Nota da Autora: "Scars From Long Ago (Tooi Hi no Kizuato)" é parte integrante do soundtrack do anime 'Suzuka'. E, apesar disto, a música que é posta ao longo do texto não é esta, e sim, "Shinjitsu no Uta", do anime Inuyasha.

Disclaimers: "Saint Seiya" não pertence à mim, porque se me pertencesse, eu certamente não estaria aqui, e sim, estaria indo receber meu Prêmio Nobel. De qualquer forma, ele pertence à Masami Kurumada, (in)felizmente, e aos devidos licenciados, onde, (in)felizmente novamente, não estou incluída.

Scars From Long Ago
Petit Ange

Parte III.

As semanas que se passaram depois daquele dia foram, num julgamento uníssono de ambos, as mais perfeitas de todas suas existências. Pandora tinha um nato talento para ocultar tudo em sua casa, mas a verdade é que sua alma cintilava e brilhava com toda as cores possíveis da felicidade. Finalmente, sentia-se viva. Rhadamantys, por sua vez, pareceu adquirir um novo conhecimento sobre a vida, uma face que ele sempre escrevia, mas que nunca compreendeu de fato: amor puro e simples.

Seus encontros eram quase que diários, e todo o tempo que passavam juntos, em segredo, era totalmente sagrado. Nada nem ninguém podia perturbá-los quando estavam a bebericar chá na frente da lareira, ou quando atravessavam o corredor, aos beijos, até o quarto dele. Absolutamente nada no mundo. Aquela felicidade era intocável como a garota um dia foi, e ambos tinham a sensação de que duraria para sempre.

E quando ela precisava ir, os dois recolhiam-se novamente para suas solidões e saboreavam o gosto doce do dia que partilharam, com um sorriso solitário no rosto, para amanhecerem na nova manhã já pensando no novo reencontro daquela tarde.

-"Um dia, você ainda vai me deixar escrever algo de você, não é?" – o escritor sempre perguntava, com um irreparável sorriso.

-"Por que a pergunta? Não precisa pedir licença para algo seu." – ela respondia, com um sorriso meigo, debruçada em seus ombros fortes e olhando o que ele escrevia.

-"Ora, então não tem mais seu 'complexo de heroína', Pan?" – frisou o apelido dela.

-"Pare com isso, Rhad...!" – a jovem riu, daquele jeito cristalino e bonito, o apelido que havia inventado especialmente para ele (e que, num primeiro momento, surpreendeu-o) e que só o deixava ainda mais apaixonado, bem em seu ouvido, e encostou a cabeça na dele. –"Não tenho mais tempo para isso, afinal."

-"É uma pena que não o tenha..."

-"Hã? Por que?"

-"Porque agora nada me impede de escrever sobre você, mas estou certo de que não consigo mais ser coerente com as palavras... Elas se perdem só de pensar em você." – confessou, tocando-lhe a mão num gesto meigo.

-"Oh, não...! Eu lhe estraguei!" – ela voltou a rir.

-"Aproveite que meu prazo de validade ainda está em dia." – ele riu junto.

Aquele clima de total paz e compreensão mútua já havia fincado-se tão fundo em ambos que o resto do mundo agora lhes parecia estranho. Tratamentos formais, admirações, nada que não fosse o amor que sentiam eram coisas diferentes, das quais eles fugiam com todas suas forças. A última coisa que desejavam era o resto do mundo intrometendo-se naquele sonho.

Naquela tarde, quando Pandora finalmente deixou a residência Wyvern, correu como de costume até sua casa, e como imaginava, foi recebida por um silêncio acolhedor que dizia-lhe que, logo, iria aparecer alguém.

-"Fräulein Pandora, meu Deus!"

-"Ah...!" – imediatamente, num susto, a garota vira-se para encarar a dona da voz. Mas ela já sabia quem era. –"M-Morgana..."

-"Onde esteve até a esta hora?!"

