Capítulo 2
3 Anos depois...
Harry – 6 anos
Melinda – 4 anos
Harry e Melinda estavam muito felizes. O pai deles prometera-lhes um dia antes, ensinar-lhes a jogar Quidditch.
Eles estavam na sala a falar baixinho, até que James entrava a bocejar.
- Papá, papá, papá! – Exclamaram eles correndo para o pai.
- Bom dia Harry! Olá Mel! – Cumprimentou ele. – Preparados para o dia de hoje?
- E porque é que eles têm de estar preparados? – Perguntou uma Lily de pijama e pantufas.
- Aã... – Dizia James.
- O papá vai-nos ensinar a jogar Quidditch! – Contou Melinda colocando de seguida a mão na boca como se tivesse dito uma coisa má. E disse. Tramou o pai. Claro que sem intenção mas entregou-o à fera ruiva.
- Mel! – Retorquiram James e Harry.
- O quê? – Perguntou a ruiva-mor ficando vermelha e mais desperta que nunca.
- Aã... minha ruivinha, minha linda, minha coisinha fofa e.. – Começava James.
- JAMES "PRONGS" POTTER, TU DISSESTE AOS TEUS FILHOS DE 4 E 6 ANOS QUE OS IAS ENSINAR A JOGAR QUIDDITCH????? - Gritou Lily.
- Bem... sim! – Disse o marido.
- Eles são muito novos.. – Reclamava ela.
- É uma boa idade para eles começarem. – Retorquiu James.
- Eu não quero que eles se magoem Prongs. E depois, em vez de um fanático, vou ter de aguentar 3 fanáticos por Quidditch. – Disse Lily.
Todos estavam agora sentados no sofá.
- Oh ruivinha! Mas admite lá...tu adoras ter de nos aguentar. – Disse James.
- Claro que gosto, vocês são a minha vida! O que seria dela sem o meu cervo, o meu pequenino e a minha pequenina? – Perguntou ela.
- Bem..nada. Ou muito entediante. – Argumentou James.
Todos riram.
- Mas agora... MOCHE AO PAI!!!!! – Avisou Lily.
Ela, Mel e Harry partiram para cima do pai e aproveitaram para lhe fazer cócegas.
Sirius Black andava pelas ruas apressado, era véspera de Natal, e ainda lhe faltava o presente para a mulher
e para a filha mais nova que tinha nascido a menos de uma semana, Drô. Andromeda Black, mas precisamente, em
honra a irmã e prima de Sirius que havia morrido na batalha.
Ao passar na Diagon-All, passou por uma loja que a muito não via, e que até pensava que tinha sido destruída coma guerra, mas não, ali estava ela, uma lojinha pequenina no fundo da rua, cheia de brinquedos, e objectos mirabolantes que faziam qualquer criança sonhar com o impossível.
Decidiu entrar, para comprar o presente da filha, e viu no fundo de uma estante uma pequena vassoura voadora, do tamanho de uma sniker, que voava sozinha cheia de brilhos e cores, e percebeu que esse era o presente indicado para a filha.
Pagou o brinquedo e saiu, mas ainda falta o presente de Bellatrix.
Continuou a andar, pelas ruas que estavam por sinal atoladas de gente, e viu um anel de diamantes em exposição numa das vitrines, e decidiu que era esse mesmo
que ele iria comprar.
Em Grimmauld Place
Diana e Rigel, brincavam no chão, Diana tinha agora seis anos e Rigel cinco, contudo Rigel era mais alto e parecia mais velho ao lado de uma menina pequena, de cabelos negros muito encaracolados, com os olhos muito azuis e despertos, e com uma inteligência fora do normal. Rigel por outro lado, apesar de possuir mesmo tipo de beleza que a irmã mais velha, tinha os cabelos negros ligeiramente ondulado e os olhos azuis diziam que se tratava de uma criança travessa e inteligente.
