava a sorrir pela voz.
- Hei, vou dançar num espectáculo.
- Então foi por isso que vieste falar comigo…Não te esqueças de filmar para nós vermos. Quando vai ser? – perguntou-me Sakura ainda a sorrir.
- Não sei. Eu depois digo-te alguma coisa. És a melhor amiga do mundo testuda.
- Sim, sim porca eu sei que sou. Por isso é que tu não vives sem mim. Posso voltar ao meu sonho ou ainda tens mais crises de honestidade para discutires comigo? – engraçadinha…
- Dorme mal testa grande. – e desliguei o telemóvel.
Meu Deus…vou puder dançar. Agora vem a parte complicada, inventar uma coreografia e conseguir que alguém dance comigo…
Começo a achar que isto não foi uma ideia tão boa…
-/-
Yoo people! Alguém quer dar reviews? A Ino já admitiu que se apaixonou pelo Kiba e já tem uma pequena marca como recordação dele. E como ficam as coisas agora?
Descubram tudo no próximo capitulo, com emoções muito fortes.
N/b: ! *empurra todo mundo contra a parede* UQE CAP MAIS DIVOOOOOOOOOOOOOOO!
Gente, eu A-D-G-U-E-I esse capitulo. Deixem revies, porque ele está perfeitoooo! Simplesmnete assim.
Kisu no kokoro!
