Capítulo III – Marotos

- Eu não acredito. – um senhor de meia-idade andava de um lado para o outro, segurando uma correspondência – Realmente não acredito.

James Potter fitava o pai com certo desinteresse, sentado à frente de sua mesa, seguindo o ziguezaguear dele apenas com os olhos. Olhava do senhor para a carta, e novamente para o senhor, sem dizer uma palavra.

- Você faz de propósito, pra me provocar? – perguntou o pai.

Ele não respondeu, apenas continuou a acompanhá-lo com os olhos.

- Não tem nada a dizer?

Novamente o silêncio.

- Não sei mais o que fazer com você. – Sr. Potter suspirou, parando finalmente de andar, e se sentou à frente de James – Acho que você tem andado demais com Sirius, ao longo desses anos todos, e desenvolveu um tipo de tendência rebelde.

- Não foi minha culpa. – o rapaz apenas disse.

- James! Um estudante de medicina expulso da aula de Ética? Que futuro neurocirurgião não vai às aulas de Ética?

- Pediatra, pai. – James corrigiu, entediado.

- Tanto faz, filho. Estamos falando é de suas atitudes!

- Eu já disse que não fiz nada! – o garoto falou, revirando os olhos, e seu pai deu uma risada sarcástica. – É sério!

O senhor – Ian Potter – tirou uma folha de papel de dentro do envelope que tinha em mãos, e começou a ler em voz alta:

- Debate sobre responsabilidade médica... Artigo científico... Comissão de Ética... Blablablá... Ah, aqui: "Discutia-se medidas emergenciais, e foi tomada como exemplo a técnica de xenotransplantes, então o Sr. Potter veio com a pérola: 'Por que, ao invés de porcos, não usamos macacos? Digo, nem se perceberia a diferença se visitássemos algumas salas aqui mesmo do departamento...'" – olhou feio para o filho – "Diante de tal ultraje, James Potter fica suspenso das aulas de Ética, até que a decisão seja reconsiderada." – atirou a carta sobre a mesa, fazendo James ter um sobressalto – Você não fez nada?

O rapaz sabia que não adiantaria, mas ainda assim decidiu argumentar, como o combinado.

- Ok, piada infame, mas a observação tem lógica, se você parar pra pensar. Quer dizer, a evolução das espécies, e...

- Você vai pedir desculpas. – Disse o Sr. Potter, incisivo.

- Quê? – James arregalou os olhos, incrédulo – Pode esquecer.

- Você vai pedir desculpas. – o outro repetiu.

O rapaz bagunçou os cabelos, e levantou da cadeira.

- Ele é um idiota recalcado, pai! 'Tá me marcando só porque eu terminei com a filha dele!

- Outra coisa que você não deveria ter feito. Nunca se trata mal moças de boa família, principalmente ela tendo o pai que tem.

James sentou de novo, brincando com um peso de papel.

- E ele vem me falar de ética...

O senhor fingiu não ter ouvido.

- Você perdeu metade das chances de trabalhar em um bom hospital de Londres!

- Talvez eu deva mudar de cidade, então. – James respondeu, encarando o pai, insolente.

- Cuidado com o que diz, garoto. – Ian sibilou, debruçado na mesa que os separava, apontando o dedo mo rosto do filho – Deixe de ser um garoto mimado, e não tente me tirar do sério.

Neste momento, uma voz feminina fez-se ouvir no viva-voz.

- O paciente das duas já lhe aguarda, doutor.

Os dois ainda ficaram se encarando, até que a mão do mais velho deslizou até o aparelho, e apertou um botão,

- Obrigado, Martha. Mande-o entrar.

James aproveitou o momento para ir embora. Levantou-se da cadeira, pegou a mochila jogada no chão e caminhou lentamente até a porta.

- Isso ainda não terminou, James. Conversamos em casa.

Ele apenas agitou uma das mãos, como se espantasse um inseto chato, e saiu.

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Ele entrou na biblioteca, e encontrou Remus sentado a uma mesa entre diversos livros, e Sirius fazendo malabares com três bolinhas de papel.

