EU FINJO, TU FINGES... QUEM FINGE?

Autoria: Kry21 (fanfiction(ponto)net/u/788892/Kry21)

Tradução (autorizada): Inna Puchkin Ievitich

Publicada originalmente em: www(ponto)fanfiction(ponto)net/s/4164348/1/


Eu finjo, tu finges... quem finge?

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- Desculpe. – disse pela décima vez a décima pessoa que quase me arremessou adiante em minha apressada corrida para chegar ao número doze de Grimmauld Place.

Havia se passado mais ou menos trinta e seis horas desde a guerra de tintas entre Harry e eu, e o beijo trocado.

Foi tão... irreal e maravilhoso ao mesmo tempo, tão similar ao primeiro que nos demos no trem quando toda essa loucura começou, tão intenso e alucinante, com "esse não sei o que mas eu gosto" de Harry multiplicado, que me joguei com tudo e por tudo. Dessa vez não houve ninguém que fingisse pigarrear para nos interromper, então pude me dedicar a saborear Harry a vontade, e me perder no mar de sensações que meu amigo me provocava cada vez que sua língua brincava com a minha ou quando mordia meu lábio inferior. E, por Júpiter, Mercúrio e Marte, que ele também desfrutou. Não a toa segurou meu rosto pelas duas vezes que tentei me separar enquanto murmurava sobre meus lábios "só um pouco mais".

O único problema era que, desde o meu muito particular ponto de vista, as coisas estavam saindo de controle. O fato de nos beijarmos, que consistia uma de minhas maiores preocupações e a principal razão pela qual me negava a aceitar que meu amigo fosse meu namorado postiço, era, na falta de palavra melhor, tão natural e de forma tão espontânea que dava medo.

Não se supunha que tudo isso de beijinhos e abraçozinhos era só para enganar minha prima? Por que, então, nos beijávamos a cada instante – veja, não é que me queixe – e não somente nos limitávamos a fazê-lo diante de Melina? Era apenas prática e nada mais?

- Desculpe. – disse e mostrei minha linda língua à décima primeira pessoa, que por sinal mandou um "oi" para minha mãe.

Não entendo por que se incomodavam tanto, se os empurrões eram a coisa mais normal nas ruas de Londres, sobretudo se é meio-dia da segunda-feira. Quiçá, se deva ao fato de eu estar carregando uma caixa tamanho família cheia de "objetos decorativos", leia-se quadros, plantas, bonequinhos de porcelana, plantas, abajures, plantas, cortinas, plantas, vasos, plantas, uma coisa e outra para a cozinha e plantas.

Me encantam as plantas!

Além do mais, a revista número um da decoração de interiores "Deco-House" disse, no parágrafo um da primeira seção, que: "... se você quer dar um toque de vida, sofisticação e calidez no seu lar, não há nada melhor que as plantas ou flores, dependendo do lugar e da sua preferência...". De forma que aqui estava eu, com minha caixa tamanho família e com meu bosque particular, caminhando e repartindo empurrões por toda a Londres.

Só esperava que ao chegar não fizesse el enojo de mi vida.

Para nosso azar, ou, ao menos, o meu, o domingo havia transcorrido, e, segundo meus pais, esse era um dia único e exclusivamente familiar, sair de casa sequer podia me passar pela mente.

Uma vez ou outra tentei erguer a mão e pedir licença, apesar da expressão de meu pai, que, por sinal, desde que cheguei do colégio, não faz mais que morder os lábios e comprimir os dedos. Como se eu não soubesse que ele morria de vontade de saber como, quando e onde eu havia conseguido um namorado e, claro, quem era o aludido? Sem dúvida não iria pedir permissão para vê-lo sem que a família inteira ficasse a par, graças à destreza de minha mãe adquirida com o celular e os e-mails.

