Kokabiel fica...

Issei descobre que...

Kokabiel e Issei avançam um contra o outro, sendo que o anjo caído exclama, lançando as suas penas como projéteis, exclamando:

- Minhas penas são mais duras que o aço. Tome isso! Steel Feathers (penas de aço)!

O jovem concentra o seu poder e surgem chamas cor de bronze, fazendo a sua manopla bloquear todas as penas e não obstante avança contra ele, sendo que chamas roxas aparecem, quando ele golpeia o Caído no estômago, para depois dar um murro em sua cara.

Irado, Kokabiel invoca uma espada de luz e começa a atacar Issei, que bloqueia com a sua manopla ao surgir chamas cor de bronze, até que o Sekiryuutei quebra a espada e aplica um soco violento no rosto dele.

O mesmo se recupera e observa que levou vários golpes, ficando irado, passando a gritar de raiva, com Hyoudou vendo ele concentrar os seus poderes, fazendo surgir uma lança imensa que superava o tamanho da escola de Kuou e joga em direção a mesma.

Sona olha para aquela lança gigantesca de luz e fica aterrorizada, pois, a sua barreira não iria suportar esse ataque direto e antes que a Sitri e os demais compreendessem o que acontecia, Issei, em seu desespero, usa inconscientemente, as cinco chamas que o envolvem, enquanto ele se posicionava na frente da lança, concentrando os seus poderes, com a sua armadura brilhando mais dourado ainda, com a Sitri sentindo o poder sagrado que emanava dele.

- Dragon Shot!

Uma rajada com todas as cores de chamas envolvem o seu disparo de poder, sendo que ao se aproximar da lança colossal, a mesma é destruída pelo ataque do Sekiryuutei.

Kokabiel fica estarrecido, para depois, dentre o brilho, surgir Issei, batendo as suas asas de dragão, enquanto rosnava de ira, avançando contra o Caído, perfurando o abdômen do Fallen angel com um soco potente, fazendo-o cair no chão, apenas para ser erguido, com o seu corpo sendo sacolejado pelos impactos furiosos de Issei, que quebrava todos os ossos de Kokabiel, enquanto o mantinha presos pelo pescoço, o usando como um saco de pancadas.

Cada impacto provocava pequenas crateras em decorrência das ondas de impacto do golpe, que se propagavam do corpo do Caído, que vomitava sangue e após algum tempo, Issei cessa o ataque e concentra o seu poder, mirando no rosto do Caído, que não conseguia enxergar, devido ao rosto inchado e coberto de sangue, com o Sekiryuutei falando friamente ao voar com ele, o atirando para cima como se fosse um objeto:

- Desapareça, lixo. Dragon shot! – ele exclama em um rugido de raiva, por ele ter tentado matar inocentes e seus amigos.

Com todas as chamas ativadas, menos as verdes, sai um disparo potente a queima roupa, dissolvendo o corpo do Anjo caído em um ataque de pura fúria, sendo que depois disso, Issei cai de joelhos com a sua armadura desaparecendo, enquanto estava arfante.

Então, Raiser aparece ao lado dele e o chuta, violentamente, o jogando longe dali.

- Ise-kun!

Asia corre até ele e começa a curá-lo, sendo que os outros também se juntam a eles, até que Rias, com as suas asas, pousa na frente deles e fala friamente:

- Estão ajudando um renegado... Isso é um crime sem precedentes, além de não terem lutado ao lado da sua mestra. Eu poderia puni-los, mas, vou mata-los.

- Nii-san! Por favor, ajude eles! – Ravel pede clemente.

- Cale-se escrava! – ele dá um tapa no rosto dela – Olhe como fala com o seu mestre!

- Mas... – ela murmura com lágrimas nos olhos.

- Por acaso, eu dei autorização para falar?! Tome isso! Escrava insolente!

Ele ergue as mãos e as mexe, fazendo Ravel gritar de dor, pois, a Evil Peace dentro dela a feria, fazendo-a chorar, implorando para que ele parasse e enquanto Raiser punia a sua escrava sobre um sorriso maligno de Rias, a Gremory concentrava o seu poder nas mãos para lançar um ataque contra Issei e os seus escravos.

