Notas da Autora
No início de sua jornada, Sakura tem que lidar com a gangue bestial, que...
Yo!
No capítulo aparecerá um cachorro e é uma brincadeira com o fato de que, na cultura oriental, o inimigo do macaco é o cachorro e vice-versa.
Essa mesma brincadeira, da rivalidade milenar dentre eles, aparecerá mais para frente, novamente.
Peço desculpas pela demora em atualizar. É que essas semanas foram um tanto movimentadas para mim.
Tenham uma boa leitura. ^ ^
Capítulo 4 - Gangue bestial
Após alguns minutos, ela sobrevoa uma espécie de vila em uma planície e então, salta da kinto-un até o chão em uma área afastada, enquanto despedia-se da nuvem que parte rumo às outras nuvens no céu.
Então, caminha por alguns minutos e enfim adentra na vila, notando o quanto as casas eram rústicas e demasiadamente simples, embora o povo parecesse alegre, com as crianças correndo por toda a vila.
Nisso, percebe que quando olham para ela, imediatamente todos param o que faziam e se escondem nas casas, rapidamente, sendo que os adultos agarravam as crianças e as levavam para dentro, fazendo em poucos minutos, a vila outrora animada, tornar-se silenciosa.
Indignada, Sakura caminha até a casa próxima dali e pergunta ao se aproximar da porta:
- Por que fizeram isso?
- Perdoe-nos por ficar em vosso caminho.
- Hã? – a saiyajin arqueia o cenho.
- A senhorita é da gangue bestial, não é?
- Não. Por que acham que sou dessa tal gangue bestial?
- Sua cauda de animal postiça. – o morador tem coragem de olhar pelo olho mágico da porta circular para ela.
- Se a minha cauda fosse postiça, eu conseguiria fazer isso?
Nisso, ela estica a cauda até uma espécie de pequena estátua de cachorro e levanta a mesma até a altura de seu ombro, fazendo o morador ficar estupefato.
- Viu? Não é postiça. É de verdade. Eu nasci com essa cauda.
- Então, não é da gangue bestial?
- Claro que não! Sou uma artista marcial e estou treinando para conseguir o título de Mestra em artes marciais.
- Quer ser uma mestra?
- Claro! – ela exclama irritada – Agora que deixamos claro quem sou eu, poderiam sair das casas?
A casa fica em silêncio e com a sua audição apurada, Sakura ouve murmúrios em outras casas e após alguns minutos, ela se afasta para o dono da mesma abrir a porta e nisso, todos os demais aldeões fazem o mesmo, embora muitos se encontrassem receosos e outros, consideravelmente relutantes de saírem de suas moradas.
A saiyajin fica no meio da vila de braços cruzados, ate todos saírem de suas casas e nisso, ela pergunta para um idoso, aparentando ter setenta anos e usando uma bengala, sendo o mesmo que conversara até aquele instante.
- Por acaso é o chefe da vila?
- Não. O chefe é a minha esposa – nisso, aponta para o lado – Essa é a minha esposa.
Nisso, outra senhora se curva levemente e fala:
- Sou a líder dessa vila. Me chamo Sati. E você é?
- Sou a artista marcial Sakura. Neta do famoso mestre de artes marciais Mutaito.
- Mestre Mutaito? É neta dele? – a senhora pergunta embasbacada.
Nisso, uma balbúrdia se segue frente à revelação e dura alguns minutos, até que a senhora ergue as mãos e todos se silenciam, imediatamente.
- Peço desculpas por nosso comportamento jovem. Quando vimos a sua cauda, julgamos que era da gangue que nos aterroriza há meses... Antes de continuarmos, há boatos que foi uma descendente de Mutaito que derrotou o demônio que nos aterrorizou há anos atrás. Por acaso é você?
- Sim. – ela fala sorrindo.
- Senhora, acho difícil. É muito jovem. E ademais, diz o jornalista que ela montava uma nuvem dourada mágica. – um homem da multidão fala e nisso, muitos concordam.