Bellatrix observava os filhos, enquanto Drô dormia numa cadeirinha junto a ele que estava sentada no sofá. Bellatrix tinha dado à luz ainda há uma semana, e estava linda, os cabelos negros estavam apanhados num coque muito bonito, os olhos brilhavam devido a intensidade da luz que a lareira emanava, e esperava ansiosamente pelo marido, quando ouviu o choro da filha mais nova.
Diana tinha acabado, de involuntariamente, ter partido uma janela, tamanha era fúria que tinha do irmão que lhe tinha estragado um boneco, Diana tinha feito magia, mas ainda era tão pequena e Rigel no momento em que viu a mãe, teve medo da reacção dela, e involuntariamente conseguiu restaurar a janela.
Bellatrix ao invés de ficar chateada, sentiu-se orgulhosa dos filhos, e abraçou-os, uma reacção que não é muito normal nela, abraçar os filhos, mas ela fê-lo, porque ambos os filhos tinham feito magia, e isso sim, era motivo de orgulho para ela.
5 Anos depois...
Harry – 11 anos
Melinda – 9 anos
- Bom dia pai! Bom dia mãe! – Diziam Harry e Melinda entrando na grande cozinha da mansão, aonde James e Lily já tomavam o pequeno – almoço.
- Bom dia meninos! – Disseram eles. – Dormiram bem?
- Hum hum! – Concordaram eles sentando-se.
Uma coruja adentrou pela janela e entregou a carta a Harry. Este leu:
- Caro senhor Potter, temos o prazer de lhe comunicar, que foi aceite na escola Hogwarts de Magia e Feitiçaria!.. Fui aceite, fui aceite! Vou para Hogwarts.
- Parabéns filho! – Disseram os pais felizes.
- É... parabéns Harry. – Felicitou Melinda um pouco triste.
Diana dormia calmamente, enquanto Rigel e Drô dormia ao lado dela. Rigel e Diana eram bastante ligados, desde de crianças,
gostavam das mesmas coisa, e Diana tinha uma imensa necessidade de o proteger, mesmo sabendo que ele era apenas um
ano mais novo que ela.
Bellatrix estava no andar de baixo, na sala onde a enorme arvore genealógica pintava as paredes, estava a olha-las
cm uma cara de desdém, ao ver o seu rosto e o do marido queimados daquela ridícula família, de que eles só tinham herdado o nome.
E ao passar a mão sobre o nome dela, uma inevitável acção aconteceu, todo o tecido que havia sido queimado, fora como
que restaurado, assim como os restantes nome, o de Sirius, o de Andromeda e de mais cinco ou quatros nomes.
E entre o nome dela e do de Sirius, uma fina linha dourada começava a nascer, e no final, dividiu-se em três, em cada ponta, os nomes dos filhos eram projectados, Diana, Rigel e Drô.
Segundo depois de tal fantástico acto, Sirius chega, e repara na cara de espanto da mulher, e fica com uma igual ao constatar o facto.
Ambos não disseram uma palavra, Sirius apenas beijou Bellatrix suavemente nos lábios e puxou-a para fora da sala, e
num ultimo olhar fechou a porta.
- Bom dia mamã, papá. - A pequena Drô, de olhos verdes suaves, e cabelos loiros, em contraste com os irmãos, que ambos
Possuíam cabelos negros como os dos pais.
- Bom dia Drô. - A mãe disse – Tens fome?
- Sim, mamã, quero o biberão... – A mãe fez um olhar feio, e quando era para falar, uma cotovelada de Sirius a fê-la saltar essa parte com toda a classe.
Bellatriz chamou o "monstro" , e pediu-lhe que prepara-se o leite para a filha de seis anos.
- Drô, os teus irmãos já estão acordados? - O pai já lhe perguntou
- Não, eles ainda estavam a dormir.
- Está bem. - A mãe disse – Eu vou acorda-la
Bellatrix subiu as escadas e deu de caras com Rigel no corredor, ainda meio ensonado.
- Bom dia – Ela beijou a cabeça dos filhos. - Desce e vai tomar o pequeno-almoço com o teu pai e com a Drô.
- Ok, mamã.
