Capítulo 4

Não fiz muito progresso em conhecer Harry durante as duas semanas que se passaram. Ele tinha suas defesas erguidas, e eu não estava totalmente seguro sobre como as ultrapassar. Fazia uma pergunta sobre isso ou aquilo para apenas ganhar uma resposta curta e um olhar vazio. Geralmente, ficava frustrado, e esquecia a idéia de o conhecer melhor por um ou dois dias. O único progresso que podia ver era que ele não escondia mais seus desenhos de mim. Encontrava seu caderno de desenhos aberto na mesa e olhava o que queria. Maioria das vezes era um esboço meu ou de alguns estudantes. Acho que esse era o jeito dele me falar sobre o que ele pensava de cada pessoa. Eu escreveria coisas como "eu não pareço desse jeito quando estou pensando, pareço?" ou "seja honesto. Granger não é assim tão bonita, mesmo ela sendo sua amiga ou não." Ele nunca escrevia de volta. Mas sempre havia outro desenho me esperando quando eu retornava.

O campeonato de Hockey foi realizado na última semana de Fevereiro, e Blaise insistiu que eu fosse para torcer para Sonserina. Mais uma vez era Sonserina versus Grifinória. Estava ainda meio sentido por não ter entrado para o time, e não tinha ido assistir a nenhum jogo. Sabia que Harry tinha a fama de ser um dos melhores jogadores na escola. Sentado entre Blaise e Pansy descobri o porque. Ele era quase não podia ser parado no gelo. Era mais gracioso no gelo do que mais pessoas em terra. Deslizando por entre os jogadores, parecia que nasceu para isso. Não era um exibido.

O placar estava três a um, com Grifinória na liderança quando Harry pegou o disco. Todos tinham certeza de que seria outro ponto para Grifinória, mas Harry foi violentamente jogado contra a parede pelo capitão do time da Sonserina. Marcus Flint pegou o disco, correu para o outro gol e atirou. Pelo resto do jogo Harry apanhou legal. Flint fazia o seu melhor para o prejudicar sem levar penalidades. Finalmente no quarto tempo, ele conseguiu uma. Grifinória estava atrás por dois pontos. Angelina Johnson conseguiu marcar mais um ponto. Em um momento desesperado, Fred Weasley conseguiu dar um tiro miraculoso, e colocou o jogo em morte súbita.

Harry pegou o disco primeiro, o levou pelo gelo, passando para Angelina. Seu tiro foi bloqueado por Flint, que pegou o disco e foi o levando furiosamente sem se importar com os outros jogadores de seu time. Para a sorte de Grifinória, Harry conseguiu pegar o disco. Ele atirou. Era a última chance de ganhar o jogo. Os espectadores ficaram aflitos enquanto o disco voava pelo ar. O goleiro da Sonserina se moveu, mas o disco o escapou por muito pouco. Grifinória tinha ganhado!

O que aconteceu depois não me largou por um tempo. Harry estava lá sorrindo no gelo, quando do nada Flint o atacou. Todos olharam horrorizados enquanto ele empurrou Harry, o fazendo cair no chão e cair no gelo. Podia ver o sangue no gelo, levantei e gritei seu nome. Minha voz deve ter sido abafada pelas outras vozes, porque ninguém comentou isso. Entretanto, Blaise me disse depois que conseguiu escutar a cabeça de Harry bater no gelo. Tentei pensar em como isso deveria soar. Foi terrível demais ter visto.

Tentei fazer meu caminho para perto dele para ver se estava bem, mas um número de adultos a sua volta. Não demorou muito para ser colocado em uma maca com aqueles colares que você coloca para a pessoa não mover o pescoço. Meu coração batia ferozmente enquanto o observava sendo levado pelos professores para fora do gelo. Ainda havia uma poça de sangue e pedaços do capacete lá. Fiquei por um minuto, e depois calmamente retornei ao banheiro e vomitei.

