Mil desculpas pela demora...mas é que no meio do capítulo a criatividade resolveu ir fazer um lanchinho lá no Mc Donalds e demorou pacas pra voltar. Além do fato de que eu tenho vida social, e preciso curtir as minhas férias, mesmo que seja nesse fim de mundo, que é a minha cidade.
Muitíssimo obrigada pelas reviews! Pedi doze e recebi 23! Valeu, galera!
Vamos logo à fic, né?
Boa Leitura. Enjoy it xD
No capítulo anterior...
- O que aconteceu com ela? – de repente, comecei a suar frio. O que havia acontecido? Será que ela estava bem?
- Ela sofreu um acidente, Isabella. – disse ele, por fim.
- O que? – minha mente se recusava a digerir uma informação dessas, e minhas pernas enfraqueceram.
Capítulo III – Conversas civilizadas
- Acabaram de ligar do hospital, pedindo que eu fosse até lá, porque ela tinha acabado de chegar na ambulância, inconsciente. Achei que fosse melhor lhe avisar. – explicou.
- Que hospital?
- Lenox Hill. – respondeu.
Desliguei o interfone e corri até o quarto. Coloquei uma calça jeans e uma blusa qualquer, e saí. Ao chegar ao térreo, sai em disparada pelos carros, até chegar ao meu. Entrei no carro, e ao colocar a chave da ignição, alguém bateu na janela do carro.
- O que é? – perguntei, desesperada ao ver aqueles olhos verdes me encarando com preocupação.
- Você está muito nervosa, acho melhor vir comigo. – dizia ele, calmamente.
Soltei um suspiro pesado, e saí do carro. Segui Edward até que chegamos em seu reluzente volvo prateado. Fiquei um tanto quanto assustada com a velocidade a qual o carro percorria o trajeto até o hospital, mas decidi relevar o fato. Assim que avistei a enorme placa do hospital, soltei um suspiro de alívio, mas ao mesmo tempo fiquei apreensiva por ainda não saber direito como Alice estava. Fiquei imóvel no banco do passageiro, mesmo depois de o carro já ter estacionado. Edward abriu a porta para mim, - devo registrar que isso foi um gesto muito cavalheiro de sua parte - e me observou com um olhar triste. Desci do carro, e então começamos a andar depressa até a recepção do hospital. Pedimos informações à recepcionista, que disse que um médico logo nos daria informações. Sentamos em um sofá próximo, e eu apoiei a cabeça em meus joelhos. Alguns minutos depois, um médico apareceu.
- Você é Edward Cullen? – perguntava o doutor, que apresentava um aspecto cansado.
- Sim. Como está a Alice?
- Nós ainda não sabemos ao certo. Ela está passando por alguns exames para saber se tem alguma fratura ou traumatismo, mas por enquanto, apenas algumas escoriações. O rapaz que estava com ela chegou aqui consciente e de acordo com os exame, não sofreu quaisquer lesões.- respondeu o doutor pausadamente.
- Peraí, que rapaz? – perguntei. Até onde eu fiquei sabendo, Alice foi sozinha até a boate.
- Na ficha consta que o nome dele é Jasper Hale.
- O que Jasper estava fazendo com a Alice? –Edward perguntou, creio que mais para si mesmo do que para o médico ou a mim.
- Você conhece ele? – perguntei.
- Ah, sim. Ele é um amigo meu. E eu nem sabia que Alice conhecia ele. – respondeu, pensativo.
O doutor pediu licença e saiu. Ainda eram umas quatro e meia da manhã, e eu estava morrendo de sono. Abaixei a cabeça nos joelhos e fechei os olhos com força, desejando que tudo aquilo acabasse logo.
Acho que em alguma hora devo ter dormido, porque me lembro quando Edward começou a me sacudir, e eu imediatamente assumi uma posição ereta.
- O que foi? – perguntei assustada.
- Alice já está no quarto, e nós podemos ir até lá.