Como era de se esperar, Harry ficou histérico. A primeira nota que mandou via coruja – a pobre Hedwig fez uma viagem Express – estava cheia de preocupação e desculpas:

Hermione,

Onde você está? Está bem? Não aconteceu nada de ruim? Já passa das onze e você não chega... continua chateada por causa da pintura? Em verdade, eu sinto muito e você está fazendo um bom trabalho com minha "Casa Arco-Íris". Querida, me perdoe. Embora você estivesse linda toda vermelha. Bom, você é linda sempre.

Mil desculpas.

Harry.

P.S.: Realmente está bem?

Obviamente tive que enviar meio metro de pergaminho cheio de explicações a respeito do porquê de eu não poder ir e sobre meu "Domingo familiar", e as conseqüências que ocasionaria se me ausentasse. Mandei outro tanto, com as instruções que devia seguir para poder continuar com o trabalho de remodelação. O fato de eu não ir não queria dizer que ele tivesse que suspender as atividades, afinal era sua casa, não minha.

A segunda nota que me enviou – insisto, pobre coruja - carecia de desculpas e as reclamações começavam a se fazer presentes:

Isso de "viva a família" eu entendo, acredite-me, e não sabe quanta inveja eu tenho.

Mas por que não permite sua mãe deixar aos demais da sua família de sobreaviso? Você já tem um namorado bastante valente, esperto e bonito, do qual se valer. Acaso tem vergonha de dizer que eu sou seu namorado, postiço, mas ainda assim namorado? Ou acha que seus pais não gostam de mim?

E que demônios você quer dizer com eu ter que transformar os móveis da sala, reparar os armários dos quartos, pintar o corredor, lavar os azulejos dos três banheiros e a cozinha, remover o papel-tapete das escadas, lustrar o gradil, separar os pratos, panelas e frigideiras que sirvam, fazer uma lista de itens para despensa e acondicionar um quarto de lavagem?

Supõe-se, senhorita, que você deva que me ajudar. Acha que tenho dez mãos?

Harry.

Depois que expliquei que eram algumas das atividades que restavam pendentes, e que jurasse e perjurasse que eu não tinha vergonha de que ele fosse meu namorado postiço, e que o mais provável seria que minha família lhe desse um carro por ser o suficientemente valente por sair comigo, chegou uma terceira nota e uma quarta e uma quinta...

Sinceramente, não sei de onde você tira isso de que sou bom com transformações. Mas vou fazer o possível para que os móveis fiquem bons.

Qual foi mesmo o feitiço que você disse para remover o papel-tapete? Por que não fazer melhor e você vem e me ajuda?

Harry

P.S: Harry Potter não se faz responsável pelas conseqüências de seus atos, feitiços e/ou transformações.

De todo coração esperava que as coisas estivessem bem, não queria perder o dia corrigindo tudo que Harry fez ontem.

Não é que eu desconfiasse da sua magia ou das capacidades que meu amigo possui, o que ocorre é que ele tem outra classe de habilidades e isso de decoração e conserto não entravam na lista.

Mas, se tudo estivesse bem, hoje me dedicaria a dar esse toquezinho de lar à mansão, esse que se consegue com os detalhes – por isso estou carregando minha caixa -, e poderia me encarregar da cozinha e do meu plano "Viva a vida louca, Potter".

-0000000-

Deus, que ela não me mate, que não me mate!

- Calma, Potter. Respira. – me digo antes de parar de levitar a poltrona ocre que acabava de transformar, para poder ir abrir a porta.

Pode ser que ela não goste dos móveis semi-novos que fiz ontem, mas não vai se queixar do brilho que obtive no gradil; depois de tudo sou um experto nisso de limpar e esfregar com trapos, meus tios praticamente me bancaram a carreira de "Tira-Pó" em um prestigiado colégio de Priver Drive, sob a atenta supervisão da diretora, melhor dizendo, capataz, Petunia Dursley.

Praticamente suando abri a porta e...