Sona voava até eles, junto de sua realeza, desesperados para salvá-los, sendo que ela exclama:

- Rias! Parece com isso! O que aconteceu com você?

- Cale-se! É um renegado e eles são os meus escravos. Eu tenho o direito de fazer o que desejar com eles, já que são a minha propriedade e nada mais.

- Baixe essa mão agora, Rias!

Ela reconhece a voz e se vira, vendo Sirzechs, junto de Grayfia, a olhando com severidade.

- O que estava pensando em fazer? Matá-los? Quanto a você, Raiser. Pare com essa punição ou irei puni-lo.

- Ela é a minha escrava.

- Eu não aceito tais castigos e posso ordenar que pare com eles na minha frente. Pare, agora!

Rosnando, ele para, sendo que Akeno a leva até eles, para que Asia a cure, com Ravel chorando, ainda sentindo a dor, assim como a humilhação.

- Issei Hyoudou. Por acaso você usou chamas de cores diferentes, além de seus poderes terem ressoado com objetos sagrados?

Issei, que se recuperava, fica de pé e fala:

- Usei chamas estranhas, sim.

- Os olhos dele ficaram dourados por alguns minutos. – Ravel fala, se sentindo melhor, com a dor desaparecendo, gradualmente.

- E as espadas reagiram a ele. Minha Durandal também e ela o chamou de "mestre".

Sirzechs fica surpreso e olha para Grayfia, para depois falar, olhando para Hyoudou:

- Você, Issei Hyoudou, é descente de uma das famílias mais antigas que existe e que estavam ao lado da Facção Anti Maou. O nome do clã era Sacraed Dragon (dragão sagrado). Você é o último descendente dessa linhagem, cujos ancestrais tem ligação com o sagrado. Você pertence a uma das famílias mais antigas que existem. Rias nunca poderia ter escravizado você e não obstante, quase o matou. Raiser não podia ter chutado você, pois, seu status é maior que o dele, sendo que também tentou mata-lo. Como é descendente dessa família tem direito a pedir como indenização o que estiver em posse, nesse momento, de Raiser e de Rias.

- O quê?! – Rias e Raiser exclamam, indignados.

Issei sorri e fala:

- Quero de Raiser, a Ravel e de Rias, quero a realeza dela. O crime dela foi bem pior que o de Raiser. Queria pedir a realeza de Raiser também, mas, não conseguiria, certo?

- Não. De Rias, pode pedir a realeza dela, mas, os crimes de Raiser não são tão grandes ao ponto de ter direito a realeza dele. Claro que pode pedir algumas peças, mas...

- E se eu pedir toda a realeza, menos a Queen dele. A Queen é a peça mais valiosa, abaixo do rei. Eu poderia pedir as outras peças?

- Bem, ele tentou matar você. A sorte foi que usou um circulo mágico de transporte. De fato, sem a Queen, você pode levar a realeza dele.

- Sirzechs-sama! – Raiser exclama, estarrecido.

- Está de acordo com as leis do Submundo. Você pertence a uma classe mais baixa que a dele. Você tentou matar um de classe superior, além de chutá-lo. Tem noção dos seus crimes? Por sorte, tem algo a oferecer. Você sabe o que aconteceria senão tivesse algo para oferecer? É o mesmo para Rias.

Eles gelam ao se recordar que teriam que ser servos dele, senão tivessem nada para pagar pelos seus crimes. A realeza de ambos era um preço pequeno a ser pago.

Irritados, eles estendem as mãos, passando as nobrezas para Issei, assim como Rias fez aparecer as Evil Peaces que não tinha usado, ainda e aquelas que antigamente ficavam dentro do Hyoudou.

- Eu e Grayfia, iremos leva-lo até a sua mansão para que tome posse oficialmente dela.

Ele consente e nisso, todos, inclusive a realeza de Raiser, se transportam com ela até um castelo enorme, parcialmente destruído.

Então, os outros Yondai Maous (四大魔王) surgem, pois, estavam curiosos sobre o renascimento do clã.

O acastanhado e os outros entram, o seguindo, sendo que Akeno e os demais estavam chocados com o que Rias tentou fazer, embora que em virtude do que ela fez em relação a Issei, não deviam ter estranhado.

Então, ele para e se vira, perguntando:

- Quem quer ter a sua Evil Peace removida?

