17 de Junho, 2005 (a noite)
"Alguma coisa errada com a minha escolha, Potter?"
Harry olhou o pequeno e escuro lugar com suas paredes de madeira, as mesinhas redondas e as paredes pintadas com grafite. O ar estava pesado, com os cheiros de temperos e cigarro. "É só que... eu não esperava que esse fosse um lugar que você escolheria."
Malfoy encostou-se na cadeira. O restaurante estava cheio; era apenas o início da noite, mas conseguiram arranjar uma mesa livre. "Porque?"
"Sei lá, nunca achei que você gostasse de curry."
"Falando desse jeito, parece que é você que não gosta."
"Bem, lá em casa é sempre essa mesma comida indiana, você pede pelo telefone-"
Malfoy deu uma olhada rápida para o balcão. "Não deixe o dono daqui escutar você comparando a comida dele com essas de encomenda. Além do mais, ele é do Sri Lanka, e não da Índia, e insiste que há uma grande diferença. Eu não saberia dizer qual, obviamente, mas o que eu sei é que a comida é muito boa."
Harry deu de ombros. "Tá bom. Mas é estranha vir para a Áustria e comer curry."
Malfoy fez uma cara. "Devo te lembrar que todos aqui são austríacos? Potter, não há nada mais coisa-que-só-turista-faz do que comer apenas pratos típicos. Acredite em mim, depois de fazer tours com turistas por um ano, apenas a menção do nome Wiener Schnitzel faz meu estômago embrulhar."
"Tá, tá, entendi." Harry abriu o menu e o fechou novamente quando se lembrou que estava todo em alemão. "Acho que é por sua conta escolher a comida, a não ser que você esteja com um enorme bom humor de traduzir o menu inteiro para mim."
"Definitivamente não quando não estou trabalhando." Malfoy sorriu debochado. "Terá de confiar em mim, de novo." Ele fez sinal para o garçom, que o cumprimentou de um modo que indicava que era um cliente que vinha regularmente, e fez o pedido.
"Então, Potter," Malfoy deu um sorriso. "depois de responder todas as suas perguntas durante o dia inteiro, parece justo eu fazer algumas também. Porque o herói supremo do mundo bruxo vive dessas comidas pedidas por telefone? Não tem um esposa ruiva em casa para cozinhar para você?"
"O que?" Harry demorou um pouco para reconhecer a pessoa que Malfoy estava falando; o namorico bobo com Gina parecia tão longe e perdido no tempo que ele raramente pensava nela. "Oh – não. Definitivamente não."
Malfoy levantou uma sobrancelha. "Você conseguiu evitar ser mais um Weasley? Parece que te subestimei."
Harry o fuzilou com o olhar. "Isso já basta da minha vida amorosa, muito obrigado."
"Oh, qual é, Potter. Eu estou exilado aqui, completamente por fora de qualquer instrumento ou forma de fofocas. Porra, você pode ter se divorciado três vezes e ter tido um tórrido romance com a McGongall."
Agora foi a vez de Harry de fazer uma careta. "Obrigada por essa adorável imagem mental. Mas antes de você continuar a me aborrecer, eu nunca casei, e estou solteiro. E do jeito que o barco está navegando nem a Rita Skeeter iria achar alguma coisa que valesse a pena escrever. Feliz agora?" Agradecia, agora, a sua habilidade de mentir, adquirida na guerra – no fim das contas, o fato de Rita Skeeter nunca ter achado nada que valesse uma fofoca foi mais é pela precaução de Harry e não por não haver nada que valesse a pena; sua vida estava cheia de coisas que valeriam matérias de primeira página das revistas de fofocas.
"Estraga prazeres." Malfoy tirou um maço de cigarros de sua mochila e usou a vela no centro da mesa para acender um. "Se importa?"
"Isso significa que você vai apagá-lo se eu disser que sim?"
"Dificilmente." Malfoy deu uma tragada, e Harry desviou o olhar, determinado a nunca mais olhar para alguma coisa que Malfoy levava a boca – a lembrança do sorvete já foi o suficiente.
"Essa coisa mata, sabia?"
Malfoy deu de ombros. "E daí? A idade de um sangue puro é em média cento e cinqüenta anos, e eu duvido que conseguiria explicar isso a uma médico."
Harry estremeceu. "Se isso foi uma brincadeira, Malfoy, não teve a menor graça."
"E eu pareço que estou brincando?"
Harry o encarou. "Isso significa que você realmente espera passar a sua vida toda no mundo trouxa?"
Malfoy deu de ombros novamente, sua expressão estava neutra. "Certamente, por enquanto, sim." Ele notou a feição de Harry. "O que?"
"Desculpa, eu – eu só acho difícil de acreditar que você, de todas as pessoas, está aceitando isso facilmente."
