O Amuleto de J
Autora: Parl17
Shipper: Edward & Bella
Gênero: Geral.
Censura: M
Sinopse: Universitária de dia e bartender no resto. A vida era boa e os passarinho voavam tranquilos pelo azul do céu... - Corte essa besteira. Depois de achar um algo que não devia, Isabela começa a ver coisas estranhas que jurava que havia deixado para trás depois de se mudar. Afinal, não é todo dia que você tem um fantasma te seguindo.
Disclaimer:
Essa história é de minha imaginação, os personagens de S. Meyer.
Sou só eu, sem betas legais e tudo aquilo. Se acharem algum erro me desculpem. E avise.
Capítulos chegam a medida de pensamentos revisados e mãos com disposição. Sem cronograma.
(Aviso: Bella tem uma mania de falar muitos, muitos palavrões, o que chega até a confundi-la.)
Complicação.
POVBella.
Tum.
Tum.
Tum.
Tentei engolir minha saliva porem ela não descia, tinha ficado presa em minha garganta.
Porcaria fodida sem fim.
O que diabos estava acontecendo? Meu coração estava tentando achar um caminho para fora do meu corpo e meu cérebro estava fazendo uma competição sobre quem se enche mais com um balão. Merda.
Fui para trás me distanciando da pessoa que agora estava no meio da minha sala. Porque essa merda só acontece comigo? Droga. Meus dedos cravaram no prato até minhas juntas ficarem brancas. Eu queria muito voltar no tempo agora, porque não há uma maldita máquina do tempo? Uma em que nós podemos acionar quando subimos em um murro muito alto e você não vê como sair sem se machucar ou talvez volte no tempo antes de subir em uma moto e ela ir sobre um barranco e no decorrer quebre seu braço em duas partes. Merda, merda eu queria muito uma agora para chamar a polícia, avisando que há uma fodida pessoa no meu apartamento agora!
Droga. Eu nem sei qual é o número da polícia. Porque raios eu nunca memorizei esses três ou quatros números de merda? Choraminguei.
O agressor-inimigo-ladrão-invasor notou meu pequeno choro e olhou ao redor procurando por algo. Era isso. Havia mais pessoas com ele. Porcaria, era o meu fim. E eu só estava de toalha segurando um pequeno pão com hambúrguer e molho azedo, meu paladar nunca mais vai sentir isso outra vez. Droga. Eu queria muito ter feito outras coisas, como por exemplo ter entrado na faculdade de gastronomia em vez de letras. Merda, eu sabia que eles comiam pra caralho lá. Eu devia ter esperado mais para escolher o curso.
"Você... você pode me ver? " Perguntou baixinho. Ai senhor. O que eles eram? Ladrões ninjas com alguma capa da invisibilidade? A onde você acha essa merda, porque eu queria sumir.
Ugh, não.
Porcaria. Eu tinha que me impor. Não devemos morrer sem lutar, esse filho da mãe tinha que saber em que casa ele estava. Se eu saísse viva – o que era muito improvável – eu poderia chutar sua bunda e de todos os seus colegas. O que na minha mente saiu bem. Mas a má noticia e – muito bem provável – era minha morte. Ou eu iria me machucar muito, muito seriamente.
Faixa do Rambo campeão. Sinta-o nas suas veias.
"Quem é você? " Tentei gritar e não soou nada como uma ameaça, porcaria de voz rachada. Seu rosto ficou em uma careta confusa e então surpresa.
"Você pode me ver! ". Constatou. Certo, ele pensa que isso aqui é o que? Um reality idiota sobre se esgueirar para dentro das casas dos outros? Sem chance, cretino.
A minha mente chutou minha bunda anestesiada e eu fui para frente erguendo um grafo que estava na bancada e a trazendo na altura dos meus olhos, pronta para enfiar os quatro dentes no corpo do estranho. Muito assustador, ironizou minha mente.
Ele deu um passo para frente e eu fui um para trás. Eu só tinha que ter certeza quantos mais estavam com ele.
Então preste fodidamente atenção no inimigo! Gritou minha mente aterrorizada. E então estralo.
