- o que vamos fazer hoje

Nhaaaaai, eu fiquei realmente feliz de ler os reviews do capítulo de ontem, espero que esse capítulo agrade tanto quanto o anterior. Por hora, obrigada a str silver, Minerva Meister, Tehru, Srta.Kinomoto, e Tainá. Eu respondi cada um dos reviews que me mandaram, e me pergunto se essa resposta chegou a vocês.

Todas parecem realmente gostar do Harry fofo, espero que também gostem da outra face dele:

A possessiva.

Tenham uma boa leitura

Disclaimers: E se eu dissesse que é meu? Vocês acreditariam? Não? É, nem eu, Se Harry Potter e seus personagens fossem meus eu estaria agora remontando toda a historia a partir do sexto livro, mas com não é, me contento em escrever fics de fins totalmente não lucrativos.

Capitulo 4: Marcando territórios

- O que vamos fazer hoje?

No dia seguinte eu fui recebido na sala de jantar com essa frase. Harry vestia um avental e colocava ovos mexidos no prato que eu creio ser meu.

Assim que voltamos ontem, eu disse que ele poderia ficar alguns dias até achar outro lugar para ir, o muito desgraçado simplesmente sorriu – como sempre faz – e respondeu "Claro, alguns dias serão mais que o suficientes para te tornar feliz"

Logo após eu mostrei para ele o quarto de hospedes, onde dormiria e o resto da casa.

Aparentemente ele é bom em se adaptar rápido aos ambientes.

- E quem disse que eu tenho tempo para gastar com você? – pergunto venenoso.

- Hn? Mas eu pensei que já que você esta de férias do laboratório poderia sair um pouco comigo. Nada muito longo, claro.

Nada muito longo? Como se só o fato de sair não fosse já um incomodo e...

- Hey!! Como você sabe que eu estou de férias?

De fato eu estou de férias, ou melhor, me obrigaram a tirar férias, o responsável do laboratório da empresa em que trabalho falou alguma coisa sobre querer evitar que eu adquira uma estafa. Humpf, como se sete anos seguidos sem férias fosse muita coisa.

- Eu sei tudo sobre você Severus – ele disse me dando as costas e voltando para a cozinha.

Resignado, eu me concentro em comer meus ovos com bacon.

E realmente estavam deliciosos.

Mais a frente, sobre a mesa, estava também um bolo de aparência fofa, que ainda soltava fumacinha como se dissesse que acabara de sair do forno, e ao lado uma jarra com suco de laranja. Não muito longe também tinha dois pratos com frutas simetricamente cortadas, meladas com mel e espetadas com palitinhos. Alguns potes de geléia e torradas

Isso me fez pensar de que horas esse garoto levantou para preparar tudo isso.

Tudo para mim.

Controle-se Severus Snape, espero que esse último comentário não tenha nem um pingo da simpatia que eu pensei ter identificado.

Harry voltou da cozinha agora sem o avental segurando um prato cheio de panquecas cobertas de cobertura de chocolate e manteiga.

Depois que ele sentou, colocando o prato em minha frente, e começou a tagarelar sobre o dia de ontem.

Ele ria e me mandava pegar alguns pedaços de fruta

Brincava e passava geléia em uma torrada para me entregar

Imitou alguns de meus amigos, e encheu um copo de suco para mim.

Se iluminou falando de alguns pontos de meu passado que aprendeu ontem e indicou que eu deveria mastigar melhor as panquecas.

Tudo o que fazia era centrado em mim, e só esse detalhe parecia fazer com que ele estivesse mais do que extasiado com a situação.

Garoto estranho.

- Você não vai comer nada? – pergunto ao notar que eu era o único que provava dos pratos que enchiam a mesa.

- Eu... bem... – ele pareceu nervoso pela primeira vez nesta manhã – estrelas não comem... muito.

- Deixe de bobagem garoto – arrasto um dos pratos de fruta para frente dele – você está em fase de crescimento, deve comer devidamente.

- Este corpo não terá chance de crescer muito mais do que já cresceu – murmura com um ar sombrio enquanto arrasta o prato um pouco para longe.