Rigel desceu, enquanto Bellatrix entrou no quarto da filha mais velha, e sentou-se numa das bordas da cama.
- Diana, acorda. - Ela disse baixinho – Anda.
Diana abriu os olhos devagar, enquanto, Bellatrix abria a janela pequena, e uma pequena bola de pelo, entrou pela janela, e poisou na cama de Diana, era uma coruja, que estendia uma carta com o emblema de Hogwarts.
Diana estendeu a carta à mãe, mas esta recusou e disse-lhe:
- O momento é teu, meu anjo, abre-a.
Diana abriu a carta cautelosamente, e lê em voz alta:
"Temos o prazer de informar que Diana Bellatrix Black têm um lugar em Hogwarts..."
- Mãe, eu vou para Hogwarts.
Diana levantou-se da cama num pulo e saltou para ela, que mesmo sendo mãe de três criança, ainda se sentia meio encabulada neste tipo de casos, mas não podia negar duas coisa, a primeira é que estava orgulhosa da filha, e a segundo é que adorava Diana, ela era a imagem perfeita dela, a última coisa que ela se lembra antes de ver Diana correr para o andar de baixo é chamar pelo pai...
Dias depois...
Na Diagon-Al...
- Vamos meninos! Primeiro compramos tudo o que precisamos e depois vamos ao três vassouras, ok? – Perguntava Lily.
- Sim! – Concordaram eles.
- Bem, vamos primeiro ao Ollivander comprar a varinha! – Avisou James.
Para lá seguiram.
Na loja...
- Perguntava-me quando é que iria vê-lo senhor Potter! Olá James..Lily! E a pequena Melinda! – Cumprimentou Ollivander.
- Olá senhor Ollivander como está? – Perguntou Lily.
- Bem, bem. Mas estou a ficar velho. – Disse ele risonho.
Eles riram.
- Mas então...uma varinha para o senhor Potter... experimente esta. – Ollivander falou entregando-lhe uma varinha para as mãos.
Harry apontou para uma estante e as varinhas caíram.
- Parece que não. – Disse Ollivander entregando-lhe outra varinha.
Desta vez foi uma espécie de vaso que partiu.
- Não, não definitivamente não. – Negou Ollivander. – Não interessa.
Então Ollivander andou até uma estante e ouviu-se murmurar:
- Hum...quem sabe!
Ele chegou com outra varinha e colocou-a delicadamente na mão de Harry.
De repente um vento se sobrepôs na loja Ollivander's e a varinha não fez nenhum estrago. Logo souberam que aquela varinha pertencia agora a Harry.
- Curioso, muito curioso! – Disse Ollivander pensativo.
- Desculpe, mas porque é que é curioso? – Perguntou Harry.
- Lembro-me de todas as varinhas que vendi senhor Potter, e a Fénix... de cujo caule é a pena que está nessa varinha, tem outra pena. Só mais uma. É curioso que a varinha o tivesse escolhido, quando a outra pena... Pertenceu ao mais poderoso bruxo das trevas que já existiu. Mas agora não interessa. Contudo, esta varinha está aqui há muito tempo e ela é muito, ouça bem, muito poderosa. Tome atenção, ela às vezes descontrola-se. Bem, obrigado e até sempre. – Respondeu Ollivander despedindo-se e desaparecendo por entre estantes.
Eles saíram de lá.
- O que é que o velho queria dizer com aquilo? – Perguntou James.
- Aqui não queria dizer nada Jay. Lá porque a outra pertenceu a Voldemort, não quer dizer nada. – Disse Lily.
Na Madame Malkin....
- Bom dia Madame! – Cumprimentaram eles.
- Bom dia. Deixe-me adivinhar. Vestes para Hogwarts? – Perguntou Malkin.
- Sim. – Afirmou Lily.
- Venha para aqui para cima senhor Potter. Vamos tirar as medidas e fazer os arranjos. – Disse a Madame Malkin.
Ele subiu e assim começaram a ver as vestes,
Logo entraram na loja, nada mais nada menos que os Weasley's.