- Estão falando da kinto-un? Eu posso chama-la, se desejam tanto assim confirmar a minha identidade.
- Pode montar uma kinto-un? – a senhora pergunta.
- Sim. – nisso, olha para o céu e grita – Kinto-un!
Então, após alguns minutos com muitos incrédulos, uma pessoa aponta para o céu e as demais olham para onde ele aponta e nisso, ficam surpresos ao verem a dita nuvem dourada descer até ela e a mesma subir nela, na frente de todos.
- Acreditam agora?
- Hyo, peça desculpas a Sakura-sama!
- Minhas sinceras desculpas... É que parecia tão surreal. – ele murmura envergonhado, assim como os demais fazem, seguindo-o.
- Tudo bem... Eu entendo.
- Sakura-sama...
- Pode me chamar de Sakura, senhora.
- Muito obrigada, Sakura... Não sei se é impertinente, mas... – a idosa parecia constrangida.
Então, a saiyajin pergunta, desmontando da nuvem.
- Por acaso, desejam que eu faça algo contra essa gangue bestial?
- Isso mesmo! Afinal, derrotou o rei dos demônios. Mas, não queremos atrapalhar a sua jornada... – a senhora murmura, angustiada.
- Não vai atrapalhar. Ademais, senão ajudasse aqueles que necessitam, de que adiantaria o título de mestra de artes marciais? Ademais, com certeza, meu avô brigaria comigo se me recusasse a ajudá-los.
- Tudo bem mesmo? Eles não serão nenhum treinamento, para quem derrotou o Rei dos demônios. – outro rapaz comenta.
- Não importa... Vou ajuda-los. Mas, para isso, preciso saber mais sobre essa tal de gangue bestial.
- É um grupo de homens cruéis que usam apetrechos que remontam animais. Eles têm armas poderosas e são muito fortes, acabando por destruírem tudo em seu caminho e em troca de poupar a nossa vida, exigem comida, além de bebidas e joias, se por acaso ainda tivermos alguma. Nossa vila não é a única a sofrer isso. Todas as demais no litoral passam por esse tormento. O líder deles é um cão castanho enorme, que possuí uma armadura imponente e diversas armas. Eles derrotaram a polícia local há alguns meses atrás.
- Entendo... Bem, vocês sabem a localização deles?
- Em algum lugar das montanhas... Não sabemos aonde. Embora que hoje eles devem estar se aproximando da vila mais ao norte, seguindo em linha reta daqui. – o marido da líder da vila fala, enquanto aponta para um caminho com o seu cajado.
- De fato, eu sinto uma perturbação de ki´s naquela direção. – ela fala, enquanto estreitava os olhos.
- Consegue sentir, jovem Sakura? – a chefe da vila pergunta surpresa.
- Sim... Foi um treino que fiz. Bem, vou me livrar deles. – ela fala, olhando para o caminho – Não sei se voltarei para cá. Enquanto isso, chamem a polícia local e falem para seguirem ate a vila próxima daqui. Sayounara!
Nisso, antes que falassem algo, a saiyajin corre dali e some da frente deles em um piscar de olhos, deixando-os atônitos, para depois se entreolharem, surpresos.
Um pouco afastado dali, segue os diversos ki´s e ao se aproximar da vila, consegue ouvir com a sua audição os gritos e gargalhadas, assim como os sons de disparo, além do cheiro de pólvora que chega as suas narinas.
Ainda correndo, salta para o centro da vila que fica em um vale e pousa no solo, ficando assim no caminho de homens armados que usavam apetrechos que lembravam animais e que estavam dirigindo veículos, enquanto atacavam as pessoas inocentes que corriam em fuga.
Com a chegada dela, eles param o ataque e observam a cena, tentando assimilar que a jovem a sua frente pulara de uma altura absurda e sem se machucar, enquanto que as pessoas que fugiam, param de correr e se escondem atrás de escombros.
- Os encontrei. – ela sorri de canto, conforme olhava para os bandidos.
- Quem é você? E por que usa esse apetrecho? Nossa gangue não aceita mulheres. Então, esqueça.