. Você está tão certa. Se eu saísse viva voando pela janela em uma explosão de fumaça como MacGyver, eu teria que dar algum relato sobre os idiotas-invasores para os policiais. E eu desenharia isso mesmo com a mão engessada! Aperte a faixa Rambo.
Olhos verdes, cabelo pintado em uma cor estranha de ruivo, 1,80m e pouco de altura. Camisa branca fina mostrando seus músculos definidos. Droga! Ele pode facilmente nos derrubar.
"Não se mova. " Tática. Se ele se mover para a direita, vá para a direita! Frente a frente do oponente. Mesmo se estiver suando baldes.
Eu queria muito ter assistido mais alguns episódios para saber o que poderia fazer aqui, droga. Eu ficaria na defensiva. Essa droga era complicada. O ladrão tomou a iniciativa.
"Oh, certo. Eu... humm... não vou fazer nada de mal... ok? " Ele deu dois passos para trás se distanciando. " E... Eu não estou falando sobre um mal bom, eu estou falando do mal ruim, ruim mesmo. Você pode ficar tranquila tudo bem? Eu não vou fazer nada. Bem eu vou respirar é claro, porque se eu não respirar eu vou morrer e eu não posso morrer porque eu descobri você e além disso. Você pode me ver ..." ele foi andando para trás até bater na parede. Seus braços esticados para cima em defesa.
Esse cara é maluco.
E o mais importante ele aparentemente estava sozinho.
Mas o que eu devia falar? Meu coração estava correndo uma maratona, sem chance. Sem papo com o inimigo.
A minha cozinha tinha duas entradas, uma dava acesso pela sala e outra pelo corredor que dá em direção a saída. Boa escolha, se eu o distrair posso correr pela abertura em direção ao corredor de saída.
"Por que devo confiar em você? " Escolha de palavras ruim vadia, mas isso era distração. Tosca, mas ainda sim distração. Me movi lentamente para a esquerda. As sobrancelhas do invasor se uniram enquanto ele reunia palavras.
"Porque, bem... porque eu estava indo ver a Angel então, aquela discussão no corredor e os seus olhos e a próxima coisa que eu sei é que ... você pode me ver" seus olhos estavam vidrados olhando para mim.
.Deus. Ele é aquele cara rindo da sua cara no hospital, aquele no corredor. Ele nos perseguiu, se esgueirando pelas ruas até te encontrar e subir pelo prédio que é mal vigiado graças ao porteiro e agora ele vai te matar com um furador de gelo.
Pare com isso, eu estou em alerta aqui. E qual é dessas insinuações a livros de ação? Ele ainda estava vidrado, eu vou correr. Eu vou correr! Essa era minha chance.
A campainha soou alto para o silencio da sala, e uma voz abafada me chamou. Oh, por todos os senhores de calças grandes. Tyler! Eu quase tive outro ataque, nunca imaginei que estaria agradecida por uma visita de Tyler, tanto como estou agora.
Oh não. Adeus faixa.
Essa era a hora. Toda a graça e agitação sendo jogados de lado pela espera. Nos encaramos friamente, seus olhos cravados em mim a espera de um movimento. Cinco segundos se passaram em câmera lenta, jogo frio para ver quem se aventurava primeiro.
Que se dane, eu vou.
Joguei o garfo longe saindo em disparada em direção a porta. Abri ela em uma batida, me jogando de cabeça no homem moreno desprevenido.
"Whoa Bells, o que há? " Disse com espanto segurando-me pelos ombros.
"umhomemestranholadrãoquerendomematarvailá" apontei para dentro do apartamento. Tyler me olhou em confusão, seu IDIOTA! Vai lá para dentro.
Apontei novamente rangendo os dentes deixando todo o meu temor transparecer no meu rosto. Seu olhar clareou, seus ombros adotaram uma postura rígida enquanto apontava em direção ao apartamento em busca de afirmação. Balancei a cabeça. Tyler fazia academia, ele se gabava disso no elevador... então ele pode lidar com esse cara certo?
SIM, sim ele pode.
Porém meu pensamento idiota de Rambo-destruidor tinha que se intrometer e me fazer sentir superior e me ter uma visão sobre chutar o invasor com um golpe de Boxe. Igual no canal da MMA.
