Música do Cap: Sara Bareilles – ONE SWEET LOVE
Sentia minha boca seca, meu corpo dolorido, estava me sentindo estranhamente desconfortável. Algo não estava certo naquele cenário.
Fui abrindo meus olhos calmamente e senti um toque suave em minhas mãos. Encarava um teto branco com uma única luz branca, mirei à direita e me deparei com um par de olhos verdes me encarando.
- Então tentou fugir novamente de mim se jogando no chão e ficando por lá gata? – Ed estava ali ao meu lado com seu impecável sorriso.
- Eu... Eu não compreendo. Em um minuto você estava segurando minha mão, no outro eu estava sozinha no meio da multidão e...
- Se acalma. Eu me virei um segundo e no segundo seguinte, você havia sumido e no seu lugar havia se aberto uma roda. Fiquei tão preocupado ao te encontrar caída ao chão. Pensei em tantas coisas. – Ed abaixou o olhar e o pousou sobre sua mão que cobria a minha.
- Digamos que você levou embora meu ar. – Sorri ao encontrar com seus suaves olhos.
Ed ficou ali ao meu lado passando os dedos sobre minha mão e me deslumbrando com seus sorrisos tortos. Sua outra mão percorreu meu braço,lançando sobre mim uma corrente elétrica maravilhosa. Gemi.
- Não sabia que reagia assim ao meu toque. – Sua mão começou a caminhar mais pesadamente sobre meu corpo.
-Você não sabe de muita coisa Edward. – Eu lhe disse atrás de uma piscada.
- Fale de novo. – Seu sussurro próximo a orelha me arrepiou por completo.
- Falar. O. Que? – Péssima hora para gaguejar, fala sério.
- Diga meu nome, como disse agora, diga! – Ele puxou minha mão a colocando sobre o volume de sua calça.
- Edward... Edward... Assim que você quer?
- Caracas Isabella, me deixa louco ouvir meu nome nessa boca deliciosa. – Ed se abaixou cobrindo minha boca com sua língua voraz, que chupava inconformadamente meus lábios, dando leves mordidas.
Minha mão estrategicamente colocada, o puxou sobre mim. Pouco me importava onde eu estava agora, mas eu o queria tanto quanto ele me queria.
Ed se colocou sobre mim e continuou seus beijos, suas mãos passaram a me alisar com pressão e tentavam lentamente se encontrar com minha pele. Tirei minha mão que estava em seu pau e procurei o botão daquela maldita calça. Ed parou e começou a rir me encarando.
- Tá rindo do que? – Eu odiava não saber o que as pessoas pensavam, ainda mais quando olhavam para a minha cara e caíam na gargalhada, assim como Ed estava fazendo.
- Estava aqui pensando, num minuto atrás estava pensando no que fazer caso você não acordasse e agora, estou aqui me pensando como faço para você foder comigo. Vai dizer que isso não é engraçado?! – Ele falava isso enquanto roçava seu pau contra minha coxa, me deixando alucinada.
Me lembrei que não fazia a menor noção de onde estava. Comecei a me movimentar sob o corpo de Ed, o deixando com cara de menor abandonado, enquanto tentava levantar.
- Onde estamos? – Perguntei deparando-me com uma mesa baixa, um armário e reparando que a "cama" era na verdade uma maca.
- Bem, como eu estava dizendo, encontrei você caída e o segurança nos trouxe para essa enfermaria até você melhorar. Não sabia quem procurar ou mesmo o que fazer, afinal você estava sem bolsa, sem celular, sem nada... – Ed olhava para baixo com cara de bom moço, balançando as mãozinhas enquanto falava.
- Que lindo! Você me salvou então? Se bem que isso já está virando rotina não?! – Não pude deixar de sorrir, primeira vez chão, segunda medo de avião e terceira.. bem.. deixa para lá.
Ed percebeu que eu estava voltando a ofegar e segurou meu rosto em suas mãos.
- Se acalma, estou aqui e estamos bem, percebe? Se acalme. – Ternamente Ed beijou minha boca, num beijo suave e delicado, ao qual me entreguei.