- O que você disse? – pergunto alarmado pelo tom estranho com que tinha dito aquilo

- Digo... – volta a sorrir, mas desta vez eu sabia que era falsamente – não pretendo demorar muito em te tornar feliz Severus, e por fim voltar de onde vim. Este corpo não crescerá alem do que você vê agora, logo não se preocupe muito com minha alimentação, apenas com...

- Você me quer ver feliz? – interrompo aquele discurso tolo.

Mais uma vez essa ladainha de estrela!! E eu pensando que era algo sério.

- Quero. – afirma com determinação.

- Então coma – olho para ele de forma que não admitia replica.

- Mas... – ele olha com desgana para o prato – certo.

E começa a mordiscar uma das frutas.

- Com vontade – eu o censuro. E ele coloca todo o quadrado de maça na boca.

- Né... Severus... – Harry pega outro pedaço de fruta – você se incomodaria se meu corpo não crescesse?

- Você esta em fase de crescimento Harry, se você se alimentar direito log...

- Você se incomodaria se meu corpo não tivesse chance de crescer? – dessa vez foi um pouco mais alto que um sussurro.

Desde quando esse garoto começou a soar tão sombrio?

Desde quando eu comecei a me preocupar com um simples intruso?

Harry logo voltou ao seu animo anterior, esse maldito moleque bipolar, e apesar de não comer muito, me aliviou ver que não parecia mais pensar nas palavras que disse antes.

Assim que terminamos de comer, ele juntou as louças e foi na direção da cozinha dizendo:

- Eu estava pensando que seria bom comprarmos logo umas roupas para mim.

- Pensou é? – perguntei sarcástico.

- Bem, é meio obvio – ele volta para a sala e ergue os braços mostrando um pijama meu que vestia. Realmente ele estava gigante em seu corpo franzino – se não comprarmos logo algo do meu tamanho, vou começar a me perder dentro das suas roupas Severus – não sei se ele disse com malicia, mas ao ouvir essas palavras algo em meu baixo-ventre despertou. Por Deus ele e só um moleque – e...

Antes que ele pudesse continuar o meu celular toca. Penso em quem poderia estar me salvando a àquela hora da manhã.

Falo com a pessoa por alguns minutos e desligo.

Não era o "salvador" que eu esperava, mas vai servir.

.

- Pois creio que terá de pensar de novo, hoje eu tenho um compromisso. – sorrio ao ver a confiança nos olhos dele vacilar – virá aqui um... amigo, ao qual terei de receber. Deve chegar a alguns minutos.

Ele abriu a boca e pareceu querer argumentar. Isso só me fez alargar mais o sorriso, finalmente parece que consegui pegá-lo.

Enquanto esse adorável sentimento de poder me subiu a cabeça, o semblante dele voltou a ser sereno, e com o mesmo enervante sorriso doce, diz:

- Ótimo, então deixamos as compras para outro dia. – ele se levanta da mesa com um brilho estranho nos olhos. – de que horas ele chega?

- Daqui a pouco – digo desconfiado, geralmente ele tentaria me manipular um pouco mais.

Por que ele parece ter desistido tão cedo?

- Mal posso esperar. – e sai da sala em direção ao corredor

- A onde você está indo – pergunto ainda tendo a sensação que algo nada bom estava por vir.

- Arrumar a casa – responde a voz já um pouco afastada – se vamos receber um amigo seu, temos que estar devidamente preparados.

Não sei por que, mas não gostei nem um pouco do tom que ele usou.

Creio que meu dia teria sido bem mais fácil se eu simplesmente tivesse aceitado fazer aquelas estúpidas compras de uma vez.

Eu e meu orgulho...

PSSE

Não posso dizer que estava realmente feliz em vê-lo de novo, mas também não vou dizer que foi uma surpresa quando me ligou.

Uma das táticas que o manteve do meu lado por mais tempo que os de mais foi a velha "Desculpe, mas acho que esqueci uma coisa minha no seu quarto", eu sabia que era armação, sabia que as coisas que ele deixava para trás eram de propósito, e sabia que sempre que o levasse para meu quarto para procurar seja o que for acabaríamos no final rolando na cama, etc etc etc... E se até hoje deixei isso correr é exatamente por que o sexo que acontece nos finalmentes é simplesmente incrível.