- Não quero entrar em sua gangue e ademais, não é um apetrecho. – nisso, ela ergue a cauda e acerta a mesma em um pedaço de concreto, fazendo este ficar esmigalhado, deixando todos estarrecidos – Viu?
- Quem é você? Ou melhor, o que é você? – um deles pergunta assustado, ao ver o que ela fez com o pedaço de concreto.
- Uma artista marcial, neta do renomado mestre de artes marciais Mutaito. Vim acabar com as suas perversidades. – ela fala calmamente, enquanto envolvia a sua cauda na cintura.
- Não acredito que uma mulher derrotou o rei dos demônios há anos atrás. – um dos membros da gangue fala descrente.
- Eu o derrotei. Não é mentira. Portanto, lidar com vocês, não será nenhum esforço.
Então, todos da gangue gargalham, para depois um deles falar:
- Vejam o senso de humor dela! Nunca acreditamos que uma mísera mulher seria capaz de derrotar aquele monstro, mesmo ela sendo neta de um famoso mestre de artes marciais.
- Entendo... Bem, é compreensível. Mas, vejam a minha cauda. Certamente, eu não sou uma humana comum. – nisso, mexe a sua cauda felpuda, tomando o devido cuidado de não revelar que era na verdade uma alienígena.
- Comum não é. Mas, não deixa de ser uma mulher e vamos ensinar o seu lugar! Que é no chão!
- Bem, venham... Mas, saiba que quem me atacar, acabará paralítico.
- Temos armas e vamos mata-la! – nisso, todos pegam suas armas e atiram nela ao mesmo tempo.
Porém, eles ficam estáticos ao verem as suas balas caindo no chão, conforme se chocavam contra o corpo dela.
Então, eles cessam e a saiyajin sorri de canto, enquanto mostrava várias balas em suas mãos amassadas pelo choque e nisso, eles observam que as balas caídas no chão, tinham o mesmo aspecto.
- Armas de fogo não funcionam comigo. Acho que esqueci de mencionar isso para vocês. O meu corpo é mais forte que o aço e é assim, desde que eu era criança.
- Sua desgraçada! – o maior deles pega uma criança e a segura pelo braço, enquanto apontava a arma para a cabeça da mesma.
- Fique parada, senão matamos essa criança. Provavelmente, você usou alguma técnica para impedir das balas te acertarem. Mas, agora, terá que ficar parada e deixar as balas se chocarem contra você. Afinal, nenhum humano tem uma pele dura como o aço, pois, é algo impossível.
- Que seja. Venham. – ela fala tranquilamente – Mas, como disse. Não me movi e nem executei qualquer técnica. Simplesmente, armas de fogo não funcionam comigo.
- Cale-se! – outro bandido exclama, enquanto preparava a sua arma.
Nisso, começam a disparar contra ela, novamente, enquanto que os moradores da vila fechavam os olhos, assim como a criança presa nos braços do maior que usava orelhas de urso na cabeça.
Eles param de atirar frente à densa nuvem de terra que surgira, enquanto esperavam a mesma dissipar e quando esta dispersa, revela a jovem sem qualquer ferimento, fazendo todos ficarem estáticos, pois era no mínimo surreal demais.
- Além do treinamento que fiz para fortalecer-me nesses anos todos, desde que nasci, tenho a pele tão dura quanto o aço, conforme disse anteriormente. O treinamento só me fez ficar mais resistente, assim como aumentar minha força e o meu poder. Eu disse que não era uma humana comum. Ademais, como podem ver, não há nenhuma técnica para deter balas.
Nisso, eles observam que havia algo na cauda dela e ficam estáticos ao verem a pequena refém deles, envolvida na cauda desta e a mesma falando, ao olhar para a pequena, que está embasbacada:
- Vá para os seus pais e diga a eles que os livrarei dos homens maus.
Então, a pequena corre quando os pais dela a chamam a distância.
- Como é possível?
