Disclaimer: Vou dar um tempo para Inuyasha. Meu alvo agora é conseguir o Sesshoumaru (Que por mais injusto que pareça, também não me pertence).
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Novamente sozinha, como eu gostava – ou não – de ficar. Idolatrar a solidão era algo cruel e estranho, mas eu já não pensava dessa maneira. Não gostava de me sentir vulgar, por mais que essa fosse minha realidade.
Inuyasha encontrava-se longe o suficiente (ao menos assim eu pensava) para me sentir segura em minha própria casa, como era pra ser.
O relógio já batia oito horas, exatamente o mesmo número que circulava a última garrafa caída no assoalho.
Eu tentava a todo custo e a toda hora não me lembrar do ocorrido da noite passada, como se fosse possível esta, nomeada maldita, por motivos aparentes. Fiz um acordo com meu próprio subconsciente de que, a cada vez que pensasse no hanyou, um cigarro seria acesso. Não necessitava ser terminado, mas sim acesso.
A conclusão fora óbvia, quando às nove horas me via na metade do segundo maço e bom, perdido a noção do tempo, terminando a nona garrafa.
Um recorde enfim, imaginar um dia inteiro bebendo. Inteiro retirando as partes que me faziam mal na história, tal quais as ânsias, tombos, tosse e tonturas. Nada tão prejudicial, em minha única e exclusiva concepção.
Suspirei fundo com aquele delicioso sorriso falso.
Oras, eu estava sozinha bebendo, fumando, sem comer e sem nenhum homem prestes a me agarrar em troco de nada. O que mais uma ex-empresária falida, beirando seus 24 anos iria querer a mais que isso?
Se não se tratasse de mim, certamente tudo o que não estava acontecendo agora.
Minha boca possuía gosto de podridão e eu lembrei o quanto –não- poderia fumar.
Meus cabelos cheirando a fumo passavam por meus ombros completamente molhados de suor, enquanto meus orbes acompanhavam a cor vermelha. Minhas palavras? Ah! Essas não saiam, nem mesmo se quisessem.
E a (in)feliz pessoa titulada narradora de sua própria e decadente sobrevivência já vomitava pela terceira vez, despejando podridão e sangue.
Engoli a pasta de dentes que depositei na escova atrás de diversão. O pior do feito foi que este realmente me fez rir e eu ria muito e verdadeiramente alto. Ora, ora, quem diria que Kagome Higurashi sentia-se realmente feliz estando bêbada?
Poderia admitir o quão passei dos limites dessa vez, mas eu não queria, não agora. Pude observar em minha última golada que estava prestes a entrar em um coma alcoólico. Junto com ela, minha própria imagem no espelho, rindo mais uma vez e jogando a garrafa contra a parede, deixando dessa apenas um fim trágico, com vidro espalhado por todo o chão com o fim que sobrava na garrafa, o molhando.
E continuava a rir. Rir eufórica e contente, como se estive dentro de uma agitada sinfonia. Passei então a praticamente lamber o chão, me arrastando por ele.
Abracei a privada em sinal de conforto. Mãos novamente ensangüentadas tateavam as paredes e apoios, afim de me por em pé.
Após encontrar algumas "entradas" para minhas mãos, consegui me levantar... temporariamente.
Minhas pernas trançaram e eu cai na pia, derrubando tudo o que habitava por cima dela, alegrando ainda mais o piso alertando perigo abaixo de meus pés.
Cortei meus braços quando, em um momento de puro êxtase me joguei em cima dos cacos, destroços e o fim de álcool no chão. Afinal, era tentador por mais que possam imaginar que não, acreditem, é muito mais que imaginam.
No lugar do desespero, o desmaio. E a partir dele, pequenos cortes em todo o meu corpo....
.... e claro. Meu ódio pelo hanyou.
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Abri meus olhos lentamente. A luz os feria de forma imprudente e eu sentia uma forte vontade de chorar. Agonia e dor se uniam em meu ser quando eu levantei lentamente do lugar em que meu corpo se encontrava.
Caminhei lentamente, deixando pingos de sangue como trilha por toda a casa.
Meus olhos inchados olhavam para todo o lado, como se fossem conseguir uma salvação.
- Salvação. – Ri, com o meu próprio pensamento. Como alguém como eu poderia dizer que havia algum tipo de salvação para si? Ridículo.
Tossi baixo. A febre invadia meu corpo, totalmente coberto por cortes.
Caminhava ainda muito devagar, sem arrancar alguns cacos que ainda estavam presentes em meu corpo. Gemia de dor. Não estava agüentando, já que essa vez foi muito diferente das outras.
Eu havia exagerado.
Batidas frenéticas e fortes na porta começaram a ecoar pela casa. Senti que a pessoa atrás dela possuía muito ódio para descontar em mim.
- Kagome, abra. – A voz severa me fez tremer. Porque eu estava me importando com o que ele pensaria? – Abra logo de uma vez. Sinto o cheiro de seu sangue há metros de distância daqui, no começo quis acreditar que não pertencia a você, porém chegou uma hora que não deu para mentir mais para mim mesmo. – Engoli seco, olhando pra porta.