- Irá remover as nossas Evil Peaces? As peças que fazem nós sermos escravas? – Isabela pergunta, estarrecida.

- Sim. Somente pedi vocês para ele, para que pudesse libertá-las. Realeza nada mais é do que escravidão e Evil Peaces significa ser escravo. Não concordo com a escravidão e quero libertá-las, para que possam viver como desejarem.

Elas se entreolham e depois, sorriem emocionadas, pedindo pela remoção, sendo que alguém parecia observá-lo através de um objeto e conforme o observava, esse vulto ficava pensativo.

Os Yondai Maous estavam surpresos, sendo que Grayfia ficava feliz por elas serem livres, enquanto desejava também ser livre e não ser serva, sabendo que era impossível por causa dos akumas antigos.

Quantas vezes não sonhou ser ela a educar o seu amado filho, podendo trata-lo como filho sempre e não somente nas folgas, assim como ficar junto do seu amado marido em igualdade e não atrás deste? Quantas vezes ela não sonhou com isso, sabendo que era um sonho impossível? Ela perdeu as contas. Era um sonho surreal, considerando o fato que era uma Lucifudge, que recebeu uma educação restrita e severa de submissão e obediência desde tenra idade, moldando-a para ser a melhor escrava, servil e obediente, presa a grilhões invisíveis de servidão, sendo que como uma Queen, a sua escravidão foi aprofundada.

Sirzechs não teve outra escolha, além de torna-la a sua Queen, para que assim ela não fosse obrigada a obedecer as ordens dos outros Gremorys, a salvando do harém de seu pai, Zeoticus, administrado por sua mãe, Venelana. Como Queen, era escrava pessoal dele e não dos outros, Gremory.

Portanto, era inalcançável ao seu pai pervertido que já havia demonstrado interesse em tê-la em seu harém e que sempre disfarçou a sua raiva ao ver que o seu filho a arrebatou, ao torna-la Queen de sua realeza.

Grayfia também temia a educação que Venelana dava a seu amado filho, pois, ela administrava o harém de seu marido e poderia ensinar valores errados, o tornando uma versão de Zeoticus, seu avô, em vez do seu marido, um homem de uma mulher só. Esse era o seu maior pesadelo. Senão fosse uma Lucifudge e Queen, poderia cuidar da educação de seu filho. Atualmente não podia, pois, uma serva não pode educar o seu mestre e o seu filho, era o seu mestre, pois, ele era um Gremory e ela, uma Lucifudge, uma família inferior que devia servidão aos Gremorys.

Mesmo não podendo ser livre, ficava feliz por eles serem livres.

Issei remove cada uma das peças, enquanto que Kiba comenta:

- Antes de entrar aqui, estava me sentido mal. Agora, me sinto bem.

- Estranho... – Issei comenta.

- De fato, vocês se tornaram humanos. Não era para estarem bem no Submundo, se bem que esse local é estranho, por assim dizer. – Serafall comenta pensativa.

Nisso, ele retira todas as peças delas, para depois remover de Akeno e de Kuroka. Ele já havia removido a Evil Peace de Kiba, sendo que ao seu lado, aparece um circulo mágico e uma caixa de papelão. Ao olhar para dentro, avista alguém e Akeno fala:

- É Gasper Vlaldi. Meio vampiro e meio humano, transformado em akuma.

Então, a meia anja caída se aproxima e sussurra a Gasper o que aconteceu, fazendo ele ficar desesperado e gritar dentro da caixa:

- Vou ser torturado por Rias-sama! Perdoe-me Rias-sama! Perdoe-me, eu...

- Calma. Toda a nobreza dela passou para mim. Ela não é mais sua mestra.

- Então, você é o meu mestre?

- Não. Seu amigo. Estou removendo as Evil Peaces de todos. Posso remover a sua? Assim, será livre.

- Dará a minha liberdade, assim, dessa forma? – Gasper pergunta descrente.

- Sim. Já fiz em todos. Só falta você.

- O mundo é assustador.

Issei suspira e fala:

- Olha, esse castelo é meu e é imenso. Tenho certeza que tem espaço de sobra para você ficar. Se quiser escolher um local, fique a vontade.

- É sério? Eu posso escolher?

