Sasuke caminhou pelos corredores, rumo aos aposentos de Sakura, com uma garrafa de vinho e duas taças. Depois de descobrir que ela não estaria presente ao jantar daquela noite, e de nenhuma outra enquanto durasse a hospedagem dos Uzumaki na mansão, ele se retirara do baile sem que o notassem.
A porta do quarto se encontrava fechada, mas a claridade que escapava por baixo lhe deu a certeza de que encontraria quem procurava. Colocou a mão direita sobre a maçaneta e seu coração bateu mais rápido ao girá-la com facilidade.
Sakura estava sentada em uma poltrona, de costas para ele, olhando para o pátio. Usava uma camisola de seda verde, decotada e sem mangas.
A excelente qualidade do tecido o impressionou. Teria a peça sido rejeitada por Karin e fornecida à sua dama de companhia?
Sentiu o sangue circular como fogo em suas veias ao reparar na fenda lateral que deixava entrever uma das pernas até a coxa. Os fabulosos cabelos rosados estavam soltos, exceto por uma mecha no alto, que Sakura prendera com uma fita também verde.
Havia um bule de chá sobre a cômoda, um frasco com um líquido escuro, que ele presumiu ser a tal poção do amor, e um envelope ao lado. Na certa o antídoto de que o farmacêutico lhe falara.
Sasuke se congratulou por ela sequer ter notado sua presença. Sorriu ao vê-la tomar um gole de chá e recolocar a xícara no pires. Sakura parecia tão pragmática. Quem poderia imaginar que fosse tão crédula a ponto de cair na conversa de um farsante?
— Boa noite.
Ao ouvir a voz masculina, ela derramou o chá sobre a camisola e se levantou de um salto, afastando o tecido do peito para não se queimar.
— O que faz aqui?
— Passa da meia-noite. Não me procurou em meu quarto, como pedi.
— Você não pediu, você ordenou... E eu disse que não obedeceria.
— Por isso eu vim.
Sasuke atravessou o quarto e depositou o vinho e as taças sobre a cômoda.
— Saia ou eu me queixarei com lady Mei.
Uma ameaça vã. Ninguém poderia saber que ela recebera um homem em seus aposentos. Corria o risco de ser banida da casa dos Uzumaki.
Sasuke sorriu e, em uma clara provocação, se acomodou na beirada da cama.
— Eu sou o senhor deste castelo. Mei vive aqui por meu favor. Posso transferi-la para outro quarto, se este não a satisfaz.
— Não, obrigada. A última coisa de que necessito é você se interessando por meu conforto.
— Isso lhe causaria problemas, não é?
— Sim. Já bastam os que me causou.
— Pois pretendo causar outros mais.
Aquele quarto era simples demais, concluiu Sasuke. Falaria com a governanta, sem demora, e mandaria que colocassem Sakura em outro aposento. Um que fizesse jus à sua beleza.
Ou não. Ela estava certa. Sua interferência poderia causar um escândalo. Além disso, aquele cômodo ficava convenientemente perto do dele.
Como seu olhar fulminante não atingiu o efeito desejado, Sakura resolveu vestir o penhoar por cima da camisola. Sasuke a alcançou antes que ela pudesse fazê-lo, contudo. Na tentativa de impedi-la de se esconder dele, apoderou-se da indumentária.
O tecido era finíssimo, ele notou, intrigado, e deslizou por sua pele.
— Onde conseguiu essas peças?
— Não as roubei se é o que está pensando.
— Isso não me passou pela mente.
— Eram de minha mãe — ela respondeu, contrariada. Sakura provinha de uma família de recursos, então. O que teria acontecido para ela ser obrigada a trabalhar para viver?
— Sua mãe deve ter sido uma mulher linda.
— Foi mesmo.
Sasuke não devolveu o penhoar.
Sakura poderia ter lutado para recuperá-lo, mas se manteve impassível. Tampouco reagiu quando ele depositou um beijo em seus lábios. Ao menos no primeiro momento.
— Por que não para de me atormentar? — perguntou, perturbada, antes de virar o rosto.
— Você é adorável... Não consigo resistir a seus encantos.