Eles já não os viam à 5 anos.
- Mas mãe... – Suplicava Ronald.
- Mas mãe nada Ronald Weasley! Nós não podemos. – Dizia Molly.
- Os Weasley's. – Murmurou a família Potter feliz.
- Tu sabes as dificuldades que temos Ron, mas eu prometo que se conseguir eu dou-te! – Sussurrou Arthur ao ouvido do filho baixo. Mas não demasiado baixo para Molly não ouvir.
- Eu ouvi isso Arthur Weasley! – Reclamou ela.
Ao saírem da loja, Harry ainda tinha ficado mais amigo de Ron, Fred, George e digamos que ficou a conhecer Percy. Melinda tinha feito amizade com Ginny, última filha e única rapariga dos Weasley's.
Eles foram ao três vassouras, e depois seguiram para casa.
Na noite anterior à partida para Hogwarts...
" Toc Toc Toc" Batiam à porta do quarto de Harry.
- Quem é? – Perguntou ele.
A porta abriu e de lá entrou Melinda.
- Olá Harry. – Disse ela vagamente.
- Mel? – Disse Harry. – O que estás a fazer aqui? Não devias estar a dormir? Amanhã temos de nos levantar cedo, isto se quiseres levar-me à estação.
- Quero, mas eu vinha perguntar-te se... Harry posso dormir contigo hoje? – Perguntou ela.
- Mel, senta aqui. – Harry apontou para a cama onde ele estava sentado. Quando ela obedeceu ele continuou agora num tom preocupado:
- Porque vieste pedir isso? O que tens Mel, estás triste?
Ela assentiu.
- E porquê? – Ele perguntou.
- Tu vais embora. Vais para Hogwarts, e eu vou ficar sozinha. E depois vais arranjar mais amigos, vais gostar muito deles e vais esquecer-me. Porque vais embora? Não gostas mais de mim? – Perguntava Melinda chorando e de cabeça baixa.
- Mel olha para mim. – Pediu Harry levantando o queixo da irmã com a mão. – Eu vou para Hogwarts, com a Diana. Daqui a dois anos já vais poder vir também e ai vamos estar sempre juntos. Mas, enquanto isso não acontece, tu vais ver-me na Páscoa, No Natal, nas férias... e sim, provavelmente vou fazer amigos e vou gostar deles. Mas, olha tu e a Ginny. Ou o Rigel. São amigos e tu gostas deles. Mas não quer dizer que não gostes de mim pois não? E eu não te vou esquecer. Tu és minha irmã e eu amo-te do fundo do meu coração. Por isso ruivinha, nunca mas nunca penses que eu te esqueci, ou que não gosto de ti. Apesar das nossas briguinhas e brincadeiras, por vezes não muito boas, isso não é verdade. Como eu já te disse eu amo-te pequenina. Está bem?
- Hum hum. – Concordou Mel olhando fundo nos olhos do irmão, mas ainda com os olhos marejados. – Obrigado.
- Nada. E agora pára de chorar que eu não aguento ver-te assim. Mas... e então a proposta de dormires comigo, ainda está aberta não está? – Perguntou Harry.
- Claro! – Afirmou Melinda.
- Deita lá então! – Pediu Harry deitando-se ao lado de Mel, abraçando-a fortemente com uma das mãos e coma outra fazendo-lhe carinhos na cabeça.
- Boa noite mana! – Ele disse.
- Boa noite mano! – Ela retribuiu.
De manhã no quarto de Melinda...
- Aã Lils....ela não está aqui. – Reparou James.
- Não está? Será que ela já acordou? – Perguntou Lily.
- Não sei. Secalhar foi para a cozinha. – Disse James. – Vamos acordar o Harry.
- Ok. – Concordou Lily.
O casal seguiu para o quarto do filho mais velho e encontrou uma cena que não esperava ver, tanto que ficou momentos paralisado.
Harry dormia fortemente abraçado à irmã, como se nunca a quisesse soltar e Mel dormia no peito do irmão, uma mão pousada no coração dele.
