Olá!!! Desculpem pela demora...''...mas essa semana...ai meu Deus..eu quis morrer!!! Parecia que eu não parei um segundo...porque além de fazer as mnihas coisas eu tenho de tomar conta dos meus irmãos...ontem eu passei muito mal de manhã...queria até chorar...Bem..vmaos aos reviews!!! Ahh...a partir de agora vou deixar de ser preguiçosa e nomear os caps...aiai...fala sério...eu sou uma VERGONHA!!Mas vamos deixar meus desabafos que não interessam pra lá e vamos repsonder aos reviews e escrever a história!!!
Nicegirl100: obrigada pelos reviews sempre tão animadores!!! Isso me deixa muuuito feliz D
Helena-chan: Obrigada pelo review!!! Realmente agora o L e a Hina terão um tempo melhor juntos...e realmente coitado do Raye...o.o
PuddingGrape: Obrigada e que bom que gostou -
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Nas próximas duas semanas L apresentava a Hina vários outros casos, cada vez mais a menina parecia levar jeito para desvendar casos. Todos os dias das cincos da tardes às dez da noite L e Hina se sentavam no sofá para analisar mais casos que chegavam, era estranho, L chegava a achar anormal, como uma pessoa tão sorridente que só pensava em se divertir e brincar poderuia resolver casos tão sérios e sangrentos? E ainda por cima não demonstrar nada? Chegava a ficar deprimido, não havia mais nenhuma pista se quer do caso que realmente o interessava, já havia se certificado de que a garota por ser "criança" agia por impulso e tinha todas as ações muito bem expostas e definidas, mas porque ela não demonstrava nada ao ver casos de assassinatos que chegavam até a ser tão parecidos com o caso dela?
"Hina-chan não demonstra nada, o teste realmente será nescessário..."
Já havia passado um mês desde que L passou a ter a ajuda de Hina. Era um sábado, o céu ameaçava chover, estava tão negro que chegava a parecer que já estava de noite, embora fossem apenas quatro da tarde. Hina estava em seu quarto olhando pela janela, o céu ficava tão bonito quando escurecido, era tão pacífico, tão confortável, teria o céu nublado sido importante em sua "vida anterior"? Nunca parara para pensar, algo a dizia para nunca parar para isso, for a tão bem acolhida por L, Watari e Naomi, especialmente Naomi, sim, ela era como uma irmão mais velha:
-Hina-chan?
Hina virou-se assustada para ver quem havia entrado, estava tão compenetrada em seus pensamentos que nem escutara que Naomi estava vindo para seu quarto:
-Como estou?? – perguntou ela com um grande sorriso no rosto e um rosado nas bochechas
Hina olhou pasma. Ela estava muito bonita, usada um vestido verde da mesma cor de seus olhos. Era um vestido muito bonito, era até que bem comportado mas a deixava deslumbrante. Era bem diferente das roupas que Hina usava, Hina sempre usava saias e vestido muito bonitinhos meio rodados que a deixavam com aspecto de anjo:
-Está muito linda sim!! – respondeu sorrindo
-Escolhi essa cor por causa dos seus olhos!! Hoje eu e Raye iremos a um restaurante muito requintado, precisava usar algo muito especial!! E se você gostou é porque está bom mesmo!!
-Naomi onee-chan está sempre muito bonita!!!!
-Obrigada!!!! Você também sempre está!! – Naomi abraçou Hina com toda sua força e apenas a largou para ver o relógio – Nossa…já está quase na hora!! Melhor eu ir me preparando para ir!
Ambas se dirigiram para a salinha do enorme quarto de hotel, e lá estava L sentado em sua posição de sempre, parecia estar moendo sua mente para chegar à alguma conclusão de algum caso, mas ao ouvir os passos das duas virou-se rapidamente:
-Misora-san, se quiser ir agora pode ir, e a partir de hoje terá folga maior, trabalhará apenas das sete da manhã às cinco da tarde…
A agente parecia bastante feliz, mas ao mesmo tempo triste. Teria mais tempo para se dedicar ao noivo, mas, sentia-se cada vez mais longe da menina, aquela menina tão especial que por algum tempo a fez esquecer de seu duro trabalho como agente do FBI:
-Arigatou Ryuzaki-san!