- Além de resistente, sou forte e ágil. O olhar de um simples humano não consegue acompanhar os meus movimentos. Simples assim. Bem, acredito que seja a minha vez. – ela fala com um sorriso que não chega aos seus olhos.
Nisso, ela some da frente deles e então, eles sentem as armas sendo arrancadas de suas mãos, assim como um forte golpe em suas costas, na região da cintura e antes que conseguissem racionalizar o que ocorria com eles, os quinze bandidos encontram-se caídos no chão, não sentindo as pernas.
- Minhas pernas!
Então, os demais exclamam a mesma coisa, enquanto se desesperavam.
- Eu disse que ficariam paralíticos. Deveriam medir os seus atos. Acho que ficarem sem andar é uma boa punição.
- Eles eram fracos. Só isso. – uma voz reverbera no local, oriunda de uma floresta próxima dali.
- Oyabun... – um deles murmura, com um sorriso fraco.
- Não preciso de lixos inúteis.
A mesma voz fala, agora friamente, enquanto os bandidos olhavam aterrorizados e nisso, Sakura salta, enquanto uma explosão varre o local onde os bandidos estavam, matando-os instantaneamente, sendo que a saiyajin se preocupara em salvar os moradores que estavam estáticos e que, por isso, não haviam se afastado do local.
Ela pousa próximo das pessoas escondidas e fala a eles, enquanto colocava as pessoas que segurava em seus braços e cauda no chão, soltando-os.
- Fujam, pois chegou o líder e não poso lutar, se tiver que ficar preocupada com vocês. Pedi para a vila ao sul daqui chamar a polícia. Se os policiais chegarem, peçam para esperar, que levarei o líder até eles.
- Sim, claro. – o mais próximo dali fala, sendo que se levantam e correm seguidos dos demais.
Então, ela volta para a posição inicial e nisso, a sua audição capta o farfalhar de folhas e então, vê pelo canto dos olhos uma espécie de míssil se aproximar dela de uma floresta próxima dali e então, salta para o alto, para depois acertar uma rajada de ki na direção de onde vinha o ataque.
Uma densa nuvem de poeira e detritos ergue-se no local, enquanto vê um cão castanho claro enorme de quatro metros de altura se recuperar da queda abrupta, sem sua arma, passando a rosnar para ela.
- Vejo que é o líder da gangue bestial... Se bem, que ela não existe mais, já que matou os seus homens. Algo que considero desprezível, já que eram os seus subordinados. –fala com um olhar repleto de ira.
- Ora... Vejo que tem consideração por aqueles lixos... Os mesmos que feriram pessoas inocentes. Eu não os obrigava a matar ou a ferir. Era uma decisão deles.
- Senão cumprissem, eram mortos. Não é? – ela pergunta ainda séria, enquanto torcia os punhos.
- Sim. Mas, ainda assim, era uma decisão deles, tal como o pedido de entrarem na minha gangue. Ademais, nenhum deles era inocente. Logo, porque a raiva?
- Fico com raiva ao ver que eles te obedeceram cegamente e foram recompensados com a morte. Por isso estou com raiva.
- Bem, melhor deixemos isso de lado. Você acabou com a minha gangue e por isso, deve concordar comigo que temos um acerto de contas, ainda pendente. – ele fala sorrindo com escárnio – Ademais, você destruiu a minha arma favorita.
- Sim. Temos um acerto e vou ter prazer em quebrar os seus ossos. – ela fala, pondo-se em posição de defesa.
Então, ele a golpeia e ela permite.
O mesmo a faz se chocar contra o chão e em seguida, com um sorriso em suas mandíbulas, começa a soca-la, com esta ainda no chão, aprofundando ainda mais a cratera, para depois pega-la com a sua pata, para dar uma joelhada no abdômen dela e em seguida, a joga com violência no chão, novamente, para depois pisar nela, consecutivamente e em seguida, salta e dá um forte chute nela na cratera, para depois se afastar levemente, falando, vitorioso:
- Pelo visto era mentira que você matou o demônio...
Nisso, gargalha gostosamente, até que para de falar, quando vê a mesma flutuando no ar e pousando na frente da cratera, como senão tivesse acontecido nada, enquanto ela espanava a terra em suas roupas, calmamente.
