Olá.
Desculpe qualquer erro.
Espero que gostem do cap.
Quem não lê partes picantes, recomendo que pulem o começo dela.
Boa leitura.
Cap.4 - Boas criações ainda vivem
Jasper se repreendeu, praguejou internamente por ser fraco. Virou-se abruptamente tomando a boca de Alice em um beijo selvagem enquanto ia a impulsionando rapidamente até a cama. Alice caiu no colchão, afundando-se nele enquanto Jasper separava suas pernas com a coxa e impulsionando seu quadril de encontro ao dela.
Tomou-lhe a boca novamente quando sua mão começara a subir por seu tronco e parou em seus cabelos repicados. Jasper se inclinou para trás e sentou-se na cama, trazendo Alice junto, acomodando-a em seu colo.
- Jazz – ela murmurou quando sentiu suas intimidades se tocarem sem nada separando-as. Jasper subiu as mãos pelas coxas de Alice, levando sua camiseta velha junto com ele. Era até um ultraje deixar aquele trapo velho em contato com aquela pele alva e delicada.
Jasper ofegou novamente ao admirar o corpo nu de Alice em seu colo.
Tão perfeita.
Queria tocar, beijar, estar em todas as partes dela. Atacou sua boca outra vez e se impulsionou novamente para o colchão. Não resistiu ao sentir seus seios rijos tocarem seu tronco. Sua boca parecia salivar e pedir desesperadamente para senti-los.
Alice arqueou-se contra a boca de Jasper quando a sentiu em um de seus seios, fazendo horrores com ela enquanto sua língua a sugava com precisão. Estava lânguida em seus braços. Gemia alto seu nome e sabia que podia cair o céu que ela não ouviria naquele momento.
- Jasper...Oh!- mordeu o lábio inferior e agarrou-se aos lençóis com força quando ele rumou para seu pescoço. Ele fez movimentos circulares impulsionando os quadris contra Alice.
E ela ofegou por ar, ficando cada vez mais pronta e molhada por ele.
Ele pressionou toda sua anatomia contra ela, em seu centro. Céus, ele a estava deixando louca! Cada vez mais ela se deixava levar. Foi o beijo que Jasper lhe deu que a distraiu, sufocou, um gemido audível quando ele a invadiu, de uma só vez. Estava difícil se controlar.
Mais pararia se assim ela quisesse.
Alice abraçou suas costas com as mãos e cruzou suas pernas em suas volta, dando-lhe permissão para que ele se sentisse a vontade em seu interior. Ele logo voltou a se movimentar, trazendo arrepios para seus corpos. Alice sentiu emoções novas e delirantes naquele momento. Sabia que isso iria acontecer logo, já que havia visto em uma visão pequenos flashes desse momento, só não conseguia imaginar que era tão bom. Faziam seus sentimentos por ele parecerem querer explodir do peito. Ele entrava e saia rápido, forte, alcançando o mais profundo do corpo de Alice.
- Jazz! – ela gemeu alto seu nome, o que o instigou a continuar mais e mais – Oh Jazz! – Alice soltou uma mão de suas costas e agarrou seus cabelos com força enquanto a outra desceu e cravou suas unhas em sua lombar, como se quisesse segurá-lo ali para sempre.
- Alice – fora a vez de ele ofegar seu nome roucamente em seu ouvido. O desejo que sentia naquele momento deixava sua voz assim.
E Alice adorava.
Saiu de órbita quando ele entrou todo de uma vez e espasmos e pequenas convulsões faziam seu corpo tremer. Ela havia chegado lá, porém ele não parou de mover-se nela. Alice queria proporcionar-lhe o mesmo que sentia naquele momento. Com força empurrou seu tronco e o jogou de costas no colchão, sentando-se com força em seu quadril, fazendo morder os lábios com força. Não sabia o que estava fazendo, mas parecia que seu corpo já nascera para estar com Jasper, deixou-o a guiar, delimitar seus movimentos enquanto cavalgava.
Não demorou para ele também sair de órbita e chegar ao clímax. Ela soltou seu corpo sobre o dele enquanto ambos normalizavam as respirações. Estava afundada no vão de seu pescoço antes de cair para o lado quando ele se inclinou. Ficou consciente dele ainda dentro dela e foi com esse movimento que sentiu o vazio quando deixou se senti-lo.
Porém, nada tirava seu sorriso.
- Isso foi... incrível! – ela exclamou e um largo sorriso tomou conta de seu rosto. Ainda sentia a respiração quente dele na pele de seu pescoço, fazia-lhe cócegas.
