Quando Beau os viu descendo a calçada, ele começou a latir e abanar o rabo. Sua cabeça para fora da janela no banco traseiro, enquanto ela dava a volta no carro.
- Sentiu saudades, meu doce menino? - Ele pressionou se contra a porta e deu um gemido sensibilizado.
- Ah, eu senti saudades de você, também!
Ela disparou um olhar a Edward de desgosto por cima do ombro.
- Você não deveria ter deixado ele na carro este tempo!
- Todas as janelas estavam abaixadas. Ele fez um gesto para a animação de Beau.
- Olhe para ele. Está perfeitamente bem.
- É..Eu acho que sim. - Isabella murmurou, coçando atrás das orelhas de Beau.
- Você esta mimando ele demais. - ponderou Edward, jogando sua mala no banco traseiro.
- Eu não faço isto!
- Ah não? Toda vez que eu vou até a porta da minha casa, ele começa a procurar por você. Ele não dá merda nenhuma de atenção para mim agora. Sem mencionar que ele espera eu sentar no sofá, para comer o resto da comida na minha mesa.
Ela corou.
- Oops.
Assim que ela sentou no assento, Beau inclinou-se sobre o encosto de cabeça para lamber a bochecha dela.
- Você está pronto para deixar a cidade para trás? - Isabella perguntou, acariciando a cabeça de Beau.
Ele balançou sua cauda e lambeu ela novamente.
- Sim, eu acho que você está pronto.
Edward bufou enquanto arrancava com o carro da garagem
- Depois que ele ver todo aquele espaço aberto, ele não vai querer voltar.
Depois que ele pegou a saída Norte 75, eles começaram a peregrinação para fora da cidade. O cenário urbano mudou para um borrão de árvores esmeralda e pastagens exuberantes. Quanto mais se aproximavam das montanhas, o ar ficava mais fresco em volta deles. Uma pontada de saudade reverberou através Isabella, enquanto se dirigiam ao longo das estradas familiares. Ela passou toda a sua infância nas montanhas, até que foi para a faculdade em Atlanta. Havia uma grande parte dela que desejava voltar, especialmente quando se tratava de criar o bebê. Quando eles se aproximaram de propriedade de seus avós, ela se inclinou para frente em seu assento.
- Ok, agora você vai virar à direita naquela caixa preta.
Edward virou-se para ela com surpresa.
- Para a estrada de cascalho?
- Sim.
Depois que passaram por algumas curvas, eles chegaram em um campo aberto. Na encosta estava a casa de seu avô e celeiro. Edward se virou para ela com os olhos arregalados ao ver a multidão de carros e pessoas em torno do espaço.
- Esta multidão é apenas sua família?
Ela assentiu com a cabeça.
- Há geralmente cerca de 50 pessoas ou mais. Mas como a dança do celeiro começa hoje à noite, vai ser em torno de uma centena. Ela olhou a expressão cética no rosto.
- Você tem certeza que quer fazer isso?
- Claro, vai ser ótimo, desde que ninguém queira chutar a minha bunda por te engravidar.
Isabella riu.
- A maioria da minha família aceitou muito bem a minha gravidez. Apenas meu avô e alguns dos meus tios que podem ser um pouco mais difíceis.
Ela hesitou antes de deixar cair a bomba em cima dele.
- Hum, desde que não somos casados, eles apenas não planejam dar um quarto para dormimos juntos.
- Perdão?
Isabella fez uma careta.
- Meus avós são muito antiquados. Eles não vão permitir que a gente durma na mesma cama, se não somos casados.
- Mesmo que você esteja grávida do meu filho?
- Sim.
Ele expirou ruidosamente.
- Ainda bem que eu aproveitei um pouco antes de sairmos. Senão teria sido um fim de semana longo, muito longo. Ele riu, quando ela bateu em seu braço brincando com indignação.
- Vamos lá. Vamos enfrentar o pelotão de fuzilamento. -, disse Isabella, com um sorriso.
- Fabuloso. - Edward gemeu quando ele saiu do carro. Ele colocou a coleira no pescoço de Beau, que ficou se contorcendo no do banco traseiro.
Deliciosos aromas encheram as narinas de Isabella, e seu estômago rosnou. Ela estava tão agradecida que a náusea já tinha passado, porque ela queria muito alguns dos guisados de sua avó.
- Este cheiro é de churrasco caseiro que eu sinto? - Edward perguntou
- Sim, é. Aqui tudo vai ser natural, da torta de maçã a luz da lua.
- Droga, eu acho que morri e fui para o céu. Bem, não exatamente no tocante a parte sobre o luar.
Isabella riu.
- Sorte seria meus tios não o forçarem a algum concurso de quem bebe mais. Eles talvez queiram que você prove a sua masculinidade.
Edward abriu a boca para protestar, mas uma voz de mulher o cortou.
- Isabella. - ela gritou, batendo palmas. Isabella sequer se voltou para ver quem era. Apenas o som da voz ecoando ao seu redor, revestiu seu corpo com um cobertor grosso de amor. Girando, ela viu sua avó caminhando em sua direção. De seu coque no cabelo frouxo prata para o vermelho e branco usado no avental quadriculado que ela usava amarrados firmemente sobre seu vestido, nunca sua avó aparentava sua idade ou envelhecimento.
Ela era sua força, uma constante na tempestade que Isabella tinha enfrentado, podendo sempre contar toda a sua vida com amor, apoio e força.
O rosto de sua avó se iluminou como os fogos do quatro de julho.
- Se não é minha linda bebê! - ela exclamou, apertando Isabella em seu abraço forte. Apertando-a com força, ela disse:
- Eu senti tanto a sua falta, querida.
- Eu senti a sua também, vovó.
Ela afastou-se e sorriu.
- Você vai ter que começar a vir aqui mais que duas vezes por mês. Seu avô e eu ficamos completamente solitário sem você. - Isabella riu.
- Falamos todos os dias. Será que eu realmente preciso vir mais?
- Sim, você tem. Especialmente quando o bebê chegar.
Ela chegou para tocar suavemente a barriga inchada de Isabella.
- Olha como ele já esta ficando grande!
- Nem me fale sobre isso. Não tenho mais roupa que se ajuste em mim.
- Bem, considere-se com sorte de ainda não precisar andar vestida igual um morcego. Sua mãe teve que usar roupa de maternidade já no segundo mês que estava grávida de você!
Isabella sorriu para a memória de sua mãe rindo, coisa que hoje fazia naturalmente, desde que ficou gravida.
- Então, como você está se sentindo? - Vovó perguntou, sua testa vincando com preocupação.
- Melhor. Graças a Deus os enjôos matinais pararam depois que passei do primeiro trimestre. Eu vou descobrir o que eu estou esperando na próxima semana, quando fizer o ultra-som.
O rosto radiante da avó dela, cresceu ainda mais brilhante.
- Maravilhoso. Claro, eu ainda digo que você está esperando um menino.
Isabella olhou para Edward e sorriu.
- Isso faria o pai dele muito feliz. Ele jura que é um menino desde o inicio.
Os olhos verdes da avó dela viraram para Edward.
- Portanto, este homem incrivelmente bonito e arrojado que você trouxe deve ser Cullen?
O calor aumentou no rosto de Isabella, tanto pelos elogios de sua avó, como a forma que ela fez a apresentação.
- Sim, este é Edward. Ele é ...
- O doador do esperma? A sua avó questionou.
Edward riu.
- Sim, na verdade, foi mais do que um. - Sua avó agarrou seu estômago e dobrou de tanto rir.
Quando ela se recuperou, ela estendeu os braços para Edward.
- Bem, venha aqui e me dê um abraço, Sr. doador de esperma.
Isabella assistiu com espanto quando Edward voluntariamente abraçou a avó dela.
Ela não podia acreditar o quão facilmente ele já parecia estar interagindo com sua família, considerando como ele havia ficado assustado, quando ela se encontrou com seus sobrinhos e Carlisle. Batendo suavemente nas costas de Edward, a sua avó disse:
- Nós estamos muito felizes em tê-lo aqui conosco neste fim de semana. Eu espero sinceramente que você goste. Ele deu um sorriso deslumbrante.
- Obrigado, senhora. É um prazer estar aqui.
Vovó sacudiu um dedo para ele.
- Quanto a gravidez de Isabella e sua paternidade do bebê, há algo que eu preciso dizer sobre isso.
Isabella mordeu o lábio inferior e lançou um olhar preocupado entre sua avó e Edward. Seu peito se apertou em apreensão com o que ela poderia dizer a ele. Se fosse qualquer coisa parecida com os primeiros telefonemas e a primeira visita que ela tinha feito aos avós e contado sobra sua gravidez independente, Edward estava encrencado.
- Sim, senhora? - Edward perguntou agradavelmente, mas Isabella percebeu como ele jogou a coleira de Beau para trás, em um gesto nervoso.
- Ter um filho sozinha não é certamente o que eu e o meu marido desejavamos para Isabella. Nós preferimos que ela tivesse encontrado um marido e depois viessem as crianças. Ela balançou a cabeça, triste. - Mas não foi isto o que aconteceu. Embora a vida não tenha sido exatamente justa com Bella, ela merece toda a felicidade no mundo, e eu sei que nada vai fazê-la mais feliz do que finalmente ter seu sonho da maternidade realizado.
Lágrimas encheram os olhos de Isabella, com o imenso amor e a verdade contida nas palavras de sua avó. Quando ela ousou olhar para Edward, ele estava sorrindo.
- Eu não poderia concordar mais com a senhora, Sra. Dwyer. Eu estou realmente muito grato em ter ajudado que os sonhos de Isabella tenham se tornado realidade.
Vovó segurou o queixo de Isabella e sorriu.
- Você esta positivamente feliz e brilhante. Eu acho que não vi este olhar em seus olhos desde que sua mãe faleceu.
- Oh, obrigada - Isabella respondeu, enxugando uma lágrima. Vovó afagou o braço de Edward.
- Então, depois de tudo isso, eu só agradeço por fazer Isabella tão feliz e, também a sua família.
- Eu que agradeço, Sra. Dwyer.
- Por favor, me chame de Virgínia. Ela, então, fez um barulho de tristeza, ao ver algumas mulheres carregando bandejas de comida para o celeiro.
- Oh, querida, você sai por um minuto, e as pessoas já tentam fazer as coisas sozinhas. É melhor eu ir e me certificar que o jantar não seja um desastre total!
Uma vez que ela estava fora do alcance da voz, Edward expirou ruidosamente.
- Bem, isso certamente foi inesperado.
- A recepção calorosa?
Balançando a cabeça, ele passou o braço em torno da cintura de Isabella.
- Não, eu descobrir que sou um herói por transar com você. Por estas bandas, eles não costumavam usar espingardas?
Isabella riu.
- Vamos apenas dizer que a conversa seria muito diferente se fossemos adolescentes.
Ela virou a cabeça para olhar para ele.
- Claro, eu duvido que o Edward adolescente teria me concedido alguma hora do seu
dia.
- Você nunca sabe. Eu teria ficado muito interessado em corromper você e roubar sua virtude.
Isabella lhe deu uma cotovelada de brincadeira.
- Então meu avô e os meus tios teriam atirado no seu bem mais precioso. Edward riu.
- Isso teria sido uma tragédia.
- Ah, sim, você não teria sido capaz de me engravidar mais tarde, ela meditou.
Ele apertou seus lábios contra seu ouvido, fazendo-a estremecer.
- Ou confundir sua mente e lhe dar orgasmos múltiplos.
- Edward, ela gritou, empurrando-o para longe.
Ele riu de sua indignação.
- Você sabe que eu estou certo, entretanto.
Uma potente voz os interrompeu.
- Bellita, venha aqui e me dê um abraço!
Ela revirou os olhos, mas deu um sorriso.
- Enquanto a vovó foi um doce, provavelmente o vovô vai ser uma verdadeira dor na bunda sobre tudo isso. - disse ela para Edward.
Ela sentiu ele ficar tenso ao seu lado, enquanto a seguia até um homem grisalho de calça jeans desbotada.
- Vovô, quando é que você vai aprender que estou velha demais para esse apelido?
Ele sorriu.
- Bobagem. Você sempre será a minha menininha e minha Bellita!
Isabella o abraçou com força, fechando os olhos de contentamento com seu cheiro familiar de hortelã e Old Spice enchendo seu nariz.
- Eu estava com saudade de você.
Ele empurrou seus ombros para trás e levantou uma cheia sobrancelha grisalha para ela. - Já fazem duas semanas inteiras, bebê! Eu estava quase enviando os meninos para a cidade para verificar se você estava bem.
- Sinto muito, mas as coisas estavam um pouco loucas ultimamente.
Ela percebeu que o olhar de seu avô não estava mais focado nela. em vez disso, ele olhava intrigado para Edward.
- Oh vovô, eu quero te apresentar alguém.
Agarrando a mão de Edward, ela o puxou para frente. À vista de seus dedos entrelaçados, a expressão agradável no rosto do avô evaporou e sua curiosidade foi substituída por uma raiva velada.
Isabella não pôde deixar de notar que a testa de Edward estava suando, e não era do calor, mas do brilho intenso do olhar do avô dela.
- Este é Edward Cullen. Ele é o pai do meu bebê. Ela sorriu para Edward.
- E este é o meu avô, Earl.
- Prazer em conhecê-lo, senhor. - disse Edward, com a voz ligeiramente embargada.
Earl olhou para a mão de Edward. Ele relutantemente balançou para cima e para baixo.
- Muito prazer.
- Isabella! Alguém a chamou. - Quando ela lançou um olhar sobre seu ombro, seu primo Dave acenou.
- Um segundo. Já estarei de volta.
Edward relutantemente soltou a mão de Isabella. Francamente, neste momento sua única vontade era correr atrás dela. A última coisa no mundo que ele queria era ficar com o velho. Ele se mexeu desconfortavelmente em seu pé, limpando o brilho do suor no rosto com as costas da mão. Earl cuspiu um fluxo de suco de tabaco.
- Então você planeja ficar próximo depois que o bebê nascer?
- Sim, senhor.
- E você vai ajuda-la com tudo?
- Bem, nós realmente não temos tudo organizado ainda como vai ser feito.
Quando a expressão de Earl escureceu ainda mais, Edward rapidamente respondeu:
- Mas eu vou tentar. Honestamente, eu vou. – Os olhos de Earl se estreitaram.
- E você vai casar com ela?
Edward sentiu como se tivesse sido chutado nas bolas. Ele lutou para puxar sua respiração. Porra, se eu responder a essa pergunta errada, esse cara sinceramente vai me matar. Sua boca ficou seca, e ele lambeu os lábios. Está ficando mais escuro aqui fora, ou eu vou desmaiar?
- Filho, você não respondeu minha pergunta. Você vai casar com a minha Bellita ou não?
- Vovô! - Isabella gritou, com os olhos arregalados de horror. Edward resfolegou com tanta força que ficou momentaneamente tonto.
- O que foi querida? É uma pergunta honesta.
Isabella ficou vermelha de suas bochechas até seu pescoço. Até mesmo seu ombros nus estavam tingidos.
- Não, não é. Edward e eu estamos confortáveis com o arranjo que temos. Se mudar alguma coisa, nós vamos te avisar, mas até então, não quero sentir qualquer tipo de pressão, ok? - Seu olhar cintilou sobre Edward para ver se ele estava bem com sua resposta, ele assentiu.
Earl beijou o topo da cabeça de Isabella.
- Tudo bem, minha menininha. Eu não vou falar disto novamente. - Ele deu um olhar ardente de nojo para Edward, antes de sair.
