Estava sendo assediada por 2 homens que queriam se divertir ao mesmo tempo comigo e foram tirados de seus devaneios pervertidos por Ayase.

− Calma rapazes, ela ainda é iniciante, por favor, um de cada vez.

Os dois resolveram tirar na sorte quem desfrutaria de uma noite com a morena de olhos azuis inocentes. Eu achava aquilo muito engraçado.

Naquela noite descobri informações importantes sobre os assassinatos. O homem que ganhou o jogo infantil disse que uma pessoa estava rondando o país oferecendo dinheiro aos mercenários para se juntarem a sua organização.

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Os dias seguiram sem problemas. Conseguia enganar os homens e extrair informações dos mesmos. Mas não adquiria nada de novo. Mesmo assim estava bem. Estava conseguindo investigar! Fazer algo de útil! Pela primeira vez na vida estava realizando uma missão com sucesso. Minha timidez não atrapalhava! Estava me saindo bem, graças ao apoio de meu companheiro de missão.

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Um dia pela manhã me surpreendeu com uma batida na porta. Era Rin. Estava aos prantos e entrou rapidamente no quarto e trancou a porta.

− Midori... − a abraçou desesperada− Acho que posso estar grávida! Estou perdida! Ayase vai me expulsar assim que souber!

− Não fique desesperada! Acalme-se, pois alguém pode perceber. Você tem que ter certeza primeiro, depois desesperar.

− Obrigada Midori. Eu nunca tive uma amiga como você. Você é uma pessoa muito especial! - Apenas a abracei. Era bom finalmente ter uma amiga.

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Estava sentada em uma cadeira. Trajando um vestido decotado vermelho e curto, que deixava meus seios em evidência. Um cabelo preso para cima com uma pequena mecha que teimava cair sobre o rosto dava-me um ar sensual. Seiji estava no salão. Impecavelmente vestido em seu kimono preto. Caminhou em direção a mim.

- Roupas bonitas senhorita! Um belo contraste esse visual sedutor com o seu olhar inocente.

- Creio que não seja o momento de conversarmos, cavalheiro.

Ele se aproximou de mim e susurrou no meu ouvido.

- Te espero depois do expediente no mesmo lugar. – Afastou-se de mim e foi em direção ao balcão onde outras moças encontravam-se. E logo foi agarrado por uma delas. Estava atônita! Como ele podia ser tão ...

− ONDE É SEU QUARTO? - Um homem alto e forte me pegou pelo braço interrompendo meus pensamentos.

A musica cessou. Fiquem tonta por um momento. Todos olharam em direção ao homem que gritava agarrando violentamente meus pulsos.

− Senhor, está me machucando... – disse quase num sussurro.

− ONDE FICA O MALDITO QUARTO? − Perguntou novamente. RIn se aproximava ao notar o meu desespero, mas foi parada por Ayase. O homem parecia descontrolado tinha que tira-lo dali.

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− Subindo a escada, segunda porta a direita.

Ele foi subindo a escada e eu comecei a acompanha-lo. Ele parou repentinamente.

− SUA VADIA! ESTOU COM PRESSA! − dizendo isso ele agarrou-me pelos cabelos e arrastou-me escada acima até o quarto. Jogou-me em direção à cama e bateu a porta Foi retirando a roupa rapidamente. Não entendia. Precisava fazer com que o homem bebesse um pouco de sake para extrair informações dele.

− Senhor, deixe-me lhe oferecer uma bebida!

O homem aproximou de Hinata deu-lhe um tapa na cara.

− COMECE A TIRAR A MALDITA ROUPA SUA VADIA! - Comecei a tirar os sapatos. Tremia muito, mas não podia fazer nada, trabalho era trabalho!

− MUITO LENTA, CADELA! − o homem retirou uma faca da cintura e começou a cortar o vestido. Como o vestido era muito justo a faca acabou cortando meu corpo. Sentia-me exposta, dolorida, mas não podia sair da personagem.

E não sabia o que fazer. Se agredisse o homem poderia por meu disfarce e minha missão em risco. Ao mesmo tempo não conseguia pensar em nada, não conseguia reagir.

O homem já tinha arrancado praticamente toda a roupa. Beijava meus seios violentamente e abria minhas pernas com violência.

− Largue a moça.

− SAIA DAQUI ! NÃO EXISTE NENHUMA MOÇA AQUI− disse com um tom de sarcasmo.

Seiji avançou sobre o homem corpulento retirando-o de cima de mim. Os dois começaram a travar um combate corpo a corpo equilibrado. Mas o homem era muito forte e mobilizou-o.

− AGORA ACABO COM VOCÊ SEU MERDA! − ao dizer isso apontou a faca para o pescoço de Seiji.

Ele corria perigo! Tinha que correr o risco. Num movimento rápido acertei um golpe no homem parando a circulação de chacrá dele, mas surpreentemente ele continuou a se mover em direção ao Seiji. Não tive escolha. Não pensei. Só vi o homem caído devido ao meu golpe no coração

- Como fiz isso! Eu nunca matei ninguém! – Só senti o braço forte de Seiji me envolvendo antes de tudo escurecer.

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Dois homens pulavam de galho em galho no meio da floresta. Um deles avistou algo no meio do matagal.

- Encontramos

- Finalmente! Vamos reportar a Hokage.

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