Oi pessoal ^-^
Bom, eu achei muito difícil escrever uma cena assim e não sei se ficou muito boa, mas eu escrevi mesmo assim e espero que não tenha ficado muito ruim...
Enjoy...
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04 – Flagra (?)
TK fechou a porta do seu quarto ainda com Kari em seus braços e caminhou até sua cama no qual a colocou com delicadeza. Seria a primeira vez dos dois e ele queria que fosse inesquecível para ela.
– A qualquer momento se quiser que eu pare é só falar. – disse TK deitando em cima de Kari apoiando seus cotovelos no colchão para não fazer peso sobre o corpo dela e depois beijando seu pescoço levemente.
– Como se eu quisesse que você parasse, TK. – sussurrou Kari no ouvido de TK que sorriu contra o pescoço de Kari.
Kari pegou o rosto de TK e o levantou um pouco para que pudesse olhar nos olhos de seu amado. Os dois se encararam por um tempo até que não resistiram mais e se beijaram com paixão, luxuria, desejo, amor.
TK desceu seus lábios pelo pescoço de Kari, no qual beijou e deu leves mordidas, e continuou descendo por entre os seios dela no qual com acariciava com suas mãos fazendo o possível para que ela sentisse prazer.
Quando os lábios de TK substituíram sua mão sobre um dos seios de Kari, ainda cobertos pelo sutiã, Kari ofegou e as mãos delas foram para os cabelos de TK os apertando um pouco.
Kari não conseguia segurar os gemidos de prazer que estava sentindo e fazia o possível para não gritar.
As mãos de TK foram até o fecho do sutiã que era frontal. Enquanto sua mão tirava a alça seus lábios faziam o caminho da alça pelo braço de Kari e o mesmo fez quando tirou a outra alça, assim jogando o sutiã em algum canto de seu quarto.
TK parou um pouco para observar o corpo de Kari e isso à fez ficar com as bochechas rosadas, sentindo vergonha por algum motivo. TK vendo que Kari havia ficado corada sorriu e se aproximo da boca e tocou levemente seus lábios no dela.
– Você é linda. – disse TK com seus lábios ainda contra os dela e voltou a beija-la fervorosamente.
Kari aproveitou e virou seu corpo de modo que agora ela estava em cima de TK, com uma perna em cada lado de TK e sentada em cima do membro ereto do namorado ainda coberto pela cueca box.
Esse repentino movimento de Kari fez TK soltar um gemido involuntário de prazer e quando ela ficou sentada em cima de seu membro ele ofegou e suas mãos foram diretamente para o quadril dela.
Sem perder tempo Kari começou a beijar TK e foi descendo seus beijos pelo pescoço do namorado e depois para o peito e abdômen dele fazendo com que TK tenha que morder os lábios para não gritar.
Quando os lábios de Kari chegaram até a cós da cueca box de TK ele invertei suas posições ficando por cima dela.
– Ainda não. – disse TK sorrindo prendendo as mãos de Kari em cima da cabeça dela.
Segurando as mãos de Kari com uma só mão TK voltou a beijar e a acariciar o corpo de Kari que já não fazia mais nem um esforço para conter seus gemidos de prazer.
TK tomou um dos seios de Kari com sua boca e o outro ele afagava com suas mãos e hora ou outra alternando de um para o outro. Kari entrelaçou suas pernas na cintura de TK fazendo ele chegar mais perto dela.
– Isso é tortura, TK. – disse Kari sussurrando fazendo TK rir e afastar-se de seus seios. – Me faça sua. – disse olhando nos olhos do namorado que assentiu.
Com delicadeza TK soltou as mãos de Kari e com as suas duas mãos foi descendo emoldurando o corpo de sua amada até chegar à calcinha e foi a atirando lentamente deixando suas mãos brincarem um pouco ainda com sua amada.
Assim que TK tirou sua calcinha e a jogou em algum lugar Kari colocou suas mãos na cueca de TK a tirando e jogando em algum lugar no quarto. Rapidamente TK foi até o criado e abriu a ultima gaveta tirando de lá um preservativo.
– Já estava preparado? –perguntou Kari rindo tirando o preservativo das mãos de TK.