Precisava daquele homem em mim, daqueles lábios pelo meu corpo, meu deus eu estava possuída por aquele estranho e por pior que isso pudesse parecer, eu estava cada vez mais apaixonada pelos mistérios que nos envolviam.
Ed tomou a frente, levantou-se e encostou a cadeira contra a porta. Voltou-se para mim e sorriu.
- Não sei quanto a você, mas ultimamente sempre alguém que nos interrompe. Isso não está certo. – Sua risada gostosa preencheu a sala e meu sorriso também.
Abri meus braços e Ed me pegou com desejo. Suas mãos percorreram meu corpo e logo encontraram o caminho para o paraíso, meu zíper. Em segundos meu vestido estava ao chão e Ed encarava, absorto, minha calcinha vermelha.
- Wow. Onde ela estava que eu não a vi no banheiro?
- Fica quieto bobo. – Beijei sua boca enquanto minha mão percorria os botões de sua camisa, logo se livrando dela.
Minha boca percorria as linhas de seu maxilar, encontrando sua deliciosa orelha onde passava minha língua e depois assoprava. Senti Ed arquear e no instante seguinte sua mão agarrou meu seio e ele se abaixou, levando sua boca no outro. Eu estava entregue.
Baixei minha mão até encontrar sua calça. Demorei um pouco, mas senti o botão ceder e logo abaixei o zíper. A calça escorreu pelas pernas deixando a mostra uma boxer justa devido ao volume latejante. Nem em um milhão de anos eu me acostumaria com aquele volume dentro de mim e muito menos fazendo as mesmas maravilhas.
Ed parou de chupar meu seio e desceu sua mão até minha calcinha, passando seus dedos sobre o ínfimo pano que escondia o mel que estava prestes a escorrer pelas minhas pernas. Mal sabia ele que se continuasse a tatear ali eu gozaria em sua mão na mesma hora.
- Nossa minha apertadinha tá toda lambuzada de novo? Mas que coisa feia dona Bella, desperdiçando assim meu néctar favorito. – Ed disse já abrindo minhas pernas e se ajoelhando no chão.
- Se começarmos nessa posição eu vou desfalecer novamente sobre você. – Dei um sorriso maroto e mordi meu lábio inferior, demonstrando aquilo que eu entendia como "cara de safa".
Suas mãos instantaneamente me agarraram e Ed me jogou sobre a mesa.
- Pronto, agora não cai mais gata. Sempre quis foder sobre uma mesa. – UNTEI E PAREI.
Ed se colocou no meio das minhas pernas e sua língua logo me invadiu. Espasmos percorreram meu corpo todo, assim que Ed me penetrou com seus dedos e passou a sugar todo meu orgasmo.
- Se eu soubesse que você estava assim tinha te acordado com minha língua. – Ed disse já tirando sua boxer e apertando seu pau na minha frente.
Gemi, e Ed puxou minhas pernas em sua direção e me penetrou. Aquela sensação foi indescritível, em uma só estocada senti todo seu pau me completando. Num vai e vem frenético, me contorcia sobre a mesa. Tentei puxá-lo sobre mim, mas Ed segurou minhas mãos com força. Claro que ficaria roxo, mas seria mais uma prova de que isso era 100% real. Ed continuou a segurar minhas mãos e a estocar cada vez mais forte.
Senti meu corpo tremer e se contrair em volta de seu pau, e quando ia gritar senti Ed sair de mim. O encarei, pois não entendi nenhuma atitude. Ele apenas sorriu.
- Ainda não entendeu que quem manda sou eu? – Ed torceu a boca e abaixou minhas mãos.
Estava em pé na sua frente e sentia seu pau latejando, mas ele não tomava atitude alguma, olhei novamente para baixo e senti sua mão no meu queixo.
- Perdeu algo ali embaixo? O dono dele está aqui em cima.
- Perdi sim para falar a verdade, perdi o fio da meada onde você para bem na hora H! E...
Ed não me deixou terminar de falar e me virou de costas, empurrando-me contra a mesa. Senti meus seios pressionados contra esta, apoiei-me rapidamente em meu cotovelo e senti o pau de Ed roçando minha bunda.
