AVISO ----> Essa é uma fanfic slash/shounen ai/yaoi, seja lá a forma que vc preferir chamar. Se vc não aprova, por favor não leia! Esteja avisado! Aos corajosos, boa leitura! D

Appassionata


Capítulo 4 – Métodos de Ensino

- Essa sala está um pouco abafada! – Remus comentou casual enquanto caminhava em direção a janela.

Sirius sentia-se completamente deslocado. Ele havia tocado terrivelmente mal na última vez que estivera na presença de Lupin, e no fundo de sua mente ele sabia, não, melhor, ele tinha certeza de que dessa vez não seria diferente.

Ele observou Remus arejar o ambiente, ligar as luzes, colocar seus materiais em cima de uma mesa, e tudo isso parado no meio da sala, olhando-o como um tonto.

- Porque você não coloca sua mochila aqui neste canto? – ele o ouviu dizer depois de um tempo, e foi só assim que finalmente despertou daquele transe, sentindo-se corar de leve ao perceber o quanto estava agindo de forma estranha.

Meu Deus, isso aqui não vai dar certo! Eu mal consigo me comportar como gente perto dele!, pensou agachando-se e dando muita ênfase ao simples fato de largar a mochila em algum lugar, o que na verdade era uma desculpa para não olhar uma outra vez para Remus, que agora estava tirando a capa que protegia o piano da poeira e o abria, experimentando algumas teclas.

- Certo, podemos começar com você tocando para mim, o que acha? Assim eu posso avaliar os trechos que precisam ser praticados e o que você está errando, certo? – Remus perguntou sorrindo para ele, sentando-se confortavelmente no banquinho do piano.

- É, suponho que sim! – Sirius respondeu num resmungo quase inaudível, que por incrível que pareça foi ouvido por Lupin.

- Ora, então venha aqui! – o rapaz chamou abrindo um espaço ao seu lado no banco e batendo nele como uma das mãos. – Sente-se e vejamos o que você consegue fazer!

As pernas de Sirius viraram duas gelatinas ambulantes.

Só podem estar brincando comigo. Inferno sangrento! Estou pagando por todos os meus pecados! Será que alguém aí em cima realmente acha que se uma vez a três metros dele eu não consegui tocar, dessa vez que eu estou a meros centímetros as coisas irão funcionar, Sirius se perguntou já sentindo seu estômago afundar. Ele não queria decepcionar Remus, na realidade queria tocar como um dos grandes mestres e ver os olhos do rapaz brilharem de admiração, mas do jeito que as coisas estavam indo a única coisa que ele iria tocar era um belo nada.

De forma recatada, assustada e tensa, ele finalmente ocupou seu lugar, ficando simplesmente maravilhado ao perceber que podia sentir de leve o aroma de Remus.

Ai ai! Isso não vai dar certo!, continuou a voar, mal percebendo que Lupin começara a falar alguma coisa sobre relaxar as mãos, demonstrando como ficava mais fácil tocar com os dedos mais soltos. Dedos... sim... belos dedos!, Sirius continuava delirando. E só percebeu que parecia um retardado naquele estado vegetativo contemplativo quando Remus parou de falar e ficou encarando-o durante um bom tempo.

- Você escutou o que eu disse? – Lupin perguntou com uma expressão neutra. A voz dele, para Sirius, parecia que vinha do fundo do oceano, e a única coisa que ele podia perceber com exatidão era a cor ambarina de seus olhos. Olhos... – Sirius? Sirius, você está bem? – Remus tornou a falar só que agora com uma expressão preocupada, aproximando-se um pouco de Black e tocando sua testa com uma das mãos, como se estivesse averiguando sua temperatura.

Foi como um super choque. Ele podia jurar que conseguira até sentir a respiração quente do outro rapaz, e a mão dele lhe parecera tão macia, que ele teria sido capaz de agarrá-la e começando a beijá-la, embora pensasse que os lábios de Remus fossem muito mais apetitosos.

E agora o que é isso que eu estou pensando?, ele se reprimiu envergonhado, ajeitando-se imediatamente no banquinho e tentando esconder o rubor de sua face, ficando muito ereto e tenso.

- Certo, eu... eu irei tocar agora! – ele anunciou estendendo as mãos desajeitadas sobre as teclas, o que foi observado por Lupin, que movia os olhos dos dedos dele para seu rosto.

Sirius tocou as primeiras notas, e foi como se tivesse batendo em panelas. O compasso estava arruinado, o som péssimo e ele teve vontade de morrer naquele exato instante.