James sorriu assim como Lily.
- Eu acho que ela nunca dormiu tão descansada e serena. – Disse James.
- Pois não. Não me apetece nada acordá-los. Mas...vai ter de ser. Meninos! Acordem! – Acordou Lily.
Em vez de eles acordarem, Mel abraçou mais Harry e ele chegou-a para mais perto apertando-a mais, deram as mãos e os dois aconchegaram-se assim mais confortavelmente.
Os pais sorriram novamente.
- Vá lá meninos. Eu sei que deve estar perfeitamente confortável aí mas temos de levantar para ir para a estação King Cross. – Disse James.
- Mas já? – Perguntaram os irmãos sonolentos.
- Sim. Vamos lá! – Despachou Lily.
- Ok, ok! – Disse Mel depositando um beijo na bochecha de Harry. – Até já mano!
- Até já Mel. – Disse ele retribuindo o gesto.
Mel saiu para se ir arranjar e James perguntou:
- Desde quando é que vocês são tão unidos, tão...irmãos?
- Nós somos assim desde sempre. E nós só descobrimos uma maneira mais descansada de dormir. – Mentiu Harry. Ele conhecia Mel. Ela não queria que os seus pais soubessem do que tinha pensado no dia anterior. Quer dizer, não havia problema, mas isso evitaria perguntas e etc.
- Hum hum, ok! – Disseram os pais não muito convencidos.
Na estação King Cross os Potter já tinham encontrado Sirius, Bellatrix, Drô, Rigel e Diana. Esta última é que iria para Hogwarts com Harry. Ela despedia-se dos irmãos e dos pais enquanto Harry fazia o mesmo. No momento de abraçar Melinda ele falou-lhe ao ouvido:
- Lembra-te mana. Eu não te vou esquecer e vou gostar sempre de ti. Escreve-me. Até depois. Amo-te minha pequenina.
- Eu também te amo mano. Até depois. – Retribuiu Mel.
- Xau pai. Xau mãe. – Despediu-se Harry dando um beijo em cada um dos pais. – Vens Diana?
- Claro. Xau. – Disse Diana seguindo Harry para dentro do expresso.
Já dentro do comboio...
- Anda Di vamos procurar uma cabine! – Disse Harry.
- Olha esta só tem um... olha é o Ron, Harry! – Avisou Diana.
- Olá Ron! – Disseram quando entraram na cabine.
- Olá Harry! Diana! – Cumprimentou o ruivo. – Como estão?
- Bem e tu? – Perguntou Diana sorrindo.
- Vou bem. – Ele respondeu.
- Alguma coisa do carrinho queridos? – Perguntou a senhora do carrinho de doces que ali passava.
- Não obrigado. Já tenho. – Ron infeliz mostrou um pão com fiambre (aquilo era fiambre?).
Harry notou o olhar triste do amigo e pediu:
- Eu quero muitos!
Passados alguns minutos os 3 amigos ainda comiam doces.
- Olá! Posso sentar-me? É que andei até agora a procurar uma cabine e bem... ninguém me deixou sentar. – Pediu uma rapariga morena com os cabelos volumosos e um pouco emaranhados.
- Claro! – Responderam os três.
- Obrigado! Eu sou Hermione Granger. – Ela apresentou-se.
- Eu sou Harry Potter. – Disse Harry.
- Eu sou a " prima" do Harry, Diana Black. – Disse Diana.
- Eu sou Ron Weasley. – Falou Ron.
- Prazer! – Disse Hermione. – Oh, os teus óculos estão rachados nesta parte. Deixa, eu arranjo. Oculos Reparo!
Logo os óculos de Harry ficaram perfeitos.
- Obrigada! – Agradeceu Harry.
Hermione sorriu.
Passado um tempo esta olhou para a paisagem e disse depois:
- Já devemos estar a chegar. É melhor vestirmo-nos.
Assim o fizeram.
Em breve chegariam a Hogwarts. Novos ares, amizades, conhecimentos...finalmente chegariam à escola em que tanto queriam andar...