Ele estava sendo sincero. Qualquer mulher de Londres se disporia prazerosamente a entretê-lo, mas nenhuma outra o seduzia no momento.
Sentia-se estranhamente bem ao lado de Sakura. Estabelecera-se uma conexão especial entre eles, que merecia ser explorada, de modo a lhes proporcionar a máxima satisfação. O temor que ela manifestava, entretanto, o levava a suspeitar de que ela ainda era virgem. Quem sabe se ele mudasse sua abordagem, ela passasse a se sentir bem em sua companhia?
— Isto é chá? — Sasuke retirou a tampa do bule.
— Sim.
— O cheiro é peculiar. O que adicionou à infusão?
— Uma espécie de remédio.
— Não se sente bem?
— Não.
— Desde quando?
— Desde que conheci você.
Ele apanhou o envelope ao lado do bule, determinado a examiná-lo. Sakura tentou tirá-lo de sua mão e o envelope caiu no chão, espalhando o conteúdo pelo tapete.
— Ah, veja o que você fez! — Ajoelhou-se e procurou inutilmente recolher o pó que se infiltrara pelas tramas.
Ela se mostrou tão arrasada que, por um instante, Sasuke se arrependeu do que fizera deliberadamente.
— O que é isto? — Indicou o frasco que parecia conter vinho.
— Um analgésico para mulheres.
— Está com cólicas? — Sasuke ergueu uma sobrancelha. — Parece bem a meu ver.
— Não toque nisso! — A voz trêmula adquiriu um tom de desespero.
Sakura tentou recuperar o frasco, porém Sasuke o colocou fora de seu alcance. Na luta pela posse do elixir, seus corpos se encontraram. Ele quase esqueceu o que fazia ao baixar os olhos e vislumbrar as curvas femininas sob o decote. Sentiu seu membro inchar e enrijecer no mesmo instante. Sakura podia ser inocente, mas pareceu compreender o significado daquela situação.
— Sinta o que faz comigo.
— Solte-me!
— Tinha de ser, Sakura. — Sasuke murmurou, persuasivo. — É obra do destino — elaborou, repetindo as palavras do boticário.
A palidez dela foi um sinal de que o sujeito também a prevenira. Sem se deter para refletir sobre seu súbito impulso, ele abriu o frasco e tomou o líquido vermelho-escuro de um só gole. Não era vinho, como pensara. O sabor era mais adocicado e exalava um cheiro de terra.
— Sasuke, não! — ela gritou.
— Adoro quando você me chama de Sasuke.
Mal ele pronunciou as palavras, seus braços se tornaram pesados como chumbo.
— Você não devia! — Sakura lastimou, a voz tão baixa agora que mal podia ser distinguida.
Sasuke a fitou e notou que seus olhos estavam cheios de lágrimas. Deu um passo em direção ao armário, pensando em apanhar uma bebida, completamente esquecido de que aquele não era seu quarto. Talvez uma taça de vinho fizesse com que ele se sentisse melhor. Ao tentar dar o segundo passo, contudo, suas pernas se recusaram a se mover.
Seus sentidos, todavia, pareciam estranhamente aguçados. As cores pareciam mais vivas, os odores mais acentuados. Conseguia até mesmo ouvir o tique-taque do relógio de pêndulo no andar inferior. Talvez o elixir contivesse substâncias narcóticas, realmente. Talvez ele devesse relatar a Sakura sobre os efeitos da droga em seu corpo...
Mas, ao avistá-la junto da janela, com um halo dourado iluminando-a por inteiro e os cabelos brilhando, perdeu a voz. Nunca antes seu coração fora inundado de uma alegria tão intensa e profunda. A camada de gelo que o recobrira ao longo dos anos parecia ter se derretido. Cada gota da poção que se misturava a seu sangue proporcionava uma espécie de alívio e um prazer indescritíveis. Uma voz estranha proclamou que Sakura era a mulher por quem ele esperara por toda a vida, sem saber. Imagens se sobrepunham. Ela e ele juntos. Desde eras passadas, desde existências anteriores.
Entorpecido, balançou a cabeça no esforço de desanuviar a mente. Receava falar ou fazer algo que não deveria.
