Aceita essa flor?
Victoria: Pooooxa, queijo é tão bom, principalmente o branco *o* Eu nem tinha pensado nessa de conquistar pelo estômago, hum. Eu tinha pensado mesmo em fazer alguma coisa pro povo rir HUSHUASHUAHUSHUASHU espero que goste desse capitulo e boa sorte em descobrir a flor favorita dela.
carol mamoru: Ainda bem que não foi envenenado, né! Imagina! Tadinho do James T.T Pode apostar que ele ficou feliz! Ah, tomara que vocês goste desse cap. também *-*
Danii A. Evans: Parece que todo mundo gostou do queijo HSAHUASHUAHUSHUAS Jay muito fofo, oindo, nem eu resisto *o* Continue acompanhando!
F. Ismerim Snuffles F.: Review pequeno! O.o Mas o que vale é a intenção, obrigado de qualquer jeito *o* Viu? continuei! Curta o capítulo.
Rose Anne Samartinne: Não ligo se você delirar não HUSAHUASHUAHUSHUASHUUHAS até eu gostei desse queijo o.o *vontade súbita de comer um queijo*. Síiiirius 3 Sempre criativo, sempre criativo... Barriguinha do Jay 3 (nossa, como seu eu já tivesse visto --') Posso sonhar, né? HUSHUASHUAS Feliz Ano Novo pra você também e aproveite a leitura!
Carolzynha LF: fico muito feliz que você esteja gostando, continue a ler *-*Fofo, né, esses dois?
Milene Potter: Parece que as pessoas realmente gostaram desse queijo! Own, Jay romântico escrevendo cartas e mandando flores (L) Vamos pensar pelo lado positivo, né, que pelo menos a Lily mandou o queijo, melhor que não mandar nada ou uma coisa pior o.o Capítulo novinho em folha, aproveite!
MidnightStar44: AH, SUA TONHA, só decide ler a fic por causa do queijo, né? ._. Como você é má... VIVA O QUEIJO *O* Leia aí o cap, tentei fazer uma coisa engraçada também, nesse ._. P.S, as melhores partes da carta 3
Ana Lê: Não parei de escrever não, relaxa! Só dei uma pausa pro meu cárebro, que estava sob pressão aqui.... Mas aí está o capítulo, espero que você leia e goste! Birgado, ok? Fico feliz que tenha gostado *-*
E uma mensagem antes do cap.: FELIZ 2010 PARA TODOS!
IV - Acordando no Manicômio.
"Graciosa Lily,
Honestamente e do fundo do meu coração, agradeço pelo queijo. Nunca comi nada mais delicioso na minha vida. Se não fosse ousadia demais, pediria outro, mas sei que você não me daria.
Agradeço à sua mãe acima de tudo.
Você gosta de margaridas? É simples, eu sei, mas o que vale é a intenção.
Dessa vez são quatro, use e abuse.
Vou continuar a busca sim, e você podia me dar uma dica, não?
Anciosamente,
JP.
P.S: Eu li a carta para os dois, eles agradeceram também pelo queijo.
P.S.S: Quaisquer reclamações dessas cartas, sou todo ouvidos."
.x.x.x.
Dessa vez não dormi, acordara agitado. Também não tinha nada a fazer se não esperar os dois dorminhocos acordarem, mas não me importava.
Fiquei deitado em minha cama pensado no sabor daquela delícia amarela. Talvez no futuro, quando eu namorasse a Lily, eu pudesse apelidá-la de 'minha queijinha'...
Não, eca, esquece.
Apoiei os braços atrás da cabeça, cruzei as pernas; precisava de alguma coisa pra ocupar minha mente.
Pensei em quadribol, mas isso não te deixa entretido por muito tempo.
Levantei da cama e fui até a janela. Na árvore mais próxima havia um passarinho azul marinho pulando pra lá e pra cá. Bah, não me prendeu por muito tempo também.
Finalmente decidi que ia acordar Aluado e Almofadinhas na marra, porque não haviam passado nem 15 minutos que eu escrevera a carta e já morria de tédio no meu quarto.
Segurei forte minha varinha enquanto atravessava o grande corredor da mansão, pensando em maneiras hilariantes em se acordar alguém.
Possíveis tentativas:
1 – Água fria.
Não, muito clichê.
2 - Levitar e derrubar.
Não, também não.
3 – Música alta.
É uma boa, mas meus ouvidos também seriam vítimas.
Então esse era um caso pra magia mais pesada...
Havia chegado à porta do quarto de Sírius, que era antes do de Remus. Almofadinhas dormia pesado, então eu tinha que inventar qualquer coisa que pudesse acordar até uma pedra.
