Será que o Edward vai atrás da Rose? Bella e Edward vão trocar farpas hoje.
Capítulo 3
Edward dirigiu direto para casa, seu orgulho e tudo mais queimando depois de seu encontro com Isabella. A piedade em seus olhos. A simpatia...
Ela era a última pessoa que ele queria sentindo pena dele. A última.
No entanto, era tudo o que ele podia fazer para impedir ele mesmo de dar meia volta com o carro e pleitear com ela para que ela dissesse o que Rosalie havia dito a ela durante os últimos cinco dias.
Que ela havia se confidenciado com Isabella não havia dúvidas, assim como ele sabia que neste momento Isabella tinha uma noção muito melhor de onde ele ficava em relação a sua noiva - ex-noiva - do que ele. A descoberta o atingiu como uma pedra em seu estomago, intragável assim como a piedade de Isabella.
Não seria a primeira vez que Rosalie teria confidenciado questões extremamente pessoais relacionadas ao relacionamente deles a sua amiga. Isso o irritou tanto quanto antes. Ele havia se comprometido a compartilhar sua vida com Rosalie. Ter filhos e envelhecer juntos. Ele odiava pensar que havia coisas que ela sentia que não podia discutir com ele.
Não é como se você contasse tudo para ela. O que vale para um...
Ele afastou o pensamento errante. Isto não era sobre ele. Isto era sobre Rosalie. Sobre o que ela queria - que, aparentemente, Isabella estava a par e ele não.
Toda sua vida ele possuiu a capacidade de compartimentar seus sentimentos e pensamentos, uma habilidade de sobrevivência que lhe tinha sido muito útil na casa popular de propriedade do Groverno na qual ele cresceu. Assim que ele estacionou na garagem atrás de seu apartamento, ele sacudiu suas dúvidas, e raiva, e orgulho ferido. Seu objetivo imediato era encontrar Rosalie. Todo o resto podia esperar.
Uma vez que ele estava dentro de casa e na frente de seu computador, ele levou cinco minutos para reservar uma passagem no próximo vôo para Melbourne, Austrália. Ele fez uma ligação rápida para o avô de Rosalie, Harold Brandon, para deixá-lo ciente de que ele estava indo atrás de Rosalie, ouvindo com uma crescente impaciência os conselhos do outro homem para que ele fosse paciente, mas intransigente em sua negociação com ela. O avô de Rosalie a amava muito, mas não tinha como fugir do fato de que sua atitude em relação a ela era super-protetora e mais do que um pouco Vitoriana.
Era uma postura que sempre deixou Edward desconfortável, mas ele nunca se sentiu capaz de comentar sobre isso com Harold ou com a própria Rosalie. Contra todas as expectativas, Harold o tinha contratado como novo advogado, um recém-formado, e, quando ele notou Edward lutando em seu novo ambiente, ofereceu-lhe a orientação e conselhos que ele necessitava para transitar pela política mortifera e hierarquias de um escritório de advocacia há muito tempo estabelecido. Tudo o que ele era hoje ele devia a Harold Brandon.
Tudo.
"Eu aprecio o conselho", ele disse quando o homem mais velho finalmente parou para respirar, "mas eu não tenho certeza se repreensão irá me levar a algum lugar com Rosalie neste momento."
"Ela está chateada. Todos nós entendemos isso. Mas uma vez que ela se acalmar, ela vai entender que todos estavam apenas fazendo o que era melhor para ela."
Edward fez uma careta. Ele não havia dito algo semelhante a Isabella menos de vinte minutos atrás? Ouvindo suas próprias palavras sairem da boca de alguém o fez consciente de como pomposo e paternalista ele deve ter soado.
Ele mudou de posição, inquieto ao lembrar de outras ocasiões nas quais ele havia dito algo semelhante a Rosalie. Por cinco dias ele viveu na esperança e na certeza de que o que estava errado entre eles podia ser concertado - ambos eram pessoas racionais, afinal de contas, e tinham seis anos de coisas boas entre eles -, mas pela primeira vez uma ponta de dúvida penetrou sua mente.
Antes dela sair da casa de seus avós, Rosalie o tinha acusado de não conhecê-la. Ela disse que ele estava tão ocupado dizendo-lhe o que era bom para ela, que ele não tinha idéia de quem ela era ou do que ela realmente queria. Ela tinha chamado a si mesma de covarde por não ter falado sobre seus verdadeiro sentimentos.
Em seguida, ela cancelou o casamento.
Mais uma vez, ele afastou os pensamentos assustadores. Assim que ele a tivesse encontrado, eles iriam conversar. Um passo, um desafio de cada vez.
"Harold, eu preciso ir para o aeroporto. Eu encaminhei um email para minha assistente, Tammy, para que ela reagendasse todos os meus compromissos desta semana. Com sorte, eu estarei de volta com Rosalie no início da próxima semana."