- Eu... – ele tentou dizer alguma coisa para se justificar, completamente frustrado, e pela milésima vez sentiu-se estúpido e indigno.

- Você está fazendo a coisa errada! – Remus explicou suavemente, tocando um trecho de uma melodia qualquer de Vivaldi, movendo as mãos como se estivesse mexendo com algo extremamente delicado. – Você tem que se esquecer do mundo e relaxar. Quando você toca, seus dedos, suas costas e até mesmo seu rosto estão tensos, se você não conseguir esquecer seus problemas sua música vai soar como eles! – ele continuou explicando, parando de tocar imediatamente e olhando para Sirius para ver se ele compreendera. – Entendeu?

Sirius balançou a cabeça tomando o cuidado de não colocar muita força para não parecer um imbecil chacoalhando os cabelos de forma descontrolada. Remus sorriu satisfeito e pediu para que ele tocasse mais uma vez, e ele engoliu em seco prevendo outro desastre.

Não deu outra! Era quase capaz de sentir os tímpanos afinados de Lupin gritando por causa daquele som horrível, e no mesmo instante, antes mesmo que Remus pedisse, parou de tocar com um suspiro derrotado.

- Desisto, eu não sirvo para isso! – ele murmurou mais para si mesmo, e antes que pudesse se xingar ainda mais por ser um imprestável, para seu completo horror – ou seria deleite – ele sentiu as mãos de Remus sobre seus ombros, massageando-os de leve e delicadamente.

Uma onda de sensações completamente novas o percorreu até o último fio de seus cabelos, e ele sentiu-se arrepiar. Aquilo era bom, ele quase que podia fechar os olhos, recebendo aqueles apertões calculados na musculatura próxima ao seu pescoço.

- Apenas relaxe, okay? – Remus pediu e ele concordou com a cabeça. Se Lupin tivesse pedido para que ele rastejasse e latisse naquele exato instante, ele teria obedecido. – Agora coloque as mãos sobre as teclas e comece a melodia devagar, sem pensar em mais nada.

Ele obedeceu hesitante, os pensamentos nas mãos de Remus, em seus dedos sobre o pano de sua roupa, pressionando seus ombros, percorrendo parte de sua clavícula... E ele tocou as primeiras notas, e de certa forma o som que saiu foi bom, melhor do que o da tentativa passada.

- Ah, bem melhor! – Remus elogiou afastando as mãos dele, e Sirius quase gemeu em protesto. – Tente de novo, agora um pouco mais rápido.

E ele tornou a tocar um pequeno trecho, e ficou irritado ao ver que tocava melhor com as mãos de Remus sobre si.

- Você é uma pessoa bastante estressada, Sirius! – Remus comentou com um riso calmo. – Este é seu único problema! – acrescentou movendo-se no banquinho e ficando mais perto dele, fazendo Black prender a respiração quando seus joelhos se tocaram.

Ah, não! Tão perto não!, Sirius grunhiu em pensamento. O calor, o perfume, a visão... tudo relacionado a Remus preenchendo seus sentidos.

- Vamos começar devagar! – Remus murmurou. – Quando você toca, a parte mais importante de seu corpo são seus dedos. – e ele colocou sua mão direita sobre a de Sirius, posicionado-as na tecla certa. – Agora tente manter a postura correta mais sem exigir muito de sua coluna! – e Sirius obedeceu, tentando respirar fundo para controlar a própria pulsação que havia simplesmente disparado. – Agora devagar... – Remus repetiu e ele podia ouvir sua voz vindo de perto.

Os dois começaram a tocar e dessa vez era como se Sirius estivesse em transe. Tudo estava perfeito, a melodia, o compasso... Remus. E pela primeira vez na vida ele sentiu prazer no que estava fazendo, sentiu que aquilo era arte, e que ele podia ser bom.

Mas as coisas haviam apenas começado e ele ficou sem fôlego quando Remus passou um braço por sobre seus ombros, na direção do seu outro braço, apanhando sua mão e colocando-a sobre as teclas, pedindo para que ele tocasse com a esquerda.

Nessa outra mão Remus não acompanhou Sirius com os dedos, já que não os alcançava, apenas continuou abraçando-o e prestando atenção nos movimentos do outro rapaz, podendo sentir até as batidas de seu coração e sua respiração descompassada. Sabia que ele estava incrivelmente nervoso, só desconhecia o fato dele ser o motivo.

