Capítulo III – Perigosamente perto
Eu estava realmente irritado. Irritado por ter de aturar as brincadeiras ridículas e sem sentido da minha família. Irritado por todo o meu plano estar simplesmente indo por água a baixo. Mas eu estava mais irritado por ter de passar duas horas ao lado dela, sem poder fazer ou falar nada.
Sendo simplesmente o filho do novo Chefe.
- Quero que vocês se comportem hoje. – A voz de Carlisle invadiu os meus devaneios, me despertando do transe.
- Claro. – Responderam todos juntos, comigo de exceção.
Alice tinha um sorriso perverso nos lábios, que me deixava trêmulo de tanto ódio. Ela havia planejado aquilo, e estava tudo saindo de acordo com os conformes. Naquela noite Isabella viria a nossa casa para conhecer a família e o local.
Um local onde ela andaria muito dali para frente.
O que não era nada bom para mim. Eu havia a visto duas vezes na vida, e em ambas situações havia sido prazerosamente difícil me controlar. Porém dali por diante seria impossível.
- Edward? – Meu pai me chamou.
- Quê? – Respondi seco.
- Melhore essa cara. – Ele ralhou, se afastando de mim. Eu bufei.
Como ele esperava que eu estivesse? Feliz e alegre? Não mesmo! Aquilo ia ser um inferno. Um inferno ridiculamente delicioso de se ficar, porém ao mesmo tempo torturante.
A campainha tocou, como nas previsões de Alice, e eu soltei um longo suspiro.
A tortura estava prestes a começar.
- Olá, Bella. Seja bem vinda – Carlisle falou, ao abrir a porta para ela.
Todos tinham se levantando para recebê-la e estavam a encarando com um sorriso. Menos eu, eu estava no canto da sala, encarando o chão, tentando me controlar.
O seu cheiro me encontrou fazendo com que o meu pescoço ardesse e que minha mão se fechasse fortemente. O inesperado prazer de tê-la perto de mim me arrebatou, fazendo com que um leve tremor se iniciasse em minhas mãos.
Eu me senti vivo pela primeira vez.
Senti como se o meu coração bombeasse fortemente em expectativa. Meu estômago completamente retorcido por culpa do nervoso. E o enjôo da ansiedade ali, presente no meu organismo morto.
Aquilo me deixou surpreso e me fez arfar.
Eu estava parecendo um menininho totalmente encantado por uma atriz de TV, ou celebridade. Algo patético.
- Desculpe a demora. – Ela disse com a voz doce, repleta de vergonha. Eu levantei os olhos por alguns segundos para vê-la corar.
Ela estava magnífica. Usava uma jeans e uma camisa preta formal, com sapatilhas baixas. O cabelo estava preso em um rabo de cavalo social, deixando o seu pescoço nu para mim. Perfeito, convidativo.. totalmente delicioso.
Eu prendi a respiração por uns instantes.
- Não se preocupe com isso. – Esme falou, indo em direção a ela. – Eu sou Esme, mulher de Carlisle. É um prazer conhece-la.
Eles a recebiam como se ela fosse um novo membro na família, e não uma simples funcionária.
Argh. Por que isso me irritava tanto mesmo?
- O prazer é todo meu, Senhora Cullen. – Ela disse com formosura.
Parece uma flor. Bela e delicada.. Esme pensou.
- Sem formalidades, por favor. – Esme disse com um sorriso.
- Venha, Bella. – Carlisle a chamou, aproximando-se do resto da família. Menos de mim, óbvio. – Esses aqui são os meus filhos: Emmett, Rosalie, Alice e Jasper.
Ele disse na ordem, sem falar de mim, logicamente. Eu estava longe demais, e ela ainda não havia me avistado.
Ela encarou cada um dos meus irmãos com um sorriso tímido nos lábios. Percebi que demorou mais em Rosalie, totalmente encantada com a beleza dela, demorando nos detalhes. E então, corou.
- Vamos nos ver com muita freqüência. – Alice tomou a dianteira, sendo simpática. – Tente não se irritar com as piadas de Emmett, combinado?
Isabella riu baixinho.
- Minhas piadas são ótimas. Tenho certeza que ela vai adorar. – O grandalhão se intrometeu, arrancando risadas de todos.
Ao me ouvir rir, ela virou a cabeça em minha direção, abrindo a boca e esbugalhando os olhos em completo choque. Ouvi-a arfar daquela distancia, e o coração começar a bombear rapidamente.
- Ah, e aquele é Edward. – Carlisle falou. – Ele acaba de chegar na cidade, ainda está meio perdido.
Todos riram novamente. Menos eu e ela. Nos encarávamos intensamente.
- Hm.. oi. – Eu falei, me aproximando mais um pouco.
O seu cheiro cada vez mais forte, fazendo com que a minha garganta implorasse por seu sangue. Fazendo meu corpo inteiro reagir e a minha mente congelar.
Eu necessitava dela.
- Oi. – Ela falou, lentamente. Ainda estava chocada.
Pela primeira vez eu desejei mais do que tudo poder ler a sua mente. Saber o que ela estava pensando, e por fim entende-la.
Todos pararam para nos observar. O silêncio era pesado e torturante para mim, fazendo com que eu me sentisse muito vulnerável.
Eu passei a esnobar os pensamentos gritantes que invadiam a minha mente me mandando tomar várias atitudes. Para mim, naquela sala só havia eu e ela. Não que eu fosse deixar que alguém percebesse isso.
Decidi mudar de estratégia de última hora.
- Apesar de achar uma assistente algo completamente inútil, seja bem vinda - Eu falei, indiferente. A encarei esperando a sua reação.