- Ele está apenas brincando com você. - disse Isabella. Quando ele não respondeu,
Isabella estendeu a mão e esfregou seu braço.
- Você realmente fiou com medo dele, não ficou?
Ele olhou para Earl. Cercado por quatro de seus netos, ele se sentia como se fosse a escultura e eles estivessem com a faca.
Uma longa lâmina da faca brilhou na luz solar fazendo Edward a tremer.
- Claro que eu fiquei! Eu sei que ele parece para você como um homem doce, mas o homem pode acabar comigo, se quiser, provavelmente com as próprias mãos. E eu tenho certeza que seus tios e primos não se importariam de ajudá-lo a enterrar-me em uma cova rasa.
Os cantos dos lábios de Isabella apareceu.
- Você não pode estar falando sério?
Ele bufou.
- Francamente, eu estou com medo de dormir esta noite e eles entrarem no meu quarto e cortarem meu pinto para fora, por ter deixado você grávida.
- Isso seria uma grande tragédia, não é mesmo?
- Ah, sim, com certeza seria.
Isabella riu.
- O problema não é apenas sua preocupação sobre sua neta ter um bebê independente, ou uma proteção de um avô paternal me protegendo do grande lobo mau que roubou minha virtude. Sua expressão divertida ficou escura.
- Ele está levando a minha gravidez de forma mais difícil do que minha avó, porque ele é antiquado. Sendo um diácono na sua igreja, ele nunca será capaz de aceitar que eu estou trazendo um "Bastardo", por assim dizer, para o mundo.
Edward inspirou uma respiração afiada e estreitou os olhos.
- Ele realmente disse isso a você?
- Não nesses termos exatos, mas sim.
- Isso é um inferno de uma maneira de pensar sobre o seu bisneto.
- Sim, bem, seu pai se sentiu da mesma forma. Lembre-se de como ele queria dar ao bebê o nome dele?
- Isso é verdade, Edward cedeu.
O barulho de um sino os interrompeu e Edward se virou para ver Virginia segurando um chocalho velho. Ela sorriu.
- Todo mundo! Chegou a hora do jantar, ela gritou, apontando para o celeiro.
- Com fome? Isabella perguntou.
- Faminto. - Ele sorriu e passou o braço sobre o ombro dela.
- Meu trabalho antes de pegar estrada abriu muito meu apetite.
Isabella abriu a boca, antes de lhe dar uma cotovelada no estômago.
- Você é terrível!
- Você sabe que me ama. - ele brincou.
Quando ela endureceu, ele sabia que tinha dito a coisa errada. Suas palavras carregadas levaram uma conotação diferente do que ele pretendia. Rapidamente, ele tentou se recuperar.
- Quero dizer, o que há para não amar em um pervertido boca suja que está sempre procurando qualquer insinuação sexual, certo?
- Exatamente. - respondeu ela, com um sorriso.
Edward não conseguia segurar seu queixo de cair quando chegaram ao celeiro. A aparência rústica era bastante enganosa, depois que se via o interior. O local foi todo esvaziado para deixar um ambiente gigante. Havia 10 a 20 mesas redondas com cadeiras dobráveis. No centro da sala, um palco pequeno, de madeira se erguia do chão, onde vários caras afinavam seus instrumentos.
- Muito legal, hein? - Isabella perguntou.
- Eu não tinha idéia de que era tão sério o negócio.
- Yep. Há até uma pequena cozinha na parte de trás, também.
Ela riu, quando ele fez uma expressão confusa.
- Com uma família tão grande como a minha, nós precisávamos de um lugar onde todos pudessem se encontrar.
"Jesus, eu não acho que eu mesmo sei quantas pessoas tem aqui, e acho que nunca vou conseguir relacionar quem é quem", ele pensou, enquanto ela o levava para a mesa de comida.
- Confie em mim, no final da noite, eles irão considera-lo da família. Eu gosto de pensar em nós como a família do filme "Casamento Grego", exceto que estamos no Sul.
Edward não tinha certeza se isso era realmente uma coisa ruim. Todo mundo tinha sido tão acolhedor e amigável com ele, mesmo com ele tecnicamente sendo o idiota que tinha deixado Isabella gravida e não se casou com ela.
Depois de encher os pratos com um sanduiche com churrasco dentro, Isabella os levou até uma mesa vazia.
Quando ele mordeu seu sanduíche, gemeu.
- Oh. !. Isto é delicioso!
Isabella sorriu.
- O molho é uma receita da minha avó.
- Sério? Ela poderia seriamente coloca-los em garrafa e vender. É 10 vezes melhor do que todas as churrascarias juntas de Atlanta.
- Você tem que dizer isso a ela. Isto vai fazer o seu dia.
Um homem idoso arrastou-se para a mesa.
- Este lugar está ocupado, Bella?
- Não, tio Pete. Nós estávamos guardando exatamente para você e tia Ella.
Pete sorriu para Isabella antes de lhe dar um abraço. Edward não podia deixar de deleitar-se com o efeito que ela parecia ter em todas as pessoas daqui. Ela sempre foi encantadora com todos que a rodeavam em Atlanta, mas havia algo quase angelical sobre ela aqui.
Mais pessoas entraram e encheram o celeiro, e a banda começou tocar. Edward tinha acabado de limpar seu segundo prato de churrasco e estava se debatendo sobre a possibilidade de pegar um terceiro, quando Earl aproximou-se dele. Edward cautelosamente observou o frasco na mão Earl, que estava cheio com um líquido claro.
- Você ja participou de um concurso de bebida, garoto da cidade? - ele perguntou.
- Vovô, seu nome é Edward. - Isabella chiou.
- Desculpe-me. Você já participou de algum concurso de bebida, Edward?
- Não, senhor, eu acredito que nunca tenha participado.
Earl entregou-lhe o frasco cheio.
- Por que você não tenta um pouco?
- É uma pergunta capciosa, senhor?
- Como assim?
Edward suspirou uma respiração irregular antes de falar.
- Bem, é que Isabella me contou que o senhor é um homem muito religioso, então eu não imaginaria que me faria entrar em um jogo que envolva bebida. Se eu aceitar, o senhor vai me achar um bêbado que não merece um encontro com sua neta. Por outro lado, se me oferece uma bebida e eu recuso, então você irá me considerar um rapaz da cidade efeminado. Certo?
Earl olhou fixo para Edward. Finalmente, um grande sorriso apareceu em seu rosto. Ele bateu cordialmente nas costas de Edward.
- Eu gosto de sua forma de pensar. - Sem quebrar o olhar de Edward, ele trouxe o frasco cheio aos lábios e tomou um longo gole.
- Mas um golinho de vez em quando é perdoado.
Edward riu quando ele tomou a bebida de Earl. No momento em que o líquido entrou em sua boca, queimou como um rio de fogo pela sua garganta abaixo até chegar no estômago.
Com Earl olhando para ele com expectativa, ele fez o seu melhor para lutar contra as lágrimas nos seus olhos e o impulso de sufocar e parar.
- Boa safra. - ele respondeu, reunindo a voz mais máscula que conseguiu. Ele rapidamente devolveu a garrafa, antes que mandasse ele tomar mais.
Com uma risada, Earl voltou-se para Isabella. - Talvez ele seja um rapaz sério, apesar de tudo, Bellita.
Ela arregalou os olhos quando Earl saiu.
- Eu não consigo acreditar que você conseguiu conquistá-lo, especialmente tão rápido. Levou anos para Travis não levar mais um olhar mortal diariamente, e eles o conheciam toda a nossa vida.
Edward sorriu para ela.
- Depois de tudo que nós passamos, eu não posso acreditar que você ainda duvidou da minha capacidade de pegar seu avô pelas calças.
Ele se inclinou e sussurrou em seu ouvido.
- Não vamos esquecer todas as vezes que eu consegui com meu charme arrancar suas calcinhas.
De brincadeira, ela o empurrou de volta.
- Você parece esquecer a primeira vez você tentou jogar seu Marketing dos sonhos comigo na festa de Natal, e eu disse absolutamente e totalmente não.
Edward riu.
- É verdade. Pior rejeição da minha vida.
- Eu duvido disso.
- Confie em mim, querida. Realmente foi.
Ela não conseguiu esconder a surpresa em seu rosto. Para mudar de assunto, ela disse: - Você não quer pegar alguma sobremesa para a gente?
Ele ergueu as sobrancelhas.
- Ainda com fome?
Ela riu.
- Pergunta o homem que comeu dois pratos de churrasco contra apenas um meu.
- Tudo bem. Eu vou te dar algo doce.
Ela beijou sua bochecha.
- O bebê e eu agradecemos por isso.
- Sim, sim. Você vai levar essa coisa da gravidez para tudo que vale a pena, não é?
- Absolutamente correto! - Ela respondeu.
Rindo, ele se levantou de sua cadeira.
- Alguma coisa específica que você queira?
- Que tal um pouco de tudo?
Ele deu-lhe um mini saudação. - Sim, senhora.
Depois de pegar todas as sobremesas por um longo caminho, Edward começou a voltar para a mesa com dois pratos cheios até a borda. Quando ele chegou lá, Isabella brincava com uma criança pequena em seus braços enquanto conversava com um jovem casal.
- Oh Edward, estes são os meus primos Stacy e Mark. Ela olhou para o bebê nos seus braços e um largo sorriso esticou seu rosto.
- E esta é a minha homônima, Isabella Kate.
- Você está brincando.
Stacy sorriu.
- Bem, Isabella Katherine era o nome da nossa bisavó, mas eu não poderia imaginar uma pessoa mais doce para dar o nome ao meu bebê, que nossa Bella.
- Nem eu poderia. - Edward respondeu, piscando para Isabella.
- Vamos lá, querida, é melhor ir buscar um prato antes que toda a comida se acabe. - Mark sugeriu.
Quando Stacy abaixou para pegar o bebê, Isabella sacudiu a cabeça.
- Eu fico com ela, enquanto vocês comem.
- Sério?
- É claro. Vai ser bom para ir praticando.
Mark riu.
- Uau, eu não acho que tivemos uma refeição livre do bebê durante as últimas seis semanas, desde que Isabella Kate nasceu.
- Obrigado, Bella. - Stacy respondeu.
Edward sentou ao lado de Isabella, quando Marcos e Stacy sairam.
O apetite dela parecia ter evaporado com a chegada do bebê.
Então, ele começou comer seu prato de doces, enquanto Isabella arrulhava para o bebê.
- Ela não é linda? - Perguntou ela.
Edward virou seus olhos para o bebê enrolado em rosa da cabeça aos pés.
- Ela é quase tão bonita quanto sua homônima. - Isabella riu.
- Ele não é o encantador?
Quando ele tinha se sobrecarregado com açúcar, ele empurrou seu prato longe. Isabella se inclinou, segurando o bebê para ele.
- Você quer segura-la um pouco?
- Pra você comer?
- Não, eu apenas pensei que você gostaria de ficar com uma menina uma vez. Você só tem sobrinhos.
Edward olhou Isabella Kate cautelosamente. Ela era tão pequena e frágil comparada ao volume de Mason. Ele estava com medo de quebrá-la de alguma forma.
- Sério, Bella, eu não sei nada sobre as meninas.
- E nós poderíamos facilmente ter uma menina. - Ela, então, entregou Isabella Kate para ele. Relutantemente, ele aninhou ela na curva de seu braço. Seus olhos se abriram, e ela olhou para ele.
Seu rosto começou a amassar, e ela parecia que ia gritar a qualquer momento.
- Merda! Eu deixei ela chateada! - Edward gemeu.
Isabella riu.
- Não, você não deixou. Apenas a balance um pouco e coloque a chupeta dela na boca.
Edward se atrapalhou com o objeto onde a chupeta estava presa. Quando Isabella Kate abriu a boca para gritar, ele colocou para dentro e imediatamente ela começou a chupar e se acalmou.
Ele balançou os braços para trás e para frente, e dentro de alguns minutos, seus olhos ficaram pesados. Quando ela adormeceu, Edward olhou para Isabella. Ele não podia lutar contra o sorriso orgulhoso que se estendia em seu rosto.
- Você tem um dom natural. - Isabella falou.
- Eu não sei nada sobre isso.
Marcos e Stacy voltaram para a mesa com a comida.
- Bom para você, amigo. Você sabe, se preparando para o futuro, disse Mark, apontando para Isabella Kate nos braços de Edward.
- Eu mal tinha deixado de ser um garoto, e já estava com o meu.
- Bem, eu tenho sorte de ter muitos sobrinhos e sobrinhas. - Ele mudou a posição de Isabella Kate em seus braços.
- E a partir deles, eu sei o suficiente sobre fraldas sujas, para afirmar com certeza que ela está encharcada.
Mark gemeu.
- Fabuloso.
Isabella se levantou da sua cadeira.
- Não, não. Eu troco ela. - Edward lhe entregou alegremente, antes de verificar se estava molhado.
Stacy entregou o saco de fraldas a Isabella com um sorriso. Você é a melhor, prima.
- É um prazer. - Isabella respondeu, sorrindo
Enquanto Edward observava Isabella se retirar, uma risadinha penetrante irrompeu em seu ouvido.
- Ei, bonitão, eu sou Mary. Você quer dançar?
Edward se virou para ver uma menina, uma menina muito linda, mas apenas uma adolescente sorrindo para ele.
- Hum, eu acredito que não. Seus lábios vermelhos de rubi enrugaram em um beicinho. - Por que não?
- Primeiro de tudo, eu estou aqui com Isabella, e, segundo, eu acho que sou um pouco velho demais para você.
- Eu tenho 19. Além disso, Isabella é minha prima. Ela não vai se importar.
Edward lutou contra o impulso de dizer como diabos ela não faria isso! Mesmo grávida, Isabella tinha potência suficiente para bater em Mary até a próxima Terça-feira por flertar com ele. Com um suspiro exasperado, ele levantou suas mãos para cima.
- Olha, é muito legal da sua parte perguntar, mas realmente, eu não vou aceitar.
Isabella escolheu esse momento para voltar com o bebê. Ela examinou os dois, antes de falar.
- O que está acontecendo?
- Eu queria dançar com Edward, e ele não aceitou. - Mary admitiu.
Edward rangeu os dentes.
- E eu claramente expliquei a ela que estava aqui com você.
- Um pouco de dança não faria mal. - Isabella virou o rosto para ele, com um sorriso doentiamente doce.
- Eu não me importo, se você não se importar.
Ah, não, ela não tinha acabado de vende-lo para sua prima com tesão. Ele sabia que ela devia ter algum motivo para fazer isso. Era uma forma de provar a ele que por não assumi-la, ele estava disponível ou algo assim? Ou ele estava sendo muito paranóico sobre seus motivos.
- Tudo bem. - ele murmurou, enquanto Mary o puxava pela mão e arrastava para a pista de dança.
Felizmente, era uma música animada, então ele não seria forçados a ficar pressionado contra ela.
Ele não tinha idéia de como dançar aquele tipo de música, e pelo olhar de pura diversão que irradiava no rosto de Isabella, ele sabia que estava fazendo papel de bobo. Ele iria devolver esta afronta, nem que fosse a última coisa que ele faria.
Quando a dança terminou, ele forçou um sorriso.
- Obrigado, Mary.
- A qualquer hora, coisinha quente. - ela respondeu, batendo na sua bunda. Ela lhe deu uma piscadela antes de correr para se juntar a um bando de meninas no canto.
- Que porra é essa? - Ele murmurou baixinho.
- Quer dançar comigo, garanhão? - Isabella perguntou.
- Considerando apenas que sua prima atacou minha bunda, eu realmente não estou com vontade.
Isabella riu.
- Oh, por favor? Eu quero dançar com o meu homem.