"Mantenha contato", disse Harold. Havia um tom de fragilidade em sua voz, um lembrete de que ele já estava acima dos setenta anos de idade.
"Eu manterei. Você e Vera mantenham a calma, ok? Eu tenho isso sob controle."
Ele desligou o telefone e pegou sua mala de viagem no maleiro. Ele colocou algumas cuecas, uma camisa limpa e diversos produtos de higiene pessoal, então ele chamou um táxi e guardou os papéis referentes ao seu atual trabalho dentro de sua pasta – se ele ia ficar preso no trânsito por horas à fio, ele poderia ao menos ser produtivo. Quatro horas mais tarde, ele estava voando para o outro lado do mundo.
Engraçado, mas ele sempre quis viajar para a Austrália. Quando criança, sua mãe tinha sido uma ávida espectadora das novelas australianas, e ele não podia ouvir a familiar música tema de Neighbours sem ser transportado de volta para o apertado apartamento no qual ele cresceu. Esme Cullen tinha amado os imensos céus azuis e o brilho da vida na Austrália retratados no show, e todos os dias ela tinha sentado confortavelmente em sua poltrona, sua xícara de chá ao lado, ele a seus pés, enquanto assistiam a meia hora de pura ficção sobre um mundo que, mesmo naquela época, lhe parecia bom demais para ser verdade. Ainda assim, aquilo tinha feito ele desejar ir e ver por si mesmo. No fundo de sua mente, ele pensou que era algo que ele e Rosalie poderiam fazer juntos um dia.
Ele se sentia cansado e desmazelado quando ele adentrou na madrugada fria de um dia de verão de Melbourne, vinte e quatro horas depois. Ele tinha feito uma reserva on-line de um carro e se dirigiu ao quiosque da empresa, preenchendo os papéis necessários. Meia hora depois, ele estava na estrada, olhando as placas de trânsito e tentando se localizar.
Philip Island lozalizava-se a uma hora e meia de Melbourne. Ele parou duas vezes para tomar café, e já eram quase nove horas da manhã quando ele estacionou o carro na pacata cidade litorânea de Cowes em Philip Island. À sua esquerda havia um píer de madeira acinzentada, na qual a cintilante água azul batia, à sua direita várias lojas vendendo biquínis, toalhas de praia e calções. Ele abaixou o quebra-sol do carro para verificar sua aparência no espelho. Seus olhos estavam vermelhos, seu cabelo uma bagunça, a camisa amassada. Ele arrumou o cabelo com os dedos antes de fechar o quebra-sol. Não importava que suas roupas estivessem amassadas e seus olhos vermelhos. Não era nenhuma dessas coisas que iria convencer Rosalie a voltar para casa com ele.
Receoso de deixar seus objetos de valor dentro do carro em uma cidade estranha, ele levou sua mala de viagem e sua pasta com ele e dirigiu-se para o hotel Ilha de Wight. A menina atrás do balcão era muito jovem, talvez tenha sido por isso que ela ficou feliz em informar o número do quarto de Rosalie a um completo estranho.
Ele olhou ao redor do bar principal, enquanto ele seguia a direção apontada pela garota para as escadas que o levaria ao primeiro andar. O carpete debaixo de seus pés era pegajoso e o ar cheirava a cerveja velha e óleo de cozinha. Um homem bronzeado e corpulento, com cabelos queimados pelo sol, deu um aceno amigável com a mão para ele enquanto ele passava pelo bar. Edward respondeu assentindo com a acabeça antes de subir a escada.
Ele parou quando chegou à porta do quarto de Rosalie, consciente de que seu coração estava batendo forte dentro do peito.
Ele a amava. Ele amava a bondade, a paciência e a determinação serena dela. Ele amava a elegância e a discreta descência dela. Ela era uma das melhores pessoas que ele conhecia.
Ele precisava dela em sua vida. Ele precisava fazer com que isso funcionasse entre eles. Caso contrário, tudo aquilo pelo qual ele havia se esforçado para conseguir teria sido para nada e ninguém.
Ele levantou a mão e bateu. Houve um momento de silêncio, então ele ouviu alguém se movimentando do outro lado da porta.
Ele respirou fundo, aguardando. Esperando.
E então a porta se abriu.
~~x~~
Isabella agoniou-se durante um dia inteiro sobre como contar a Rosalie o que ela havia feito e, finalmente, optou pelo caminho mais covarde - e-mail. Ela sentou-se para escrever a mensagem três vezes antes de finalmente confessar que ela havia simplesmente falado demais para o Sr. Rabugento e que ela sentia muito por ter sido uma amiga tão fraca, mas que ele tinha sido tão insistente e ele estava tão triste que ela se sentiu incapaz de negar-lhe o pedido. Ela pressionou o botão enviar e sentou-se para esperar a resposta da amiga.