Mas necessitava tocá-la, tanto quanto do ar que respirava. Deu mais um passo, com extrema cautela, até chegar perto dela. Conhecia-a como a si mesmo. Podia ler seus pensamentos com total clareza. Sakura estava se sentindo solitária... Ansiava por amar e ser amada. Por encontrar alguém que a compreendesse. Estava atraída por ele, mas temia ser magoada. Seu nobre coração se partiria irremediavelmente se a ferisse.
Sasuke a segurou pela cintura e a virou para si.
— Eu não a farei sofrer.
— Pois não consigo imaginá-lo fazendo outra coisa — ela respondeu com um fio de voz.
— Eu...
Sasuke se calou abruptamente. Estava por dizer que a amava. Não podia ser. Ele nunca amara ninguém. Não queria amar ninguém. Estava sob o efeito da poção, era isso. Não era de admirar que Sakura houvesse procurado um antídoto para se livrar dos poderes sobrenaturais daquele elixir.
Segurando a mão delicada, ainda se sentindo em meio a um transe, ele a conduziu ao leito. Incapaz de resistir, ela o acompanhou em silêncio. Sasuke se deitou e a puxou para si devagar, Sakura engoliu em seco. Haviam ultrapassado o ponto em que ela poderia dissuadi-lo.
Lentamente, ele desatou o laço que lhe prendia os cabelos e estes caíram como uma cascata rosada sobre seu peito. O tecido da camisola era tão fino, que era como se ela já estivesse nua. Vislumbrou os mamilos rosados. Eram dois frutos, prontos a ser saboreados. Ao senti-los contra a própria pele, seu membro pulsou com renovada urgência.
— Gosta de me atormentar — ela arriscou.
— Sim.
— Por quê?
— Não sei.
Sasuke rolou com ela, de modo a deixá-la sob o corpo, então parou, concluindo que já vivera aquele momento. Muitas vezes. Não podia explicar como, mas adivinhara como seria cada instante. Sabia tudo o que aconteceria dali para a frente: como se daria o encontro, como ele chegaria ao fim... Ou as imagens eram fruto de uma alucinação e nada tinham a ver com a realidade. Aquela poção diabólica o deixara tão atordoado, que já não podia distinguir o que era fantasia do que era real.
— Já se deitou com alguém antes?
Ela negou com um gesto de cabeça.
— Tem ideia de como eu a desejo?
— Não — Sakura mentiu, ofegante.
Mas as imagens dos jogos que ela presenciara naquela noite lhe davam uma nítida ideia do que um homem e uma mulher podiam fazer na intimidade.
Sasuke não insistiu nas perguntas. Também ele estava inseguro, como se aquela fosse sua primeira vez. Sakura era única, e ele estava tão excitado, que temia não conseguir se controlar. Tinha medo de exigir muito dela e assustá-la com sua paixão incandescente. Precisava provar o quanto ela era especial. Mas como? Jamais se importara com suas amantes. Nunca estivera preocupado em agradá-las.
Com Sakura, contudo, sentia-se inseguro como um adolescente. Moveu-se sobre ela e sentiu que ela se retesava sob o peso de seu corpo. Então mordiscou os lábios carnudos delicadamente, como se pedindo licença. Devagar, introduziu a língua entre eles. Sakura a recebeu com um gemido e ele se regozijou ao ser aceito. Pouco a pouco, o corpo dela relaxou sob o seu, e as mãos delicadas ensaiaram alguns movimentos, enquanto as dele estavam por toda parte.
— Pode me tocar... — murmurou, enlevado. — Gosto quando me toca.
Tímida, ela mergulhou os dedos em seus cabelos. Não demorou e o explorava com a naturalidade e a curiosidade de uma virgem, ao mesmo tempo em que o acariciava com a astúcia de uma cortesã. A incongruência o enlouqueceu.
Sakura suspirou, deliciada. Não podia imaginar que sua inexperiência enfeitiçaria Sasuke. Aventurou-se pelos ombros fortes, pelas costas largas, mas não se atreveu a ir mais longe. Foram carícias quase inocentes, mas que o inflamaram a ponto de ele esquecer a prudência e querer cometer um desatino. Seria capaz de deflorar Sakura? De roubar deliberadamente a castidade de uma mulher sem que ela estivesse preparada?
