Capítulo III – encontros, e uma ilha.

- Hinata-sama! Hinata-sama abra a porta, por favor! – ele estava parado ali a mais ou menos meia hora, e não sairia até que ela abrisse a porta do quarto e deixasse-o entrar.

Dentro do quarto a jovem Hyuuga não fazia nada além de chorar abraçada a um travesseiro. Era tudo um pesadelo, um grande pesadelo. Não podia se imaginar matando pessoas, nem o prêmio valia tudo isso. Era irracional tirar a vida de alguém por dinheiro... Era cruel... E justo ela, a pessoa mais bondosa que conhecia estava ali, no meio dessa situação nada confortável.

- Hinata-sama eu insisto que abra a porta! – Neji não desistiria até que ela abrisse a porta. A menina enxugou os olhos precariamente com as costas das mãos e andou meio vacilante até a porta. Respirou fundo e destrancou-a, revelando o primo com feições preocupadas. Eles apenas se olharam por algum tempo, até a menina quebrar o contato visual e se lançar nos braços do moreno, que apenas abraçou-a.

- N – Neji n – ii- nii-san e – eu n – não q – que- quero m – ma- matar – disse ainda abraçada ao primo.

- Eu não vou deixar você sozinha Hinata-sama – sussurrou Neji – nunca.

Os dois mantinham essa relação desde que eram crianças. O mais velho cuidava da prima como se ela fosse algo precioso, um tesouro para ele. E de fato era mais ou menos verdade, afinal Hinata era a jóia da família Hyuuga, o que fazia Neji não entender porque a prima estava ali. Ela era tão delicada, havia jogado aquele jogo apenas uma vez e se horrorizado com os rios de sangue e batalhas sangrentas que o universo virtual exigia. Se algo acontecesse com algo ela ambos estariam em maus lençóis. A amarga verdade era que Neji dependia da prima.


Sasuke e Keira caminhavam lado a lado pelo hotel sem um rumo certo. Depois dos cumprimentos de praxe ambos assumiram posturas sérias, não podiam evitar pensar que eram adversários, e o quanto poderiam ser fortes.

- É besteira – disse Keira quebrando o silêncio. Sasuke a olhou intrigado – é besteira ficarmos lado a lado sem dizer nada como se alguém houvesse morrido – Sasuke deu um pequeno sorriso – nós não vamos nos matar.

- Claro que não – falou o Uchiha – eu não teria coragem de matar uma amiga – Keira sorriu abertamente, uma das raras vezes que ela sorria. Era tão bom sentir que tinha um amigo, alguém que se importasse com ela.

- Então vamos tomar alguma coisa, aquele clima mórbido acabaria nos sufocando – comentou a morena. Sasuke meneou a cabeça e foram em direção ao bar do hotel.

Eles não tinham nada em comum, mas o jogo os uniu. Desde o primeiro momento sabiam que seriam amigos, sem cobranças, sem maldade. E amigos assim são difíceis de encontrar.


Haru estava entediada, se estudasse mais alguma coisa sua cabeça acabaria explodindo. Saiu para procurar alguma coisa para fazer, talvez observar as pessoas. Andava despreocupada, em seu rosto estava estampada a corriqueira expressão de desânimo que até afastava um pouco as pessoas que passavam por ela. Depois de não achar nada de interessante para fazer e não achar graça em observar as pessoas sentou-se no saguão. O ritmo era rápido, por ali as pessoas pouco se olhavam, muito menos se falavam. Ainda via agonia em alguns rostos, conformação em outros, medo em todos.

- Tem uma caneta? – ouviu uma voz dirigida á ela. Ignorou. – eu perguntei se tem uma caneta – insistiu a voz.

Olhou para o lado e viu um rapaz alto, cabelos castanhos, olhos marcantes e com uma estranha maquiagem roxa olhando para ela.

- Tem a porcaria da caneta ou não? – perguntou novamente.

- Não – respondeu com o tom mais seco que conseguiu.

- Não precisava se irritar, eu só perguntei se tem uma caneta.

- E eu respondi que não tenho – disse rodando os olhos – satisfeito?

- Estou, obrigado senhorita...

- Haru, Kabawa Haru – disse o mais arrastadamente possível – agora se me dá licença – se levantou sem esperar resposta.

- Se quiser podemos conversar, tomar alguma coisa – disse um pouco mais alto devido à distância.

- Não obrigada – disse sem olhar para ele – adeus.

