CAPÍTULO IV

FENKI, O CENTAURO DE ARMADURA

Quando as aulas recomeçaram alguns dias depois, Rumiko ficou feliz em constatar que Kinomoto não somente fora transferida para a mesma escola que ela, como também fora parar na mesma turma da quinta série do Shoogaku, a escola primária. Como não podia deixar de ser, desde seu primeiro dia a loira tornou-se uma espécie de professora particular de sua nova amiga, explicando-lhe a matéria quantas vezes fossem precisas até a garota entender o mínimo necessário para passar nas provas de fim de ano.

Alguns dias depois, Urashima re-encontrou sua arena portátil enterrada no meio da bagunça apocalíptica de seu quarto. Desde então sua casa tornou-se o reduto principal do trio; o ponto de encontro de todo santo fim de tarde onde Rumiko e Urashima lutavam beyblade até quebrarem alguma coisa e Kinomoto praticamente fazia a lição de casa por eles ao tentar ajudá-los com as tarefas.

- Droga, eu quero uma fera-bit! – Exclamou Urashima depois de uma luta consideravelmente violenta contra Rumiko. Ele ganhara por pouco; nos últimos dias de treino sua oponente havia melhorado consideravelmente, quase ao ponto de alcançá-lo. Rumiko e Kinomoto haviam saído às compras para aprimorar a beyblade da garota tão logo descobriram que poderiam treinar todos os dias, e os resultados dessa empreitada não demoraram a se mostrar. A nova beyblade de Rumiko era ainda de cor negra, porém possuía muito mais poder ofensivo.

- Eu te disse que não seria fácil encontrar uma, Urashima-kun. – Retrucou Kinomoto, com a cara irritante de quem acabou de provar que tem razão em um argumento que se arrastava por anos.

- Só porque é não fácil não significa que eu tenha que desistir! – Exclamou o garoto em resposta. – E se eu tivesse uma fera-bit, eu estaria procurando por ela agora ao invés de deixá-la abandonada sabe-se lá onde! – Um silêncio desconfortável baixou entre as crianças assim que o garoto se calou. A expresão de Kinomoto mudou de confiante para obviamente abalada, e tanto Rumiko quanto Urashima perceberam que ele havia indo longe demais. – Hey, Kinomoto, desculpa... Eu não quis dizer...

- Meus pais não me deixam nem chegar perto das caixas! – Exclamou a loira, mudando de triste para braba em um piscar de olhos. Ela encarava o chão e tinha suas mãos fechadas em punhos apertados. – Eles dizem que é perigoso eu tentar mexer nelas sozinha, mas eles nunca têm tempo pra me ajudar a organizar as coisas! Desse jeito vai demorar mais um ano pra eu poder ver a minha fera-bit de novo!

- Não diga isso, Kinomoto-chan! – Pediu Rumiko, se aproximando da amiga para tentar animá-la. – Você vai ver Flamelus logo, não se preocupe.

- Eu sempre digo pros meus pais que tenho saudades de Flamelus, mas não tenho certeza se eles entendem qual é o problema... – A loira respondeu, capisbaixa.

- Então quem sabe a gente não esquece as lutas por enquanto e vamos comer besteiras açucaradas? A nossa babá fez torta ontem! – Enquanto falava, Urashima guiava as meninas para a sua cozinha. Por mais angustiada que pudesse estar por causa de sua fera-bit, nem mesmo Kinomoto conseguia resistir à tentação representada por uma gigantesca torta de morango recheada com frutas bem maduras e saborosas e coberta de merengue fofo que derretia na boca.

De fato, Kinomoto se animou após comer apenas um pedaço da tal torta. Rumiko comeu dois pedaços antes da overdose de açúcar começar a afetá-la. Urashima, porém, comeu três pedaços de torta. Não satisfeito com a cobertura de merengue, acrescentou também molho de pimenta, vinagre e algumas gotas de limão ao doce. Rumiko e Kinomoto trocaram olhares de nojo, mas a essa altura do campeonato já estavam mais do que acostumadas com as estranhezas do garoto para se importar muito.


13 de Janeiro, segunda-feira. Abertas as inscrições para o Torneio Japonês.