- Sim. Agora, apareça para eu remover a peça. A remoção dói, mas, estará livre. O que me diz? Eu consigo diminuir a dor, mas, não faço ela desaparecer.

- Eu aceito.

Nisso, ele sai da caixa, timidamente.

Issei se aproxima dele e usa o seu poder. Gasper sente dor, mas, sabe que seria pior sem a ajuda de Issei, sendo que Asia o cura, assim como fez com todos, após a remoção por parte do Hyoudou.

- Issei senpai, parece que todos que não nasceram akuma, se tornaram humanos, após a remoção da Evil Peace. Akeno senpai se tornou meia Caída. Não tem mais as suas asas de akuma e sim, somente as de Caído. – Koneko fala.

- Não sabia que era uma Caída. – Issei comenta surpreso.

Ela fica cabisbaixa, para depois falar:

- Eu pedi para ninguém revelar isso. Eu odeio essas asas. Pensei que ainda continuaria com a de akuma. Mas, não... Não revelei antes, pois, você foi morto por uma Caída e disse mais de uma vez que odiava caídos. Eu sou meia humana e meia Caída. Não queria que me odiasse.

Issei se aproxima e fala, sorrindo:

- Não me importo se é meia caída ou se é uma caída pura. Você é a Akeno senpai. Nada vai mudar isso. Além disso, talvez, ajam anjos Caídos decentes, já que há akumas descentes e akumas perversos. Por que não pode haver isso entre os Caídos? É assim entre os humanos, também. Há os bons, os neutros e os ruins.

- Ise-kun...

Ela murmura com lágrimas nos olhos e ia se esfregar nele, quando ele recua e fala:

- Saiba que todas vocês são as minhas irmãs queridas. Não quero mais ser rei de um harém. Não quero mais um harém. Eu quero ser mais poderoso, para defender aqueles que amo e busco o poder por mim mesmo. Após pensar e muito, descobri que queria ter um harém, pois, no íntimo, queria ser servido pelas mulheres. A submissão de uma mulher no harém era tentador. Mas, descobri que isso na verdade era uma fraqueza minha. Eu achava que somente as mulheres sendo servis, me fariam feliz. Eu imaginava a diversidade e adoraria no passado, ter bastante variação. Mulheres variadas para fazer sexo, sem ter a dor de cabeça dos relacionamentos monogâmicos que somente tinha uma mulher e nada mais. A quantidade e variedade me atraía. Cada dia, uma mulher diferente na cama ou então, várias em orgias ou não. Eu achava aborrecedor e maçante ter apenas uma mulher. Por que não ter várias, me satisfazendo, sem precisar me lembrar de datas de aniversário de namoro, aniversário de casamento e outras datas que via como sendo idiotas entre os casais? Assim como, não teria que aguentar ciúmes. Em um harém, não tem isso de datas ou de ciúmes. É tudo simples e descomplicado. Tudo isso me agradava. Fácil, prático, diverso e prazeroso. Uma relação monogâmica era complexa e exigia muito, além de lidar com ciúmes. No harém, não há ciúmes. Afinal, o homem é dividido. Mas, agora, analisando tudo, percebo que um harém era uma fuga das responsabilidades, assim como um ato de um homem que não desejava grandes responsabilidades e perder tempo nas datas especiais de uma mulher em um relacionamento monogâmico, além de não precisar aguentar ciúmes. Era a fuga de um homem para o que era mais prático e fácil, sem as complicações de uma relação monogâmica e tendo ampla variedade, nunca se enjoando da mesma mulher, pois, julgava que ficar com somente uma mulher, enjoaria, após algum tempo. Notei essa minha fraqueza e fuga de responsabilidades, somente tendo a de proteger. Portanto, decidi que não seria mais esse homem. Vou lutar para conquistar uma mulher por mim mesmo e mostrarei que posso ser alguém responsável e que se importa com sentimentos mais profundos, do que apenas o prazer pela diversidade. Isso foi possível, graças a um evento me fez pensar em muitas coisas e repensar minhas atitudes e atos. Por isso, em virtude disso tudo, desse "despertar", por assim dizer, decide mudar, me tornando com isso um verdadeiro guerreiro e saibam que não amo vocês, agora, como um homem ama uma mulher e sim, com um amor fraternal. Vocês são como minhas irmãs e juro que irei protegê-las com a minha vida.