- Eu insisto! - ela começou a andar mais rápido tentando se livrar dele, chegou ao elevador e tocou o botão de seu andar. Sentiu uma mão puxando-a – vá até o meu quarto – ele sussurrou tão perto dela que Haru pôde sentir o hálito quente – é o 1205 – terminou de um jeito malicioso que não agradou a menina.

Antes que ela pudesse falar qualquer coisa o elevador chegou e ela entrou o mais rápido possível com medo de ser seguida por ele. O moço apenas resignou-se a olhar a porta fechando e o a expressão incrédula dela.

"Você ainda implorará para ir até o meu quarto Haru-chan" pensou dando um sorriso malicioso. Ainda precisava da caneta.


A semana de treinamentos passava rápido. Os agora concorrentes compenetravam-se cada vez mais nos cursos. Durante a maior parte da manhã e toda a tarde o hotel estava silencioso, todos estavam em suas salas, aprendendo concentração, tiro, estratégia, entre tantas outras coisas que o jogo pediria.

Sasuke encontrava-se regularmente com Keira e fugia das vistas de Itachi. Não queria nem pensar no que poderia acontecer se encontrasse com o irmão mais velho psicopata na ilha. Com certeza teria que correr – e muito – para continuar vivo. Afinal, uma das metas de Itachi era se livrar do querido irmão mais novo. Sim, isso era o que os irmãos Uchihas chamavam de "amor fraternal". Estava indo até o restaurante encontrar-se com Keira quando viu aquela garota. Aquele com quem ele havia esbarrado no primeiro dia. Ela estava sentada em uma mesa sozinha, decerto esperando por alguém. Talvez se ele fosse até lá...

- Sasuke? – chamou Keira aparecendo na porta do restaurante – estava me esperando?

- Sim... – respondeu sem muito ânimo.

- Então... Vamos nos sentar?

- Vamos.


Neji estava atrasado para o almoço com a prima, decerto Hinata já deveria estar esperando-o. Odiava deixar a prima sozinha, mas as aulas de artes marciais exigiam tempo, e um bom banho depois, claro. Andava a passos largos pelo saguão, sem olhar para os lados. Era tanta a pressa que esbarrou em alguém. Ele levantou-se rapidamente, mas a pessoa continuava sentada no chão. Estendeu a mão e a garota pegou-a sem demora.

- Gomen – disse ele frio. Apesar disso a "educação Hyuuga" sempre falava mais alto.

- Sem problemas... – Ying Fa reconheceu imediatamente o rapaz que ela achara bonito. Na verdade, de perto a beleza dele era muito maior – e – eu estava distraída – disse dando um sorrisinho amarelo.

- Tudo bem, eu também não olhei por onde estava andando – ele não sabia por que estava dando explicações para uma garota que acabara de conhecer. Ela sorriu, o sorriso mais bonito que ele já havia visto – também faz artes marciais? – perguntou ao ver que a garota vestia uma blusa do curso de kung-fu.

- Ah sim – respondeu ainda sorrindo – estou aprendendo luta corpo-a-corpo, você também?

- Sim, aliás, acabei de sair do curso. Não quer sei lá... Vir almoçar comigo e com a minha prima?

- Bem eu... – ela estava incerta, não sabia se deveria criar laços com alguém. Mas ao ver aquele brilho de desapontamento nos olhos perolados mandou tudo para o espaço – adoraria ir almoçar com vocês.

Ele não sorriu. Seria demais pedir que Hyuuga Neji sorrisse. Apenas começou a andar sendo acompanhado pela menina.


Dias depois...

Era a hora. Uma semana de treinos, apreensão e medo. Tudo deveria ser deixado para trás. O jogo iria começar. Cada competidor recebeu, pela manhã, um envelope contendo um número. Esse número era aleatório e determinaria a equipe em que cada um ficaria. Além disso, receberam uma lista do que poderiam levar e a hora em que deveriam se apresentar no saguão para partir. Uma muda de roupa, uma foto da família (ou qualquer outro tipo de recordação, pois iriam precisar lembrar-se dos rostos familiares), um kit de primeiros socorros e a arma que escolhessem quando chegassem ao saguão. Só isso, nada mais.