Naquele dia as crianças combinaram de se encontrar na casa de Rumiko para seguirem juntas até o ginásio onde aconteceriam as inscrições para o Torneio Japonês. Elas teriam seguido para a casa de Urashima como de costume, porém os irmãos do garoto haviam convidado todos os seus colegas de turma para comemorar o final do ano letivo (que, diga-se de passagem, aconteceria apenas no final de feveiro) e por causa disso a casa dos Urashima havia se tornado um parquinho de criança em miniatura; um pandemônio caótico para qualquer pessoa que não estivesse na pré-escola. Assim sendo, a casa de Rumiko acabou tornando-se o único refúgio seguro para a concentração do dia.

- Tem certeza que não quer que a gente organize uma operação de busca de última hora por Flamelus? – Perguntou Urashima a Kinomoto enquanto o trio fazia os últimos preparativos para deixar a casa dos Higurashi. Kinomoto ainda não havia encontrado sua beyblade, o que a impediria de participar do torneio. – A gente pode pegar umas lanternas e umas capas de detetive e viver a maior aventura de nossas vidas!

- Não, meus pais não vão deixar. – Respondeu Kinomoto, obviamente nada animada com a idéia de ter que ficar de fora do campeonato. Rumiko havia sugerido que ela comprasse uma beyblade nova para quebrar o galho enquanto Flamelus continuava desaparecido, porém a loira se recusara a fazê-lo porque achava que isso seria uma traição a sua fera-bit. – Eles prometeram que vão começar a arrumar tudo logo, mas eles trabalham o dia inteiro e no fim de semana estão sempre tão cansados que não querem fazer nada...

- A gente não pode invadir sua casa sem eles saberem? – Perguntou Urashima, insistindo com seu plano. Já fazia tempo que suas fantasias malucas o colocavam no papel de Sherlock Holmes em uma aventura selvagem e perigosa que nunca poderia se tornar realidade por causa de todos os absurdos que continha. – Tipo, ir como agentes secretos, mexer nas caixas e colocar tudo no lugar de volta?

- Mas se eu aparecer com a minha beyblade eles vão saber que a gente mexeu nas coisas. – Respondeu Kinomoto, rolando os olhos por causa da mente simplista de seu amigo. Se ela soubesse que a mente de Urashima era povoada de pensamento e desejos estranhos, sem-nexo e ainda mais bagunçados que seu quarto, porém, talvez ela tivesse que rever seu conceito de "simplista". – Fora que se acontecer algum acidente enquanto a gente procura, nós vamos ter sérios problemas.

- Tá, tá, já entendi. – Urashima jogou os braços para o alto em rendição. Se Kinomoto não queria participar de seus grandes planos para recuperar sua fera-bit, não seria ele a insistir. O garoto ainda tinha inveja de sua amiga por causa de Flamelus, mas havia percebido nos últimos dias que era melhor manter seu ciúme escondido, afinal não era culpa da garota que ela tinha uma fera-bit e ele não. – Então vamos lutar um pouco pra dar sorte, Higurashi!

Urashima preparou sua beyblade, porém Rumiko não parecia muito contente com o desafio:

- Mas eu não tenho uma arena, Urashima-kun! – Exclamou ela, olhando para sua sala de estar procurando por qualquer coisa que pudesse servir de arena improvisada e ficando desapontada com a falta de objetos com forma de frigideira ao seu redor.

- Vamos lutar no chão mesmo! Se as beyblades não se baterem, vira uma batalha de resistência! – Respondeu o garoto, sorrindo de um jeito um tanto assustador.

- Mas e se a gente quebrar alguma coisa? – Perguntou Rumiko novamente, com medo que seus pais a proibíssem de jogar beyblade se descobríssem que sua sala fora destruída pelos pequenos peões.

- Não vamos quebrar nada! – Insistiu Urashima, pegando a beyblade de Rumiko e preparando-a ele mesmo como parte de seu argumento. – Vamos lá, Higurashi, vai ser divertido!

- Tá, mas por favor tome cuidado. – Rumiko finalmente cedeu, pegando sua beyblade das mãos do amigo. Eles escolheram um lugar relativamente seguro para lançar os peões (o chão entre os sofás e a estante da TV) e sua última batalha antes do torneio começou.

