DISCLAIMER: Saint Seiya, obviamente, não me pertence.

SUMÁRIO: Eros amava Psiquê e ele faria tudo para manter a amada longe de qualquer ameaça. Tudo. Até mesmo declarar guerra contra sua querida mãe, Afrodite.


" Look, here she comes now
Bow down and stare in wonder
Oh, how we love you
No flaws when you're pretending"

CAPÍTULO III - A. ABOUT LOVE

Afrodisias, Turquia

De suas três cárites, Afrodite não hesitaria em afirmar que Aglaia era sua favorita. A bela jovem era doce e honesta, sem perder aquela sagacidade inerente de toda mulher. Era dona de diversas máscaras que usava para se apresentar ao resto do mundo, mas sem nunca esconder a sua verdadeira feição de sua deusa.

Sua deusa, sua mãe: para Aglaia, Afrodite era muito mais do que uma mera figura a ser obedecida. Não era como Tália, que considerava a deusa sua mestra, alguém a ser obedecida e nada além disso. Afrodite tinha a obediência inquestionável de Tália, mas possuía o amor de Aglaia. Tália a protegeria porque isso era o exigido dela, Aglaia a protegeria porque a amava como uma mãe, e a deusa do amor entendia, mais do que ninguém, o quão poderoso aquele sentimento poderia ser.

Quanto a sua terceira e última cárite… Bem, Eufrosina era tão diferente naquele ponto das companheiras que Afrodite não gostava de perder seu tempo refletindo sobre a mais jovem de suas protetoras. Uma menina cabeça dura, inflexível e teimosa. A deusa salvara sua vida, lhe dera a honra de tornar-se uma cárite e a petulante humana cuspira na sua cara, por assim dizer. Recusava-se a obedecer suas ordens, frequentemente arrumava problema com as outras Graças, e era, de um modo geral, simplesmente impossível de se dobrar. Após anos perdidos com o treinamento daquela mortal ingrata, Afrodite estava no limite de sua paciência. Mandara-a para Ares e se nem mesmo o deus da guerra conseguisse domá-la... Nesse caso, que uso teria para uma cárite que se recusava a servi-la? Viva ou morta, os dias de Eufrosina para decidir seu destino estavam contados.

Passou as mãos pelos sedosos cabelos dourados, tentando afastar o pensamento daquela cárite de sua mente. Tinha coisas mais importantes para se preocupar naquele momento, como por exemplo esmagar Athena. Fazer amor com Ares nas ruínas do santuário, em meio ao sangue dos caídos. Acabar com Psiquê de uma vez por todas. Punir Eros por sua desobediência. Talvez não necessariamente nessa ordem.

Afrodite sorriu com uma certa perversão no olhar. Sua expressão de contentamento logo se transformou em azedume ao ouvir uma batida em sua porta. Suspirou dramaticamente.

Estava no divã de sua sala de música, sozinha com apenas seus pensamentos de companhia. As cárites sabiam que não deveriam incomodar a deusa nesses momentos e os outros habitantes de Afrodisias não ousavam a dirigir a palavra diretamente à deusa. O que significava que ou Ares havia decidido visitá-la (pouco provável, do jeito que anda obcecado com Athena, pensou a deusa) ou… Ele viera.

Havia demorado, se fosse honesta.

Outra batida na porta, com força o suficiente para fazer com que as dobradiças rangessem. A mais bela deusa se ergueu languidamente, as sobrancelhas franzidas. Foi até a porta, caminhando de modo mais devagar do que o normal. Não estava com pressa para receber seu visitante.

Ao virar a maçaneta suas suspeitas se confirmaram, e a expressão de desagrado se aprofundou um tanto mais. O homem do outro lado tampouco parecia animado em estar ali.

Era feio e grande. Tosco. Uma montanha de homem, com músculos salientes, um nariz em forma de gancho e o cenho pesado, moldado por uma sobrancelha grossa sobre um par de olhos escuros. Apesar do físico de guerreiro, sua perna direita era deformada e ao adentrar a sala – passando por Afrodite sem ao menos esperar um convite – ficou claro que era manco.

Foi daquele jeito desajeitado até o divã no centro do cômodo e se deixou cair sentado, esticando a perna ruim. Encarou o olhar irritado de Afrodite diretamente, sem parecer se importar.