O Olhar de sua onee-chan penetrou bem fundo no coração de Hina, aquilo se chamava confusão e indecisão? Era a primeira vez que via alguém com aquilo nos olhos, parecia algo tão desconfortável, não saber se ficava feliz ou triste, era isso o que estava sentindo? Não saber entre o que escolher, havia visto algo parecido em alguns suspeitos nos casos que havia visto, mas nunca havia visto ao vivo e a cores alguém com tal sentimento:
-Então estou indo Hina-chan!! Comporte-se!! – disse sorrindo – E você Ryuuzaki-san, cuide bem dela!!! – disse mais calmamente do que das outras vezes, mas mesmo assim com o tal olhar "assassino"
Hina sentou-se ao lado de l no sofá como de costume e ficou olhando o detetive intrigada. Estava quieto, quieto demais, seus olhos pareciam olhar para o nada mas ainda assim para tudo:
-L?Você tá bem?? – perguntou com seu olhar inocente e curioso
-Hai Hina-chan, apenas recebi um caso que me interessa muito
-Sobre o quê?
-Sobre muitos assassinatos misteriosos que ocorreram em uma pequena cidade, várias pessoas foram mortas ao chegarem perto de uma gruta…
-Como?
-Qualquer pessoa que chega perto é morta misteriosamente que depois encontrada em um rio da região, um homem que sobreviveu contou toda uma história de uma espírito mau que habita aquela gruta…
-Onde fica isso? Essa gruta??
"Porque ela se interessou por isso? Ela nunca demonstrou interesse por coisas sobrenaturais, nem nunca teve contato com nenhuma história…a maneira como ela perguntou…não era só pura curiosidade, finalmente parece que alguma coisa está aparecendo…"
-Não muito longe…mas não pode ir lá…
-Por quê????????????????
-Essa história de espírito com certeza é apenas alguma fantasia inventada para assustar, afinal, não vejo porque espíritos matariam pessoas através de veneno…
-Morreram envenenadas??
-Sim…
-Então não eram espíritos mesmo….
"Como ela pode falar com tanta convicção? Hina-chan, tem algo na sua natureza que realmente é diferente das outras pessoas?"
Foram longas cinco horas de puras análises e hipóteses. As coisas iam rápido, Hina ajuda até que bastante, seu sexto sentido em questão as pessoas for a muito útil, o caso estava cada vez mais avançando seu final. Não estava apenas indo rápido, estava sendo diferente, as idéias fluiam de forma completamente nova, um pequeno projeto de pessoa que estava bem ao seu lado fazia tudo ficar bastante confortante.
Já eram quase meia noite. A pobre menina fazia esforço para manter os olhos abertos. Eles pesavam pareciam até estar levantando peso, seu corpo também, queria se debruçar em algum lugar. Várias vezes havia acordado assustada pois havia dormido por uns cincos minutos. Tentou comer chocolate para ver se o ânimo voltava, mas nada disso adiantava, até seu estômago parecia cansado o suficiente para rejeitar um tão saboroso chocolate:
-L…tô com sono…quero dormir… - disse esfregando os olhos fazendo-os ficar abertos por meros sete segundos
-Agüente mais pouco eu quero sua ajuda…
-Tá bem…- respondeu fechando os olhos e bocejando
Tentou seu máximo ficar acordada, mas não raciocinava mais nada. Não podia mais com isso, fechou os olhos até inconscientemente a caiu para seu lado direito, encostando a cabeça no ombro do jovem detetive.
L se assustou com tal ato. Vivia conversando com a menina, seja sendo seu professor ou tentando avitar a comida não muito agradável da Misora-san, mas nunca haviam feito contato corporal, não depois dos incidentes do primeiro dia, quando ela ainda era um "bebê". Resolveu deixá-la ali, parecia tão calma dormindo, o rosto de anjo tão não parecia tão agitado, os cabelos caiam sobre o rosto, o jovem detetive pouso o prato de bolo sobre a mesa a sua frente e tirou o cabelo que estava na face de Hina, talvez pudesse achar algum pista enquanto ela dormia.
Já fazia meia hora que a menina estava adormecida, inconscientemente se remexia para achar uma posição confortável, estava acostumada a dormir numa cama, e sentada encostada em alguém parecia bastante desconfortável. L parou de raciocinar no caso e uma lembrança veio à sua mente
Um dia desses...
L estava sentado no sofá como sempre. Olhava para ocomputador atentamente:
-Ryuuzaki!