"Vamos, Potter, não precisa ser educado e se segurar – aposto que está doido para dizer que é o que eu mereço."
"Nunca presuma que você sabe o que estou pensando, Malfoy."
"Tá bom." Malfoy limpou as cinzas que caíram em cima da toalha de mesa. "Mesmo assim, estou certo de que não está se debulhando em lágrimas pelo fato de que o último dos Malfoy está exilado do mundo bruxo para sempre."
Harry estava brincando com o palito de dente para evitar olhar para Malfoy, mas com esse comentário feito, sua cabeça levantou rapidamente. "O último...? Então, Lucius está morto?"
"Não sabia?"
"Ninguém nunca soube o que aconteceu com ele depois que fugiu de Azkaban."
Malfoy deu de ombros. "Sim, ele morreu. Há muito tempo, já."
Depois de uma pausa, Harry disse, "Sinto muito."
Malfoy deu uma última tragada e amassou o restante do cigarro no cinzeiro, apagando-o. "Não, você não sente. Próximo tópico, por favor."
Harry ignorou a segunda frase. "Tá bom, não sinto pela morte de Lucius Malfoy. Mas eu sinto muito que você tenha perdido seu pai."
A expressão de Malfoy era um meio termo entre amarga e zombeteira. "Estou completamente emocionado. Está se sentindo melhor, agora?"
Harry ficou quieto com medo de falar alguma coisa que pudesse se arrepender.
O inconfortável silêncio que se seguiu nos próximos segundos foi interrompido pelo garçom, que tinha retornado com a comida. Harry observou o seu prato; tinha um cheiro bom, mas não lhe era familiar. "O que é?"
"Um especial para principiantes." Malfoy estava sorrindo maliciosamente; era impressionante ver como a pessoa que te odiava na infância podia esquecer a sua raiva tão rapidamente, agora. Ou, Harry pensou, Malfoy foi obrigado a amadurecer um pouco, ou ele tinha se tornado um bom ator. "Tem um pouco de tudo do que o restaurante tem a oferecer – para aqueles que não sabem no que estão se metendo, como você, ou para aqueles que não conseguem decidir o que comer, como eu."
Quando Harry começou a comer, teve de admitir que não tinha nenhuma objeção sobre a escolha de restaurante, tudo era delicioso, apesar de quase sempre não ter certeza sobre o que estava comendo. A comida era apimentada, mas não exageradamente; o prato já estava quase vazio quando notou uma ardência na boca.
Malfoy lhe deu um olhar divertido. "Pelo jeito que você está encarado o seu prato, eu diria que acabou de descobrir que a maioria dos temperos daqui custam um pouco a serem sentidos. Aqui, toma um pouco de lassi, vai ajudar."
Com seus olhos lacrimejando, Harry pegou o copo. A bebida gelada e amarga, eliminou a ardência da sua boca, mas não o calor que estava sentindo. "Podia ter avisado antes, sabia?"
"Podia, mas qual seria a graça nisso? Além do mais, achei que já estivesse acostumado devido ao seu hábito de comer coisas com curry. É melhor pedir um copo só seu... vai precisar."
Com a ajuda de mais dois copos de lassi, Harry terminou sua comida sem maiores incidentes. Quando os pratos foram retirados, ele fuzilou Malfoy com seu olhar. "Você pediu extra picante, não foi?"
"Pedi no médio, sério. Extra picante é como eles comem no Sri Lanka, e o dono daqui me disse que duvidava conhecer um europeu que agüentasse." Malfoy acendeu outro cigarro e encostou-se na cadeira com um sorriso estranho. "Parece que há algumas coisas que você só agüenta se já tiver crescido com isso. Meu primeiro encontro com o peru defumado austríaco foi também meu último, para o divertimento dos meus conhecidos da universidade."
Harry não queria fazer perguntas sobre sua vida pessoal, mas a curiosidade acabou vencendo. "Como foi? Quer dizer, estudar numa universidade trouxa?"
Malfoy deu de ombros. "Quando eu comecei, o pior já tinha passado – sabia, agora, como funcionar no mundo deles, eu tinha meu próprio lugar para morar e dinheiro suficiente para as coisas básicas. Foi bem estressante, com a aulas pela manhã, visitas guiadas de tarde, e todos os tipos estranhos de emprego que eu conseguia arranjar para pagar as contas, mas não foi tão ruim. As coisas melhoraram no meu terceiro período, quando eu terminei o treinamento de guias; tive mais tempo para estudar, e alem disso, podia finalmente começar a trabalhar em algo que eu fosse qualificado ao invés de servir hambúrgueres no McDonald's."
Harry fez de tudo para não rir. "Você trabalhou no McDonald's?"
Malfoy deu de ombros, novamente; sua expressão neutra. "Por um tempo. E foi melhor do que vários outros empregos que tive, acredite."