O que ele imaginava chegava perto do que eu estava? Será que ele imaginava uma pessoa com as roupas rasgadas e a casa toda imunda por sangue humano?
- Eu não quero que você entre. – Minha voz saiu baixa, fraca e sem nenhum tipo de autoridade. – Apenas quero que vá embora de uma vez, assim como prometido. – Em meio a algumas palavras, minha voz travava e eu contorcia meu rosto ao sentir o gosto do sangue por toda minha boca. Inuyasha deu um último soco na porta, este, extremamente violento.
- Abra, e eu não estou brincando. Da primeira vez, admito que não arrombaria por um propósito chulo de levá-la para jantar sendo que a convenceria de toda a forma a fazer isso. – Inuyasha parecia estar preocupado. Novamente tive motivo para rir. Eu acreditava em coisas intolerantemente imbecis.
- Eu não vou abrir. – Passei a língua sobre meus lábios secos. – Eu não quero... – Conclui. Minha cabeça balançou forte e eu cai sobre o sofá, sozinha. Dei um pequeno grito de dor ao sentir alguns cacos forçando minha pele.
- Kagome, abra!- Ele gritou, com a voz em desespero. – Abra, antes que eu tenha um ataque!- Continuava gritando com a voz chorosa. Pensei por um momento este, que me deixou cansada o suficiente para parar.
Sem saber exatamente o que eu fazia, levantei-me e peguei as chaves. Com certa dificuldade a coloquei na fechadura, a abrindo.
Inuyasha adentrou minha casa rapidamente. O olhar assustado por toda a minha casa não foi nada comparado ao quando seus olhos pousaram sobre mim.
E, ao invés de ódio despejado, senti seus braços me enlaçarem com cuidado.
- Você está com febre. – Disse, me encarando nos olhos. – Precisamos ir a um hospital Kagome... – A fala dele parecia muito desconcertada, diferentemente de todas as outras vezes sim, todas, as que falou comigo.
- Não me importo. – Um suspiro foi basicamente o que eu consegui dar. – Eu não quero ir pra um hospital... por favor, apenas não roube esse direito de mim. – Ao encará-lo, sentia o suor pingando de meu rosto. Meus dentes batiam e eu sentia um frio invadir lentamente meu corpo.
Inuyasha e aqueles grandes orbes dourados me olhavam, sem saber que direção seguir. Pegou-me no colo me levando em direção ao banheiro de casa.
- Olhe só. – Disse, tentando engolir seu susto. – Seu banheiro está mais arrebentado que eu imaginava. – Eu não o olhava, pois minhas forças se limitavam apenas em respirar. – Pelo que vejo não podemos usar seu banheiro para te limpar. – Me apertou ainda mais em seus braços, tentando me passar segurança esta, que não valeu de nada.
Saiu de casa comigo ainda nos braços da maneira em que eu estava.
- Não me leve para o hospital. – Delirei, sentindo minha pele queimar. Inuyasha me olhou duramente.
- Não importa da forma que esteja, você continua sendo uma imbecil!- Agradeci por não poder encarar sua face contorcida. – Eu não vou te levar a uma droga de hospital e sim para minha casa. – Ele sentiu minha reprovação, mesmo eu não podendo expressá-la. – E dane-se o que você pensa, se eu assim não fizer, você morre. – Aos poucos, fui vendo minha visão se apagar.
Vi Inuyasha me colocando no banco traseiro do carro e sorri como uma criança indefesa.
Porém, diferente do pensamento de qualquer pessoa, não por estar sendo salva. Mas sim por estar morrendo.
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Quando acordei estava em uma banheira, repleta de água quente. Meus cortes estavam um pouco limpos e eu ainda não conseguia respirar direito por culpa da febre, estranhamente já amenizada.
Eu não havia morrido apesar da sensação ser de quem havia. Fechei meus olhos fortemente querendo olhar para baixo e me encontrar ao menos de calcinha e sutiã, o que não aconteceu.
Arregalei os olhos quando vi o hanyou entrando pela porta com um shampoo nas mãos. Se tivesse força o suficiente gritaria, sem sombra alguma de dúvida.
- Quem te deu o direito de tirar minhas roupas? – Perguntei, voltando um pouco a agir como uma pessoa sóbria. – Você vai me pagar por isso. – Ameacei entre dentes, tentando me esconder imersa na água.
- E quem te disse que fui eu quem tirou suas roupas?- Ele pareceu não se importar momento algum com meu tom, o que me fez forçar ainda mais o atrito entre meus dentes.
- E quem foi, um fantasma, Inuyasha? – Perguntei irônica, esperando que ele me olhasse nos olhos. Minha voz ainda saia abatida e baixa.
- Se é um fantasma, não sei! Apenas tenho consciência de que seu nome é Sango e nos conhecemos há mais de 4 anos. – Finalizou ele. – Eu não tirei suas roupas, eu a chamei. Infelizmente aconteceu algo com a família dela, o que a fez ter de sair praticamente correndo daqui e me deixar sozinho com você. – Aproximou-se de mim, o que me fez ficar extremamente vermelha. – Eu te deixaria em paz, se soubesse se cuidar sozinha.- O gosto amargo de tudo voltou a minha memória.
