Cap.2 - Desconhecido rumo

- Mamãe, papai, o que voces estão fazendo aqui?- perguntei , com um falso bom humor.

Sinti um aperto no estomago e logo vi que não tinha saida. Mesmo assim, não estava disposta a deixa-los fazer uma cena na frente dos meus amigos.

- A questão é: o que você esta fazendo aqui, Bella?- indagou meu pai, furioso.- Você nos disse que estaria passando a noite na casa da Jessica.
- E estava... Quero dizer, estou- respondi gaguejando.- Estava lá na casa dela, e então o Jacob ligou e sugeriu que dessemos um pulinho aqui...
- E simplesmente coincidiu de voce estara com um vestido de veludo preto novinho? Que sorte , hein?- arremedou minha mãe, me fitando com um olhar assustado.- Você conhece as nossas regras , Bella. Você não vai a festas sem a nossa permissão...
- Mãe, por favor, psiiuuu- sussurrei, nervosa.

Todo mundo tava olhando para nós.

- Pegue as suas coisas. Você vem com a gente - Disse meu pai.
- O resto das minhas coisas esta na casa de Jessica.
- Não, não está mais- retrucou minha mãe. - nos pegamos tudo quando paramos na casa de Jessica para entregar a sacola de plastico que voce deixou cair no que não gostaria de passar a noite sem o seu soro para as lenmtes de contato e sem a sua escova de dentes, e então demos um pulo até lá no cominho para o restaurante chines.

Ela esperou que eu dissesse alguma coisa, mais não havia nada que pudesse pensar em dizer. Jacob tinha averto caminho no meio do povo e se paroximara de nós,

- Algum problema, Bella?- perguntou ele.
- Tenho que ir para casa - respondi, mordendo o labio para não chorar na frente dele e de toda aquela gente.
- Puxa vida, que roubada...- disse ele, me lançando um olhar de solidariedade. - Eu te ligo depois, tá?
- Tudo bem - murmurei.

Eu me virei e sai andando pelo corredor atras de meus pais,

Meu irmãozinho e minha irmazinha estavam esperando no hall. As pessoas se afastavam para nos deixar passar. Eu nunca tinha sido tão humilhada em toda a minha vida.

- Mãe, pai...- comecei.

Meu pai se virou e me olhou com uma expressão calma e fria.

- Nem mais uma palavra, bella. Tivemos um longo dia e estamos cansado. Vamos conversa sobre isso amanhã de manhã. Quando chegarmos em casa, voce vai direto para o seu quato.

Eu me instalei no assento traseiro do carro do meu pai e voltamos para casa em manhã seguinte maus pais já estavam sentados na mesa para o café da manhã quando entrei na cozinha.

- Sente-se, Bella - ordenou minha mãe, mostrando meu lugar com um gesto.

Era como se eu fosse um réu num tribunal.

- Realmente sinto muito... - comecei dizendo.

Sempre achei que a auto-humilhação era uma estratédia que funcionava muito bem. Nehuma mãe consegue ficar furiosa com uma filha que admita ser um lixo e implere por perdão.

- Queria que voceis soubessem que essa foi a primeira vez que fiz algo desse tipo, e não me senti nada bem.

Olhei esperançosa de minha mãe para meu pai, tentando julga se os estava atingindfo ou não. Os dois me escutavam em silencio.

- Vocês sabem o que é ser a única da turma que não pode ir a uma festa? - continuei. - Todo mundo fica achando que é uma babaca, uma nenezinha! Foram vocês que me escolheram essa escola para mim, e ela tem uma vida social, muito aditada. Há festas em todos os fins de semana.[N/A: ai eu toda semana numa festa tambem xD]
-O silencio permaneceu enquando eu desfiava as minhas desculpas, que ficaram suspensas no ar até começar a me sentir realmente desconfortavel.Meu pai limpou a garganta para falar.

- Concordo que talves o primeiro erro tenha sido nosso, Bella - disse ele. - é verdade, fomos nós que escolhemos a Dover School para você. É uma escola muito boa. Infelismente é tambem uma escola de filhinhos de papai ricos e mimados, e isso não é o que queremos para você.
- Não estão pesnando em me transferir de escola, estão?- perguntei, em panico. - Não agora que estou me sentindo adaptada e enturmada pela primeira vez na vida. Não agora que finalmente encontrei um garoto que gosta de mim e que consegui um bom papel na peça teatral da escola...
-Querida, nós apenas queresmos o melhor para você a longo prazo- disse minha mãe calmamente. - E festas sem supervisão de adultos e com bebidas alcoólicas não são o melhor para você.
- Mais, mãe... - comecei a protestar.

Ela me deteve com um gesto e olhou para o meu pai.

-Acho melhor chamarmos Emmett e Alice e deixar que participem disto tambem - sugeriu ela.
-Porque precisam me ver nesta situação, toda encrencada? - perguntei. - Você sabe como é o Emmett. Ele vai se lembrar de tudo o que você disser e depois vai me repetir tudo palavra por palavra quando estiver com raiva de mim.
- Nós os queremos aqui porque isto diz a respeito a eles tambem - declarou papai. - vocês dois desliguem a TV e venham cá!- Gritou, colocando a cabeça perto da porta.