– O que quer aqui, Hefesto? – Afrodite não se sentou ao lado do outro deus. Manteve sua distância da figura bronca de Hefesto, como se não quisesse se contaminar com sua feiura.

Hefesto passou as mãos calejadas pelo material macio do divã. Mais de um milênio estava casado com Afrodite, e ela ainda conseguia surpreendê-lo com seu egocentrismo.

– Um homem não pode visitar a sua esposa? – Ele respondeu por fim, seu tom não deixando transparecer nenhuma emoção – Faz tempo que não nos vemos. Aliás, fiquei sabendo por Eros que você está em guerra com Atena…

Afrodite tentou esboçar um sorriso doce, mas conseguiu apenas um crispar de lábios de uma maneira que poderia ser interpretada tanto como um sorriso, quanto uma careta.

– Bem.

E essa foi toda a resposta que Afrodite deu para se explicar para o marido. Hefesto não ficou surpreso.

– Imagino como Zeus consentiu com todo esse circo.

Seu tom não foi acusador, mas mesmo assim ficou implícito que ele sabia exatamente como a deusa do amor e da beleza conseguira fazer a cabeça de Zeus para que ele permitisse mais aquela guerra. Afrodite não se dignou a elaborar uma resposta.

– Bem. – Ela repetiu – Seja como for, por que está aqui? Vai oferecer sua ajuda contra aquela… Contra Atena?

– Até o seu cinismo deveria ter limites, minha esposa. – Falou Hefesto – Soube também que você já tem toda a ajuda que pode querer… O próprio deus da guerra em pessoa. Imagine. Só.

As palavras pontuadas de Hefesto saíram secas e com escárnio. Não lembrava da última vez que tivera uma conversa remotamente agradável com a esposa.

E aparentemente, ele estava enganado. O cinismo de Afrodite não tinha limites.

– Sim, formamos uma aliança contra Atena… Puramente militar, claro.

– Claro. – Hefesto resmungou, sua carranca se fechando um pouco mais. – Não posso imaginar o que mais poderia haver entre vocês.

Afrodite cruzou os braços, claramente se cansando daquela conversa sem propósito. Hefesto estava cansando sua beleza… Como sempre fez, aliais. Não pela primeira vez, mandou uma maldição para Zeus por tê-la casado com aquele homem feio e bruto.

– Veio aqui apenas para me contar que meu filho rebelde anda dando com a língua nos dentes por aí? Não devia ter se preocupado, querido, Eros está passando por uma fase rebelde, logo passa.

– E eu suponho que o fato de você ter tentado, de novo, matar a mulher dele não tenha nada a ver com essa… Fase rebelde.

A deusa apertou os lábios com tanta força que sua boca se reduziu a uma fina linha. Hefesto deixou um pequeno sorriso de canto de boca se formar. Não tinha nada particularmente contra Psiquê, tampouco morria de amores por ela, mas devia admitir que era uma visão e tanto o estado em que Afrodite se reduzia sempre que sua nora era mencionada.

Aquela conversa, é claro, não iria a lugar algum. Fosse porque fosse que Hefesto decidira visitar sua esposa justo naquele momento – e Afrodite suspeitava que o deus aparecera somente para antagonizá-la – aquilo não mudaria nada. Os planos para a Guerra contra Atena já estavam em movimento, e não havia nada que o deus ferreiro pudesse fazer para impedir, se é que ele tinha algum motivo especial para querer ajudar Atena.

Hefesto voltou a examinar o material suave do divã sob si, com suas mãos grossas e calejadas. Ficaram naquela posição alguns bons minutos em silêncio, Hefesto aparentemente absorto em seus pensamentos e Afrodite o vigiando, encostada contra o grande piano de cauda e ainda com os braços cruzados.

– Você deveria desistir da ideia de enfrentar Athena. – Hefesto disse por fim, se levantando com firmeza, apesar da imperfeição na perna – Você sabe qual foi o último deus que a derrotou em uma batalha pela Terra? Nenhum. Athena não foi derrotada uma única vez sequer.

Afrodite revirou os olhos.