Pena que essa etapa do plano de Adrian não estivesse nem perto de acontecer.

- Quer mais chá senhor Daves?

Harry sorri amavelmente erguendo o buli do chá que oferecera pela décima vez a pessoa a quem trocou o nome mais de vinte vezes naquela agradável manhã.

- Não obrigado – meu ex-amante se remexe incomodo no sofá ao meu lado - e é Adrian.

- Claro que é, Jhoshua – ele sorri mais belamente que antes sentado em meu outro lado. Demônio, ele só pode ser um demônio – e biscoitos?

- Creio estar satisfeito – Adrian parecia querer fuzilar Harry com os olhos – e o nome é Adrian.

Adrian realmente subiu no meu conceito quando não se lançou sobre Harry na hora em que o garoto lhe lançou aquele aceno de mão estilo "tanto faz" e sorrindo recolheu o jogo de chá que servira a alguns momentos atrás, e foi em direção à cozinha.

- Quem diabos é ele? – Adrian perguntou exaltado assim que Harry saiu.

Não tive tempo de apresentá-los, não tive nem ao menos para trocar uma palavra sequer com Adrian. Assim que a campainha tocou, quem tinha atendido a porta amavelmente foi Harry e empurrando ambos para o sofá nos empanturrou a cada cinco segundos de chá e biscoitos. Achava que antes de conseguir trocar uma palavra com meu ex, acabaria entrando em coma hiperglicêmico por causa de todo o biscoito que nos foi empurrado goela a baixo.

E realmente pensei que esse era o plano de Harry, sendo que a parte do coma o moleque desejaria que quem sofresse fosse Adrian.

- Meu novo hospede. – respondi seco. Como se eu tivesse que responder alguma coisa para ele, o único motivo para que tivesse que aceitar essa visita sem perspectiva futura de uma sessão tórrida de sexo, era por que não queria sair com o pivete às compras.

- Hospede? – ele franze o cenho. Sim, idiota. Hospede, aquele tipo de pessoa há quem ocasionalmente deixamos ficar em nosso lar por um curto período de tempo – é algum parente seu?

- Sevy!! – a voz alegre de Harry veio da cozinha.

E desde quando ele me chama de "Sevy"? Não só eu, mas Adrian também parecia interessado em saber, pela cara de ligeiro desgosto que fez.

E Harry não ajudou em nada quando continuou a falar com a mesma voz extremamente doce:

– Você acha que o seu amigo vai querer um pedaço do bolo que eu fiz para você de manhã? Estava pensando em guardar para dar a Sirius quando nos encontrássemos de novo, mas ontem no bar ele disse que não sabia quando poderia ser isso.

- Bar? – agora sim a expressão de Adrian era de puro desagrado – você levou esse fedelho ao bar que você encontra os seus amigos? O mesmo que você nunca quis me levar por "não querer apressar as coisas"?

- Bem...

- É – a voz de Harry continua a falar alto sem se importar com o furacão que formava na sala – acho que vou congelá-lo e dá-lo mais tarde a Sirius. – o garoto sai da cozinha e faz uma expressão mais que falsa de alegria – Oh Derik, é sempre agradável conhecer os amigos de Severus.

Os olhares dos dois se encontraram, e se os de Adrian soltavam chispas de puro ódio os de Harry dissimulavam um contentamento intimidante.

E eu? Bem... Eu realmente gostaria de não ter aceitado as minhas férias. Acho que se ligar hoje ainda consigo adiá-las para daqui a mais alguns meses.

- Amigos? Ora – Adrian põem desafiante sua mão em meu joelho em um puro ato de pirraça – Quem disse que somos apenas amigos?

- Severus – ele se senta ao meu lado e viro meu rosto pensando que ele tinha me chamado – foi o Severus que me disse.

- Pois acho que ele não soube explicar bem a magnitude de nossa relação – a mão dele sob um pouco por minha coxa. Por favor, já não sabia mais quem era a criança no local.