Só porque sei que o Natal é dentro de cinco dias e que faltam meses para que a primavera chegue, e que se necessita de um nível de magia muito avançada para poder criar um ecossistema, soube que era Hermione aquela que se encontrava atrás daquele... bosque?

- Olá, posso entrar? – ouvi sua voz e tentei ver sua cara entre tanta ramaria.

- Quantas vezes devo dizer que você não precisa chamar à porta? – sorri, depois de tudo era engraçado poder ver apenas seu olho e parte de seu nariz por entre as folhas. – Por que está carregando um bosque?

- Não exagere, são apenas umas poucas plantas. – Uma vez dentro, deixou a caixa no chão e, enquanto tirava o casaco, me deu um beijo de bom dia. – Fez tudo o que eu disse?

- O melhor que eu pude.

E essa era a mais pura verdade.

Ontem foi um dia de louco para mim.

Primeiro, me bate um desespero quase beirando a histeria, porque os minutos se passavam e ela não chegava. Perguntas me vinham à cabeça como: estará irritada?, ainda continua vermelha?, tão ruim foi o beijo?, que, por certo, me encantou. O que me levava a mais perguntas: era normal querer beijar sua amiga a cada instante?, era possível que os beijos se convertessem em vício?, por que ela tinha gosto de ambrosia?... Que demônios estava acontecendo?

Depois da fase "dúvidas", a fase "preocupação" fez sua entrada, e para não passar por essa etapa, a que, por sinal, conhecia muito bem, decidi enviar-lhe uma carta.

Sua resposta foi de grande ajuda para tranqüilizar meus nervos e arrancar os cabelos da minha leseira.

Ela queria que eu fizesse as transformações e os reparos restantes!

As transformações, EU!

O que se supunha que ela fazia nas aulas que não se dera conta de que em se tratando de transformações e eu, quanto mais longe melhor?

Hermione definitivamente não era tão observadora como nos fazia crer.

Que seja!

Para mim, apenas o fazia para nos esfregar na cara o quão boa era na dita matéria, pois embora ambas negassem, todo o colégio sabia que Hermione era a preferida de McGonagall.

O que me leva ao meu estado atual de nervosismo. Conhecendo Hermione como conhecia, se as coisas não saiam exatamente como ela pediu... Dilúvio! A Primeira Guerra Mundial é apenas uma partida de xadrez comparada com a batalha que se formaria sobre você se a desobedecesse. Para maior informação, por favor, consultar Ron Weasley, especialista no tema.

Assim, lendo suas ordens, quase que com lupa, me pus a trabalhar. Cabe frisar que li, ha! Não à toa as combinações das cores eram geniais, a meu ver, claro. Se bem que me tomou metade do dia para poder entender essa coisa de escala, onde o 60 era para a cor mais clara, o 30 para a intermediária, e o 10 para a mais intensa, e que era possível utilizar em detalhes como uma almofada, um abajur, jarro... Se agregarmos a isso o fato de que, para mim, todos eram vermelhos, amarelos e laranjas (escolha dela), a coisa ficou complicada. Para começar, qual era mais intenso? O vermelho ou o amarelo? Qual é o mais claro? O amarelo ou o laranja? E se coloco o verde? De onde saiu o café? Por que a parede está cinza?

Obviamente, após meus experimentos, em que praticamente me converti em um decorador de categoria, os quartos que me competiam arrumar estavam prontos para se habitar. Os quartos de Hermione eu não pude ver, já que minha amiga ardilosa os havia fechado a chave. Não confiava que eu os deixasse com as cores que ela havia escolhido.

- Oh, por Deus! Oh, por Deus! Oh, por Deus! – exclamou ao entrar na sala. – Isso esta incrível. Wow. Eu... Deus!

E eu me preocupando!

