Ola, como vão~?

Aqui estou eu de novo minha gente! pra felicidade da naçãoi e infelicidade de 27 brasileiros XDD {?}

Mais uma vez, era para eu ter postado ontem, até confirmei isso como a Erc.J
... Porém ontem tinha CQC, e eu fui ver...E esqueci da hora ^^''...

M-mas! Em compensação ao final deste capítulo tem uma surpresa pra vocês~

Um bônus!Espero que vocês gostem =}~


Agradecimentos a os Embaixadores desta fic

Rio de Janeiro: Lyssia
Minas Gerais: Nina_osp
Rio Grande do Sul: Hikari-chan
Espírito Santo: Demetria Blackwell
Paraná: Erc.J

PROCURA-SE EMBAIXADORES DO NORDESTE!

Ranking: Do capítulo 3 = K+
Aviso:Os OC's Aqui presentes foram feitos com muita pesquisa de costumes e ajuda de pessoas dos Estados aqui representados. Se você discorda de algo, me add no msn, e ajuda a melhorar seu OC, o mesmo vale de Estados ainda não presentes na fic.

Sinopse do capítulo: Ah...A praia...O sol...O Mar...Há alguns que acreditam que o Brasil é cercado de praias por todos os lados...Mas a verdade é que nem todo brasileiro sabe lidar com esses "traiçoeiros terrenos" ainda mais num calor de 36 graus.

Advertencias: Sulistas com calor, Fluminenses ciumentos, Paulistanos sem sorte, bolas de volei, e Capixabas sem senso de direção.


4, Coisas como reuniões na praia.

Era mais uma normal e costumeira reunião entre os Estados e...

- Ôpa! Desculpa aê tios! o mané não sabe joga! - E rindo um jovem que usava apenas uma bermuda afastou-se levando sua bola de praia, pela quintavez...

Sim, praia...

- Quem foi o ESTUPIDO QUE TEVE A IDEIA DE TERMOS UMA REUNIÂO NA PRAIAAAAAAA! - Berrava Brasília a os quatro ventos chamando a atenção de uma boa parcela dos banhistas.

Certo, é impossivel ter uma reunião normal com esses sujeitos... Estavam na praia, em meio a uma estranha rodinha de cadeiras, no meio da areia litoranea do Rio de Janeiro.

E o pior de tudo, Brasília tinha obrigado todos a usar camisa abotoada...Na praia!...Ao menos estavam de bermuda/shorts...

- Bem, pelo menos a paisagem é...Muito bonita- comentou distraído São Paulo

- Hoooo~! Finalmente decidiu admitir - Começou o carioca com ar de superioridade.

- É, naada mal

- ...que minhas paisagens são as melho...Pra onde tu ta olhando? - Interrompeu ao notar que o paulista inclinava a cabeça de lado, não observava o horizonte, ou a bela praia, ou mesmo qualquer uma dessas coisas, e sim um ponto mais embaixo, precisamente um outro "ponto famoso brasileiro" no mundo...

- Realmente nada mal~

POW

- POR QUE Cof RAIOS CÊ FEZ cof ISSO! - Berrava após ter recebido um belo soco na nuca, e ter caido de cara na areia, enchendo seu óculos e boca da mesma - Cê encheu Campinas de areia idiota!

- Não quero tu olhando pra nenhuma das mulheres do MEU Estado - Ameçava o fluminense com um brilho maniaco no olhar, e uma aura negra envolta do corpo.

Minas afastou sua cadeira alguns centimetros para sua própria segurança, e Espírito Santo...Bem, esse tomava sol confortavelmente enquanto ninguém se tocava que ele estava ali.

- Que isso! Foi só uma olhadinha~ Olhar não arranca pedaço!

- Faça isso de novo eu eu faço tu engolir campinas goela abaixo!