Mesmo quase não conseguindo respirar com a proximidade de Remus, Sirius continuou tocando, e tocando até bem. A melodia parecia fluir como se fosse água, e os dedos esguios de Remus ao lado dos seus pareciam ser as coisas mais belas do mundo, e ele não conseguia desgrudar os olhos dele.

- E você ainda está tenso – ele pode ouvir a voz suave de Remus quase no pé do seu ouvido, e neste instante ficou simplesmente incapacitado de continuar tocando.

Não dá! Não consigo continuar desse jeito!, pensou travando de vez. Ele estava excitado, pura e simplesmente, e tinha vergonha de admitir e vergonha de que Remus percebesse, mas Lupin pareceu considerar aquela parada brusca como resultado de outra coisa.

- Algum problema? – ele perguntou ainda sem se afastar dele, e Sirius raciocinou consigo mesmo que não seria uma boa idéia agarrá-lo naquele exato instante.

- Não, eu estou bem! Ótimo! – Sirius respondeu muito rápido, virando o rosto na direção de Remus, e este foi seu erro.

A distância entre ambos era de mero milímetros. Sirius podia contar as pequenas sardas no nariz de Remus e seus olhos pareciam inevitavelmente atraídos pelos lábios de Lupin.

Por minutos inteiros nenhum dos dois falou uma palavra sequer. Remus parecia tão atordoado quanto Sirius, e eles ficaram se olhando, os olhos avaliando um ao outro, sem dar trégua nem para que eles respirassem.

O cérebro de Sirius não estava funcionando e ele com toda certeza afirmaria mais tarde que ele pifara. A única coisa que parecia alcançar seus membros era a ordem para que ele se aproximasse mais, que ele o beijasse, que ele terminasse aquele meio abraço, e aonde os dedos de Remus tocavam os seus havia aquele calor, como se o local estivesse pegando fogo.

Num instante a respiração de ambos pareceu ficar mais forte e descompassada, como se antecipasse o que viria a seguir. E Sirius moveu-se como para frente, e ele podia jurar que Remus fizera o mesmo, olhando fixamente para sua boca, mas eles se esqueceram do peso de suas mãos sobre as teclas, e quando elas foram pressionadas sem querer o som os assustou fazendo com que eles se afastassem imediatamente.

Sirius sentiu as próprias bochechas pegarem fogo enquanto seus lábios formigavam com o desejo não atendido. Remus havia retirado o braço de seus ombros como se estivesse com medo dele, e agora olhava para as próprias mãos, envergonhado.

Aquela fora a situação mais constrangedora na qual ele já se metera. Seu coração gritava que Remus também parecera disposto a beijá-lo, mas a razão impedia-o de criar esperanças. O que ele poderia ter que fosse atraente para Lupin? Seu humor matinal? Sua cara sempre fechada? Ou seria sua incrível capacidade de tocar piano? Aquela paixão, tentação, ou seja lá o que fosse, estava fadada a acabar antes mesmo de começar.

- Eu acho melhor simplesmente desistirmos disso! É apenas um recital, certo? Eu não levo jeito para o piano, e não quero estragar a apresentação do pessoal. – Sirius murmurou decepcionando consigo mesmo. Ser um dos alunos a se apresentar era essencial para estar ao lado de Remus, e nem isso ele conseguia direito.

- Prometi ajudá-lo, Sirius, e eu não costumo correr atrás com a minha palavra. – Lupin respondeu se levantando, parecendo um pouco contrariado. – Se mais uma vez você disser que não sabe tocar, eu ficarei realmente irritado. O que eu ouvi há cinco minutos atrás não me parecia nada com uma melodia de amador.

- Lupin, sejamos francos, isso aqui não vai funcionar! – Sirius rogou, deixando subtendido o 'isso', podendo tanto ser os treinamentos carregados com aquele clima, quanto ele tocando piano.

- Nós ainda temos uma semana, - Remus comentou apanhando seus livros e suspirando cansado. – Até lá não podemos tirar nenhuma conclusão, e hoje... mesmo com... – e ele pareceu indeciso sobre como expor o que quer que houvesse acontecido entre eles. - ... o que aconteceu, você deixou claro que consegue tocar.

Sirius ergueu-se e abriu a boca para retrucar, mas Remus parecia decidido a não largá-lo até que ele estivesse tocando como um pequeno Mozart.

- Amanhã nos encontramos aqui novamente, okay? – Lupin perguntou se virando para olhá-lo uma segunda vez antes de alcançar a porta. Sirius teve tempo apenas para abrir e fechar a boca algumas vezes. – Ótimo, esteja aqui às cinco e meia, isso nos dará uma hora e alguns minutos antes da escola fechar. – e Sirius observou o pianista desaparecer com sua braçada de livros.