- Prongs! – este disse, parando com as bolinhas – Entregou a carta pro seu pai?

- É. – James respondeu – E a nossa história não colou.

- Droga! Levamos tanto tempo pra inventar...

- Foi a primeira coisa que veio na sua cabeça, Sirius. – Remus corrigiu, marcando a página de um livro e fechando-o em seguida – E eu disse que não ia dar certo.

- Que seja. O que ele disse? – o outro voltou a atirar as bolinhas para o alto, e acabou acertando acidentalmente a cabeça da garota na mesa ao lado, que o olhou raivosa. – Desculpe! – virou-se para James – O que ele disse?

- Que você é má influência.

- O Dr. P? De jeito nenhum, ele me ama!

O maroto ajeitou os óculos, rindo, e teve de concordar.

- Fato. Mas também te acha má influência.

Sirius deu de ombros.

- 'Tá. Vamos ter de pensar em outra coisa, então.

James olhou em volta, e sentiu a falta de m amigo.

- Cadê o Pete?

- No estúdio, revelando umas fotos. – Remus disse, anotando títulos e páginas numa folha de papel.

- É. – o terceiro maroto sorriu maliciosamente – Nosso amigo Wormtail virou um ratinho pervertido... Acredita que ele ficou escondido por duas horas no vestiário feminino pra tirar fotos das garotas da ginástica trocando de roupa? Ficaram uma beleza, por sinal.

Remus riu, e juntou os livros numa pilha particularmente grande. Foi até a bibliotecária, e despejou-os sobre o balcão.

- Pode reservar esses volumes pra mim?

- Não.

Ele piscou, aturdido.

- Desculpe?

A bibliotecária, Madame Pince, bufou; era sempre a mesma coisa. Inspirou e expirou profundamente, antes de começar o discurso:

- O Instituto Hogwarts tem, ao todo, mais de quinze mil alunos. Quantos livros você acha que eu teria aqui, se reservasse volumes para todos eles? Tudo bem que muito menos da metade realmente freqüenta a biblioteca, mas...

Remus enfiou as mãos nos bolsos, e fez cara de coitado. Sirius já ria da situação, apostando com James que o rapaz não conseguiria levar os exemplares, colocando cada um cem libras sobre a mesa.

- Eu preciso mesmo desses livros, M. Pince.

- Lupin, Lupin... Você estuda aqui há quase dois anos – a mulher disse, conferindo se os livros não tinham rasuras – Eu não acredito que vamos ter de discutir sobre isso toda vez que o senhor precisar de um livro novo.

- Mas... – ele suspirou, dando-se por vencido – Posso, pelo menos, pô-los de volta no lugar?

Ela apenas apontou vagamente para as prateleiras, em permissão, sem nem olhá-lo – e Sirius comemorou, aceitando com um sorriso vitorioso o dinheiro que James oferecia.

- Dois anos, Prongs, e você ainda acredita que ele um dia vai conseguir passar uma conversa na bibliotecária maluca...

Sirius abria a carteira para guardar o dinheiro quando Remus apareceu, enfiou os dois maiores livros na mochila, e jogou-a sobre os ombros.

- Vamos logo, antes que ela sinta falta.

James deu uma risada comemorativa, arrancou as notas da mão do amigo, e seguiu Remus para fora da grande sala. Sirius piscou diversas vezes, depois correu para alcançá-los.

- Não é justo, ela não deixou!

- Mas Moony está com os livros. Essa era a aposta. – James separou uma nota de cinqüenta libras, e empurrou-a para Remus – Obrigado, cara.

Sirius, sem argumentos, virou-se para o amigo, entre chocado, divertido e magoado.

- Não acredito que você roubou um livro, cara.

- Dois. E eu não roubei nada. Peguei emprestado, é diferente. – pegou o dinheiro, e guardou-o no bolso – Vou devolver. Um dia.

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A iluminação do Laboratório de Fotografia era avermelhada, deixando tudo com cores bizarras e aspecto estranho. Várias fotos estavam presas em um tipo de varal espalhado por toda a extensão da sala.