A música virou de um colapso rápido a uma balada doce. Edward relutantemente deixou Isabella envolver os braços ao redor dele.
- Eu sinto muito que você tenha sido molestado. - disse ela, olhando para ele. Edward bufou.
- Que seja. Eu simplesmente não posso acreditar que você me penhorou assim para ela. Eu pensei que assistiria uma briga quando você nos viu conversando.
Isabella revirou os olhos.
- Eu não sou ciumenta.
- Sério?
Ela sorriu.
- Além disso, quando eu estava trocando Isabella Kate, eu ouvi algumas das meninas dizendo que tinham apostado com Mary que ela não teria coragem de dançar com você. Eu percebi que eu deveria deixá-la ganhar esta noite.
Edward jogou a cabeça para trás e riu.
- Eu não posso acreditar que elas estavam fazendo isso.
- Você é um homem de boa aparência e mais velho, por que não o fariam? - Ela colocou os braços apertados em torno dele.
- Se eu fosse adolescente, eu poderia até colocar um dinheiro para dançar com você. - Seus lábios se aninharam no pescoço dela.
- Querida, eu sou seu de graça a qualquer hora, em qualquer lugar.
- Hmm, eu realmente poderia levá-lo agora, respondeu ela.
Após dançarem uma outra canção lenta, eles voltaram para os seus lugares, quando a banda parecia prestes a começar a tocar.
O vocalista, que Isabella tinha apresentado como Dave, foi ao microfone.
- Eu gostaria de uma atenção de todos os meus amigos e familiares que estão aqui para fazer um grande anúncio. Ontem, perguntei a Laurel, o amor da minha vida, se ela aceitava se casar comigo, e ela disse sim! - disse Dave.
Enquanto a multidão irrompia em aplausos e assobios, Edward sentiu Isabella ficar tensa ao lado dele. Embora ela continuasse com um sorriso radiante no seu rosto, ele poderia dizer que o anúncio do seu primo a incomodou.
Não demorou muito para ele entender o porquê. Ele sabia que mesmo que ela estivesse emocionada em ter o bebê, ela ainda queria o que Laurel conseguiu, amor, compromisso, e um diamante brilhando em seu dedo. Edward se perguntou se ele era o homem que poderia dar isto a Isabella ou se ela estava apenas perdendo seu tempo acreditando que ele pudesse.
- Agora, eu gostaria de fazer uma pausa por alguns minutos e dançar com minha linda noiva.
Seu olhar procurou através da multidão até que parou em sua mesa.
-Bella, você poderia vir e fazer as honras?
Se Isabella estava tensa antes, ela agora estava absolutamente rígida com a perspectiva de cantar.
- Não, não, não! Eu não canto há muito tempo.
- Isso não é verdade. Você e Mason me proporcionaram grande prazer com seu estilo vocal há apenas alguns meses atrás. - Edward argumentou.
Isabella lançou-lhe um olhar mortal.
- Eu acho que há muita diferença em cantar para um bebê dormir na privacidade de meu próprio quarto e em um celeiro cheio de pessoas. - ela sussurrou baixinho.
Ela, então, sacudiu a cabeça para Dave.
- Realmente, eu não posso. Uma loira alta apareceu atrás deles. Não demorou para Edward deduzir que ela era Laurel.
- Oh, por favor, Isabella, cante Cowboy Take Me Away! Você estava cantando na noite em que conheci Dave! - Edward trouxe seus lábios perto do ouvido de Isabella.
- Vá em frente. Você pode até cantar de meias no chuveiro... você é boa! - Ela se afastou para olhar para ele, com a boca aberta de surpresa.
- Sério?
Ele acenou com a cabeça.
- Ok, ok, eu vou cantar.
A multidão foi novamente ao delírio, quando Isabella se levantou da sua cadeira. Quando ela subiu ao palco, Edward se inclinou para frente em sua cadeira. Ele realmente, mal podia esperar para ver o seu desempenho. Com as mãos trêmulas Isabella pegou o microfone do suporte. Ela pigarreou algumas vezes antes de falar.
- Eu acho que todos sabem que eu não canto profissionalmente há dois anos, então vocês precisam acreditar em mim quando eu digo que só um amor puro e verdadeiro
poderia me trazer a este palco. É o amor que eu sinto por Dave, que ao longo destes anos tem sido como um irmão para mim, e o belo e doce amor entre ele e sua noiva, que me fizeram capaz de cantar esta canção para vocês.
Seu olhar foi para Dave e Laurel que já estavam abraçados na pista, em expectativa com a sua música.
- Esta é para vocês.
O som de um violino de arco e duas guitarras ecoaram pelo galpão. Edward viu como o nervosismo de Isabella desapareceu no momento em que ouvia os acordes familiares.
Com total confiança, ela trouxe o microfone para os lábios e começou a cantar.
Neste momento para Edward, a sala cheia de pessoas desapareceu e ficaram apenas os dois. Deixando os olhos fechados, ele deixou a voz aveludada de Isabella derramar sobre ele. Ele não se importava se as letras eram sobre um cowboy carregando uma mulher longe da cidade grande e a levando para os campos abertos do país.
Ele apenas focou no imenso orgulho que o encheu com seu desempenho.
Quando ela terminou, aplausos e gritos rugiram alto pelo galpão. Isabella corou em um vermelho profundo, mas um sorriso radiante encheu seu rosto. Ela fez uma reverência lindamente.
- Obrigada. - ela murmurou.
- Agora cante Sweet Dreams, Bellita! - Earl gritou.
Isabella sacudia a cabeça furiosamente enquanto colocava o microfone de volta no stand. - Não, vovô, eu já cantei o suficiente para uma noite.
Earl fincou seu pé no chão de serragem.
- Isabella Swan, seu avô quer ouvir Patsy Cline, cantando Sweet Dreams!
Edward não pôde deixar de rir com o impasse entre Isabella e seu avô.
- Uh-oh, Bella, ele está te chamando pelo seu nome completo. Melhor fazer o que o homem diz. - ele falou alto. Ela lhe lançou um olhar assassino antes de voltar para seus primos.
- Eu suponho que vocês lembram Sweet Dreams?
Dave, que voltou ao palco, levantou as mãos.
- Oh não, esta é uma musica que deve ser cantada "a capela" .
Apontando o dedo para eles, Isabella disse:
- Eu só quero que você saibam: Eu vou machucar cada um de vocês por isso!
Os meninos riram gostosamente, enquanto saiam do palco. Isabella virou-se para a multidão e apontou depois um dedo para Edward.
- Isso serve para você também!
Ele sorriu.
- Eu vou ficar feliz em levar minha parte, quando você repartir sua raiva. Agora faça o seu avô feliz e cante.
Quando Edward olhou para Earl, ele acenou e sorriu para ele. Talvez ele estivesse realmente ficando maluco... pelo menos o seu pinto estava. Ele se encostou para trás em sua cadeira e concentrou sua atenção em Isabella. O momento em que Isabella começou a cantar a música um silêncio caiu sobre o celeiro.
Se ela fez um belo lance em Cowboy Take Me Away, ela estava batendo para fora do parque com um grand slam. Fechando os olhos, ela cantou a letra com tal sentimento e emoção que Edward notou lágrimas brilhando nos olhos de várias pessoas.
A diversão de Edward começou a desaparecer quando Isabella chegou no segundo verso. A qualidade da sua voz demonstrando a dor, quando ela cantou a letra de Patsy sobre nunca ter usado um anel de seu amante ou ele ter retribuído o seu amor, fez seu peito se apertar em como a letra da música poderia falar sobre ele e Isabella.
Ele se perguntou se ela sempre teve este doce sonho de uma vida junto com ele, que nunca poderia se tornar realidade.
Aplausos estrondosos o arrancaram para fora de seus pensamentos. Isabella acabou a canção e a multidão estava de pé aplaudindo. Ela corou e sorriu.
- Obrigada. - murmurou para o microfone.
Dave e seus outros primos se uniram novamente com Isabella no palco. Cada um a abraçou e beijou antes de pegar seus instrumentos. Eles começaram uma música, enquanto ela voltou para junto dele.
- Então o que você achou? - Ela perguntou sem fôlego.
- Absolutamente incrível.
Isabella sorriu para os seus elogios.
- Sério?
Ele acenou com a cabeça.
- Você estava espetacular cantando com Mason, mas porra. ..você estava uma American Idol lá em cima.
Ela riu e beijou sua bochecha.
- Obrigada. - Depois de olhar os casais na pista de dança, ela se virou para ele com um olhar suplicante.
- Quer dançar de novo?
Ele gemeu.
Se você quiser.
Era depois das 11, quando a última pessoa saiu. Agradavelmente exausto, Edward se arrastou da colina para a casa. Depois agarrando suas malas para fora do carro, ele se juntou a Isabella, enquanto caminhavam atrás Earl e Virgínia.
- Agora Edward, você vai dormir aqui, Virginia disse, apontando para um quarto. Ele largou a mala na porta. Não demorou muito para ele descobrir que seu quarto era exatamente ao lado do quarto de Earl e Virgínia.
Era uma maneira deles manterem o controle sobre ele. Ele sorriu de volta para eles.
- Parece acolhedor. Obrigado.
- Isabella, você vai dormir no antigo quarto da sua mãe.
Earl em seguida, olhou incisivamente para Edward.
- Nós estamos no meio do corredor entre vocês.
Edward tentou transformar sua risada em uma tosse. Era tão absurdo que ele e Isabella estivessem na casa dos trinta e fossem tratado como adolescentes.
- Então eu devo dizer boa noite agora - disse ele. Envolvendo suas mãos em torno da cintura dela, ele a puxou contra ele.
- Bons sonhos, Isabella.
- Bons sonhos para você, também, Edward. - ela murmurou.
E mesmo sabendo que Earl não iria gostar, ele deu a Isabella um casto beijo nos lábios. Ela sorriu para ele, antes de dizer boa noite para seus avós. Com um aceno final, ela passou pelo corredor. Relutantemente, ele entrou e fechou a porta.
Isabella sentiu que estava fazendo algo verdadeiramente ilícito quando passou na ponta dos pés pelo quarto de seu avô para encontrar Edward. Sua mão tremia lentamente
quando girou a maçaneta, e ela deu um suspiro de alívio por encontrá-la destrancada. Lentamente, ela empurrou a porta, tentando não deixar seu rangido alto ecoar pelo corredor. Ela lamentou o fato de que não tinha pensado em pegar o desengripante debaixo da pia da cozinha.
Isabella encontrou Edward encostado na cama com uma papelada colorida espalhada sobre a colcha artesanal. Beau estava ao lado dele. No visão dela, as sobrancelhas de Edward se ergueram tanto, que quase desapareceu na testa.
- O que diabos você está fazendo aqui? - Ele assobiou. Levantando um dedo, ela fechou a porta atrás de si antes de responder. Quando se virou, ela sorriu.
- Eu queria ver você.
Edward revirou os olhos.
- Jesus, Bella, quando eu penso que o meu pau esta seguro da ira de seu avô, você entra se esgueirando aqui.
Ela riu enquanto caminhava até a cama.
- Oh, vamos lá. Você sabe que ele não vai fazer nada disso.
- Eu não tenho tanta certeza disto. - Seus olhos percorreram sua camisola pura.
- O que você realmente quer?
- Você não pode imaginar? Eu quero seu corpo quente sobre o meu ... Forte! - Ela brincou.
Ele resmungou.
- Não me torture dizendo coisas como essa.
- Na verdade, eu pensei que você gostaria de ir dar um mergulho à meia-noite.
- Sério?
Isabella assentiu.
- A lagoa é um pouco abaixo da casa.
- É seguro?
- Claro, foi onde eu aprendi a nadar. Cutucando seu joelho com o cotovelo, ela disse: - Claro, eu não era uma super campeã de natação do Estado, assim eu não sei?
Edward balançou a cabeça como ela lançou a ironia.
- Lá vem você com esta sua boca de novo.
Isabella riu.
- Então isso significa que você está pronto para ir comigo?
- Sim, sim. Estou. - respondeu Edward, colocando seus sapatos.
Eles se arrastaram para fora no corredor. Edward pisou em um assoalho que chiou, e ambos congelaram. Quando Earl não veio correndo pelo corredor com sua espingarda, eles continuaram pisando na ponta dos pés até a sala de estar. Isabella pegou uma lanterna ao lado da mesa, enquanto Edward destrancava a porta. Uma vez que saíram pela varanda, eles se apressaram em descer os degraus e seguir o caminho de cascalho que serpenteava atrás da casa.
Eles mal precisavam da lanterna com a lua cheia brilhando e iluminando o caminho.
Quando eles chegaram ao cais, os dois estavam sem fôlego. Edward inclinou-se, apoiando os cotovelos nos joelhos. Uma vez que ele tinha recuperado o fôlego, ele levantou a cabeça e olhou nos arredores.
- Nossa, é lindo aqui.
- Toda esta área é como o lugar mais mágico do mundo. - Isabella respondeu, sem fôlego. Aproximando-se dele, ela deu-lhe o seu melhor sorriso tímido.
- Você sabe que eu não mergulho nua com um menino há um longo, longo tempo.
Ele sorriu.
- Sério?
Isabella sacudiu a cabeça. Ela trouxe a camisola sobre a cabeça, deixando-a completamente nua sob o luar. Um ruído de dor irrompeu pela garganta de Edward.
- Porra, você não estava usando nenhuma roupa de baixo?
- Não.
- Eu deveria ter te arrebatado no quarto, então!
Ela riu quando Edward começou a arrancar sua camisa e boxers em recorde de velocidade. Quando ele começou a se aproximar dela, ela recuou.
- Eu disse nadar nus, não contaminar a lagoa do meu avô mantendo relações sexuais.
Suas mãos foram para seus quadris nus, chamando sua atenção para o seu ereção.
- Você realmente acha que eu trouxe minha bunda aqui a meia-noite para nadar?
- Eu não sei o que você possa ter pensado, mas isso não vai acontecer.
- Sim, vamos ver se não vai acontecer.
- Acho que você vai ter que me pegar primeiro. - ela brincou antes de mergulhar pelo cais. Quando ela mergulhou nas profundezas, a água gelada picava seu corpo como agulhas minúsculas. Ela não tinha idéia de que estaria tão frio no verão. Normalmente, a água ficava morna. Quando Isabella apareceu na superfície, ela lutou contra a vibração de seus dentes. Ela virou-se ao som de um espirro atrás dela.
Mesmo com a luz fraca, ela podia ver o brilho nos olhos de Edward.
- Eu acredito que vou pegar você. Ela riu quando ele fechou a distância entre eles em duas braçadas.
em vez de lutar com ele, ela alegremente deixou Edward puxá-la contra seu peito.
- Te peguei! - Ele disse.
Ela fez um beicinho com os lábios.
- Não foi uma luta justa, considerando que eu estou grávida e você é um bom nadador.
- É verdade, você tem razão. Que tipo de homem seria eu tirando proveito da mãe do meu bebê?
- Vou me comportar agora, e nós vamos ter um bom mergulho.
Ela arqueou as sobrancelhas com surpresa.
- Sério?
Ele deu um sorriso de lobo.
- Bem, há também o fato de que esta água fria não está fazendo nada bem para minha ereção!
- Então eu acho que depois de nadar, nós vamos ter que fazer uma parada para uma ação.
Mais tarde, enquanto estavam abraçados, um emaranhado de pernas e braços entrelaçadas na costa arenosa, as sobrancelhas de Edward franziram.
- Qual é o problema? Isabella perguntou.
- Eu estou apenas surpreso que você não tenha explodido minha bunda pervertida para fora da calçada ainda.