- Sabe, parece que não te ensinei direito. Qual a parte do eu te domino você não entendeu? Você está sendo uma menina muito má, Isabella. – Sentia Ed batendo seu pau na minha bunda e o som que fazia me enlouquecia.
- Desculpa. – Minha voz saiu num misto de gemido com sussurro, e aquilo parecia ter sido o combustível final para Ed.
- Não faz isso delícia.- Ed disse no momento em que resolvi me arrumar sobre a mesa e tinha acabado de empinar minha bunda pressionando ainda mais seu pau.
Seu urro deve ter sido ouvido por todo planeta, e Ed me estocou. Senti meus joelhos cederem e agradeci pelas mãos dele na minha cintura e seu pau que parecia um imã puxando meu corpo contra o seu.
Naquele ritmo não demorou para sentir novamente meu corpo contraindo ao redor dele, e os gemidos mais altos de Ed me mostraram que ele também estava quase lá. Senti sua mão me dedilhando e me ajudando num ritmo compassado. Estava novamente pronta para gozar.
- Goza comigo Edward. Goza comigo.
Escutei sua risada e seu corpo se afastando do meu novamente, porém sem sair e sem parar de bombar. Um tapa. Um cheio e grosso tapa na minha bunda que Edward havia me dado, porém ao invés de dor, eu gemi e empinei ainda mais minha bunda.
Suas mãos agarraram mais ainda minha cintura e já estava me vendo explicar para Alice o que seriam as quatro bolinhas de cada lado da minha anca e dois nas costas, quando não consegui mais segurar.
- EDWARD!
- BELLA!
Gritamos e gozamos juntos, numa sensação nova e arrebatadora. Senti seu corpo pendendo sobre o meu e sua respiração em minha costa nua. Sua mão continua a acarinhar meu corpo.
- Sabe o fato de sermos quase que desconhecidos me excita, mas meu corpo reage ao seu sem a necessidade de qualquer toque Isabella.
Fiquei ali sentindo sua boca se movimentar contra minhas costas e não pude deixar de sorrir, eu sentia a mesma coisa em relação a ele. Seu peso foi diminuindo e fui sendo puxada. Edward me puxou e abraçou-me.
- Eu queria ser romântico com você, mas isso é tão estranho. Nada que eu pense em fazer, parece ser suficientemente bom o bastante para te manter ao meu lado. – Edward falou apoiando seu nariz em minha testa e percorrendo meus cabelos com seus dedos.
- Você parece bom demais para ser verdade Edward. O tempo pára quando estou ao seu lado. E por falar nisso, que horas são?
- Não sei gata, só sei que quero dormir ao seu lado hoje, pode ser? – Edward cobriu minha boca com suaves beijos.
- Pode sim, mas antes precisamos nos arrumar para sair daqui não acha?! – Sorri cambaleante para ele e me vire para procurar meu vestido.
- Essa visão é o paraíso, compreende?
- Se você se comportar eu deixo brincar mais tarde, agora vamos Ed, vamos nos trocar e dar o fora daqui. - Levaria Edward para o hotel, afinal lá ele não teria como fugir de mim mais uma vez e muito menos Alice me tirar de louca.
Coloquei meu vestido, arrumei minha sandália e...
- Ed? Minha calcinha!
- Que calcinha? – Ele sorria.
- A minha calcinha vermelha que você se maravilhou assim que a tirou... serve essa calcinha?
- Num sei dela não. – Seus olhos não paravam de se mexer e ele estralou os dedos.
- Nossa, nem se eu não fosse fazer psicologia, saberia que está mentido. É sempre tão descarado assim Sr. Cullen?
- Não! Por favor, Sr. Cullen na sua boca não. – Ed me puxou bruscamente e cobriu minha boca com a sua. Seu gosto estava diferente, poderia pensar em fel, mas logo já havia mudado e voltou a ser o beijo e o gosto que eu conhecia.
- Nossa, tudo bem, não repito mais isso. Que coisa!
Não consegui compreender o ataque de pulgas que Edward teve. Deixei minha calcinha para trás e fui para a porta, liberando a cadeira e a abrindo logo em seguida.