- Eu não sabia que Rio era tão ciumento com seu povo - Brasília se abanava freneticamente com um laque, ao parecer estava fazendo por volta de 36 graus aquela tarde. - Ficar bravo assim pela ideia das mulheres daqui e São Paulo.

- Ou melhor, a ideia de São Paulo e as Mulheres - Cometou com um meio sorriso o mineiro observando como seus vizinhos começavam uma nova briga.

- E qual a diferença?

- Muita...I ocê tem outro desses leques? - Perguntou soprando dentro de sua própria camisa.

- Queeeente~ Ta queeeente~ - gemia dolorosamente uma voz distante.

- Tenho só mais um - Entregou para o moreno que não demorou em fazer bom uso do objeto enquanto voltava a encarrar os demais Estados, ignorando a briga São-Minense com maestria - Quem é o próximo a expor suas ideias?

- Queeeeente~

- Oxi, eu acho qui era Rio Grande do Sul - Disse Bahia, super avontade bebendo água de coco junto com os também avontade nordestinos - Shhh mainha, mas num sei se ele ta vivo ainda não...

E numa cadeira do outro lado, um corpo se encontrava estirado sobre a cadeira de praia, já chamando a atenção de algumas pessoas que passavam.

- V-vejo uma luz... - sussurava em fraca voz o gaucho.

- Irmãaao! Irmãoo! Por favor resistaa! - Dizia exasperado um jovem de baixa estatura, olhos azuis escuros quase em tom verde, e cabelos loiros bem claros e curtos, de rosto arredondados, Paraná.

- Irmão! - Fazia coro uma a jovem ruiva catarinense, segurando dramaticamente a mão de RS. - Por favor! Não nós deixe sozinhos!

- E-estou a ver uma luz~

- IRMÂO!
-IRMÂO!

- Pobri alma - Suspirou o mineiro com pesar, enquanto os dois outros sulistas mantinham-se fielmente ao lado do irmão. Uma pequena plateia emocionada com a "atuação" deixava escapar algumas lagrimas.

- Amém - completou o capixaba abrindo sua decima cerveja em duas horas.

- É impresão minha o a genti sempri atrai essi povo?

- Da próxima vez... - dizia Brasília entre os dentes - Que eu tiver a obtusa ideia de seguir algum conselho assim de vocês, por favor, POR FAVOR, BATAM NA MINHA CABEÇA ATÈ EU PERDER A CONCIÊNCIAA!

- Ah, eu vô me lembra disso soh - Comentou perigosamente baixo Minas retirando areia do calçado pela centessima vez aquela tarde - Podi deixa que lembrô...

- Eu adoraria que parassem com isso sabe? Estão assustando meus turistas.

- Como cês são barulhentes, nem se pode comer em paz por aqui ...

- E...e...e quem... - Começou Brasília com um tique no olho vendo como o pauliasta e o carioca tomavam tranquilamente sorvete observando a situação - SÂO VOCÊS PRA FALAREM QUE QUE OS OUTROS SÂO BARULHENTOS!

- Brasília, ô o coração.

- Oxe! Boa idea! Bó pu sorvete~

- Quenteee~

- Onde cês compraram isso?

- Ah, numa gostosa perto de um quiosque, enquanto a panelinha do sul dramatizava ali.

- Sampa! Já disse pra tu parar com isso!

- Panelina do sul?

- Vice! Eu quero sorvete também!

- Eu também~

- Tem de açai com garaná?

- Eu quero!

- Sendo alcoolico, por mim tudo bem.

- E-eu desisto - Choramingava Brasília alheio a confusão armada pela "descoberta dos sorvetes de praia" - E-eu odeio vocês s-seus idiotas...

- Ô, pronto, pronto...Chora no ombra da tua baiana vai.. - Consolava a negra dando palminhas no ombro da capital.

- S-só um dia! S-só um dia de paz...É-é pedir muito?

- Eu suspeito qui a reunião acabo - Minas tomava feliz seu sorvete de doce de leite observando como sua "grande capital" caia em prantos no ombro baiano.

