Code Lyoco - Forever
Cap 3 – Tudo volta ao normal... Um pouco...
-Bem, o papo está bom, mas nós realmente temos que ir, não são só as garotas que tem hora para voltar, não é mesmo?- Falou Odd, enquanto andava para a saída do local. Seus amigos fizeram o mesmo, pensando em quão fora cansativo aquele dia.
Aelita e Yume foram andando vagarosamente para casa. Estava tarde, mas não o suficiente para as forçarem a correr até o local.
Conversaram bastante. Aelita estava muito entusiasmada por estar viva, embora achasse estranho sentir o coração batendo, até porque, assim que chegara ao mundo real, ele batia desesperadamente, e quando vira Jeremie então...
Ah, Yume, que bom que estou aqui, podendo falar com você sem ser no computador!- Dizia a, agora humana, Aelita.
É mesmo!- Sorriu a gótica.- Você deve estar realmente muito feliz! Eu estou!
Aelita sorriu, e então, virou-se para a amiga novamente.
Mas e os garotos? Você não vai voltar a falar com eles?- Perguntou séria, olhando para Yume, que agora também mantinha o rosto sério.
Eu não sei... O Odd e o Jeremie eu não culpo tanto assim, afinal, eu estou brava com o Ulrich e não com eles...-Respondeu Yume.
E por que você esta brava com o Ulrich? Ele é seu amigo, não é?
É sim, mas...- A morena suspirou pesadamente, antes de continuar.- Ele e a Sissi quase namoraram e ainda saíram esses dias...
Saíram? O que isso significa?-Perguntou Aelita curiosa.
Ah, é quando duas pessoas se beijam, sem compromisso.-Respondeu Yume, enquanto fitava o chão.
Ah tá! E você está brava por isso?
Não, é só por ele não ter me contado. Sabe, sempre conto tudo para ele, e me contar isso seria o mínimo que ele podia fazer, né? E ainda tem aquela aluninha nova...- Falou, lembrando-se nesse instante de Nashua.
Então você está com ciúmes?-Perguntou Aelita.
Acho que estou... com um pouco.- Responde a gótica, o rosto corado levemente.
E você? O que acha de estar perto do Jeremie?
Muito bom! Mas, Yume, aconteceu uma coisa estranha... Senti meu coração batendo, muito forte, quando o vi, depois de ser materializada. Por quê?
Yume sorriu.
Isso é amor.
Odd e Ulrich chegaram rapidamente ao quarto, e Jeremie ao seu. Nenhum dos três conseguia para de pensar. Jeremie pensava em Aelita. Finalmente ela estava em seu mundo. Finalmente ele poderia a tocar e contá-la seu maior sentimento.
Já Ulrich pensava em outra garota, Yume. Como queria voltar a falar com ela... E olha que não estavam sem se falar não tinha nem um dia direito, e já estava com saudades...
Odd estava perdido em outros pensamentos... Amanhã teriam que se encontrar com Nashua e Sissi para se prepararem para o projeto, e de repente, se lembrou de Aelita. Em que grupo ela ficaria?
Pensando nisso, caiu no sono, juntamente a Ulrich e Jeremie, no outro quarto.
Desculpe, Nashua, mas vou ter que sair do grupo.- Declarou Jeremie, no pátio da escola, seus amigos, Aelita, Odd e Ulrich a seu lado.
Por quê?- Perguntou a garota, não gostando nem um pouco da informação, agora, obtida.
É que a prima do Odd, Aelita, entrou hoje na nossa turma, e ela está sem grupo.- Manifestou-se Ulrich.
Então, por que ela não faz o trabalho com o Odd, já que são primos?- Perguntou Sissi, que há pouco havia chegado, mas conseguira escutar o motivo da conversa.
É que sabe, o Odd não é tão inteligente assim, sem querer ofender, Odd.- Disse Jeremie, sorrindo.
Ah, claro, não me ofendeu, só uso minha inteligência oculta em casos especiais.
Então, está decidido, Jeremie e Aelita formarão uma dupla!- Falou Odd.
Nashua olhou bem para Aelita e fez cara de espanto antes de sussurrar "Não acredito...". Levou as mãos à boca, mas, ao perceber o que fazia, tratou de voltar ao normal.