Jasper não falou nada, apenas deu um leve e demorado beijo no ombro dela e rolou para o lado, trazendo seu corpo pequeno junto. Sentia tudo, sua pele quente e arrepiada, que ainda absorvia as sensações que acabara de ter, os lençóis emaranhados abaixo de seus corpos, o corpo nú de Alice em contato com o seu... Acabara de tê-la e já sentia que a queria outra vez.
Fizera a coisa errada.
Alice mantinha seu sorriso bobo no rosto, satisfeita, completa, apaixonada. Nem se importou com o silencio de Jasper, estava feliz demais abraçada á ele, enquanto sua mão grande e macia passeava delicadamente por toda a extensão de suas costas.
- Jazz, quantas horas são de viagem até Woshington? – Alice tamborilou seus dedos no abdômen dele.
Jasper mal a ouviu, estava se remoendo por dentro.
- Um dia, por aí – murmurou sem vontade.
Alice percebera seu tom distante. Se apoiou no cotovelo para conseguir fitá-lo.
- O que aconteceu, Jazz?
Jasper cometeu a besteira de olhá-la. Sabia que era estupidez se martirizar por algo que os dois desejavam, então será que ainda fazia sentido fazer as coisas certas? Talvez pudesse deixar as coisas como estavam.
Mas... era Alice! Não se importou com Maria e estaria não se importando com Alice também.
"Oh, merda!" ele resmungou e se sentou na cama, segurando a testa.
Alice sentou-se ao seu lado e depositou uma mão em seu ombro.
- Jazz? O que foi?
- Isso... Eu sinto como se tivesse feito a coisa errada, sabe? Eu queria fazer uma coisa diferente, eu queria... Céus, eu sou um fraco! – murmurou sofrido.
Um baque se deu em Alice. "Como assim como se tivesse feito a coisa errada? ", ele não havia gostado de ter se deitado com ela? Ele estava... ele estava...A mágoa invadiu-a, sua garganta fechou, sua voz embargou.
- Você se arrependeu, então. Se arrependeu de ter feito amor comigo – ela murmurou, afirmando.
Jasper não falou nada, apenas absorver suas palavras. Na verdade, havia sido o momento mais incrível que lhe ocorrera há tanto tempo! Estar nela, sentir seu gosto, seu aroma, sua pele extremamente macia! Não poderia se arrepender daquilo, a única coisa de que se arrependera era não...
- Desculpe – ela murmurou sôfrega, tirando-o de seus pensamentos. Alice puxou o lençol do canto e se enrolou nele, andando rapidamente até o banheiro e fechou a porta em um baque ruidoso, tudo tão rápido que Jasper nem teve tempo de reagir. Ela havia pedido desculpa... Uma voz tão triste, sentimentos de mágoa, vergonha... Ela achava que ele se arrependera e o ressentimento daquele quarto era quase papável.
E tudo vinha de Alice.
Era completamente estranho um sentimento tão profundo de tristeza nela que nem parecia a mesma criatura alegre e encantadora. Mas isso estava errado.
Ela entendera tudo errado.
- O que? Não... eu não – Jasper levantou-se em um rompante e foi direto até a porta do banheiro – Alice, não é isso! Você entendeu errado, não foi isso que eu quis dizer, abre a porta – ele ouviu um muxoxo e o desespero se instalou nele – Alice! Não é isso!
- Está tudo bem, Jasper – ela disse seca do outro lado – Vai embora – seu tom claramente magoado e irritado se elevou.
- Alice, não é isso. Pare de brincadeira, abra a porta ou eu vou arrebentá-la! Eu vou...
Alice abriu a porta de uma vez. "Sim" pensou ele "muito irritada".
- O que ela tem que eu não tenho – perguntou de uma vez só – Eu não sou bonita o suficiente, Jasper? – ela semicerrou os olhos e deu um risinho irônico – Ou foi meu desempenho naquela cama? Não foi bom? Tudo bem, só me desculpe, é que eu não tenho uma vasta experiência sexual. Na verdade, você é minha 1º experiência sexual, diferentemente de você, não é? Já deve ter se deitado com milhares. Desculpe se ela é melhor do que! Eu só...
Jasper olhou atônito enquanto ela soltava sua enxurrada verbal. Quanto absurdo podia sair de um único ser?
Ele se obrigou a colocar um dedo sobre os lábios dela, impedindo-a de pronunciar uma só palavra mais.
- Você não consegue entender o óbvio? – ele tentou dizer com a voz mais sedosa que conseguia, não precisava dela mais zangada, precisava que ela entendesse. Até pensou que nunca conseguiria ser carinhoso ou até mesmo perder seu tempo com qualquer mulher que fosse, mas Alice o fazia sentir coisas estranhas, formigamentos, frio na barriga...