- Eu sei me cuidar sozinha. – Disse. Dessa vez, eu não possuía deboche na voz, pairava sobre mim uma leve tristeza. – Poderia me deixar ao menos para me banhar? – Perguntei. Ele arqueou a sobrancelha, já ficando com um pouco de raiva.
- Você não vai ficar sozinha, porque se você se ensaboar vai chorar de tanta dor que vai sentir. Ao menos comigo a ajudando, você teria que se machucar apenas com a ardência , e não também com a movimentação de seu corpo.
Suspirei baixo o olhando com temor. Ele entendeu o comunicado, ainda não deixando de se afastar de mim, ensaboando meus cabelos. Em uma atitude impensada, ele beijou meu rosto com ternura e voltou a me ensaboar.
- Não sei como uma mulher da sua idade ainda pode ter tanta vergonha de um homem. – Preferi não responder. Sentia eu, que uma das maiores curiosidades dele era essa e preferi até mesmo para não me magoar, não comentar nada a respeito.
- Apenas não gosto. – Meus olhos tristes encontraram-se com os seus. Eu realmente não tinha força para fazer muito mais que ele fazia.
- Solte seu corpo, de toda forma não conseguiria o ver já que está dentro da água. – A voz dele não expressava autoridade, o que me deixou um pouco aliviada. – Eu quis te espancar quando me certifiquei de que o cheiro era seu. – Disse não fazendo menção de me encarar. – Você é mais estúpida que eu pensava, pirralha. – Meus olhos estreitaram-se com o mais novo apelido que ele havia me dado com tamanho "amor".
Puxou meu braço direito pra fora da água passando sabonete por esse. Fiz uma expressão incontrolável de dor.
- Dói muito? – Perguntou, não deixando de fazer seu trabalho.
- Mais que você imagina. – Respondi, enquanto de meus olhos caiam pequenas lágrimas. O hanyou me encarou.
- Até pouco tempo atrás nunca imaginaria te ver chorar, seja de tristeza ou de dor. – Confessou ele, parando um pouco com a tortura necessária. – Não sabia que me abalaria tanto, por mais que sentisse ânsia de te ver mais humana. – Suas palavras esbanjavam sinceridade. – Chora de quê? – Desviei meu olhar, afundando meu braço na água.
- Que remédio me deu? Sinto minha febre ir embora. – Questionei fugindo do assunto, o que não pareceu o agradar muito, mas não deixou de responder.
- Sango trouxe alguns remédios caseiros de sua mãe, aparentemente eficazes. – Ele não insistiu no assunto. Meus olhos estavam repletos de lágrimas. Por que deus eu não morri? Quanto tempo ainda eu teria de suportar viver, sendo que não pedi por isso?
Quando percebi, havia lábios presos aos meus, iniciando um beijo. Não estranhei, já que minha boca tinha gosto de enxaguante bucal, sabe-se lá como e com qual objetivo. Não correspondi ao beijo apesar de ele não ter sido dado com qualquer forma de repelir o ódio que estava segurando dentro de si.
Inuyasha segurou minha nuca, colocando a língua dentro de minha boca o que me fez ter de mover meus lábios contra os dele. Ele colocou uma perna dentro da banheira, o que me fez arregalar por completo os olhos, tentando o repelir de perto de mim, porém uma de suas fortes mãos, propriamente a que sobrara entrou na água segurando minha fina cintura, ficando sobre mim. Eu estava entrando em um desespero. Delicioso desespero, por mais que esse nunca foi um de meus gostos.
Consegui tirar minha boca da dele, respirando fundo. Sua mão forçava minha nuca em sua direção.
- Pare. – Ordenei, tentando me debater, o que não funcionava muito. Não por causa da minha fraqueza, mas sim porque de qualquer forma ele era mais forte que eu. – Por favor, pare! – Minha ordem agora veio em forma de súplica. O hanyou entretanto não se abalou de forma alguma e seus lábios pressionavam os meus novamente, com um beijo sedento. Uma lágrima escorreu por meu rosto, mas ele não parou, de forma alguma.
Tirou seus lábios dos meus, agora. Sua boca percorria meu rosto e foi parar em minha orelha.
- Eu gostaria de parar se você apenas sentisse desespero. – As palavras dele vieram em um doce sussurro. – Amaldiçoe-me por ser um meio-youkai e não resistir ao doce cheiro de excitação. – Não consegui ter reação alguma perante o fato. Inuyasha sorriu me olhando profundamente, por mais que eu não fizesse o mesmo. Cobriu-me novamente e sua mão de minha cintura já se encontrava em minha barriga. Com muita força, sai das garras do hanyou.
- Saia de cima de mim! – Gritei alto em uma de suas orelhas, o que fez gemer intensamente e sair de cima de mim. Eu não encontrava fôlego nem controle. – Não ouse relar suas mãos em mim, maldito!- Disse com os olhos em chamas, ele me olhou, ainda repleto pela dor. – Eu preferia estar morrendo que ter passado por isso! – Meu insulto não foi suficiente para tirar o sorriso cínico dos lábios de Inuyasha.