Levantei-me rapidamente e logo depois Edward também o fez. A recepcionista nos informou o número do quarto de Alice, e então seguimos a passos largos até o local indicado.
Chegando lá, encontramos uma Alice sedada, com diversos arranhões em seu rosto, mas nada que pudesse desfigurar sua face delicada e fina. Sua mão esquerda estava enfaixada e em ambos os braços haviam regiões arroxeadas. Soltei um suspiro pesado, e me sentei na cadeira ao lado da cama de Alice. Segurei sua mão direita, e abaixei a cabeça na cama. Pude ouvir os passos leves de Edward atravessarem o quarto até chegar aonde eu estava.
- Vai ficar tudo bem. – disse ele, enquanto dava tapinhas nas minhas costas.
Se não estivéssemos sob aquela circunstancia, eu teria rido.
Edward Cullen me consolando. Estamos no mesmo ambiente e não trocamos qualquer tipo de ofensa.
Conta outra.
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Já eram oito da manhã, e Alice ainda não havia acordado. Apesar do doutor ter dito que ela estava bem e que não havia fraturado nada, eu ainda estava preocupada. Eu só ficaria calma quando ela acordasse e me assegurasse de que estava tudo bem.
- Isabella. –
- O quê? – resmunguei, olhando para Edward. Ele apresentava um aspecto bem cansado, e haviam olheiras ao redor de seus olhos.
- A Alice não vai acordar agora. Acho melhor irmos comer algo na lanchonete.
- Eu não vou sair daqui. Se quiser ir, vá sozinho. Eu quero estar aqui quando ela acordar.
- Para de ficar botando banca, Isabella. Vamos à lanchonete, nem que seja para tomar um café. O que nós menos precisamos agora é que você desmaie de fraqueza. – disse ele, em um tom autoritário.
- Tá. Que seja. – respondi, como uma criancinha birrenta.
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Chegamos a lanchonete, e pedimos dois cafés. Enquanto os cafés não chegavam, um silêncio desconfortável pairou ali. Comecei a tamborilar os dedos na mesa, e desviei o olhar do par de esmeraldas que me observavam cuidadosamente.
- As coisas realmente precisam ser assim? – perguntou ele, após alguns instantes.
- O que? – o encarei séria. Do que ele estava falando, afinal?
- Você e eu. Quero dizer, nós mal nos conhecemos e simplesmente não conseguimos sustentar uma conversa civilizada. E nem mesmo agora que Alice está nessa situação, somos capazes de trocar algumas palavras sem ofendermos um ao outro. – sorriu ele, em sinal de reprovação.
- Aonde você quer chegar, senhor certinho? – questionei, entediada.
- Está vendo? Não conseguimos conversar sem trocarmos ofensas. E isso é muito errado, sabia? Você me odeia e me xinga, sem ao menos me conhecer.
- Ei! Não fica bancando o inocente não! Quer dizer que só eu levo culpa nisso? – aquele assunto já estava me irritando.
- E quando eu disse que só você era a culpada? – pela sua expressão, ele parecia lutar para conter o riso, ou algo assim.
- Certo. O que você quer, exatamente?
- Tenho uma proposta a fazer.- comentou ele, risonho.
- Fala, Cullen.
- Porque não começamos tudo de novo? Fingimos que acabamos de nos conhecer agora mesmo, e se essa imagem que temos um do outro não mudar dentro de uma semana, podemos travar uma guerra, se você quiser. – propôs ele, assumindo um semblante sério.
- Ei, que piada é essa? – questionei. Pelo o pouco que já havia observado de Edward Cullen, ele não era uma pessoa em que se podia confiar.
- Mas você precisa parar de achar que eu estou levando tudo na brincadeira, Isabella.
- Certo, certo. Mas...
- Mas, o que?