– Minha mãe me deu isso, disse que é melhor prevenir do que remediar. – disse TK dando de ombros sorrindo beijando o pescoço de Kari. – Nunca se sabe quando vai precisar de uma mesmo.
Kari deitou TK na cama e ficou por cima dele. Abriu o preservativo e o colou lentamente no membro ereto de seu namorado que não segurou o gemido que escapou de seus lábios.
– Quem está torturando quem agora? – perguntou TK.
– Ora, agora estamos quites. – disse Kari rindo.
– Tudo bem. – disse TK invertendo suas posições e ficando por cima e olhou fixamente nos olhos de Kari. – Tem certeza disso?
– Absoluta. – disse Kari puxando o rosto de TK para perto do seu e beijou-lhe os lábios.
Bem devagar TK penetrou em sua namorada. Kari mordeu o lábio inferior com força, para não gritar, e abraçou os ombros de TK com força, cravando suas unhas. TK parou na hora, ele não queria machuca-la e sabia que na primeira vez de uma mulher poderia doer.
– Vamos parar. – disse TK fazendo menção de sair de dentro de Kari, mas Kari entrelaçou suas pernas na cintura de TK impedindo que ele fizesse isso.
– Não. Vai doer de qualquer jeito mesmo. Por favor, continua. – pediu Kari e TK a beijou.
– Como deseja, meu amor. – disse TK contra os lábios dela e voltando a beija-la.
Foi descendo seus beijos pelo pescoço de sua amada enquanto ia mais fundo na penetração e parou para ela se acostumar com ele dentro de si. Quando Kari afrouxou o aperto nos ombros de TK ele começou a se movimentar devagar e lentamente dentro dela, fazendo movimentos de vai e vem.
– Mais rápido. – pediu Kari quando sentiu o prazer lhe invadindo.
TK atendeu ao seu pedido e aumentou a velocidade nas estocadas. Os corpos dos dois se movimentavam em sincronia, suas respirações ficaram entrecortadas e aceleradas. Seus corações estavam disparados.
Quando sentiu que ia chagar ao seu máximo TK aumentou mais a velocidade de seus movimentos e sentiu Kari tremer sob si e logo relaxar, sentindo seu corpo chagar ao ápice do prazer na relação, chamando por seu amado.
TK logo acompanhou sua amada sentindo um prazer imensurável. Abaixou um pouco a cabeça descansando no peito de Kari que entrelaçou seus dedos nos fios de cabelo de TK. Suas respirações foram se acalmando junto com seus corações.
Kari levantou o rosto de TK até o seu e lhe deu um beijo, calmo e apaixonado. Jogando o seu corpo para o lado para não ficar em cima de Kari TK tirou o preservativo e jogou na lixeira que tinha no quarto e puxou Kari para perto de si a envolvendo em seus braços.
– Tudo bem? – perguntou TK receoso com medo de que tivesse machucado Kari.
– Melhor impossível. – disse Kari sorrindo. –Obrigada, foi melhor do que eu imaginava.
– Sempre as ordens. – disse TK sorrindo e lhe dando um casto beijo nos lábios. – Obrigado. Melhor tomarmos um banho estou suado.
– Concordo. – disse Kari levantando e puxando TK com ela. – Juntos?
– Com toda a certeza. – disse TK a beijando e a envolvendo com seus braços.
Matt, Sora e Tai estavam saindo do estacionamento do prédio a onde ficava o apartamento da mãe de Matt, os três combinaram de irem juntos para lá, pois estavam pertos de onde um e o outro estavam.
Gabumon era o único Digimon que estava com eles já que os outros foram para o Digimundo assim que os três estavam juntos.
– Porque mesmo não subimos direto pelo elevador do estacionamento? – perguntou Tai reclamando.
– Calma, você que quis vir junto e eu só vou comprar uma coisinha me esperem ai. – disse Sora e deu um selinho em Matt e correu até a loja da família de Yolei.
– Então traga alguma coisa para mim. – gritou Tai sentando no meio fio e olhou para a entrada do prédio. – Será que os outros já chegaram?
– Bom, os outros do outro grupo podem já terem chegado, mas acho que Izzy, Joe e Mimi ainda não. – disse Matt encostando-se no poste.