Sirius não tinha a mínima idéia do que estava acontecendo naqueles últimos dias. Primeiro a atração quase que sufocante, depois Lucius e suas perversões, e agora aquele clima entre eles. Ele estava frustrado. Por mais que não quisesse recordar o acontecido, fora quase um beijo, e se dependesse dele haveria de ter sido um belo beijo, pois ele não conseguiria segurar aquela vontade de ter Remus sob si por muito mais tempo.

Ele se sentou no banquinho do piano e refletiu por alguns instantes. Não gostava de admitir que estava se apaixonando por Lupin, lhe parecia ser uma fraqueza, mas sempre que pensava em fugir algo simplesmente o lançava na direção daquela loucura.

Com um suspiro profundo ele pousou as mãos nas teclas. Ele estava sozinho, não havia ninguém ali, e ele sabia que com aquela atmosfera ele seria capaz de tocar qualquer coisa, e foi exatamente isso que fez. Olhando para os próprios dedos ele se inclinou um pouco para frente, seus cabelos caindo-lhe sobre a testa. E então ele tocou, e aquela era sua música para Remus, um Remus imaginário e somente seu, pois o verdadeiro parecia estar distante demais de suas mãos para que ele pudesse alcançá-lo.

Do lado de fora da sala, recostado na parede, Remus ouvia a melodia com o coração na boca. Aquilo era belo, era acalentador, como se a aura de Sirius o envolvesse de amor e tranqüilidade. Ele abraçou os livros com mais força. Voltara para buscar seu estojo, mas antes que pudesse ultrapassar o umbral Black começara a tocar, e ele sentia-se enfeitiçado.

Recostando a cabeça na superfície fria, ele fechou os olhos podendo quase que enxergar os dedos de Sirius sobre o piano. A sensação do quase beijo de minutos atrás corria por seu sangue, tão potente quanto adrenalina, e ele poderia ficar ali para sempre, ouvindo-o tocar... para sempre.


N/A: Não, agora vocês têm que admitir! Eu sou uma pessoa bem legal, não sou? Hehehe! Postei o capítulo em menos de dois dias... sim sim... e tudo isso porque fiquei com dó de vocês! Nhá! Por isso sejam legais e deixem muitas reviews! Rs Olha a chantagem! Mas é sério, comentem e me deixem saber o que acharam da continuação.

Comentando o que interessa, espero que o suspense tenha agradado. Como puderam ver o cabeçudo do Sirius sabe tocar, só é um pouco tímido EHEM!

E próximo capítulo teremos James, teremos mais Lucius e seus ataques psicopatas, teremos Sirius traumatizado e um Remus... anh... apaixonado! Hahauahau! Promessa é dívida! .

Agora as reviews...

Lisa Black: AHA! Aha... oie oie! Hehehe! Para um testamento, outro testamento... é por isso que escreverei seu comentário primeiro. Como você pode ver... simmm! Este capítulo teve mãos, meio abraços, encaradas, falta de jeito e tudo o que se pode pedir de um clima tenso e romântico, só não teve é claro... o beijo! Eu sei, eu sei... sou malvada, acho que meu hobbie é torturar pessoas, mas, aiaiaia, mas a melhor parte de uma história não é o antes das coisas REALMENTE acontecerem, heim? Eu por exemplo sou igual ao Lulu, masoquista, gosto de sofrer, de ficar olhando para a tela do pc esperando aquela parte!(Alguém mestre nisso é a senhorita Amy, sabe, Green Eyes é pura tortura!) Hauahua! Ah, quanto a bateria... certo, eu até tocaria bateria, SE ela não fosse bem maior do que eu...rs. Meus amigos dizem que se eu fosse usar uma baqueta eu só conseguiria bater uma de cada vez porque eu precisaria colocar toda a minha força nela. Sacanagem, e o piano, bem, eu já fiz aula de teclado, será que serve pra alguma coisa, hum! Ah, próximo capítulo vai ser um pouco mais cômico.. sip, sip! Sirius se escondendo do Lucius, Remus um pouco fora do ar e o encontro entre Sirius e James! Hehehe!