Eu tenho a plena certeza que é kickboxing e não é o canal... deixa para lá. Vamos chutar esse cara. Dois são melhores que um.
Segui Tyler em uma distância segura de seis passos, ele caminhava curvado, pronto para o ataque. Droga não deveria ter jogado meu garfo.
Ele olhou para a cozinha, e foi em direção a sala.
Lá estava o ladrão, na mesma posição que estava antes, encostado na parede. Com as mãos enfiadas no bolso da frente da calça. E relaxado.
Tyler se virou para mim, confuso. " Nos quartos? " Sussurrou.
E então.
O QUE
Ele não estava vendo o grande e enorme elefante ruivo na sala!? Apontei para o ladrão, Tyler seguiu minha indicação, olhou e depois se virou novamente para mim com um sorriso.
Oh cara, era isso. Não tinha mais ninguém no apartamento porque esse bastardo estava com o ladrão. Droga dos infernos. Esse plano era bom, porque não pensei nisso antes? Esses caras estão mais inteligentes do que pensávamos adeus linha de pensamentos baseadas em filmes de ação, vocês são uma droga sem fim. Isso era a realidade diretores idiotas.
"Eu pensei que você não era como essas garotas Swan" riu. " Todo esse temor por uma aranha? " Sai do meu abatimento e segui seu olhar, lá em cima das persianas estava uma pequena aranha, descendo lentamente pelo seu fio.
O estranho seguiu o olhar de Tyler também e olhou para cima, quando ele viu que a aranha desceria em sua direção, ele pulou se distanciando. "Credo que nojo" resmungou.
É ...
Meu cérebro pifou, queimou e depois explodiu.
Claramente dava para ver uma grande bolha de ar saindo pela minha boca.
O que está acontecendo aqui.
"Tyler ..." tentei argumentar, procurando internamente alguma peça para fazer as engrenagens do meu cérebro voltarem a funcionar e todo aquele filme rodar.
"Horas Bells, vamos você pode lidar com isso. " Sorriu. "Esse é o novo método da xicara de açúcar? " Ele sorriu de aproximando, sua mão estendida perto de tocar a toalha enrola em mim.
Eita.
Bati sua mão para longe de mim. " Cai fora, olhe ele! " Esse idiota seriamente acha que eu chamaria ele para algo assim? Em seu rosto se formou uma expressão de tedio.
"Porque você teima em se fazer de difícil? " Terra minada homem, terra minada. Ele balançou a cabeça. " E eu todo preocupado sobre você no hospital"
Oh não.
Vermelho, minha visão se tornou em FODIDAMENTE VERMELHO!
Minha pequena mente se ergueu das cinzas, pulou com um canguru com seus punhos cobertos por luvas, pronta para o ataque. A música da Tina Turner podia ser ouvida no fundo, encobrindo a pergunta do estranho sobre se ele poderia jogar o moreno para fora.
"Tyler". Seja educada e suave Swan, como uma folha. " Saia Fodidamente agora do meu apartamento antes que eu quebre você em porras de migalhas".
É nada de educação para você idiota.
Ele rolou os olhos, mas seguiu em direção ao corredor e o som da porta se fechando ecoou. E nesse tempo, meu olhar não tinha deixado o estranho.
Então era isso.
Droga.
Estava acontecendo de novo.
"O que você está fazendo aqui? " Ele olhou para mim, seu olhar sombrio sendo substituído por um sorriso.
"Você pode me ver".
Porcaria.
N/A: Nota grade*
Eu escrevi esse capitulo 3 vezes! E agora na quarta eu ainda não achei que ficou bom, mas com o tempo passando mandei esse.
O jeito sutil das personagens entenderem as coisas ainda é estranho para mim. E um aviso é que o Edward não vai ser aquele do jeito normal do qual estamos acostumadas. Ele é incrivelmente chato e um pé na bunda. Acredite.
Um punhado de pessoas estão lendo essa história, eu estou explodindo. Só tenha a agradecer. Se você quiser deixar algum comentário, por favor venha logado (essa merda é assim?) Aí eu posso jogar minhas besteiras para você. E provavelmente fazer você perder a cabeça... quem sabe?
Loli02, eu vou tentar doce, muitooo obrigada.
Parl17.