Nos dias seguintes, rumores voavam em Hogwarts sobre o estado de Harry. Alguns diziam que ele tinha sofrido um severo dano cerebral e não sobreviveria, enquanto outros diziam que sairia da escola e não iria voltar. Uma coisa foi certa, Marcus Flint foi expulso.

A incerteza da condição de Harry estava me matando. Odiava não saber o que tinha acontecido com ele. Encontrei Granger no corredor depois do almoço. Ela estava miraculosamente livre de Ron no momento. Ela me olhou parecendo que queria me dar um soco, mas esperou para me ouvir. "Ele vai ficar bem?" perguntei.

Ela consentiu que sim, e levantou suas mãos. Uma feia pancada e alguns pontos. Eles o deixaram na enfermaria por mais uma noite por segurança.

Estava instantaneamente preenchido com duas emoções: primeira, alívio dele estar bem, e segunda, chocado por ela ter sinalizado para mim. Obrigado. Não sabia que você sinalizava.

Isso porque não somos amigos exatamente.

Não podia descordar dessa, então apenas concordei.

Sei que está preocupado com ele, caso contrário não teria te dito nada, ela sinalizou.

Fico feliz que tenha.

Ela me encarou por um momento, e estava na cara que ia me dar um sermão. Não sei o que ele vê em você, mas deve ser algo. Por favor não o desaponte.

Ergui minhas mãos para dizer algo, mas ela foi embora.

Fui ao quartinho naquela noite, e sentei sozinho no sofá. A notícia de que Harry ficaria bem tirou um peso dos meus ombros, mas ainda me sentia inquieto. No tédio, peguei uma velha cópia de The Great Gatsby, e comecei a ler. Horas já haviam se passado enquanto eu virara as páginas, absorvendo cada palavra. Estava no último capítulo quando encontrei algo entre as páginas.

Desdobrei e comecei a ler a tinta fraca.

Te amo. Isso significa alguma coisa tendo eles ao seu lado? Não irei suportar mais isso. Não posso ser o seu segredinho. Sento sozinho a noite e penso se ele está te tocando do mesmo jeito que eu. Ele não tem esse direito. Diga a ele. Conte a todos eles. Não me importo se eles souberem, ou o que farão. Não faça mais isso.

Seu para o sempre,

SS

Dobrei a carta, e a coloquei de volta entre as páginas. Sentindo que tinha violado alguma relíquia sagrada, olhei as marcas nas paredes. Quem quer que seja SS, ele provavelmente amou RL muito. Desespero saía da carta. Imaginei se tiveram a chance de ficarem juntos. Julgando pelos arranhões em cima das iniciais, achei que não.

Olhei para a capa interna do livro. Havia uma inscrição.

Para Moony,

Feliz aniversário!

De Padfoot

Coloquei o livro na mesinha. Isso me deu um monte sobre o que pensar. Terminaria uma outra vez.

Blaise ainda estava acordado quando cheguei no dormitório. Onde se meteu? Ele perguntou olhando para o relógio.

Nenhum lugar.

Você tem passado muito tempo em "nenhum lugar". Porra, é tão difícil de me falar?

Ele parecia magoado, mas eu não iria romper a promessa. É serio, não é nada de mais. Só precisava ficar sozinho.

Nós vamos amanhã à Hogsmeade. Quer ir?

Respondi que não.

Tá bom, vá a esse nenhum lugar. To pouco me fudendo. Ele desligou a luz e terminou a conversa. Isso era um gesto muito rude para alguém surdo e Blaise sabia. Suspirando, me ajeitei na cama e adormeci.

A manhã seguinte era sábado e apenas calouros e estudantes das sétimas e oitavas séries permaneceram no colégio. A regra da escola permitia estudantes de visitar Hogsmeade. Não era grande coisa, de acordo com Blaise que fugia para lá desde a sétima, mas era grande coisa poder sair nos finais de semana. A escola sempre estava deserta sem os outros estudantes, mas fazia a entrada no quartinho mais fácil de se fazer.

