Oie =)

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e cade esses hits, visitantes ... Rum!


Bella POV

Doze meses e uma superação, Londres para mim foi isso uma superação há exatamente um ano eu havia perdido meu marido. Sou americana, poderia ter voltado para Forks quando ele faleceu, mas o simples fato de lembrar que foi lá que o conheci doía em minha alma. Poderia ir para França, mas foram lá os nossos primeiros beijos. E a Grécia fora de cogitação.

- Isabella. – O doutor Carlisle esta esperando na sala dele.

- Diga a ele que já vou.

Passei longos meses nessa janela, olhando por ela a espera de um milagre que daquele lago James iria voltar para mim todos os meus sonhos destruídos por um assassino, minha família não existia mais eu acabei ficando sozinha, meus pais foram contra o meu relacionamento com ele e aos meus vinte anos resolvi que me casaria quer eles quisessem ou não. A família de James não gostava de mim e durante nosso relacionamento curiosamente todos morreram, algum tipo de karma. Mas eu acreditava que o nosso amor superaria todo esse tipo de superstição dos Swan's éramos tão felizes. James era um homem especial, dedicado, carinhoso. Tudo que uma garota poderia querer e que foi lhe tirado rapidamente.

Meus dedos dedilharam pela ultima vez a janela do meu quarto, a casa onde fiquei durante meses a clinica Priory gerenciada por Carlisle Cullen, que havia se tornado um grande amigo durante todo esse tempo. Ele me ajudou a ver que eu não estava morta, James estava, por mais que doesse ele gostaria que eu continuasse a viver eu apenas tinha 21 anos eu merecia viver.

Prometi a Carlisle que tentaria até um novo amor, claro que estava mentindo meu corpo e minha mente ainda pertenciam ao único homem que me tocou. Peguei minha bolsa e olhei pela ultima vez para o quarto em tons claro que não lembrava um hospital psiquiátrico em nada, parecia até uma casa. E segui pelo corredor cada porta era de um paciente que me ajudou a me recuperar. Eles estavam piores do que eu e eu era apenas egoísta colocando meus desejos de ter James novamente acima de tudo. Dei duas batidas na porta escutando um aviso que eu poderia entrar.

- Vim me despedir.

- Sinto em perder minha paciente favorita. – Ele sorriu e apontou o famoso divã que ficava em frente a sua mesa. Hoje eu não precisaria ir até lá então eu fui até sua mesa me sentando de frente para ele. – Realmente acertei em te dar alta hoje.

- Eu não preciso ir até lá e fechar os olhos para dizer que estou bem, posso fazê-lo aqui mesmo sentada. – Sorri.

- Sonhos?

- Nenhum

- Pesadelos?

- Não os tenho mais, eu quero viver ser feliz!

- Algo que lembre aquela noite?

- Não. – Minha voz morreu, era verdade eu não me lembrava de nada.

- Está tudo bem é absolutamente normal. Uma hora sua mente irá te ajudar e irá revelar o que aconteceu com você naquela noite. – Sorri.

- Jamais irei esquecê-lo sabe disso, jamais esquecerei uma palavra do que você disse.

- Seja feliz e não volte para cá e estará me agradecendo. – Ele se levantou. – Adeus Isabella.

- Adeus Carlisle, muito obrigada por tudo.

Passei pelos corredores novamente rápido e acompanhada por um dos seguranças e duas enfermeiras que me ajudavam com a bagagem cheguei ao grande portão que mantinha aquele lugar seguro de nós mesmos e dos outros. Agradeci a ajuda e passei pelo portão, um vento forte bateu em meu rosto, meus cabelos voando pela brisa. Eu havia ganhado uma segunda chance, eu agarrei e agora ninguém me tiraria ela.

Assim eu começava a minha segunda vida.

Como minha mãe foi contra meu casamento com James e meu pai a apoiou eu não tinha mais ninguém a não ser o dinheiro que eu tinha investido. Dinheiro esse que já estava acabando. Usei em compras básicas e de pura necessidade, há tanto tempo que não via a rua, pessoas era tudo tão estranho e diferente eu não me sentia acuada, eu vivi entre eles. Não poderia ser como um bicho.

Entrei no taxi que haviam chamado e pedi para que fosse para o aeroporto, eu estava iniciando minha nova vida e iniciaria na Itália olhei os carros passando, crianças correndo no parque. Filhos eu nem ao menos tive a chance de ter uma parte de James comigo quando cheguei ao aeroporto comprei a primeira passagem com o que me restava do meu dinheiro. Eu tinha o dinheiro que James me deixou eu lutei tanto para não botar a mão naquele dinheiro e agora eu teria que usá-lo. Tínhamos, já que ele passou tudo para o meu nome quando no casamos três propriedades uma na Grécia que eu não quero voltar nunca mais, por isso logo vou colocá-la a venda, e duas na Itália um apartamento em Roma e uma fazenda em Volterra eu iria primeiro para o apartamento e depois para a fazenda porque agora eu teria que cuidar dos negócios e de tudo que James me deixou.