E quanto a ele? Estava preparado?...
Excitado, deslizou as finas alças da camisola pelos ombros de marfim e desnudou os seios alvos, comprazendo-se em brincar eroticamente com os mamilos, os quais mais pareciam botões em flor.
— Sasuke... — Sakura suspirou com um misto de paixão e medo. — Nós não deveríamos... Não podemos...
— Podemos fazer qualquer coisa que tenhamos vontade, Sakura.
— Mas é errado!
— Não, não é.
— Está sob o efeito da poção que tomou.
Ele sorriu, triunfante.
— Disse que era um remédio para mulheres.
Flagrada em sua mentira, ela não respondeu. Também devia estar ainda sob o efeito do alucinógeno, pois tinha a impressão de já ter vivido outras experiências como aquela ao lado de Sasuke.
— Você é tão perfeita, Sakura... E é toda minha.
— Não compreendo o que quer de mim. — ela protestou, sem forças.
— Compreende, sim.
Desejava-o dolorosamente. Seu corpo ondulava para receber suas carícias. Seu peito arfava com as investidas da língua quente em seus mamilos. Sasuke os lambia, umedecendo-os até levá-la à loucura, enquanto ele próprio parecia estranhamente confortado, quase pacificado pelo gesto.
— Sasuke... — ela deixou escapar a certa altura, completamente arrebatada. — Gosto tanto quando faz isso...
Ele não teve certeza de tê-la ouvido. Já haviam tido aquela experiência? Era possível? Ou apenas mais um efeito da droga?
Sakura o puxou mais para si, incitando-o a devastá-la com seus beijos. Ele continuou a saborear o seio tenro, mordendo-o até sentir o mamilo intumescido, depois passou para o outro, e lhe deu a mesma atenção. Mais para baixo, pressionava os quadris contra os dela, provando o quão desesperadamente a desejava. Sakura adotou seu ritmo, investindo contra ele quase com fúria e tão absorvida pelas sensações se encontrava, que não percebeu quando Sasuke levantou sua camisola e a tocou entre as pernas.
— Não!
Tentou fechá-las, porém ele a prendeu com o próprio corpo.
— Shhh... Não lhe farei nenhum mal. Deixe-me fazer isso por você... Por nós dois — murmurou e, após afagá-la eroticamente, deslizou dois dedos por seu mais secreto recanto. Ela estava úmida, pronta para o que viria.
— Não... — ela gemeu e arqueou o corpo, tentando empurrá-lo, mas só fez delirar ainda mais com o toque. — É tão...
— Impróprio?... Ou delicioso?
— Sim! Não sei... É quase insuportável!
Com o polegar, Sasuke descreveu círculos sobre o centro de seu prazer e Sakura soltou uma exclamação, o corpo pedindo para ser satisfeito embora a mente se recusasse.
— O que está acontecendo comigo?! — perguntou-se, chocada.
— Está sentindo prazer.
— Mas não quero isso de você. Pare, por favor...
— Impossível. — ele sussurrou, sem atendê-la. — Seu corpo está implorando para que eu continue.
— Não posso... Não vou fazer isso...
— Então o faça por mim, Sakura. Por mim.
A carícia ousada e contínua se prolongou por mais algum tempo, enquanto ele sugava um seio túrgido, até que ela se retesou, entregando-se ao êxtase com uma ferocidade que Sasuke não conhecera com mulher alguma. Ele a observou, deslumbrado e excitado por lhe proporcionar um orgasmo tão intenso e glorioso.
O corpo de Sakura sacudiu por mais algum tempo, e ele continuou a se mover sobre ela, a beijá-la suave e carinhosamente, satisfeito por ser o homem a quem ela confiara a si própria de corpo e alma. Sakura finalmente abriu os olhos, retomando aos poucos da enlouquecedora vibração a que fora lançada. Sasuke esperou que ela correspondesse ao seu sorriso, que tornasse a baixar os olhos por timidez... ou ainda que o censurasse por seu atrevimento.
Qual não foi sua surpresa, contudo, quando Sakura desatou a chorar.
— Kate!
— Estou perdida, não estou?
— Em absoluto! — ele garantiu, chocado.