Bem, então, Aelita e Jeremie, vão falar com a professora que vocês irão formar uma dupla.- Disse Nashua, como se nada tivesse acontecido.- Vem, Odd, Ulrich e Sissi, vamos à biblioteca procurar coisas que sirvam a nossa pesquisa.
Yume decidira que iria desculpar os garotos, afinal, ficar sem eles ao seu lado estava extremamente monótono, e também, não podia cobrar nada de Ulrich, afinal, eles nem eram namorados, ou coisa parecida... Ela nunca lhe revelara seus sentimentos. Quem estava errada era ela, não ele.
Olhou para o relógio de ponteiros, em cima do quadro negro. Suspirou. Ainda eram nove da manhã. Ainda teria uma hora de aula antes de poder conversar com eles...
A peça, que assim como o projeto dos garotos e Aelita sobre Amnésia também era um, e já estava tudo pronto. Bem, tudo com exceção da roupa dela. A peça seria no dia seguinte, e esperava que seus amigos a perdoassem e fosse assisti-la na peça.
Essa hora que a separava de seus amigos passou-se rapidamente, e Yume logo estava indo à biblioteca. Aelita lhe avisara antes que ela e Jeremie iriam para a biblioteca, bem como Ulrich e Odd, para pesquisarem sobre amnésia para o trabalho.
Então, a gótica rumou para lá, na esperança de que eles ainda não tivessem ido para a aula, já que esta começaria mais tarde neste dia.
Estava quase lá, quando algo lha chamou a atenção.
Vozes, vindas de uma sala, que estava a sua esquerda. Parecia que eram duas pessoas, mas uma das vozes lhe pareceu familiar, o que a fez chegar mais perto. A porta estava entreaberta, o que a permitiu ver o que acontecia lá dentro.
Ulrich...?- Sussurrou Yume, arregalando os olhos.
-Mas...- A gótica o ouviu falar, antes de ser calado por alguém, com um beijo.
Nashua, Ulrich, Odd e Sissi foram para a biblioteca. Sua aula, assim como no dia anterior, começaria mais tarde, então resolveram procurar informações sobre amnésia para o trabalho.
Aelita, depois de ir com Jeremie até a professora e dizer que fariam o trabalho juntos, foi, rapidamente, até a sala de Yume, avisá-la que iria a biblioteca com Jeremie e que os outros meninos também estariam lá.
E assim, foram até o local de estudo.
Depois de uma hora pesquisando, faltavam apenas quinze minutos para terem que ir à aula de japonês.
Ulrich sentiu sede, então, saiu da biblioteca e foi beber água em um bebedouro ali perto, mas, quando terminou de saciar a sede, deu de cara com...
Nashua!- Assustou-se o moreno.
Ulrich...-Começou a menina, o olhando de forma carinhosa.- Tenho que falar com você.- Assim dizendo, o puxou para uma sala atrás dela.
O garoto, assustado com a atitude da garota, não teve como reagir.
Nashua, o que quer? Por que não nos falamos depois? Temos que voltar e ajudar os outros no trabalho.
Não consigo suportar, Ulrich, não vou conseguir ficar ao seu lado sem lhe dizer o que sinto.- Falou a menina em tom choroso.
Do que você está falando?- Perguntou o outro.
Eu te amo, Ulrich! Desde a primeira vez que te vi!
O quê? Mas nós mal nos conhecemos! Você entrou no colégio ontem!- Disse Ulrich, dando ênfase a última palavra. Estaria ela louca? Como pode amá-lo assim, tão de repente!
Não importa!
Mas...- Tentou, Ulrich, fazê-la mudar de idéia a seu respeito, mas ela a calou com um beijo.
Mesmo relutando no início, Ulrich cedeu ao beijo da menina. Passou seu braço pela cintura de Nashua enquanto aprofundava o beijo.
Sua língua explorava cada canto da boca da menina, enquanto esta acariciava sua nuca. A puxou para mais perto de si, querendo sentir o corpo da mesma mais junto ao seu.
A língua dela também explorava a sua boca, cada centímetro.