- Acredito que não. – Seu sorriso se alargava com o tempo. Senti que sua raiva se oprimia em seus lábios, que antes experimentavam os meus. – Eu não consigo entender como a pessoa mais problemática que apareceu na minha vida é a única que me afasta. – Dizia ele, se afastando da banheira ao invés de se aproximar. – Eu não sei como o ódio que sinto de você me faz te fascinar. De alguma forma, eu vou conseguir arrancar de você ao menos um gemido, que tentou a todo custo controlar.- Tudo nele representava perfeitamente o quando ele não admitia perder.
- Você acha que só porque se deita ou deitou com quase todas as mulheres que quis, pode me ter também. – Respondi a altura, ainda que sentisse dores por meu corpo. – Desista, eu não sou como elas. – Inuyasha apertou a palma das próprias mãos.
- Disso eu sei sua idiota!- Respondeu, aparentando perder a calma, como havia acontecido em casa. – Eu sei que não é como elas e por isso sinto tanto rancor quando vejo que me sinto atraído por você. – Diferentemente de toda a mulher, meu ego não inflava apenas me trazia preocupação e desespero ao coração. – Eu te odeio, mulher amarga! – Enfatizou ele, saindo do banheiro e me deixando com a banheira e todo aquele sabão.
O que eu faria agora? Deixei-me deslizar totalmente dentro da banheira, sentindo que eu não estava bem. De todas as formas, tanto psicologicamente como fisicamente, não tinha forças para nada. Aquele frio e aquela experiência de quase se ver morta, fora demais para um único dia.
Engoli seco, com meus olhos novamente repletos de lágrimas, a ressaca e a dor.
Não sabia mais o que fazer de mim.
Eu estava me sufocando com a solidão que tanto implorei para que viesse.
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Sai do banheiro algum tempo depois. Minha cabeça doía e eu estava destruída, poderia afirmar.
Meu estomago revirava e o gosto de sangue não me abandonava. Poderia, apesar de tudo chamar ainda o remédio caseiro da mulher que Inuyasha citara extremamente milagroso.
Minhas ressacas duravam pouco porque sempre que estavam pra acabar eu já estava bebendo. Mas tenho certeza que nenhuma se curaria tão rápido quanto a que eu teria, isso é, sendo que a bebedeira me ocasionou uma quase morte.
Coloquei uma blusa grande que o hanyou já havia posto em cima da minha cama. Senti muita falta de sua ajuda quando estava a subir as escadas, a dor em meu corpo ainda me deixava quase sem fôlego, mas o remédio feito de ervas que ele deve ter passado em meus ferimentos antes do banho me fizeram melhorar um pouco.
Sentei no sofá da sala enfrente à ele, que não me lançou nenhum olhar ou palavra.
Vi que ele cheirou o ar, sentindo que alguém estava chegando. Vi então a maçaneta da porta virar e ela se abrir, dando passagem há uma bela mulher de cabelos morenos e corpo escultural.
Com urgência seu olhar caiu sobre mim, mas conversou com Inuyasha.
- Então é ela?- Perguntou a mulher morena depois de decorridas 4 horas, no momento em que adentrou na casa.
- Poderia bater na porta, dizem que isso se chama educação. – Vi Inuyasha ironizar, sem motivo algum pra fazer isso, já que para invadir casas ele era o melhor de todos presentes na sala.
- Sou eu o que? – Perguntei, contrariada. Um já me bastava, dois seria demais em minha vida.
- Inuyasha disse que uma amiga estava passando por problemas sentimentais e psicológicos, portanto necessitava urgentemente de mim para tirá-la da banheira sem que ela bebesse toda a água para conseguir manter seu vício. – Olhei friamente para o hanyou. Estúpido e infame, era isso que era. Respirei fundo, estalando meus dedos.
- Sinto dizer, mas ele te enganou. – Inuyasha não me encarava, e sentia que ele se divertia internamente. – E você seria a... San... – tentei a todo o custo lembrar-me do nome dela, mas acho que meus neurônios estavam em falta, depois de tanto os prejudicar na noite passada. Não me preocupava, afinal voltaria a matá-los sem dúvida.
- Sango!- completou ela. – Vejo que pela primeira vez na vida Inuyasha me apresentou para uma pessoa antes de eu a ver..., ao menos com consciência! – Me sorriu amarelo, este a qual eu não retribui. Não era minha culpa ter a personalidade que tenho, muito menos de não gostar do clima "amigável" no ar, este, que eu não me recordava até o momento.
- Mas... – O começo de minha frase fora inocente, porém o hanyou já percebeu que eu me vingaria de forma descarada. – Inuyasha, é ela aquela sua antiga namorada? – Sango o encarou interrogativa. – Sim, sim, você disse que sua ex-namorada me ajudou a tirar as roupas e me por na banheira! Era ela que você conhece há um bom tempo, e fez de tudo para conseguir que a amasse, tivesse várias noites com ela e a namorasse? – Fingi uma expressão de extrema curiosidade. Eu não saberia o que inventar sem conhecer a moça e senti que o que eu usei não foi nem um pouco maléfico. Sango o fitou com ódio nos orbes castanhos.