Estava chocado ao abrir a porta, Harry estava sentado lá, desenhando. Ele olhou para mim e sorriu. Havia alguns machucados na sua face esquerda. "Você voltou," eu disse tentando não parecer tão feliz.

Ele balançou a cabeça. "Estou bem. O capacete tomou grande parte da queda. Pelos menos vencemos."

"Idiota! Ele quase arrancou sua cabeça!"

"Eu... eu..." ele virou a cabeça para o outro lado como se estivesse envergonhado por eu me importar.

"Não vire quando fala," o repreendi.

Seus olhos estavam pensativos por um momento. "Fico esquecendo que você é surdo."

"Como pode?" resmunguei. "Sei que minha voz soa estranha." Como se meu pai me deixasse esquecer, acrescentei para mim mesmo.

Harry colocou o caderno de lado e balançou a cabeça. "Sua voz soa um pouco nasal e abafada... como se estivesse gripado. Às vezes, é difícil de te entender, mas não é ruim."

Queria falar sobre qualquer coisa menos aquilo, então peguei a cópia de The Great Gatsby, e abri na nota. "Achei isso enquanto você estava no hospital." Depois dele ter terminado de ler, voltei minha atenção na inscrição na parede. "Acho que RL e Moony são a mesma pessoa."

"Eu nunca pensei sobre os marotos serem garotas," ele comentou pegando o bilhete. "Você sabe o que isso significa?"

Falei que não.

Havia um brilho em seus olhos. Ele estava gostando do mistério. "Podemos descobrir quem eles foram."

"E como vamos fazer isso?"

"Bem, sabemos que RL é Moony..."

"Não, nós não sabemos com certeza. Ela podia ter pegado o livro de Moony e o devolvido com o bilhete dentro." Arrisquei.

Harry balançou a cabeça. "O livro foi obviamente querido por alguém, e o bilhete não parece o tipo de coisa que você esquece por aí. E também sabemos que eles estavam aqui em 1978. Tudo o que temos de fazer é olhar pelos yearbooks e descobrir quem tinha as iniciais RL e SS."

Suspirei. Não tinha muito jeito de o fazer desistir dessa idéia. Minha lógica própria me disse que isso não seria tão simples, mas sabia que era uma desculpa de passar mais tempo com ele. O segui pelos corredores até a biblioteca.

Granger estava na mesa da bibliotecária com uma pilha de livros do tamanho de uma pequena montanha, quando entramos. Ela sorriu para Harry e me encarou. Harry devia ter perguntado sobre Weasley, porque ela revirou os olhos e disse, "Ron estudando? Está de sacanagem? Ele está ocupado demais perdendo tempo com os irmãos. O que está fazendo aqui?"

Estava pronto para responder que não era da conta dela, mas Harry que respondeu. "Nós achamos esse bilhete em um livro e estamos tentando descobrir quem escreveu. Você sabe onde eles guardam os yearbooks?"

Ela disse que sim, e a seguimos até uma prateleira empoeirada da biblioteca. Tinha várias cópias de todos os yearbooks de 1950 até agora. Peguei a cópia do de 1978, e fui direto para o S. Eu procuro por SS." Disse para eles.

De uma classe com 70 pessoas, você pensa que as iniciais SS não são tão comuns. Aí que se engana. Achei seis nomes dentro dos primeiros 10 minutos desde que tinha pegado o livro. Ri quando vi Snape na lista. A imagem dele escrevendo um bilhete de amor desesperado para alguma garota parecia muito forçado, e fiz questão de seu nome aparecer em primeiro na lista.

Harry e Hermione não tiveram tanta sorte assim. Não havia uma garota com as inicias RL. Hermione voltou para a prateleira para pegar outros yearbooks de outros anos, quando reparei Harry na mesma posição por uns segundos.

"Está tudo bem?" perguntei.

Ele disse que sim, espiei por seus ombros para a foto de um casal sorridente vestidos em roupa formal. As palavras "Rei e Rainha do baile de 1978" estavam no topo, e eu os reconheci instantaneamente. Eram os pais de Harry. Sua mãe era uma ruiva bonita com reluzentes olhos verdes, e seu pai era a cara de Harry. A expressão no rosto de Harry estava com um pouco de dor.

