Capítulo 4 –Tempo de mudança.

Rin ainda estava no seu quarto pensando um pouco, aquela mulher... Ela havia a encarado de uma maneira que ela sentira um arrepio percorrer por toda a sua espinha. Sabia que a misteriosa dos olhos sangue lhe traria muitos problemas, mas não a temia de certa forma. Sabia no fundo de seu ser que Sesshoumaru não sentia absolutamente nada pela yokai e isso a tranqüilizava um pouco.

Jaken entrou no quarto de Rin e começou a tagarelar, mas ela estava tão presa em seus pensamentos que nem havia percebido que ele estava ali e falando com ela. Ao perceber que a bela mulher o ignorava ele pegou o seu cajado e cutucou Rin de leve a tirando do seu transe:

-O quê foi, Jaken?

-Estou falando com você!

-Me desculpe. –suspirou. –Estava pensando em algumas coisas.

-No que?

-Bobagem minha! –sorriu disfarçando. –Não se preocupe com isso.

-... Vim avisar que Setsuka já foi e que pode voltar para o jardim.

-Setsuka... –voltou a refletir por um breve momento. –O senhor Sesshoumaru não gosta muito dela, não é?

-Não nenhum pouco... E isso é um problema.

-E por que?

-Bem, o senhor Sesshoumaru terá que casar com ela, caso o contrário ela o ameaçou de invadir seu feudo e ter essa yokai como inimiga não seria nada inteligente, sua família vem de uma linhagem muito rica e muito antiga, eles tem muitos protetores... –deu uma pausa. –Se o senhor Sesshoumaru recusar tudo o que fez nesses últimos anos pra construir esse império será em vão.

-Entendi... –disse desanimada.

-Ninguém a quer aqui, mas não podemos fazer nada.

-Algo me diz que ela não vai querer que eu fique aqui. –suspirou Rin.

-Fique tranqüila, pode haver outra saída... Pelo menos esperamos, aquela mulher é insuportável.

-Espero que tenha!

-Bem, se não tiver outro jeito pelo menos o casamento só será realizado na primavera.

-Primavera... A estação que eu mais gosto... –disse entristecida. –Mas não falaremos mais disso! Eu vou até o jardim.

-Eu lhe acompanho.

-Não precisa... E também quero ficar um pouco sozinha para pensar em algumas coisas, se importa?

-Você quem sabe, mas se falarem alguma coisa com você de mau gosto não responda e fale diretamente comigo ou com o senhor Sesshoumaru, entendeu?

-Tudo bem, pode deixar.

Rin saiu do seu aposento juntamente com Jaken que seguiu o caminho oposto ao dela. A jovem foi até ao jardim, sentou-se debaixo da mesma árvore que estava antes, ficou ali por um tempo apoiada pensando em tudo que já havia acontecido na sua turbulenta vida.

Ela pegou seu cabelo e fez uma longa trança no lado direito a repousando sobre seu ombro, deixou duas mexas caírem na frente do seu rosto dando um certo charme e por fim prendeu o final da trança com uma faixa branca.

Rin sentia-se um pouco solitária, Sesshoumaru quase não falava com ela e o tédio começou a dominar seu ser, não fazia nada o dia inteiro, pelo menos no vilarejo ajudava as pessoas, conversava o tempo todo e trabalhava como exterminadora.

Ela fechou os olhos para lembrar melhor e ver as cenas percorrem sua mente livremente, mas ao fazer tal movimento acabou caindo em um sono profundo. Quem a olhasse naquele momento via a expressão de uma mulher bastante tranqüila e inofensiva.

Kuroichi a olhava de dentro do castelo, sentia-se atraído por aquele ser, mas não sabia explicar o porque, algo nela o fazia sair de órbita, ela lhe era tão familiar e ao mesmo tempo tão estranha e apaixonante. A expressão de Rin era fantástico para ele, sem dúvidas a humana mais intrigante que já havia conhecido em todo o mundo.