Demorou dois dias até que a resposta de Rosalie chegasse a sua caixa de email - dois dias de Isabella tentando suportar a espera e o fato de sentir-se a pior amiga de todos os tempos.
Está tudo bem, Bella. Você fez a coisa certa. Não era a minha intenção que você ficasse presa no meio de tudo isso. Edward apareceu na minha porta há alguns dias atrás. Nós conversamos. Eu espero que continuemos amigos. Acho que o tempo irá dizer.
Escreverei mais assim que puder.
Te amo,
R.
Isabella franziu a testa para a tela de seu computador. Era só ela, ou o relato de Rosalie do que havia acontecido foi lamentavelmente insuficiente? Onde Edward estava agora, por exemplo? Ele tinha voltado para casa? Quando Rosalie voltaria para casa? Talvez Isabella estivesse exagerando quanto a economia de palavras no email de sua amiga, mas ela sentiu que havia algo a mais acontecendo com sua amiga. Algo sem relação com Edward e com o pai dela.
O sino da loja tocou e ela olhou para cima, avistando um homem alto, com ombros largos na porta. O sol estava diretamente atrás dele, reduzindo-o a apenas uma silhueta, e seu coração deu uma martelada louca e nervosa contra seu peito.
"Edward", ela disse. No momento em que ele entrou, ela viu que não era Edward. Decepção atingiu seu estomago.
"Desculpe-me. Você pode me dizer onde fica a estação de metrô mais próxima?", ele perguntou, com um amplo sotaque americano.
"No fim da rua, vire à direita. Você deve ver a placa à sua esquerda."
"Obrigado. Tenha um ótimo dia."
O sorriso educado desapareceu dos lábios dela quando ele saiu. Ela não tinha idéia do porquê ela pensou que ele poderia ser Edward, porque Edward tinha sido a primeira pessoa a saltar à mente quando ela tinha visto aquela silhueta alta e larga na porta. Em hipotese alguma Edward apareceria em sua loja voluntariamente. Jamais. De jeito nenhum. Ele a desprezava. Ele achava que ela era uma má influência sobre Rosalie. Inferno, ele provavelmente a culpava por tudo que havia acontecido com sua amiga.
Há não muitos dias atrás, Rosalie disse que ela não precisava mais se preocupar em ficar irada sobre Edward, já que ela nunca teria que vê-lo novamente. Isabella deveria ter ficado grata por isso. Ela deveria estar celebrando até agora por não ter mais que olhar para seus olhos verdes e condenatórios novamente.
Então, por que ela não estava?
~~x~~
Os passos de Edward ecoaram por todo o espaço vazio conforme ele andou da sala de jantar para a cozinha. Ele olhou ao redor da sala para os armários brancos brilhantes e para a bancada de mármore Carrara, em seguida, foi até a janela para ver se o portal tinha sido consertado, de acordo com suas instruções.
Não que isso importasse. Ele nunca iria viver neste apartamento. Ele o comprou para Rosalie. Ele tinha planejado surpreendê-la com a compra quando eles voltassem de sua lua de mel. Ele havia procurado por meses pela propriedade certa. O bairro certo, as proporções corretas. Ele teve todo o lugar repintado, se inspirando na imponente mansão dos avós de Rosalie.
Ele tinha se iludido. Ele podia ver isso agora. Que mulher iria querer uma casa que não tinha escolhido? Melhor ainda, qual a mulher iria querer uma casa que tinha sido decorada de acordo com o gosto de outra pessoa?
A janela abriu sem problemas, indicando que o portal havia sido consertado. Ele fechou a janela, deixando-a correr lentamente.
Ele deveria ir para casa. Já era tarde, e não havia nenhum sentido nisso. Ele estava simplesmente mexendo na ferida. Amanhã ele iria chamar o corretor imobiliário e iria colocar este lugar à venda. Com um pouco de sorte, ele conseguiria o seu dinheiro de volta. Era nisso que ele devia estar se concentrando naquele momento.
Não havia nenhum lugar para sentar, então ele se sentou no chão, de costas contra um dos armários da cozinha, com os pés apoiados no chão, os joelhos dobrados. Ele apoiou os braços sobre os joelhos e olhou pelo corredor até a porta da frente, ignorando o fato que ele provavelmente estava sujando seu terno.
Ele não sabia como se sentir, o que fazer com ele mesmo. Por tanto tempo seu futuro tinha se apresentado na sua frente como este corredor - em linha reta, limpo e totalmente conhecido. Ele sempre soube do que ele precisava - construir sua reputação na Brandon, Malcolm e Venables, tornar-se sócio, solidificar sua posição no mundo. Rosalie tinha sido uma parte fundamental nisso, a mulher que ele havia imaginado ao seu lado enquanto ele tomava os passos necessárias para levá- lo ao lugar onde ele queria estar.
Acontece que o lugar no qual ele queria estar não era o lugar no qual ela queria estar. Engraçado, mas ele nunca tinha pensado em ao menos perguntá-la.