Todos me encaravam atônitos. Menos ela. Ela decidiu simplesmente ignorar aquele comentário desnecessário.
- Obrigada. - Murmurou secamente.
Depois simplesmente virou para o outro lado e passou a me esnobar. Isso mesmo.
Me esnobar!
Foram todos se encaminhando para a sala de estar, acomodando-se nos sofás. Conversavam sobre assuntos da família, a explicando como nós éramos, passando as informações básicas para o trabalho.
- Não se assuste se encontrar a casa completamente vazia de vez em quando. – Esme a preveniu. – Agente costuma sair para acampar com muita freqüência.
- Oh, sim. – Ela falou, anotando tudo em um bloquinho.
Eu a encarava interpretando todas as suas reações. Simplesmente tudo. Era inacreditável que ela agia como se eu realmente não estivesse ali. Ela apenas ignorava o fato de eu ser o cara que havia a salvado!
Talvez eu tivesse merecido, mas aquilo era completamente injusto!
Nenhuma menina agia assim ao meu lado. Nenhuma mesmo! Todas ficavam babando fazendo de tudo para chamar a minha atenção, ao contrário dessa estranha maluca e azarada que estava sentada entre os meus pais.
Os minutos pareciam não passar. Ela ficava ali, interagindo com a minha família bem na minha frente, me desprezando, falando com a maior tranqüilidade possível. Como se não tivesse passado por momentos tensos comigo.
Como se eu não tivesse feito de tudo para deixá-la viva.
Ingrata! Era isso o que ela era. Uma ingrata com um sangue delicioso!
Eu levantei de repente, fazendo com que todos virassem para me encarar, até mesmo ela. Os olhos chocolates lotados de curiosidade.
- Eu não estou me sentindo bem. Acho que vou me deitar. – Falei, lançando um olhar para o meu pai. – Com licença.
Edward! Não faça assim. Ele ralhou comigo mentalmente.
- Toda. – Ela falou com a voz indiferente. E depois voltou a prestar a atenção na história que Emmett contava.
Eu fui subindo a escada, batendo os pés com força no chão, igual a uma criança mimada.
As imagens dela na minha cabeça, deitada, agradecendo a mim com aquela voz doce e sensual me fizeram bufar. Por que ela agia de uma forma tão diferente agora? Por que ela tinha de ser essa menina impetulante e sensual?
Uma visão de Alice adentrou-se na minha cabeça, fazendo com que eu tremesse de choque.
Boa sorte. Ela pensou perversamente, me fazendo xingá-la mentalmente.
- Licença, eu preciso ir ao banheiro. – Isabella falou de repente.
- Hm.. o banheiro é no andar de cima. Você vai estar em um corredor, siga ele até o final e vire a direita. – Ela disse.
Perversa! Maluca! O que eu havia feito para merecer uma irmã dessas?
De nada, maninho. Ela pensou, rindo mentalmente.
Eu passei a andar de um lado pro outro no meu quarto, rapidamente. Decidi ligar o som e me fingir de descontraído, o que não sairia perfeitamente bem.
Isabella foi subindo as escadas e andando em direção a mim lentamente. Não que ela soubesse disso, óbvio.
Abriu a porta e ficou parada me encarando em choque.
- Oh! Desculpa. – Ela falou, corada. – Acho que errei o caminho para o banheiro..
- É, eu também acho. – Eu disse, indiferente.
Se ela queria guerra, teria guerra.
Ela virou-se para sair, mas de repente voltou-se para mim com o rosto lotado em raiva, Cadê a indiferença, Isabella?
Um a zero para Edward.
- Por que não me disse que era filho de Carlisle Cullen? – Ela me falou com a voz raivosa.
- Não achei que fosse necessário. – Eu comentei. Levantando e indo em direção a ela.
- Eu acho que era uma informação indispensável. – Ela falou, me encarando com uma expressão acusadora.
- E por que pensa isso? – Aproximei mais dela em desafio.
- Porque você simplesmente sabia quem eu era. Seu pai me conhece! O seu pai agora sabe as loucuras que eu cometo para estar aqui! O seu pai é amigo do meu pai! Eu nunca me senti tão humilhada em toda a minha vida! – Ela falou, apontando o dedo na minha cara. As faces coradas de raiva e os olhos fechados em fendas.
Parecia uma leoa enraivecida.
- Isso não faz a menor diferença para mim.
- Não?! Não fazia nenhuma diferença ao ponto de você chegar em casa e abrir a matraca para contar a minha história trágica. Poupe-me, Edward! – Ela virou-se para ir embora, mas eu a agarrei pelo braço.
- Eu gosto tanto dessa situação como você! – Eu falei com raiva. As íris dela lotadas em indignação e choque pela minha reação.
- O quê? – Ela falou, sem entender.
- Eu não falei nada para o meu pai. – Falei com mais calma. – Ela descobriu através de um médico chamado Gómez. E foi aí que meu pai ganhou o cargo.
Ela ficou em silêncio. E eu a soltei.
- Hm.. – Ela ficou sem palavras.
- Apenas desculpas estará ótimo. – Eu falei mal humorado, me afastando.
- Você é ridículo. – Ela estava irritada de novo. – Cadê o menino que me salvou aquele dia?
Oh, então eu era o ridículo? Argh!
- Você estava tonta demais para perceber que somos o mesmo.
Ela parou e começou a respirar calmamente. Adorava vê-la nervosa, perdendo o controle na minha frente.