Ele resolveu se aproximar foi em passos lentos até chegar na frente da garota. Ele se aproveitou já que Sesshoumaru estava numa reunião importante com alguns senhores feudais e iria demorar, era a hora perfeita de conversar com ela.

Rin estava num sono tranqüilo, mas ao escutar os passos do yokai abriu os olhos levemente e ao ver quem era teve uma surpresa, mas antes que falasse qualquer coisa ele começou:

-Senhorita, atrapalho seu descanso?

-Não, somente estava refletindo... O quê deseja? –indagou ela gentilmente como sempre.

-Nada importante, gostaria de saber se a senhorita gostaria de um pouco de companhia.

-Se quiser conversar tudo bem. –sorriu.

-É muito gentil. –retribuiu com outro sorriso. –Eu vi a senhorita sozinha então pensei em conversar um pouco, já que não se dá bem com ninguém no castelo a não ser com o senhor Sesshoumaru e Jaken resolvi mudar um pouco essa situação.

-Não é que eu não me dê bem com os yokais aqui, elas que não gostam de mim.

-Bem, isso é verdade. –riu um pouco. –Mas não ligue para isso, depois eles param de falar.

-Pensei que não gostasse de humanos. –Disse surpresa. –Quando dei um sorriso pra você ontem e não retribuiu achei que não fosse com a minha cara também.

-Não é isso é que o Senhor Sesshoumaru estava lá, aí não sabia se devia. –sorriu. –Então é melhor não arriscar.

-Entendi! É engraçado, a maioria das pessoas, yokais temem o senhor Sesshoumaru, mas para mim ele é muito especial, não sinto medo dele... Ao contrário, sinto uma paz muito grande, mesmo quando ele me ignora. –riu. –Mas eu o entendo, quer dizer passei a entender ao longo do tempo.

-A senhorita gosta muito do senhor não é?

-Sim, eu gosto... –sorriu sem jeito. –Ele sempre foi importante pra mim... Mas! Não falemos disso! Diga-me, você gosta de humanos?

-Bem, na verdade não, sempre achei que são uma raça inferior, mas só falo com a senhorita, pois me lembra uma pessoa... E quando a olho sinto uma coisa que não posso explicar, sinto saudades de algo que nunca vi... Entende-me?

-... Não. –Disse confusa. –Mas fico feliz por falar comigo mesmo nas atuais circunstâncias.

-Mas não espere que sempre fale com você, o senhor Sesshoumaru não iria gostar nem um pouco.

-Mas por que não?

-Bom, ele não me dá as mesmas liberdades que dá a Jaken, ou seja, sou como qualquer súdito normal... Não posso reclamar, pelo menos aqui tenho paz e não tenho que ficar me metendo em lutas para conseguir alguma coisa.

-Eu entendo...

-Mas sempre que tiver a oportunidade falarei com a senhorita, me sinto bem ao seu lado.

-Obrigada. –sorriu envergonhada. –ninguém tinha me dito isso antes.

-Não ligue para mim, desculpe se estou sendo impertinente, mas é que às vezes falo mais do que devia.

-Não ligo, contanto que seja sincero. –deu uma pausa. –Sabe, pelo menos está dizendo a verdade, as pessoas desse castelo ficam falando mal de mim pelas costas e de uma certa forma desejam meu mal... Mas eu não me importo, eu não ligo para o que essas pessoas falam de mim, eu simplesmente sou indiferente, entretanto me preocupo se estou no lugar errado, não queria sair daqui, não gostaria de deixar para trás o senhor Sesshoumaru e Jaken, mas em alguns momentos penso se não estarei atrapalhando os planos deles... Desculpe! Estou falando que nem uma tagarela como sempre!

-Não me importo. Pode continuar.

-Então penso em ir embora, mas acho que esse não seria o certo.

-Não deixe essas yokais te aborrecerem, eles querem que vá embora então não dê esse gostinho para eles.

-Obrigada por me escutar, me sinto melhor.

-Que nada, eu que agradeço por ter aceitado a conversar com um simples subordinado como eu.