Escutaram-se alguns resmungos, e então duas cabeças despenteadas apareceram.

- Era o meu desenho animado preferido! O Barney ia começar a cantar " eu amo você, você me ama!" - Reclamou Alice.
- Sente-se - disse meu pai, indicando os bancos altos do balcão da cozinha.

Havia algo na voz dele que fez os dois se setarem sem argumetar.

- Sua mãe e eu passamos quase toda a noite em claro conversando - revelou papai.
- Vocês não vão se divorciar, vão? - perguntou Alice. - Não quero ter de ir aos tribunais e me ver no meio de uma guerra pela custadia da gente como a Rose.
- Não Alice, não vamos nos divorcia - respondeu papai. - Apenas fiquei quietinha e escute, e vai ficar sabendo o que decidimos.

Ele esperou até todos ficarmos completamente quietos para começar a falar. Não é atoa que ele é advogado.

- Sua mãe e eu não estamos muito felizes com a maneira como vão as coisas nesta familia, estão tendo muitos problemas...
- Eu já disse que sentia muito - interrompi. - E que não aconteceria de novo.
- Não é só você, Bella - Disse papai, lançando um olhar para mamãe. - Quase todo o dia os outos garotos roubam o dinheiro do lanche do Emmett. A psicóloga da escola da Alice diz que ela esta tendo problemas de relacionamento e quer que faça terapia tres vezes por semana. E você mentir para a gente, Bella, foi a gota d'agua.
- E o mais incrivel de tudo isso - interrompeu mamãe - é que pensavamos estar fazendo o o melhor por vocês. Pagamops uma fortuna em mensalidades para manda-los as melhores escolas, mas estamos percebendo que isso talveis não seja o melhor. Vocês precisam é do nosso tempo e da nossa atenção, que não podemos dar-lhes porque estamos constantemente ocupados com as nossas coisas.
- Precisamos de tempo para ser uma familia, crianças - suspirou meu pai. - isso não é jeito de viver, semper na correeia, sempre sob pressão, nunca comendo juntos, sempre pizza e comida para a viagem em vez de uma boa comida caseira...
- Mais gosto de pizza! - interrompeu Alice!
- As coisas de que gostamos nem sempre são as melhores para nós, meu amor - retrucou mamãe com suavidade. - Somos os pais de vocês e nós é que temos de pensar no que é realemnte o melhor para que crescam felizes e saudaveis.

Houve uma pausa dramatica.

- Vamos estudar em escolas publicas, papai?- Perguntou Emmett por fim.
- Provavelmente. Vamos ter de olhar isso ainda, mais acho que é bem provável. - respondeu papai.

Mamãe respirou fundo.

- A decisão que tomamos é que Nova York não é um lugar saúdavel para criar os filhos - disse ela- e, no ritmo que estamos indos, seu pai e eu seremos dois fortes candidatos a um enfarte por volta dos quarenta anos. Sei que voces tem nos ouvido conversar a respeito do problema do vovô durante toda a semana. Ele quebrou a perna e não tem ninguem papai ajuda-lo a tomar contar da fazendo. Nessa noite papai e eu decidimos que a melhor coisa a fazer é ir para lá e cuidar dele.
- Para FORKS? - perguntei hororisada.
- Para Forks. - repondeu meu pai.
- Nós todos? Por quanto tempo? - tornei a pergunta, sentindo minha voz estremecer.
- Quem sabe? - disse meu pai. - Talves para sempre. Vamos ter de ver como as coisas correm por la.

Endiretei o corpo de supetão.

- Para sempre? Pai, você não pode estar falando serio! Não podemos nos mudar de Nova York!
- Estivemos conversando bastante a respeito disso... - Disse mamãe.
- Eu sei - interrompi- , a história da fazenda em Connecticut. Mais nunca achei que estivessem falando sério. Nunca pensei em me mudar para Forks! Forks é pior do que Connecticut!? Sempre pensei que gostassem de Nova York tanto quando eu gosto.
- Estamos cansados dessa vida estressante - disse papai. - E, como a sua mãe falou, chegamos a conclusão de que Nova York não é um bom lugar para criar uma familia saúdavel.

Fiquei em pé de um salto.

- Vocês não podem estar falando sério! Eu não posso sair de Nova York AGORA. Todos os meus amigos estão aqui. Não daria para eu ir morar com a Jessica? Eles tem uma cama extra lá, do irmão dela que esta na faculdade. Sei que a mãe dela iria concorda...
- Jessica é uma das maiores partes do problema todo, Bella - Observou meu pai.. - A mãe dela lhe dá todo o tipo de liberdade que nós não queremos dar a você.
- É principalmente por causa de você que nós chegamos a essa decisão - completou minha mãe. - É voce quem queremos fora desta cidade o mais cedo possivel.
- Não consigo acreditar que estão fazendo isso comigo! - protestei. - Isso é sequesto infantil! É abuso infantil! Vou falar com as autoridade do juizado de menores e ver o que tem a dizer a respeito.

Meu pai sorriu.