- Seu professor sabe que você usa essa sala pra revelar fotos pornográficas? – Sirius perguntou, assim que abriu a porta, e Peter deu um pulo – Tinha uma câmara bem escura antes dessa, e acho que eu esbarrei em umas duas ou três bancadas. Tem problema se eu quebrei alguma coisa?

- Padfoot! Quer me matar do coração? – ele resmungou, pressionando o peito.

- Ah, então você estava fazendo algo proibido! – James acusou, rindo, enquanto tirava as fotos das mãos de Peter – Lindsey Curtis em traje de banho? Como você consegue essas coisas, afinal?

- Um bom jornalista nunca revela suas fontes. – o rapaz respondeu, orgulhoso, pegando as fotos de volta, e acendeu as luzes – Você não deveria estar levando um esporro do seu pai, à essa hora?

- É, mas ele tinha um paciente pra atender e me dispensou.

- E Moony roubou livros da biblioteca. – Sirius disse, olhando torto para Remus, que revirou os olhos.

- Eu não ia nem tirá-los de lá! Só pedi para ela reservar os volumes, mas ela não quis... E eu já disse que vou devolver, você só está assim porque perdeu cem libras!

- Você vai ser expulso, se te pegarem. – Sirius disse, sorrindo cruelmente, apontando para o outro.

- Não, não vou.

- Sim, você vai!

- Não, não vou.

- Sim, você vai!

- Não, não...

- As moças vão parar de brigar para podermos decidir o que vai ser hoje? – Peter perguntou, organizando o laboratório e guardando tudo.

- Festa do 3º de Biologia. Cameron nos convidou. – Remus sugeriu, empolgado. – Open-bar, embaixo da arquibancada da quadra de esportes. Só VIP's.

Todos se animaram rapidamente. A turma de Ciências Biológicas era conhecida por organizar as festas mais loucas do campus, perdendo somente para o curso de Medicina. Todos os tipos de bebidas, música agitada, e garotas com pouca roupa dançando eram a marca registrada desse tipo de festa.

Eles já armavam diversos esquemas, quando James lembrou de uma coisa.

- Ihh! Foi mal, caras, mas tenho que estar em casa para o jantar. – declarou tristemente.

- Prongs, Prongs... – Sirius passou um braço pelos ombros dele – Estamos na faculdade, cara. A chance de beber, usar drogas e se aproveitar das garotas diminui a cada dia.

- Usar drogas? – Remus perguntou.

Sirius deu de ombros.

- Só beber e se aproveitar das garotas, então.

James riu, e revirou os olhos.

- Ainda tenho mais de quatro anos para beber e me aproveitar das garotas o bastante, Pads. Biologia faz festas todo mês, e se eu não chegar em casa cedo, hoje, meu pai me arranca o fígado.

- Vou ter que me divertir por nós dois, então – Sirius concluiu, erguendo os braços como se não tivesse escolha, e o outro riu.

- Faça isso, cara. – aconselhou, divertido.

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A música tocava alto, convidando os presentes a dançarem, mas Remus estava sentado perto da fogueira, com uma garrafa de cerveja e os livros "emprestados", no chão.

- Largue isso imediatamente! – gritou uma voz feminina, e ele pôs a garrafa no chão, assustado. – Não isso, bobo, os livros. Você está em uma festa, Remus, tenha dó!

Ele viu Cameron Hayes se aproximando, e deu de ombros, depois de pegar novamente a cerveja.

- Eu sou uma nerd sem vida social que cursa História. É isso que eles fazem.

A moça era loura, de cabelos lisos curtos e olhos muito claros, beirando a cor de mel. Ela riu, e se sentou ao lado dele.

- Você é um nerd bastante popular que cursa História. – apontou para os livros – Não foi pra isso que eu te chamei aqui.

- Não, não foi. – Remus encarou-a divertido – Você me chamou pra ver se eu trazia o James. Ele não pôde vir, infelizmente, mas garantiu presença na próxima.