– É, a Mimi ia esperar o Joe sair e Joe só sai em meia-hora. – constatou Tai olhando para seu Digivice que estava mostrando as horas. – Provavelmente eles vão ser os últimos a chegarem. Enfim, desde quando tem uma vaga para você no estacionamento do prédio da sua mãe?
– Depois que o TK foi para Paris eu comecei a visitar minha mãe com mais frequência e quando eu completei 18 anos e ganhei o meu carro ela pediu uma vaga pra mim, já que eu dormia alguns dias aqui. – respondeu Matt.
– Agora essa vaga veio bem a calhar, não é? – perguntou Tai rindo.
– TK está chateado por não poder dirigir aqui, mas ele esta levando numa boa. – disse Matt também rindo.
– Sua mãe é que esta gostando. Ela agora dirigi um Maserati. – comentou Tai sem deixar de rir.
– Pois é. O antigo carro dela gastava muita gasolina e o Maserati é mais econômico em comparação aquele. – disse Matt olhando para a porta da loja.
– Ela já consegui vender o outro?
– Esta em negociação com um cara ai, mas ainda não é nada certo. – disse Matt dando de ombros. – Cara, ainda não descobrimos quem deu o Maserati para o TK e o trouxe até o Japão.
– Esse é um mistério daqueles. – disse Tai se levantando vendo Sora sair da loja. – Trouxe alguma coisa para mim?
– Você não muda. – disse Sora parecendo irritada, mas jogou um pacote em direção do Tai que o pegou com destreza.
– Só estou com fome. – disse Tai se defendendo abrindo o pacote de batatas fritas.
– E quando não está? – perguntam Matt e Sora juntos sorrindo. Tai só da de ombros e caminha em direção a entrada do prédio.
– Esse é para você, Gabumon. – disse Sora entregando um pacote para Gabumon que sorriu agradecido.
– Obrigado. – disse o Digimon.
– Vamos. – disse Matt passando um braço sobre os ombros de Sora e pegando a sacola que estava com ela com a outra.
Os três seguiram Tai e entraram junto com ele. O elevador parou no andar do apartamento da mãe de TK e os quatro saíram rindo. Matt foi na frente para abrir a porta, mas não conseguiu.
– Esta trancada. – disse Matt e apertou o botão da campainha e bateu três vezes na porta. – TK abre a porta sou Matt.
Alguns barulhos foram ouvidos do lado de dentro, como se alguma coisa estivesse caindo e passos apressados, e os quatro ficaram preocupados.
– Ei, TK. – gritou Matt batendo na porta de novo. – Tudo bem?
– Você não tem uma chave, Matt? – perguntou Sora e Matt assentiu pegando o molho de chave do bolso e procurando a chave do apartamento.
– Achei. – exclamou abrindo a porta.
Os quatro entraram rapidamente no apartamento e correram olhando para os lados procurando de onde vinha os barulhos.
– Ai. – ouviram alguém reclamando e se entreolharam.
–Quarto do TK. – disse Matt correndo até o quarto do irmão com os outros o seguindo.
Quando adentraram ao quarto viram um TK sem camisa sentado no chão com uma mão na cabeça. TK levantou a cabeça devagar olhando para os quatro na porta de seu quarto ainda com a mão na cabeça e fez uma careta quando tentou se levantar.
– Mais o que aconteceu aqui e porque você esta sem camisa? – perguntou Tai cruzando os braços enquanto que Matt correu para ajudar seu irmão.
Tai não sabia o porquê de estar perguntando justo sobre o fato dele estar sem camisa, mas algo dentro dele estava querendo saber essa resposta.
– Nada de mais. – disse TK sorrindo timidamente. – Só cai.
– Só caiu? – perguntou Sora arqueando uma sobrancelha desconfiada.
– Esta mais para um tombo daqueles. – disse Gabumon vendo Matt colocar TK sentado em cima de sua cama.
– Mais porque esta sem camisa? – perguntou Tai novamente.
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Espero que tenham gostado, desculpa se não ficou lá essas coisas a cena deles, mas eu fiz o possível...
Reviews são sempre bem vindos...
Obrigada a todos que leram esse capitulo... Bjs ^.^