O vôo foi longo estava amanhecendo quando cheguei em Roma, respirei fundo sabendo que eu ali estava a salvo. Por enquanto eu sei que eu mais do que ninguém deveria querer que o assassino do meu marido estivesse preso. Eu tinha medo, eu o vi naquela noite, mas porque eu não lembrava.

Carlisle me dizia que eu ficaria bem que em algum momento eu me lembraria, eu não conseguia lembrar não vinha nada somente o rosto do meu marido sendo arrancado de seu rosto. E então tudo se transformava em escuridão eu não deveria pensar em tudo aquilo, mas eu sabia que a policia sairia a minha procura. Carlisle foi um grande amigo sem me conhecer reconhecendo meu estado de choque me acolheu e me distanciou da policia e por quanto tempo eu ficaria livre das pressões?

Balancei a cabeça distanciando esse pensamento e olhando o lindo dia que estava em Roma pelas janelas do aeroporto eu podia ver o sol nascendo para um novo dia. Peguei rapidamente minhas malas indo até o concierge a procura de um taxi ou um lugar onde pudesse alugar um carro. O que era ideal porque eu deveria ir até Volterra e nada melhor do que ir dirigindo conhecia a Itália porque passei um bom tempo aqui quando adolescente, minha mãe havia me pagado uma viagem de formatura para cá quando me formei no colegial, logo quando voltei para os Estados Unidos fiz a cursos de secretariado e idiomas, era coisas para passar o tempo já que eu não havia tomado a decisão sobre que carreira seguir. E logo depois eu conheci James e com uma paixão alucinante acabei esquecendo de tudo ele me convidou para trabalhar na França e eu fui, casando com ele logo depois.

O Concierge foi um amor, mesmo com meu italiano capenga me ajudou falando comigo em inglês quando notou a dificuldade, e ate mesmo se ofereceu para me alugar um carro. Eu nunca fui muito ligada a eles logo não saberia mesmo qual seria o melhor, ele me perguntou para onde eu iria e o que iria fazer, achei estranho, mas talvez ele estivesse realmente sendo bonzinho.

Uma hora depois eu já estava em uma caminhonete rumo ao meu apartamento. Eu só estive lá apenas uma vez quando foi comprado, não me lembrava, mas sabia que estava do jeito que eu deixei pela ultima vez...

Bem eu achava que estava realmente, talvez Volterra tivesse que esperar um ou dois dias.

O apartamento estava um horror, sujo e cheio de coisas cobertas e fazia um bom tempo que não via a luz do dia. Abri todas as janelas do apartamento, ele era amplo tão bonito, o ganhei de presente de James.

Tinhamos a sala, dois quartos, e uma varanda linda com uma vista espetacular da Itália. Roma era perfeita, A Fontana de Trevi era perfeita, essa era a visão do meu apartamento, todos aqueles casais felizes, pais, irmãos, amigos em uma viagem eu costumava ser assim feliz. De hoje em diante prometo a mim mesma ser feliz.

Disse com tanta convicção e virei de costas para a sacada jogando uma moeda imaginaria teria que reforçar o pedido em breve. Ri para mim mesma sozinha minha risada ecoando pelo apartamento.

Sai retirando todos os lençóis que estavam sobre os móveis, eu deveria também procurar algum auxilio se queria limpar o primeiro de tudo era ter uma vassoura não?

Inicialmente como não ficaria aqui muito tempo o jeito era pedir aos vizinhos, e assim o fiz pedi uma vassoura e um balde, e comecei minha faxina ao meio dia parei e fui ate um local próximo comprar algo para comer o resto da tarde fiz o mesmo até novamente meu corpo reclamar eu me sentia viva e feliz.

Enchi a banheira para tomar um banho e curtir um pouco a mim mesma, há tanto tempo não me dava esse tempo.

James...

Suspirei, ele adorava quando me arrumava, me maquiava dizia que eu fazia aquilo para provocá-lo para que todos os homens notassem minha presença. Após o banho cai no sono com uma brisa quente e leve da Itália uma noite sem pesadelos, medos, como há muito eu não tinha.


Quer dizer que quanto mais desconfiado melhor? Então isso quer dizer que ninguém quer um Edward fofo? Bom saber...

Estão gostando? Ainda é cedo, mas eu espero que sim.

Ana Krol: Eles logo ficaram cara a cara, tem muita coisa pra escrever ainda tão legal =D

Agatha: Eu nunca vi Dexter, isso saiu da minha mente perturbada. Eu nunca nem li nada desse tipo a minha irmã curte mais quando eu tive essa idéia foi no final de Desejos Secretos só puxei de lá pra criar uma fic nova. Bjs

Tati: Ele ia dizer " Oi Cintia, tudo bem? Rawr! " kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk ai meu deus cada uma né, eu só vi vc e a Agatha falando a mesma coisa. Eu tenho um serio problema de não lembrar o que escrevo então eu fiquei pensando até achar isso no capitulo rsrsrs. Às vezes tenho que ficar voltando os capítulos no arquivo pra saber se já contei algo e tal rsrsrs.

Mto obrigada =D


REVIEWS! =D