Cameron abriu a boca diversas vezes, enrubescendo, chocada. Deu um soco de leve no braço do rapaz, fingindo indignação, enquanto ele ria.

- Não foi pra isso também! – depois riu, e abraçou-o – Como você está, Remm?

- Bem, - ele respondeu – e você?

- Também. Sabia que eu tirei A+ na última prova de história?

- Jura?

- Aham.

- Nossa, que legal! – Remus bagunçou os cabelos da garota, de leve.

- É.

Ficaram um tempo em silêncio, encarando o fogo. A loura começou a se balançar para os lados, no ritmo da música, dando olhadelas furtivas ao rapaz, de vez em quando.

- Não vai perguntar como está a Scarlett? – perguntou, de repente.

- Não.

- Remus!

Ele inspirou e expirou profundamente, e virou-se para Cameron.

- Como está a Scarlett?

- Bem, bem. – ela respondeu, e Remus murmurou um "que bom" – Os remédios têm ajudado bastante, sabe?

O maroto bufou, revirando os olhos.

- Ah, não... Nem comece, Cameron – resmungou – Já faz quase três meses, você não quer que eu acredite que...

- Ela é minha irmã, Remus, e está sofrendo muito!

Remus olhou em volta, e viu Sirius dançando com três garotas. Este acenou para ele, que retribuiu o cumprimento. Viu, também, um Peter sorridente agarrado a uma morena bonita, tirando fotos de todos.

Ele, então, coçou a testa, e bebeu um gole da garrafa.

- Eu não quero brigar com você, Cam, então vamos só mudar de assunto, ok?

- 'Tá legal. – ela pegou os livros, e guardou-os na mochila do rapaz – Vamos esquecer de tudo e nos divertir, então!

Ele sorriu ao ver a expressão empolgada da garota, mas meneou a cabeça.

- Eu meio que roubei esses livros da biblioteca, então tenho que devolvê-los logo, e nem comecei o...

- Se aquela velha louca não chamou a polícia até agora, não é amanhã que ela vai fazer. Vamos dançar! – ela disse, como quem não aceita discussão, e foi até onde todos dançavam, puxando Remus pela mão, que apenas ria, sem escolha.

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Na manhã seguinte, os quatro marotos se encontraram no novo anfiteatro do Instituto Hogwarts, para sua sessão de inauguração.

- Como foi a festa, ontem? – James perguntou, vendo as caras dos três amigos.

Sirius dormia, com o pescoço jogado para trás no encosto da poltrona; Remus fazia anotações frenéticas num pedacinho de papel; e Peter, que não estava fazendo nada, habilitou-se a responder.

- Pads foi disputado a tapas por três garotas e acabou beijando todas, eu fiquei com uma morena linda da Química Industrial, e o Moony beijou a cunhada.

- Ex-cunhada. – Remus corrigiu, depois de um violento acesso de tosse em que várias pessoas o olharam feio.

- Que falta de consideração, Lupin. Ouvi dizer que a Scarlett anda tomando antidepressivos... – James disse, fingindo seriedade, mas sem conseguir prender o riso por completo.

- Foi só um beijo, e ambos nos arrependemos. – o maroto respondeu, enquanto eles saíam do anfiteatro sem terem ouvido uma palavra dita durante os três quatros de hora em que permaneceram lá dentro. – E não sou eu quem ela quer beijar, no final das contas.

James parou de andar.

- O que quer dizer com isso? – perguntou, com um sorriso.

- É. – Remus começou a puxar o amigo, vendo as pessoas desviarem deles furiosas – Nos três anos em que eu namorei a Scarlett, tudo o que eu ouvia era sobre como James era inteligente, ou como o sorriso dele era encantador, se estava gostando de alguém ou não... Em suma, tirando os dois meses em que a Cameron esteve apaixonada pelo Sirius, no ano passado, você foi o assunto principal da vida dela.

James começou a rir descontroladamente, pensando na garota.