- Espero que tenha intuição o suficiente para saber quando eu estiver vindo para cá e simplesmente desaparecer, Cullen. – Ela falou em tom de ameaça. – Boa noite.
Deu um sorrisinho cínico e bateu a porta, saindo rapidamente em direção ao andar de baixo.
Eu comecei a rir descontroladamente.
O que havia sido aquilo exatamente? Hm.. eu não sabia, mas havia feito eu me sentir como nunca antes.
Eu tinha um desafio em minha mente e ele só me excitava e me dava mais prazer em minha caçada.
Eu faria Isabella Swan comer na minha mão.
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A insônia havia me pegado de um jeito estranho. Eu havia passado mais algum tempo escutando a conversa no andar de baixo, me esforçando para tentar furar o silêncio impenetrável que era a mente de Isabella Swan.
A única coisa que consegui foi frustração. Algo que eu realmente odiava.
Ela se despediu de todos com muita elegância e foi embora, me deixando ali, sentado no meu quarto, com os pensamentos pecaminosos dos outros três casais na minha mente.
Aquilo era realmente nojento.
Eu não merecia aquela vida de solteiro mela cueca. Eu era Edward Cullen, um cara sensual e poderoso.
Pelo menos eu tentava acreditar nisso.
Saí de casa no instante que consegui. Deixando os casais e seus planos perversos para trás. Fiquei correndo pela floresta por horas, tentando acalmar a minha mente. Os meus pensamentos estavam confusos e embaralhados. Eu não sabia o que fazer e o que sentir. Eu estava completamente perdido.
Tudo por culpa de uma mera humana.
Aproveitei para caçar, engolindo o gosto nada saboroso dos leões com dificuldade. Enquanto eu pensava no cheiro delicioso do meu sangue sagrado nada parecia ter graça. A simples idéia de sugar qualquer humano me deixava com ânsias.
Eu só queria ela. Apenas ela.
A impotência me deixou com raiva. Eu estava tão a mercê dela que me irritava. Eu estava simplesmente nas mãos dela, apesar de tentar me convencer do contrário. E não podia fazer nada para mudar isso.
Vaguei por horas tentando buscar vários e vários motivos para continuar a minha busca. Alguns me pareceram tolos e outros completamente desprezíveis. Eu já não conseguia me ver sem tê-la por perto.
Sem poder sentir o seu cheiro.
Mas aquilo tinha de acabar, o mais rápido possível. Talvez eu fosse expulso da família, ou talvez eu simplesmente levasse a maior bronca do século, mas eu realmente não ligava. Eu precisava terminar com aquela tortura.
Precisava parar de ser uma marionete nas mãos de Isabella Swan.
Corri instantaneamente para a casa dela, seguindo o seu cheiro apetitoso. Ele ainda estava presente no ar, me instigando a continuar com a minha decisão.
A cada instante eu sentia que o meu coração morto voltava a bater. O sentia galopando no meio peito, me deixando sem ar. Deixando-me completamente nervoso e extasiado, como se eu estivesse ansioso para terminar com aquilo.
Todas as sensações desconhecidas voltaram a se manifestar e eu tive de fechar os olhos por um instante.
Um mundo sem aquele cheiro maravilhoso seria um mundo vazio, mas mesmo assim era necessário. Os vampiros eram os dominadores, eles não podiam deixar-se dominar por uma mortal sensual.
Era contra a natureza. Algo anormal.
Parei de frente na casa dela. O cheiro próximo, fez a minha garganta arder e os meus dentes liberarem veneno por antecipação. Fui dando a volta na casa, sentindo os meus instintos.
Parei de frente para a janela dela. Estava aberta.
Era morbidamente engraçado como Isabella facilitava as coisas para mim. Era como se ela tivesse assinado um contrato de morte assim que entrou naquela floresta ao meu encontro.
Ela pedia para morrer. Parecia que implorava por isso.
E eu como um vampiro misericordioso e totalmente viciado nela, faria isso. Eu a mataria de uma forma lenta e sensual, aproveitando ao máximo o gosto daquele sangue sagrado. Fazendo daquele o momento mais especial de toda a minha existência.
O momento em que ela me pertenceria.
Pulei em direção a janela, entrando no quarto silenciosamente. O cheiro estava concentrado e disparou com a brisa para as minhas narinas, me fazendo suspirar de tanto prazer.
A visão que estava a minha frente me fez perder o fôlego e recuar um pouco.
Isabella estava dormindo com uma camisetinha apertada e uma calcinha. Tinha um lençol enrolado no meio das pernas, e estava com uma expressão tão inocente e jovial. Os lábios entreabertos e tão convidativos. O pescoço alvo estava nu, pronto para ser atacado pelos meus caninos venenosos.
Eu fui me aproximando lentamente. O meu corpo todo implorando por mordê-la, por fazê-la apenas minha, mas a minha mente me traia. Implorava pela vida dela.
Sentei na cama, próxima a ela, a encarando cheio de desejo. Desejos não apenas por seu sangue. Desejos que no momento eu julgava completamente indomáveis.
Deixei os meus instintos me guiarem, fechando os olhos. O silêncio de sua mente era uma novidade para mim, fazendo com que eu ficasse mais apreensivo. Peguei o seu rosto com as mãos, tirando o cabelo da frente do meu alvo.
A sua pele era tão macia e tão frágil. Senti que podia quebrá-la apenas com aquele toque.
Em vez de puxar o seu pescoço para mim, eu simplesmente comecei a acariciar o seu rosto pálido, descendo o meu tronco em direção ao seu corpo. Encostei os lábios em seu pescoço, sentindo o sangue pulsar ali na sua jugular.