Sai e deparei com um corredor vazio, ali deveria ser a administração mesmo, senti sua mão buscando a minha e olhei para trás.
- Desculpa, eu sou tão comumente chamado de Senhor que vindo da sua boca, me soou tão sujo, nojento... Por favor me desculpe, já disse que você não é mais uma e muito menos comum, para mim.
Voltei –me para ele e segurei seu rosto em minhas mãos.
- Não me enlouqueça Ed. Estou acostumada com relacionamento conturbado, mas não quero lidar com isso novamente. – As marcas da loucura de Jacob ainda ardiam.
- Eu vou querer saber sobre isso? – Edward me perguntou com uma frieza terrível.
- Se for para compreender-me sim, mas se for por ciúmes ou motivações de ego masculino, não! – Respondi no mesmo tom frio e ele percebeu.
- Desculpe novamente, não queria que soasse assim. Eu só...
Cobri sua boca com meu beijo, queria selar aquelas coisas chatas naquele momento, fazendo sentir que eu o queria muito.
- Acho que não temos tempo para mais uma antes de irmos embora não é!? – Ed falou assim que nossas línguas se deixaram.
- Não temos não mocinho. Eu não faço a menor idéia de onde meu celular e minha bolsa possam estar. E antes de mais nada, onde minha irmã maluca possa estar.
Assim que Ed, que agora estava a minha frente, abriu a pesada porta, o som abafado da banda voltou a fazer escutado. As pessoas ainda estavam aglomeradas em volta do palco, mas não localizei minha irmã. Alice deveria estar louca pela casa me procurando.
- ED! – Gritei próximo ao seu ouvido. - LÁ! -Apontei na direção que lembrava a mesa onde o segurança havia nos colocado.
Ed saiu me puxando em meio a multidão, não deixando de segurar minha mão e nem olhar para trás. Não sei quanto tempo entre banheiro, desmaio, sexo selvagem e voltar a balada havia passado, mas era certo de que havia sido muito tempo.
Encontrei a mesa do mesmo jeito que a deixei. Bolsas no banco, celulares sobre a mesa e Alice desaparecida. Isso não estava me cheirando bem. Sentei à mesa e peguei meu celular, Ed sentou ao meu lado e não parava de tamborilar os dedos na mesa, enquanto eu mandava uma mensagem para Allie.
- Pronto! Mandei uma mensagem para minha irmã. Agora podemos ir dormir? – Terminei a frase com um sorriso e uma piscada em sua direção.
Ed sorriu e no mesmo instante a banda parou de tocar - "Boa noite e até o próximo show", meus olhos foram automaticamente em direção a Jasper buscando encontrar Alice próxima a ele. Senti quando Ed pousou sua mão sobre a minha.
- Não saia daqui por motivo algum. Preciso pegar minhas coisas e comunicar à galera que veio comigo que vou ficar ao seu lado. Sabe eles também não acreditam que você exista. – Eu ri muito com seu comentário.
- Pode deixar. Eu não saio daqui nem morta, mas, por favor, não demore. Se Alice chegar antes de você...
- Serei rápido e rasteiro, mas qual seu hotel, por via das dúvidas?
- Beverly Wilshire. Não demore, vai que eu fico com soninho? – Fiz um biquinho semelhante ao de Alice, nessas horas minha irmã era a rainha da conquista.
Ed sorriu e me beijou lentamente, para logo em seguida, sair em direção ao palco. Fiquei perdida em meus pensamentos enquanto Ed não voltava. A música eletrônica voltou a tocar e o movimento frenético dos corpos na pista não deixavam dúvidas de que a noite havia apenas começado.
- Quinze minutos...Olhava ao meu redor.
- Trinta minutos... Tamborilava freneticamente meus dedos na mesa.
- Quarenta e três longos e tenebrosos minutos...
Procurei por todos os lados encontrar Edward, mas nenhum sinal aparente. Minha irmã devia estar entregue a Jasper e nem se preocupava com a estúpida e idiota aqui, que mais uma vez caiu do conto do bom moço.