Hermione, de uma forma ou de outra, sempre engenhou as situações de modo a me fazer pensar e raciocinar as coisas, para levar com calma algumas e para me apressar em outras. De algum modo ela me faz valorar o que faço, dispõe as coisas, ainda não sei de que forma, para me dizer sempre o que devo e preciso ouvir. Ela me repreende quando considera que é necessário fazê-lo. É a primeira a chorar por minhas tragédias, rir de minhas piadas e me felicitar por meus êxitos. Posso contar com o fato de que ela sempre estará ao pé do canhão, ao meu lado direito não importa que um furacão ou um terremoto nos sacudam. Ela sempre estará na primeira fila. A meu lado. Apoiando-me.

Esta vez não foi exceção.

Talvez eu tenha duvidado um pouco, mas ao ver sua reação ante minhas habilidades de decorador... ao não dizer nada das paredes pintadas de vermelho, as poltronas na cor ocre – alterei um pouco o amarelo -, uma e outra almofada laranja. Ao ver as cortinas... Ao ver o brilho em seus olhos e esse sorriso que diz "Parabéns, Harry. Estou orgulhosa de você". Senti que não importava se não me outorgavam o prêmio de "Decorador do Ano". Esse sorriso e essa reação de orgulho e surpresa eram o melhor prêmio.

- O bom é que você gostou.

- Está brincando? – me perguntou, ainda com um sorriso adornando seu rosto. – Ficou ótimo... só falta algo.

- O que?

- Um segundo.

Observei-a sair rumo ao vestíbulo, decerto já pintado, pegar sua caixa, essa que inclui o bosque, e retornar a minha nova sala remodelada.

- O que está fazendo? – perguntei ao ver que, literalmente, submergia dentro do bosque.

- Apenas tornando isto mais acolhedor.

Pelas seguintes horas nos dedicamos a fazer a casa acolhedora. A pôr um quadro aqui, uma planta acolá, um arranjo de flores sobre a mesa de centro, uma fotografia de meus pais em uma prateleira...

A mim me coube "acolher" os quartos do andar de cima, esses que estiveram fechados, enquanto que ela se encarregava da cozinha. Eu queimando os neurônios pensando em qual feitiço utilizou, e ela tão somente usou a chave.

Tinha que admitir que os quartos estavam ótimos. Por muito verdes, lilases e azuis que estivessem, com as coisinhas que ela trouxera pareciam ainda melhor.

- Onde vou colocar você? – perguntei a uma vasilha cor esmeralda. Olhei-a tão fixamente que, por um momento, pensei que me responderia. Menos mal que não o fez, porque não queria gastar todo meu dinheiro pagando um psicanalista.

- AHHHHHHHH!

Bem, graças a semelhante grito, não tinha que me preocupar onde colocar a vasilha, agora que ela descansava comodamente feita em pedaços no chão.

- AHHHHHHH!

O segundo grito me tirou de meu transe e luto pela vasilha. Saí correndo, desci as escadas de três em três degraus, e em tempo recorde estava de pé na cozinha.

- O que... o que houve?! – perguntei ao chegar. –Você está bem?!

Hermione estava de pé diante do que reconheci ser um rádio trouxa, o apontava com seu dedo ao tempo em que fazia uma careta com a boca e se cristalizavam os olhos.

- Ele fez algo a você? Está enfeitiçado?! – Hermione continuava numa espécie de transe, os lábios começavam a tremer. – Por Deus! Diga-me de uma vez por todas o que se passa! – lhe exigi, sacudindo-a pelos ombros, estava muito espantado, jamais a vira assim. – Responde! Maldita seja! – praticamente gritei a última frase, e ao parecer foi meu tom de voz que a tirou de sua divagação.

- Quer se calar? Não posso ouvir.

Ou seja! Eu morrendo de susto e me preocupando com ela e ela me cala.

- Hermione... – lhe disse, segundo eu mesmo em tom ameaçador – Vai me explicar o porq...