Tentei conter o monstro dentro de mim. Eu não devia matá-la dolorosamente, ela não merecia aquilo. Tinha de ser lenta e perfeitamente.
De repente, quando eu estava prestes a mordê-la um som perfurou os meus ouvidos, me fazendo congelar e ficar sem reação.
Era o som de sua voz.
- Edward.. – Ela gemeu baixinho.
Eu fiquei esperando ela me bater, ou simplesmente gritar comigo por estar ali. Mas nada. Não aconteceu simplesmente nada.
Eu me afastei um pouco e fiquei a encarando totalmente atônito.
Ela estava dormindo!
- Edward.. – Gemeu novamente, fazendo o meu coração morto bater.
Eu arfei e me afastei dela em um pulo. Eu não podia matá-la! Não podia. Era algo cruel demais para mim.
Então, a satisfação me preencheu e fez o meu ego inflar. Ela não era indiferente a mim, ela gemia o meu nome enquanto dormia. Isso só podia significar uma coisa:
Eu também mexia com ela.
Todo o desejo de matá-la foi embora, restando apenas o desejo carnal. Eu dei um sorriso torto para ela, sentando na janela a observando dormir e gemer o meu nome inúmeras vezes.
Eu havia ganhado o jogo por enquanto, eu estava no comando. Agora seria fácil demais tê-la para mim. Eu apenas não sabia de que forma eu a queria.. mas isso eu apenas descobriria com o tempo.
Meu corpo clamava pelo dela, e eu não gostaria de esperar muito para me satisfazer. O jogo de gato e rato estava se reiniciando, mas eu daria a ela mais alguns dias de vantagem. Tinha a plena certeza de que a veria implorando para possuir o seu corpo.
Ou eu não me chamava Edward Cullen.
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Tudo estava voltando ao normal. Pelo menos é o que eu pensava.
Meus irmãos estavam me tratando como antigamente, com zombarias obviamente. Meus olhos estavam voltando a ser castanho-dourados, por culpa do sangue animal. E eu não estava tão obsessivo em relação à Isabella Swan.
Quero dizer, eu estava disfarçando mais.
Estava eu, Emmett e Jasper no jardim de casa jogando futebol. Algo que não fazíamos há muito tempo. Nós três sem camisa, fingindo ser alguns dos craques das maiores seleções.
No momento nós imitávamos a seleção brasileira.
Eu estava com uma bola no pé, fazendo uma embaixadinhas, arrumando o cabelo no mesmo momento. Os outros dois riam sem parar, me instigando a continuar a minha encenação perfeita.
- Kaká! – Gritou Emmett, e eu bufei de raiva.
- Acertou. – Falei, parando com a minha encenação. Os outros dois bateram palmas.
Emmett começou a pensar em quem ele interpretaria e eu o cortei no mesmo instante.
- Ronaldinho gaúcho. – Falei com um sorriso nos lábios.
- Seu maldito. – Ele gritou, correndo pra cima de mim. – Isso é injusto!
Ele me derrubou no chão e começou a me socar com a sua força monstro, fazendo com que eu tivesse que usar os meus braços como proteção. Jasper estava jogado no chão de tanto rir.
- Pare! – Eu gritava, rindo. – Não me culpe por ser mais talentoso que você. É a vida, Em.
De repente ele parou, levantando.
- Vamos ver quem é mais talentoso. – Ele disse com um sorriso competitivo. – Vou adivinhar de primeira agora, vai.
- Ok. – Eu disse, pensando.
Comecei a pedalar em cima da bola e fazer uma careta engraçada. Jasper riu e Emmett colocou a mão no queixo, pensativo.
- Esse é óbvio demais. – Uma voz cortou a nossa brincadeira. – Robinho.
Nós três ficamos boquiabertos.
Isabella Swan estava nos olhando com um sorriso maroto nos lábios, segurando uma pasta cheia de papéis. Usava uma calça jeans simples e uma camisetinha, e tinha os cabelos presos em um coque mal feito.
Estava fantástica.
Nós três ficamos parados. Era engraçado como nós três estávamos completamente extasiados com a presença dela ali. Não era apenas o corpo estrutural e os olhos maravilhosos, a sabedoria e a fala nos deixaram completamente excitados.
É a mesma coisa de imaginar uma menina vestida de mecânico suja de graxa na sua cama.
Completamente sexy.
- Uau. – Emmett exclamou, indo em direção a ela. Eu fechei os olhos e tentei não mata-lo por culpa dos pensamentos impuros.
- Que foi? – Ela perguntou indecisa, com o rosto um pouco corado.
Tentei realmente não ligar para o cheiro delicioso que emanava dela, mas era difícil demais. Apelativo demais.
- Como você sabia? – Jasper falou.
- Hm.. meu pai adora esportes. – Ela falou, corando mais ainda.
- Como se você morasse com o seu pai.. – Emmett tinha um sorriso maldoso nos lábios.
- Bill joga futebol, o marido da minha mãe.. e sempre quando venho para cá, só escuto sobre futebol. Não é de se estranhar que eu goste. Ou entenda. – Ela falou, dando os ombros.
Nós três soltamos um suspiro.
- Sei.. – Eu disse zombeteiro, para vê-la ficar irritada.
Ela ficava mais bonita ainda com as faces coradas de ódio.
- Você não sabe de nada, Cullen. – Ela falou irritada, me lançando um olhar mortífero. Eu soltei uma gargalhada. – Com licença.
Ela falou antes de entrar em casa.
