Avisos usuais:
• A fiction a seguir obviamente não possui nada de real, sendo apenas fruto de minha imaginação obscena e incorrigível.
• O mesmo documento obsceno possui conteúdo homossexual ligeiramente pornográfico, portanto se sente-se ofendido ou enojado afaste seus preciosos olhinhos das letras abaixo e guie-os até o 'x' facilmente localizado no canto da tela e pressione o botão esquerdo de seu mouse quando a setinha branca passar sobre ele.
• Reviews. Coisinhas divinas para um (a) autor (a) e absolutamente banais para um leitor. Pode parecer muito pouco para vocês, mas expressar uma opinião é muito estimulante e recebê-la é muito construtivo, logo, se não se importam...
• Esta fic além de todo o citado acima é de universo alternativo o que é um tanto óbvio uma vez que o Draquinho está no sétimo ano em Hogwarts transando com o Weasley... anyway, espero que gostem.
Grata pela atenção e por escolherem minha fic para seu deleite.
EnJoY It
xXxXxXx
Capítulo 4-
Sex
If you think that a Kiss is only in the lips
Come on, you got it all wrong
And if you think that a dance is only in the hips
Oh, it's...
"Weas..."
"Shhh."
eu calei-o com um beijo.
Havíamos chegado àquela sala há menos de cinco minutos e ele já estava desabotoando as calças. Algo extremamente rápido, ardente, mas muito prazeroso.
Malfoy tirou minha blusa e eu tirei a dele, em segundos estávamos totalmente despidos. Ele fez-me virar de costas o que, com um muxoxo de protesto, obviamente não fiz. Girei meu corpo fazendo-o ficar de costas para mim. Um tanto desnecessário dizer o que fiz, não? Porém irônico o resultado de meus atos. Um Malfoy sendo possuído por um Weasley? De qualquer forma, a contradição nisso não impediu os gemidos de escaparem de nossas bocas.
Foi
naquele dia. Percebo agora que aquele foi o dia em que o início
daquele romance estava oficializado. É claro que oficializado
apenas para nós dois. Ninguém sabia, ninguém
saberia.
Nunca fomos do tipo de casal que conversa muito, apenas
nos encontrávamos e dávamos prazer um ao outro. Porém
chegou a um ponto em que o carinho e a ternura se tornaram
inevitáveis, quase automáticos. Disso eu me dei conta
em certo dia quando, após uma noite de sexo, me deparei
afagando o cabelo dele enquanto deitado num dos sofás de couro
do salão da sonserina. Era final de semana e todos estavam em
Hogsmead.
Acho que Draco demorou um pouco mais para perceber e encarar os fatos: estávamos apaixonados. Entretanto ele foi quem relutou menos em aceitar isso de acordo com minhas memórias sobre uma certa discussão perto da casa dos gritos num sábado frio.
"Ron... Você já percebeu que" ele relutou um pouco em continuar "Nós estamos ficando, como dizer, viciados nisso?"
"Sim, Draco."
Não havia como negar, a intimidade era tanta que o tratamento entre nós deixara de ser de amor atravez do ódio. Não parecíamos mais um Malfoy e um Weasley, e sim apenas o que realmente éramos, dois jovens amantes.
"É difícil, mas acho... que estamos nos apaixonando." Eu calei.
Mal podia acreditar que estava ouvindo aquilo. Apenas não queria pensar muito no assunto, não queria pensar em como aquelas palavras me atormentariam por um tempo, mas eu precisava dizê-las. "Não... já estamos apaixonados." Eu disse e beijei-o.
"Ronald?" foi quando ouvi Ginny chamando perto de uma árvore com uma cara entre espanto, pena e nojo.
"Ginny? Calma, nós precisamos converssar."
"Ron, eu honestamente não compreendo, mas eu juro que estou tentando te entender." Eu havia contado tudo à ela após voltarmos para o salão da grifnória. Já era tarde, a maioria dos alunos estava dormindo.
"Ginny, eu não esperava mesmo que entendessem completamente, mas, por favor, não conte para mamãe e papai."
"Ora, Ron, o que você tem nessa cabeça oca? Você sempre me encobria quando eu fazia coisas que mamãe e papai achariam erradas, sempre esteve do meu lado, e fora o fato de que se eles descobrissem acabaria sobrando para todos os Weasley por não terem percebido ou impedido. Eu sou sua droga de irmã! Eu nunca iria fazer uma coisa que eu sei que te faria sofrer. Apenas te peço que tenha cautela e que conte a eles um dia. Você sabe que cedo ou tarde isso virá à tona."
Eu abracei a murmurando um breve obrigado que fez um felete de lágrimas perpassar meus olhos.
"Eu te amo, maninha."
Desde então eu acredito que minha história com Draco tenha se tornado cada vez mais intensa e percebi que, em certo ponto, estávamos totalmente dependentes um do outro.
"Olha por onde anda, Weasley!" Draco urrou um dia quando, propositalmente esbarrei nele a caminho da sala de transfiguração
"Vá comer vermes, Malfoy. Ou quem sabe escorpiões."
"O que houve com você hoje, Weasleyzinho? A irmãzinha andou dormindo por aí com metade dos caras da escola e você está irritado por ela não conseguir andar direito?"
"Seu, maldito infeliz!"
As brigas ainda eram constantes, mas agora eram apenas fingimento e, alguém que soubesse, como Ginny, das coisas que aconteciam longe dos olhos alheios, perceberia um sorriso sincero e não debochado passar por nossos rostos muito brevemente.
"Calma,Ron. Ele não vale a pena." Hermione ainda era obrigada a dizer sua frase preferida quando se tratava de Malfoy.
Eles saberiam um dia? Eu contaria aos meus amigos quando tivesse coragem? Eu teria coragem? Acho que sim. Mas e Malfoy? Ele estaria disposto a lutar por nosso romance quando chegasse à hora? E se ele me deixasse? Eu sucumbiria? Questões como essa me cercavam a todo o momento.
Mas essas questões seriam respondidas um dia, naquele momento eu só queria me dedicar inteiramente à Draco nas horas vagas. Ah, e, claro, aos NIEMs, que também exigiam muita dedicação, diminuindo a quantidade, mas não a qualidade dos minutos à sós com meu amamnte.
xXxXxXx
E então, Christine? Quer um final feliz ou dramático? Deixa um review, bitch!
Obrigado aos que deixaram reviews e um grande e caloroso FODA-SE à todos os que não deixaram. DEIXEM, SEUS CHATOS EGOISTAS, NÃO DOÍ NÃO, TAH?! Dói em mim quando você não deixam, fico desmotivada e brocja ¬¬.
Baibai
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