Disclaimer: Nenhum desses personagens me pertence. Todos pertencem a Tia Steph, embora eu realmente quisesse ter o Carlisle só pra mim. ( eu tinha esquecido desse disclaimer, forgive me)
N/A: Gente, valeu mesmo pelos reviews. Me deixaram incrivelmente feliz, mesmo.*-* Tanto que eu já tô postando um novo capítulo.
Uma eternidade. É no que o tempo parece se transformar quando se sente uma dor interminável. Principalmente quando você não consegue ver o tempo passando.
Eu já havia perdido as contas de quantas maneiras diferentes eu tinha tentado contar o tempo. Mas nenhuma tinha funcionado. E eu já tinha sentido tanta dor que parecia que eu estava ali havia um século. Mesmo sabendo que isso era impossível, porque ninguém, nem mesmo um anjo, poderia ficar um século inteiro sem se mover sequer um milímetro como ele estava.
O homem de passos calmos estava ali, do meu lado, havia tanto tempo que eu nem sabia mais como era ficar sem ele. De alguma forma, saber que ele estava ali fazia com que a dor se tornasse suportável. Minha mente não gritava mais por socorro o tempo todo e se eu me concentrasse bastante, podia ouvir meu coração batendo, fraco, mas constante. Eu estava quase conformada em passar a eternidade daquele jeito, desde que ele ficasse ao meu lado.
Até alguma coisa dar errado. Muito errado. Eu estava em um dos momentos estranhamente dolorosos, só que este era bem mais estranho que doloroso. Eu podia até sentir paz.
Não, paz era um exagero, mas eu podia sentir calma. As batidas do meu coração estavam mais tranqüilas que nunca, tranqüilas de fato. Então a dor voltou. Muito mais intensa do que eu jamais havia sentido, rasgando meu corpo e incendiando minha alma.
Meus pulmões passaram a não precisar mais de ar, a não mais respirar automaticamente. Meu sangue subitamente parou de correr por minhas veias. Assim que eu percebi isso, ouvi a última batida do meu coração, clara como um tambor. Eu esperei pela próxima batida, mas nada aconteceu. Eu ainda estava viva, então como era possível que meu coração não batesse mais?
Minha mente estava silenciosa. Não havia mais dor alguma e finalmente pude abrir meus olhos.
Assim que eu abri os olhos, não pude ver nada. Havia uma luz enorme que me impedia de ver qualquer coisa. Eu pensei que estava morta. Não havia mais dor, portanto eu tinha morrido e ido para o céu. Eu estreitei meus olhos, pensando que o céu era mais iluminado do que eu imaginava.
Foi quando eu o vi. A criatura mais perfeita de todo o universo. Ele olhou pra mim com aqueles olhos dourados e sorriu. Em um segundo, eu não conseguia me lembrar de nada que não fosse ele. Eu tinha que estar sonhando. Porque eu estava encarando ninguém mais, ninguém menos, que o homem dos meus sonhos.
- Oi, Esme. Bem- vinda de volta. Eu sou Carlisle Cullen.
Ele era tão perfeito, tão fascinante que eu quase não conseguia raciocinar. Meu cérebro registrou o ambiente estranho ao meu redor, então tudo que eu pude perguntar foi:
- Onde eu estou?
- Você está na minha casa. – ele respondeu, sem hesitação alguma.
Eu recuei o que eu acreditava ser um mísero passo. Mas algo saiu errado porque em um segundo eu estava do outro lado da sala, acuada entre duas prateleiras enormes, costas contra a parede.
O que eu estava fazendo na casa dele? Aparentemente, eu não estava no paraíso, a menos que ele fosse o próprio Deus. Mas ele me dera outro nome, então, nada de paraíso por hora. Há quanto tempo eu estava ali? Porque eu não me lembrava de nada? E Deus do céu, quem era aquele homem?
Todas aquelas questões me deixavam tonta e eu sabia que tinha algo de muito estranho comigo, eu sentia um enorme desejo por alguma coisa que eu não sabia direito o que era.