- Hein?
- Você sabe, as coisas do sexo constante. Eu imaginava que você não fosse gostar tanto depois de engravidar.
Isabella começou a rir, tanto de sua declaração como da expressão séria em seu rosto. Ela esfregou a barba no queixo dele.
- Pelo jeito você não leu o livro de gravidez que lhe dei.
Edward resmungou.
- Sim, no momento em que eu o tirasse no avião ou em algum lugar público, alguém teria arrancado fora as minhas bolas.
Isabella revirou os olhos.
- Ler um livro de gravidez não faria ninguém castrar você. Além disso, você poderia ter comprado para o iPad. Com seu olhar duvidoso, ela beliscou o nariz dele com os dedos. - Se você tivesse lido, teria ficado sabendo que a libido feminina geralmente aumenta bastante durante a gravidez, tanto que os maridos e namorados muitas vezes não conseguem sustentar tanta libido.
- Você está brincando comigo?- Ele perguntou, seus olhos verdes escuros arregalados.
- Não. Eu não estou.
Edward sorriu.
- Isso é fudidamente fantástico!
Isabella riu.
- Sim, e quem sabe o que mais poderia estar à espreita sob a capa do livro. Eu sugiro que você o leia.
- Tudo bem. Eu vou ler.
Interiormente, ela fez uma pequena dança da vitória, embora tivesse sido um pouco manipuladora para convence-lo a ler sobre a gravidez. Quanto mais ele soubesse e compreendesse sobre os próximos meses, melhor. Às vezes a gravidez, não era totalmente atraente, e ela queria que ele estivesse preparado.
Edward se afastou dela e se levantou. Isabella ficou imóvel, admirando sua forma nua ao luar. Ele se virou para ela e lhe ofereceu sua mão. Todos os pensamentos inadequados sobre ele desapareceram com seu comportamento cavalheiresco. Quando ele ajudou-a, ela lhe deu um casto beijo nos lábios.
- Droga, eu deveria ter pensado em trazer uma toalha. - disse Edward. Isabella sorriu.
- Seu pedido é uma ordem. - Ela caminhou até a borda do cais, onde uma caixa grande de madeira antiga estava encostada.
Era algo que vovô tinha feito há muito tempo, para que seus netos guardassem seus equipamentos de natação. Ela tirou dois cobertores de piquenique xadrez.
- Não são exatamente toalhas e eles estão um pouco mofados, mas eles vão enganar bem.
Edward apreciativamente tomou uma dela.
- Parece bom para mim.
Enquanto ele se secava, Isabella se enrolou no cobertor desbotado. Quando ela estremeceu, ele se aproximou e começou a esfregar seus braços para aquecê-la.
- Pronta para voltar para dentro?
- Vamos ficar aqui por algum tempo.
-Você está falando sério?
Isabella acenou e fez sinal para uma rede estendida entre dois grandes carvalhos.
- É uma noite linda, e nós podemos deitar olhando as estrelas.
Edward bufou.
- Admirando o céu em uma rede? Isso soa como um clichê de um romance ruim.
- Ah, eu não sabia que você gostava de ler estes romances que falam de corpetes e seus membros latejantes ou pulsantes.
- Ha, ha. - ele respondeu, dando um tapinha em sua bunda.
Depois que Isabella colocou seu vestido e Edward colocou seus boxers, ela pegou sua mão e o levou até a rede. Depois que ela se deitou, puxou-o para ficar em seu lado. Depois de colocar seus braços ao redor dele, ela virou a cabeça para ele.
- Então, isso é realmente tão ruim? - Ele sorriu.
- Nada disto. É muito bom, na verdade.
- Ótimo. Estou feliz que você pense assim.
- Eu não posso acreditar o quanto as estrelas ficam mais brilhantes fora da cidade. Aqui nas montanhas você tem a impressão que é possível alcançar e toca-las - Edward refletiu.
- Tudo é mais bonito longe da cidade.
- Eu percebi uma pitada de saudade de sua voz?
Deitada, o olhar de Isabella seguiu uma gota de água que arrastava pelo peito nu de Edward.
- Bella? - Ele perguntou. Ela suspirou.
- Às vezes eu penso que realmente gostaria de voltar para cá, especialmente para criar o bebê.
Edward ficou tenso debaixo dela.
- Você está falando sério?
- Este é o lugar onde eu cresci, o lugar que me é mais preciso no mundo. Toda a minha família está aqui. Se algo acontecer comigo ou com o bebê e eu precisar dela, minha avó esta muito longe de mim.
- Você está tentando dizer que você se sente sozinha em Atlanta?
- Bem, não, eu quero dizer, Alice sempre esta lá ... e você está lá também.
Edward resmungou.
- Uau, eu fiquei depois da Alice, hein?
- Eu não quis dizer isso assim. Ela levantou a cabeça para encontrar o seu olhar intenso. - Você sabe o quanto você significa para mim, e como eu... gosto de você.
Ela ficou aliviada ao ver a expressão de Edward se iluminar.
- Mas eu não sei nada sobre bebês, e não sou uma certeza, certo?
- Exatamente.
Ela, então, prendeu a respiração esperando ele dizer que ela não precisaria se preocupar sobre isso. Que ele estaria sempre lá no meio da noite se o bebê ficasse doente e ela ficasse com medo dele morrer, ou se ela estivesse esgotada depois de um longo dia de trabalho e precisasse de alguns minutos para relaxar.
- Se você está preocupada em ficar sozinha, você tem o meu pai, a minha irmãs, e Megan. Eu prometo que eles vão ter um jeito para apoiá-la.
- É bom saber. - ela murmurou, lutando contra as lágrimas. Seu peito se apertou em agonia com a resposta de Edward. Ele não mencionou nada sobre eles serem oficialmente um casal, ou que ele estaria lá com ela.
Então, como poderia ela realmente contar com ele? em vez disso, ele terceirizou a responsabilidade e o compromisso, mais uma vez. Quando ela iria aprender? Ou, mais importante, quando ela iria parar de gostar dele?
A sacudida afiada na rede despertou Isabella. Abrindo os olhos, ela olhou para o céu. O sol da manhã passando pelo lugar, fazendo uma mistura colorida de azul, rosa e laranja. De alguma forma, ela e Edward tinha conseguido dormir sob as estrelas. Com o som de alguém limpando a garganta, Isabella tentou sair fora da rede, mas Edward passou os braços apertados em torno dela.
- Onde você acha que está indo? - perguntou ele, sonolento. Isabella varreu o olhar de Edward para onde seu avô estava em pé, com os braços cruzados sobre o peito.
- Temos companhia. - ela sussurrou.
Os olhos verdes de Edward se abriram, e uma expressão de horror surgiu quando seus olhos sonolentos enfrentaram o olhar intenso de Earl.
Ele imediatamente se afastou para longe de Isabella e ergueu as mãos em sinal de rendição.
- Eu realmente peço milhões de desculpas por isso, senhor. Eu nunca quis contrariar a sua vontade e dormir com Isabella sob seu teto. - ele disse, soando mais como um articulado adolescente que um homem. Earl olhou ao redor da floresta e, em seguida, para o céu.
- Na verdade, se observar, você não fez isto? Parece que você não está dentro da minha casa, não é? - perguntou ele, os cantos dos seus lábios subindo em um sorriso. Isabella trocou um olhar com Edward. Seu avô realmente iria deixá-los escapar tão facilmente? - Eu sinto muito, vovô.
Earl encolheu os ombros.
- Acho que não há muito que eu possa dizer sobre isso. Vocês são adultos. O que você faz é problema seu, mesmo que eu não concorde com você.
- Mas eu ainda não quero que você fique desapontado comigo, ela respondeu.
- Eu nunca poderia me decepcionar com você, Bellita. Ele deu um tapinha na perna dela.
- Eu te amo muito, mesmo quando você arrasta um pobre coitado de sua cama para ir nadar nu.
A mão de Isabella voou para a boca, enquanto Edward começou a rir.
- Mas como ...?
- Isso não importa. Eu não vim aqui para brigar com vocês. Sua avó só queria te avisar que o café da manhã esta pronto. E que depois nós iremos a igreja. - Ele lhes deu um sábio olhar. - Todos nós.
Depois que Earl saiu, Edward jogou o braço sobre os olhos.
- Eu não posso acreditar que ele nos pegou. - Ela riu.
- Eu não posso acreditar que você está reclamando disto, em vez de que vai ter que ir à igreja.
- Confie em mim, eu não estou feliz com esta perspectiva, mas eu vou, especialmente se isto faz seus avós tão felizes.
- Fará.
- Vamos lá. Vamos nos preparar para nosso momento sagrado!
Edward lutou contra sua descrença, enquanto se sentava no banco de trás do carro com destino a igreja de Earl e Virgínia. A última vez que ele tinha ido a missa foi para o batismo de Mason, e ele não conseguia se lembrar de nenhuma oportunidade antes disso.
Lembrando da promessa que fez à sua mãe sobre ir uma vez por semana a Igreja, ele sabia que ela ficaria orgulhosa em saber, que ele estava recebendo algum tipo de orientação moral.
Sentada ao seu lado, Isabella permaneceu quieta. Edward passou seu olhar nela. Ela estava linda em um vestido azul claro, que era muito menos ousado do que o vestido que usara no dia anterior.
Com as mãos cruzadas em seu colo, ela parecia recatada e inocente, fazendo seu estômago dar um nó.
Antes que pudesse se conter, ele estendeu a mão e pegou a dela. Um sorriso apareceu em seus lábios, antes que ela se virasse para olhar para ele.
- Você tem certeza de que está bem com isso? - Ela sussurrou.
- Eu estou bem.
Quando eles pararam no estacionamento lotado, Isabella sacudiu a cabeça.
- As famosas últimas palavras.
Ele não teve chance de questioná-la. em vez disso, eles foram emboscados no momento em que saiam do carro. Isabella voltar para casa nas montanhas e para a igreja parecia ter um status de uma celebridade. Isto o pegou totalmente desprevenido.
As mulheres faziam oohing e aahing sobre ela, enquanto lhe davam abraços incontáveis. Várias mãos foram empurradas em sua direção e apresentações foram feitas.
Ele compreendeu que ela não tinha trazido nenhum homem, namorado, ou um pedaço de carne masculina com ela à igreja desde Travis.
Por fim, a multidão de pessoas abriu espaço, e eles foram capazes de caminhar para dentro da Igreja.
- Então. - disse ele, abrindo a porta para ela.
Ela fez uma careta.
- Então?
- Posso pegar seu autógrafo depois? - Ele brincou.
Isabella riu.
- Você é muito mal!
- Eu não sabia que estava namorando a querida da cidade.
- Desculpe. Eu esqueci de mencionar isso. - ela resmungou.
- Em seguida, você vai me dizer que você foi a Rainha do Baile ou algo assim.
Quando ela fechou seus lábios apertados, ele arregalou os olhos.
- Sério?
Ela assentiu com a cabeça.
- Mas era uma escola muito pequena.
Edward passou o braço sobre o ombro.
- O que mais você esta escondendo de mim, querida Rainha?
- Isabella? É você?
Edward sentiu Isabella ficar tensa ao lado dele. Ele examinou a atraente e bem vestida mulher que aparentava estar na casa dos cinquenta. Seu sorriso radiante desapareceu quando seus olhos olharam para a barriga inchada de Isabella. Um expressão de agonia cintilou em seu rosto, e Edward pensou que ela ia chorar.
- Olá, Jane. É bom vê-la de novo - disse Isabella, agradavelmente.
Jane momentaneamente recuperada, arrastou seu olhar de volta para a barriga de Isabella e retornou para olhar para eles. Sem hesitar, ela arrancou Isabella dos seus braços.
- Você está absolutamente brilhante, querida. Estou muito orgulhosa e feliz por você. Estou tão feliz que o seu sonho de maternidade finalmente se tornou realidade.
O corpo de Isabella tremeu com o abraço de Jane, e um soluço rompeu através dela. Edward lutou contra a vontade de arrastá-la para longe desta mulher que estava, obviamente, causando tanta dor. Ele limpou a garganta.
- Eu sou Edward Cullen. É um prazer conhecer você - disse ele, empurrando a sua mão.
Jane olhou para ele com cautela sobre o ombro de Isabella, antes de lentamente se afastar dela.
- Onde estão as minhas boas maneiras? É um prazer conhecer você, Edward. Eu sou
Jane Lewis. Ela tomou sua mão na dela.
- Parabéns pelo bebê. Eu gosto muito, muito de Isabella. - Seu queixo tremia.
- Ela quase foi minha nora.
O coração de Edward se apertou. Jane era a mãe de Travis. Agora tudo fazia sentido. Vendo Isabella grávida só a fazia lembrar da criança que Travis nunca mais teria.
Ele apertou a mão dela.
- Eu ouvi muito sobre seu filho, senhora. Sinto muito pela sua perda.
Ela sorriu.
- Obrigada. Eu agradeço isso. Ela soltou sua mão e recuou.
- Agora você vai cuidar bem da nossa, Isabella, certo?
- Sim, senhora. - ele respondeu. Apesar que o momento em que as palavras saíram de sua lábios, ele esperou ser derrubado por um raio. Não era como se ele estivesse mentindo na casa de Deus. É que ele realmente não sabia se poderia cumprir as expectativas de Jane e todos os outros na igreja e na cidade esperavam dele em relação a Isabella.
Isabella e Jane deram um último abraço, antes dela se juntar ao seu marido. Quando Isabella enxugou as lágrimas, Edward expirou ruidosamente. Isabella lhe deu um sorriso tímido.
- Desculpe por isso. Eu deveria ter avisado que poderíamos encontrá-los.
- Não, está tudo bem. Foi apenas intenso. No início, eu achava que ela era apenas alguma beata que estava chocada de te ver solteira e grávida. Mas então, quando eu descobri que ela era... - Ele estremeceu.
- Por favor, diga-me que Travis não era filho único - disse ele à medida que sentava no banco.
- Não, ele tinha duas irmãs.
- Mas era o único homem.
Isabella assentiu.
- Droga. - Olhos de Edward se arregalaram quando ele percebeu que tinha apenas amaldiçoado dentro da igreja.
- Desculpe. - ele murmurou baixinho. Ele olhou em direção a Virginia, para ver se ela tinha ouvido ele praguejar, mas, felizmente, ela estava conversando com uma de suas amigas.
Em seguida, começou o serviço e Edward ouviu apreciativamente Isabella cantando os hinos. Sua mente começou a vagar durante o sermão, e ele nunca esteve grato, quando tudo terminou. Quando ele quase se atirou para fora da Igreja, Isabella riu.
- Acho que você teve a sua cota, hein?
- Poderia dizer que sim.
Earl veio por trás e bateu em Edward no ombro.
- Vamos, filho, eu gostaria de lhe apresentar algumas pessoas.
Edward relutantemente concordou. Ele não tinha certeza se queria ser apresentado a mais pessoas pelo avô de Isabella. Afinal, ele era apenas Namorado de Isabella ... ou o doador de esperma ... ou o idiota que transou com o doce anjo da comunidade.
Surpreendentemente todos foram muito simpáticos e acolhedores. Mas ele notou um cara lançando olhares ferinos para ele, e Edward não estava muito surpreso ao saber que era Steve, o outro cara do passado de Isabella.
Embora ele tivesse uma bela esposa ao seu lado, Edward poderia afirmar que Steve estava muito protetor em relação a Isabella.