Aquela conversa havia me deixado com os instintos a flor da pele. E eu não estava falando dos instintos vampíricos. Meus irmãos me encaravam com sorrisos maldosos e ficavam lançando pensamentos comprometedores na minha mente.
- Sabe o que eu acho? – Emmett falou de repente, enquanto brincava com a bola de futebol.
- Sim, eu sei. Eu estou lendo a sua mente, lembra-se? – Falei rude.
- Eu não sei. Fale logo. – Jasper falou maliciosamente.
Eu soltei um longo suspiro.
- Eu acho que Bella Swan é gostosa pra caramba. Se eu tivesse solteiro, eu pegava. – Os dois ficaram olhando para mim esperando qualquer tipo de reação.
- Eu só não a pego porque não quero. – Falei confiante.
Nesse instante roubei a bola de Emmett. Eles haviam parado de jogar.
- Eu não acho isso. – Emmett falou. O sorriso maroto em seus lábios.
Não! Não faça isso!
- Emmett, você sabe que eu consigo todas que quiser, então não venha me irritar. – Eu falei bravo, dando um chute na bola e indo em direção a floresta.
Parado aí. Ele pensou.
- Eu acho que ela não ficaria com você. Eu acho que você não conseguiria levar Bella para a cama. Sequer beija-la. – Emmett e seu tom de desafios.
O meu interior se agitou. Ele sabia como eu adorava apostas e desafios. Eu odiava que alguém me falasse o que eu podia ou não fazer, fora por um motivo desses que eu havia saído de casa.
- Eu consigo beijá-la. Eu consigo fazer de tudo com ela. – Falei com a voz trêmula de raiva. Minhas mãos estavam fechadas com força.
- Eu aposto que não. – Emmett falou.
Jasper permaneceu quieto. Conseguia ver em seus pensamentos que ele não queria se intrometer.
- Apostado, então. – Eu falei com raiva. Ia continuar a minha caminhada para a floresta quando os pensamentos de Emmett me impediram.
Covarde. Fraco. Eu virei para encará-lo. Ele estava com um sorriso no rosto.
Eu o xinguei mentalmente.
Eu estava necessitado, não precisava ouvir aquelas palavras para ser instigado a beijá-la e derivados.. porém eu não sabia se conseguiria me controlar, e esse era o meu maior medo.
Não era de matá-la. E sim de estragar tudo.
- Eu te odeio. – Falei para ele, saindo em direção a casa.
A antecipação começou a me deixar excitado e apenas o pensamento do que aconteceria começaram a fazer a minha calça ficar apertada. Eu realmente precisava dela.. isso era absolutamente visível.
Isabella Swan havia virado um vício.
Fui a seguindo pelo cheiro... ela estava no escritório do meu pai, devia estar mexendo com alguns papéis ou vendo a sua agenda particular.
No momento em que eu estava me aproximando, ela saiu da sala, com aquele cheiro magnífico e as curvas perfeitas. Eu não me controlei, avancei para cima dela, a pegando pelo braço e a puxando.
- O que você está fazendo? – Ela murmurou assustada, tentando se afastar de mim.
Eu não respondi. Continuei seguindo o meu caminho.
- Cullen! – Ela gritou irritada, começando a socar o meu braço. – Me solta agora!
Foi nesse instante que eu perdi a paciência e entrei na primeira porta que eu vi. Era o bendito armário de toalhas e roupões.
- Você pode me explicar o que é isso? – Ela disse colocando a mão na cintura.
- Cala a boca. – Eu falei, antes de puxá-la com força em direção a mim e começar a beijá-la.
No começo apenas eu a beijava. As minhas mãos foram rapidamente uma para a sua cintura delgada e a outra para a sua nuca. Os meus lábios frios encontraram-se com os quentes e a minha língua invadiu a sua boca, completamente desesperada e selvagem.
Ela estava sem reação, parada em meus braços. Em estado de torpor.
Quando eu já estava cansando de beijar sozinho, ela decidiu reagir. Levou as mãos para o meu cabelo e me puxou para perto, tocando a sua língua rapidamente com a minha, me fazendo ir aos céus.
O gosto dela era tudo o que eu imaginava e mais um pouco. Era delicioso e viciante, aquelas que você tem vontade de provar o dia todo, sem parar.
Nosso beijo era selvagem, minhas mãos passeavam pelo seu corpo, sem tempo para hesitações. Eu estava desesperado por senti-la.. precisava ter a certeza de que aquilo estava acontecendo.
Quando minhas mãos frias apertaram o seu bumbum ela soltou um gemido entre o beijo, e foi esse o estímulo para continuar.
Meus beijos foram descendo em direção ao seu pescoço perfeito, eu comecei a explorá-lo com lambidas, beijos e chupões, a fazendo gemer cada vez mais no meu ouvido. Às vezes eram apenas lamúrias e outras horas era um gemido baixinho.
As mãos dela foram em direção ao meu peito, o tocando delicadamente, enquanto eu estava indeciso entre a sua bunda e as suas costas.
Ela buscou os meus lábios com os seus voltando a me beijar com voracidade, enquanto suas mãos começavam a me explorar lentamente.
Eu estava em um estado avançado, tentava toca-la o máximo que conseguia. Parecia que eu tinha mil mãos e não apenas duas. Quando a toquei na barriga nua, por baixo da camisetinha, ela gemeu e eu a apertei mais em meus braços, fazendo com que ela sentisse a minha excitação.
Instintivamente ela ondulou o seu corpo no meu, e nós começamos a nos apalpar com mais freqüência.
De repente ela ficou parada. Parou de me beijar e ficou na mesma posição inicial, totalmente sem reação. Eu senti que algo me cutucava e percebi que ela estava tentando me empurrar.