- Com certeza você se machucou.
Olhei para cima e deparei-me com um típico homem de casas noturnas. Calça jeans preta e de corte reto, camisa social despojada, e o sorriso de – já ganhei – estampado no rosto.
- Perdão? – Diga me desculpe e se retire ao melhor estilo inglês.
- Não perdôo não. – O abusado estava praticamente sentando-se ao meu lado – Você é tão linda que com certeza é um anjo que caiu do céu e se machucou.
Ok, minha noite estava definitivamente arruinada. Ed havia sumido, Alice estava feliz e contente em algum canto daquela maldita boate e para completar o conjunto – Se lascou Isabella – chegou um protótipo de Forkiano do meu lado.
- Façamos o seguinte: Você levanta e passa essa cantada fajuta em outra e eu simplesmente vou embora dormir, porque eu ganho mais.
Comecei a me levantar da mesa e senti sua mão sobre meu pulso.
- Olha só gata, não sou homem de levar fora. Então faz assim, volta e senta essa bundinha deliciosa na mesa, ou eu...
Não pensei duas vezes e agradeci ao fato de Alice ter se interessado por defesa pessoal assim que nos mudamos para Port Angeles, me forçando assim, a fazer aulas com ela e torci meu pulso sobre o do idiota, jogando seu braço contra ele e apoiando sua cara contra a mesa.
- Então, lembra da Julia Roberts em "Uma Linda Mulher"? Pois é benzinho, volta para aquele tempo e você consegue manipular uma mulher assim, porque as de agora são todas como eu, detestam tipinhos como você. – Soltei o idiota sobre a mesa e peguei minha carteira e meu celular.
Caminhei apenas alguns passos evitando esbarrar nas pessoas, com medo da minha fobia se manifestar, mas por sorte encontrei o olhar do segurança que conduzido, eu e Alice, até a mesa e o chamei.
- A senhorita precisa de alguma coisa?
- Sim, preciso saldar meus cartões de bebida e preciso que me leve até a saída chamando o carro do Beverly Wilshire. Diga que a senhorita Isabella Brandon deseja retornar imediatamente, e se não for pedir muito, um idiota acaba de me agarrar ali na mesa. –Mostrei meus pulsos para o segurança e notei que já existiam pequenas marcas aparecendo nele.
Enfim eu tinha provas de que Ed existia, e de como ele mexia comigo. As lembranças me vinham mais fortes e meu corpo estremeceu ao lembrar de seu toque. As lágrimas já não se controlavam e começaram a rolar.
- Sim senhorita, por favor, venha comigo.- Percebi o momento exato em que ele fazia sinal para outros seguranças em direção a mesa.
O segurança saiu na minha frente e me conduziu a uma ante-sala para pagamento, e em menos de cinco minutos eu estava dentro do SVU com o segurança dando os comandos.
- Leve a Senhorita Brandon ao seu hotel imediatamente. Ela passou por uma situação muito inconveniente. Não pare por nada e a deixe em segurança.
Deitei-me sobre o banco e chorei até a chegar ao hotel. O motorista seguiu todas as instruções do segurança da boate e me guiou pela portaria, pegando a chave do quarto e explicando para o gerente do hotel o que havia acontecido.
Já em meu quarto, eu não sabia mais pelo que chorar. Imaginar que Isabella Brandon, a adotadinha de Forks, estaria em Los Angeles se entregando a um praticamente estranho em todos os lugares que o vejo, sempre sendo abandonada ou iludida e mesmo assim, me defendi com maestria de um outro homem?!
É eu precisava beber e beber muito.
Fui até o bar do quarto e peguei uma garrafinha minúscula e lindinha. Eu adoro miniaturas, mas elas não servem para nada, então peguei várias, e comecei a ingerir uma a uma.
- Essa é a quinze? OU vinte? Xii... Isso porque é o meu primeiro dia nessa cidade infernal!
Sai da sala cambaleando e rindo, afinal, eu estava aprovada no meu sonho, resolvi curtir minha vida e sim, definitivamente, fazia três dias maravilhosos que eu estava sendo hiper bem comida!