Chegara até a pular um pouco por causa do susto, e ao seu lado se encontrava uma menina loira, olhos verdes e muito sorridente. Chegara tão sorrteiramente que chegava a desconfiar que Naomi a estivesse treinando para ser uma agente do FBI:
-O que foi, Hina-chan?
-É que...uhm...por quê você se senta dessa maneira?
-Porque se eu sentar do modo como as outras pessoas sentam minha capacidade de dedução cai...
-Porque cai?
O jovem detetive não respondeu, apenas a observou, até um pouco indignado com a pergunta:
-Você não acha que isso pode ser apenas um problema psicó...não...psiló...não é isso!!
-O que quer dizer Hina-chan?
-Vi isso num livro hoje...como era mesmo?? Ahh...lembrei!! Psicológico!!!!!!!!
Em tão pouco tempo ela já havia aprendido muito, especialmente sobre comportamento humano.
"O que isso a ajudaria a assassiná-los?"
O jovem detetive olhou para a menina adormecida em seu ombro, aquela pessoa que havia lhe dado carinho nesses últimos tempos, talvez não precisasse de toda sua capacidade de dedução já que o caso estava quase encerrado. Um pouco receoso, foi se ajeitando, com muito cuidado para não acordá-la foi se sentando da maneira que todos sentam. Não era tão ruim. Cuidodasamente fez com que a menina deitasse no sofá com a cabeça em seu colo, parecia agora bem melhor, apenas retirou o cabelo que cobria o rosto e voltou a trabalhar.
Era um local branco, não havia nada, paredes, chão e nem teto. Estava ali sentada, naquele lugar deprimimente que parecia não levar a lugar algum. Com um gesto da mão colocou uma parte do cabelo atrás da orelha, virou-se um pouco, aquela pessoa já estava ali?
Era uma menina, loira, com olhos verde-jade, muito parecida com ela, com exceção de que tinha cabelos muito curtos e usava roupas pretas bastante velhas, com pequenos rasgos em várias partes, seria ela antigamente? Aproximou-se, ela não a via, apenas observava algo embaixo, deveria estar sentada em algum lugar alto, mas não havia nada. Repentinamente a Hina mais nova começou a falar:
-Onde estava Otou-san?
-Pegar o nosso almoço...
Hina olhou para todos os lados desesperadamente. Não havia ningúem além dela mesma. A voz vinha de lugar nehuma e ao mesmo tempo de todo lugar. Sentiu-se confusa, até agora nunca se perguntara de onde viera nem procurava saber de suas antigas memórias, e no exato momento estava ali, naquele vazio com ela mesma e a voz de seu suposto pai. Apenas sentou-se melancólica e continuou a observar:
-O que você tanto olha meu amor? Tem certeza de que não quer ir morar com a família da sua mãe?Você sabe que mesmo indo morar com eles iremos ficar juntos...
-Não! Eu gosto de viver com o Otou-san...
-Então porque olha tanto esse centro de caridade?
-Eu gosto...quando a gente sai andando por aí vê muitas coisas absurdas, pessoas que se quebram e quebram, quebram aos outros também, mas continuam a cometer o mesmo erro – olhava fixamente para baixo enquanto falava – é muito desgostoso de se observar tudo isso...por isso gostar de observar as coisas nesse lugar...
-Um lugar onde há pessoas que ajudam as outras...talvez haja esperança para os humanos...
-Não é só isso...gosto de observar aquele homem ali..
-Aquele...o que mais se dedica?
-Sim..
-Realmente um exemplo de pessoa...
-Sim...mas há um atrás ele era um criminoso que roubav bancos e até já matou pessoas..
Hina podia ouvir um certo espanto e indignação na voz de seu pai:
-Mas então...o que uma pessoa dessas que mais merecia é morrer faz num lugar como esse???
-Preste bem atenção nos olhos deles...você verá...
Cinco longos minutos se passaram. Presumia que seu pai estaria observando bastante atentamente para ter ficado tão calado:
-Olhos de quem se arrependeu profundamente e agora quer concertar seus erros?
-Não é só isso...
-Uh?
-Você acha que se ele tivesse morrido ela poderia ter chegado a esse ponto de tamanha bondade?
-O que ele fez foi muito errado minha querida...
-Eu sei...e é por isso que eu gosto de observá-lo, olhando para ele eu vejo toda a dor que ele sente agora...os olhos dele gritam desesperadamente...com certeza continuar a viver foi o pior dos castigos...todo dia encarar seu passado, tentar limpar o sangue em suas mãos, enfrentar suas lembranças...foi por que errou tanto que ele chegou a um ponto de quase perfeição?