"O que foi?" perguntei, esquecendo o yearbook.

"Eu... é nada." Ele fechou o livro, e olhou para o outro lado.

Alguma coisa dentro de mim me disse para deixar as coisas assim por enquanto.

Nossa busca por RL não foi tão bem assim. Achamos algumas garotas com essas iniciais, mas nenhuma delas parecia ser RL. Já estava ficando tarde quando abandonamos esse assunto. Parecia impossível saber quem era eles. Tentei arranjar coragem para dizer a Harry "Eu te disse," mas não consegui.

Voltamos ao quartinho, observei enquanto Harry pegava seu caderno e começava a desenhar. Sabia que ele estava meio mal por não ter resolvido o mistério, mas eu realmente não sabia porque isso importava tanto para ele. Admito, estava curioso, mas ele parecia levar essa procura mais a sério. Alguma coisa me disse que mesmo que ele tivesse desistido no momento, não iria esquecer disso.

Enquanto as semanas passavam e a primavera chegava, via muito mais de Harry. Com a época de Hockey terminada, ele passava muito mais tempo no quartinho. Ele parecia triste, mas não consegui descobrir o porque. Tentei varias vezes perguntar para ele o que tinha acontecido, mas ele sempre sacudia os ombros e olhava pra longe. Nem mesmo o mistério dos bilhetes conseguia o trazer para fora de sua casca.

Uma semana antes da primavera começar, o achei o sofá. O observei por um momento. Seu corpo estava tremendo, e pensei que talvez estivesse chorando, mas quando ele levantou a cabeça, seus olhos estavam secos.

Suspirei e sentei ao seu lado sem saber o que estava errado ou o que eu poderia fazer para tornar as coisas melhores. "Está com saudades de casa?" perguntei. Lembrei que ele não voltou para casa desde o início do ano.

Ele disse que não. "Nunca fico com saudades de lá. Você fica? Sente falta dos seus pais?"

"Sinto saudades da minha mãe," disse para ele, "e acho que sinto o mesmo pelo meu pai às vezes."

"Porque apenas às vezes?"

Sacudindo meus ombros, tentei pensar na melhor maneira de descrever minha relação com meu pai. "Não é fácil de se dar com ele."

Um pequeno sorriso veio aos lábios dele, e fiquei feliz de ver ele lá. "Me lembra alguém que eu conheço."

Eu ri. "Eu não sou difícil de se lidar. E quanto a você?

Tão rápido que o sorriso veio, desapareceu. "Não posso sentir falta deles."

Todos os sinais estavam me dizendo para deixar isso quieto, e foi o que eu fiz. Concentrei minha atenção no caderno. Abrindo no novo desenho, fiquei chocado. Ele tinha desenhado os pais. Eles estavam mais velhos. Harry estava no meio com mangas curtas e sem cicatrizes nos braços. Ele estava sorrindo. Havia desenhado o que mais desejava. "Está ótimo," lhe disse.

"Queria que fosse real," ele falou. A paixão atrás dessas palavras não passou despercebida. Seus olhos se fixaram no esboço, como se ele pudesse o fazer real por apenas olhar.

"Vou ficar aqui em janeiro," eu anunciei. Isso era, claro, uma coisa que tinha acabado de inventar, e sabia que minha mãe iria ficar desapontada. Mas, não podia deixar ele sozinho na escola.

Ele me olhou com uma certa gratidão que fez meu coração ficar leve. Apesar de todas as suas barreiras, ele era solitário. Podia ver que ele queria desesperadamente me deixar entrar, mas também via medo. Era como olhar em um espelho, sério. Apesar de todos esses anos que Blaise e eu somos amigos, Blaise não me entendia. Ele não sabe o significa ser diferente, se sentir um excluído. Harry e eu éramos parecidos nisso. O que seja que estivesse o esperando em casa, sabia que não era nada bom. Já tinha visto o suficiente da atitude esquisita de Harry para saber que ele era produto de algo terrível, e eu estava disposto em estar lá para ele.