-Não faço distinção, não importam se são humanos ou yokais, se não me tratar mal e com respeito mais nada importa. –sorriu.

Kuroichi ficou surpreso com a menina que era tão bondosa e pura, mas ao mesmo tempo tão forte e decidida. Rin havia amadurecido isso não se tinha dúvida, mesmo parecendo tão frágil e bucólica realmente era especial.

Quando o yokai iria dizer algo sobre tudo que havia escutado, resolveu fazer outra coisa. Ele pegou uma flor que estava morta no chão ao lado deles, mas olhou um pouco para o ser inativo e num estalo de dedos a flor seca criou vida, era um lindo lírio que ele a ofereceu:

-Para a senhorita.

-Nossa! Como fez isso!? –indagou surpresa.

-Não é muito difícil, usei um pouco da minha energia e a fiz voltar à vida, mas é claro só consigo fazer com seres pequenos.

-Que lindo! Muito obrigada.

-Com licença.

Ele colocou a flor encima da orelha direita de Rin que sorriu gentilmente o deixando sem jeito.

-A senhorita é...

Quando ele iria completar a frase foi interrompido por um cajado que foi batido em suas costas levemente. Ele olhou para trás e pode contemplar a imagem do yokai sapo que estava sério.

-O quê faz aqui sozinho com Rin, Kuroichi?

-Só vim fazer companhia à senhorita.

-Kuroichi, se o senhor Sesshoumaru o encontrasse aqui nessa área sabe o que iria acontecer, não é mesmo?

-Sim, senhor Jaken... Me desculpe, eu vou me retirar.

Kuroichi deixou os dois sozinhos, em seguida Jaken olhou para Rin de um jeito autoritário e alertou:

-Não se deixe enganar... Kuroichi não é quem pensa.

-Mas, ele me tratou tão bem.

-Não seja ingênua! Kuroichi nunca respeitou um único humano! Ele matava qualquer um que estivesse na sua frente, por isso não se deixe enganar.

-... Que estranho... Ele pareceu ser tão sincero.

-Nem tudo o que parece é... Falarei com o senhor Sesshoumaru sobre ele.

-Não, deixe-o em paz. –suspirou. –Se tudo que ele disse foi mentira não vai adiantar falar nada... Não me importo.

Ela pegou a flor que estava encima da sua orelha, a ficou olhando, mas logo a colocou no chão e se levantou:

-Eu vou para o meu quarto agora.

-Eu levei o almoço no seu quarto hoje, mas não disse se gostou.

-Sim, estava delicioso. –sorriu. –Quem fez aquela comida?

-Um dos empregados ficou encarregado de trazer comida humana para você todos os dias.

-Que ótimo!

-Agora vá, já está escurecendo.

Ela saiu andando e foi em direção ao seu quarto. No meio do caminho ela se encontrou ocasionalmente com Sesshoumaru. Os dois pararam a alguns passos um do outro e ficaram se olhando por algum tempo. Ela estava mais encantadora do que de costume e isso começava a incomodar o grande Yokai.

A cena de que vira voltou em sua mente, mas ele logo impediu a si mesmo de pensar qualquer coisa daquele gênero com a humana ingênua. Ela sorriu e por um instante ele sentiu com que seu coração fosse preenchido por algo completamente desconhecido.

-Mudou o modo de usar o cabelo?

-Não, na verdade fiz isso porque estava sem o que fazer. –sorriu sem jeito.

-Os yokais já foram embora, se quiser andar pelo castelo fique a vontade.

-Na verdade... –deu uma pausa. –gostaria de conversar um pouco com o senhor... Importa-se, senhor Sesshoumaru?

-Não... Mas não poderei demorar.

-Não tem problema.

Sesshoumaru foi andando na frente de Rin, até que chegaram na parte de fora do castelo que era iluminado por muitas tochas. Foram até a fonte e sentaram-se na varanda da mansão, já estava escuro e ficaram em silêncio por um período de tempo.