Yume sentiu os olhos ficarem marejados, não estava mais se agüentando em pé, de forma que saiu correndo o mais rápido que pôde, não sabia nem para onde, só o que sabia era que queria sair dali o mais rápido possível e tirar esta imagem da cabeça, Ulrich e a aluna nova se beijando... Como ele pôde?
Uma imagem apareceu na mente de Ulrich, assim que ele puxou Nashua mais para perto de si, o que o fez separar-se da mesma.
Yume...- Sussurrou o garoto, enquanto olhava para a porta.
Ulrich, o que foi?- Perguntou a garota ali presente, pegando a mão do moreno.
Chega!- Berrou Ulrich, o que fez Nashua encolher-se um pouco.- Não posso continuar com isso, eu não te amo, e o que fizemos foi um erro.
Mas, Ulrich...- Nashua tentou fazê-lo mudar de idéia, mas o rapaz já havia saído dali e ido procurar Yume. Algo lhe dizia que isso era a coisa mais certa a se fazer.
Foi para a sala dela, mas não a encontrou lá, só então se lembrou de que ela teria um tempo vago nesta hora.
Retornou à biblioteca, mas ela também não estava lá. Amaldiçoou-se mentalmente, antes de voltar a procurá-la, agora, no lado de fora do colégio.
Deu uma volta no parque, por entre as árvores, e finalmente a encontrou sentada, encostada em uma árvore a cabeça abaixada.
Ela estava... Chorando? Nunca, em sua vida, havia visto Yume chorar. Resolveu chegar mais perto e manifestar-se logo.
Yume...- Chamou Ulrich. A gótica, ao ouvir alguém a chamar, parou de chorar no mesmo instante. Enxugou as lágrimas.
O que foi, Ulrich?- Perguntou a garota, como se nada tivesse acontecido, embora seu nariz levemente vermelho, juntamente aos olhos denunciasse que esteve chorando.
Por que você estava chorando?- Perguntou o rapaz, agora aproximando-se mais e sentando-se ao lado da amiga.
Nada não...-Mentiu a garota.
Ulrich não acreditou muito, mas engoliu.
Ah, Yume, eu queria me desculpar pelo que fiz... Devia ter contado tudo para você, e não escondido... Mas devo dizer que, eu fiquei sim com a Sissi, mas foi um beijo por acidente. Eu me afastei dela no mesmo instante.- Defendeu-se Ulrich.
Tá, tudo bem, não tenho nada a ver com a sua vida mesmo...- Respondeu.- Quem deve desculpas sou eu.
Vamos esquecer isso, tá legal? Tenho que ir agora, minha aula já vai começar. É, que tal a gente passear por aí, hoje depois da aula?- Perguntou Ulrich, reunindo toda a coragem que possuía e falando tudo de uma vez.
Hã? Claro...- A gótica respondeu, sem pensar direito, mas, quando ia mentir dizendo que não podia, ao se lembrar que o viu beijando Nashua ainda pouco, fora interrompida por ele mesmo.
Tá, vou passar na sua casa! Vamos ao cinema!- Berrou o garoto que já estava a uma distância razoável da menina.
Ai meu Deus...-Lamentou Yume... Não era exatamente isso que ela queria...
Jeremie, Aelita, Odd e Sissi foram para a sala, sem esperar Ulrich, já que não faziam idéia de onde ele estava, e também, não queriam chegar atrasados. Nashua foi com eles. Depois que Ulrich e deixou para trás, voltou para a biblioteca e ficou cochichando algumas coisas com Sissi, antes de todos se levantarem e rumarem para a sala.
A primeira aula seria de japonês, todos os alunos já haviam chegado, quando Ulrich resolveu dar o ar de sua graça.
Sentou-se em seu lugar, e ficou a pensar. O professor, por incrível que pareça chegou atrasado, e começou a dar alguns poucos deveres aos alunos, e depois informou que assim que terminassem poderiam ir embora, já que o restante das aulas foram canceladas.
O quê! Como assim canceladas?- Perguntou Jeremie, querendo saber mais sobre aquilo. Aquela era a primeira aula deles e já haviam cancelado o restante! O que era aquilo, um hospício?
Canceladas, quer dizer que vocês não terão mais aulas hoje, e nem na semana que vem, devido a alguns... Problemas da escola.Vocês não precisam saber mais que isso, agora trate de se sentar direito e fazer seus deveres.- Ordenou o professor.
