Disclaimer: Essa história pertence a Cunning Angel, que me autorizou a tradução, os personagens em sua maioria pertencem a Stephenie Meyer.
Nota da Autora: Isto é ficção, não tem nada a ver com a realidade dos personagens que pertencem a Stephenie Meyer, eu só brinco com eles, e os manipulo, e os faço sofrer, só as vezes...
Sinopse: Mesmo começo de Crepúsculo, mas Edward é um perfeito Incubus, aproveitando de suas habilidades vampiricas… Ele sabe que pode procriar, então se cuida, e se dedica a desfrutar de mulheres como Jéssica, Lauren, inclusive Ângela tem aquecido sua cama. Veremos o que acontecerá quando Bella chegar.
Capítulo 3 – Luta interna.
Edward PDV
Eu tinha decidido. Desde o dia em que Isabella Swan entrou em minha vida, só uma coisa tinha toda a minha atenção, ela, só o seu nome fazia com que eu não me concentrasse em outra coisa, não podia tirá-la da minha cabeça a maldita imagem dessa humana, a simples idéia de ter Bella era muito irresistível como para deixar passar, essa garota seria minha a todo o custo, de uma forma ou de outra a atrairia até mim, para logo beber até a ultima gota do seu soberano sangue, só de me imaginar nessa situação me excitava profundamente, simplesmente pensar nela fazia com que o veneno tomasse conta da minha boca. Já havia começado a ter uma variedade de idéias para atrais minha presa. Ela seria minha.
Imaginá-la em minha cama, seu frágil e curvilíneo corpo, coberto unicamente por meus braços, rodeando sua fina cintura, enquanto um delicioso rubor tomava conta de suas delicadas bochechas. Enquanto ela dorme presa pelo cansaço e a falta de atenção, eu aproveitaria meu momento, sem dar se quer tempo para gritar ou implorar por sua vida. Como o anjo que é morreria em meus braços, com seu adorável rosto com o tentador rubor, desprovida do traiçoeiro perfume que tanto me chamava, pois já não teria uma gota daquela sublime essência que tanto êxtase me provocava. Não, para isso então eu em minutos já teria bebido e acabado sem desperdiçar um pouco se quer do tal suculento manjar.
— Edward se controle — me chamou um muito ofuscado Jasper. Provocando no ato que eu deixasse de lado minhas idéias e deixar de fantasias com o sangue de Bella.
— Desculpe.
— Tudo bem, mas espero que da próxima vez pelo menos me avise, para saber o que esperar. Céus! Entendo que goste de jogar com as humanas, mas nunca havia sentido você perder o controle com uma mulher, estava certo de que era só por entretenimento, uma maneira de se distrair, mas olhe. Destila ondas de luxúria ao nível em que me faz impossível neutralizar Edward.
Esperava eu que em nenhum momento tenha deixado ver Bella como algo mais, que a sensação que eu guardava em meu interior a razão dos meus delírios, a maior das minhas fantasias, ainda não cumpridas, a essência da qual sabia que uma vez que eu provasse me tornaria viciado.
Ainda que eu deva admitir que sentir a sensação, cada uma de suas curvas perfeitamente nos lugares certos. Certamente Bella Swan era dona de um corpo lindo, pouco comum, diferente das garotas com as que eu só me divertia e matava o tempo.
Ela possuía uma beleza natural, sem mencionar o perfume que tinha com ela que a fazia profundamente desejável de uma maneira quase soberba.
Desejava tanto prova-la, saborear cada parte do seu corpo com a ponta da minha língua, respirar o arome enquanto o sabor de sua pele – SANGUE -. Seu sangue, é o único que devia me interessas nessa humana.
— Edward! Que demônios você está fazendo, seja o que for que te deixa assim tem só duas opções. Pode ir ao banheiro e solucionar seus problemas, ou sair e caçar algo… Você escolhe a opção que te ajudara melhor.
— Demônios Jasper nem eu mesmo, sei o que está acontecendo.
— Irmão de verdade eu queria te ajudar, mas se nem você mesmo sabe o problema que tem, é realmente impossível que eu possa te dar a solução, por outro lado deveria estar agradecendo que tenha sido eu que descobri e não Emmett, você e u sabemos que suas reações não são nada discretas.
— Jasper, esqueceu que Emmett não pode 'ler pensamentos, nem ver o futuro, muito menos pode sentir as emoções dos outros.'