Ele não estava muito satisfeito quando Earl o levou pela porta até o quintal do cemitério. Depois que Earl terminou de lhe apresentar a todos, Edward esticou o pescoço pela multidão, procurando por Isabella. Uma mão acariciou seu braço. Ele olhou para baixo para ver Virgínia. Sua expressão deve ter falado o que ele estava pensando, porque ela apontou sobre seu ombro. Virando a cabeça, ele viu Isabella em pé do outro lado do cemitério da Igreja.
Ele, então, apontou para Virginia, e ela deu-lhe um sorriso incentivador.
Desenhando uma respiração profunda, ele começou a fazer seu caminho através do labirinto de lápides em forma diferentes e coloridas. Finalmente, ele se aproximou de
Isabella. Ela estava em um silêncio estóico, diante de um monumento de granito rosa que dizia "Swan". Debaixo dela estavam inscritos os nomes "Charlie e Renee" juntamente com o seu nascimento e de óbito. Uma coroa de flores gigante estava ao pé no monumento.
- Bella. - ele disse suavemente, colocando o braço em volta da cintura.
Inclinando a cabeça, ela lhe deu um sorriso triste.
- Eu estou bem. Realmente. Eu sempre que estou aqui, venho visita-los.
Edward olhou para a data da morte do pai de Isabella.
- Sua mãe nunca mais se casou?
- Por um tempo. Foi cerca de cinco anos depois que meu pai morreu. Eu estava no ensino médio, na época. Durou apenas um par de anos. Não que Phill fosse um cara mau, nem nada. Eu ainda falo com ele de vez em quando. Mamãe falava apenas que não havia ninguém no mundo para ela, exceto o meu pai.
Edward assentiu.
- Parece meu pai.
Eles ficaram em silêncio por alguns momentos, o vento ondulando seus cabelos e roupas. Os batimentos cardíacos de Edward acelerou quando Isabella estendeu a mão e pegou a sua.
- Eu não me lembro muito sobre o meu pai, mas eu sei que minha mãe teria amado você, ela sussurrou. Ele apertou a mão dela.
- Fico feliz em ouvir isso. Considerando o quanto meu pai te adora, não há nenhuma dúvida de como minha mãe se sentiria também.
Isabella sorriu para ele.
- É bom porque o nosso bebê vai ter muitos anjos de guarda para vigiá-lo, ou ela se for menina. Pensar em sua mãe fez a garganta de Edward apertar. Ele mal conseguiu pronunciar as palavras.
- Sim, você tem toda a razão.
- Vamos lá. É melhor voltarmos. Minha avó tem uma festa à nossa espera em casa.
Edward balançou a cabeça e deixou Isabella levá-lo de volta através da cemitério.
Depois de se despedirem de todos, eles entraram no carro para retornar a casa de Earl e Virgínia. No momento em que entraram na casa, o maravilhoso aroma de um assado flutuou de volta para Isabella. Sua avó acordou cedo, não só para preparar o café da manhã, mas também o almoço. Mesmo após devorar um gigante café da manhã, o estômago de Isabella ainda retumbou. Inalando profundamente, Edward gemeu em apreciação.
- Deus, isto cheira maravilhosamente bem.
Sua avó sorriu para ele.
- Obrigada, meu filho. - Ela então sacudiu um dedo para Isabella.
- Você vai ter que começar a cozinhar mais para o seu homem.
Mesmo sabendo que era bobagem, Isabella ainda sentiu seu rosto ruborizar na menção de Edward ser seu homem. Ele ergueu as sobrancelhas.
- Você quer dizer que você sabe cozinhar assim? - disse ele, sacudindo o polegar em direção a cozinha.
Ela riu.
- É claro que eu cozinho. Ela assentiu com a cabeça em direção a sua avó.
- Eu tive a melhor professor de culinária que alguém poderia ter.
- Hmm, mais uma surpresa então.
- Sim, e não prenda a respiração com tanta surpresa. Entre o trabalho e o cansaço pela gravidez, eu não tive muito tempo ou energia para cozinhar.
Sua avó estalou a língua, enquanto colocava seu avental vermelho quadriculado ao redor da cintura.
- É melhor você começar a ter tempo para fazer isto, meu docinho. Apesar de tudo, um caminho para o coração de um homem ainda é pelo seu estômago. Ela então piscou para Edward antes de entrar para a cozinha. Quando Edward riu com as palavras de sua avó, Isabella cutucou seu estômago com o cotovelo.
- Não me faça dizer a ela que o caminho para o seu coração é através de seu pau, ela sussurrou. Os olhos de Edward se arregalaram, e ele fez um barulho abafado. Ele olhou para a esquerda e para a direita antes de assobiar.
- Eu não posso acreditar que você acabou de dizer a palavra pau na casa de seu avô!
Isabella riu.
- E eu adoro a forma como você sequer tenta argumentar que não é verdade!
Ele fez uma careta antes de sentar em uma das cadeiras da sala de jantar. No seu caminho para ajudar sua avó na cozinha, ela bagunçou o cabelo dele de brincadeira. Ele olhou para ela por cima do ombro e sorriu.
Dois de seus tios, juntamente com suas esposas e toda a família foram para o almoço, enchendo a mesa antiga com sua capacidade máxima.
Isabella empurrou Mary para fora do caminho, antes que ela pudesse se jogar na cadeira ao lado de Edward. Apesar de já ter ganhado a aposta, Mary parecia teimar em achar que poderia conquistar Edward, e Isabella estava feliz em demarcar a linha. Mary franziu o cenho antes de sentar na mesa ao lado das crianças. Com a briga entre as duas, Edward riu. Isabella respondeu para ele, revirando os olhos.
- Limpe este sorriso sexy da sua cara, ou ela vai achar que você a esta encorajando.
- Não há nada de errado com ela em simplesmente parar ao meu lado para dizer Olá.
- Jura? Ontem à noite você não parecia levar tão a sério a atenção dela.
- E a noite passada, quem a estava incentivando era você e não eu.
Inclinando mais, ele esfregou seu pescoço antes que ela o empurrasse.
- Além disso, eu sou muito velho para ela. É hilário ver você querer revirar as calcinhas por uma menina bajuladora de 19 anos de idade.
-Minha calcinha não está em uma reviravolta - Isabella bufou, batendo o guardanapo com força no seu colo.
Ele pegou as mãos dela e levou aos lábios. Beijando as duas mãos juntas, ele fez a sua melhor expressão de cachorrinho.
- Você sabe que é a única que eu quero, certo?
Isabella lutou para respirar. Mesmo que ele estivesse brincando com ela, suas palavras bateram direto no seu peito.
- Sim, eu sei. - Seu coração derreteu, quando ele piscou para ela. Foram interrompidos quando Earl tomar o seu lugar na cabeceira da mesa.
- Todos estão sentados. Vamos fazer nossos agradecimentos. - Após seu avô dar a bênção, eles começaram a passar as tigelas e pratos de comida ao redor da mesa. Enchendo até a borda do seu prato, Isabella deixou as porções familiares derreterem na sua língua. Olhando para Edward, ele parecia estar gostando da refeição e da conversa tanto quanto ela. Por uma momento, ela tentou imaginar como seria se assim fossem todos os seus domingos. Mesmo se ela não voltasse sempre para as montanhas, era reconfortante pensar que Edward estaria ao lado dela nos jantares de domingo e no eventos familiares no futuro. Ela só não sabia se estava deixando suas esperanças muito alta. Quando o prato principal e sobremesa foram concluídas, A sua avó e suas tias começaram a tirar alguns dos pratos da mesa. Isabella levantou-se da sua cadeira.
- Me dê aqui, eu ajudo a limpar. - disse ela.
- Obrigada, querida - respondeu Virgínia.
Enquanto o resto dos homens desocupava a mesa para a limpeza, Earl acenou para Edward.
- Vamos para a varanda comigo e os meninos, filho - sugeriu ele.
- Você tem certeza? - Perguntou ele. Earl assentiu.
- Nós podemos deixar as mulheres arrumarem as coisas, enquanto me conta um pouco mais sobre você.
Isabella não podia lutar contra o sorriso se espalhando pelo seu rosto. Ela sabia que se seu avô queria saber mais sobre Edward, então ele tinha realmente causado uma boa impressão. Na sua hesitação momentânea, ela lhe deu um empurrão. Edward finalmente colocou um pé na frente do outro, para seguir se avô até lá fora.
Uma vez que os pratos estavam guardados e a cozinha limpa, Isabella correu para verificar como Edward estava. Ela derrapou com a visão dele descansando no balanço do alpendre com um canivete em uma mão e um pedaço de madeira na outra. Sua boca se abriu. Antes que ela pudesse perguntar o que diabos um menino da cidade como ele estava fazendo tentando esculpir. - ele sorriu.
- Seu avô está me ensinando.
Ela riu.
- Eu vejo. Ela fez um gesto em direção a faca brilhando.- Basta ter cuidado, ok?
- Ah, ele vai ficar bem. Ele não é bem o cara da cidade efeminado que originalmente pensava que ele era, Earl respondeu.
"Realmente meu avô gosta dele", Isabella pensou, parando ao lado de Edward. Em voz baixa, ela murmurou,
- Nem pense em começar a mastigar tabaco para impressionar o meu avô. Eu não vou deixar você se aproximar da minha boca mascando aquilo.
Ele riu.
- Você não tem nada para se preocupar.
Com a tarde avançando, Edward deixou de lado sua escultura e a envolveu em seus braços. Um suspiro feliz escapou de seus lábios quando ela se aconchegou contra seu peito. Ela tentou ignorar a lembrança que surgiu com ela sentada da mesma forma com Travis após o almoço de domingo, muitos anos antes. Enquanto sua avó contava as últimas fofocas que ela tinha perdido nas últimas duas semanas, Isabella observou como os olhos de
Edward ficaram pesados. Logo depois, com o contínuo balanço, ele cochilou. Ela beijou sua bochecha e levantou-se do seu colo.
Havia um lugar que ela queria ir, antes que eles tivessem que ir embora.
Edward acordou com Beau passando ruidosamente a língua em seu rosto. Esfregando os olhos, ele olhou ao redor da varanda da frente. O resto da família de Isabella tinha ido embora. Apenas Virgínia sentada em uma das cadeiras de balanço, trabalhando em uma colcha de retalhos para o bebê enquanto Earl lia um jornal. Edward lutou contra o desejo de agitar-se com a forma como ele se sentiu, como se estivesse em uma cena saída de um quadro de Norman Rockwell.
- Bem, Olá, dorminhoco. Decidiu finalmente acordar?
Virginia perguntou.
- Sim, senhora. Peço desculpas por ter cochilado.
Ela acenou com a mão em desdém para ele.
- Porque desculpas, se a sestas são as melhores coisas em uma tarde de domingo.
Edward olhou ao redor da varanda.
- Onde está Isabella?
- Lá no banco do cais.
Ele acenou e fez sinal para Beau. Depois de descer os degraus da varanda, ele seguiu o caminho sinuoso em torno da casa para a lagoa. Quando chegou à costa, ele congelou. Isabella estava sentada no final da cais, balançando as pernas sobre a borda.
Seu vestido subiu até as coxas, e ela rodava seus pés e pernas dentro da água. Ela estava inclinada para trás apoiada com uma mão enquanto a outra acariciava em amplos círculos em torno de sua barriga. Um sorriso sereno nos seus lábios.
Aquela simples visão enviou uma dor lancinante rasgando seu peito. Era uma pontada de emoção verdadeira e pura. Nesse instante, ele sentiu como se a Terra mudasse seu eixo, e cada molécula do seu corpo estremeceu com uma parada. Ele estava apaixonado.
Um pânico sufocante o aleijou, fazendo com que seus pulmões queimassem. Ele nunca tinha se sentido assim antes. Nem mesmo o que ele teve com Amy poderia comparar.
Os sentimentos oscilantes dentro dele nos últimos meses, cresceram de uma pequena brasa para um grande incêndio. E agora este inferno de emoções ameaçou consumi-lo.
Ele amava Isabella. Foda-se. Ele absolutamente e completamente a amava com todas as fibras do seu ser. E esse fato o deixou com um medo infernal.
Edward passou a mão trêmula pelo cabelo. Deus, como ele tinha deixado isto acontecer? Eles tinham combinado de passar o tempo livre se divertindo juntos, desfrutando a companhia um do outro, para não mencionar fazer muito, muito sexo.
Ele tinha feito isto dezenas de outras vezes, com mulheres variadas. Claro, ele nunca tinha alcançado esse nível de emoção com elas também. Ele sempre terminava tudo, antes que isto pudesse acontecer. Sua oferta insensata para ter mais com Isabella, acabou tendo mais dele, do que ele jamais poderia ter imaginado.
Parecia que ele estava submerso em uma ressaca de seus sentimentos e estava se afogando duro e rapidamente. Ele precisava desesperadamente fugir dela. Se ele pudesse colocar alguma distância entre eles, seus sentimentos poderiam mudar. Ele poderia ser capaz de voltar da mesma maneira como se sentia sobre ela há algumas semanas atrás ou mesmo no dia anterior.
Mas, na realidade, ele sabia a profundidade de sua mentira. Cada vez que ele havia partido por causa do trabalho, ele se sentia perdido sem ela, era seu coração que doia e não seu pau.
No final, não importava se ele a amava. Ele não podia imaginar abandonar a totalidade de sua vida para ser tudo o que ela precisava. Para ser sufocado pela responsabilidade de ser um marido e pai ... Definitivamente não!
Edward começou a recuar, mas um galho estalou sob seus pés, Isabella virou a cabeça.
- Hey. - ela chamou.
Beau correu por ele em direção a Isabella. Ele se jogou na água, enviando uma pequena onda, que caiu sobre Isabella.
- Beau, fedorento - gritou ela.
Edward se forçou para se aproximar de Isabella. Ela sorriu para ele, enquanto se aproximava.
- Desculpe, eu te deixei sozinho no balanço. Eu queria vir aqui antes de sairmos e você estava dormindo tão pacificamente e não queria te acordar. Especialmente desde que eu o arrastei para fora da cama na noite passada.
- Está tudo bem. Ele olhou para o relógio. - Nós provavelmente precisamos pegar a estrada agora.
Isabella assentiu e pôs as pernas para fora da água. Depois que ela ficou em pé, ela engasgou.
- O que há de errado? Ela ficou congelada, com a mão pressionada contra sua barriga. Edward deu um passo adiante.
- Bella?
Ela agarrou sua mão e colocou onde estava a dela antes.
- Sente isso?
Edward quase se afastou com a ligeira vibração sob sua mão. Seu coração estremeceu com uma parada antes de reiniciar. O bebê "Seu-bebê" estava se mexendo.
- Sim. - ele resmungou.
Isabella sorriu para ele.
- É maravilhoso, não é mesmo?
Ele estava muito sobrecarregado para falar, então apenas balançou a cabeça.
- Nunca senti ele se mover antes. Estou tão feliz que você estivesse aqui comigo quando aconteceu.
- Eu também.
Quando o movimento parou, Isabella abraçou o pescoço de Edward.
- Eu nunca poderei te agradecer o suficiente por me dar este presente maravilhoso, que é o meu bebê. Você me fez a mulher mais feliz do mundo, e eu te amo por isso.
Ele arregalou os olhos com suas palavras, enquanto ela se inclinava e o beijava.
- Eu te amo, Edward. - ela murmurou contra seus lábios. Parte dele queria ser honesto com ela e com ele mesmo e admitir abertamente que ele a amava. Mas a parte endurecida dele se recusou a deixar ir e falar aquelas três palavras simples. Ele se afastou de seu beijo.
- Bella, eu ...
Embora dor irradiasse dos olhos dela, Isabella lhe deu um sorriso tímido.
- Está tudo bem. Você não tem que dizer isso de volta. Eu só queria te dizer como eu me sentia. Ela tomou sua mão na dela.