- Pelo menos Brasília teve a chance de tocar alguma mulher hoje - resmugava o paulistano...Amarrado com correntes em um guarda-sol.

- Eu te avisei para parar.

- Eu só ia pedir o telefone dela P****!

- E parece que Rio do sul ta melhô...

- Irmão! Que felicidade! Você volvou! - Dizia a ruiva ao gaúcho, que deslizava com gosto a embalagem fechado e gelada no rosto, com lagrimas de alívio nos olhos.

- Sorvete de chimarrão? Quem faz um sorvete de chimarrão? - Comentava descrente Paraná observando os sabores da pilha de mais ou menos um metro de sorvetes comprados.

- E-eu só queria um pouquinho de Ordem e Progresso por aquiiii! - Chorava o brasiliense tomando seu próprio sorvete.

- Ocê ta pedindo di mais capital, cê ta pedindo demais...

E assim a reunião foi definitivamente interrompida para dar lugar a um dia na praia, cada qual a seu jeito.

-.-.-.-.-

Ah~ A praia, o mar, o sol, o ar puro, o descentende de japonês acorrentado num guarda-sol...

...O que?

- Quanto tempo mais cê pretende me deixar aqui? - São paulo observava tristemente o jogo de volei dos nordestinos, como os Sulista tinham encontrado um graaaande guarda-sol e bebiam suco tranquilamente embaixo dele, e até mesmo Brasília havia relaxado um pouco, e enquanto estava dormindo foi enterrado na areia por um menino que não sabia quem era... tai uma boa ideia, enterrar Brasília na areia...Por que nunca tinha pensado nisso antes?

- O tempo que for preciso para tu aprender.

O paulista suspirou profundamente, normalmente se contorceria dentro das correntes aos poucos e sairia dali atrás de alguma "bem dotada", mas esse calor era massante, e não estava com o mínimo de força para fazer isso.

- Hmmm - tentou ao menos começar um assunto, também não estava com vontade de gritar ou fazer muito escandalo...Oh, maldito calor - Onde Minas foi?

- Ele disse alguma coisa sobre procurar comida, parece que não é muito fã de comida de praia - Comentou distraido sentado na areia ao lado de sua "vitima", vendo como Ceará entrava na água tentando resgatar a bola com que estavam jogando - Alguma coisa sobre ir com um...Santo...

- Santa Catarina? - Impossível, ela estava bebendo suco embaixo do guarda-sol da "panelinha do sul" enquanto polia uma...Prancha?

- Não...Acho que era um homem...Não sei...-

Era necessario um calor de 36 Cº, um guarda-sol, e umas grossas correntes para que esses dois tivessem uma conversa...Civilizada...

Ligeramente entediado, o paulistano começou a se remexer de leve, o suficiente para que a embalagem que sempre carregava no seu bolso caisse, uma caixa de cigarro. Com muita dificultando a empurou com a ponta dos dedos e abaixou a cabeça para pegar um com a boca.

- Cê num tiemm fogu num? - Perguntou com o objeto entre os dentes.

- Tu só pode ta me tirando - O carioca via com censura o gesto do "amigo". - Tu não predente usar isso aqui não é?

- Hum, i qui mah eu poss faze? - respondia com dificuldade com o objeto entre os dentes.

O moreno suspirou cansado indo na direção do outro, e voltando a agachar-se na sua frente.

- Se quer matar seus pulmões, faça isso na tua casa - E arrancou sem dó o cigarro, junto com a caixa do mesmo.

- Malvadoo! - Reclamou quase de forma infantil, vendo como o fluminense pegava seu precisado maso e o tacava num lixo proximo - Não é justo! Não posso paquerar ninguém, não posso fumar, não posso nem sequer andar com essas correntes aqui!

- Devia ter pensado nisso antes de assediar aquela mulher - Jogou o objeto e voltou a encarar seu mortal, e acorrentado, inimigo.

