Aqui deixo o 4º capitulo

Personagens pertencem ás Clamp.

Kissus


Yun Chu, aproximasse do jovem casal e bateu palmas. Ele era um dos Anciões que se opôs ao casamento. Sempre dissera que ela era minimamente aceitável, pois, possuía as cartas de Clow, mas nem mais energia tinha para as usar.

4º Capitulo –

Empresas Li

Yun Chu – Bravo, Shaoran, vejo que fizeste as pazes com a tua querida esposa! – dando ênfase ao "querida"

Shaoran – Se quer dizer algo desagradável agradeço que me diga em particular, a minha esposa não tem de ouvir os seus comentários. – olhando sério

Yun Chu – tenha cuidado com a língua Shaoran – não tendo gostado nada da maneira que o jovem falara com ele.

Shaoran – peço desculpa – baixou um pouco a cabeça – vou-me retirar, vamos querida.

O jantar já estava a terminar, algumas pessoas já tinham ido embora. Sakura já se encontrava a dormir no seu quarto. Alguém ao lado dela observava cada traço, cada gesto, a delicadeza da sua respiração. Ele gostava tanto de ver a sua princesa a dormir descansada, com um sorriso nos lábios. Ele deitou-se junto a ela e abraçou-a; sentiu-a a aninhar-se nos seus braços. Dormiram serenos, até o dia amanhecer.

Alguns dias passaram após o jantar. A rotina era sempre igual. Sakura ficava em casa, ler livros ou a cuidar do jardim. Shaoran ia cedo para o trabalho e por vezes chegava depois do jantar. Finalmente Sakura foi convencida a sair de casa, pela Meiling.

Meiling – ainda bem que aceitas-te o convite Sakurinha – passeando lado a lado pelas ruas comerciais de Hong-Kong – hm… onde vamos agora? – Sakura encolheu os ombros.

Passaram por uma loja de animais, onde Sakura ficou parada a olhar para um cachorrinho. Parecia-se tanto com o Kero. Selara-o junto com o Yue, agora separado do Yukito. Selara-os para protegerem as cartas de Sakura, se algo de mal acontecesse com ela. Neste momento não tinha força para manter Yué vivo, por isso selou-o junto de Kero. Senti-a uma enorme saudade deles. Mas foi o melhor que podia ser feito.

Meiling – Ah, mas Sakura… - olhou para o lado, e não encontrou a amiga junto a ela, voltou-se para trás. Viu-a com as mãos junto ao vidro a olhar para o cachorro – Ei Sakura, vamos – a menina olhou para ela e continuou o seu passeio

Eram 3 da tarde, encontravam-se numa esplanada a tomar um sorvete, rodas cheias de sacos das mais variadas lojas.

Meiling – acho que o Shaoran vai amar o que tu compras-te – Sakura corou ao saber, o que estava em alguns sacos.

Foi ideia da Meiling, comprar langeri, provocadora, quer dizer, havia mais provocadoras, mas Meiling só lhe escolheu tons como, branco, rosa, salmão, alguns com detalhes pretos, nada muito ousado.

Meiling – vá lá Sakura, não fiques assim, tens de ser mais ousada – riu ao se dar conta do que disse, mas ficou mais seria – Sakura, sabes que só estou a brincar contigo. Sei que tu e o Shaoran, mal se vêem – notou a amiga com os olhos vidrados no copo de sorvete – podem nunca mais ter feito nada, mas ele ama-te - agarrou as mãos da amiga – ele simplesmente não ta habituado a lidar com isto tudo – pensou um pouco – e que tal irmos visitar o Shaoran? – a amiga olhou para ela – sim, vamos a sede das empresas Li

Pagaram e foram até ao carro, colocaram os sacos todos e partiram para as empresas Li. Depois de passarem pela segurança, estacionaram o carro junto a porta da Empresa. Foram até a recepção.