Os participantes seriam vendados, levados até carros e conduzidos a um heliporto. De lá seguiriam ainda vendados até a ilha, sem nenhuma chance de saber o caminho ou pedir ajuda. Só descobririam seus aliados na ilha, que por sinal já estava com a segurança marítima reforçada. Qualquer um que tentasse fugir nadando seria usado como alvo para prática de tiro ao alvo. A partir de agora era para valer, sem pausas ou descansos. O menor deslize acarretaria a morte.

Sasuke estava tenso, chegou ao saguão pontualmente na hora marcada em seu cartão. As armas já estavam ali diante de um pedestal para serem escolhidas. Do lado estavam dois funcionários do hotel. O Uchiha mais novo escolheu uma longa katana de sabre negro. Já estava familiarizado com uma espada daquele tipo, seria fácil para ele manejar aquela. Ouviu passos vindos de algum lugar, demoraria o 

máximo possível para ver quem estava chegando. Mas um dos funcionários foi mais esperto e tratou de vendar o moreno o mais rápido possível.

Depois disso tudo estava meio borrado nas lembranças de Sasuke... Lembrava-se claramente de ser conduzido até um carro, mas não saberia dizer quanto tempo ficou lá. Também não sabia como chegara ao helicóptero e nem quanto tempo voou até a ilha. Só se lembrava de ser jogado contra a areia da praia, a katana e a mochila pesando sobre suas costas. O ar da ilha era diferente, mais puro e o cheiro do mar impregnava as roupas dele. Tirou a venda e olhou para os lados. Teve que segurar um grito de surpresa ao ver seus companheiros de equipe.


- E então Kakashi, como está sendo o desembarque? – perguntou a mesma voz ofídia.

Kakashi e seu superior se encontravam em uma ampla sala, escura como sempre. O ar era através de ar condicionado, todas as janelas estavam fechadas e cobertas por cortinas. Sentados em volta da mesa não estavam apenas os dois, mas vários executivos e patrocinadores do jogo, todos esperando o relatório do Hatake sobre o desembarque dos competidores.

- Sem problema algum – uns poucos executivos deram sorrisinhos vitoriosos, outros se mantiveram apáticos – nossa estratégia está se mostrando infalível, nenhum causador de problemas.

- Os equipamentos estão funcionando? – perguntou um senhor.

- Perfeitamente – respondeu Kakashi sem emoção – eles foram testados e estão preparados para suportar qualquer condição climática.

- Ótimo – disse a voz ofídia – quero que prepare nossos helicópteros assim que a última equipe desembarcar.

- Sim senhor – disse Kakashi, anotou alguma coisa em uma prancheta e se virou para os executivos novamente – imagino que irão querer total segurança e comodidade.

- Obviamente – disse outro executivo entediado – queremos ver com nossos próprios olhos se tudo vai correr conforme o planejado.

- E as campanhas de marketing?

- Todas deram muito certo, esperamos uma audiência 35 maior do que em dias normais – respondeu Kakashi lendo alguns dados em sua prancheta.

- Apenas isso? – perguntou um sócio indignado – investimos milhões tanto no jogo quanto no programa, temos que ter um bom retorno.

- Temos que levar em conta o horário de exibição e coisas banais como a moralidade pública – respondeu Kakashi sarcástico.

Alguns riram, outros se indignaram. Assim começou mais uma das discussões da alta cúpula. Os únicos que pareciam alheios as discussões eram Kakashi e seu estranho sócio. O Hatake apenas pensava com pena nas pobres pessoas que estavam naquela ilha, não teriam salvação. Já o outro apenas pensava nos lucros que teria. E não seriam poucos.


- VOCÊ?! – perguntaram os dois ao tirarem as vendas e verem a última pessoa que gostariam de encontrar.

- Eu não acredito que de tantas equipes eu tinha que cair justamente na sua – disse Nanami irritada.

- Eu também não estou nem um pouco feliz, un – rebateu Deidara.

- Com tantas equipes eu tinha que parar justamente nessa – disse Sasori tentando se controlar – bem, eu não vou ficar aqui, se me dão licença tenho um jogo para ganhar – dizendo isso o ruivo começou a andar em direção á mata fechada.

Nanami e Deidara apenas se olharam confusos. O quarto garoto, um menino aparentemente muito pequeno apenas assistia a confusão calado.

- Acho que vou seguir o ruivo – disse Aoshi por fim. Colocou-se de pé e começou a seguir Sasori, alcançando o rapaz.

- Crianças podiam se inscrever? – perguntou Deidara estranhando o tamanho do garoto.

- Que eu saiba não – respondeu Nanami pensativa – espera... A GENTE VAI FICAR AQUI SOZINHOS?