- Já disse que só queria pedir o telefone dela! E aquilo não poderia ser classificado como assedio...

- Sei.

- Aaaargh - Exclamou frustrado - Cê é um maldito ciumento Rio de Janeiro!

Ciumento... Por algum motivo que ignorou essa palavra ressou na mente do carioca por um tempo, antes de voltar a encarar o desgostoso paulistano que parecia ter reunido força suficiente para se debater depois do "tragico fim do seu cigaro".

Ora...Não era que ele era ciumento. Só não gostava delejunto com as mulheres de sua casa...

Não se importava que Ceará estava fazendo piadinhas com as moças que passava, ou mesmo que duas estavam paquerando Paraná neste exato momento, na verdade isso não o incomodava... O problema era aquele maldito Estado workholic, não queria ele se aproximando de nenhuma delas...

Por que detestava ele, e ter um "dos seus" ao lado dele seria repugnante! Era só por isso...
...Só por isso...

Não havia nenhum outro motivo...

- Eu não...- começou em baixa voz - Eu não sou ciumento!

Porém o projeto de nerd parecia não conseguir ouvi-lo em meio de um escando-lo digno de um descendente de italiano, a fim de se libertar, já era notavel o suor que tal ato estava causando, e o calor daquele dia só parecia aumentar.

- Tu me ouviu?

E nada...Seguia com seu "escandalo em prol da liberdade".

- São Paulo!

Nada.
Pois bem...Ninguém, ninguém ignorava o Estado do Rio de Janeiro! NINGUÉM.

Sem mais pegou a caixa de isopor que antes haviam usado para guardar os sorvetes sobressalentes, a qual agora só possuia água proveniente do gelo derretido, e...

SLASH

-AAAAAAAhiiiii !

O berro "extremamente masculo" chamou atenção de meio Brasil, literalmente, meio Brasil, que simplesmente ignoraram o feito ao ver que se tratava apenas de mais uma briga São-Minense

- P-p-p-po-por que cê fez isso? - Tremia o pálido após ser acertado em cheio com a água gélida da caixa de sorvetes, seu cabelo estava agora todo encharcado, dando o exato formato de "tigela" a seu cabelo,
e um lado de Campinas havia caido, deixando só um olho sob a lente.

Era uma visão bem comica e...

- Oh, me desculpe! Achei que você estava com calor, só quis ajudar
E isso se chama "sarcasmo"

O de luzes sem sequer olhá-lo, apenas voltou a se sentar perto de seu prisioneiro, como se nada tivesse passado.

- D-d-d-desgraçado! - disse entre dentes- Cê pretende mesmo me deixar aqui a tarde toda? Eu quero sair! Ao menos me entreter com alguma coisa!

- Se entreter? - Repitio apenas, se voltando para o vizinho.

Campinas estava a ponto de cair do seu rosto, seu cabelo encharcado ganhava a os poucos uma aparencia diferente graças a agitação do paulistano, e a mesma agitação junto ao subito "ataque gelado" e o calor coloriram suas pálidas bochechas de vermelho, cor aparente mesmo sob a sombra do guarda-sol, enquanto um pouco de agua ainda escorria de suas medeixas, molhando ainda mais sua camisa, já completamente ensopada e grudada, oh, pobre camiseta branca, seria muito trabalhoso lava-la depois dessa...

Era uma visão bem...er...Se-

- Se entreter? - Repetiu mais uma vez sem querer ou se tocar.

- É foi o que eu disse está surdo por aca- Interrompeu drasticamente a frase tentando inclinar o rosto observando o fluminense pelo olho ainda coberto pela lente - Cê ta ficando vermelho?

Tragou seco.

- Eu ah...É o sol! - Respondeu sem pensar desviando o olhar

O pior de tudo é que aquele corpo molhado contratava de forma bem...Peculiar com as correntes que o prendiam...