- Ela é uma alcoólatra Sango, que chegou toda arrebentada e alcoolizada. Você realmente acredita nela? – Não esperava aquele tom ríspido vindo de Inuyasha partido de uma simples brincadeira. Sabia eu, que eu não brincava, mas imagino que ele não.
- Acredito sim. – Virou os olhos em minha direção, já com a raiva amenizada. – Aliás Kagome, vim ver como estava! Fico feliz por estar se recuperando. – O sorriso que ela foi capaz de lançar me deu até mesmo uma sensação incrível de segurança, o que considerei um pensamento deveras desnecessário e inútil. – Agora que estou indo embora, vou apenas te avisar. – Inuyasha naquele exato momento arregalou os olhos, implorando com eles para que ela não dissesse nada, fato que ela ignorou. – Eu comecei a dar banho em você, mas quando cheguei você já estava sem roupas. Então te colocamos na banheira e te dei o chá, que pareceu funcionar muito bem, até que tive que ir ver minha mãe no hospital! – Vi que preferiu não comentar sobre o ocorrido, a qual agradeci. - E tente não abusar novamente do álcool, pelo que percebi seu organismo está destruído. – Eu não consegui fazer outra coisa a não ser ranger meus dentes.
Eu era uma alcoólatra que quase morri ontem. Tenho uma droga de um psicológico abatido e realmente queria que não acontecessem situações inusitadas como essas. Eu gostava de ser triste e odiava que algum homem me visse ou tocasse. Inuyasha sentiu que eu estava o matando com o pensamento, em total silêncio e o senti me encarar.
- Bom, então já vou indo! Até mais Kagome e boa sorte Inuyasha. – Frisou ela, dando um último sorriso e saindo pela porta a qual havia entrado.
O clima era pesado, ele sentia. Eu respirei fundo, me virando e indicando que estava prestes a subir as escadas.
Eu estava com raiva e com nojo daquele maldito hanyou que certa noite resolveu invadir tanto minha casa, quanto minha vida. Eu estava ficando com medo, afinal.
Senti uma mão deslizar em meu pulso, o que fiz menção de puxar novamente para mim.
- Não toque em mim. – Palavras que representavam amargura e tristeza o tiraram do devaneio. – Não precisava mentir seu estúpido, aproveitador e maníaco sexual. – O olhei de rasteira observando sua boca entreaberta.
- Você me chamou de quê? – Perguntou ele, voltando a pegar em meu pulso.
- Em qual das vezes? – Perguntei, puxando-o e cruzando meus braços. – Se foi o último insulto merecido e verdadeiro, esse foi de maníaco sexual, coisa que eu pensei de você desde a primeira vez que vi esses seus olhos dourados e dignos de desconfiança. – Arqueei a sobrancelha esperando alguma das reações medonhas de Inuyasha. Ele me imitou, cruzando os braços enfrente ao peito.
- Eu não sou um maníaco sexual Kagome, senão teria te estuprado enquanto estava nadando nos cacos de vidro ou cheirando a vodka barata escondida embaixo da mesa da sala. – Preferi não responder a clara provocação.
- É só isso que tem a dizer? – Ele esforçou-se um pouco, parecendo lembrar de algo, mas parou.
- Sim, só. – Levantei as duas sobrancelhas e balancei a cabeça em negação.
- Bom, saiba que esse pouco não foi suficiente para eu não acreditar que você seja um grande de um tarado. – Dei ombros continuando a subir as escadas, mas parei bruscamente ao ouvir uma voz atrás de mim.
- Você está com muito ódio? – Perguntou. Estranhei e até mesmo senti vontade de o encarar quando pensei ter captado um tom meio que...
- Você está arrependido? – Perguntei completando meu pensamento. Virei agora por vontade própria.
- Não disse que estava apenas queria saber se está com sei lá... muito ódio. – Eu nunca havia o visto tão desconcertado naquela maneira. Esbocei um pequeno e quase imperceptível sorriso irônico.
- Sim, eu estou com muito, mas muito ódio de você. – Ele abriu um pouco a boca, e sua expressão se "desleixou".
- Oh! Estava estranhando seu súbito silêncio. – Percebi rapidamente que ele estava quase me pedindo desculpas, o que ele notou. – Não que você nunca fique quieta, ou que eu tenha me importado, afinal eu salvei a sua vida e em vez de se queixar você deveria estar beijando minhas mãos e me agradecendo. – A face séria voltou e eu não evitei que o pequeno sorriso se estendesse por meu rosto.
- Vamos fingir que você virou "machão" novamente porque é o seu jeito e não porque está desconcertado. – Ele pareceu engolir uma bola de ansiedade. – Nada que você fizer ou insinuar vai deixar de fazer eu te odiar, Inuyasha. Se eu estava quase morrendo, saiba que eu não pedi por socorro e eu estou querendo te estapear por ter tirado minhas vestes. – Ele levantou as duas mãos pro alto.
- Bom Kagome, enquanto você estava desacordada eu imaginei ter ouvido um "sim" quando eu perguntei se poderia. – Debochou. – De toda forma, não deve ser tão constrangedor assim mulher, admita. – Suspirei longamente.