Assim como ele nunca pensou em perguntar a ela se ela gostaria de morar nesta casa, pintada com essas cores.
Ele abaixou a cabeça e massageou o pequeno músculo entre as sobrancelhas. Ele tinha sido um idiota. Um cego, tolo idiota. E ele tinha pagado o preço. Ele havia perdido Rosalie.
A mulher com quem você quer casar não existe. Ela é uma criação, sedimentada por meu superdesenvolvido senso de dever e seu desejo de ser ligado a um homem que, em muitos aspectos, preencheu o papel de pai em sua vida. Eu seria uma péssima, péssima esposa para você.
As palavras de Rosalie, de três dias atrás ecoaram em sua mente. Na época, ele as havia negado. Ele não queria ouviar o que ela havia dito. Ele tinha sido conduzido pelo medo e orgulho, determinado a trazê-la para casa com ele. Eles deveriam subir ao altar em seis semanas. Todos os amigos deles tinham sido convidados para o casamento, junto com seus colegas de trabalho mais importantes. Se - quando - eles cancelassem o casamento, o fato de que Rosalie o havia abandonado seria de conhecimento de todos. As pessoas iriam falar e rir por trás de suas costas. Haveria especulação. Ele seria motivo de chacota. Um homem que não consegue segurar sua mulher.
Mesmo quando a humilhação surgiu outra vez dentro dele, ele sabia que o golpe que havia lhe tirado seu orgulho era o menor de seus problemas. Mais importante para ele era o fato de que Rosalie tinha estado frustrada e sufocada por ele e pela vida que eles tinham planejado juntos.
Ele a havia feito infeliz, e ele não tinha visto isso. Ela tinha escondido isso dele, concordado com tudo, e, ainda assim, por dentro ela estava sufocando.
Não é minha culpa. Ela é uma mulher adulta. Ela poderia ter falado. Me dito o que ela queria, como ela se sentia. Nós deveriamos ser iguais, afinal de contas.
Ele levantou-se. Tirando a poeira de suas calças, ele caminhou para a porta da frente.
Ele não podia deixar seus pensamentos para trás tão facilmente. Eles o apanharam quanto ele chegava ao carro.
Porque Rosalie tinha tentado falar com ele - e ele tinha ignorado ela. Há não muitos meses atrás, ela tinha esperado até que eles estivessem tendo uma noite tranquila e ela disse a ele, de uma forma nervosa e embaraçada, que ela gostaria de experimentar mais na cama. Ela disse que queria apimentar as coisas entre eles, tentar algo novo.
E ele tinha ficado tão desconfortável com o que ela havia pedido que ele a rechaçou. Um contrangimento quente queimou seu corpo enquanto ele recordava a forma como ele havia dispensado suas sugestões. Ele simplesmente havia passado a mão em sua cabeça e dito para ela não se preocupar com tais assuntos, na pressa para encerrar a conversa.
E não era como se ela tivesse pedido por algo ridiculamente bizarro. Certamente nada que ele já não tivesse feito com suas antigas namoradas. Suas fantasias sexuais tinham sido muito baunilha, muito inofensivas para os padrões modernos - e, ainda assim, o pensamento de jogá-la em uma cama e tomá-la por trás tinha parecido tão decadente e fora de questão para ele como se ela tivesse pedido para que ele batesse nela até sangrar ou para que ele a assistisse dormindo com dez homens diferentes.
Na época, ele não havia parado para questionar o porquê, mas Rosalie tinha, como ela tão eloquentemente havia demonstrado quando ela gentilmente, mas com firmeza, cortou os laços que os uniam há três dias atrás.
Vamos dar nome aos bois aqui. Por melhor ou pior que seja, eu estou marcada em sua mente como a neta do homem você respeita mais do que qualquer outra pessoa no mundo. Você mesmo disse - você devo tudo a ele. Quando você olha para mim, você primeiro enxerga a neta de Harold Brandon e depois a mim.
Por mais que ele quisesse repudiar a visão dela do relacionamento deles, suas palavras ressoavam dentro dele.
Vinte anos atrás, ele tinha feito uma promessa a si mesmo de que ele não repetiria os erros de seus pais. Ele tinha sido determinado em sair do ciclo de pobreza e ignorância no qual ele tinha nascido. Ele escolheu a escola, quando seus colegas desistiram. Ele ignorou a sedução das drogas, da bebida e das garotas, ainda que o local onde ele vivia fosse repleto de distrações e tentações, e ainda que sua mãe estivesse perplexa por sua determinação em melhorar de vida.