Eu me afastei a olhando espantado querendo saber o que é que tinha acontecido.
O que eu recebi não foi nada agradável. Ela me deu um tremendo tapa na cara. Eu não virei o rosto e não senti nada, porém sabia que se fosse um humano estaria urrando de dor naquele momento.
- Seu idiota, prepotente, retardado. – Ela me xingou se afastando de mim, apoiando-se no outro canto do armário.
Pude ver através dos meus olhos fantástico que ela estava com os olhos lotados de lágrimas.
- Qual é o problema? – Eu falei rude, tentando me aproximar novamente.
- Qual é o problema? – Ela perguntou irada, vindo pra cima de mim com as faces coradas. – QUAL É O PROBLEMA?
- É. – Eu falei, a encarando como se estivesse entediado. – Cale a boca, você está sendo idiota, Isabella.
Outro tapa na cara.
- Nunca mais me mande calar a boca. – Ela falou, virando-se em direção a porta pronta para sair. Quando estava lá fora, virou-se novamente para mim. – E nunca mais toque em mim!
Então bateu a porta com toda a sua força.
Eu fiquei ali parado, boquiaberto e completamente excitado. Fui recordando aos poucos o que havia acontecido ali e com orgulho percebi que em nenhum momento havia cogitado em mordê-la. E sim come-la.
Mas isso era outra historia..
A sua indignação e raiva só fizeram com que meu interesse aumentasse e não era simplesmente pelo fato de eu estar sendo rejeitado. Era muito mais que isso.. eu começara a perceber que ela realmente não era uma qualquer. Ela tinha caráter, algo que faltava em muitas mulheres.
Apesar dos tapas e de toda a gritaria tudo aquilo havia sido bom demais. Fui caminhando em um estado entorpecido para o jardim.
Ao chegar lá decidi esnobar o sorriso divertido nos lábios de Emmett e Jasper. Na realidade, eu passei reto por eles indo em direção a mata. Precisava urgentemente caçar e esquecer do gosto magnífico de Isabella Swan.
Pelo menos por enquanto.
Mas então, quando eu já estava longe demais para socá-lo, Emmett pensou maliciosamente.
Um a zero para Bella.
Eu havia perdido a batalha, mas não a guerra. Isabella ainda seria completamente minha. E ela imploraria por isso.
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Narrado por Isabella Swan
- Qual é o problema? – Eu falei imitando a voz dele. – Eu vou mostrar pra ele o grande problema! Argh! Idiota..
Eu estava realmente brava, não ficava assim há muito tempo. Edward conseguia literalmente me tirar do sério. Como uma pessoa conseguia ter tantos humores diferentes? Parecia que ele tinha dupla personalidade.. ou tripla, não sei.
Quando nos vimos pela primeira vez ele parecia ser tão perfeito e fofo, mas o nosso reencontro havia me feito odiá-lo. Ele era um imbecil de primeira.
E então, de repente ele vem de gracinha me levando para o primeiro armário que encontrou para abusar da minha pessoa. Não é como se eu não quisesse, quero dizer, ele era lindo demais e bem definido, mas faltava alguma coisa..
E eu não estava querendo me envolver com ninguém no momento.
Ou pelo menos não queria criar nenhum problema. Porque eu sabia que Edward Cullen era um problema. Um dos grandes.
Minhas mãos estavam tremendo e minhas pernas completamente moles enquanto eu corria para longe daquela casa. Para longe daquelas mãos frias e macias que me fizeram ir aos céus. Eu queria ficar o mais longe possível de seus lábios e de todas as sensações que eles poderiam me causar.
Eu queria ficar sozinha. Porque assim teria a certeza de que não estava sendo traída.
Eu tinha a falsa sensação de segurança.
- Eu sou uma idiota. – Xinguei-me em voz alta, bufando. Entrei na minha camionete e fui em direção ao hospital.
Pensei em Carlisle e toda a confiança que ele havia depositado em mim e fiquei completamente arrependida. Eu estava o traindo, eu havia traído a ele e toda a sua família com aquele momento de indecência e completa loucura.
Eu não era uma menina de fazer aquele tipo de coisa. Era algo tão atípico, tão bizarro que me deixava completamente sem palavras e sem reação.
Por que esse tipo de coisa tinha que acontecer logo comigo? Eu não tinha um coração forte o suficiente para agüentar isso.
Não era possível. Deus estava zombado com a minha cara.. ele queria me ver sofrer, agonizar da pior forma. Primeiro o meu pai adoeceu, e eu tive de mudar para esse fim de mundo.
Segundo, que eu estou completamente sem dinheiro. E em terceiro quase sou estuprada por conseqüência disso.
Mas o pior de tudo era ele. Ele era o pecado em forma humana que havia nascido para me atormentar e me fazer desviar de todas as minhas metas e objetivos. Ele era a própria maçã proibida, aquela que eu estava louca para morder.
Para saborear.
Cheguei no hospital, estacionando de qualquer jeito, andando em direção ao escritório do meu chefe, pronta para pedir perdão e em conseqüência ficar sem emprego.
O meu estômago se revirou.
Será que Edward Cullen não conseguia ver as conseqüências de seus atos? Será que ele só conseguia pensar em seu próprio umbigo?
Esse nome trouxe várias lembranças a minha mente, fazendo com que eu tremesse toda e ficasse completamente excitada.
Balancei a cabeça para afastar os pensamentos e bati na porta de Carlisle Cullen.
- Entre. – Ele falou educadamente, como sempre.