'Bem, deixe-me ver... Bebendo chá, lendo um livro e, há alguns minutos atrás, tendo os momentos mais divinos possíveis com o senhor Rhadamantys, creio...', respondeu em pensamento, com um sorriso enorme imaginado pelos mesmos, mas por fora estava séria, e até tensa. –"B-bem... Eu..."

-"Isso não importa, fräulein! Apresse-se! Frau [11 Elise, eu encontrei-a!"

O som de saltos altos descendo com pressa a escada foi tudo o que Pandora precisou para voltar a sentir a tensão crescer. Que irônico, há alguns momentos atrás parecia tão em paz, como se nada fosse capaz de tirá-la daquele estado, e foi só colocar os pés naquela casa para toda a culpa e peso voltarem de novo.

-"Pelos céus, Pandora querida...! Onde foi que esteve até essas horas?"

-"Ah, mutti... Eu atrasei-me terrivelmente, perdoe-me... O parque estava com um sol tão gostoso, que perdi a noção do tempo..." – inventou uma desculpa qualquer, sabia que iria dar certo, de qualquer jeito.

-"Obrigada, Morgana, pode retirar-se."

-"Sim, frau Elise." – a governanta, imediatamente, quase que bateu os calcanhares e retirou-se magistralmente, como sempre o fazia.

-"O que acontece, mutti...?"

-"Não está lembrada? Seu pai irá trazer um sócio para jantar hoje, e quer vê-la na mesa presente! Está atrasadíssima, querida, precisamos ajeitá-la rápido!"

◄ … … ►

Às vezes, Rhadamantys pensava seriamente em, um dia, chegar à mansão Heinstein e pedir decentemente a filha deles em casamento. É claro que isto não saía da categoria 'pensamento', uma vez que a garota deixava bem claro que o pai não era o tipo que aparentava ser, e que não era nada sensato fazer aquela loucura.

Nestas horas, a frustração vinha e deixava-o entregue, pensando em como seria tão melhor se o que eles fizessem não fosse algo condenável socialmente. Afinal, onde já se viu "um escritor famoso abusar da inocência de uma pobre mocinha filha de um influente negociador...?!". De certa forma, aquilo exauria-o, e o fazia pensar outra vez na situação deles: o sonho era lindo, mas lá fora, a realidade era implacável.

Quando sozinho, considerava aquilo uma sandice, uma loucura, e tinha ímpetos, de vez em quando, de pedir que Pandora parasse e voltasse, para seu próprio bem, para casa e vivesse a vida na qual estava fadada a viver, da mesma forma que ele. Porém, era só vê-la, sentir seu perfume, tocar em sua pele... E todas aquelas constatações sumiam como sombras em contato com a luz ofuscante.

-"O problema é..." – pensava, com um copo de whisky do seu lado. –"...Enquanto ela está fora, o que eu faço?"

Escrever, agora, parecia uma tarefa impossível. Tudo, por mais mínimo e inútil que fizesse, lembrava-o de sua amada 'Pan'. Do seu sorriso ou do seu jeito meigo, não importa... E dormir naquele quarto, onde ele lembrava-se dos tão perfeitos momentos, também deixava-o apreensivo, esperando que o relógio fosse-lhe benevolente e trouxesse-a rápido para seus braços.

Definitivamente, virou uma doença, uma dependência. Não podia mais imaginar-se sem Pandora. E aquilo, da mesma forma que o deixava feliz, também o entristecia. O que seria deles?

-"Falando nisso... Sinto que algo ruim vai acontecer, desde hoje de manhã. Talvez seja só impressão, mas..." – pensou de novo, enquanto ajeitava uma folha de papel na máquina, tentando chamar de alguma forma a inspiração divina.

O papel e ele pareciam encararem-se por muito tempo, sob o domínio da luz tênue do escritório do escritor Wyvern.

◄ … … ►

O banho deu-lhe a impressão de que seus problemas e parte das inseguranças pareceram ir junto com a água. Mas foi um alívio tão temporário quanto o sono. Logo, quando saiu do banheiro e viu aquele rico vestido, as meias longas e combinando com o vestido e as sapatilhas delicadas, logo soube que não era um jantar familiar (ou de negócio?) qualquer.