- Se você pensa isso, ótimo. Eu odiei sua atitude e continuo odiando de forma a sentir repudio de você. Não queria que me visse nem tocasse, mas agora que já fez não posso fazer nada. Logo volto pra casa e tudo será esquecido rapidamente. – tentei ser convincente ao fato de não ter me atingindo muito o que ele havia feito. Mero erro acreditar que seria capaz.
- Você não me engana... mas não entendo pra que tamanha relutância em tudo o que você faz. – Dei ombros indicando que eu também não fazia idéia.
- Eu sou assim, o que posso fazer? – Ele coçou a garganta, lambendo seus lábios.
- Você não é assim e também nunca saberei como é. – Coloquei uma de minhas mãos em seu ombro, o apertando.
- Espero que nunca saiba. – Abri um longo sorriso pra ele a qual se fechou após segundos. Nunca demorei tamanho tempo apenas pra subir uma escada, estava conseguindo meus recordes durante aqueles dias malucos.
- Você trabalhava em que? – A pergunta fora de repente. Respirei fundo, tentando não me lembrar do meu passado. – Você pode ao menos me contar isso, ou será que sua vida está trancada em um baú? –
- Segunda opção. – Disse rapidamente, o fazendo se calar. – Mas de toda forma, bom.., eu era uma empresária. – Suspirei levemente. – Espero que essa informação tenha mudado sua vida. – Mania calorosa de sempre ter uma tendência irônica em qualquer tipo inocente de conversa. Não apenas vindo de mim, como já devem saber.
- Empresária? – Não preciso explicar o pulo que eu dei quando Inuyasha veio a praticamente gritar o que eu havia acabado de dizer. – Você era uma empresária e hoje se encontra dessa maneira, por quê? – tive vontade de rir ao ver a expressão de indignação presente no hanyou.
- Quis saber demais. Já fiz bastante esforço em responder a primeira, agora não abuse da minha boa vontade. – Ele se recompôs do susto, observando os degraus que eu teria de subir.
- Bom, podemos fazer um trato. –
- Não quero dinheiro. – Meus olhos estreitos não mudaram a idéia que ele formulava na cabeça. – Não negocio minha vida por tão pouco. – Ele sorriu maliciosamente.
- Se me contar um mínimo que seja eu te carrego até o topo da escada. – Prendi a respiração e logo fui a soltando lentamente.
- Porque quando consegui ser o que tanto queria, não consegui satisfação e sim vicio. Sim, sou uma pessoa adepta a vícios. Já falei o porquê agora me leva. – O sorriso dele ia de uma bochecha a outra.
- Quem era a pessoa que não negociava a vida por tão pouco?- perguntou, com aquela cara digna de chute.
- Eu quase me matei ontem, não venha dizer que acreditou nesse papo de valor a própria vida. – Ele me colocou "delicadamente" em seus ombros.
- Poderia ser menos radical às vezes. – Disse ele quanto à resposta que eu havia dado.
- Digo o mesmo. – Murmurei, me acostumando a ficar em seu ombro. Em menos tempo que eu havia calculado já estava devolvida ao chão. – Afinal, porque eu subi? – Perguntei mais para mim que para ele.
- Porque seu quarto fica aqui em cima? – Eu o empurrei levemente.
- E quem disse que eu vou dormir aqui? – Ah, eu diria que me arrependi quando o vi bufar daquela maneira.
- Você está de brincadeira não é? – Mordi o lábio inferior.
- Na verdade, não! – Ele alisou meu braço com a feição contorcida. Eu nunca admitiria que até seria bom esperar meu banheiro voltar a ser um banheiro. Permaneci séria, afinal eu era Kagome Higurashi e estava com raiva, não estava?
- Não me arrependo de ter tirado sua roupa. – Disse simplesmente me dando as costas. – Tenha uma ótima noite e parabéns pelas pernas, são muito bonitas!- Com desdém passou a caminhar sem olhar para minha face atônica.
- Desgraçado. – Apreciava com rancor suas costas enquanto ele ia cada vez mais se afastando. – Aproveitador, mesquinho, maldito. – Sibilava cada palavra aumentando o toque de raiva em cada uma delas. Estalei um dedo quando o vi despreocupadamente entrando em seu quarto. – Maníaco viciado em sexo. – Ele saiu do quarto com rapidez.
- Ei, pare de me chamar assim, mulher! – Disse apontando o dedo pra mim.
- E se eu disser que não paro? – Ele voltou a se aproximar. – Você quem me provocou e provou ser ainda mais um maníaco elogiando minhas pernas. – Ele ficou frente a frente comigo.
- Que ainda estão a mostra, não? – Eu olhei pra baixo e encontrei um pouco de minhas coxas aparecendo devido a camiseta de Inuyasha não cobri-la inteiramente. – E olhe só que incrível! Não vejo você morrendo de vergonha. – Cruzou os braços.
- Melhor eu esconde-las rápido, antes que o maníaco resolva me atacar! – Coloquei minhas duas mãos em minha cabeça, encenando uma pessoa indefesa assustada. – Me ajudem, oh-meu-deus. – Fui parando a voz fajuta aos poucos.
- Você devia ser engraçada – Engasguei. Detestava quando o hanyou mudava seu humor de forma tão ligeira.