Ele não tinha sido o garoto mais brilhante de sua classe, mas ele tinha trabalhado duro, estudando e enfiando a cara nos livros até ele atingir as notas mais altas. Quando ele entrou pela primeira vez na biblioteca Wren na Universidade de Trinity, ele olhou em volta, tendo certeza, sem sombra de dúvidas, de que ele era o garoto mais duro e pobre do edifício. Ele tinha conseguido uma bolsa de estudos parcial para cobrir as despesas com as aulas, mas tinha ficado sem o subsídio do governo para arcar com suas despesas pessoais, então ele trabalhava em dois empregos, bem como fazia tudo que estava ao seu alcançe para se tornar uma perspectiva atrativa para um futuro empregador. Ele tinha escutado os apresentadores da BBC e praticado até que ele tivesse conseguido suavisar o seu áspero sotaque do norte de Londres, e ele tinha observado onde seus colegas mais abastados compravam e os copiou. Em suma, ele reinventou a si mesmo - o máximo quanto um homem conseguisse quando estava do lado de fora olhando para dentro. Foi necessário que um homem de dentro, há muito tempo estabelecido, como Harold Brandon se interessasse por ele para completar a sua transformação. Sob a orientação de Harold ele aparou as últimas de suas arestas e ganhou a polidez que permitiu que ele se passasse por alguém nascido e criado para o sucesso. Até este dia ele não sabia porque o homem mais velho tinha tido um interesse nele - talvez porque ele nunca tivesse tido um filho, assim como Edward nunca tinha tido um pai - mas qualquer que tenha sido sua motivação, Harold tinha feito a sua vida atual possível, e a perspectiva de se tornar parte da família de Harold através do casamento com Rosalie tinha tido um enorme apelo para ele, assim como a própria Rosalie.
Ela estava a milhões de quilômetros de distância das meninas com as quais ele tinha crescido. Ela sempre sabia qual a coisa certa a dizer ou fazer. Ela era linda, refinada, elegante. O amor dela tinha sido o selo final em seu sucesso.
E tudo tinha sido um castelo de cartas, a sua fachada equilibrada precariamente em Rosalie.
Sentado em seu carro, ele olhou friamente pelo pára-brisa.
Rosalie tinha tido a coragem de mandar para o inferno todas as farsas, mas ele tinha estado tão comprometido, tão desesperado para fazer parte que ele tinha estado preparado para desempenhar um papel pelo o resto da sua vida.
Seu triste, patético, quando-eu-serei-bom-o-suficiente idiota.
Por um momento ele foi tomado pelo desejo de ligar o carro e simplesmente afastar-se de tudo. A vida que ele tinha criado para si mesmo. A carreira que ele tão arduamente havia construído. Os amigos, os clubes. Ele poderia dirigir e dirigir e dirigir até que ele estivesse em outro lugar. E talvez ele pudesse começar de novo. Fazer tudo diferente desta vez.
Depois de um longo momento, ele ligou o carro e dirigiu para casa. A verdade era que ele tinha lutado muito e durante muito tempo para alcançar essa vida. Gostasse ou não, isso ainda significava muito para ele. Talvez isso fazia dele um fraco, ou um trágico ou um ganancioso, mas era a verdade.
Agora, ele só tinha que descobrir o que fazer com isso.
~~x~~
Isabella soprou entre suas mãos que formavam uma concha. Ela estava usando luvas, mas estava escuro e frio e ameaçava nevar e ela estava com seu traseiro congelando na rua do lado de fora dos escritórios Brandon, Malcolm e Venables.
Ela olhou para o relógio novamente.
Onde diabos ele estava?
Ela mexia de um pé para o outro, o pesado peso da garrafa de aguardente de pêssego belga em sua bolsa de ombro batendo contra seu quadril. Não era a primeira vez que ela se perguntava o que ela estava fazendo, à espreita no escuro, à espera de um homem que mostrou todos os indícios de genuinamente desprezá-la.
E não era a primeira vez que ela não tinha uma resposta pronta.
A razão óbvia era que ela sentia pena de Edward. Ela sabia o quanto ele amava Rosalie, e ela sabia que as coisas estavam acabadas entre os dois, o que significava que ele estava sentindo provavelmente mais do que um pouco de pena de si mesmo e talvez mais do que um pouco de raiva sobre a situação de merda que lhe tinha sido apresentada.
Ela sabia de fato que ele havia desembarcado de volta ao país há dois dias, e ela tinha tido um palpite de que em vez de tirar alguns dias de folga para se recuperar da diferença de fuso horário e cuidar das feridas, ele iria diretamente para o trabalho como um bom soldado. Como se o seu coração não estivesse partido e ele não estivesse se sentindo miserável, triste e solitário.
Idiota.
Ela soprou entre suas mãos novamente. Uma figura apareceu no porta do edifício muito antigo, muito agradavel, onde o avô e o ex-noivo de Rosalie trabalhavam. Ela ficou tensa, mas assim que ele saiu para a rua, ela viu que ele era muito velho para ser Edward.
Embora eles provavelmente iam ao mesmo alfaiate, a julgar pelo seu traje engomado.