- Carlisle, ela está perdendo o controle. - eu olhei imediatamente na direção da voz. Alguns passos atrás de Carlisle, um rapaz em volta dos 18 anos olhava pra mim com cautela e desconfiança.
- Carlisle, eu estou vendo...
- Calma, Edward. – eu ouvi Carlisle murmurar. - Eu já vou explicar tudo a ela.
- Eu não acho...
- Eu sei o que você acha. – ele murmurou. – Eu posso lidar com ela, Edward. Na verdade, eu acho melhor fazer isso sozinho.
Eu observei os dois se entreolharem por um tempo até Edward suspirar e dizer:
- Como quiser, Carlisle.
Eu cravei meus olhos em Edward até vê-lo sair da sala. Sozinha com o anjo dos meus sonhos, eu sentia um pouco do meu controle voltando. Eu respirei fundo, tentando raciocinar. Meus sentimentos estavam tão confusos que se eu perdesse o controle por um segundo, eu não sabia o que eu seria capaz de fazer.
Carlisle olhou pra mim e sorriu. Se meu coração ainda batesse, teria parado quandoeu vi aquele sorriso.
- Então, Esme. Eu sou...
- Carlisle Cullen. - eu o interrompi. – Eu ouvi perfeitamente da primeira vez.
Ele não pareceu se abalar nem por um segundo e continuou olhando pra mim, esperando minhas perguntas.
- Carlisle, você disse que eu estou na sua casa.
- Correto. - ele parecia extremamente cauteloso agora.
- Você pode me dizer o que eu estou fazendo aqui? E porque você me trouxe até aqui?
- Esme, preste muita atenção no que eu vou lhe dizer. Você estava quase morta quando eu te encontrei. Então eu resgatei você. Mas você não está exatamente viva. – ao ver minha expressão confusa, ele reformulou a resposta. – Você não é mais humana.
O rosto dele era a mais pura expressão da verdade. Não tinha como não acreditar no que ele dizia. E além disso, eu podia sentir que o meu corpo tinha mudado. Meu coração não batia mais e de alguma forma, eu sabia que não precisava mais do ar para respirar. Mas eu queria saber exatamente o que eu era agora.
- Se eu não sou mais humana, o que eu sou? Você é o quê? Uma espécie de anjo?
Carlisle pareceu adorar ser chamado de anjo. O sorriso que ele me deu certamente tinha algo de angelical.
- Não sou um anjo, Esme. Longe disso. Eu sou um vampiro e agora, você também é uma.
- Eu sou uma vampira?- eu perguntei horrorizada. A expressão dele disse tudo. - Eu sou uma vampira!
- Me desculpe. - ele parecia profundamente arrependido. - Mas eu não pude deixar você daquele jeito, eu simplesmente não...
- Eu não quero matar ninguém! Meu Deus, matar centenas de pessoas, só para beber seu...
- Não!- ele gritou, horrorizado.
Meu corpo inteiro tremeu ao ouvir aquele grito. Ele parecia verdadeiramente horrorizado com a minha idéia. Aquilo era tão confuso...
- Esme, procure se acalmar, por favor. - ele estava murmurando agora. - Você é uma recém-nascida, tente manter o mínimo de controle.
Eu fechei os olhos e a imagem de Carlisle tomou conta da minha mente. Aos poucos, eu fui me acalmando.
- Fale rápido. –eu sussurrei. Não sabia quanto tempo eu ia agüentar.
- Você não precisa matar ninguém, você pode ser como eu, pode beber de animais. Você não vai ficar mais fraca, é só uma questão de vontade e controle. Se você conseguir se controlar, tudo vai ficar bem.
Animais. Parecia bom. Muito melhor do que ser uma assassina. E ele teria que me ensinar. Eu faria qualquer coisa pra ficar com ele.
Eu suspirei e abri meus olhos. Carlisle parecia aliviado, mas meu controle estava por um fio.