- O QUE?! EM FEVEREIRO! Filhos de uma pu...! – depois do susto que me fez saltar por semelhante grito, tive que arregalar os olhos ante o vocabulário bastante extenso de minha amiga. – COMO SE ATREVEM?! FEVEREIRO!... VIRÃO EM FEVEREIRO! Eu os mato! – dito isso se jogou sobre o gravador, afortunadamente a interceptei no caminho e a segurei pela cintura, evitando assim que cometesse um crime.

- Com prazer a ajudo, se me disser quem você quer matar.

- Acaso está surdo? – me olhou com uma cara de poucos amigos.

- Com seus gritos, como quer que eu escute? – me defendi. Ela me olhou fixamente e antes que pudesse falar pus um dedo nos seus lábios. – Agora respire profundamente e me diga quem vem em fevereiro que você quer matar?

- Maroon5.

- Quem? – Creio que a amizade com Luna começava a afeta-la.

- Maroon5, meu grupo de música trouxa favorito – respondeu mais calma. – Estou há um ano esperando que venham para ir ao seu show e, quando o fazem, eles vêm em...

- Fevereiro.

- Aham. E eu estou no colégio. Como se presume que vou vê-los se estou na escola? – Outra vez a careta e outra vez o tremor de seus lábios. Eu teria rido do quão linda e graciosa parecia assim, mas não queria que despejasse sua fúria em mim.

- Gosta tanto assim deles?

- Oh, sim! – seus olhos se iluminaram e um sorriso surgiu em sua face. – São fenomenais! Sua música é contagiante e bem agitada e o vocalista... Hmmm, está no ponto... – pôs uma cara sonhadora. Estava me dando vontade de conhecer ao dito vocalista. O que ele teria que eu não...? – Se o visse - Hermione continuou – seria capaz de gritar: Adam, me faz um filho!... É uma delícia!

QUE?!

Hermione... ela... queria um filho com...?

Ohhh, sim!

Eu, Harry Potter, iria conhecer ao dito imbecil capaz de obter risinhos tontos e suspiros da MINHA Namorada Postiça. Quem ele achava que era? E que direito tinha?

Uma delícia... Faça-me um filho!... E uma merda!

- Ei! – Hermione me chamou e me distraiu de pensar nas possíveis formas de matar esse sujeito de rosto X com o qual minha amiga queria ter um filho. Depois de tudo, há cinco minutos o queria morto e a todos seus comparsas. - Escuta. Essa é uma de minhas músicas favoritas.

Um sorriso surgiu em seu rosto e foi crescendo conforme a canção avançava. Talvez se devesse ao fato de que eu acabava de conhecer duas coisas novas da minha Namorada Postiça e melhor amiga: seu grupo musical e música favoritos. Ou talvez, a reação do meu sorriso se devesse ao fato de estar vendo como Hermione dançava e cantava a todo pulmão. Muito devagar ela se aproximou de mim, tomou minhas mãos e me fez dançar e cantar com ela.

Não sabia a letra, mas o ritmo era contagiante. Logo nos encontramos dançando muito parecido a como o faziam em um filme que minha tia Petunia nunca se cansava de ver, se chamava "Embalos de Sábado a Noite" ou algo assim.

Foram três minutos aproximadamente, mas até agora jamais me sentira assim: livre, feliz. Normal.

Era por que Voldemort não existia?

Era pelo ambiente?

Era por Hermione e sua recém descoberta personalidade?

Não sei. Mas iria averiguar.


Nota da Tradutora:

Finalmente o quarto capítulo! E aí, curtiram? Eu me diverti relendo algumas situações enquanto traduzia!

A propósito, espero que as adaptações textuais tenham facilitado a compreensão dos pensamentos randômicos que ora Harry ora Hermione despejam apressadamente (e graciosamente). Não reviso as traduções que faço, portanto se encontrarem um ou outro deslize gramatical ou digitacional, peço que o relevem. Uma outra hora, eu repagino. ;)

Torçam para que o próximo episódio da 'saga' não demore muito! Toda energia positiva é bem vinda! :)

Até breve, então! - com as bençãos de Cher!

Inna Puchkin