- Eles vão dizer que uma criança deve morar com os pais até completar dezoito anos -disse ele. - Goste ou não, você vem conosco, Bella.
- E eu acho que vocês vão gostar, crianças - concluiu mamãe, com uma voz realmente animada. - imaginem não ter de lutar com o transito e a multidão todas as manhãs. Poderiamos comprar cavalos para vocês, se quiserem. Teriamos tempo para jantar juntos...
- Mais como vai encontra um trabalho em Forks? - zombei.
- Não vou trabalhar. Nem eu e o seu pai. Nos dois estamos parando de trabalhar.
-Áh não! - Gemeu Alice - Vamos virar uns sem-terra, sem-teto e mendigos! Não quero dormi numa caixa de papelão!

Aquilo quebrou a tensão e todos tivemos de rir. Mas o ingenuo comentário da Alice levantou uma questão seria.

- Do que vamos viver? - perguntei.
- Vamos nos virar bem. - disse mamãe, lançando um olhar a papai. - Vamos começar trabalhando no sitío do vovô até ele ficar bom, e , se depois as coisas não correrem bem enter nós e ele, então talvez compremos uma fazendinha para nó vantagem de ter morado aqui na cidade por tanto tempo nós não podemos negar: fomos muito bem pagos e conseguimos economizar bastante. E em Forks não teremos de pagar aluguel ridiculamente alto nem absurdas mensalidades privadas. Estou planejando plantar frutas e verduras, e isso vai dar tempo ao papai fazer o que ele sempre sonhou fazer.
- O que é? – indaguei.
- Escrever um romance – respondeu ela.

Olhei na direção de papai. Ele havia corado.

- Sempre foi o meu sonho secreto – confessou com doçura e certa timidez[ N/A: gay ;)]. – E, se não der certo, se eu descobrir que não consigo escrever o meu Best-seller e se não conseguirmos plantar a nossa própria comida, então tenho certeza de que sempre haverá trabalho para um advogado em qualquer lugar. Ou então poderia ensinar na escola local. Há inúmeras opções.
- Para você, talvez – disse eu. – Mas o que há para mim lá?
- Vários garotos e garotas cujos valores ainda não foram para a puta que pariu – replicou mamãe. – A chance de perceber que dinheiro não compra felicidade. A chance de crescer como uma pessoa autêntica, e não como uma burguesinha sofisticada e falsa. Quem sabe quantos talentos seus você poderá descobrir quando tiver uma chance de tentar coisas novas?
- Claro – retruquei com amargura -, como, por exemplo, bater manteiga e tirar leite de vacas.
- Vacas? – perguntou Alice toda excitada. – Vamos ter vacas?
Mamãe sorriu ao ver a carinha animada de Alice.
- Vai poder ter quantos bichinhos de estimação quiser amorzinho. Vacas, ovelhas, porcos, coelhos... Tudo o que quiser.

Alice deslizou do banco para o chão.

- Estou indo empacotar as minhas coisas – comentou. – Podemos ir amanhã?
- Amanhã não – respondeu meu pai, erguendo Alice em seus braços. – Mas muito, muito em breve. Assim que conseguirmos um inquilino para este apartamento e deixarmos tudo em ordem. Não posso esperar para ver a cara dos meus sócios quando eu contar a eles que estou indo embora.

Olhei para a cara excitada e feliz de papai, em seguida para a de mamãe, e depois para a de Alice. Pelo menos Emmett não parecia estar pulando de felicidade. Talvez estivesse se lembrando da vez em que tinha vomitado quando o vovô o obrigara a comer quiabos plantados em casa.
Senti um grande soluço chegando.

- Não consigo acreditar em vocês, gente – eu disse através da bola que se formara em minha garganta. – Não consigo acreditar que estejam fazendo isso comigo. Eu não vou! Vou encontrar um jeito de ficar aqui, nem que seja a ultima coisa que eu faça sobre a Terra![N/A: Esse foi um momento de grande revolta para ela! Tentem entender.]


Meninas! Desculpemm demorar a atualizar aqui.. malz.. malz.. malz.. eu passei a noite no hospital com a minha avó no sabado para domingo! talveis esse sabado tambem vá para lá! mais qualquer coisa eu tento colocar o proximo cap que já tá pronto..

Comentarios:

Mih Brandon Cullen - Bem o Ed.. realmente é um capetinha.. até hoje ele é um pouco... Mais você vai realmente intender porque.. nesse proximo cap.. a Bella vai ter q trabalhar na fazenda ausehoauih ! se prepara para rir!

Mocho Azul - Mais ela vai fazer uma coisa muitooooo interessante com o Jacob... Tadinho rs rs!

Julia - Nãoooooooo.. eles não vaãao matar ela.. só se for de trabalhar ausehoiauhs

Dannye- Esse o Ed é caipira com força... xD e apronta que é uma beleza.. não é nenhum santo não! os caipiras são os melhores ausheoaiusho

Akssa Delamary - Continua lendo xD Vou adorar ver seus comentarios xD

BeijOsss Comentemm xD
Pode clicar, eu garanto que você não vai perde o dedo xD