- Vamos lá, é melhor irmos embora. Ele deixou ela puxa-lo pelo cais, de volta para a encosta.
O som estridente do alarme sacudiu Isabella do seu sono. Conhecendo o quão profundo era o sono de Edward, ela se virou, sacudindo-o suavemente.
- Baby, o alarme.
Ele resmungou antes de bater a mão no relógio repetidamente antes que ele finalmente parasse.
Quando Edward caiu de costas na cama, Isabella lutou contra o impulso de correr as mãos em seu peito nu. Ele sempre era tão bonito na manhãs, seu rosto tão robusto, com o cabelo loiro desgrenhado. em vez disso, ela aconchegou do seu lado. Quando ela envolveu as pernas dela sobre sua coxa, ele enrijeceu.
- Você pode tomar banho primeiro. - ele murmurou.
- Você poderia se juntar a mim. - ela sugeriu.
- Não, vá na em frente, disse ele, afastando-se dela. - Eu quero dormir um pouco mais.
Machucada por suas palavras e ações, Isabella se afastou dele. Lágrimas salgadas desciam por suas bochechas, enquanto ela caminhava até o banheiro. Ele estava tão diferente, tão distante, desde que tinham voltado das montanhas. Ele sempre ficava trabalhando até mais tarde no escritório. Até o momento que ele chegava em casa à noite, ela já estava na cama ou dormindo. Ele não a havia tocado intimamente, nenhuma vez, desde que tinham feito amor na lagoa de seus avós.
Encostada na parede do chuveiro, o medo deixou ela paralisada. Será que foi um erro falar para Edward que o amava? O que vai acontecer agora? Ela fingiria que nunca havia pronunciado as palavras e aguardava que as coisas voltassem ao normal, ou ela iria mais além, exigindo saber quais eram suas intenções?
Depois de passar a totalidade do seu banho chorando, Isabella tentou se recompor para ficar pronta para o trabalho. Vestindo seu roupão, ela saiu do banheiro. Edward ainda não havia se mexido na cama. Talvez ela estivesse fazendo uma tempestade em um copo de água, e ele realmente estivesse cansado.
Ela se sentou na cama e esfregou suas costas nuas.
- Acorde dorminhoco, ou você vai se atrasar para o trabalho. - Ele grunhiu enquanto rolava para encara-la
- Trabalho fudido do inferno.
- Você não se esqueceu que dia é hoje?
- Não, é a ultra-sonografia para saber o sexo do bebê.
Isabella sorriu que ele se lembrou.
- É ás quatro horas você ainda vai ser capaz de ir comigo, certo?
Ele apertou as mãos com o punho sobre seus olhos.
- Claro. Eu mandei Marilyn cancelar todas minhas reuniões a tarde.
Inclinando-se, Isabella lhe deu um beijo rápido.
- Eu estou contente de ouvir isso. - Um suspiro de satisfação escapou de seus lábios.
- Eu mal posso esperar para saber se o seu pai e minha avó estavam certos sobre ele ser um menino.
- Sim, isso vai ser maravilhoso. - ele disse, sua voz desprovida de emoção. De seu tom, ela poderia muito bem estar discutindo se ia chover hoje e não qual o sexo do seu primeiro filho.
Instintivamente, sua mão foi para seu abdômen, como se pudesse proteger o bebê da atitude insensível de Edward. Quando ele olhou para ela, ela abaixou a cabeça para que ele não pudesse ler a dor em seus olhos.
- Então, eu te encontro esta tarde. - disse ele, jogando o lençol de lado. Incapaz de falar, por medo de chorar, ela apenas balançou a cabeça. Sem mais uma palavra para ela ou um beijo de despedida, ele pulou para fora do cama e caminhou até o banheiro.
Quando Edward olhou para si mesmo no espelho do banheiro, ele balançou a cabeça em desgosto.
"Sim, é isso mesmo, bela forma de conduzir a situação, machucando ainda mais profundamente seu coração , maldito bundão" ele murmurou baixinho. Derrotado, ele ligou o chuveiro. Entrando sob a água escaldante, ele deixou ela bater e chamuscar sua pele. Ele revirou os ombros do fardo pesado que pairava em torno dele. O que ele sentiu e camuflou desde o dia no cais o estava sufocando.
Aquela merda de dia, que fodeu completamente sua vida. Às vezes, seus lábios queimavam com a declaração de amor de Isabella contra a sua boca, depois do beijo. Até os seus dedos formigavam, e ele quase podia sentir o movimento do bebê sob eles.
O amor como ele nunca havia conhecido entrou dentro dele naquele dia, e em vez de abraçá-la, ele continuou protestando contra ele. Fechando os olhos, tudo o que ele podia ver era a forma como rejeitou Isabella no quarto, e os soluços silenciosos que ela tentou esconder dele.
Será que ele realmente iria morrer, se pelo menos hoje, ele demonstrasse a ela um pouco mais de atenção e gentileza? Ele gemeu e bateu a cabeça contra a parede do
chuveiro. Não, ele tinha sido um completo bastardo, recusando seus avanços e agindo como um babaca total sobre o ultra-som.
Droga, ele estava exausto. As constantes viagens e horas excessivas no trabalho o estavam destruindo fisicamente. E tudo isto com Isabella o estava rasgando emocionalmente.
Ele não conseguia mais dormir sem tomar alguma coisa, e geralmente tinha que beber alguma coisa com álcool para conseguir trabalhar. Quanto mais ele ficava na presença de Isabella, mais ele se sentia como se estivesse se afogando. Como um verdadeiro covarde, ele tentou evitá-la tanto quanto possível.
Algumas noites ele dormiu no sofá em seu escritório. Ele não sabia o que ia fazer. Mas alguma coisa tinha que acontecer.
Pelo resto do dia, Isabella sentiu superar sua tristeza. Ela se recusou a deixar a atitude de Edward de manhã arruinar sua excitação. Alice levantou seu espírito a levando para um almoço de pré-comemoração. Um pouco depois das quatro horas, ela empurrou a porta do consultório do seu Obstetra / Ginecologista e tentou lutar para controlar seu nervoso.
Quando ela entrou, a recepcionista lhe deu uma sorriso de desculpas.
- Provavelmente vai demorar um pouco. A técnica que opera o aparelho esta resolvendo um problema no consultório de Sandy Springs.
O coração de Isabella momentaneamente afundou.
- Você está brincando? Quer dizer que eu vou ter que esperar ainda mais? Eu já estou prestes a explodir!
- Eu posso imaginar! Ela está tentando chegar aqui o mais rápido possível. - Isabella sorriu.
- Eu entendo. Estou feliz que vou descobrir agora. Eu não sei como as mulheres conseguiam aguentar os nove meses no passado para descobrir. - A recepcionista riu.
- Eu realmente compreendo. Mas eu prometo que vou te chamar no minuto em que ela entrar pela porta.
- Obrigada. - Isabella então se sentou em uma das cadeiras confortáveis e pegou seu iPad na bolsa. Ela pensou que poderia muito bem ler até Edward ou a técnica aparecer.
Ela ficou tão perdida em seu romance, que mal percebeu que seu telefone estava tocando. Pegando na bolsa, ela viu que era Edward ligando.
- Ei, onde você está? - Quando ele falou, sua voz estava abafada, e ela sabia que ele devia estar em uma reunião ou a caminho de uma.
- A porra do CEO apareceu do nada duas horas atrás, querendo passar por cima de todos os relatórios que estamos trabalhando. Eu não sei se eu vou ser capaz de chegar ai a tempo.
- Está tudo bem. A técnica do ultra-som está atrasada em outro consultório. Basta tentar vir assim que puder, ok?
- Tudo bem. Eu vou tentar.
- Eu te amo. - disse ela.
A única resposta que conseguiu foi o clique da linha sendo desligada. Primeiro, ela tentou argumentar consigo, que ele desligou rápido por causa de seu trabalho. Mas tentar enganar a si própria não iria ajudar. Ela lutou contra a esmagadora vontade de explodir em lágrimas. Não só ela estava no ultra-som sozinha sem ele, mas Edward sequer se preocupou em dizer adeus. E ele ainda se recusou a dizer que ele a amava de volta.
Cavando um lenço de sua bolsa para enxugar os olhos úmidos, ela olhou para a comoção que vinha da porta do consultório.
- Não, pelo menos deixe-me ir primeiro e ver se está tudo bem. - disse uma voz familiar.
Um homem bufou em resposta.
- Foda isso! O grande papai pode simplesmente beijar minha bunda se ele não me quer aqui!
O Coração de Isabella subiu ao som de Alice e Jacob brigando. Na visão dela, eles se calaram.
- Ei, o que vocês dois estão fazendo aqui?
Jacob olhou ao redor da sala de espera praticamente vazia.
- Eu acho que a melhor pergunta é onde está o Grande Papai? - Isabella revirou os olhos.
- Quer parar de chamá-lo assim? E ele ficou preso em uma reunião.
- Oh. - Alice murmurou.
Eles foram interrompidos por uma enfermeira que apareceu na sala de espera.
- Srta. Swan? Estamos prontos para recebe-la agora.
- Oh, ok, obrigada. - respondeu Isabella, pulando para fora do seu assento. Ela esperava um atraso maior, para dar mais tempo a Edward chegar, mas parecia que ela não estava com sorte.
Com o canto do olho, Isabella viu Alice jogar um hesitante olhar para Jacob, antes que ela se aproximasse.
- Você quer que a gente entre com você?
Isabella assentiu.
- Eu adoraria isso. Alice sorriu enquanto Jacob limpou a garganta.
- Nós vamos ficar até o Grande Papai, quer dizer, Edward chegar aqui. Então, vamos deixá-los ter o seu momento.
Sua sinceridade e delicadeza tocaram Isabella, e ela chegou perto e bagunçou o cabelo dele, um sinal de sua afeição desde seus dias de adolescência. Ela sorriu.
- Obrigada.
A enfermeira abriu a porta para eles. Quando pararam em frente a uma balança, Isabella gemeu.
- Nós realmente temos que fazer essa parte?
A enfermeira riu.
- Desculpe querida. Mas precisamos saber o quanto você está ganhando de peso e como esta sua circunferência.
- Fabuloso. - Isabella respondeu, pisando na balança. Alice e Jacob olharam por cima do ombro para ver o número.
- Não me contem a verdade! - Isabella exclamou.
-Você só ganhou 6,5kg. Isso é muito bom. - a enfermeira disse, assinalando no gráfico de Isabella.
- Acho que você e o Grande Papai estão realmente queimando calorias quando ele está na cidade, hein? - Jacob brincou. Enquanto ele e Alice derretiam em risos, Isabella lhes atirou um olhar assassino. Eles seguiram a enfermeira até a sala de ultra-som, que estava na penumbra. Isabella reconheceu a técnica, Janine, de seus ultra-sons anteriores.
- Grande dia, hein? - Janine perguntou.
- Sim, um dia realmente grande.
O olhar de Janine foram em direção a Jacob.
- Este deve ser o pai orgulhoso, hein?
Jacob arregalou os olhos, e levantou as mãos.
- Não, não, apenas um amigo.
- O pai está preso em uma reunião de negócios. Espero que ele possa chegar antes de terminar. - Isabella explicou.
- Não tem problema. Eu vou fazer para você fotocópias e um DVD do ultra-som, caso ele não consiga chegar.
- Obrigada, Janine.
Ela deu um tapinha na mesa de exame.
- Você sabe o que tem que fazer agora.
Isabella assentiu. Depois de subir, ela deitou para trás e se acomodou confortavelmente. Quando ela começou a desabotoar as calças, um grito estrangulado veio da garganta de Jacob.
- Espere, você não vai ficar nua, vai?
Com sua apreensão, tanto Isabella quando Alice riram.
- Não, deixa de bobagem. Você teve sorte que este é o abdominal e não um transvaginal. - Isabella respondeu.
A testa de Jacob enrugou.
- Qual é a diferença? - Janine girou em sua cadeira e pegou a varinha transvaginal. Ela acenou com ela para Jacob, que empalideceu quando percebeu tudo o que ela implicava.
- Oh merda.
Alice bateu-lhe nas costas.
- Veja, não há nada com que se preocupar. Você não vai ficar traumatizado em ter que olhar a vagina de Bella.
- Ha, ha merda. - ele resmungou. Mas quando ele sentou em sua cadeira, a empurrou contra a parede tanto quanto era possível, de forma que não teria mesmo a menor possibilidade de ver qualquer coisa. Janine esguichou a substância gelatinosa na barriga de Isabella. A frieza a fez tremer.
- Desculpe por isso. Eu teria aquecido para você, mas eu não tive tempo. - Janine se desculpou.
Isabella sorriu. - Está tudo bem.
Janine então começou a correr a varinha sobre o abdômen de Isabella. Esticando o pescoço, Isabella olhou para a imagem granulada formando no tela. Ela inspirou em uma respiração apreensiva até que o som dos batimentos cardíacos do seu bebê encheu a sala.
- Para vocês, iniciantes, este é o coração. - disse Janine a Jacob e Alice antes de apontar na tela uma pequena onda que batia para dentro e para fora.
- Uau. - disse Alice.
Janine sorriu para Isabella.
- Ele esta muito bem e soa muito forte, também.
- É ótimo ouvir isto.
Pressionando a varinha mais forte na barriga de Isabella, Janine olhou para a tela.
- Bem, você está com sorte. Seu bebê está nos dando uma boa visão do que tem entre as suas pernas.
- Sério?
Janine assentiu.
- Às vezes, eles estão em ângulos que bloqueiam a visão do sexo, ou apenas são teimosos e ficam em uma posição onde nós não podemos ver. Mas o seu deve querer que nós saibamos, sem sombra de dúvida.
O peito de Isabella apertou. Sua boca ficou seca, e ela lambeu os lábios. Olhando por cima do seu ombro, ela olhou para Alice e Jacob. Eles se inclinaram tanto para frente agora em suas cadeiras, que Isabella temia que caíssem no chão.
- Então o que é? Isabella resmungou.
Janine sorriu.
- É um menino forte, saudável ...
Um soluço irrompeu da garganta de Isabella quando lágrimas de felicidade picaram seus olhos.
Carlisle e sua avó tinham razão. Era um menino. Ela iria dar a Edward um filho para continuar o nome da família. Ela fechou os olhos e fez uma silenciosa oração em agradecimento a Deus, que seu filho era forte e saudável. Quando ela abriu os olhos, Jacob e Alice estavam ao seu lado. Ambos se inclinaram para abraçá-la.
- Parabéns, mamãe! - Alice disse, beijando sua bochecha.
- Um menino, hein? Espero que ele seja tão bonito e inteligente como seu Gunkle - disse Jacob.
- Gunkle? Isabella questionou.
- Você sabe, tio gay.
Alice riu.
- Eu não tenho certeza de como o Grande Papai Cullen vai se sentir sobre isso.
Isabella riu.
- Eu acho que ele vai ficar bem com isto. Quer dizer, quem não apreciaria as pessoas que amam seu filho?
- Claro que sim, eu vou amá-lo! Ele é parte de você, o que o faz ainda mais adorável - disse Jacob, com uma piscadela.
Janine entregou a Isabella um DVD junto com vários impressos do ultra-som.
- Parabéns novamente.
- Obrigada. - murmurou Isabella, seu olhar afiando nas imagens granuladas em sua mão.
- Então, quando é que você vai dizer ao Grande Papai? - Alice perguntou.
- Oh, hum, eu acho que quando ele chegar em casa esta noite. Eu não quero dizer a ele por telefone ou por mensagem de texto ou algo assim.