Tudo correu bem pelos primeiros segundos após o lançamento. As beyblades giravam em seu lugar, sem dar sinal de perder forças. Urashima estava confiante em sua vitória, gritando ordens para sua beyblade como se isso pudesse afetar o resultado do confronto. Rumiko, por outro lado, mal conseguia se concentrar nos peões rodando a sua frente. Seus olhos teimavam em voltarn-se para uma das portas da estante, como se puxados por um imã muito forte. Cerca de meio minuto depois, quando Rumiko passou a encarar a tal porta e esqueceu-se completamente da luta, sua beyblade subitamente mudou de rumo, chocando-se violentamente contra o pedaço de madeira envernizada.

- Ai não! O que aconteceu? Meus pais vão me matar! – Exclamou Rumiko, caindo para trás com o choque e indo se esconder atrás do sofá. Ao seu lado, Urashima fez a mesma coisa. À frente das crianças jaziam os pedaços de madeira que antes formavam a porta da estante, completamente estralhaçados. A beyblade causadora de tantos danos encontrava-se ainda girando em frente a uma caixinha de vidro também estralhaçada e uma pedra negra e reluzente.

- Hey, o que é isso? – Perguntou Kinomoto, a primeira a perceber a pedra estranha. Seu cérebro de garota inteligente indicava que havia um elemento muito familiar nessa situação, e não demorou muito para que ela entendesse o que era. De queixo caído e olhos brilhando em antecipação, a loira pegou a pedra sem tocar na beyblade.

- Que pedra é essa? – Perguntou Urashima, saindo de seu esconderijo atrás do sofá ao ver que Kinomoto não havia sido atacada pela beyblade demoníaca.

- Tem um desenho nela! – Exclamou Kinomoto, maravilhada com sua descoberta. A excitação da amiga fez Rumiko finalmente criar coragem de seguir Urashima e deixar seu refúgio acolchoado para se aproximar também. – Parece um centauro...

- Ele está usando uma armadura! – Notou Urashima, observando a pedra por cima do ombro da loira. – Que estranho, não sabia que centauros usavam armaduras.

- Deixa eu ver! Deixa eu ver! – Exclamou Rumiko, se aproximando da dupla e quase arrancando a pedra das mão de Kinomoto. No momento que suas mãos tocaram as linhas que desenhavam o centauro, a pedra emitiu um forte brilho negro. A beyblade de Rumiko foi envolvida pelo mesmo brilho por alguns segundos, e logo em seguida parou de girar. O trio demorou algum tempo para se recuperar da surpresa. – Não tem nenhum centauro aqui! – Declarou Rumiko, virando a pedra entre seus dedos para inspecioná-la após a explosão de luzes. Tem certeza que vocês...

- O centauro foi pra beyblade da Higurashi-san! – Exclamou Kinomoto, tirando a beyblade de Rumiko de dentro da estante. O centauro de armadura era bem visível no bit-chip da beyblade. – Ele é uma fera-bit!

- Como assim, uma fera-bit? Como é que a Higurashi consegue uma fera-bit assim tão fácil e eu continuo sem nada? – Exclamou Urashima, fazendo uma careta tragicamente cômica de criança que ganhou vinte pares de meia no natal.

- Qual será o nome dele? – Perguntou Kinomoto para ninguém em especial, ignorando o chilique de seu amigo com a naturalidade de quem faz esse tipo de coisa desde sempre.

- O nome dele é Fenki. – Respondeu Rumiko como se aquilo fosse a coisa mais óbvia do mundo. Somente depois de ver seus amigos com queixos distedidos, olhos esbugalhados e rigor corporal de quem acabou de ver um fantasma foi que ela percebeu que sua fala não era assim tão óbvia para mais ninguém.

- Como você sabe? Por acaso ele falou com você? – Perguntou Urashima, aos poucos passando de espantado e decepcionado com sua falta de sorte para irritantemente excitado com a possibilidade de ver uma fera-bit tão de perto. – O que foi que ele disse?