- Com licença, Senhor Cullen. – Eu falei formalmente. E ele me cortou no mesmo instante.
- Carlisle, Bella. – Ele corrigiu, com um sorriso fraternal.
- Certo, er.. – Eu falei sem jeito, corando instantaneamente.
- Aconteceu alguma coisa? – Ele perguntou com um sorriso.
- Eu vim trazer os papéis que você pediu. – Eu falei no mesmo momento, estendendo a mão para ele, e ele os pegou sorrindo.
- Claro, claro.
E então eu sentei em sua frente. Com a culpa estampada em meus olhos.
- Carlisle.. – Eu comecei a falar, mas logo ele me cortou.
- Bella, eu gostaria de lhe agradecer por estar trabalhando comigo. Mas hoje eu tenho que lhe pedir um favor imenso.
Edward Cullen e a pegada no armário logo fugiram da minha mente.
- Hm.. pode falar, Carlisle. – Eu falei tentando ser simpática.
- Você sabe que todo ano fazem um tipo de baile para os médicos mais bem conceituados de Washington.. - O tom dele era completamente humilde, com se isso não fizesse nenhuma diferença, como se ele nem se sentisse tão bom assim.
- Baile? – Perguntei, com um sorriso. – Que legal.
- É, um baile. – Ele concordou.
E eu entendi o que ele queria.
- Já sei o que você quer.. que eu reserve uma roupa, não é? Não se preocupe com isso. – Respondi instantaneamente, sentindo que era a funcionaria eficiente que entende o patrão.
- Não, não é nada disso, Bella. – Ele falou, dando umas risadinhas.
- Hm.. então o que é? – Eu realmente não entendia.
- Eu quero lhe convidar para ir ao baile... – Ele falou e eu quase caí no chão.
Ir a um baile? Aquilo só podia ser macumba ou algo do tipo.. eu devia ter jogado pedra na cruz nas minhas vidas passadas, não era possível.
Eu com certeza pagaria mico e seria completamente humilhada.
As palavras Bella e baile nunca poderia estar em uma mesma frase. Simplesmente não combinavam.
- Claro. – Eu falei um pouco insegura. Eu já havia o decepcionado uma vez naquele dia.. não podia negar.
- Mas não acaba por aí.. – Ele falou um pouco hesitante. – Eu quero que você vá ao baile como acompanhante de ... Edward.
Eu fiquei em choque e completamente sem reação.
Deus realmente estava disposto a me matar. Eu só não sabia se morreria do coração ou nas mãos de Edward sensual Cullen.
Fim do Capítulo III
N/A: Mais um postado aqui pra vocês, gatos da minha vida. Bom.. o capítulo quatro e cinco já estão prontos, e eu estou falando isso só pra provocar vocês.
HUAHUAUHAHUAUHAUHAH.
Quero dizer.. se vocês deixarem bastante reviews, eu vou postar eles com dois dias de diferença. Ou seja, daqui dois dias posto o quatro, e daqui dois dias o cinco. Mas eu quero muitas reviews de estímulo, viu?
São elas que me deixam com força para continuar a escrever essa história maluca. Eu realmente preciso saber o que vocês estão pensando, e onde eu posso melhorar.
*-------------*
Chega de tagarelar, certo? Agora vou responder todas as reviews de vocês.. e depois eu vou sumir daqui.. já falei demais. HOHO.
Resposta das Reviews:
Raquel Rocha: Sua safada, você já leu todos os capítulos. Até o cinco! AHUAHA. Você relê eles aqui ou nada a ve? Ou só deixa um review mesmo? Estou curioooosa! HAUAHUAH. Espero que tenha gostado, cof cof. HUAHAU
Beiijocas, gata.
Leitora do cooooore (L)
Doux Poupee: Ah! Jura que está adorando? Isso me deixa MEGA feliz! Me dá forças a escrever mais e mais,viu.. Ele está completamente sexy e pervo nessa fic, eu sei.. quis juntar o útil ao agradável. AHIUAHAUA
Somos duas que gostariam de estar no lugar da Bella.. de azarada ela não tem NADA. AHUAHUA
Ui.. nos favoritos. Isso me deixa feliz, viu.. deixa review que em breve ( breve mesmo), o capitulo quatro estará aqui.
Beiiiijocas. Adorei a review.
Lakina: Uh.. o prox capítulo chegou.. o que achou dele? AHUAH. Aceito de tudo, até criticas, ui. AHUAH
Beiijocas
Larissa Motoko: Hm.. eu não demorei TANTO nesse. Eu fiquei esperando mais reviews e fui me empolgando escrevendo, até que já tem mais dois capítulos prontos. HOHO*
Excelente? Hm.. isso me deixa MUITO MUITO MUITO FELIZ. Juro.. fico até louca aqui. *-*
Ah, eu também gostei bastante da minha Bella.. acho ela mais forte, não gosto de personagens fracas. Mas ainda tem muita coisa para agente conhecer dessa aí.. a história dela não é igual a do livro. Mas isso é só pra frente. Hoho*
Ele realmente está perfeitão. Totalmente sexy e bad guy.. do jeito que a garotada gosta. HAUAHUAH
Obrigada pelos elogios.. isso me deixa BEM feliz. Hm.. eu voto em voc~e entrar pro ramo, eu também sempre fui uma leitora muito criativa e um dia achei que ia explodir.. e então escrevi e foi no que deu. Se você escrever uma fic.. pode me passar que eu leio,ok?