No sentido mais impuro da coisa.

- O sol? - repetiu desconfiado o paulistano

- Seei...

- Eu vou er...Pegar alguma pra beber? I-isso! É isso que vou fazer, hehe - Riu sem graça já começando a se levantar.

- Já entendi - Disse simplesmente enquanto um estranho sorriso se formava em seu rosto, em meio a sombra de sua cabeça agachada - Hmmm~ Que pervertido eres meu caro~ .

- O-o-o que? - Qualquer um que virasse o rosto com aquela rapidez definitivamente ganharia um belo de um torcicolo.

- Cê teve a ideia de "entreter", bem mais criativa do que eu pensava~! Quem te viu e quem te vê Rio! - Dizia com aquele sorrizinho no rosto, o qual o carioca se segurava para não soca-lo só pela tal "expressão".

- E-eu só... - Tentou desconversar - E-eu só...

- Tudo bem , tudo bem, eu também teria "ideias" se uma mulher assim aparecesse na minha frente~ - Apontou com um gesto de cabeça atrás de si.

"Mulher?"

E de fato, havia uma belissima morena sobre uma esteira tomando sol não muito atrás do paulistano, estava deitada de costas, e suas belissimas curvas entregavam em definitivo sua nacionalidade. Além do que, parecia que nenhum homem, e até mesmo mulher, conseguia passar ser olha-la.

Espera...Como o paulista tinha conseguido ve-la se estava atrás dele?

- ... Eu odeio admitir, mas até que cê tem um bom olho, e um gost-

- S-s-seu...S-s-seu.. - Entre dentes falava o fluminense, uma estranha aura assassina rodeava seu corpo- ..DESGRAAÇADOOO!

- Qu- AAAAAAAH!

- Ei, irmão... - Chamava Santa Catarina á Rio do Sul, enquanto o mesmo frustrado observava como duas belas morenas conversavam agarradinhas a Paraná, que mantinha a vista baixa, gaguejava e ainda tinha o rosto todo vermelho.

- Você é tãao europeu~ Sua pele tão clarinha!

- É~ E seus olhos são tão bonitos~ De onde você é?

- E-e-eu sou do Sul...

- Ei irmão... Rio está a enforcar São Paulo não deviamos de fazer alguma coisa?

- Hmm? - tomou o minimo de atenção no que a catarinense falava, ainda inconformado com a popularidade do mais baixo...Ora! Ele também era loiro! - Tche, deixa eles a se matar

- Mas o guri esta amarrado, isso não é um pouco...Perigoso?

- huum - Virou-se de mal grado para os dois, vendo como quase rolavam na areia tamanha era o nível da 'discussão', até mesmo a parte de cima do guarda-sol tinha se soltado e saido voando...Levantou-se enfim, sabia muito bem o que fazer naquelas ocasiões...- Bueno - Tirou algo do bolso - aposto 10 que São Paulo vai para o Hospital hoje, alguém aumenta a aposta?

- Irmão...-suspirou cansada a ruiva - Eu aposto 15 que Brasília va a acordar e acabar com eles.

- Certo - disse pagando o dinheiro da irmã.

- Rapaiz , que tão apostando? - Aproximou-se de repente a baiana.

- E o jogo de vocês?

- Oxê, um guarda-sol atropelo Piauí e tivemos que para.

- Apostamos sobre a briga do Sudeste.

E os nordestinos, agora que seu jogo havia sido arruinado, foram se justando ao bolo de apostas, com paupites de todo o tipo, até mesmo que Acre apareceria e pararia a briga! Ora! Aja imaginação.

- Hmmm que barulho é esse? - A capital começa a acordar, sentando-se e espalhando areia pra todo o lado - E por que eu estou coberto de areia?

- Capital! - Exclamou a catarinense- Que bom! Rio e São Paulo estão brigando...- Vamos~~ Ajude-me a ganhar a aposta...