Abri a porta devagar, quase flutuando para chegar à cama; ele até roncava alto, parecia um cachorro babão. Enquanto pensava se não ia mudar meu plano inicial, levantei a varinha e murmurei o que precisava.
E então um enorme leão apareceu entre mim e Sírius, rugindo que nem um não sei o quê.
– VAI, VAI, GRIFINÓRIA! – Gritou Sírius pulando da cama ainda de olhos fechados. Ri enquanto ele abria os olhos e via o monstro à sua frente, ri enquanto ele capotava no chão de susto e continuei rindo quando desfiz o feitiço. Aquilo tudo foi engraçado.
– Você me mata de rir, Sírius... – É, aproveitei pra rir mais um pouco. Almofadinhas se levantou.
– Você? Eu que to morrendo aqui, seu corno!
– Ah, vai, você gostou, não gostou? – Ri mais um tantinho e levei um tapa do caramba na cabeça. Acho que se eu olhasse num espelho naquele momento, podia ver cinco dedos em minha testa. – Tudo bem, parei de falar.
– Que horas são? – ele bocejou e coçou os olhos, ainda irritado. Para alguém com um cérebro tão pequeno, fazer as duas ações ao mesmo tempo era uma façanha e tanto! Ok, nem tanto assim – E por que diabos você me acordou?
– São seis e meia... Você prefere que eu explique a história toda ou só diga tudo em uma palavra?
– Diz a palavra, to com muito sono pra ouvir qualquer história.
Esperei um pouco, queria causar o impacto que eu desejava.
– Tédio. – Segurei a gargalhada que ia sair, não ia ser muito legal rir na cara de um bêbado de sono que acabou de ser acordado na marra... Ele veio para cima de mim.
Acho que eu não devia ter falado nada.
– SEU VEADO! – Soco. – CORNO! – Chute. – INÚTIL! – Soco. – VAGAL! – Chute.
Doeu, ah... doeu.
– AI! PARA, SEU CACHORRO, SENÃO NÃO VOU DEIXAR VOCÊ ME AJUDAR A ACORDAR O REMUS! – que já devia estar acordado há muito tempo devido à nossa pequena gritariazinha. Ele parou de me bater, mas me fuzilava pelos olhos cinza.
– Ok, mas é só porque vai ser legal, nada mais.
Ignorei-o completamente, o que contava é que agora eu tinha um aliado contra o pior inimigo que você podia imaginar. E o último que você imaginaria como inimigo também... Remus. Sim, Remus J. Lupin.
Andamos o resto do corredor até o quarto em que Aluado estava e sentamo-nos à porta.
– Então, o que vai ser? – disse o bonitão aqui.
– Quero que você pare com essa cara de convencido.
– Ahn?
– Você está fazendo aquela cara de narrador que se idolatra na própria história.
– Quê?
– Aposto que você acabou de se chamar de bonitão nessa coisa aí que você chama de narração.
Uau. Ok, vamos fingir que esse diálogo não aconteceu.
– Então, o que vai ser?
– Não sei, você tinha algum plano?
– Nenhum. Acordei você primeiro porque é difícil usar truques contra o Aluado.
– Realmente... Desde o terceiro ano, quando o empurramos da cama do dormitório, ele tem usado várias e várias armadilhas contra qualquer um que se aproxime da cama dele.
Bons tempos aqueles, bons tempos...
Fiquei pensando profundamente por uns segundos, lembrando de Hogwarts... Então eu tive um epifania.
– Podemos fazer ele ter um pequeno pesadelo... – Semicerrei os olhos, olhando diabolicamente para lugar nenhum.
– E com isso você quer dizer...
– Vamos, Sírius, eu tenho um plano. – Levantei-me e conjurei no ar livros antigos de magia, entregando-os nas mãos de Almofadinhas. – Siga-me.
Abrimos a porta, olhamos ao redor, demos um passo á frente em sincronia. Estava tudo escuro, Remus dormia de lado, os óculos no criado-mudo. Outro passo e ainda não havia acontecido nada.
Sírius deu um passo em falso numa tábua e uma barreira se projetou ao redor da cama do Aluado. Era uma barreira bem simples, a removi em um instante.
Continuamos andando até que alguma coisa aconteceu e voltamos para perto da porta, do outro lado do quarto. Lobinho esperto.
– Ele colocou um feitiço de confusão temporária naquela área ali! – murmurei para Sírius.
– Eu sei! – ele devolveu no mesmo tom. – Sabe desfazer esse?