A menina ouvia uma risada gostosa, uma risada querendo dizer que se sentia muito orgulhoso de sua pequena:
-Você tem mesmo certeza de que não quer se integrar na sociedade?Você fica por aí observando, realmente não quer viver?
-Não...você insiste bastante, há alguma coisa que eu não saiba?
-Não é nada de mais...apenas me lembro das últimas palavras de sua mãe...quando ela estava para morrer entrou em desespero, mesmo sendo muito bem de vida seu tmepo viva não foi fácil, ela disse que havia se preocupado demais com seus problemas e não viu a vida com outros olhos "Todas as vezes que fugi para aquela praça morrendo de medo...eu nunca parei para observar como as flores estavam bonita, todas as vezes que eu fui para a escola sob a pressão de conseguir nota...todo aquele tempo eu poderia ter me divertido con meus colegas..."
-Nossa...
-Ela disse várias coisas, mas, o que ela realmente quis dizer foi "Por mais a situação seja séria, triste, perigosa, sempre há um espaço para você ver como é feliz. Festejar por coisas bobas, ficar feliz por qualquer coisa...eu queria muito ter feito tudo isso..."
A antiga Hina calou-se, parecia ter levado um pequeno choque. Parecia sentir que estava perdendo algo, mas o quê? Estava um tanto perdida:
-Não se preocupe! Você ainda não encontrou extamente seu lugar...
-Meu lugar é aqui com o otou-san!! – esbravejou e olhou para o céu – Olha!! Vai chover!! Quem chegar por último perde!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! - Gritou e saiu correndo
Hina foi atrás, queria ver mais sobre ela e seu pai, havia algo estranho, viviam clandestinamente? Como um pai poderia viver desse modo com uma filha? Como eles conseguiam comida? Roupa?Seu pai tinha algo especial, ela podia sentir, era algo incomum que esquecera completamente, mas por que?
Corria com toda sua energia mas já não se via mais, haviam desaparecido no nada, naquele lugar que não dava em lugar nenhum. Parou um pouco para recuperar o fôlego, respirou fundo por meio minuto, e voltou a correr como louca. Havia alguma coisa logo na frente, será que tinha os encontrado?
Ao chegar perto sentiu-se cair em algum lugar...
-Hina-chan...você está bem...
Havia caído do sofá:
-Ai... – disse massageando as costar que doíam por causa da queda.
-Você se mexeu tão rápido que nem deu tempo de segurá-la.
-Tudo bem...acho que tõ bem...EI!!
O jovem detetive a pegou no colo, Hina sentiu algo estranho se remexer dentro dela, como se tudo tivesse dado cambalhotas e voltasse estranhamente de volta ao seu lugar. L a colocou de volta deitada no sofá com a cabeça em seu colo:
-A-arigatou...
"Ela nunca fala obrigado em japonês...o que ela sonhou? Deve ter se lembrado de algo..."
-Pode voltar a dormir Hina-chan...
A menina fechou os olhos lentamente, não queria dormir, não agora. Nenhuma lembrança havia voltado, mas aquelas palavras de seu suposto pai estavam impreganada em sua mente. Chegava a ser engraçado, agora que esquecera de tudo estava realmente vivendo as palavras de sua mãe, não se lembrava de nenhum dos dois, mas, estava tão ruim assim não se lembrar? Estava muito bem daquele jeito, estava feliz, todo minuto, todo segundo, talvez nunca fosse se lembrar, mas tinha certeza que, nunca iria se esquecer daquelas palavras.
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Fim!!!! Desculpem se o cap ficou meio gigante…não deu para evitar ''' . Essa idéia do sonho da Hina eu tive nessa segunda-feira…quando percebi que se eu colocasse apenas pistsa de seu passado no caso Kira iria ficar ruim…e então ontem me lembrei que alguns aspectos antigos dela serão essenciais futuramente…então juntei a idéia de segunda-feira com a de ontem e deu nisso
Espero que eu tenha conseguido passar minhas idéias para vocês...Espero que tenham gostado também!!!
Comentem!!! Isso é muuuito importante pra mim!!!
Obs.: Qualquer erro de português ou palavras ausentes me avisem pra eu arrumar!! ( fico tão empolgada que como palavras e escrevo em alta velocidade..¬¬ )