-"Mutti, o que é...?" – a pergunta saiu hesitante, uma vez que a garota sabia que, tendo a idade e o sexo que tinha, certas coisas eram-lhe negadas.

-"Seu pai não deu-me detalhes, apenas o essencial. Queria-nos bonitas para descer pontualmente às 19:00pm, Pandora..."

-"Entendo. Por que a senhora está aqui, aliás?"

-"Não posso ajudar minha filha a vestir-se?" – Elise questionou, ajudando-a já a vestir as meias longas.

-"Isto era um sonho quando eu era pequena, sabe... E agora..."

Bem, havia o fato dela já ter 16 anos e ser embaraçoso, além de estranho, parecia até algo forçado, e, de certa forma, não gostava que outro alguém além de Rhadamantys visse-a seminua. Porém, como dizer isso à pobre mãe, antes tão intocável, agora fazendo de tudo para ser sua amiga? Tinha é pena da pobre mulher, deixaria-a achar que ainda tinha alguma chance.

-"Os tempos mudaram, querida... Creia em mim, nunca quis que nada daquilo acontecesse. As decisões foram rápidas demais." – Elise dizia, sem uma emoção na voz, enquanto amarrava o vestido.

-"Não a culpo. A Morgana sempre cuidou, apesar de tudo, bem de mim."

-"Mas ela não beijava seus ferimentos como eu fazia."

-"Isso não acontecia com freqüência, mutti, e a senhora sabe. Nós mal nos víamos antigamente, eu a considerava uma princesa de conto-de-fadas..." – Pandora confessou, num tom igualmente inexpressivo.

-"Está pronta, querida."

Aquelas palavras finalizaram o que havia a ser dito. A verdade era que um abismo que ultrapassou os tempos, construído lentamente, desde o nascimento da filha dos Heinstein, formara-se entre as duas mulheres.

-"Obrigada, mutti, pela ajuda." – 'desnecessária', completou para si.

As duas saíram da ala de Pandora e desceram as escadarias ricamente decoradas e coloridas de marfim, graciosamente, em direção à ampla sala de jantares que utilizavam. Quando jantavam, sobravam vários e vários lugares, e aquele lugar tinha um ar solitário. A jovem preferia, milhares de vezes, a singela residência Wyvern, onde tudo era pequeno e aconchegante.

Os vestidos deram uma volta suave quando viraram-se para o corredor da sala de janta. Já podiam sentir o cheiro de ambiente limpo, e o silêncio era, decididamente, sepulcral até chegarem lá e ouvirem, ao menos, o som do fogo crepitando na lareira próxima, sempre contida e em ordem, para evitar possíveis desastres envolvendo incêndios, assim como o resto da casa.

-"Meu querido, estamos prontas. E na hora certa." – completou a senhora Elise, com uma reverência.

-"Papa." – a filha acompanhou a mãe na reverência.

-"Estão lindas, minhas queridas. Por favor, aguardem aqui... Certamente, meus convidados não demorarão nada, afinal, a pontualidade é sagrada à eles."

-"Claro, Alfred... Esperaremos, não, Pandora?"

-"Certamente, mutti." – sorriu.

O marido fez-lhe, igualmente, uma reverência. Alfred Heinstein podia ser tudo, menos um deseducado quando a sós com a esposa e filha. Apesar de tudo, preocupava-se com elas, e talvez por isso mesmo fazia o que fazia.

A herdeira engoliu um profundo suspiro, e virou-se para encarar a mãe, tão bem vestida quanto ela, de relance. Tinha uma pergunta entalada na garganta, mas não sabia se era certo fazê-la.

-"Algo incomoda-a, filha?" – a mãe, entretanto, mesmo separada por um abismo, ainda parecia ser mãe e adivinhar.

-"Não senhora. Não mesmo."