A lua estava escondida por nuvens travessas que não queriam dar espaço para o astro brilhar como de costume. Rin balançou os pés e sem querer esbarrou nos de Sesshoumaru tirando a atenção dele para ela:

-Desculpe, mas é que não consigo ficar parada.

-Eu sei disso.

-Hoje me diverti bastante, é muito bom ficar aqui.

-Alguém aqui lhe incomoda?

-Bem, na verdade todos. –sorriu. –Mas eu não ligo para eles, aliás, sou bastante indiferente, até agora me sinto feliz então nada irá fazer com que isso mude... Pelo menos não agora.

-Não quero que a tratem mal, se isso acontecer me avise.

-Ninguém me tratou mal até agora, mas quando eu passo me olham de um jeito diferente, resmungam algumas coisas e às vezes até mudam o curso por eu aparecer entre os corredores.

-Eu sabia que seria assim, mesmo que eu fale as coisas não irão mudar, não posso fazer com que gostem de você.

-Eu sei e também não preciso que gostem de mim, já basta o senhor e o Jaken gostarem. –sorriu satisfeita.

-Não diga bobagens. –virou-se novamente para frente sem encara-la.

-Senhor Sesshoumaru...

-O quê foi?

-O senhor acha que Kuroichi não é verdadeiro comigo?

-Não tenho certeza disso, mas provavelmente não... Não confie nos yokais daqui, somente em mim e no Jaken.

-É uma pena, pensei que ele tivesse simpatizado comigo. –suspirou entristecida.

-E por que isso a entristece?

-Não é que fico triste, na verdade decepcionada, esperava que pelo menos um yokai aqui fosse com a minha cara...

-... Não se preocupe, posso estar enganado... Amanhã falarei com ele.

-Obrigada. –sorriu.

Os dois ficaram conversando mais um pouco, na verdade Rin falava e Sesshoumaru escutava, ele sempre foi assim, mas isso não a incomodava nem um pouco, ela sabia que era tagarela e ele já havia se acostumado.

Rin parou de falar por um momento, pois sentiu um pouco de dor em suas costas, colocou a mão onde doía e logo o cheiro de sangue foi sentido por Sesshoumaru que a encarou assustado e a virou de costas:

-Sangue?

-Sim... Acho que meu ferimento voltou a sangrar.

-Que ferimento? –indagou curioso.

-Esqueceu que falei que na luta em que Katsura morreu recebi um ferimento feio nas costas? É esse.

-Mas isso já não foi há muito tempo?

-Sim, mas dizem que quando você recebe um ferimento com ódio e rancor de um yokai...

-O ferimento nunca irá cicatrizar completamente. –Disse sério.

-Isso... Parece que é mesmo verdade.

-Venha comigo, tenho uma coisa que irá fazer com que essa maldição acabe.

-Tudo bem.

Sesshoumaru saiu na frente de Rin que foi acompanhando o yokai em passos rápidos, o sangramento começava a aumentar um pouco, mas não estava em abundância.

Os dois chegaram nos aposentos de Sesshoumaru, ele a mandou sentar e o esperar um pouco. Ela fez o que o senhor lhe mandou, ficou sentada o esperando. Passaram alguns minutos, a menina se distraiu um pouco, mas foi interceptada ao sentir a faixa de seu kimono ser desamarrada, ela assustou-se e ao olhar para trás viu Sesshoumaru:

-O quê vai fazer? –corou.

-O quê você acha? –indagou como se fosse natural.

-Mas, mas, mas...

-Você confia em mim, ou não?

-Sim, mas é que...

-O quê?

-Vira de costas então!

-E como eu vou te ajudar? –indagou entediado.

-O senhor vai entender! Eu juro!

Sesshoumaru fez o que a menina lhe pediu, ela ainda ruborizada com a situação tirou a parte de cima do kimono e colocou na frente de seu corpo deixando somente suas costas desnudas:

-Pronto... Pode olhar.

-Até que enfim...

Ele se virou, pegou um recipiente com água e um pano e enxugou o sangue que se encontrava nas costas da menina, ao término da limpeza colocou uma espécie de pasta no local que foi completamente absorvido.

