Capítulo 4 – Identificação
It starts with one thing
(Isso começa com uma coisa)
I don't know why
(Eu não sei porque)
It doensn't really matter how hard you'd try
(Não importa, realmente, o quanto você tentou)
Keep that in mind
(Mantenha isso na mente)
I designed this rhyme
(Eu fiz essa rima)
To explain in due time
(Para explicar em tempo útil)
Inuyasha e Kagome chegaram ao IML e foram identificar os corpos imediatamente. Inuyasha acompanhou a jovem e segurou sua mão enquanto ela verificava o corpo do Doutor Yukito. Ao ver o corpo de seu amigo, Kagome começou a chorar e escondeu o rosto no peito de Inuyasha, que a abraçou.
All I know
(Tudo que eu sei)
Time is a valuable thing
(O tempo é uma coisa preciosa)
Watch it fly by as the pendulum swings
(Observe-o voar e balançar como um pêndulo)
Watch it count down 'till the end of the day
(Observe a contagem regressive até o fim do dia)
The clock ticks life away
(O relógio suga a vida fora)
Não era fácil para Kagome aceitar que um amigo seu estava morto, ainda mais naquelas condições. Deus! Ele havia sido cruxificado. Quem poderia ter feito uma monstruosidade dessas e, mais importante ainda, por quê?
It's so unreal
(É tão irreal)
You didn't look out below
(Você não olhou para baixo)
Watch the time go right out the window
(Observe o tempo indo direto para fora da janela)
Trying to hold on, to didn't even know
(Tentando se manter, para não saber)
I wasted it all just to
(Eu desperdicei isso tudo só para)
Os dois agora estavam no corredor do hospital. Quando Kagome se acalmou Inuyasha foi identificar o corpo de Kikyou.
- Eu vou com você. – Disse Kagome ao lado dele.
- Não, Kagome. Você está muito nervosa. Fique aqui com Mirok e os outros. – Ele secou uma lágrima que descia pelo rosto dela com a mão.
- Mas você não pode fazer isso sozinho. É muito triste e horrível.
- Está tudo bem Kagome. Há um policial lá dentro. Não quero que fique mais nervosa do que já está. Eu volto em um minuto. – Kagome concordou em esperar e Inuyasha entrou na sala.
Watch you go...
(Observar você ir...)
I kept everything inside
(Eu mantive tudo dentro)
And even though I tried,
(E mesmo que eu tenha tentado,)
It all fell apart
(Tudo desmoronou)
What it meant to me will eventually
(O que significou para mim, eventualmente)
Be a memory of a time when
(Será uma memória de um tempo quando)
Inuyasha sentiu-se muito mal ao ver o corpo de Kikyou mutilado daquele jeito. Ela sempre fora muito carinhosa com ele, até se tornara excessivamente ciumenta. "Mas o monstro que fez isso com ela, vai pagar muito caro. Eu prometo vingá-la, Kikyou."
I've tried so hard and got so far
(Eu tentei bastante e cheguei tão longe)
But in the end, it doesn't even matter
(Mas no final, isso nem ao menos importa)
I had to fall to lose it all
(Eu tive que cair, para perder tudo isso)
But in the end, it doesn't really matter
(Mas no final, isso nem ao menos importa)
[In The End – Linkin Park]
Quando saiu da sala Kagome correu para ele e o abraçou e só então Inuyasha percebeu que estava chorando. Ele abraçou Kagome com força. Apesar de não amar Kikyou, não era fácil aceitar que ela morrera de forma tão horrível.
- Tudo bem, Inuyasha. – Dizia Kagome. – Não tem mal nenhum em chorar. Estou com você. – E assim os dois ficaram chorando em silêncio.
Depois de deixar Kagome descansando em casa, sendo vigiada por dois oficiais, Inuyasha voltou a delegacia para conversar com Mirok.
- O que está acontecendo, Mirok? Por que não temos nenhuma pista? – Perguntou Inuyasha andando de um lado para o outro na sala de seu parceiro.
- Não sei, Inuyasha. Parece que o Serial Killer mudou os tipos de suas vítimas do dia para a noite. – Mirok jogou os papéis na mesa e suspirou. – Não há mais padrão algum nas mortes.
- Tem que ter alguma coisa. Não matariam Kikyou e o marido se eles não... Espera aí, o padrão não foi perdido agora foi? – Mirok não entendeu. – Eu quero dizer, os assassinatos perderam o padrão depois da morte daquela russa e do bandido, certo?
- Isso mesmo. Antes disso o padrão era o mesmo.
- Então as únicas mortes que saem do padrão são as de Kikyou e do marido e as da russa e seu companheiro... – Inuyasha sentou-se pensando.
- Ainda não sei aonde você quer chegar.
- Preste atenção. E se houver alguém por aí matando pessoas, que estejam no seu caminho, pessoas que interfiram em algum negócio ou sei lá?
- Mas...
- E pra fazer isso sem ser procurado pela polícia, essa pessoa, está imitando o mesmo estilo do Serial Killer que procuramos... Isso faria com que pensássemos que há somente um louco por aí quando na verdade há dois.
- Pode ser. – Mirok arregalou os olhos. – Mas por que essa outra pessoa ou grupo de pessoas, faria isso?