-Aah...Isso...De novo...Onde está Minas?

- Ele sumiu com um tal Santo - Respondeu simplesmente o gaucho contando o dinheiro -

- ...Isso era pra ser bom ou ruim? - Afinal, era um Santo!

- Não sei, mas quer participar da aposta?

O brasiliense observou dos dois Estados quase comentendo homicídio, aos nordestinos que discutiam quem provavelmente ganharia a aposta, enquanto a temperatura parecia só aumentar...

Ninguém tem vontade de brigar num dia quente assim...Bem, pessoas normais não tem, ou Estados com um mínimo de senso comum... Suspirou derrotado.

- Qual o valor mínimo?

- 10

- Aposto 12 que a Policia para eles.

- Ah! droga capital! Eu perdi! - Choramisgou a ruiva.

E a briga seguia simplesmente sem nenhuma interrupção...E até mesmo alguma torcida...Até o momento que os dois cairam exaustos no chão, dando a disputa como empatada.

Foi uma boa luta, faltou um pouco de profissionalismo, mas foi uma boa luta.

E a esta altura a tarde já estava quase no fim, e os Estados, concientes, estavam arrumando suas coisas para voltarem a suas vidas comuns... Ou "tentativa de vidas comuns"...

- Então até algum dia fofo!~
- Vê se liga pra gente viiiu~~

- Nossa...Hoje foe um dia cheio não... - Comentou o Paranaense acenado para as duas jovens.

- É... Melhor para uns do que pra outros... - Pôs amargurado o gaúcho observando as duas bochechas marcadas de batom do mais novo, e ainda por cima um número de telefone escrito com o mesmo batom vermelho na testa!.

- O que foi?

Rio Grande do Sul suspirou tristemente, dobrava algumas esteiras sentados no seu lugar. - Meu dia foi pessimo, e nem seguer a aposta ganhei... - A essa altura um cearense feliz e saltitante planejava o que fazer com os 150 reias ganhos na aposta. Olhou desamparado para o céu, já começando a escurecer - Céus, eu só queria que algo bom viesse a passar comigo hoje ...

- Cuidado com a booola!

Tentou avisar a baiana, um pouco tarde...Caindo ela e a bola de volei com tudo sobre o pobre Gaúcho... Ou nem tão pobre assim...

- Ave Maria! Ta bem Rio do Sul? Disculpa! Disculpa! - A belissima morena baiana prendada de biquinitinha caido em cima do sulista, porém numa posição que todo amante de echii deve conhecer.

Foi uma boa jogada de peito.

A catarinense observou de boca aberta seu falecido irmão, sim, ele estava no céu agora...Enquanto um fiozinho de sangue escorria por debaixo da parte superior do biquine da baiana.

- AVE MARIA! MATEI ELE XENTE!

- Bahia! Era pra ocê pegar a bola, e não cair com ela!

- Céus...- A ruiva observou para o céus que a pouco seu irmão fizera um inconciente pedido - Se for a atender pedidos, um pouquinho menos de
impostos seria ótimo! E uma prancha nova também!

E assim terminou a totalmente insana e incomum tarde de praia dos Estados brasileiros...Brasília que não entendia por que todos estavam rindo da sua cara, ele dormiu de óculos de sol...Chamara alguns Taxis para levar-los ao hotel onde passariam a noite, para recomeçar suas costumeiras, e igualmente insanas, reuniões em nome do Brasil.

Ah, e como a verba era pouca, os inconcientes/nocauteados/atropelados foram levados nos porta-malas dos taxis para que a corrida ficasse mais em conta. O que não era realmente importante, afinal nenhum deles acordou tão cedo assim...

- E no final das contas não achamos Minas Gerais - Perguntava-se a capital tentando ignorar os risinhos de seus companheiros de taxi que apontavam para a marca de óculos na sua cara. -...Onde será que ele foi parar?

Enquanto isso, num lugar muito, muuuito distante dali...