— Desculpe ser eu que diga isso irmão, mas com essa cara de babão que você está não precisa ser um gênio para adivinhar que o seu problema está diretamente relacionado com calcinhas. Por ser você não deveria me surpreender, mas como você mesmo disse até um momento atrás, eu posso sentir as emoções, e nunca antes você tinha estado assim, sempre notei que se irritava com um profundo ódio, cansado com você mesmo, e demonstrava estar irritado todos os dias por isso aceitamos, não que fosse ninfomaníaco, o que não é de se estranhar em um vampiro. Mas nesse caso é que sempre temos sido claros que sua atitude era um modo de escapar mais do que uma fonte de prazer. Enfim Edward é sua vida e não planejo me meter, mas lhe peço que quando estiver perto de mim tente se controlar, ou pelo menos me avise. Passa assim não saltar sobre Alice no caso de me encontrar desprevenido.
O que diabos está acontecendo comigo.
Devo me controlar, repeti uma e outra vez, mas em um ataque de ansiedade ou fúria não sei com certeza o que teria sido, o caso é que não pude me conter e o canto da mesa pagou a conseqüência. Bella me olhava atônica, não sei bem se porque notou o barulho que eu provoquei ou simplesmente com a esperança de que eu falasse com ela.
Certamente me dava exatamente o mesmo dos seus motivos, já que era ela e nada mais que ela, a única pessoa responsável da minha maldita debilidade, nunca um humano me deixou tão dependente, parecia um maldito drogado, suplicando por suas doses diária, claro que a minha situação era infinitamente, mas degradante. Eu me conformava com o simples gesto de respirar o enlouquecedor perfume que representava para mim o seu sangue.
E a isso estava adicionado que por alguma estranha razão eu não podia ler seus pensamentos! Me dava uma razão a mais para odiá-la. Porque isso era tudo o que eu podia sentir da senhorita 'muda mental', ódio, um profundo e crescente ódio que fazia a sua pessoa e tudo o que ela representava, a odiava por ter me tornado tão débil, a odiava por fazer com que depois de tantas décadas de abstinência me fizesse desejar sangue humano, mas sobretudo, a odiava por me confundir, por me fazer duvidar entre o desejo do sangue e seu corpo.
Quem era ela para colocar a baixo o que haviam sido anos de preparação?
Quem essa garota pensava que era?
Não era mais do que uma intrusa que apareceu para fazer da minha vida um completo inferno! Tentando a sua sorte cada vez que se sentava ao meu lado na aula de Biologia, era suficientemente tonta como para permanecer junto a seu assassino em potencial.
Por acaso não notava o perigo? Estava certo que sua hostilidade fazer dela bastante evidente. Meu ódio era suficientemente grande como para refletir em meus olhos cada vez que a olhava. Mas então por que raios não fazia nada? Por que continuava ali como uma inocente ovelha esperando pelo leão, chamando, seduzindo, incitando a ir a ela, pedindo aos gritos que a faça sua. Ok, me desviei completamente do tema, as ovelhas não seduzem seus predadores, e os leões não andam toda a vida apaixonando-se por sua presa.
O que diabos estava acontecendo comigo?
Que merda tinha está insignificante garota que me enlouquecia por completo?
Soltei todo o ar em um golpe, fazendo com que toda a atenção do professor pousasse em mim, sabia a resposta, mas para falar necessitava tomar ar. Com Bella ao meu lado isso não era uma grande idéia.
O professor Banner, me olhou com um olhar insistente, não me restou alternativa a não ser responder. De todas as formas seriam só alguns minutos, e eu tinha caçado o suficiente para estar satisfeito e não aumentar o risco — não deve ser para tanto, quem sabe exagerei porque me pegou de imprevisto. — Grande erro, a deliciosa fragrância se seu sangue me atingiu com toda a sua força e meu corpo agiu por si só deixando escapar um grunhido, por sorte consegui conter a tempo e saiu suficientemente baixo para que o resto da classe não notasse, e por sua vez bastante audível para minha colega de mesa que me olhou com assombro e estupefação.
Uma vez que havia respondido a maldita pergunta levei minha mão direita até a ponte do meu nariz, exercendo tanta pressão que se tivesse feito em um humano, o nariz teria quebrado.
A queimação na minha garganta era tanta que tive que me desculpar com o Sr. Banner, alegando que não me sentia bem. O que nunca foi tão verdadeiro como nesse momento.
Foram só alguns segundo que salvaram a vida de Bella, o veneno dominava minha boca. Enquanto com minha língua me desfazia do veneno e a desagradável sensação que deixava o sabor amargo dela.
Agora eu pensava, por acaso me importava à vida dessa humana? Não absolutamente não, simplesmente não era o lugar. Sim vou fazer uma exceção e deixar minha abstinência o mínimo que eu podia fazer, era ser discreto pela minha família. Sim é isso, por isso não havia matado ainda.