Cenas românticas e quentes? Bom.. já teve o começo aqui nesse capítulo, mas eu prometo uma pegada quente no QUINTO capítulo, então é bom você deixar uma reviews lindinha pra mim, ok. AHUAHUAHAUAH
Eu sei que é de coração, e isso que me anima, gata.
Obrigada pela review maravilhosa!
Beiiiiiiijocas.
Lara Cullen: Ed malvado é MARA. Quero bom que você gostou, viu flor? Eu n~çao demorei pra postar, viu.. e eu espero mais reviews. AHUAHA.
Sabe.. não me importaria nenhum pouco de ser entregue ao James * pervertida mode on *
AHAUAHHUAHUAUHAUHAH
Beiiijocaas.
Madie S. Cullen: Own.. você cutucou e eu postei, hein .AHUAHAUHA. Espero que tenha gostado, gata. (;
Tammy Cullen: Esse agora ta melhor que os outros ou nada a vê^HAUHAUAH. Quero saber, hein.
GOSTOSÃO É POUCO. Ele é mais, hoh*
Adorei a review. Beiijocas
Dada Cullen: Eu to escrevendo, heein. *-* AJUAHA. Espero que esteja gostando ,gata. VOCE já ta vendo tudo isso que pediu.. vão vir tudo aos poucos. UI UI UI.
Obrigada pelos elogios,
Lipa-moon-Li: Ah.. que bom, que você gostou, sério.. me deixa MUITO MUITO MUITO FELIZ. *-*
Hm.. esse Edward é tudo. Já posteii! O que achou?
Beiijos!
Sabaku no AnaH: Saiu rapidinho esse também? Bom.. meus capítulo tem me média 15 paginas de word.. mas o que vem vai ter umas 20, AHUAHA. Vai ser bem grandinho. Você gosta assim ou prefere menor? HAUAHUAH
Hm.. Alice é tudo de bom *-*
Carlisle é o que sabe de tudo nessa fic.. o PROPRIO Dumbledore. HUAUHUAUHAUHAUH.
Lemons? Hm.. terá cenas fortes do capitulo 5 *-* HOHOO
Ah, brigad apelo elogios... me deixa muito feliz. Adorei a review.
Beijoooocas
Raquel Cullen: Acho que respondi algumas de suas perguntas no próprio capitulo, não é? A reação da Bella e tudo e tal.. Eu também acho que ela é MUITO SORTUDA, mas tudo bem. AHUAHAHA.
Adorei os elogios e a review. Espero que tenha gostado.
Beiijocas
Dani Cullen.94: Hm.. momentos quentes estão chegando. Capitulo 5 tem momentos BEM quentes, eu prometo. É só mandar reviw que ele vai chegar rápido,
Adorei a review.
Beiijocas
Danda Jabur: Alice e Edward são muuuuuito bons, amo eles. HAUHA. As coisas tão começando a se encaixar já, né? Ta gostaando?
Hm.. não posso revelar nada da vida da Bella. AHUAH. Você vai saber tudo mais para frente. Bella foi no hospital.. mas não necessiariamente no de Forks, sabe?
HAUHAUHAUAHUAHA
Hm.. eu gosto de ver ela assim, diferente e forte. *-*
Eu adorei escrever aquela cena.. não era pra ser daquele jeito.. vou uma inspiração que veiodo NADA! Juro. AHUAHUAHUAHUHUA
AHUAHUAUAHUAUHAHUHAUUHAUHAAUHUHAUHAHU MORRI DE RIR COM A SUA TEORIA.
Jacob gay?
Infelizmente NÃO! HAUAH. Hm.. você verá ele no próximo caítulo.. ele vai chegar CHEGANDO.
(;
Adorei muito a review. Espero outras.
Beiijoooocas
Cuca Malfoy: Seja bem viinda, leitora noova*-*Espero que tenha gostado desse capítulo, eu não fui muito com ele, sinceramente. HAUHAU. Ele está bem rebelde e louco.. que bom que gostou dele. AMO ELE TAMBEM!
Não demorei, viu.. *-*
Adorei a review.
Beiijocas
Mariie Swan: Adoro ver menino com esse instindo protetor.. é lindinho demais +_+
AHUAHUA.
Amor, obrigada pelo toque, sério.. é que as vezes eu não reviso antes de postar, por pura preguiça.. e dá nisso. Dessa vez eu reli o capitulo duas vezes.. espero que não tenha mais esses erros.
AHUAHUAHAUHAUAH
Beiiijos. Adorei a reviews.
Jad' Malfoy: Continuandoooooo, hein. Adoro esse Edward também. +_+
É, ele é
bobo demaius. HAUHUAHAH.
Adorei a review.
Beiijocas
Mia: Eu tambpem acho a Bella supersortuda. Só ele que não percebeu isso. AHUUHAUAH. Nada é perfeito, mas eu me contentava com o Ed. *-*
Adorei a review.
AHUAHUA Beiijocas
Oráculo: Ah, que bom que está adorando a fic.. isso me deixa MUITO MUITO FELIZ *-* Ui.. top 10? Que demais. *-*
Espero que tenha gostado desse capitulo. *-*
Ate o próximo, (;
Beiijocas
Mandiiz: Ah, que bom que adorou, menina. Dozinha dele? Que nada.. ele é levado demais para isso. AHUAHA Ele é meio lento e orgulhoso, mas vai passar, prometo.
Espero que tenha gostaado *-*
Beiijocas
Bom, amores.. é isso aí. Review é igual a uma postagem mais rápida.. ou seja, vocês ganham os próximos capítulos BEM RAPIDO.
Eu adoro ler a review de vocês, de verdade.
Beijo no coração,
E até o próximo. (L)
Ari Cullen.