– Sua preocupação me toca, querido marido – seu tom de voz deixava claro que ela estava mais irritada do que comovida – Mas eu tenho Ares do meu lado, não preciso nem da sua ajuda, nem dos seus conselhos, então se você quiser voltar para o vulcão do qual você veio… Eu agradeceria, tenho coisas a fazer, você sabe.

Mesmo após mais de um milênio, a relação de Afrodite e Hefesto ainda era algo estranho. Instável. Imprevisível. Ou melhor dizendo, as ações da deusa do amor eram inteiramente previsíveis, era como seu marido respondia a elas que não podia ser adivinhado.

Até naquele momento, com aquela tão óbvia provocação, o deus nada fez além de erguer uma grossa sobrancelha. O mesmo deus que uma vez, há incontáveis anos atrás, aprisionara Ares e Afrodite em uma rede, ao flagrá-los na cama, e arrastara os amantes nus para apresentar a prova da traição para que todos os Olimpianos presenciassem. Não fosse a intervenção de Poseidon, teria deixado o casal aprisionado por toda a eternidade.

Agora, todavia, tinha outras preocupações além de simples orgulho ferido e a frivolidade da 'esposa'. Havia Eros, que para todos os efeitos era seu filho, embora soubesse que tecnicamente não era. Havia Atena, seus cavaleiros, o futuro da Terra.

Foi até a porta, sem mandar um segundo olhar para a mulher, seu passo pesado e desigual. Afrodite reparou uma última vez em como o homem com quem tivera o azar de casar era feio. Ele a deixou sozinha, muito provavelmente para voltar para seu vulcão e sua forja.

Que fosse, Afrodite não precisava dele. Não precisava de nenhum homem, embora se tivesse que escolher algum para entretê-la, esse alguém definitivamente não seria o coxo Hefesto. O pensamento a levou de imediato para Ares, com seu corpo escultural e seu olhar selvagem.

Há dias não o via, e começava a ficar entediada sem a sua presença. Ocupado com a pequena Atena, sem dúvidas. Afrodite não estava completamente ciente dos planos do amante para aquela Guerra, na verdade, fizera questão de não se envolver com os detalhes sórdido. Sabia como Ares ficava ao se deparar com uma Guerra e honestamente, a deusa preferia desfrutar dos espólios de uma batalha ganha, ao ter que lutá-la.

Sentou em frente ao piano, passando os dedos por suas teclas. Com a elegância digna de seu nome, tirou uma suave e doce melodia do instrumento. Deixou um sorriso verdadeiro escapar, o primeiro naquele dia enquanto recordava-se de quando ensinara suas pequenas cárites a arte da música.

~*o*o*~

A cárite Aglaia estava atônita. Sua deusa havia lhe concedido um dia de folga. De folga! A jovem não sabia o que esperar daquilo. Nunca, em todos os seus anos ao lado da deusa do amor, havia ganhado… Uma folga! Oras, proteger Afrodite não era um trabalho do qual poderia ser dispensada, era sua vida! Mesmo quando se casara, há alguns anos atrás, ninguém havia tocado na palavra 'folga'.

Quanto mais ela pensava no assunto, mais ela não gostava da presunção de que ser uma cárite era algo mais como uma função do que o seu destino. Ela era uma cárite! Ela não… Estava trabalhando como uma.

E quanto mais não gostava daquela presunção, mais indignada ficava. Tália não havia piscado duas vezes ao receber a notícia, desaparecendo para algum canto. Eufrosina havia sido enviada a algum lugar para um treinamento especial, o que quer que fosse que aquilo significava. Às vezes Aglaia sentia como se fosse a única que realmente se importava com sua deusa e com as colegas.

Caminhando pelo magnífico jardim da morada de Afrodite, a cárite não conseguia escapar daquele sentimento. O pior, não se atrevia a discordar de sua deusa, pois sabia que ela deveria ter um motivo para ter dispensado suas cárites. Apesar disso, precisou se refugiar no exterior da mansão para conseguir manter a cabeça fria.

Um par de pesadas mãos envolvendo sua cintura a tirou de seus pensamentos. Aglaia sorriu, instantaneamente esquecendo de suas preocupações. Colocou-se na ponta dos pés, inclinando sua cabeça para conseguir alcançar os lábios do homem atrás de si. Pode sentir pelo beijo que ele também abrira um sorriso.