Secretaria – boa tarde Sra. Meiling – olhou surpresa para a moça do lado – Boa tarde Sra. Li, a quanto tempo – sorriram uma para a outra.

Meiling – aqui a Sakura queria fazer uma visitinha para o Sr. Li, se me faço entender – olhou maliciosamente, Sakura corou e deu um leve tapa no braço da amiga

Secretaria – entendo, mas infelizmente vão ter de esperar um pouco – consultou o seu computador – Sr. Li encontra-se numa reunião, com o Administrador do sector sul.

Meiling – não a problema, não temos presa, a Sakura tem todo o tempo do mundo – sorrindo maliciosamente novamente

Secretaria – bem podem esperar, na sala de estar do Sr. Li – sorriu

Meiling – Sakurinha, vai na frente, que eu tenho de resolver uns problemas, já vou ter contigo – empurrando a amiga para o elevador.

A porta do luxuoso elevador fechou-se, seleccionou o andar 50, onde se encontrava o escritório do marido. Já tinha vindo cá algumas vezes, mas depois do acidente nunca mais. Finalmente tinha chegado ao andar 50, a porta abriu, quando se surpreendeu ao ver que Kizuki estava parado a frente do elevador.

Kizuki – Boa Tarde, Sra. Sakura – sorriu e beijou a mão dela, ela apenas sorriu e saiu do elevador – veio ver o Li? – ela afirmou – quando sai da reunião ele ficou ainda só para assinar uns papeis, mas já deve ir para o escritório dele, a senhorita deveria ir para lá espera-lo – sorriu – até mais Sakura – beijou-lhe a face e foi para o elevador.

Ela continuou a andar por entre os corredores. Entrou na sala onde se encontrava o escritório do marido, olhou para a secretaria. Nunca a tinha visto, esta era nova. Era loira oxigenada, de olhos azuis, bastante bonita.

Secretaria – desculpe, mas tem algo marcado com o Sr. Li - notara que a moça não sabia que ela era a esposa dele, até se calhar nem sabia que ele era casado, não era impossível não saber, já toda a gente até sabia que ela perdera a criança e que deixara de falar, mas de certeza que deveria haver ainda mais rumores falsos, qual não foi a surpresa dos funcionários da Empresa quando a viam, a passar novamente por aqueles corredores. – desculpe – cinicamente, não sabia como lhe podia responder, mas logo lhe telefonaram, passado um bocado viu-a a fazer cara feia e a olhar a Sakura dos pés a cabeça, logo desligou o telefone – pode entrar – olhou com desprezo

Rapidamente entrou no escritório do marido, antes que a mulher se atira-se para cima dela. Logo observou como o lugar continuava o mesmo, sofás de cabedal castanhos, paredes decoradas a verde, tudo igual. Andou até á secretaria dele, e olhou para o porta-retratos que ele tinha na mesa, existiam dois, um com a foto do dia do seu casamento e outra com uma fotografia onde ela aparecia num campo de girassóis, a sorrir. Lembrou-se desse dia, foi ele quem tirara a foto, mas ela queria que tirassem os dois juntos, por isso estendeu os braços e deu um grande sorriso, nesse momento ele tirou a foto. Pegou numa folha de papel que estava em cima da mesa, curiosa queria saber o que estava escrito, mas logo foi interrompida pelo barulho de uma porta e pela voz grossa do marido.

Shaoran – agora deu-te para remexeres em tudo o que é meu? – ela soltou logo a folha e olhou cabisbaixa, ela não queria bisbilhotar, só queria saber dos projectos futuros do marido, estar mais perto dele, um lágrima escorreu pela sua pálida face – Desculpa – aproximou-se dela – eu sei que tu não és assim, não devo descontar em ti a minha falta de paciência – puxou a face dela até que pudesse ver os seus olhos esmeralda – perdoa-me – e depositou um carinhoso beijo na bochecha dela.