- Carlisle?
- Sim.
- Onde posso arranjar um animal? Qualquer um. Eu estou muito...
- Sedenta. - ele completou.
- É, eu acho que é isso. - eu murmurei. – É meio difícil...
- Eu sei. Vamos caçar, Esme.
- Mas... – eu não fazia a menor idéia de como caçar.
- É fácil, eu ensino você.
Eu não tinha muita escolha. Estava ficando impossível de raciocinar com toda aquela sede pedindo pra ser saciada. Eu tinha que caçar, de qualquer jeito. A sede era uma necessidade extremamente forte.
Carlisle abriu a porta da sala. Do outro lado, Edward estava sentado numa poltrona, fingindo ler. Eu segurei o braço de Carlisle.
- Ele também é...
- Edward é como nós, Esme. Ele é meu filho.
Eu o encarei, confusa. Filho?! Carlisle não parecia ser muito mais velho que Edward.
- Sou filho adotivo, Esme. – Edward respondeu. - Para todos os efeitos, Carlisle me adotou. Ele é meu criador, assim como é o seu.
- Ah. – Eu quase murmurei "Graças a Deus". A imagem de Carlisle com outra mulher não tinha sido muito bem recebida pelo meu cérebro. Edward olhou pra mim e sorriu de alguma coisa que eu não tinha percebido.
- Você vai ensiná-la a caçar. - ele afirmou, encarando Carlisle.
- Sim. Cerca de 50 quilômetros ao norte.
- Eu estarei alerta. - foi tudo que Edward respondeu antes de voltar sua atenção ao livro que estava lendo.
Eu evitei de todas as maneiras olhar para Edward. Estava claro que ele não gostava muito de mim, já que me olhava como se eu fosse uma fera selvagem. Talvez ele estivesse certo, uma vez que ele e Carlisle pareciam ter muito mais controle do que eu.
De qualquer forma, eu não queria aborrecê-lo. Sem lançar um único olhar na direção dele, eu segui Carlisle até estarmos fora da casa.
- Há mais ou menos uns cinqüenta quilômetros daqui, tem uma floresta. Não é das maiores, mas serve. Também tem pastos por toda a parte, daqui até a próxima cidade. Então, temos vacas, cavalos, coiotes, raposas e se dermos sorte alguns lobos ou ursos. O que você prefere?
A gentileza de Carlisle era algo impressionante. A maneira de falar dele faria qualquer coisa parecer uma maravilha. Até mesmo um massacre de animais.
- Bem, eu não sei. Ainda não provei nenhum deles. O que você me diz?
- Entre o que temos, um urso seria perfeito. Embora, talvez você devesse ir de coiote, afinal é sua primeira caçada.
Como eu não fazia a menor idéia do que estava por vir, não disse nada.
- Vamos correr. - ele saiu correndo, sem deixar nenhum vestígio.
Eu arregalei os olhos, sem entender como ele tinha desaparecido da minha frente. Segundos, depois, ouvi a voz dele:
- Corra, Esme. Me siga.
Eu estava fazendo papel de imbecil. Era óbvio que eu deveria ter corrido com ele e não ter ficado parada feito uma árvore. Eu devia ser a vampira com o pior senso de direção de todos os tempos.
Eu corri na direção da voz dele e em segundos, estava ao lado dele novamente.
- Esme, tente seguir os instintos do seu novo corpo. Você vai ver que tudo ficará muito mais fácil.
Assenti, morta de vergonha. Eu estava me saindo uma péssima vampira. Carlisle andou alguns passos pra esquerda e perguntou:
- Tem um coiote a uns dez metros daqui. Você sente o cheiro?
Respirei fundo e concordei. O cheiro doce do sangue penetrou nos meus pulmões. Seguir aquele cheiro era muito fácil.
- Você quis dizer dois coiotes. - eu corrigi, apenas pra perceber que ele já sabia disso.