- Me chame apenas de Bella, por favor. Isabella é irritante. – continuei, e ele então soltou uma risada musical, que me deixou hipnotizada por alguns segundos. O café chegou, e por incrível que pareça, conseguimos manter uma conversa civilizada. Sem ofensas. Nada.
Como era possível?
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Quando voltamos para o quarto, Alice já estava acordada. Reclamava das dores no corpo, mas explicamos à ela que era normal, e que dentro de alguns dias ela estaria melhor. Ao perceber o clima amistoso que pairava sobre nós, ela não hesitou em perguntar:
- É impressão minha, ou vejo uma trégua no ar?
- Talvez.- respondeu Edward, o que fez crescer o sorriso malicioso que brotava nos lábios de Alice.
- AAAAAAAAH! Isso merece uma comemoração! Que tal se sairmos hoje à noite?- perguntava ela, toda animada.
- Alice, primeiro trate de ficar curada. Depois pense em festas, por favor. – pediu Edward. – e antes que conteste, devo comunicar que você está cheia de hematomas, e aposto como você nem ao menos consegue se levantar daí.
- Ah, Eddie. Eu já entendi. Não precisava humilhar, também. – resmungou ela, e eu apenas ri.
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Ao final da manhã, quando Alice voltou a dormir, Edward me deu uma carona até em casa. Fomos todo o caminho conversando animadamente, por incrível que pareça. Edward tem um bom gosto para músicas, sabe. E ele é...nem acredito que vou dizer isso. Tá. Ele é meio legal. Pronto, falei. Só espero que ele não fique sabendo que eu disse isso, ou é capaz de ele se achar o rei do universo ou algo do gênero.
Subimos no elevador juntos, ainda jogando conversa fora. Chegamos ao meu andar e me virei para dar um tchau para ele.
- Então....até mais, C...Edward.
- Nos vemos por aí, Bella.- ele se despediu,e quando a porta do elevador começou a fechar, não me contive, e disse:
- A propósito, você continua sendo um idiota. – sorri para ele, e então, antes que a porta se fechasse completamente, pude ver aquele sorriso torto que eu tanto amava.
CONTINUA ....
Enfim, aqui está o capítulo :)
Gostaram?
Até que eu gostei de escrever esse capítulo :D
E é claro que eu não deixaria nada de ruim acontecer com a Alice, porque ela é TUDO
Só que isso foi necessário, ou então a história não sairia do ponto inicial.
Agradecimentos à:
Leticia Oliveira,
Bee Stream,
MaCullenSalvatoreBelikov,
Lali Durao,
Carol,
Pida :),
Isabella Campbell,
Manuuu,
Buh-chan,
Ely Sandes,
Lyka Cullen,
Cris,
M.,
M.T. Cullen,
Natiitomi,
-TT Cullen Black-,
,
Luiiza,
Ana Krol,
Bea g.,
Bruna Watson,
Bgsmeinterfona,
Beatriz.
Não vou agradecer individualmente, porque estou muito cansada e estou acessando a net escondida, porque meu pai criou um novo sistema aqui em casa no qual eu só posso utilizar a net até a meia noite, por recomendação médica, por incrível que pareça (irei renunciar meus direitos. Meia noite, adeus net? Fala sério, meia noite eu ainda nem atingi o ápice da minha criatividade! To ficando paranóica, eu sei.). E eu estou aqui, quase as três da manhã postando, então preciso ser rápida ou então estou lascada :S
Tá. MUUUUUUUUUUUITO OBRIGADA PELAS REVIEWS. AMO VOCÊS. E Agora eu vou tentar algo diferente:
Só começo a escrever o capítulo quando receber 20 reviews. Não estou pedindo muito, afinal tem umas 600 pessoas lendo minha fic (que feliz *_*) , ou seja, não custa nada deixar uma review para dizer o que achou, concordam?
Só depende de vocês. Quanto mais review eu receber, mais rápido eu atualizo aqui :D
Não esqueçam que eu amo vocês. Agora eu vou indo.
Beeijos mil :*
Mari.