- Não. Eu era uma viciada em trabalho e em café. Posso até dizer, por incrível que pareça que a vida que levo hoje não foi pior que a que eu levava antes. – Minha sinceridade fez com que eu abaixasse minha própria cabeça.
- Você é muito misteriosa. –
- Você também. – Ele abriu um pequeno sorriso. – O que é normal, já que maníacos sexuais não podem sair por aí comentando sobre suas vidas, é arriscado eu entendo que....-
Vamos recapitular. Sim, Inuyasha era um maníaco sexual. Apesar de Bankotsu sempre viver dizer que eu era uma mulher feita de pele e ossos, o hanyou sempre me atacava quando podia, aparentando ter uma forte atração física por mim, apesar de todo o estraçalho espalho por meu corpo.
Dessa vez, seus lábios foram usados para me calar e uma de suas mãos estava do lado de minha cabeça, ficando assim com ele me prendendo na parede, enquanto segurava com força minha cintura.
Dei um grito afogado por ele, que passou agora as duas mãos em minha cintura, abraçando totalmente meu corpo. Cedi ao beijo, apesar de todo o meu pensamento negativo sobre aquele que me prendia.
Descaradamente a mão direita passou para minha coxa a erguendo da altura de sua cintura. Me descontrolei naquele momento, empurrando seu peitoral para longe de mim, ato que apenas fez com que ele erguesse minha perna ainda mais alto.
Apalpou minha bunda me fazendo arregalar os olhos. Me beijava afoito, como ele mesmo dizia, "devorava-me". Com a outra mão livre fazia um leve carinho em meu cabelo. O gosto de sangue em minha boca então tornou-se doce e eu esquecia-me dos meus princípios.
- Adoro esse cheiro. – Disse ele, passando a língua maliciosamente sobre os lábios e não como costumava fazer indicando confusão.
- Que bom, agora pode me soltar? – Sim, eu fiz esforço pra isso. Eu não precisava confessar toda hora quando eu fazia algo que não queria ao meu eu-interior, mas creio que meu psicológico realmente está atacado. Inuyasha passou a beijar meu pescoço, não me dando ouvidos.
A mão que fazia carinho em meus cabelos agora os puxava para trás, tornando a cena cada vez mais sedutora e inadequada. Sentia a ereção de Inuyasha roçando em mim e a camiseta que eu vestia subindo cada vez mais que sua mão me explorava.
- Não me faça gritar. – Alertei, quando comecei a tomar novamente consciência da situação. – Droga Inuyasha, me solta!- Aumentei o tom da voz levemente, tentando me livrar da luxuria que ele me proporcionava. – Está me machucando! – Exclamei, agora desfazendo totalmente minha expressão de prazer.
- Eu sei que não estou. Faço de tudo para não fazer com que sinta dor, e sou bom nisso. – Aquele sorriso safado me dava ainda mais certeza que deveria dar um jeito de fugir daqueles braços.
- Saia de cima de mim Inuyasha. – Frisei toda a frase, mas ele não parou para me encarar. – Eu não sou como elas, já disse. Não vivo minha vida por sexo e não quero, será que não me entende? –
Minhas palavras ecoaram pelo corredor e depois disso apenas vi sua mão soltando minha perna e socando com raiva a parede. Suas duas mãos estavam ao lado de meu rosto, me mantendo fixa no meio. Ele ainda mantinha-se perigosamente próximo.
- Droga, Kagome! – Gritou ele, perturbado. Fechei um pouco os olhos, temendo sua reação. – Você.... você não tem cheiro de homem, por que? – Os gritos ficavam cada vez mais alto e amedrontadores. – POR QUE? – Dessa vez me encolhi um pouco contra a parede. Não é toda pessoa confiante que não sente medo, não?
Ele segurou meu queixo, me forçando a encará-lo.
- Isso não é da sua conta, quando vai entender isso hanyou? – Perguntei com um tom um pouco elevado também.
- Isso é da minha conta desde que você apareceu na merda da minha vida. Agora para de engolir seus segredos e me conte logo o porquê você não fede a homem! Há quanto tempo não transa Kagome? Oras, você tem 24 anos, é impossível não ter tido nenhuma relação sexual, mas nenhuma droga de vestígio, mulher? – Minha paciência se esgotava com aquele questionário desnecessário.
- Não me trate como se eu fosse propriedade sua, seu imbecil! – Gritei, agora igualando meu tom ao dele. – Pouco importa há quanto tempo eu não transo, se eu quisesse transar ontem ou há anos atrás isso seria apenas problema meu!- Me aproximei ainda mais se possível, com os olhos mais estreitos que os dele. – E só porque você é acostumado com o cheiro forte de mais de nove homens em cada mulher que paga pra dormir vem descontar essa paranóia em cima de mim, você está ficando louco! – Gritei ainda mais alto, o que estranhamente não o fez recuar, como da outra vez.
- Não é questão do que eu sinto em outras pessoas. Eu sei diferenciar cheiros Kagome e você não tem cheiro de homem algum e sim, foda-se, se diz que estou ficando louco, estou ficando louco por você e essa sua vida de lama, mulher!- Se afastou bruscamente, cheirando forte o ar. – Me responda qual foi seu último homem e me livre dessa dúvida nojenta! Eu não ligaria se sentisse um cheiro forte em você, mas é revoltante não sentir nada, sendo que também não sei nada da sua vida! – Impulsivamente ele segurou meus ombros e passou a sacudi-los com força.