- Do que está falando? – ela tentou não se mostrar curiosa quando deixou seu tom petulante.
Jasper deu um sorriso torto e se aproximou um pouco dela.
- Você no percebe o quanto mexe comigo? – sua voz rouca e baixa causou uma onda de arrepios no corpo dela – Tudo em você é diferente dela, e é por isso que tudo em você é perfeito – Alice segurou o lençol enrolado em seu corpo até seus dedos ficarem com nós brancos e fechou os olhos automaticamente – Eu nunca desejei tanto uma mulher quanto eu desejo você – Jasper murmurou em seu ouvido e depositou um beijo em seu pescoço. Alice já sentiu suas pernas cambalearem levemente enquanto ele guiou sua mão até sua nuca e segurou de leve seus cabelos, sugando a pele sensível de seu pescoço – Não me arrependo de nada que fiz com você, entendeu? Foi incrível – seu hálito batia em sua pele e Alice não conseguiu evitar um gemido fraco – Jamais se compare com qualquer outra mulher entendeu, pequena? Eu só quero você! Só você – sua voz não passou de um murmúrio rouco que se perdeu no silêncio do quarto.
Alice já estava mole a essa altura. Estava quente por ele novamente. Se aproximou de seu ouvido enquanto ele ainda fazia um estrago no seu pescoço.
- È? – sua voz era apenas um fio.
- Uhum – murmurou ele contra sua pele.
- Então faz amor comigo de novo – sussurrou e pôde senti-lo parar em seu lugar.
Jasper pensou sobre aquilo. Já que havia se deixado levar uma vez, por que se reprimir a essa altura? E, apesar de vampiro, ele era homem! Não era de ferro, não tinha como resistir a um pedido daqueles.
Ele não respondeu nada, apenas depositou uma mão sobre a dela, restirando-as, deixando o lençol cair no chão. Então guiou sua boca sedenta para a dela, rodeando seu braço em sua cintura fina, erguendo seu corpo miúdo e fazendo-a enlaçar suas pernas em volta dele, guiando-os de volta para a cama.
Eram quase suas horas da madrugada. Alice ainda estava em êxtase. Jasper estava abraçado á ela, enlaçando seu braço em seu quadril, não querendo que ela saísse dali.
Não que ela o faria.
Alice sentia sua cabeça subir e descer a medida que ele respirava e ela desejava poder dormir. Seus braços eram um pequeno pedaço do céu.
Haviam feito um repeteco mais duas vezes só naquela noite e Alice já sentia um vício nascer. Estava viciada em ficar nos braços dele.
- Alice? – ela o ouviu chamar baixo, mas não ergueu a cabeça para olhá-lo, apenas se aninhou mais em seu peito.
- Sim, Jazz?
Ele hesitou um pouco até resolver falar.
- Não foram milhares, ok? – sua voz continha certo ressentimento.
Alice riu.
- Está tudo bem, Jazz.
- Não, eu não quero que pense esse tipo de coisa sobre mim.
- Bom – ela colocou sua mão sobre a dele em sua cintura – Fico feliz, então.
Ficaram em silencio por mais um tempo, mas Jasper estava falante demais para seu gosto.
- Alice? – ele chamou outra vez, ainda receoso.
- Sim, Jazz? – ela respondeu rindo.
- Foi sério o que falou? Nunca esteve com outro homem antes? Eu so... eu fui o primeiro?
Alice tentou buscar mais uma vez por sua memória falha, mas não tinha qualquer lembrança de algo como aquilo, e ela sabia que seria difícil esquecer uma coisa daquelas.
- Sim, você foi, é e vai ser o 1º e o último, Jazz – ela respondeu naturalmente e um sorriso bobo brotou nos lábios dele.
- Bom, então você nasceu com o dom – ele murmurou capturando o nódulo de sua orelha. Alice mordeu o lábio inferior e suspirou longamente.
- Que loucura, não é? – ela perguntou.
- O que?
- Olha soa tudo o que aconteceu em um só dia! Quem diria que acabaríamos aqui já hoje? 24 horas podem realmente mudar vidas completamente. Isso não te assusta?
Fora a vez dele rir.
- Nada mais me assusta, já que tudo que eu achava ser alucinação demais acontecer comigo... aconteceu. Eu conheci uma mulher completamente aos avessos, comprei um coelho, treinei alguém na chuva e na lama, me deixei ser levado por alguém menor que eu, me apaixonei por ela...
Alice ficou estática ao ouvir suas palavras. Ergueu-se na mesma hora para encará-lo. Sua cara deveria estar pasvalhada por que ele sorriu. Divinamente, por sinal. Mas Alice nem estava ligando, só queria ter certeza se tinha escutado mesmo o que achara que havia escutado.