◄ … … ►

Apesar dos pássaros já não cantarem mais tanto quanto no verão, eles não deixaram de fazê-lo. Um deles até estava pousado no meio de seu jardim, beliscando o chão atrás de alguma coisa. Não que fosse alguém sensível ou desocupado o suficiente para ficar olhando pássaros, mas aquela espera o aturdia.

Nestas horas, sentia-se até um pervo, porque ela não estava atrasada. Se chegasse agora, pelo contrário, estaria até adiantada. Mas isso não diminuía suas expectativas. Elas apenas seriam diminuídas quando... Ah! A campainha! Sim, elas foram imediatamente elevadas à máxima potência, como se ainda fosse possível.

Deixando o lugar onde outrora ficou sentado olhando o jardim cheio de flores coloridas pela fina camada de neve branca, o escritor corre pelos corredores e desce o andar, apressado, ansiando encontrar quem queria. Quando abriu a porta viu, do outro lado, quem queria encontrar. Uma jovenzinha de cabelos, desta vez, soltos, com um casaco de pele de aparência cara e um vestido acizentado. Ela arfava, provavelmente correra para chegar ali, e uma tênue fumaça esbranquiçada de frio saía de seus lábios delicados.

-"Ah... Pan, que prazer em vê-la." – ele tentou parecer natural ao recebê-la, apesar de, por dentro, estar tão afoito quanto ela parecia estar. –"Senti saudad..."

-"Rhad...!"

Sem pensar, ela atira-se num abraço apertado, ali fora mesmo. Algo queimava seu peito, apertava-o, e fazia-a ter a sincera vontade de gritar. Mas foi firme, pegou algumas folhas de chá de sua casa e correu para seu Éden, para o lugar onde pertencia. Tentou formular encontros, tentou controlar-se, mas no momento em que pôs os olhos naquela figura alta e gentil, sentiu o mundo ruir.

O britânico fechou a porta e deixou o chá em cima da mesa que encontrava-se ali na entrada, e encarou, assim, a garota colada em seu corpo. Pandora sempre lhe pareceu uma jovem triste, mas foi sempre de uma tristeza distante e contida, afinal, ela era uma dama. As normas claramente diziam que elas jamais devem alterarem-se, gritar, nem nada do tipo. Sua amada, sendo uma, sabia perfeitamente daquilo.

Vê-la daquela forma, escondendo o rosto no peito dele e soluçando tão baixinho que ele teve de aguçar a audição para ouvir, assustou-o. Mais do que isso, enterneceu-o, fez crescer nele aquela vontade de protegê-la, que persistiu desde o dia em que estendeu à ela seu guarda-chuva, no parque.

-"P... Pan... Querida, o que aconteceu...? O que houve com você?" – ele tentou afastá-la da forma mais gentil possível para poder ver seu rosto.

-"Nada. Nada, eu só senti sua falta... É, é isso..." – ela ergueu o rosto, depois de alguns segundos de hesitação, e forçou um sorriso. –"Vamos beber alguma coisa? Lá em cima, no seu escritório, sim? Pode ir na frente, eu faço questão de fazer o chá hoje. Da última vez, afinal, foi você, Rhad. Pode subir." – ela sorria como se nada houvesse-lhe acontecido.

De quê adiantaria discutir com ela? Não muita coisa. Quando a garota queria, ela sabia perfeitamente enrolar alguém.

-"Está certo. Irei subir." – segurou, entretanto, sua mão com força. –"Mas, Pan... Quero saber. Uma hora ou outra, mas quero."

-"Apressadinho. O chá já está vindo." – soltou sua mão, com um sorriso, e desapareceu no corredor que levava à cozinha.

◄ … … ►

-"Algo a incomoda?"

-"Não, senhora. Não mesmo."

Na verdade, haviam várias coisas perturbando-a. O olhar inquisidor de sua mãe, o jantar repentino de seu pai (onde já viu isso antes?), e até mesmo o fato de, atualmente, sua casa e o mundo serem-lhe estranhos. Mais do que isso, o medo em ver quem eram essas visitas. Tinha uma péssima impressão acerca elas.