- Fenki não me disse nada. – Respondeu Rumiko, um tanto assustada agora que percebera que sabia demais. Em sua mente de garota medrosa, a informação que tirara sabe-se lá de onde fazia-a setir-se em um filme sobrenatural do tipo que está sempre lotado de fantasmas, zumbis e bruxas malvadas. Esse era o tipo de filme que mais lhe dava medo, assim como filmes de tiroteio, catástrofes naturais, apocalipse, ataque alienígena, e qualquer outro filme que não fosse uma comédia fofinha onde tudo é sempre maravilhoso e perfeito.

- Você sabe porque Fenki é a sua fera-bit. – Respondeu Kinomoto, sorrindo com orgulho da amiga. Quando Flamelus entrara em sua beyblade ela também havia passado por uma situação parecida, tirando a parte do medo de filmes de terror. – Vocês estão conectados agora; isso é parte de sua ligação.

- Nossa! Que louco! – Exclamou Urashima, seus olhos brilhando perigosamente. – Você pode ganhar o torneio agora, Higurashi! Aposto como a fera-bit vai te deixar incrivelmente forte!

- Por que vocês não descobrem isso em uma luta? – Propôs Kinomoto, deixando clara sua própria excitação. Apenas Rumiko parecia ainda apreensiva.

- Mas e se eu quebrar alguma coisa com a minha beyblade? – Perguntou a nova mestra de Fenki, olhando para o centauro em seu bit-chip com desconfiança. A metade humana da fera-bit era forte, musculosa, e vestia uma armadura prateada reluzente de aspecto letal. Os olhos do centauro eram a única parte de seu rosto visível por baixo de seu capacete e vizeira em estilo cavaleiro medieval e possuiam uma coloração avermelhada, o mesmo tom dos olhos de pessoas que olham para o flash da câmera na hora de tirar fotos (ou, dizem as más línguas, o tom dos olhos de matadores em série). Sem dúvida a criatura parecia capaz de causar uma grande destruição com apenas um estalar de dedos.

- Agora que você tem uma fera-bit você não vai destruir nada que não queira! – Respondeu Kinomoto. Ela e Urashima tinham olhares bem parecidos de ansiedade e antecipação. – A sua beyblade vai obedecer aos seus comandos sem ficar girando por aí aleatoriamente, não tem problema!

- É verdade! Vamos lutar e ver o poder da sua fera-bit, Higurashi! – Exclamou Urashima, preparando sua beyblade. – O que está esperando?

- Tá... Pode ser...

Ainda em dúvida se estava fazendo a coisa certa, Rumiko colocou sua beyblade com fera-bit no lançador e aceitou o desafio de Urashima. Assim que as beyblades foram lançadas, Fenki partiu imediatamente para o ataque, mandando a adversária para longe e perseguindo-a até ela parar de girar, tudo sem encostar em nenhum móvel ou parede. Essa era a primeira vez que Rumiko via uma beyblade se guiando em um chão nivelado, e apesar de seu medo inicial ela tinha que admitir que havia gostado do espetáculo.

- E finalmente o Urashima-kun perdeu... – Anunciou Kinomoto, que como sempre havia assumido a posição de juíza no confronto. – Parece que mesmo toda a sua experiência não é páreo para uma fera-bit afinal.

- É, eu preciso de uma fera-bit também se quiser ter alguma chance contra a Higurashi no campeonato! – Concordou o garoto, tão impressionado com o poder de Fenki que nem conseguia ficar brabo por ter perdido.

- Falando em campeonato... – Interrompeu Kinomoto, soando só um pouco preocupada. – É melhor a gente sair logo se quisermos nos inscrever pro torneio. Já está ficando tarde e deve ter bastante gente querendo participar...

Com isso, o trio deixou a casa dos Higurashi e partiu a toda velocidade para o centro de Tóquio, onde ficava o ginásio que abrigaria o torneio. O lugar estava mesmo lotado de gente tentando se inscrever, tanto que as crianças só voltaram para casa na hora da janta. Ao menos Rumiko e Urashima estavam inscritos e começariam a lutar tão logo o mês de fevereiro se iniciasse.

Para Rumiko, as próximas três semanas seriam dedicadas a se acostumar com a presença e o poder de sua nova fera-bit. Para Urashima, as próximas três semanas seriam seu momento de desespero, agonia e busca desenfreada por uma fera-bit que pudesse competir com Fenki.