Akeno e Asia ficam surpresas, sendo que a ex-freira, murmura:

- Então, não posso mais dormir junto de você?

- Não, imouto-chan.

- Entendo.

- O senpai mudou... Isso é incrível. – Koneko comenta surpresa.

- Que bom que mudou, Issei. – Yuuto comenta com um sorriso no rosto.

- Eu peço desculpas por ter sido um péssimo amigo.

- Desculpas aceitas.

Então, um círculo mágico pequeno surge de uma pulseira de Ravel, a deixando surpresa, sendo visível o rosto do seu irmão que é projetado no ar, com o mesmo falando:

- Lhe dei essa pulseira para protegê-la do bastardo do Raiser. Eu podia ouvir tudo o que acontecia, para que assim, pudesse salvá-la, caso ele tentasse fazer algo com você. Eu ouvi o que Issei fez, assim como as palavras dele e sei que estará mais segura com ele, do que com a nossa família. Eu quero pedir desculpas por não ter impedido a sua punição, antes. Mas, acredite que no nosso treino de luta, mais tarde, eu iria proporcionar a maior dor que conseguisse nele e iria quebra-lo tanto, que não ia conseguir mais se regenerar por um bom tempo, de tão fraco que ficaria, após se regenerar inúmeras vezes contra mim, além de dificultar o acesso dele as lágrimas de fênix, para ele sofresse e sentisse dor o máximo possível. Aliais, eu pretendo fazer isso mais tarde. Ele irá pagar, amargamente, pelo que fez a você.

Então, ele conta os planos dos pais deles para ela, de adquiri-la de Raiser, apenas para oferta-la como escrava a outra pessoa em troca de status e de uma quantia volumosa de dinheiro, fazendo Issei rosnar, com vontade estraçalhar os pais dela, enquanto Ravel chorava.

- Portanto, eu ordeno como líder do clã, que fique junto de Issei. Não acho que os bastardos dos nossos doadores de óvulos e espermatozoides permitiriam a sua saída tão facilmente. Issei Hyoudou, sei que não nos conhecemos. Eu notei que mudou e imploro para que cuide de minha imouto. Por favor. Farei o que desejar. Apenas mantenha Ravel-chan segura. Eu imploro.

- Fique tranquilo. Não me deve nada, eu cuidarei dela. Vejo Ravel como uma imouto querida e que irmão mais velho eu seria senão protegesse a minha imouto-chan?

- Verdade. Eu lhe agradeço e saiba que mesmo com você não desejando, tenho uma dívida de gratidão com você. Até mais, Ravel-chan.

- Até mais, nii-san. Pode deixar que ficarei com o Issei.

- Excelente. Cuide-se.

Issei nota que a ex-realeza de Raiser se aproxima e Isabela fala:

- Poderíamos ficar em seu castelo? Aqui é mais seguro que lá fora. Podemos servi-lo como empregadas. Vai precisar de empregadas. Claro que eu gostaria de servir como guarda, assim como Kalarmine e Xueran. Já as demais, gostariam de ser empregadas. Nós já conversamos entre nós.

- Bem, vocês tem razão, mas, não acho que terei dinheiro para pagá-las.

- Se não tiver, tudo bem. Você deu a nossa liberdade. Acredite, nós que deveríamos pagar a você por isso, mas, como não temos dinheiro, para ficarmos em paz conosco mesmo, pedimos para sermos empregadas. É o mínimo que podemos fazer.

- Bem, fiquem a vontade. Se puder pagá-las, assim eu farei. – ele promete.

Então, Ravel seca as lágrimas, sendo que Kiba comenta:

- Nós somos humanos, agora e estamos no Submundo. Como isso é possível? Me senti mal, antes, mas, agora estou bem.

- Põe estranho nisso. Vocês estão bem, mesmo? Quer que eu os leve ao mundo humano?

- Não precisa. Por enquanto, ainda não.

- Mas, como isso é possível? – Asia pergunta surpresa.

- Verdade. Em tese, humanos não sobrevivem no Submundo. – Sirzechs fala curioso.

- Creio que posso explicar. – uma voz ressoa no corredor e eles olham para a origem da voz.