- O-O que disse? – gaguejou quando encontrou sua voz.
- Que eu estou completamente apaixonado por você.
Alice não conseguiu dizer nada, apenas o fitou. Mas o que sentiu dizia tudo e ele podia sentir ele mesmo.
- Não – ele sorriu – Não vai dizer nada?
Alice acariciou levemente a bochecha dele e deu um sorriso largo.
- Pode me beijar, agora.
E ele não pensou duas vezes.
- Eles estão no qüinquagésimo sono- Alice sussurrou abrindo a porta devagar, mas não conseguiu evitar o ruído ranhoso da dobradiça velha.
Eles entraram e passaram os olhos por todo o quarto, parando na cama. Os lençóis estavam emaranhados e o cheiro de luxuria impregnava no ar. O casal era um emaranhado de pernas e braços nus, dormiram de um jeito que intrigou até mesmo Alice e Jasper.
- A sua é bem mais bonita – Alice disse olhando para o homem deitado de bruços na cama.
Jasper coraria se fosse possível, mas apenas a olhou de canto de olho.
- Vamos acabar logo com isso – murmurou Jasper, puxando Alice pelo braço até o armário para que ela parasse de olhar para aquele homem. "E ele ainda está sem nada!" ralhou ele em pensamento "Idiota" – Onde eu estava com a cabeça quando concordei com isso – ele resmungou.
- Jazz, só pegue a roupa para irmos embora.
A floresta parecia bem mais receptível, mais verde, mais encantadora. O destino ainda era um tanto estranho para Jasper, mas enquanto seus dedos estivam entrelaçados nos da pequena e delicada mulher ao seu lado, todos os receios pareciam bobos. Agora, talvez, viver para sempre fosse tolerável. Enquanto ele pudesse ter aquele sorriso encantador estaria realmente bem. Estaria completo.
Então, o que estava esperando?
- Alice – Jasper se virou bruscamente quando o lampejo de certeza tomou seu ser – Casa comigo?
Aquilo sim era o certo.
FIM
Então gente bonita, acabou a 1º parte da fic. Agora realmente vem a historia.
o/
Espero que tenham gostado.
Aqui vai um pedacinho do que rola nela. Bom, quero saber se devo continuar ou parar mesmo na 1º parte.
Mon Pettit, 2º parte
[...] Seu olhar pairou sobre Alice.
O medo subiu pela espinha de Jasper. Ela estava completamente vulnerável para qualquer um ali. A qualquer momento aquele homem poderia machucá-la e Jasper não poderia fazer nada.
- È tão triste ver tanto potencial se perdendo por conta de um rabo de saia.
Jasper nem vira quando socara novamente o vidro.
- Não abra essa boca imunda para falar de Alice! – rosnou ameaçadoramente.
- Ora, na hora de querer ir embora com outra ela não parecia tão importante assim – Ronny disse e riu. Aquele joguinho de provocar a fera enjaulada estava doentiamente o divertindo.
Jasper sentiu, na mesma hora em que as palavras saíram da boca de Ronny, Alice se encolher milimetricamente. Uma cólera aguda a invadiu e ela resfolegou baixo.
Ele a estava machucando de propósito.
- Cale a boca, maldito! – Jasper gritou para o homem, sentindo a fúria o preencher – Não sabe do que está falando!
- Ah, talvez eu saiba. Eu estava lá, nossa técnica de camuflagem de cheiro funciona bem para surpreender, sabe?
Um insight veio à mente de Jasper. Então...
- Foi você quem mandou Briana? Ela trabalhava para você! – não fora uma pergunta e sim uma acusação.
- Ah não, não – ele negou rapidamente, divertido outra vez – Mas aquilo caiu como uma luva. Eu deveria procurar aquela vampira e dar-lhe um prêmio. Quer dizer, o casal perfeição enfim amolece.
Jasper parara ao ouvir aquilo. Quer merda aquele homem estava falando? Ele e Alice, mesmo aqueles desentendimentos sem fundamento e, haviam discutido sim, porém sua relação ou seu amor jamais amolecera.
Ao menos em sua visão. Qualquer mulher que fosse jamais o faria mudar de idéia de com quem iria passar o resto da eternidade.[...]
N/A:Sou terrível escrevendo Lemons, eu sei.
Então, vamos deixar uma reviews? Sabe, pra mim saber se está bom ou não. Sem colaboração, acho que não dá.
Um Obrigada especial para Lay Sampaio – Obrigada, Lay. Fico muito feliz que esteja gostando :D