Ela olhou para o edifício, olhando para a única janela que ainda estava iluminada. Ela imaginou Edward curvado sobre alguma pilha de papel jurídico empoeirado, enterrando-se em precedentes e advertências e qualquer outra coisa, porque ele não sabia como lidar com seus próprios sentimentos. Ele poderia ficar lá para sempre. Por tudo que ela sabia, ele poderia ser o tipo trágico de viciado em trabalho que dormia no sofá do seu escritório, em vez de ir para casa e ser forçado a encarar sua própria vida.
Ela tomou uma decisão, atravessando a rua para ficar do lado de fora da entrada do edifício. Dois minutos mais tarde, suas esperanças foram respondidas quando uma mulher vestida de forma séria saiu pela porta de segurança. Tentando parecer como se ela soubesse exatamente o que estava fazendo e para onde ela estava indo, Isabella segurou a porta antes que ela pudesse fechar atrás da mulher e entrou pelo hall. O calor seco do aquecimento central a atingiu, esquentando suas bochechas, e ela desabotoou o casaco.
Agora havia apenas o pequeno problema de descobrir em qual andar ficava o escritório de Edward. Ela se dirigiu até o elevador e olhou para a placa de bronze. Ela sabia que Edward trabalhava com insolvência, mas parecia que havia dois andares dedicados à alegia de pessoas declarando a insolvência de seus negócios. Com a economia do jeito que estava, eles provavelmente estavam de olho em um terceiro andar.
Ela entrou no elevador, apertando o botão de ambos os andares.
Ela olhou para o marcador do elevador e tentou ignorar a voz em em sua cabeça que lhe dizia que isso era uma má idéia.
Como ela já havia reconhecido, Edward a odiava. Ele pensava que ela era fácil, mimada e vazia. Não que ele houvesse dito alguma dessas coisas na cara dela - embora ele tivesse feito aquele comentário sobre o catálogo da Playboy. Seu desprezo estava em cada olhar que ele lançou em seu caminho, em cada palavra que ele disse a ela.
E ainda assim, aqui estava ela, uma oferta de paz batendo contra seu quadril.
Ela devia estar louca.
O elevador parou e ela colocou a cabeça para fora. Pelo que ela podia ver, não havia uma única luz acesa em em todo o andar. Para o andar de cima, então.
As portas do elevador se fecharam e ela bateu o pé nervosamente. Outro barulho de chegada e as portas se abriram novamente. Ela colocou a cabeça para fora. Ah. Uma luz. Finalmente.
Ela começou a andar pelo corredor, seus saltos agulha entrando profundamente no tapete de pelúcia. Ela olhou para os escritórios escuros enquanto ela passava, observando a madeira bilhante e o couro polido. Edward havia chegado longe para um garoto das ruas vis de Hackney. Ela se perguntou se ele já tinha tirado um momento para simplesmente parar e apreciar esse fato, ou se ele estava muito ocupado alinhando os objetos em sua mesa ou endireitando a gravata para notar.
Seus passos ficavam mais lentos a medida que ela se aproximava do que ela assumiu ser o escritório dele até que finalmente ela parou de vez. Sua mão encontrou o gargalo da garrafa de aguardente dentro de sua bolsa. Talvez aguardente não tivesse sido a escolha certa. Talvez ela devesse ter comprado para ele conhaque, ou um uísque, ou algo mais adequado para toda essa madeira e pompa e circunstância. Ela havia escolhido a aguardente porque ela se lembrava dele experimentando um pouco uma vez e cometar o quanto ele tinha gostado. Ela concluiu que se ela ia encorajá-lo a afogar suas tristezas e a se enterrar um pouco em algum vício, ele poderia muito bem fazê-lo com algo que ele gostasse.
Ela ergueu o queixo. Ou ela ia fazer isso ou não ia.
Ela caminhou para a frente.
Aparentemente, ela ia fazer isso.
Ela parou quando chegou na porta do escritório dele. Ele estava lendo alguns papéis, usando um par de óculos que teria se sentindo em casa no rosto do avô de Rosalie. Que era, ela supôs, de onde provavelmente Edward pegava sua dicas de moda.
Porém esta noite, como na noite em que ele a abordou na rua, ele parecia muito mais desleixado e menos arrumado do que de costume. Ele tinha tirado o paletó, dobrado as mangas da camisa até os cotovelos e afroxado a gravata. Até seu cabelo estava despenteado, levantado em pontas irregulares como se ele tivesse corrido os dedos por ele.
Ela limpou a garganta. "Oi".
Ele levou um susto. "Que inferno! De onde diabos você saiu?"
Não era a saudação mais acolhedora que ela já tinha recebido.
"Desculpe. Alguém estava saindo lá embaixo e, então, eu me deixei entrar."
Ele tinha se recuperado da surpresa e se acomodou para trás na cadeira, cruzando os braços sobre o peito enquanto a olhava sombriamente.
"Veio para tripudiar, não é?"