(Passa o Urashima correndo feito doido condenado pelo cenário do off-talk)

(Close na Rumiko e na Kinomoto observando o Urashima correr feito condenado com cara de que está se divertindo muito mais do que deveria)

Kinomoto: Eu disse que não seria fácil... u.ú

Urashima: Mas eu não desisto nunca! ò.ó

Rumiko: E eu tenho uma fera-bit! ^^~ Eu tenho uma fera-bit! XDDDDDD (Rumiko com sorrisão gigante jogando a beyblade pelo ar)

(Rumiko é tão destrambelhada que a beyblade cai na cabeça dela)

Rumiko: T.T

Kinomoto: Ah, coitada da Higurashi-san, ela não merecia ser atacada pela própria beyblade!

(Mas é isso que o Jamie quis que acontecesse, então é isso que aconteceu)

Urashima: Hey, as Frases Entre Parênteses estão falando com a gente! Achei que a função delas era narrar o off-talk! O.o

(É, pois é, mas como no capítulo de hoje só vocês três apareceram, precisávamos de alguém diferente para pregar no pé da Kinomoto. O pessoal que normalmente faz isso ainda vai demorar para dar as caras...)

Urashima: Eu podia ter feito isso.. O.o

Kinomoto: Você estava ocupado correndo feito condenado pelo cenário do off-talk tentando encontrar uma fera-bit antes do próximo capítulo. ¬¬''

Urashima: Ah, é, verdade! XD

Kinomoto: Enfim, estávamos dizendo que a Higurashi-san não merecia ser atacada por uma beyblade quando...

(Kinomoto é interrompida por um show de luzes estilo show de heavy metal)

(Luzes focam no centro do cenário do off-talk)

(Um ser baixinho e meio gordinho aos poucos fica visível no meio das luzes)

Jamie: (é, esse é o ser baixinho e meio gordinho) Oi gente! :D

(Jamie acena pro público)

(Personagens que Ainda Vão Aparecer na História aplaudem só por educação)

Jamie: Vim aqui só pra encher o saco e ocupar espaço! XD E pra dizer que o próximo capítulo sai só em feveiro! XD

Rumiko: É o começo do torneio, não é?

Jamie: Yesss! Dia 3 de fevereiro... Encontraremos personagem novos... (close na silhueta dos personagens que vão dar as caras pela primeira vez no próximo capítulo) Veremos as primeiras lutas do torneio japonês e tantas outras coisas que eu não vou dizer ainda pra deixar o povo no suspense! XDDD

Rumiko: E quando o povo que lê essa história começar a mandar review, a gente promete que dá resposta aqui no off-talk.

Urashima: Ou ao menos cria um auê em torno do review e faz uma festa! XD

Kinomoto: (ficando bem longe do Urashima) Assim eu fico com vontade de não ver review nennhum... u.ú

Urashima: Eu ouvi isso, Kinomoto! Ò.ó

(Barulho de confusão e nuvem de fumacinha se forma ao redor do Urashima e da Kinomoto)

(Bando de Personagens que Ainda Vão Aparecer na História pula na nuvem de fumacinha também porque eles querem ter alguma coisa pra fazer no off-talk além de aplaudir autores ingratos)

Rumiko: (fazendo pose de repórter na frente da nuvem de fumacinha) E com isso, vamos ficando por aqui! Espero que tenham gostado do capítulo de hoje e que continuem querendo acompanhar as minhas aventuras agora eu tenho a minha fera-bit! XD

(Passa um centauro de armadura no fundo do cenário do off-talk)

(Bando de personagens na nuvem de fumaça param de brigar imediatamente com medo da fera-bit)

Rumiko: E no final, tudo acabou bem! XDD

Voz de Algum Personagem Aleatório Vinda do Fundo do Cenário: E tudo acabou em pizza! XDD

(Chove uma montanha de pizza no cenário do off-talk)

(Frases Entre Parênteses não querem se responsabilizar pelo que vai acontecer quando todo mundo ficar soterrado em comida e decide parar o off-talk por aqui)

(Não sem antes dizer que aquele bando de persongens trogloditar é bem capaz de comer todas as pizzas antes que elas enterrem todo mundo lá)

(Voltaremos dia 3! XDDD)

OWARI