- Estão a dez metros de nós e a quinze um do outro. - ele confirmou. – Se eu atacar o primeiro, o outro não vai perceber nada até você atacá-lo.
Eu concordei, repetindo o que ele disse como se fosse um mantra. Siga seus instintos.
Carlisle segui na frente até estarmos bem perto do coiote. O cheiro do sangue enlouquecia minha mente. Prendi a respiração, antes que eu fizesse alguma besteira.
- Se a sede for muita, Esme, você deve ir primeiro. - ele sussurrou.
Eu não disse nada. Claro que a sede era muita. Quase impossível de agüentar, agora que eu sentia o cheiro do sangue tão perto de mim. Mas eu não ia fazer mais nada idiota naquela noite.
- Vá primeiro, Carlisle. Quero ter absoluta certeza do que fazer.
Ele concordou e observou o coiote por um instante. O animal não fazia idéia do destino que o aguardava. Carlisle correu em direção ao coiote e antes de começar, a luta havia terminado.
Eu observei os movimentos incrivelmente rápidos dele, como se ele estivesse lutando com espadas, só que sem espadas. Dois ataques e o coiote caiu, derrotado. Carlisle aproximou seus dentes do pescoço do coiote e eu tive que desviar os olhos pra não correr até lá.
Quando Carlisle voltou pra mim, ninguém diria que ele estivera bebendo o sangue de algum animal. Nenhum fio de cabelo dele estava fora do lugar, não havia mancha alguma em suas roupas.
- Sua vez.
Eu voltei minha atenção ao outro coiote, distante de nós uns vinte metros, agora. Parecia simples. Era só seguir os instintos. Minha mente começou a procurar a melhor oportunidade pra atacar e eu não perdia um só movimento do coiote.
Quando ele se distraiu, eu ataquei. Corri em direção ao coiote, que ao perceber meu ataque, tentou fugir. Eu dei um salto, parando na frente dele. O medo que eu vi nos olhos dele aumentou meu desejo pelo sangue. As presas enormes que ele me mostrava não me amedrontavam nem um pouco. Eu sabia que eu ia vencer.
Recuei, tentando confundi-lo. O animal se mostrou confiante e abaixou um pouco a guarda. Foi o seu fim. Um único movimento e meus dedos agarraram o pescoço dele, imobilizando-o. Meus dentes cortaram a carne dele como se fosse manteiga derretida.
O sabor. Deus meu, o sabor do sangue quente, jorrando das veias daquele animal era inacreditável. Eu bebi todo o sangue que eu pude, até o pobre animal cair aos meus pés, sem sangue.
Então eu encarei Carlisle, que me observava com um sorriso orgulhoso no rosto. Eu voltei para ele, sorrindo também.
- Você foi maravilhosa, Esme. – eu me senti imensamente feliz. Finalmente alguém me achava maravilhosa em alguma coisa.
- Eu posso caçar mais alguma coisa? – eu pedi, meio sem graça. – Eu ainda estou com sede.
- Claro que pode. - ele respondeu. – Ache mais alguma coisa.
Depois de quatro horas, minha sede pareceu diminuir um pouco. Eu tinha bebido de mais dois coiotes e uma raposa. Carlisle se contentou com mais um coiote e um cervo.
No final da caçada, Carlisle continuava impecável. Nem a calça nem o suéter que ele usava estavam sujos de sangue, exceto por uma pequena mancha em uma das mangas. Já a minha roupa era outra história. O pobre vestido que eu reconheci como sendo meu favorito estava completamente imprestável. Manchas de sangue, terra e lama estavam por toda a parte. Eu via manchas de terra até nos meus cabelos.
- Um desastre. - eu murmurei mais pra mim mesma.
- De forma alguma. Você foi ótima, Esme. – ele respondeu instantaneamente.
Eu sorri, envaidecida. Ninguém me dirigia um elogio há muito tempo. Era ótimo se sentir valorizada.