Ela estudava no Hogwarts High, anexo à universidade, então acabavam se esbarrando o tempo todo. Tinha mal completados dezessete anos, mas era linda como o diabo. E muito popular, tanto no Colégio como na Faculdade, não por acaso era convidada para todas as festas no campus. Já ouvira falar da paixonite dela por si, mas nunca acreditara realmente, nem cogitara a idéia de um possível envolvimento.

Ainda pensava no assunto, quando deu pela falta de alguém.

- Oh, merda, o Sirius! – e voltou correndo para o anfiteatro, onde o rapaz ainda deveria estar dormindo, jogado na poltrona.

Remus e Peter apenas menearam a cabeça, e seguiram o amigo, desviando das pessoas que vinham na direção contrária.

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N/A- Eu nem demorei, vai dizer! /se esconde/ Fala sério, nem deu um mês! hahahaha

Então, dessa vez a culpa é da Fezinha! (acho que eu estou ficando boa em culpar os outros ) Ela tava enrolando muito pra terminar o cap dela, por isso eu demorei pra postar esse ¬¬ Então os tomates vão para ela, não pra mim xD

Exclusivamente marotos, hj, o que vcs acham? xD Eu sou uma pessoa de palavra, viram? Hahahahahahahaha promessa feita, promessa cumprida.

Ahnn, outras considerações:

16 reviews? Estou realmente surpresa, e muito, mas MUITO feliz. /seca as lágrimas/ Emocionei, até. Muito obrigada de coração, e as respostas pra todos vcs já devem estar em suas caixinhas de email, a essa hora.

Minha comu no Orkut voltou ao ar, então eu gostaria que vcs fizessem ela bombar! lol o link tá no meu profile, mas pra quem quiser procurar é "Fics da Jehssik", feita pela Thatty.

E "Isso que é Vida" está oficialmente entrando em Hiatus. Não que eu não vá terminá-la, algum dia, mas se eu parar nela eu nao escrevo mais nada, então é melhor "pausar" o que está me dando mais trabalho. IT2 vem logo (se eu conseguir largar destiny - que eu estou AMANDO - pra escrever o cap novo )

É, isso, eu acho. Beijos a todos.

E para os não logados:

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Miss Moony: Ooooi!! \o/\o/

Então, eu te perdôo só pq vc apareceu agora ;)

IAUHiauhIAUHiahIAH

HAHAHAHA (vermelha até a ponta do nariz)

Obrigada pelos elogios, sério ;)

eu acho a petúnia meio quase-boazinha nessa fic, algnus caps a frente vc vai entender P

Ahh, sim, a dorcas é uma figura... Eu tbm gosto (sem falsa modéstia) do jeito que ela está na fic

E a marlene não foi taao gentil assim. Digo, ela realmente gostou da atuação, gostou da peça. Os parabéns foram realmente sinceros, mas ela estava lá por um motivo, não foi por acaso ;) (mistério :x hahahahaha sem spoilers, dessa vez, eu ando falando demais, já)

iUAHIuahOAHiah sem problemas, eu gostei da sua opinião sobre as personagens. Aliás, foi ótimo, pq se elas não estivessem agradando, agora que ainda ta no começo dava pra mudar né? Hehehe os marotos aparecem no cap que eu acabei de postar, mas eles ainda não se encontram com as meninas. Tipo, eu tenho até o cap 7 já tudo pronto, eles já se encontraram e tal, mas eu não sei dizer exatamente em qual cap, até pq os ships se encontram em situações diferentes, não é tudo ao mesmo tempo

e a mãe da lily morreu sim, quando ela tava no terceiro colegial. Então ela se formou e foi morar na Irlanda com a avó, mas como ela já tava muito velhinha, depois de dois anos a lily resolveu voltar e tava morando com a petúnia até encontrar a Anny ;)

(nossa, contei toda a historia da vida dela hahaha)

obrigada mais uma vez pelos elogios, e espero que goste do cap novo

Beijão

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Tathi: Que bom que vc gostou, espero continuar agradando com esse cap!

Beijão :

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Nah M.: Oláá!! Hahahha obrigada (morrendo de vergonha).

Marotos hoje, viu a bagunça? Hehhe

Beijo :