Quis apertar uma mão na outra, em última instância, ou fingir um desmaio, mas isso irritaria o pai e não seria bom, e apertar as mãos em nervosismo só estamparia o mesmo à terceiros, e isto seria ainda pior. Podiam aproveitarem-se do fato. Invariavelmente, a situação acabaria nela na mesa, enfrentando o mal presságio. Que, então, pelo menos, fosse algo rápido.

-"Frau Elise, fräulein Pandora..." – uma voz de criada despertou a ambas as mulheres. Uma, de seus devaneios; outra, de suas impressões. –"Herr [12 Alfred está com os senhores convidados aproximando-se."

-"Ah, sim. Obrigada, Anna."

Os tons usados por uma dama consistiam basicamente em entonações doces, porém fortes o suficiente para deixarem claros seus desejos. Ao executá-lo habilmente, a criada Anna só bateu os calcanhares e, com as mãos em sua engomada farda de rendas, deixou a sala rapidamente.

-"Entre, esta é a sala de jantares, Koyasu."

-"Linda casa, Alfred."

Pandora retesou o corpo, sentindo o nervosismo fremir em todo o corpo. Algo dizia que, mais do que aquele nome, o que viria dele iria-lhe tirar o sono. Possivelmente, até mais do que o sono.

Quando seu pai apareceu ali, a surpresa foi mínima. A silhueta daquele homem de roupas escuras e cabelos negros herdados por ela era-lhe conhecida e, no momento, minimamente perigosa. O que veio atrás dele foi que assustou-a, deixou-a desconfiada de alguma trama imediatamente.

Um senhor de, mais ou menos, a mesma idade do pai, aparentemente. Assim como Alfred Heinstein, conservava-se esbelto para a idade, e tinha cabelos verdes, e olhos azuis como o mar que ela visitou uma única vez (afinal, quase afogou-se, e nunca mais quis saber de vê-lo).

-"Koyasu, estas são Pandora, minha filha, e Elise, minha esposa."

-"Oh. Senhora Heinstein, estou encantado." – os lábios frios de Koyasu, provavelmente do frio do Inverno, tocaram na mão envolta por uma delicada luva da senhora Elise.

-"O prazer é todo meu, senhor..."

-"Elise, Pandora, este é meu sócio e contribuidor, Koyasu Amamiya." [13

-"Senhor Amamiya." – a senhora corrigiu-se imediatamente do erro ao ouvir atentamente o nome que, assim como sua filha achava, iria marcá-la de uma forma ou de outra.

-"Eu também estou encantadíssimo com a senhorita, Pandora." – repetiu o gesto reservado às damas com a garota.

-"Igualmente, herr Amamiya." – sorriu educadamente.

-"Aliás, onde está nosso garoto?"

'Nosso garoto'? Então havia mais gente? Naturalmente nervosa, a garota passou a ficar ainda mais apreensiva. Será que o outro era mais jovem? Uma peça ainda mais importante? Será que não era este senhor, e sim o outro, que despertara suas inseguranças prévias?

A mãe parecia dividir a mesma apreensão da filha. Não por só este, mas por muitos outros motivos que, no momento, não podia tirar a limpo. Não durante este jantar. Um outro dia, talvez, mas não hoje. Isso não diminuía, entretanto, o fato de que sentia seriamente que sua filha sofreria algum impacto. O que Alfred tinha em mente?

-"Eu estou aqui, pai. Havia parado para admirar os quadros da casa. São uma raridade... É realmente uma residência impressionante, senhor Heinstein."

Continua...

[11 Obviamente, se "fräulein" é "senhorita", "frau" é "senhora", em alemão.

[12 "Senhor", em alemão.

[13 Tomei a liberdade de nomear esta pessoa, mas um detalhe básico: Koyasu é o nome do seiyuu de Rhadamantys no anime (é mesmo? ¬¬).