- Não sei, mas podemos investigar melhor essas pessoas e descobrir se tem alguém em comum na sua lista de contatos, de amigos, sei lá... Pra quem trabalharam...
- Vou pedir para fazerem isso imediatamente. – Mirok pegou o telefone imediatamente para pedir a alguém da equipe que fizesse isso. – Você ainda tem algumas horas da sua folga pra aproveitar. Fique mais um pouco com Kagome. Ela precisa de alguém agora.
- Obrigado. – Disse Inuyasha se levantando e indo embora.
Inuyasha rapidamente voltou para o apartamento de Kagome.
- Está tudo bem, Kagome? – Perguntou Inuyasha assim que entrou na sala e a jovem o abraçou.
- Fiquei preocupada com você.
- Está tudo bem, amor. Não corro perigo. – Ele tentou tranqüilizá-la.
- Como não? Você está ajudando no caso. Seja lá quem forem podem achar que você está perto de descobrir algo e fazerem alguma coisa. – Kagome tremia. Ficara bastante impressionada com o estado do corpo de Yukito.
- Calma, Kagome. Não vai acontecer nada comigo ou com você. – Inuyasha a abraçou mais apertado.
- Então por que tem dois policiais me vigiando na rua? – Kagome se afastou dele e foi até a janela para ver se os policiais continuavam lá.
- Eles só estão aqui por precaução. Para ter certeza de que você está segura. – Inuyasha a abraçou por trás, enlaçando suas mãos na cintura dela.
- Por que isso está acontecendo conosco? – Ela apoiou suas mãos sobre as dele.
- Não sei, Kah. – Inuyasha lhe deu um beijo no pescoço. – Mas vou descobrir. – Kagome relaxou, apoiando-se nele. – Só que por hoje já chega. Você está muito cansada e já está muito tarde. Precisa dormir um pouco. Venha. – O policial a puxou pela mão. – Vou pôr você na cama e depois vou pra casa para que você possa descansar.
- Inuyasha, você não poderia ficar aqui hoje? – Pediu a jovem mulher. – Eu não quero ficar aqui sozinha. – Inuyasha parecia estar pensando se isso era uma boa ideia. – Por favor.
- Tudo bem, Kagome. Eu vou ficar com você. – Ele não podia se negar, depois de tudo que ela passara era normal não querer ficar sozinha. Inuyasha voltou a abraçá-la e os dois seguiram para o quarto dela.
Delicadamente, Inuyasha fez com que ela se deitasse e deitou ao seu lado, após tirar os sapatos. Assim que ele se deitou Kagome recostou a cabeça em seu peito e o abraçou. Ele também a abraçou. – Durma um pouco, Kagome. Quando acordar se sentirá melhor. – O policial lhe deu um beijo na testa e percebeu que ela já cochilava. – Durma bem, amor. – E assim ele também caiu no sono.
Mirok se preparava para ir pra casa quando seu celular tocou.
- Takarashi, falando.
- Alô.
- Sim?
- Meu nome é Jinenji, estou ligando do necrotério para informá-lo do resultado da autópsia de Sônia Roslov.
- De quem?
- Da russa que foi assassinada no motel. Conseguimos identificá-la há pouco.
- Certo. Me lembro dela. O que deu na autópsia?
- Bom, nós descobrimos que se ela não tivesse morrido dessa forma, teria morrido em poucos meses, devido a um câncer, que se espalhou por todo o corpo dela.
- Mas onde esse câncer se iniciou? Em que parte do corpo?
- Ainda não sabemos, senhor. Mas o mais importante é descobrirmos como esse câncer veio parar no corpo dela. Não parece ser um câncer normal.
- Como assim?
- Não sabemos o que causou esse câncer, mas o que podemos afirmar é que, provavelmente, foi devido a algum elemento químico que foi inserido no corpo dela. Não sabemos como nem porque, mas estamos tentando identificar esse elemento.
- Certo. Muito obrigado. Mantenham-me informado de qualquer novidade.
- Sim, senhor. – Mirok desligou o telefone e voltou a sentar em sua cadeira. Pegou o telefone e ligou para outro departamento.
- Hiten, falando.
- Sou eu, Mirok, preciso que procure o endereço de Sônia Roslov, o mais rápido possível.
- Muito bem, chefe.
- Me ligue no celular quando conseguir.
- Certo.
- Obrigado. – Desligou e suspirou. Finalmente iria para casa. Levantou-se novamente e apagou as luzes ao sair da sala. Ainda bem que não morava longe. Talvez conseguisse dormir um pouco.
Agradecimentos:
samantha: Oi, que bom que está gostando. Ainda não sei quantos capítulos a fic vai ter. Talvez uns 10, mas certeza ainda não tenho, bjaoo...
- Anny T. ': Oi, leitora nova, espero que a curiosidade não tenha te matado e que possa me dizer se gostou desse capítlo ou não, rsrsrs... Bjaoo...
Agome chan: Oi, o capítulo demorou um pouco, mas você já sabe que isso é um defeito meu, rsrsrs... Espero que continue gostando da fic, bjaoo...
K-chan258: Oi, a continuação demorou bastante, mas espero que mesmo assim você continue lendo e gostando da história, bjaoo...