-Pronto.

-O quê o senhor fez?

-Eu coloquei um remédio que com certeza fará com que nunca mais tenha esse problema.

-Obrigada...

-Não me agradeça, no passado você fez o mesmo por mim... Veja como uma troca de favores.

Rin sorriu com aquela frase, pois sabia que Sesshoumaru seria incapaz de dizer que tinha se preocupado com ela. Ele no fundo sabia disso e até mais, tinha ciência que não queria que outra pessoa cuidasse daquilo porque não confiava nas yokais do castelo e não poderia deixar que machucasse a macia pele da mulher que invadia seus pensamentos.

Rin ficou parada naquela mesma posição, sentia-se envergonhada pelos seus trajes, pensava no que havia sentido quando o yokai havia lhe tocado, um frio na espinha passou e acabou se arrepiando. Aquela sensação tão nova invadia seu ser e ela, pobre menina, não sabia o que fazer.

Quando iria vestir o kimono que estava sujo de sangue sentiu um pano cheiroso e macio cair sobre suas costas. Ela se surpreendeu e antes que pudesse dizer qualquer coisa o yokai começou:

-Vista isso.

Ela largou o kimono que segurava e colocou o que lhe foi oferecido por Sesshoumaru. Ao término percebeu que era uma parte de cima de um kimono masculino, a cor era branca e possuía o cheiro do senhor feudal.

Ela fechou os olhos, respirou fundo ainda envergonhada com o que tinha acontecido e finalmente virou para encarar os olhos amarelados e frios de Sesshoumaru.

Os dois ficaram se olhando por um período de tempo, ele penetrou nos olhos chocolates da bela moça, queria saber quais eram os mistérios, o que ela fazia para deixa-lo tão diferente, poderia ficar a olhando por horas a fio, mas ele não queria admitir tal fato.

Ela começara a ficar sem entender a situação e abaixou os olhos tentando fugir daquele olhar tão penetrante que podia até mesmo invadir sua alma e descobrir segredos tão ocultos que ela não queria que fossem revelados.

-Bem... Eu acho que já vou me deitar então.

-... Faça como quiser. –disse virando de costas.

Ela se levantou calmamente, ainda possuía sua face avermelhada mesmo não entendendo o porque. Rapidamente saiu dos aposentos esquecendo a parte de cima do kimono no quarto de Sesshoumaru.

Alguns segundos depois o yokai verde e baixinho entrou no quarto e ao ver a parte de cima do kimono de Rin ensangüentado se assustou e pôs-se a tagarelar como sempre:

-Senhor Sesshoumaru o quê houve com a Rin!?

-Ela já está bem. –Disse calmamente e pensativo.

-Mas o quê aconteceu?

-Ela tinha um ferimento nas costas que não tinha cicatrizado.

-Ah, agora entendo.

Jaken percebeu que seu mestre estava estranho, mas resolveu não comentar nada, ficou quieto e deixou Sesshoumaru pensando livremente.

Enquanto isso Rin entrou no seu quarto, fechou a porta e se jogou no futon ainda pensando no que tinha acontecido. Ficou confusa por um breve momento, mas ao sentir seu coração bater mais forte ela já sabia o que estava acontecendo.

Ela sentou-se e colocou a mão em seu peito, respirou fundo e disse para si ainda não acreditando em seus sentimentos:

-Eu... Estou apaixonada pelo senhor Sesshoumaru?

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NOTA DA AUTORA:

Oláaaa!!

To aqui de novo postando mais um capítulo!!

E aí gente o quê acharam desse?

Foi bem grandinho né "!

Me empolguei escrevendo ontem e hoje!

Amanhã devo postar de novo .!

Então aguardem!!!

Meninas obrigada pelas rewies!! To amando!!!

Vocês me dão estímulo pra eu escrever!!

Obrigada mesmo!

Qualquer dúvida, crítica, elogio pode me fazer!!

Soh deixar recadinho nas rewies!!!

BJOKAS!!!!!!!!