Lirilipi é minha criação, acho que assisti muito Sítio do Pica-pau Amarelo, sabe o simpirilim da Emília? Pois é, aquela joça grudou que nem chiclete no meu cérebro e naum sai, aí acabei misturando as coisas e nasceu isso ae que vc viu. Hum, fúria do lobo, hum, capítulo cinco, tá no capítulo cinco! Uah, e Lucius é o playboy da paradinha, pena que ele é um pouco agressivo, se bem que eu acho que estou vendo muito filme americano, tipo, eu simplesmente morreria se não colocasse ele mordendo a lapiseira. Hehehe! Só faltou jogadinha de cabelo! Aliás pra mim Lulu sempre foi um pouco mulher, sabe? Esse negócio de se arrumar todo, pentear cabelo, essas frescurites todas... sei não, será que ele não casou com a Narcissa para roubar os truques de beleza dela? Hehehe! Mais coitado dele!

Welllll, espero que tenha gostado da continuação... esse capítulo foi custoso. Ah, mas valeu a pena! Beijinhusss!

Amy Lupin: Pessoa! Você viu a lambida do Lucius? Uia! Uma verdadeira Sharon Stone! Hehehe Tá exagerei. Mas eu imaginei ele desse jeito, não uma situação ridícula(Como você mesma disse ele é lindo.), pra mim Malfoy realmente é sexy, mas como estou usando as opiniões de Sirius, seria meio esquisito eu falar que Lucius poderia parecer um retardado mas que mesmo assim era atraente. Não colaria! Hehehe! Ah, lobinho mau está planejado para o próximo capítulo. Remus está descobrindo os próprios sentimentos, e todo mundo deve saber que geralmente os quietinhos são os piores! Hehehe!Espero que tenha gostado deste capítulo... e YUPI... mais ponpons! Green Eyes no sabadão! Ahhh! Felicidade! Hehehe!

Sra. Kinomoto: E este, está ao seu gosto? Ou será que falta mais pimenta? Hehehe!

Poke: Ah, neste cap. Temos Remus, sim sim, temos outras coisas também... Não temos Lucius, mas acho que o clima serve para suprir o loiro, não acha? Espero que tenha se divertido! xD

Marmaduke Scarlat: Uah, aulinhas particulares... num é por nada não mais isso me lembrou aqueles filme pornôs em que tem a professora e o aluno obediente... hum... e não eu não sou pervertida, só tenho uma mente fértil! sorriso sem graça E aqui está, lobinho arrasando corações, e será que foi só eu ou você também não acha que o remus provocou um tiquinho? Hum... sei não! Essa massagem nos ombros, mão junto com mão... aí tem coisa... hauahauhauahau!E a bicha louca vem pentelhar novamente, hehehe, Lucius será o provocador de ciúmes, é por isso que eu gosto dele, pena que ele ainda vai apanhar! Tadinho!

Moony Ntc.: Ah, to feliz pelo vestiba... embora eu quisesse voltar pra oitava, a vida era tão boa nessa época. Bem, eu passei pra medicina coça a cabeça, mas a universidade num é lá essas coisas, por isso acho que nem conta muito... comparando-a com um Unicamp da vida, uahh, é mixaria.

Mas falando de coisas mais divertidas... o Lucius é bom para provocar ciúmes, né? Nunca vi uma coisa loira conseguir pentelhar tanto, é por isso que eu amo ele. Nhá, e que bom que você gosta do jeito que eu escrevo, ganhei meu dia! .! Hum, e Velas Negras farei o possível para atualizar neste sábado, vai ser o capítulo em que a Lily aparece, e eu estou tentando dá uma caprichada, afinal é a ruivinha que controla o Pentelho James, certo? Uah! Boa sorte com seus estudos, não desanime, acredite, você consegue ler mais de uma página da matéria, não faça que nem eu que dormi em cima do livro de matemática... hehehehe!

Mo de Áries: Lucius é tão romântico, né? A primeira vez que eu fui escrever sobre a bolinha de papel eu pensei sobre algo mais cômico, algo no estilo, Sirius lá babando e alguém taca algo na sua testa fazendo-o se levantar de repente, perguntando o que estava acontecendo... seria legal, mais ai não teria espaço para Lucius e sua paradinha da lapiseira... e eu tinha que coloca-lo mordendo a lapiseira, era imprescindível para a minha sanidade. E eu acho que ele também anda precisando aliviar as tensões, atacar pessoas na sala de aula não é algo saudável... coitado!hihihi! E que bom que você tenha se divertido, espero que este capítulo tenha sido bom também...

Bem, é isso... melhor parar antes que o povu do me descubra e eu seja chutada por eles. De qualquer forma, comentem, leiam e se divirtam!

Bjus galera!