"Não. Claro que não."
Edward ficou de pé, contornando a mesa para que ele pudesse enfrentá-la. Deus o livre dele ceder a ela a vantagem dela ficar de pé enquanto ele permanecia sentado.
"Você não precisa ser modesta. Nós dois sabemos que isso é um triunfo para você. Rosalie finalmente trocar seu indigesto e metodico noivo por algum deus bronzeado e surfista australiano."
"Deus bronzeado e surfista australiano? Do que você está falando?"
Ele olhou para ela por cima dos óculos.
"Uma dica para você - a jogada da Pequena Miss Inocente só funciona quando há uma crença verdadeira de que a inocência é possível."
Isabella olhou para ele. Foda-se a tentativa de fazer repações se ele iria insultá-la antes que ela tivesse dito mais do que olá.
"Você é inacreditável, você sabe disso? Você quer jogar acusações por aí, que tal você dar uma boa olhada para si mesmo e sua estúpida e prematura vida de meia-idade? Este é o século XXI, e não 1800. As pessoas fazem sexo em outras posições além da posição papai e mamãe, e muitas mulheres gostam da posição cachorrinho. E não, elas não são todas prostitutas ou estrelas de filmes pornos - elas são pessoas que estão em contato com seus próprios sentimentos, vontades e desejos. Ao contrário de você, Sr. Arrogante-inflexivel."
Edward corou, um vermelho profundo. "Charmosa, como sempre, Isabella. Seus pais devem ser tão orgulhosos."
Ela podia sentir seu próprio rosto corar com calor. "Eu não saberia, uma vez que eles me renegaram anos atrás. Você deve perguntar ao meu pai sobre isso na próxima vez que você estiver puxando saco no Clube Savage."
As narinas dele se alargaram. "Bem, eu devo dizer, que isso foi um verdadeiro prazer. Adeus, Isabella."
Ela o encarou, toda a raiva escorrendo para fora dela conforme ela percebia quão rápido e facilmente eles tinham chegado a acidez quando ela tinha ido ali para oferecer compaixão. "Olhe. Sinto muito. Ok? Foi isso que eu vim dizer." Ela pegou a garrafa de aguardente de sua bolsa e a colocou na mesa dele. "Eu até trouxe uma oferta de paz."
Ele ficou muito quieto, então seus lábios se curvaram em uma pequena imitação de um fino sorriso.
"Experimentando um pouco de remorso pós-manipulação, Isabella? Tenho certeza que isso vai passar."
"Edward. Apenas... cale a boca e ouça, ok? Eu acho que o que aconteceu entre você e E. é uma droga. Sim, eu achava que vocês não serviam um para o outro, mas isso não significa que eu acho que você seja uma pessoa ruim ou que eu não quero que você seja feliz. E eu posso ter feito algumas piadas sobre você ser estressado e ter te chamado de Sr. Rabugento, mas eu nunca disse para R. terminar com você. Eu sei o quanto você a ama."
Edward piscou. Em seguida, ele tirou os óculos e fez todo um teatro ao colocá-los no bolso.
"De novo, obrigado por sua brilhante análise da minha vida particular. Da próxima vez que eu quiser ser julgado por uma mulher que passou quase a vida inteira virando o nariz para os pais dela, eu sei exatamente aonde ir."
Foi a vez de Isabella piscar. "Você não sabe nada sobre eu e meus pais. Portanto, não se atreva a julgar."
"Oh, entendo. Você é a única que tem permissão para ter uma opinião sobre algo que não tem nada a ver com você. É isso mesmo?"
Isabella suspirou. Por que eles sempre terminavam em desacordo? Apesar das palavras iradas que continuavam saltando de sua boca, ela realmente o admirava muito. Ela sabia que ele tinha feito muito trabalho extra não remunerado. Ela tinha um enorme respeito pela forma como ele havia conseguido se erguer pelos seus próprios esforços. Uma parte dela até mesmo gostava do quão sério ele era, mesmo que as manifestações exteriores disso - as roupas, aqueles óculos estúpidos - a levassem a loucura. E ainda assim ela não conseguia passar cinco minutos na companhia dele sem que ela o insultasse e vice-versa.
"Talvez devêssemos fingir que isso nunca aconteceu." Ela se virou para ir embora.
"Você não está se esquecendo de algo?" Ele pegou a garrafa de aguardente e devolveu para ela.
"É um presente."
"Eu não quero isso."
"Por que não?"
"Você sabe por quê."
"Porque veio de mim?"
Será que ele não gostava dela tanto assim?
"Porque eu não preciso da sua maldita compaixão, Isabella."
"Bruto. Você conseguiu."
Ela novamente se virou para ir embora, mas ele marchou na direção dela e agarrou seu braço. De repente, ela estava sentindo a loção pós-barba e o perfume da camisa dele enquanto ele abria a bolsa dela e enfiava a aguardente dentro. Ela olhou fixamente para o rosto dele, muito próximo do dela, mas ele estava focado na sua missão e não olhou para cima até que ele a tivesse soltado e dado um passo para trás.