- Você está me machucando!- Gritei, cravando minhas garras em seus antebraços, o que o fez parar um pouco.
- Então responda! Eu estou ficando maluco com todo esse mistério apenas em você!- Ele arfava, respirando com uma longa dificuldade.
O tempo parou por alguns minutos. A respiração dele foi se acalmando enquanto eu soltava minhas unhas do braço dele.
- Ninguém nunca a possuiu? – Perguntou então o que estava engasgado desde a primeira vez que insinuou sobre tal assunto. Engoli seco, o afastando de mim.
Não o encarei muito menos lhe falei alguma coisa.
Minhas costas foram a última coisa que ele viu antes de eu entrar no quarto e fechar a porta, encostando-me a ela e deslizando até o chão.
Ouvi seus passos rumando até onde ficaria seu quarto e logo ouvi a porta sendo batida com força.
Uma lágrima solitária escorreu por meu rosto, contornando-o e caindo em meu colo.
Eu não poderia estar apaixonada. Não por ele nem naquele momento.
Afagar minhas tristezas em minhas próprias mentiras seria o melhor a fazer por enquanto.
Fora a única solução que eu encontrei, afinal.
oOo
Eu sei que todas estão loucas pra um hentai. Mas sou má, malévola, e como o número de reviews também não cresce eu fico mais maléfica ainda.
MUAMUAMUA!
Logo mais personagens aparecerão na fanfic!
Gostaria que opinassem quanto eu só ficar entre Kagome e Inuyasha. Ficou muito cansativo? Sério, gostaria de uma opinião, que fosse.
Agradeço do fundo do coração aos que me mandaram reviews, essas que vou responder agora!
Beijos a todos os leitores e até mais!
Respostas das reviews:
LORY HIGURASHI – Olááá! Olha só amore, que bom que está gostando da fic! Eu normalmente demorava umas três semanas pra postar antigamente, certamente iria morrer de raiva de mim se me conhecesse antes XD! Falando em suas fanfics vou dar uma olhada nelas, prometo, viu? Fico feliz por ter gostado da cena final, porque continuei repetindo a idéia da "agarração" nesse capitulo, como você pode perceber! Muito obrigada pela review, viu? Beijos e até o próximo!
MEYLLIN – Olá guria! Foi um presente de Ano Novo? Fico feliz, porque não dei nenhum pra ninguém a não ser esse (sabe como é, sou pobre). Saiba que sua review também foi um presente, e vai continuar sendo mesmo sem ter dias especiais XD! O Inuyasha sempre fala umas boas verdades pra Kagome, eu estou adorando fazê-lo dessa forma tão rude e direta, vejo que também gostou *.*! E quanto a calar ela com um mega beijão, acho que já percebeu que ele adorou essa tática XD! Acabei de aderir a sua comunidade postando o capitulo AHUEHAUEA, e continuo participando, pode deixar! Beijos e até o próximo capitulo!
TAHLIANNAH- Sabia que eu sempre erro quando vou reescrever seu Nick? AHUEHAUHEUA, okay, okay, voltando. Olá moça! Fico feliz por ter gostado do capitulo, e sim sim, eu poderia ter deixado rolar mais um pouquinho da cena, como poderia ter feito novamente nesse capitulo, mas pode deixar que logo eu vou fazer desenrolar completamente, se é que me entende XD! Até eu estou feliz por ter voltado a escrever, me da uma sensação de liberdade total *.*! E bom..., pode deixar que eu posto sim..., sabe como é, não me dou muito bem com dragões *sai correndo*. Beijos e até o próximo capitulo..., sem dragões, se puder Ç_Ç!
LADY BELLA-CHAN – HÁ! Não me lembre da nossa fic o caralho ¬¬! Você já esta na praia, quando voltar para nossa bela cidade quero ver se vai mesmo pegar firme pra escrever, sua ruiva maldita do inferno ùu! Eu sei que você poderia jurar que teria mais da cena, até eu pensei AHUEHAUHEA, mas eu vou esperar um pouco mais pro hentai, e vou deixar você morrendo de ódio até me convencer a fazer antes, como sempre fez ¬¬! Espero que esteja toda preta e torrada no sol da praia HUEHUAHA! Também te amo MANOWS , e espero que tenha gostado ! *_*! Beijo vadia!
MAIANA – Olá Ma! Fico contente por saber que curte minhas fics, aliás, não tem como não ficar feliz sempre que descubro que existem pessoas que acompanham alguns de meus projetos! Esse começo está começando a se desenrolar agora, e espero que não pare de gostar depois do desenrolar nem que se decepcione com nada, porque eu estou quase perdendo cabelo de tanto puxar de nervosismo pra saber se essa fic está boa ou não Ç_ç! Espero que eu tenha muita inspiração também AHEUHAUHEA, porque eu adoro ter crises, sério ¬¬! Beijos moça, obrigada pela review, apareça mais vezes e até o próximo capitulo *.*!