- Você deveria surpreendê-lo com a noticia no trabalho. - Jacob sugeriu.
Isabella passou os dedos sobre a imagem de ultra-som. A qualquer momento, ela esperava que evaporasse e tudo fosse apenas um sonho.
Depois de Alice limpar a garganta, Isabella balançou a cabeça.
- Isso soa uma boa idéia. Do jeito que ele falava ao telefone, ele provavelmente vai chegar muito tarde.
Alice agarrou Isabella em um abraço e depois beijou sua bochecha.
- Eu estou tão orgulhosa e feliz por você.
Isabella sorriu.
- Obrigada. Ela abraçou apertado Alice de volta. - Eu queria te agradecer por tudo, obrigada por ser a minha rocha através de tudo isso, especialmente hoje.
Ela sorriu para Jacob.
- E a você, também.
- Nós não faríamos de nenhuma outra jeito, Alice respondeu, enquanto Jacob assentiu. Ela beijou o rosto de Isabella.
- Agora vá rápido e diga ao Grande Papai a feliz notícia.
- Com certeza eu vou!
- Eu quero agradecer a todos por ficarem até mais tarde. Estou muito feliz com a forma como tudo foi realizado, e eu prevejo uma fusão de sucesso.
Assim que o CEO saiu da sala de reuniões, Edward cavou seu telefone do bolso da jaqueta. Olhando para a hora, ele fez uma careta. Não havia nenhuma maneira no inferno que ele pudesse atravessar a cidade e chegar a tempo do ultra som de Isabella.
Ele se sentiu envergonhado por sentir alivio em não poder comparecer ao exame. Confirmando o sexo do bebê, fazia a sua chegada iminente e tudo parece mais real.
Afrouxando a gravata, ele lutou contra a sensação de asfixia que continuava a atormentá-lo. Sua mão formigava novamente, e ele lembrou do momento em que estava na doca sentindo o bebê mexer com Isabella. Ele estava esfregando os dedos sob seu colarinho quando alguém pigarreou. Ele olhou para cima para encontrar a sala de reuniões vazia, exceto para uma loira em pé que era nova em seu departamento.
- Eu não acho que nós fomos apresentados anteriormente. - disse a loira com um sorriso convidativo. - Eu sou Tania Denali.
Ele estendeu a mão.
- Edward Cullen.
- Ah, eu sei quem você é. - Tania respondeu, deixando a mão permanecer na sua um pouco mais do que deveria. - Você tem uma boa reputação aqui.
Edward ergueu as sobrancelhas.
- Eu?
Ela assentiu com a cabeça.
- Tanto dentro quanto fora da sala de reuniões. - Pela primeira vez em toda sua vida, Edward se sentiu completamente inapto sobre como lidar com os avanços de uma mulher. Normalmente, ele teria tomado a iniciativa a partir do momento que ela ficou para trás, sozinha com ele. Mas agora ele estava em uma perda total de palavras.
Ela inclinou a cabeça para a direita e sorriu timidamente.
- Você sabe que sou nova aqui em Atlanta, e eu não conheço muita gente. Gostaria de tomar uma bebida comigo?
O batimento cardíaco de Edward ficou acelerado quando o peso da questão de Tania caiu sobre ele. Sua mente e coração lutaram um contra o outro. Ele sentiu seu sangue
bombear mais e mais difícil em suas veias, até que bateu como uma banda de música em seus ouvidos. Ele tinha seguido por este caminho muitas vezes, com muitas outras mulheres. Ele sabia exatamente o que Tania estava insinuando, e não era apenas uma bebida inocente depois do trabalho. Ele quase podia sentir a necessidade irradiando dela. Se ele a pegasse agora, provavelmente ela não se oporia a ele em fode-la sobre a mesa de reuniões.
O pensamento de empurrar a saia dela, arrancando sua calcinha e devorando seu calor mexeu com ele abaixo da cintura. E então a imagem de Isabella relaxada na doca de seu avô, sua mão carinhosamente acariciando a barriga que carregava seu filho, passou diante de seus olhos. Ela o amava, e no fundo, ele a amava. Ele não deveria aceitar a proposta de Tania. Não, ele não poderia aceitar a oferta.
Mas, então, o peso sufocante de um relacionamento e iminente paternidade, mais uma vez se abateu sobre ele. Ele nunca pediu qualquer relacionamento. Tudo o que ele queria era finalmente levar Isabella para a cama e depois seguir em frente como ele sempre fez. Ele cerrou os dentes. Porra, Isabella, por fazê-lo querer mais com ela... para fazê-lo amá-la. Não, ele não iria se afogar em seus sentimentos por Isabella.
Ele iria sair agora, enquanto ainda podia.
- Há o O'Malley do outro lado da rua. - ele resmungou.
- Isso soa maravilhoso. - Tania respondeu, com a voz rouca de um ronronar.
Quando ele começou a andar ao lado da mesa, Edward encontrou-se enraizado no chão.
Seu cérebro gritava a seus pés e pernas para seguirem, mas eles recusaram. Era como se devesse alguma estranha fidelidade ao seu coração e a Isabella.
Tania ficou com uma expressão perplexa. Ele forçou um sorriso em seu rosto.
- Desculpe, sentado em reuniões o dia inteiro me deixa um pouco duro.
-Em alguns lugares isso não é um problema. - respondeu ela, com uma risadinha. Ele riu da insinuação dela enquanto suas pernas e pés finalmente funcionaram. Ele pegou sua maleta e saiu pela porta da sala de reuniões com ela. Mesmo que Tania conversasse sem parar o caminho inteiro até o elevador, Edward não a ouviu. Ele balançou a cabeça em determinados pontos ou sorriu, e que parecia ser o suficiente para acalmá-la. Tudo o que ele podia fazer era se concentrar no que ele estava tentando fazer. Ele tinha que tirar Isabella de seu sistema, e porra, se ele precisava de Tania para fazê-lo, então ele faria.
Ele segurou a porta aberta para ela quando eles entraram no O'Malley. Ele encolheu- se com a visão de Jenny atrás da cabine de hostess. Com a visão dele, seus olhos se iluminaram. Seu rosto começou a quebrar em um largo sorriso, mas depois ela notouTania. A expressão dela imediatamente escureceu, raiva brilhou em seus olhos azuis. Edward limpou a garganta. - Precisamos de uma mesa, Jenny.
Ela balançou a cabeça furiosamente, fazendo com que seu rabo de cavalo loiro sacudisse.
- Sinto muito, mas parece que estamos cheios essa noite.
Olhando por ela, Edward olhou para o salão meio vazio e voltou o olhar para ela.
- Me parece que você tem espaço de sobra.
- Não, eu sinto muito, mas não. Eu acho que você e sua amiga terão que ir para outro lugar.
Tania olhou para Jenny do alto dos seus saltos concluindo que Edward provavelmente já tinha saído com Jenny anteriormente. Ele segurou a respiração quando Tania olhou Jenny. Em seguida, seus gordos lábios vermelhos curvaram em um sorriso de gato. - Parece que alguém está com um pouco de inveja por que estamos aqui juntos, Edward. Qual é o problema, querida? Você é uma das amantes desprezadas do Edward ou ex transa de uma noite? - Tania passou a sua unha de acrílico nas costas dele, fazendo-o estremecer. - Estou contente de ver que você realmente corresponde a sua reputação de bad boy. Estou praticamente garantido um noite interessante agora.
Jenny balbuciou algo baixinho que Edward não ouviu. Tania lançou um último olhar superior para Jenny antes de dizer:
- Eu vou esperar por você lá fora. Tenho certeza de que você tem um armário de bebidas bem abastecido em sua casa. Não há necessidade de perder tempo aqui. - Na partida de Tania , as sobrancelhas Jenny subiram tão altas que desapareceu em seu couro cabeludo.
- Onde está Isabella? Melhor ainda, o que diabos você está fazendo com ela?
Edward estreitou os olhos.
- Francamente, isso não é do seu maldito interesse!
- Bem, eu sinto muito, mas quando um dos meus amigos está prestes a foder regiamente sua vida, tudo se torna meu interesse! - Jenny rebateu.
Um rugido irrompeu no fundo de sua garganta.
- Eu não preciso desse tipo de besteira vindo de você.
Tristeza tomou conta de expressão de Jenny.
- Eu estou implorando, Edward. Não faça isso. Eu nunca vi você tão feliz desde que você veio aqui com Isabella. Ela é tão boa para você, você não vê isso?
Quando ele começou a se afastar, ela agarrou seu braço.
- Antes de ir para casa com esta cobra para uma noite de sexo sem sentido, reflita bem, para não quebrar o coração de Isabella, nem o seu.
Edward olhou nos olhos suplicantes de Jenny tirando o braço do seu alcance. Sem outra palavra, ele saiu pela porta e parou ao lado de Tania .
Depois que Tania seguiu para casa, Edward saiu do carro. Ele mal tinha fechado a porta quando Tania lançou-se sobre ele, prendendo-o no carro. Sua mente imediatamente piscou de volta ao primeiro beijo de Isabella deixando-o sombrio. Uma dor rolou através de seu peito.
Agarrando Tania , ele tentou se forçar a esquecer. Sua língua varreu em sua boca enquanto seus dedos foram para o seu cabelo. Seus lábios eram duros, e faltou o carinho
que ele teve com Isabella. Ele balançou a cabeça, tentando se livrar de todos os pensamentos dela. Com a reação dele, Tania interrompeu o beijo, puxando o lábio inferior entre os dentes.
- Leve-me para dentro e me foda até eu gritar!
Ele riu de sua franqueza.
- Eu acho que posso fazer isso.
Fazia tanto tempo desde que ele tinha estado com uma mulher exigente. Edward mal conseguia chegar até a frente da casa com Tania passando as mãos sobre ele, bem como esfregando seus quadris contra o seu.
- Eu tenho vizinhos intrometidos, você sabe. - disse ele, quando sua mão acariciou suas nádegas.
- Ooh, você tem audiência, hein? Isso é bizarro.
Ele olhou para ela.
-Você é uma garota safada, não é?
Ela riu.
- Oh, sim.
Quando eles entraram, Edward chutou a porta da frente e a fechou atrás dele. Tania colocou os braços em volta do pescoço, esfregando sua pélvis contra sua virilha.
Normalmente, ele estaria a meio mastro já,mas não havia nada mexendo abaixo de sua cintura.
- Mostre-me seus seios. - ele disse, em uma voz que ele não podia acreditar que era a sua. Ele tentou ignorar o frio em seu estômago. Com um sorriso complacente, Tania puxou sua camisa sobre a cabeça. As mãos de Edward foram imediatamente para os seios. Depois de amassar eles através de seu sutiã, os implantes de Tania não conseguiram excitá-lo ou fazê-lo sentir da mesma forma que os seios naturais de Isabella faziam. Ele fechou os olhos.
"Pare com essa merda de pensar em Isabella!"
Agarrando Tania pela cintura, ele arrastou-os para o sofá. Ele se sentou e empurrou-a para cavalgar em seu colo. Ele trouxe sua boca na dela, desesperado por não sentir nada por Tania e sim por Isabella. Depois de desabotoar sua camisa, Tania passou as unhas no peito. Balançando contra ele, ela gemeu contra seus lábios. Ela estava perto se contorcendo contra ele, e ele não sentiu nada.
Não, isso não era inteiramente verdade. Tudo o que ele já havia sentido por Isabella pulsava por ele. Sua risada, seu sorriso tímido, seu riso, eles inundaram sua mente. Ela poderia muito bem estar no quarto dele. Ele podia senti-la em tudo ao seu redor. Seu nariz picava com o cheiro de seu perfume, enquanto seu corpo doía para a sensação de suas curvas delicadas abaixo dele. Quando ele se atreveu a olhar para Tania novamente, ele finalmente sentiu algo. Repulsa. Como diabos ele tinha chegado a este ponto? O que poderia o ter possuído para pensar trazer Tania a sua casa era uma boa idéia?
Combatendo a bílis subindo em sua garganta, ele começou a empurrar Tania fora de seu colo.
No mesmo momento, sua mão foi para sua virilha. Quando ela descobriu sua falta de excitação, ela empurrou seus lábios fora de seu.
- Hum, o que está acontecendo aqui?
Passando a mão trêmula pelo cabelo, ele suspirou.
- Eu não posso fazer isso.
Ela inclinou a cabeça para ele.
- Você tem alguma impotência, um problema ou algo assim?
- Eu desejo.
- O que diabos isso significa?
Isso significa que você tem que sair agora. Isso significa que eu estou fazendo o maior erro da minha vida. Eu amo Isabella, e eu não posso fazer isso com ela. Ele balançou a cabeça quando pensou.
- Eu realmente sinto muito, Tania .
- Ah, não fique envergonhado, baby. Podemos resolver isso. - Ela deu seu sorriso sedutor. - Eu posso resolver isso.
No meio do caminho para o escritório de Edward, Isabella pensou em Beau preso no Doggy Daycare.
- Merda!
Ela chicoteou em duas pistas com uma sinfonia de buzinas. Sua mente estava tão ocupada com seu novo bebê, que ela tinha esquecido momentaneamente o antigo. Ela parou em uma vaga do estacionamento e correu para fora do carro. O momento que Beau a viu através da cerca todo o seu corpo começou a mexer, trazendo um sorriso ao rosto de Isabella.
- Oi menino lindo, você achou que eu ia esquecer você?
Ele balançou seu corpo de forma apreciativa e correu para a porta de entrada para esperar por ela.
Sandy, a proprietária, cumprimentou Isabella com um sorriso.
- Eu estava começando a pensar que Beau iria acabar passando a noite com a gente.
- Não, eu sinto muito. Eu tive ultra-som esta tarde, e me atrasei.
- E o que vai ser?- Sandy perguntou.
- Um menino. -
- Oh, isso é maravilhoso! - Ela abriu a porta e segurou na coleira de Beau. - Você ouviu isso? Você vai ser um irmão mais velho. - Beau ignorou e seguiu direto para Isabella. Ele cutucou a barriga com o nariz molhado como se disesse "Olá" para o bebê.
Os olhos de Sandy arregalaram.
- Isso é tão doce!
Isabella riu.
- Ele começou a fazer isso nos últimos dias. Ironicamente, depois que eu senti o bebê mexer pela primeira vez. - Isabella sacudiu a cabeça. - É como se ele finalmente estivesse sentindo que é algo diferente, e não é apenas gordura dentro desta barriga! -
Sandy riu.
- Ele provavelmente não notou nada porque você mal mostra!
- Ah, eu agradeço por isso. Eu sinto que estou um balão.
Beau empurrou sua coleira.
- Tudo bem rapaz, vamos voltar para casa e ver o Papai. - Seus ouvidos se animaram com a menção de Edward. - Boa noite, Sandy.
- Boa Noite. - ela respondeu, acenando.
Isabella colocou Beau no carro e entrou.
- Não tem como te levar para o escritório do papai. Acho melhor deixá-lo em casa antes de ir vê-lo.
Beau lamentava a perspectiva, enquanto eles saíram do estacionamento.
Como a casa de Edward estava mais perto, ela achou melhor levá-lo direto para lá.
Ao ver o carro de Edward na calçada, o coração de Isabella estremeceu quase parando. O fato de um Audi prata estar ao lado do carro dele, fez com que seus pulmões se contraíssem.
Ela lutou para respirar. Pensamentos passaram pela sua cabeça como uma tempestade de raios. Ele disse que sua reunião atrasou. Ele devia ainda estar no trabalho. Mas ele estava em casa.