"Agora você pode ir."
"Adorável. Bonitos modos. Talvez eu estivesse errada, talvez você não mereça a minha simpatia de maneira alguma. Talvez R. seja a pessoa de quem eu deva sentir pena, por suportar um maldito idiota tão rude por tantos anos."
Edward deu uma olhada sarcastica para ela, da cabeça aos pés, aparentemente o olhar "marca registrada" dele quando se tratava dela.
"Há muitas coisas das quais eu vou sentir falta ao dividir a vida com Rosalie, mas passar meu tempo com você não será uma delas. Eu posso dizer honestamente que eu nunca estive mais... aliviado ao pensar que eu nunca mais precisarei pôr novamente os olhos em um pessoa. Isso foi educado o bastante para você, Isabella, ou devo acrescentar mais algumas palavrinhas para que você se sinta mais em casa?"
Mágoa, raiva e outra coisa que ela nem sequer se atrevia a nomear cresceram dentro dela em uma confusa e bagunçada invasão. Ela abriu a boca, mas nada inteligente, atrevido ou afiado saiu.
E então ela fez a melhor coisa que veio a sua mente - ela colocou a língua para fora, fazendo um barulho com ela, ao mesmo tempo que segurava a parte de baixo do seu suéter, levantando-a e mostrando seus seios para ele. Era uma tática que ela tinha usado pela última quando ela tinha tentado duramente ser expulsa da escola, e que veio da mesma frustração, magóa e irritação dentro dela.
Ela não ficou para ouvir a inevitável censura. Ela girou nos calcanhares e marchou pelo corredor em direção ao elevador. Uma vez lá dentro, ela apertou com força o botão do térreo uma meia dúzia de vezes antes das portas se fecharem e o elevador comerçar a descer.
Edward Cullen era um porco. Um ingrato, ignorante e odioso porco e ela esperava que ele se sufocasse na sua auto-imposta prisão. Ela esperava que em breve ele conhecesse uma mulher de classe, horrível, na festa de alguém e se casasse com ela e tivesse um monte de filhos horríveis, com dentes grandes, risadas barulhentas e com aquele ar presunçoso que vem do fato de saberem que mamãe e papai tinham muito dinheiro e amigos importantes nos postos mais altos da sociedade.
Ela esperava...
Uma grande e redonda lágrima deslizou por seu rosto e caiu sobre sua mão. Ela olhou fixamente para ela, completamente perplexa. De onde diabos aquilo tinha vindo? Ela não se importava com o que Edward Cullen pensava dela.
Se importava?
A resposta veio de algum lugar bem escondido e bloqueado dentro dela: sim.
Ela fechou os olhos e inclinou a cabeça para trás contra a parede de trás do elevador.
Ela era tão idiota.
O elevador anunciou sua chegada no andar térreo e ela saiu para o hall vázio. Ela marchou em direção à entrada do prédio, em seguida, girou nos calcanhares e caminhou de volta para o elevador. Ela deixou a garrafa de aguardente no centro do piso do elevador.
Pelo menos ela teria a satisfação de saber que ela tinha tido a última palavra entre eles.
Isso era algo. Não muito, mas alguma coisa.
Alguém além de mim achou o Edward um estúpido? Poxa, não precisava tratar a menina desse jeito. Edward foi atrás da Rosa mas não teve jeito, ela não voltou.
Respndendo os reviews:
Christye-Lupin: Esses dois ainda vão dar o que falar. Bjos
Bah83: Não fiquei com dó dele não, para mim ele é um chato e agora que ele maltratou a Bella ele subiu pra categoria babaca. Os pegas vão vir logo logo. Bjos
BabiS: Cara, como você adivinhou? E olha que nem dei pistas. O capítulo não é apenas POV dele mas deu pra ter uma boa ideia do que se passa com ele. Pode me mandar quando você estiver escrito alguma coisa. Eu estou bem e você? Estou tentando arrumar um emprego mas está díficil principalmente porque faço curso em dia de semana. Mas e aí? Quais são as novas?
MandaTaishoCullen: A Rose só quer se encontrar, ela cansou de ser a perfeita. Bella sempre vai estar lá para Rose porque a Rose sempre esteve a apoiando quando os pais dela chutaram-na pra fora, depois você vai entender direito conforme a história for se desenvolvendo. Atitude do Edward tem a ver com o passado dele. Ele foi atrás dela mas como você percebeu, não adiantou nada. Bjos
Para quem ainda não sabe, tem outra história sendo adaptada por mim que se chama O Sol virá outra vez. Passem lá e comentem please! Quarta-feira tem mais e só posso dizer uma coisa: as roupas começam a cair. Bjos e até, não esqueçam de comentar!