Mas isso duraria pouco. Eu acabaria com essa tortura, a possuiria hoje mesmo.
Já haviam terminado as aulas, e eu estava no meu Volvo, esperando que meu pesadelo saísse de uma vez por todas. Quando a vi se aproximar de seu carro com, uma ira infinita me dominou. No fim a faria minha. Faltavam só alguns segundos para colocar meu plano em prática. Bella não se incomodou em me olhar, ainda que eu não esperasse, mal por mal eu jamais havia dirigido a palavra a ela, e eu dado o fato de que eu não podia ler seus pensamentos, nem se quer permiti cumprimenta-la.
Para que? Se daqui a pouco ela seria história, não tinha sentido. Enquanto menos souber dela melhor. Assim o peso na consciência seria menor, ok, isso é uma mentira, ainda que se tratasse de um assassino nunca deixaria de me sentir como um monstro. Mas era isso o que eu era um maldito e insignificante monstro, o pior que podia existir no mundo, o mais baixo, um maldito demônio sem alma, uma besta egoísta e sem coração. O que me eu poderia perder? Se de todas as formas eu ia para o inferno.
Quando ela ligou seu carro esperei alguns minutos, bem exatamente uns quatro minutos, tão pouco é que necessitasse de muita velocidade para a alcançar já que seu carro é uma verdadeira porcaria.
Eu sabia muito bem o que aconteceria daqui dez minutos e seu carro pararia, era óbvio que eu mesmo havia manipulado o motor do seu carro.
Isso seria só o primeiro passo para cumprir meus desejos. Não estava certo de quantos minutos mais seria capaz de suportar a queimação que estava em minha garganta.
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O som do seu motor não só me avisou que a hora havia chegado, mas também que havia roubado de um leve sorriso, é que era uma situação extremamente patética.
Ainda estava a alguns metros do seu carro, estava aproximando para estacionar junto a ela, quando a vi descer. E em frente aos meus olhos tive a visão mais sobrenatural que um homem podia imaginar.
Definitivamente estava enlouquecendo, não era humano isso, eu não tinha duvidas, mas eu era um homem, minha sexualidade sempre havia sido clara, mas sem duvidas eu não era humano, como é que durante esses segundos que perdi olhando-a esqueci por completo minha sede e sentia como um adolescente comandado por seus hormônios.
Estacionei o Volvo e me aproximei de Bella. Tinha seu cabelo molhado e estava grudado a sua pele branca, só o trajeto da posta do colégio até o seu carro havia bastado para deixa-la molhada, suas bochechas estavam sem aquele rubor que me atraia feito louco nos últimos dias.
Meus olhos pousaram nos seus, mas estavam vermelhos e inchados, tinha certo brilho que produzia a umidade que brotava dele.
Ela havia chorado… NÃO! Um anjo não deve chorar. Nesse momento uma preocupação descomunal tomou conta de mim. Me apressei para sair do carro, e me aproximei dela com a intenção de que se abrigasse, não queria que pegasse um resfriado.
Então eu repensei, o que me importava se ficasse doente ou por acaso seu sangue iria ficar melhor? Se no final a mataria, por que me importava tanto sua maldita saúde.
Deixei meus pensamentos de lado e segui o plano ao pé da letra.
— Olá, Isabella certo? – a cumprimentei com um tom bastante doce e amigável, sabia que isso era muito bom. Todas as garotas caiam e ela não seria uma exceção.
Ela abriu seus lindos olhos castanhos achocolatado com assombro, para logo cobrir seu gesto com uma máscara de indiferença e me olhou com uma careta de cético.
— Está falando comigo? — perguntou agora com o tom carregado de sarcasmo. Acredito que o fez a com a intenção de me intimidar, ao menos isso explicava a postura que tomou suas mãos até suas fina e frágil cintura que estava em perfeita harmonia com sua perfeita e bem delineada bunda.
— De verdade não — ela deu a volta indignada em direção ao seu carro. Mas nem sonhando iria escapar, não agora que havia começado…
— Bella, por favor, vamos me deixe explicar ok? — Ela continuou caminhando — por favor Bella, aonde pensa que ir se seu carro não funciona. Parei unicamente por que imaginei que necessitava de ajuda. Lamento muito ter sido grosseiro com você Bella!
Esse último eu disse com um tom profundo de arrependimento. Era bom se eu queria para-la eu deveria mudar certas coisas do plano inicial. E pelo visto já estava pronta a primeira parte… Tal como imaginei nesse instante ela parou, definitivamente isso se tornaria mais interessante do que eu havia planejado…