Ele sentou-se no grande cadeirão e ligou o computador, olhou para ela. Ela estava estática, de perfil para ele, com a mão na bochecha. Ficara decepcionada com o beijo do marido. As vezes punha-se a pensar que talvez o Shaoran andasse a dormir com outras, já que não o satisfazia, em nenhuma das suas necessidades. Quantas vezes, em quanto esperava, a noite pelo marido não lhe passou pela cabeça que ele estivesse deitado com alguma, uma melhor que ela. Sempre que ouvia uma discussão, os Anciões diziam sempre para ele ter um filho com outra mulher, não se importavam.

Trancava-se sempre no quarto com as mãos nos ouvidas para não ouvir as terríveis verdades.

Observou Sakura mais uma vez.

Shaoran – que vieste aqui fazer? – sereno. Viu que não recebera nenhum tipo de reacção vindo dela

Ela começou a pensar que talvez, a Meiling tivesse razão, tinha de ser mais provocadora, não perdera capacidades nem qualidades, só deixara de falar. Olhou para ele.

Ele apercebeu-se do olhar constante dela, parecia analisa-lo. Logo olhou profundamente para os olhos dele, um olhar diferente, luxúria? Começou-se a aproximar, lentamente, deixou cair a sua encharpe de seda verde e aproximou-se da face dele. Ele notou o tom rosado da face e os lábios cada vez mais entreabertos e vermelhos. Virou a cadeira, ficando com o corpo voltado para ela. Ela colocou as suas mãos em cada joelho dele e aproximou-se ainda mais, os seu peitos agora mais voluptuosos pela força exercida pelo braços, quase que saíam do decote. Isto tudo estava a mexer com o Shaoran, logo descontrolou-se rapidamente puxou-a pelos ombros.

Sakura – Shaoran - sem mais demora, ele tocou nos adocicados lábios dela e envolveu-a num caloroso beijo.

Os peitos dela contraíram fortemente contra o peito definido do marido, o que provocou um gemido pela dor prazeroza que sentia. Mas logo se separaram e olharam um para o outro. Shaoran não resistiu ao estar tão perto dela. Afastou os papéis da secretaria, num veloz movimento, e pegou bruscamente em Sakura colocando-a em cima da fria secretaria. Beijou-a novamente, como se não houve-se amanha, deslizava as suas mãos por entre a roupa de Sakura, arrancando fracos gemidos. Ele sentia-se descontrolado, só queria rasgar o vestido que ela trajava, era salmão, foi ele que lhe dera, mais um ou menos um não importava, compraria mais mil se fosse preciso. Ela relaxou o seu corpo completamente, os seus cabelos caiam como se fossem fios de ouro, estava com a pele rosada, olhos semiabertos seguiam sempre os movimentos do marido, seu lábios avolumados pelos beijos ardentes, que lhe roubavam a sensualidade e as deliciosas maças do rosto escarlates de tacto acetinado. Ela impregnava o cheiro a cereja

Era a loucura dele, podia ouvir os seus delicados gemidos, a cada beijo, a cada toque. Colocou o seu corpo bem junto ao dela, sentia que ela tremia, seria de frio? Colocou-se totalmente em cima dela, deixando algum do seu peso cair sobre ela, tentando protege-la do frio. Sentiu as magricelas pernas dela a enlaçarem a sua anca, as mãos do frágil ser, foram ao encontro do pescoço do seu amado, puxando-o o mais perto possível dela.

Sakura – Shaoran – os seus olhos brilhavam – Wo…Ai…Ni – ele sorrira a ouvi-la dizer aquelas doces palavras

Shaoran – Eu também, minha Flor – e uniram mais uma vez as suas bocas sedentas de desejo.


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kissus

Nota: Informações sobre a Carta, só serão reveladas, em capítulos futuros xD

(peço desculpa pela demora da carta, mas por motivos "pessoais" ainda não foi postada)