Com as mãos trêmulas, ela desligou o motor e abriu a porta do carro. Beau saltou para fora, mas Isabella não se incomodou em segurar a coleira. em vez disso, ela se concentrou em tentar colocar um pé na frente do outro na calçada. Usando a chave que ele tinha lhe dado, ela abriu a porta da frente. A sala de estar estava banhada em escuridão, exceto pelas luzes suaves do lustre.
Edward estava deitado no sofá, enquanto uma loira de seios fartos estava montada em seu colo. Ele ainda estava completamente vestido, exceto a camisa que estava desabotoada e para fora da calça. A mulher, por outro lado, tinha despido a blusa, e a saia curta estava levantada até as coxas. As mãos de Edward estavam em seus braços como se estivesse prestes a empurrá-la para fora dele. Por alguns segundos agonizantes, Isabella só podia olhar com descrença. Piscando, ela tentou acordar do pesadelo na frente dela, mas não ia adiantar, por mais que ela tentasse. Era tudo muito real. O homem que ela amava e pai de seu filho tinha estado em um dos dias mais importantes de sua vida com outra mulher.
Um estrangulado grito irrompeu de seus lábios. Ao ruído atrás deles, Edward se assustou.
Quando ele viu Isabella ali, seus olhos se arregalaram de horror, e ele respirou fundo.
- O que você está fazendo aqui? - Ele exigiu. Lágrimas chegavam em seus olhos, mas Isabella começou a rir como uma maníaca.
- O que estou fazendo aqui? Eu acho que a melhor pergunta é o que diabos você está fazendo? O som de outra voz fez a loira olhar ao redor. Seu olhar passou do rosto de Isabella para baixo em sua barriga inchada. Um silvo irrompeu de seus lábios antes dela balançar a cabeça.
- Eu não posso acreditar nisso. - Ela virou a cabeça e depois a sua ira sobre Edward. - Não admira que você não estava conseguindo! A culpa de uma consciência pesada, por estar traindo sua esposa grávida!
- Ela não é minha esposa... ainda. - Edward respondeu, com a voz abafada. A loira mandou um tapa forte no rosto de Edward, e Isabella teve que morder o lábio para não agradecer a ela por ter feito isso. Naquele momento, ela teria gostado de ter feito uma maldade física muito pior para ele.
- Não importa o que ela é! Você é um filho da puta, porra! - Ela se empurrou para fora do colo de Edward e pegou sua camisa. Depois de jogá-la sobre a cabeça, ela saiu em direção a Isabella. A fúria em seu rosto derreteu um pouco. - Eu realmente sinto muito. Eu ouvi no trabalho, que ele era um mulherengo, e eu queria brincar um pouco. Eu não tinha idéia... - sua voz sumiu quando ela olhou para a barriga de Isabella.
- Obrigada. - Isabella sussurrou enquanto a mulher começou a sair e bateu a porta da frente. Com as pernas bambas, ela deu alguns passos a frente, fechando a distância entre ela e Edward. Ele se levantou do sofá, fechando os botões da camisa.
Quando ela estava lá, apenas olhando, ele exalou uma respiração irregular.
- Diga alguma coisa. -
Isabella levantou as sobrancelhas para ele.
- E o que você gostaria que eu dissesse?
- Eu não sei ... qualquer coisa é melhor do que esse seu olhar para mim.
- Bem, francamente, acho que sua amiga disse o melhor. Você é um filho da puta!
- Eu concordo.
- E isso é tudo que você tem a dizer? Nada sobre estar profundamente arrependido por considerar tão pouco o exame de ultra-som, que preferiu pular fora e pegar uma mulher no trabalho e me trair?
Edward balançou a cabeça.
- Eu não transei com ela.
Ela jogou as mãos para cima, exasperada.
- Você ia antes que eu interrompesse você!
- Eu juro que eu não ia transar com ela. Eu tinha acabado de dizer a ela que eu não podia, e que ela devia sair. Jesus, você a ouviu dizer que eu não estava conseguindo.
- E isso, supostamente deveria me fazer sentir melhor sobre o fato de que você tinha uma amazona montada em você quando eu entrei aqui?
- Olha, eu admito que eu fodi tudo. Mas eu sinto muito.
- Ah, mas eu devia ter imaginado que você estaria mentindo para mim quando disse que mudaria. Deus, eu fui tão estúpida por acreditar que você iria me tratar de forma diferente de Amy ou das outras mulheres. Eu deveria ter percebido, isso é quem voc que você faz.
- Isabella, por favor, me desculpe!
- Sério? Você honestamente sente muito ou são apenas algumas palavras? Você acha que dizer isso é suficiente para fazer as coisas ficarem bem entre nós?
Sua voz sufocava com os soluços subindo em sua garganta.
- Você acha realmente e verdadeiramente que sua explicação é suficiente quando você quebrou meu coração?
Edward a olhou sério.
- Você não tem idéia do que eu tenho passado recentemente. Eu nunca vou ser tudo o que você precisa que eu seja, Isabella. E a pressão de tentar apenas me quebrou.
Ela não se incomodou em enxugar as lágrimas escorrendo por suas bochechas.
- Então o que você está dizendo é que tentar ter um relacionamento comigo, fez com que se dirigisse para os braços de outra mulher?
Sua expressão tornou-se angustiada.
- Não, não é isso que eu quero dizer.
Ele balançou a cabeça freneticamente.
- Eu estou fodendo tudo o que eu preciso dizer e fazer. E você está tornando isso ainda mais difícil para mim. Eu me sinto mal o suficiente pelo que eu fiz.
- Difícil para você? - Ela perguntou, sua voz aumentando uma oitava. - Como isso poderia ser difícil para você? Eu sou a única que se abriu a ponto de sentir toda esta dor, apesar do meu julgamento.
Ela afastou as lágrimas dos olhos com seu punho. Ele deu um passo em direção a ela, mas ela se afastou dele.
- Não se atreva a me tocar com suas mãos após ter se esfregado com aquela puta!
- Isabella, por favor, não faça isso. Eu disse que estava arrependido. Eu vou fazer o que for preciso para mostrar isso para você.
Sem pensar, Isabella deixou escapar,
- Diga que me ama.
Ele olhou para ela, sem pestanejar e imóvel.
- O que?
- Você ficou emocionalmente desligado de mim, desde o dia que falei que te amava. Então, se você realmente quer dizer que está arrependido e você realmente não quer que eu vá, diga as palavras. Me diga que você me ama.
Com a sua hesitação, uma dor aguda passou pelo seu peito.
O seu silêncio ecoou tão alto quanto um trem de carga.
Ela balançou a cabeça.
- Foi o que eu pensei, - ela murmurou. As mãos dela foram para a bolsa ao seu lado, e ela pegou o DVD do ultra-som. Usando toda a mágoa e raiva brotando dentro dela, ela atirou-o para ele. Ele bateu com força contra seu peito, fazendo Edward estremecer.
- Não que você esteja mesmo interessado, mas isso é um vídeo de seu filho. Eu só posso esperar e rezar para que ele cresça e não se pareça em nada com seu pai! -
Soluçando, ela virou-se e fugiu da sala. Beau a seguiu pela porta, gritando e chorando junto com ela. Enquanto ela se atrapalhava com suas chaves, Edward a chamou várias vezes para voltar, mas ela recusou. Então, ele começou a chamar Beau.
- Volte, menino. - Isabella instruiu, apontando um dedo trêmulo para Edward. Ela abriu a porta do carro, mas ele ainda não queria deixá-la de lado.
- Droga, Beau, eu disse venha! Edward gritou, saindo pela varanda. Ele andou até eles e tentou arrastar Beau de volta pela coleira. Mas Beau não se afastou. Seu nariz acariciou a barriga de Isabella, e ele choramingou. Isabella observou o olhar horrorizado de Edward.
- Sim, é isso mesmo. Seu cão é ainda mais leal a mim e a seu filho do que você é!
Com um olhar derrotado, Edward baixou a cabeça e soltou a coleira de Beau.
- Tudo bem, leve-o com você.
- Vamos, rapaz. Entre no carro, - Isabella instruiu. Beau sacudiu sua cauda e ansiosamente pulou para dentro. Sem outro olhar para Edward, ela bateu a porta.
Acelerando para fora da garagem, ela tentou manter suas emoções sob controle. Mas era inútil. Ela dirigiu metade de um quarteirão pela rua até que ela teve que encostar. Lágrimas cegavam seus olhos e ela não podia ver nada na frente dela, e não conseguia respirar por causa dos soluços através de seu peito. Uma batida em sua janela a fez saltar.
Esperança ricocheteou através de Isabella achando que Edward tinha vindo atrás dela.
Olhando para cima, seu coração caiu.
Becky estava fora do carro, olhando com curiosidade para ela.
- Isabella?
Droga. Ela ainda não tinha pensado sobre a possibilidade de acabar na rua de Becky. A última pessoa que ela queria ver era uma das irmãs de Edward. Mortificada, ela enxugou os olhos com as costas da mão e tentou se recompor. Finalmente, ela apertou o botão para abrir a janela.
- Oi, - ela disse, humildemente.
Becky respirou.
- Oh Deus, ele não fez?
Lágrimas encheram os olhos mais uma vez de Isabella. Incapaz de falar, ela apenas balançava a cabeça.
- Eu estou tão, tão triste.
- Ele ama você, querida. Eu sei que ele realmente ama. A família inteira sabe disso. Ele está apenas sendo um idiota estúpido.
Isabella falou entre um soluço.
- Diga isso a ele e à mulher que ele estava prestes a dormir antes de eu chegar.
Os olhos de Becky se arregalaram.
- Eu vou matá-lo. - ela murmurou rangendo os dentes. Ela balançou a cabeça. - E se eu não fizer isso, uma das outras meninas fará. Deus nos livre desta situação chegar aos ouvidos do Pop. - Becky abriu a porta de carro.
- Saia. Você vai lá para casa.
- Não, eu não posso. Eu estou uma bagunça. O que eu diria para os meninos?
- Tate levou-os ao cinema hoje à noite. Estou sozinha.
Quando Isabella continuou a hesitar, Becky cruzou os braços sobre seu peito.
- Olha, ou você vem ou eu vou arrastá-la.
- Eu vou estacionar do outro lado da rua. -
Becky viu Beau no banco traseiro.
- O que você fazendo com ele?
- Ele não me deixou ir. - Becky bufou.
- Quem disse que cães erram seus verdadeiros donos. Beau demonstrou verdadeira lealdade. - Isabella deu um sorriso indiferente.
- Conte-me sobre isso. - Becky puxou Isabella fora de seu assento e passou um braço em torno de sua cintura. - Escute, nós vamos pedir comida chinesa ou pizza ou que você e o bebê quiser. Então eu vou chamar as meninas. Teremos uma reunião sobre qual vai ser nossa estratégia com Edward.
Isabella levantou as mãos.
- E o que você espera conseguir? Amarrá-lo e forçá-lo a ficar comigo? No caso de você ter perdido o memorando, ele não me quer! Ele deixou isso bem claro, não apenas por quase ficar com outra mulher, como por não ser capaz de dizer que me ama.
- Não é a primeira vez que ele fez isso, Bella. Certamente ele disse sobre Amy?
- Sim, como ele não iria propor casamento, e então ela o pegou com outra mulher e rompeu com ele.
- Será que ele também lhe disse como ele passou a maior parte do ano bêbado, entrando e saindo da terapia, porque ele teve um colapso nervoso com o que ele fez com ela?
Isabella ofegou.
- Não, ele não contou.
- Hmm, eu acho que ele também conseguiu deixar de fora a parte onde tentou várias vezes voltar com ela e ela não aceitou? E ele finalmente teve que desistir quando ela se casou com outra pessoa.
Isabella mal podia acreditar no que ouvia. Edward havia mentido para ela sobre o que aconteceu com Amy. Ele nunca havia permitido que a verdadeira profundidade de seus sentimentos por Amy fosse conhecido.
- Ele nunca me disse nada disso.
- Eu sei quem é meu irmão. Ele fez o que ele fez com você esta noite, para força-la a ir embora, não porque ele quisesse outra mulher. Ele se auto sabotou outra vez caramba! Ela resmungou em frustração. - A forma como ele age nos relacionamentos, você pensaria que ele foi criado em alguma casa disfuncional com usuários de Crack ou algo assim.
Isabella encostou no carro e colocou a cabeça entre as mãos.
- Eu não acho que posso lidar com tudo isso!
Becky puxou as mãos de Isabella, e em seguida, olhou-a nos olhos.
- Você tem que decidir aqui e agora, se você quer lutar por ele.
- Eu? Por que diabos eu tenho que lutar? Ele é o único que fodeu com tudo majestosamente!
- Eu não disse que ele não o fez. Mas lutar por ele não significa que você é um capacho e irá voltar correndo para ele com os braços abertos, Bella. Significa que você está disposta a confrontar qualquer besteira que o faz agir assim, para que ele volte para você por inteiro.
- Você realmente acha que ele vai tentar?
Becky sorriu.
- Ah, sim. Amanhã de manhã, talvez até mesmo hoje. Edward Cullen vai lamentar o dia em que ele nunca deveria ter deixado você sair de sua vida, e você vai desfrutar de cada minuto!
Edward ficou sentado na sala de estar escura durante horas, depois que Isabella saiu.
Ele chegou a pegar seu telefone para ligar para ela e depois parou. Ele começou a se levantar para ir atrás dela e depois pensou que era um tolo. Não, ele não era o que ela precisava. Ele nunca poderia viver com ela e suas expectativas do que um marido e pai deveriam ser.
Ambos estavam melhores assim. Ele queria uma saída desde a semana passada, e ele tinha encontrado. Mas em vez de sentir aliviado, se sentiu miserável. Ele achou que sentiria a liberdade que viria com a saída de Isabella. em vez disso, ele se sentiu mais apertado em torno dela do que antes. Derrotado, ele se levantou do sofá para pegar uma cerveja. Seu pé acidentalmente chutou a caixa de DVD pelo chão da sala. Ele deixou por lá quando se dirigiu para a cozinha. Depois de arrebatar o pacote de seis cervejas fora da geladeira, ele começou a voltar para sala de estar. Seu olho pegou o DVD, e ele parou para pega-lo. Jogando sobre a mesa, ele ligou a TV e começou a mudar os canais.
Foi depois de sua terceira cerveja que a curiosidade finalmente o tocou. Ele pegou o DVD e colocou-o na máquina. O som do mais recente jogo de basquete esquecido, e foi substituído por um baque-batendo ecoando pela sala.
Os batimentos cardíacos de seu filho.
Congelado, Edward olhou para a imagem granulada na tela da televisão. A última vez que tinha visto o bebê, ele quase não parecia nada. Era um girino estranho procurando alguma coisa.
Agora suas características eram proeminentes, como braços e pernas que batiam, enquanto a boca pequena se abria e fechava. Se ele se sentiu paralisado pelas emoções quando sentiu o bebê mover, elas não eram nada comparados com o fato de ver seu filho.
Uma parte dele estava crescendo forte e saudável dentro de Isabella. Uma criança que ele tinha prometido a sua mãe que ele teria.
Mas seu filho foi embora. Junto com Isabella.
Ele tinha jogado a felicidade fora e a afastado com ambas as mãos. Afundando-se no sofá, ele permitiu que os soluços rolassem por ele. A última vez que chorou tinha sido quando ele havia perdido sua mãe. Agora ele estava experimentando outro esmagamento de sua alma com a perda.
Com os dedos trêmulos, ele pegou o telefone. Após marcar o número familiar, ele levou o telefone ao ouvido.
- Por favor responda, por favor, responda. - ele implorou.
- Olá?
- Pop, sou eu. Estou fodido e preciso de sua ajuda.
beijos e até