- Claro que não – disse Deidara – DANNA! GAROTINHO PEQUENO! ESPEREM POR NÓS UN! – nisso o loiro se colocou a correr atrás dos outros que já estavam entrando na floresta.

- HEY SEU LOIRO DE CABELO ALISADO! ME ESPERA! – gritou Nanami correndo atrás de Deidara e dos outros.

Algumas coisas são feitas para acabar bem. Essa equipe com certeza não era uma delas.


- Neji?

- Ying Fa?

Os dois perguntaram quase que ao mesmo tempo. A morena agradeceu mentalmente por estar na equipe de alguém conhecido.

- Legal, vocês já se conhecem – disse uma garota de cabelos negros em um tom irônico – vamos nos sentar e tomar chá.

- Vocês falam demais – retorquiu uma outra garota de incríveis cabelos branco-prateados – aliás, adeus – ela se pôs a andar.

- Espera moça! – gritou Ying Fa – não quer ficar conosco?

Kanabi olhou para os três. As duas garotas não apresentavam perigo, já o rapaz parecia ser muito forte, seria bom tê-lo como aliado, pelo menos no começo do jogo.

- Está bem – disse – mas podemos ir logo?

- Nós podemos... HINATA! – Neji gritou assustando as outras – MINHA PRIMA SUMIU!

- Vou ver se ela está no meu bolso – disse Yuki sarcástica, Neji olhou furiosamente para ela – o que? Quem mandou você não colocar algemas nela? – abriu um sorriso de escárnio.

- Neji-kun, nós vamos achar Hinata-chan – tranqüilizou Ying Fa. Ela se lembrou de quando conheceu a Hyuuga mais nova. Tão ingênua... Se não conhecesse alguém seria um alvo fácil. Sentiu um nó na garganta ao pensar nisso.

- Não acharemos ninguém se ficarmos aqui conversando – disse Kanabi rodando os olhos. Odiava aquela melosidade de parentes e etc.

- Você tem razão...

- Kanabi, Hatsuki Kanabi – disse ela olhando para a mata.

- Você tem razão Kanabi – continuou Neji – vamos indo.

Os quatro se colocaram em marcha silenciosa. Não saber para onde se vai é uma das piores coisas em um jogo de sobrevivência.


- Keira? – Sasuke perguntou incrédulo. Sorte demais.

- Sasuke! Por Kami-sama estamos juntos! – disse Keira em um raro momento de animação.

Os dois olharam para as outras duas garotas. Uma de cabelos longos e claros, olhando para eles interrogativa. A outra... Bem, a outra era ela. Os cabelos negros estavam meio bagunçados, os olhos perolados assustados.

- Uchiha Sasuke – disse Sasuke olhando diretamente para a segunda garota.

- H – Hinata H – Hy - Hyuuga – respondeu encabulada. Os dois se olharam por alguns instantes, ambos sentindo uma sensação boa...

- Takahashi Keira – disse a morena estendendo a mão para Rin.

- Rio Rin – apertou a mão de Keira, ambas sorrindo. A Takahashi menos expressiva, apenas como se fosse obrigada a sorrir – acho que hã... Ficaremos juntos então?

- Por mim tudo bem – disse Sasuke dando de ombros.

- Idem – Keira começou a olhar a praia em volta deles – e por você Hinata?

- Tudo bem – respondeu em um tom de voz quase imperceptível. Sasuke estava pronto para falar alguma coisa quando uma outra garota se aproximou, andando de costas e gritando para um grupo que estava pouco distante deles.

- TUDO BEM SEUS PALHAÇOS, EU TAMBÉM NÃO QUERIA FICAR NESSA EQUIPE MEDÍOCRE! – Zuki gritava a plenos pulmões, até tropeçar em uma pedra e cair quase em cima de Keira, que desviou rapidamente – hã... Oi – disse ela se levantando e limpando a areia da roupa.

- Oi – responderam os quatro em uníssono. Estavam espantados demais para dizer qualquer coisa.

- Eu não vou ficar não certo? Só estava passando e bem... Adeus – e deu as costas para o grupo, mas não começou a andar.

- Adeus – responderam Sasuke e Keira.

- Como? – perguntou Zuki levemente irritada.

- Você disse adeus, nós dissemos adeus também – respondeu Keira irônica. Rin riu e Hinata corou.