Embora os alunos todos estivessem felizes com a tal notícia, Odd e os outros dois, juntamente a Aelita acharam aquilo estranho.
Trataram, então, de fazer os deveres rapidamente para serem liberados, e encontraram Yume a espera deles do lado de fora da sala.
Deixa eu falar.- Pediu Yume, ao ver q Odd abrira a boca para dizer algo.- Desculpe, não devia ter brigado com vocês.
Certo, tá tudo bem Yume, mas vamos deixar isso de lado no momento.- Disse o míope.
O professor disse que não teremos mais aulas hoje e nem na semana que vem.- Disse Aelita.- Isso é estranho aqui nesse mundo, né?
É sim, a minha professora de geografia disse a mesma coisa. Por que será?- Perguntou a gótica.
Não sei, mas tem alguma coisa errada acontecendo por aqui...- Falou Odd.
Bem, já que teremos o restante da tarde livre, eu vou sair com Aelita, para mostrar as coisas do nosso mundo.- Falou Jeremie, sentindo o rosto corar.
Isso mesmo.- Concordou a ex-humanóide.
Então, Yume, não quer dar uma volta por aí, antes de irmos ao cinema?- Perguntou o moreno. Yume concordou, embora sua mente lhe dissesse para não o fazer, pois poderia se machucar mais ainda, porém, resolveu seguir o coração, pelo menos uma última vez...
Os dois pares saíram da escola, deixando Odd sozinho, mas este não se sentiu abandonado, pelo contrário, adorou aquilo. Seus amigos estavam felizes, e agora ele estava sozinho e poderia ir comer na cantina, sem nenhum deles ficar o incomodando.
Jeremie, aonde você vai me levar?- Perguntou Aelita ao amigo, entusiasmada com o que veria, já que, embora tivesse sido materializada no dia anterior, não houvera tempo para reparar em muitas coisas, bem como nesta manhã, mas agora, era diferente.
Você vai ver!- Respondeu o míope sorrindo. Não sabia que estar perto dela era tão bom.
Depois de alguns minutos andando, Jeremie finalmente havia parado. Aelita, olhou a sua volta e percebeu que haviam várias flores de todos os tipos. Estavam um uma praça, uma das mais bonitas, para falar a verdade.
Cheia de flores, em volta das árvores, perto dos bancos... Haviam dois balanços, um pequeno escorrega e uma gangorra, perfeitamente cuidados para as crianças, além de uma pequena casinha, com fogão, armário, cama, geladeira, mesa e cadeiras dentro.
É lindo!-Exclamou Aelita.
Jeremie puxou Aelita pela mão e a levou para perto de algumas rosas bem vermelhas que ali haviam. Se abaixaram, para poderem ver mais de perto.
São rosas, Aelita. Sinta o cheiro delas! Vai gostar.- Assim ouvindo, a garota não pensou duas vezes antes de começar a deliciar-se com o aroma daquelas belas flores.
Que gostoso! Elas têm um cheiro muito bom!- Disse, antes de tentar acariciar o caule de uma das rosas, mas fora cortada por um espinho que nele havia.
Ah, cuidado. Essa flor possuí espinho.- Avisou o loiro, tirando um lenço azul do bolso e amarrando na mão de Aelita para absorver o sangue.- Prontinho.
Isso que chamam de dor?- Perguntou curiosa.
Isso mesmo!- Nesse instante que Jeremie percebeu o quanto estavam próximos e que ainda não havia soltado a mão de Aelita.
Ficou corado, e percebeu que Aelita também ficara. Resolveu, então, que aquele seria o momento perfeito para declarar-se.
Aelita... E-eu queria t-te dizer u-uma c-c-coisa...- Começou Jeremie, gaguejando.
E o que seria?- Perguntou Aelita. Seu coração começou a bater cada vez mais forte, quase conseguia ouvi-lo, e então lembrou-se do que Yume lhe havia dito na noite anterior "É amor".
É que eu... que eu...- O garoto reuniu toda a sua coragem e resolveu falar tudo de uma vez, mas, quando abrira a boca para pronunciar as mais esperadas palavras, fora interrompido por um garotinho, de no máximo seis anos.