— Está em meu sangue. — ela declarou em meio a um soluço.
Sasuke interpretou a sentença como um arroubo de paixão, e não como uma constatação do medo que a assolava quanto à própria origem, e seus lábios se curvaram em um sorriso. O pranto, ainda hesitante, se transformou em um choro sacudido por fortes soluços.
Sasuke a fitou, abismado. A experiência devastara Sakura.
Abraçou-a, sem saber o que fazer. Aninhou-a junto ao peito, embalou-a tal qual a uma criança. Não queria que ela sofresse. Estranho, pensou, atordoado. Ele nunca se importara em fazer os outros sofrerem. Depois de conhecer Sakura, contudo, parecia outra pessoa.
Vários minutos se passaram até que, aos poucos, ela foi serenando e adormeceu. Ele se viu, então, tomado por um enorme alívio. Sentou-se devagar, pensando que aquilo também era uma novidade. Depois de saciar seus desejos, não costumava permanecer no leito de uma mulher. Uma sensação de ternura vibrou em seu peito ao ver a figura frágil e feminina entregue à sua confiança. Com uma emoção que não soube explicar nem a si mesmo, ajeitou-a melhor na cama e a cobriu com os lençóis. Antes de se levantar, ainda a beijou levemente nos lábios.
Recompôs-se antes de sair.
— Boa noite, meu anjo.
Alguns minutos depois, ainda ensaiava uma segunda despedida. Incrível, mas algo parecia prendê-lo a Sakura. Ele não conseguia se afastar. Assim, deitou-se ao lado dela e fechou os olhos para melhor se recordar dos momentos preciosos que tinham acabado de viver.
Os primeiros clarões da aurora se infiltravam pela janela quando Sasuke despertou contra a claridade do quarto. Um passarinho cantava lá fora e ele sorriu, sentindo-se estranhamente realizado.
Estendeu o braço para trazer Sakura para junto do peito, mas abriu os olhos, surpreso, ao encontrar um vazio ao seu lado. Ela não estava lá.
Aquele, aliás, não era o quarto dela, nem sua cama. Ele se encontrava em seus próprios aposentos. Em seu próprio leito.
Atônito, sentou-se. Precisou se recostar novamente no travesseiro, pois sua cabeça latejava. A impressão que tinha, era de que vivia a pior das ressacas, mas não bebera nada na noite anterior, a não ser aquela poção. A que horas teria deixado o quarto de Sakura? Como chegara ao dele? Ou o encontro acontecera apenas em sonho? Sentia-se tonto, desorientado. Tivera Sakura nos braços genuinamente, ou a incrível experiência fora apenas uma fantasia erótica?
De repente, viu a fita verde que prendia os cabelos dela amarrada em seu pulso. Estremeceu ao recordar as palavras do boticário. Aquele, certamente, era um sinal da autenticidade da poção.
Um instante depois, se levantou, decidido. Não haveria mágica no mundo capaz de fazê-lo se apaixonar novamente. A ferida que levava no peito graças à sua última experiência com o amor sangrara tanto que quase o levara à morte. Ele não entregaria seu coração a ninguém mais.
A fita em seu braço significava que ele se deitara com Sakura. Nada além disso.
Ou, no máximo, que ela era ardente demais para que esperasse até a meia-noite para tornar a vê-la.
EU AMO ESSE CAPÍTULO! Puro SasuSaku e pura tentação imaginar o Sasuke desse jeito, seduzindo nossa inocente Saku. *O*
REVIEEEEEWS! *-*
YokoNick-chan: Fico muito feliz em saber que está adorando a história! Agora cê sabe onde nosso Sasuke safadinho foi se meter durante o baile! hahahaha
Biahcerejeira: Capítulo novo na área! Agora a poção tá fazendo mais uma aparição na nossa história e arrasando com os sentimentos do Sasuke. No que será que essa confusão toda vai dar, hein? *-*
Uma FicWriter: AEEEEE, LEITORA NOVA! Seja bem-vinda! Espero que goste desse capítulo. *3*
É isso gente. Eu resolvi separar esse capítulo em dois porque a próxima parte trará uma situação nova, hihihihi. Espero vocês!
Beijos,
Uchiha Lily!