- Você é fraco... Nem senti os seus golpes. Pelo visto só tem tamanho e força bruta. – ela fala com um sorriso de canto, caminhando em direção a ele, que afastava para trás, com a sua cauda abaixada.
- Impossível!
- Não é impossível... Venha... – ela faz um movimento com as mãos o chamando.
Nisso, ele rosna e controlando o seu medo, corre até esta, com a sua pata enorme erguida, decidindo usar as suas garras.
Porém, para horror dele, a mesma detém o golpe, calmamente com o dedo mindinho dela, deixando o enorme cão estarrecido, até que esta segura o punho dele e em seguida, usa o pé para quebrar o braço dele, fazendo-o urrar de dor.
Nisso, segurando o braço ferido, começa a gira-lo, com o mesmo gritando, até que o solta, fazendo-o se chocar contra o monte próximo dali e consequentemente, fazendo uma densa nuvem de poeira e detritos erguer-se para o ar, enquanto o mesmo desaparecia, somente restando fragmentos de terra e rochas espalhados pelo local.
- Sua desgraçada! – ele ergue-se irado, segurando o seu braço quebrado e nisso, avança enlouquecidamente contra ela, com as suas mandíbulas escancaradas.
- Só lhe resta o desespero? Já se entregou? – a saiyajin comenta, abanando a cabeça para os lados – Bem, que assim seja.
Nisso, segura calmamente a mandíbula de cima e de baixo, deixando-a escancarada e comenta:
- Que bafo fedorento... Sua mãe não lhe ensinou a escovar as suas presas?
Nisso, o ergue e salta com o mesmo, para depois girar no ar por algum tempo, para depois arremessa-lo em uma cratera e com este caído, desce e o acerta na região lombar, fazendo-o soltar um ganido de dor, enquanto concentrava o seu ki, e quebrava o outro braço dele.
- Creio que agora você vai sossegar.
Então, saí de cima dele e o puxa pela cauda até onde sentia a aglomeração de ki´s e nisso, olha para o lado, vendo um jornalista escondido ali perto com uma câmera na mão.
- Pelo visto, é verdade que os jornalistas se arriscam por uma matéria. Sabia que tinha alguém, mas, não tinha noção que era um repórter.
- Sou do Diário do litoral e vim cobrir a matéria sobre a gangue bestial, não sabendo que acabaria me encontrando com a lendária heroína que salvou a Terra do rei dos demônios, Piccolo Daimaoh!
- Devia tomar mais cuidado. – ela fala, continuando a arrastar o líder da gangue bestial, sem sequer olhar para o jornalista que a seguia, entusiasmente.
- Poderia dar uma entrevista em primeira mão? Como foi o seu treinamento? O que fez nesses três anos? O que sentiu enquanto batalhava com Piccolo? A que você deve a sua vitória? Sua infância como foi? Sabia que o rei a aguarda para entregar a estrela azul? Como...
Porém, é interrompido por um olhar irritado dela, que o faz engolir em seco.
- Cale-se. Não vou responder nada.
Nisso, os policiais a avistam e correm até ela, enquanto olhavam estarrecidos o enorme cachorro humanoide, derrotado e sendo arrastado pela jovem, sem qualquer dificuldade.
Então, ela conta o ocorrido aos policiais, sendo que o jornalista mostra as provas da batalha dela, deixando os policiais embasbacados, sendo que ao saberem que era neta do renomado e famoso mestre de artes marciais, Mutaito, mostram seu respeito, inclusive também pelos atos dela, porque ela foi aquela que derrotou Piccolo e também, era aquela que o rei desejava entregar a estrela azul.
Então, a saiyajin se despede e chama a kinto-un, deixando-os surpresos e nisso, parte rumo aos céus, deixando um jornalista frustrado para trás, que ansiava algumas respostas sobre a garota que derrotou o rei dos demônios, um ser que mais ninguém conseguiu derrotar, assim como os capangas deste.