– Não...
– Há, há, eu sei! – Eu precisava lembrar a ele que aquela não era uma boa hora pra me provocar? Qual é, estávamos no meio de uma ultra missão ali!
– Então desfaça!
– Ok, ok, só abaixa um pouco o volume da voz! – ele alertou entre sussurros.
Retomamos nosso caminho até a cama, esperando que nada mais acontecesse. Era hora de usar os livros. Peguei um dos que Almofadinhas segurava, abri em qualquer página e comecei a estraçalha-lo.
– Socorro, tem alguém destruindo todos os livros da biblioteca aqui de Hogwarts! – comecei a gritar. Sírius captou a mensagem e deu mais alguns livros pra mim, enquanto ele mesmo destruía os outros.
– Os livros estão sendo destruídos!
– Alguém salve a biblioteca!
– Alguém ajude, os livros não vão sobreviver por muito mais tempo!
Isso era, de algum jeito, reconfortante... Digo, era bem divertido estraçalhar livros velhos e conjurados do nada pra acordar meu amigo.
Ouvimos um baque.
– NÃAAO! NÃAAO! OS LIVROS! EU TENHO QUE SALVAR OS LIVROS! – Remus gritava caído no chão, procurando os óculos, desesperado. Ele os achou e se levantou, deparando-se conosco.
– Bom dia, meu lobão... – Atiçou Almofadinhas. Aluado parecia confuso, procurando qualquer indício de uma biblioteca destruída ali por perto, mas no seu campo de visão só existia eu, Sírius e os livros velhos.
– Seus... ARGH! – ele deu um tapa em mim e no Sírius – O que vocês estavam pensando? Depois de todo o trabalho que eu tive para montar as armadilhas! ...ESSES LIVROS NÃO SÃO MEUS, SÃO?
- Calma, Aluado, CALMA! – Sírius gritou. Era meio confuso entender o que ele dizia entre as gargalhadas. – São só alguns livros sem importância, conjurados! Relaxa!
– FIQUE QUIETO! Vocês me deram um susto do caramba, seus idiotas!
– Relaxa, Remus... – tentei o acalmar – E bom dia, aliás.
– É, seu animal, enfia esse seu 'Bom Dia' no...
Ok, ok, acho que não era muito bom deixar o Aluado bravo. Enfim, fui salvo pelo gongo. Quero dizer, pela coruja...
– Olha James, seu amor já te respondeu! – Falou Sírius pegando a carta do pé de Trixie, que voava em círculos pelo quarto de Remus. Peguei a carta da mão dele.
"Caro James Potter,
Sua primeira dica: é uma flor.
Que tal, foi útil? E, ahn, margaridas são até legais com toda essa simplicidade e tal, mas ainda não é isso. Continue tentando.
Atenciosamente,
LE.
P.S: Fico feliz que tenham gostado do queijo, minha mãe ficou lisonjeada.
P.S.S: Ia ser um favor se você voltasse a mandar só uma flor de cada vez, sabe..."
– Uau, grande dica es.. – comentei depois de acabar a rápida leitura.
– Você não nota não, Pontas? – perguntou Remus me interrompendo. Não entendi o que ele quis dizer.
– Não noto o quê, Aluado?
– Preste atenção nas cartas da Lily! Em nenhum momento ela falou pra você parar de mandar cartas ou até mesmo as flores! Até mesmo um presente te mandou!
– O queijo foi presente da mãe...
– Que seja, é presente do mesmo jeito...
– Ok, e o que isso quer dizer?
Aluado e Almofadinhas se entreolharam.
– Aí, meu caro Pontas, você vai ter que descobrir sozinho... – Sírius disse.
Ah, a vingança dos que foram acordados... Como eles eram maus. Mas bem, pelo jeito que eles diziam e com o sorriso que eles estavam, o que quer que eles quisessem me dizer era uma coisa boa.
Fiquei pensando nisso o dia todo.
Almocei pensando nisso, assisti as palhaçadas diárias de Sírius pensando nisso, jantei pensando nisso e até sonhei com isso.
Sabe, tem dias que meu cérebro não é muito legal comigo...
Mas quem sabe eu descobrisse minha resposta na carta do dia seguinte?
Continua...
N/A: E aí? Esperaram de mais? Ok, eu sei que não, vocês não gostam de mim mesmo ._.
De qualquer jeito, aqui tá o cap. bem grandinho dessa vez pra vocês que leem a história *-*
Espero por reviews, se não for muita ousadia pedir ._.
Beijos, até o próximo capítulo,
Hella.