- Eu falava da minha roupa, Carlisle. Está imprestável.
- Ah. Não tem problema. Eu pedi ao Edward pra comprar algumas roupas pra você. Ele fez isso assim que pedi licença do hospital pra tomar conta de você.
- Obrigada. – eu agradeci. Edward não devia ter gostado muito da tarefa. Eu estava imaginando a maneira como ele devia ter reagido quando uma palavra que Carlisle falou voltou à minha mente.
Hospital. Licença do hospital. Carlisle Cullen.
As peças se encaixaram instantaneamente na minha cabeça. Carlisle, o homem dos meus sonhos. O homem, ou melhor, o vampiro com quem eu sonhava havia dez anos, desde a primeira vez que eu o vi.
Dr. Carlisle Cullen.
Eu segurei o braço dele. Carlisle me encarou, confuso. Eu não podia acreditar que estava diante dele.
- Dr. Cullen? Carlisle? Você é.... – eu não estava falando coisa com coisa. – Você é o Dr. Cullen. – quase acrescentei meu Dr. Cullen, mas consegui me refrear a tempo.
- Você lembrou. - foi tudo que ele respondeu.
Ai, meu Deus. O homem com quem eu sonhava era um vampiro. Minha paixão da adolescência e da vida adulta também, era um vampiro. Um vampiro bom, aparentemente, mas mesmo assim um vampiro. Um médico vampiro.
- Esme? – ele pareceu preocupado.
- Eu nunca esqueci você. - eu murmurei em um tom que eu pensei ser inaudível. Até ele responder:
- Você era a garota mais encantadora que eu já tinha visto. Quando eu vi você de novo, eu... você parecia tão triste.
Eu olhei nos olhos deles. E lembrei de tudo. Meus pais, nada compreensivos, minhas amigas, meu infeliz casamento, meu bebê. Meu bebê morto. No que minha vida tinha se transformado.
- Por favor, me leve pra casa, Carlisle. - eu murmurei, no tom de voz mais triste que eu já tinha ouvido.
- Esme, você não pode ficar perto de seres humanos. Não por um bom tempo.
Eu sentei no chão. Ele não estava entendendo. Eu não queria, não podia ficar longe dele. Eu não tinha mais nada, mais ninguém. Fechei meus olhos e pude sentir meu corpo inteiro tremer com a lembrança.
Carlisle se aproximou de mim. Eu senti os dedos dele em meus cabelos e abri os olhos. Ele estava sentado na minha frente.
- Esme, eu sinto muito, eu... - eu levei meus dedos até os lábios dele, silenciando-o.
- Não. Não se arrependa de ter devolvido a minha vida, Carlisle. Eu não quero ficar perto de nenhum humano. Eu não tenho família, eu não tenho nada.
- Você disse...
- Eu quis dizer a sua casa. Se você me quiser lá. – eu respirei fundo. - Por favor, Carlisle, não me deixe sozinha.
Eu acho que a maneira como eu disse a última frase pegou Carlisle de surpresa. Parecia uma súplica. E era. Eu não me importava se eu parecesse ridícula, nem se eu tivesse de implorar pra ficar com ele. Se ele estivesse por perto, eu conseguiria lidar com as lembranças.
- Você tem uma família. – ele respondeu. – Edward e eu podemos ser sua família.
Eu concordei. Eu teria que me entender com Edward, mas isso era só um detalhe se comparado ao todo. Eu ficaria com Carlisle. Era o que importava.
- Me leve pra casa, Carlisle.
Ele sorriu pra mim. Parecia feliz. Não mais do que eu, era verdade. Eu estava radiante. Eu tinha uma família e o vampiro dos meus sonhos fazia parte dela. O resto era apenas um detalhe.
N/A: Ah, o início dos bons tempos. Quem estava ansiosa pra ver o Carlisle? Eu estava, com certeza. HAHAHAHAHHAAHAHAHHA.
Reviews por favor, para que o capítulo 5 chegue logo.