- Fala sério! Eu tenho certeza que era por esse lado... - Comentava Espírito Santo. Ele e o mineiro caminhavam por uma avenida deserta - ...Ou será que era para o outro lado?...Talvez se seguirmos em frente...

O mineirin suspirou cansado, havia se empenhado tanto em não perder o capixaba de vista que nem ao menos prestou atenção no caminho que ele ia...

- Talvez se voltassemos...

E quando o mineiro viu a placa que dizia "São Paulo a tantos Kilometros", teve a certeza que não chegaria em casa tão cedo...


"Você tem a certeza de que está perdido, quando vê uma placa indicando a proximidade do Estado seguinte, sem que ir perto dele, fosse sua intenção"

Frase de minha autoria XD Uma das verdades que vocês descobre quando entra num ônibus sem saber ao certo pra onde ele vai XD

Bem...Espero reeealmente que vocês tenham gostado do capítulo de hoje *-*~
Mas não saiam ainda! Logo abaixo tem mais coisa, e um BÔNUS~


-!BÔNUS!-

Bem, eu acabei me empolgando, e fiz algo que não fazia a quase um ano...
Assim sendo...Sejam gentis com as críticas o.k? =x

Abaixo segue o Link do...Desenho de São Paulo!
E não! Não é um mapa XD
Diretos das minhas mãos, com a ajuda de Himaruya-sensei, uma impressora velha e quase sem tinta e um Photoshop 4 versões atrás, eu trago pra vocês...

São Paulo: h t t p : / / latinahetalia . blogspot . com / 2010 / 10 / 2-postagempublicacion . html (Penúltima imagem)

E então...? Gostaram? .'?

Pois bem...Se haver o estranho interesse sobre eu desenhar outros Estados...façamos um acordo sim? Er...

Se este capítulo receber ao menos -Pensa num número- 6 Review's, no proxímo eu trago o desenho de outro Estado. [Não vale Review duplo nem de duas palavras XD']

Ta certo assim? =D


E agora os Review's /o/

Erc.J: Então, ai está seu Paraná, espero que você tenha realmente gostado de como ele ficou viu? XD Ah siim, Minas tem uma longa experiencia para com esses dois, justamente por isso faz o que faz XD E não, mesmo o Brasília dorme com o Centro-Oeste nessas reuniões, porém como era seu Estado, ele vai para sua casa neste caso.

Akane- Kikki- chan/ Kiyumi Nakajima: Ainda vou escrever o capítulo do Minas no exterior, fazendo suas..."mineirises" por lá, com participação de Estados do mundo afora~ Ah... E "Aquilo" que São Paulo fez também, é coisa pra oooutro capítulo =x Mas é...Digamos...Bem coisa de Brasileiro XD~

Mandiii- chan: Siiiim, se você pudesse eu ficaria encantada *-*~ Tive já uma pequena ajuda de uma moça de lá...Mas foi bem pequena XD' Sim, essa frase ficou totalmente perfeita pra eles! Nenhum dos dois nunca fixaria numa posição assim, sempre brigariam pela do outro e com o outro XD É complicado mesmo. Nesse capítulo infelizmente não vou poder, mas mandarei futuramente, pode deixar XD E sim, eu já fiz a descrição física de Espírito Santo...O Coitado passou despercebido por você? XD Em todo o caso, ele é baixo, cabelos curtos e castanhos, e olhos do mesmo tom, um pouco parecido com o Letônia, só que de cabelo liso ^^

Lyssia não vai ter resposta pro Review por que é uma menina má u.ú
HAuAHUAhAUhAUHAU XD falamos demais no MSN pra eu colocar mais coisa aqui XD

Muuuuito obrigado a todos pelos review's *-*~

Se você, isso guri, tu mesmo! Se você não mandar um Review para esta fic, será enterado na areia por um Santo, e levara uma baldada de um Rio u.ú [?] Melhor ter cuidado...