Por fim, acabou se afastando alguns passos, para poder se virar e encarar propriamente o homem a quem entregara seu coração.

Damon não era um homem bonito, no sentido tradicional da palavra. Seus lábios eram por demais finos, seu nariz um tanto excessivo para o rosto. A expressão severa em sua face o envelhecia, fazendo com que o guerreiro não fosse exatamente o habitante mais popular de Afrodisias.

Aglaia o amava por isso. Amava o semblante sisudo, o jeito que sua testa se franzia com frequência, em claro aborrecimento, amava as linhas de expressão em seu rosto másculo. Mais do que isso, a cárite amava o jeito que o rosto do marido se iluminava ao vê-la, como as linhas em sua testa desapareciam e como um único sorriso parecia transformar aquele homem, tão sério e carrancudo, em alguém digno do amor de uma cárite.

– O que acha que Afrodite está tramando? – Perguntou o homem, em sua voz grossa e baixa.

Outro motivo pelo qual o amava. Sua voz. Zeus, como Aglaia amava a voz do marido, naquele timbre baixo, quase rouco, que trazia arrepios a sua pele mesmo com os sussurros mais inocentes. Teve que se forçar a prestar atenção no que ele dizia.

- Não é o meu lugar questionar os pensamentos de minha deusa. – Respondeu displicente, não tendo pensado muito antes de responder.

Damon abriu um meio sorriso, mas não comentou a óbvia displicência da cárite, ou o porquê dela. Com um suspiro satisfeito, ele encostou os lábios no pescoço da mulher, em um gesto que embora não fosse exatamente um beijo, era claramente de afeto.

Aglaia fechou os olhos apreciando o momento. Às vezes mal podia acreditar que estavam em Guerra. Além da ausência de Eufrosina, pouco mudara em seu dia a dia, não haviam nem recebido alguma orientação quanto a situação. Afrodisias continuava tão bela e pacífica como sempre fora, desde sua criação, era possível que os moradores nem estivessem cientes do conflito com Atena.

– E o que a minha deusa está pensando? – Damon sussurrou em seu ouvido, causando outro arrepio na mulher. Aglaia pensou que aquele comentário por si só era uma heresia, mas não pode evitar a quente sensação que a invadiu ao ouvi-lo.

– Estou pensando em como as coisas aqui são pacíficas… É como se nada estivesse acontecendo. – Ela tinha que erguer a cabeça para conseguir encarar a face do marido. Damon era bem mais alto do que ela. Alto, atraente… Ridiculamente atraente. Aglaia riu sozinha.

– E você está rindo, por quê? – Ele ergueu uma sobrancelha.

Aglaia fez um 'não' com a cabeça, ao invés de responder. Colocou-se na ponta dos pés para beijar os lábios de Damon. Suas mãos encontraram apoio no tórax bem definido do homem. Ele tinha o físico de um guerreiro, apesar de não ser.

Damon enlaçou Aglaia pela cintura, a prensando contra seu corpo e a erguendo alguns centímetros do chão. Aprofundou o beijou, causando um gemido na mulher.

– Estamos no jardim, Damon. – Ela resmungou, sem parecer realmente incomodada.

– E? – Damon respondeu rindo.

Aglaia lhe acertou um leve tapa no tórax, se desvencilhando de suas mãos.

– Sou uma Cárite, amado, tenho uma reputação para proteger.

Ele revirou os olhos. De mãos dadas, os dois passaram a caminhar pelos jardins, sem nenhuma outra preocupação, além do amor que sentiam um pelo outro.

~*o*o*~

Tália não era casada. Não tinha namorado ou amantes. Na verdade, o interesse da cárite no sexo oposto (ou em sexo mesmo) era simples e absolutamente… Nenhum. Aliais, o sexo oposto, o mesmo sexo, ou qualquer um que não fosse sua deusa, Tália não estava interessada. A jovem parecia mais robô do que um ser humano, de carne e osso.

Por isso, apesar de ter "recebido" a "missão" de tirar o dia de folga, assim que estava sozinha, se viu sem absolutamente nada para fazer. Não tinha hobby, nunca teve a curiosidade de procurar um e não tinha amigos, nunca entendeu exatamente o conceito de "amigos".