Ali, onee-san! Aquelas dali!- Berrava o menininho, para uma garota, mais ou menos da idade de Jeremie e Aelita, com um vestido amarelo com algumas flores azuis, um casaquinho branco por cima e uma máquina digital em suas mãos. Os olhos castanhos, e cabelos livremente soltos.
Quais?- Perguntou a menina ao irmão mais novo.
As rosas, onee-san! Tá vendo, atrás daquele garoto loiro ali!- Disse apontando para Jeremie.
A menina ficou vermelha de vergonha, apressou-se a se desculpar a Jeremie e Aelita.
Aí, desculpe atrapalhar vocês! Meu irmãozinho e eu estamos batendo fotos de algumas coisas que achamos bonitas para levar para nossa mãe... Ela está no hospital a mais de dois meses e ainda não saiu para nada...Então, vamos bater várias fotos para alegrá-la.
Ah, tudo bem!- Disse Aelita, enquanto se levantava, juntamente a Jeremie.- Bata as fotos, com certeza ela irá gostar! Essas rosas são lindas mesmo!
Viu, onee-san? Não te disse que eram lindas?- Insistiu o pequeno, puxando a barra do vestido da irmã.
Claro, Haku.
Nós estamos indo então. Boa sorte com as fotos.- Desejou Jeremie. Realmente ficara um pouco decepcionado, justamente na hora em que conseguira reunir forças para se declarar, um imprevisto o atrapalhou... Mas não ficou tão mal assim, até porque, era para deixar uma pessoa que está doente feliz.
Arigatô!- Agradeceu a menina, começando a tirar algumas fotos das flores.
Então Aelita, vamos para outro lugar? Tem muitos outros lugares bonitos assim por Tókio.
Claro, vamos logo!- Concordou a menina, puxando o amigo pela mão. Sem que percebessem, desde que ele havia amarrado o lenço na mão da garota, não haviam soltado suas mãos.
Quer ir ao shopping?- Perguntou Ulrich. Yume acenou que sim com a cabeça.
O moreno percebeu que, embora a gótica tivesse dito que o desculpava, ainda sim, não estava agindo como antes da briga.- O que foi, Yume? Ainda está chateada comigo?
Não é isso... Ulrich,-Agora começara a olhar nos olhos do garoto.- Vamos realmente contar tudo um paro o outro, não é? Sem segredos, como bons amigos?- A última palavra feriu-a mortalmente. Não era isso o que ela queria... Era algo mais que simples amigos...
Claro! Mas por que isso agora?
Você me contou tudo né? Sobre a Sissi e sobre aquela garota nova, a tal de Nashua, eu acho...
Ulrich congelou. Contaria ou não sobre o beijo entre ele e Nashua? Poderia ser que, se ele contasse, Yume ficasse brava com ele, mas se ele não contasse também, caso ela descobrisse, mas, além da própria Nashua e ele, ninguém mais sabia do beijo. Era só a garota não dar uma de fofoqueira.
Contei sim, tudo.- Respondeu. Falaria com Nashua depois, para que ela não contasse nada para ninguém.
Yume não gostou da resposta. Ele estava mentindo... Mas limitou-se a falar um simples "Certo"Enquanto continuava a andar até o shopping com Ulrich... Por que ele não contava, por quê?
Continua...
Oi minna!
Gente sei que prometi que eles iriam à Lyoko, mas não deu! Terei que adiar para o próximo capítulo, e haverá com certeza! Me desculpe mesmo, e sobre o beijo do Ulrich com a Nashua, não me matem, por favor escondida em baixo da mesa do pc! Foi preciso, nem eu gostei do que fiz, mas foi realmente preciso, para futuros acontecimentos hehehe
Bem vamos aos comentários, na verdade, ao comentário – só recebi 1 no último capítulo - snif
debychan – Desculpe a demora do último capítulo, mas este agora veio rapidinho, né? É que até eu estava curiosa com o que viria a seguir e escrevi rápido pra saber XD Espero que continue enviando comentários, ok? Bjuuss!
Vai genteee!
Comenta aí! Por Favorr!
Kissus
Ja Ne
Nadeshico.