- Oooh, mas eu entendo toda a extensão de sua amizade com Severus – Harry leva a mão ao meu rosto e o vira para deixar bem mais a mostra o hematoma que a mesma mão que subia perigosamente pela minha coxa fez – e por isso não me preocupo, pois sei definir bem a extensão que teve a sua amizade e até mesmo em que ponto teve fim.

- Severus – ele finalmente tira a mão de minha coxa. Ainda bem, já estava ficando desconfortável – Afinal, o que esse moleque faz aqui?

- Eu moro aqui – Harry responde de maneira jovial. – Severus me chamou.

- Chamou? – Adrian me olha entre curioso e furioso

- Chamei? – Eu olho para Harry tentando escapar do olhar de Adrian.

-Chamou – Harry apenas confirmou alegre com a cabeça sorrindo para ambos os adultos – ontem à noite.

E me lembrei de minhas fatídicas palavras antes de entrarmos no carro.

"Certo, certo. Entre logo no carro e vamos para casa."

Droga.

- Chamei – confirmei derrotado.

- Mas... Por que? – Adrian olhava de mim para Harry – Digo... Você não me respondeu antes, ele é seu parente? – era visível que ele tentava se agarrar nessa ultima explicação.

- Não temos nenhum parentesco sanguíneo – cantarolou Harry brincando com a manga da camiseta que usava – Né? Severus. Acho que eu vou manter essa camisa depois que você comprar as minhas roupas novas, ela é bem quentinha.

- Ele está usando as suas roupas e... VOCÊ AINDA POR CIMA VAI COMPRAR ROUPAS NOVAS PARA ELE??

- E se eu aproximar bastante meu nariz do colarinho eu ainda consigo sentir o seu cheiro beeem fraquinho.

- SEVERUS TOBIAS SNAPE QUE TIPO DE RELAÇÃO VOCÊ TEM COM ESSE PIVETE??

- Então Severus? Posso ficar com ela?

Socoooorro, isso só pode ser um pesadelo.

Adrian se levanta e aponta o dedo indicador dramaticamente para Harry, e este olha tudo com um semblante despreocupado.

- O que você acha que pode conseguir com esse fedelho que não tem comigo? – aparentemente a criatura histérica no meio da minha sala não parece se lembrar que foi ele que terminou comigo – o que ele pode fazer por você que eu não posso?

- Eu posso torná-lo uma pessoa feliz – essa foi a primeira vez que a voz de Harry soou séria naquela conversa.

Adrian mordeu o lábio inferior em puro sinal de raiva. Levou a mão no rosto e pareceu respirar fundo. Era estranho ver como outra pessoa se exasperava ao conversar com Harry alem de mim, estranho e ao mesmo tempo engraçado.

- Certo – Adrian diz para si mesmo – certo – diz mais alto, e olhando para mim fala em um tom dissimuladamente sensual – eu vim aqui por que acho que deixei alguma coisa no seu quarto

E lá estava ela, a mesma e antiga frase que o fez freqüentar mais vezes minha casa que os de mais, e que me deu vários e tórridos orgasmos. O problema era que Adrian deve ter um parafuso a menos se acha que vou fazer qualquer coisa com ele nessa casa, de baixo do mesmo teto em que Harry está.

Não que eu esteja tentando ter consideração pelo moleque.

Ou qualquer coisa do gênero.

Por que eu faria qualquer coisa assim por ele?

Bobagem.

- Ah, então era seu realmente.

Nos dois olhamos para Harry que se pôs de pé bem em frente de Adrian, mais necessariamente entre ele e mim. E sorrindo tira de dentro de sua big camisa – ou teria que dizer minha big camisa? – uma sacola de papel branca com detalhes vermelhos

– Bem que eu pensei que não podia ser de Severus, por isso pus em uma sacola para devolver, afinal – o garoto tira do pacote uma cueca azulada, ergue até que boa parte estivesse do lado de fora, e disse de maneira suave com uma expressão que eu não pude ver, mas que deixou Adrian vermelho de ódio – se fosse de Severus nós dois sabemos que a parte da frente deveria ser beeeeeeem maior.