- Estão me expulsando? – o tom de voz dela já estava se alterando – É isso mesmo que eu ouvi?

- Você que disse que iria embora – disse Sasuke estranhando a garota – nós só dissemos adeus.

- Ora seus... – ela parou, olhou para os quatro – bem, eu resolvi ficar – sorriu – se não se importarem, claro.

- Bem, nós já somos quatro e... – começou Keira.

- Que bom que aceitaram – interrompeu Zuki sorrindo. Keira começou a se sentir tentada a socar aquela garota – a propósito eu sou Ohira Zuki.

- Vamos logo antes que eu tenha um colapso – disse Keira andando rápido. Os outros começaram a segui-la.

- Aposto que ela está morrendo de inveja de mim – sussurrou Zuki para Sasuke. Keira escutou e bufou. Aquele era o pior tipo de garota que ela gostava.

"Com certeza essa não é a equipe mais unida" pensou Sasuke. E realmente talvez não fosse mesmo.

Continua...


Olá :D

Aqui estou eu com o começo da nossa aventura õ/ Gostaram? Odiaram? Digam-me, por favor. Acreditem, essa amizade entre Keira e Zuki ainda vai dar o que falar :P E vocês já sabem quem é o sócio misterioso do Kakashi? Ganha um doce quem acertar xD

Mas como hoje estou sem inspiração, vou direto á pergunta aos participantes:

- Como vocês gostariam que fosse o primeiro beijo entre seu personagem e o respectivo par? (mole né? Em qual lugar, em qual situação, a que altura do jogo, essas coisas xD)

E uma pergunta para todos: Quais poderiam ser as armas dos personagens de Naruto? (eu estou meio indecisa, mas já sei a do Sasuke e a da Hinata, então peço a ajuda de todos para encontrar armas para os outros, hehe)

E agora vamos às respostas das reviews:

Juju-Chan n.n: Sem problema algum, felizmente você conseguiu me mandar o que eu precisava saber a tempo do capítulo, espero que tenha gostado da equipe em que a Rin caiu.

lucia almeida Martins: Obrigada pelo elogio n.n' continuei ;D

Uchiha Haito: Olá, que bom que você também aprovou essa fic õ/ Eu também sou super fã de luta livre (WWE rula!) capítulo postado, não precisa esperar mais! E obrigada pelos elogios (;

Wuahana: Continuado (: Espero que tenha te agradado a Haru desse capítulo. E uma perguntinha pra você: Kankie-kun pode continuar com a habitual maquiagem ou você prefere ele sem? Bem, algumas pessoas o acham feio por causa da maquiagem, então não custa perguntar :B'

Hii.Carwell: Que bom que aprovou a Nanami que eu escrevi (: eu adorei a briga dos dois, não vejo a hora de colocá-los para brigar de novo :P te agradou o capítulo?

Larry: Primeiro de tudo, a mudanças das armas está feita, sem problema algum. A única coisa que eu posso te dizer é que ela ouviu a voz sim, mas se eu contar o resto estragaria a surpresa XD Ah só mais uma coisa, no capítulo passado você esqueceu de colocar uma cena que gostaria de protagonizar hehe.

Gu3Mii: UHSDHUAHUDAS³ respostas super criativas as suas xD que bom que gostou da Yuuko (;

Elizabeth Cake: Obrigada pelos elogios ;D Espero que SasuHina cative você assim como me cativou xD posso dizer hoje com toda certeza que esse é o meu casal preferido hehe.

belinhaxDD: Explicada a situação as Hinatinha? :P

Yuki Blackwell: Formulou a resposta? xD Bem, que bom que gostou de como eu apresentei a Yuki n.n' Pode ter certeza que apesar de tudo nenhum dos principais irá morrer ;D e sobre os personagens, bem... Eu não consigo fazer personagens "superficiais". Eu gosto de mostrar os sentimentos deles (:

Rodrigo DeMolay: Que bom que gostou (: espero que o Aoshi desse capítulo também esteja do seu agrado.

Bem... Tive alguns problemas com esse capítulo, não sei se ele foi tudo o que vocês esperavam, mas me esforcei ao máximo para fazê-lo. Agora finalmente começou o jogo, senhoras e senhores façam suas apostas, e que ganhe o melhor jogador xD Qualquer dúvida, sugestão, reclamação ou crítica, já sabem: mandem reviews e façam a autora baka feliz :D

Até o próximo capítulo, beijos para todos!

Miimi-chan.