Primeiro, queria pedir 100000000000000000000000000000000 desculpas por ter demorado para atualizar. Eu fiquei muito enrolada aqui com as coisas de natal e ano novo e não tive muito tempo de traduzir, e também porque eu tava traduzindo outra fic pequenininha (pra quem quizer ler a fic é "As Duas Piores Palavras da Língua Inglesa"). Mas não demorei um mês para atualizar (eu acho ¬¬). Ahhhhh pessoal perdoa eu por ter demorado???

Mas bem, falando agora da fic. Draco meu bem, você não podia deixar o Harry sozinho lá, ou você não quer? Ai ai... criança ingênua hihihihi

Espero que tenham gostado desse capítulo. É um dos meus preferidos da história, principalmente a parte da briga do Draco com o Blaise. Vamos agora aos agradecimentos! (Amo agradecer!! ahh! hehehe)

Sarih: Menina, relaxe se você quis ler os capítulos em inglês. Eu faço isso o tempo todo também! (não fale para ninguém heheheh) Que bom que está gostando (eu sei que eu já disse isso mil vezes hehe). Essa fic é uma das mais lindas que tem por aí, e também acho a parte da voz do Draco linda! Ahhhh é muito fofo! Obrigada pelos elogios! E desculpa a demora na tradução, prometo que vou ser mais rápida na próxima ta? Beijos!

Nicolle So: Que bom que gostou do capítulo! Draco e Harry são lindos em tudo! Você provavelmente não deve ser a única puta com o Ron... também não é para menos né! Mas ele melhora um pouco ao longo da fic, então não se preocupe!

rafael9692: É claro que você entrou na lista de leitores eficientes! Esses são os melhores! Que honra! Até 3 reviews é? Que bom que ainda vai continuar na minha jornada tradutora hehehe Tenho certeza de que seus comentários vão ajudar muito! Também queria saber como a mãe protege o filho e só a cara fica intacta! hauahuahuahuah E se a certa anatomia dele foi danificada te asseguro que não! Pelo menos pelo o que eu me lembre da fic... não não, ela não foi danificada! Ahh meu fã obcecado! hehheh Beijos! Espero que goste desse capítulo! E desculpa a demora pra postar ele!

Sophia D.: Que bom que gostou! Vou atualizar sim heheh Desculpe o susto dessa vez, mas como eu disse tava toda atolada aqui cm a história de natal, ano novo, essas coisas todas. Mas o próximo capítulo vou postar mais rápido, não se preocupe! É um prazer ter você como leitora!

Scheila Potter: Bem, não vou falar o que esses desenhos significam porque senão perde a graça. Mas você já conhece os clássicos sinais de romance no ar! hehehhe Não consegui postar o capítulo de natal apesar de que eu queria... Obrigada pelos votos de feliz natal e ano novo, espero que você e a sua família tenham tido um ótimo fim de ano também!

Sy.P: Estou feliz que esteja gostostando! Espero que eu tenha agradado nesse capítulo!

Bibis Black: Obrigada pelos elogios! Ahh por opinião pessoal eu amo ler as fics em inglês heheh Têm várias ótimas! Eu também era um nada em inglês, mas fui começando a ler em inglês as fics e me acostumei e comecei a entender a maioria das coisas. Pode confiar que eu vou fazer o meu melhor para fazer uma ótima tradução dessa fic, que é uma de minhas favoritas! Desculpa a demora nesse capítulo tá? O próximo vai ser mais rápido não se preocupe! Beijos!

Maaya M.: Estou feliz que esteja gostando! Espero que tenha gostado desse capítulo! E obrigado por lê-la!

Hanna Snape: Que bom que gostou! Vou fazer o melhor para traduzi-la do melhor jeito! Espero que tenha gostado desse capítulo! Beijos!