E então eu entendi porque ele foi tão rápido para o corredor quando disse que vinha alguém, ele foi ao meu quarto pegar a cueca que estava em minha gaveta, onde normalmente deixo as coisas que Adrian "esquece" e vem buscar no dia seguinte.

Se me pergunto como ele sabia que estava lá? Ou como sabia que era Adrian, atrás de seus pertences, que vinha me visitar?

Nãaa...

Decidi que eu seria uma pessoa muito mais feliz se não me desse ao desgosto de questionar.

Adrian puxava o ar com força e parecia prestes a explodir. Quando ergueu a mão em direção a Harry eu senti que deveria começara agir. A mão desceu rápida em direção ao seu alvo, mas não chegou, pois eu me pus de pé e segurei a mão de meu ex a milímetros da bochecha do nanico.

- Acho que já está na hora de ir, Adrian – digo entre dentes enquanto saio de trás de Harry e fico entre eles, ainda segurando a mão do mais alto.

- Mas...

- Se você veio por sua cueca – arranco o pacote que Harry havia preparado com tanto "carinho", enfio bruscamente na mão que eu segurava e o puxo em direção a porta.

- Mas... Severus... – o forço a sair da casa, e ele tropeça um pouco nos degraus de entrada antes de se virar novamente para mim que estava no batente.

- Você já pegou o que queria, e ontem deixou bem claro também o que queria – mostro o hematoma em meu rosto – e de você, já usei tudo o que eu queria.

Deixo que ele bata facilmente em minha face. Por uma estranha razão, na hora eu tive o estranho pensamento que para mim esse tapa doeria muito menos se fosse dado no meu rosto do que no de Harry.

Bobagens. Hoje eu só estou pensando em bobagens.

E antes que ele pudesse esbravejar alguma coisa que aparentemente queria dizer, a porta se fecha bruscamente em sua cara.

Mas não fui eu que a fechei.

Ao lado do batente da porta escorado contra a parede estava o sempre sorridente Harry que disse:

- Parece que seu amigo teve que sair mais cedo. Que pena. Mas ainda podemos sair para fazer compras. – ele se afasta da parede e afaga minha bochecha recém machucada – Isso não e ótimo?

Precisei piscar algumas vezes para entender o que tinha acabado de acontecer.

Eu acabei de defender a pequena peste que invadiu a minha casa?

E a atitude de Harry? Ele pareceu durante todo o momento golpear Adrian com luvas de pelica.

E no final das contas ainda vamos sair... EXATAMENTE COMO ELE QUERIA NO COMEÇO!!

- Mas o que diabos acabou da acontecer aqui? – murmuro baixo para mim mesmo.

Mas não baixo o suficiente, pois Harry ainda na entrada do corredor diz:

- Você não sabe Severus? Não me admira. Diferente dos homens de antigamente, este é um fato que poucos homens de hoje em dia se lembram: A maior especialidade das estrelas, é marcar territórios.

E sem mais ele some em direção do próprio quarto.

Foi impressão minha ou eu senti certo tom de... possessividade?

PSSE

Hmmm, talvez essa última frase de Harry tenha ficado confusa por causa do trocadilho... O que Harry disse sobre os homens de antigamente, é que antes as pessoas se guiavam olhando as estrelas para saber onde estavam seja em mar ou terra. Assim eles determinavam e delimitavam territórios... O resto eu deixo pela malicia de vocês .

Ai eu mostrei um pouquinho da possessividade do Harry, e novamente do seu jogo de cintura para conseguir o que quer... Eu realmente estou começando a ter medo desse moreno.

E pode parecer perda de tempo, mas...

Até agora o contador aponta: Harry está dizendo a...

Mentira 0

Verdade 4

Ai ai, e os números continuam a favor de Harry, mas eu sou determinada, manterei o marcador até que tudo esteja claro, e ver se quando o momento chegar as opiniões ainda são unânimes.

No próximo capítulo as tão esperadas compras acontecem, e Harry não poderia estar mais feliz, já Severus... O moreno mais velho vai mostra também o seu ladinho possessivo.

Até o próximo capitulo