O conceito de "folga" (de acordo com o dicionário: ócio, descanso, período de inatividade para um trabalhador) a proibia de ir treinar, como fazia sempre que se via com algum tempo livre em suas mãos.

A pequena jovem de cabelos vermelhos tinha o rosto desprovido de qualquer emoção. Estava em seu quarto (uma grandiosa suíte com direito a cama de casal com dossel e lençóis de seda, insistência da própria Afrodite), sentada na cama com as costas eretas.

Encarava a parede branca do quarto com aquele olhar vazio que causava desconforto em muitos dos moradores do lugar. Não que ela se importasse. Na verdade, nem entendia o porquê das pessoas de Afrodisías a tratarem como se fosse alguma espécie de ser de outro planeta. Aquilo poderia ofendê-la… Se ela se importasse com os moradores, o que não fazia.

Inspirou.

Expirou.

Inspirou.

Expirou.

O que deveria fazer? Ou melhor, o que Afrodite desejava que ela fizesse? Talvez devesse ter pedido mais explicações para a deusa… Por fim, decidiu procurar um significado mais profundo para a palavra "folga", ao invés de incomodar sua deusa. Levantou e foi para a biblioteca da mansão a passos rápidos. Quem sabe não havia alguma enciclopédia para ajudá-la em seu impasse.

Comentários

Lune Kuruta – Acho que me entretenho mais lendo as suas reviews do que escrevendo a fic! Huhauhauhuhau. Que bom que você gostou do capítulo, apanho horrores pra escrever… Quando eu bati o olho na ficha do Sebastian pensei na hora que encaixava com a do Alexis! Hahahaha, adoro escrever os dois juntos!

Helu – Ai, demora, mas um dia sai! Hahahahahaha…. Agora o próximo capítulo posso deixar pro ano que vem….. brinks, hahahaha 3

Margarida – Siiim, a série é maravilhosa! Quando eu vi o Mads Mikkelsen de Hannibal pela primeira vez eu p-i-r-e-i! Huhauhauhauhauha. É… nada de gold nesse capítulo, mas farão todos suas estreias no capítulo IV, já tenho até o começo escrito.

Alecto Berkley – Quem mandou falar que foi obrigada a mandar review? Agora Aeden terá que torturar Eufrosina um pouco mais, há!

Huhauahuahuahuahauauhauhauhauahu

Amore, vc sabe que não to exagerando quando eu flo q a fic só vai pra frente por vc e a Helu!

Lebam – Sem erotes nesse capítulo, mas pudemos ver o outro lado pelo menos… Vou criar um fanclub do Sebastian e do Alexis, hahahaha, adooooro escrever a relação dos dois, mto fofa.

Felt Morgan – Aeden é um dos favoritos da fic, tdo mundo quer tirar uma casquinha, huahuahauhau, altos planos para ele!

Aredhel Atreides – Hannibal é tudo! Hahahaha, adoooooro! Que bom que tenha gostado do capítulo :)

Emmit Remus – Huahauahuahuahau, bom, eu demorei só um pouquinho pra atualizar né? Quase nada, só uns seis meses! Hahahahaha Nesse capítulo teve um pouco mais de Neil, (digo, no próximo, que tecnicamente é esse… digo… na Parte B… Digo… Er… Então, ele aparece) espero que tenha valido a espera. E adoro o Sebastian e o Alexis também, ahahaha, vou montar um fanclub!

É isso! O capítulo 3 na verdade é uma espécie de interlúdio, do pondo de vista das Cárites e dos Berserkers… Demorou pra sair (como sempre, aliais, hahahaha, ops?), mas pelo menos veio dobradinha! Tudo bem que tanto a parte A agora quanto a parte B ficaram meio, um pouquinho, totalmente minúsculas… Mas bem, well… Hahahahaha, ops[2]?

No capítulo IV teremo finalmente os golds! F-I-N-A-L-M-E-N-T-E! Huhauhauahuahuahu, vamos ver também a reação do Santuário ao massacre.

E como já é de praxe…. Um agradecimento especial para Mache-san e a Alecto Berkley! Amores, sem vocês o capítulo não nascia, hahahaha.

Beijos a todos e todas!

AsianKung-fuGeneration