"Nossa." Agora Harry estava mais curioso do que antes, mas Malfoy pareceu em não querer entrar em detalhes. "Passou por um bocado, hein."
"Sim, e sinceramente tenho orgulho de tudo isso." Malfoy lhe deu um olhar estranho. "Irônico, não? Mas quando vim para cá, não tive muita escolha. Tudo o que eu podia fazer era tirar o melhor proveito das coisas e das situações, apesar disso já ter sido uma realidade bem distante da minha vida."
"Nem me fale." Harry continuou a olhar para Malfoy, com firmeza. "Não esperava passar o final da adolescência lutando em uma guerra e passando o início dos meus vinte tentando juntar os pedaços."
Malfoy foi o primeiro a desviar o olhar. "Não, suponho que não."
Um pouco surpreso com a resposta, Harry disse a primeira coisa que lhe surgiu. "Imagino como deve ter sido para alguém que cresceu entre bruxos a vida todo de repente ter de encarar o mundo trouxa pela primeira vez."
"Desagradável. Péssimo. Horrível." Malfoy respondeu fazendo uma leve careta. "Suponho que o contrário tenha sido mais divertido?"
"Divertido não é a palavra que eu usaria para descrever." Mesmo que alguns anos tivessem passado, Harry lembrava claramente do dia que Hagrid lhe disse pela primeira vez de que era um bruxo. "Foi – maravilhoso. Durante os primeiros meses, achava que estava sonhando e que podia acordar a qualquer momento."
"Engraçado. No meu caso foi justamente o contrário. Para mim era mais um pesadelo do qual eu desejava desesperadamente acordar."
Agora foi a vez de Harry de dar os ombros. "Essa parte veio depois."
"E estamos de volta a outro impasse." Malfoy apagou o cigarro, e afastou o cinzeiro do centro da mesa. Sabe, Potter, falando de experiências culturais diversas, acho que descobri porque você voou tão bem na primeira vez."
"O que?" Harry estava surpreso com a súbita mudança de assunto. "Como?"
Malfoy lhe deu um sorriso com um ar superior. "Para alguém que sabe andar de bicicleta, voar deve ser bem fácil. É tudo uma questão de manter o equilíbrio e usar o seu peso corretamente, e é muito mais fácil controlar isso no ar do que no chão. Considerando que eu tive de aprender isso ao contrario, você realmente teve uma vantagem."
Harry sorriu. "Sem querer estragar o seu mundinho perfeito mas já o estragando, Malfoy, eu nunca andei em uma bicicleta. Você terá de conviver com o fato de que eu sou superior neste aspecto."
"Está falando sério?" Malfoy parecia incrédulo. "Como é possível crescer entre trouxas e nunca ter andado de bicicleta? Pensei que crianças trouxas praticamente cresciam com elas."
"A maioria, sim, mas meus tios se matariam antes de me darem uma bicicleta. Perguntei uma vez para o meu primo me deixar usar a dele, mas tudo que consegui foi um soco na barriga."
Malfoy levantou as sobrancelhas. "Sempre achei que essa sua história sobre seus tios fosse só um mito para chamar atenção."
"Gostaria que estivesse certo, acredite."
"Estranho." Malfoy balançou a cabeça. "Porque Dumbledore te deixou com eles, então? Aposto que tinha várias famílias bruxas querendo cuidar de você."
Harry sentiu uma pontada amarga ao ouvir o nome de Dumbledore pronunciado por Malfoy. Não importa o quanto tenha mudado, esse ainda era um tópico que não desejava discutir com ele. "Malfoy, eu não falo sobre seu pai, e você não fala sobre Dumbledore, entendeu?"
"Justo." Malfoy começou a mexer em sua mochila. "Vamos continuar falando sobre bicicletas, então." Tirou a carteira, e chamou o garçom.
"Não há muito o que falar, a não ser que nunca andei em uma."
Um sorriso predatório surgiu no rosto de Malfoy. "Gostaria de aprender?"
"Não me diga que está disposto a me ensinar?"
"Claro que sim – você realmente acha que eu perderia a chance de te ver com a cara no chão?"
Harry xingou, percebendo que tinha entrado em outra óbvia armadilha em menos de vinte e quatro horas. "Porque tem tanta certeza de que eu cairia?"
"Experiência, Potter." Malfoy deu um sorriso angelical que fez seu estomago revirar. "Pode me provar o contrario, óbvio – se você conseguir."
Como já tinha mordido a isca, Harry decidiu cutucar a onça com vara curta. "Quando?"
Malfoy estava triunfante. "Que tal amanhã de manhã? É conveniente pra mim já que vou fazer um tour de bicicleta com um grupo de turistas holandeses.
"Que coincidência." Harry fez o seu melhor para parecer sarcástico, mas para sua surpresa percebeu que estava mais animado do que irritado. E além do mais, estava bastante confiante de que não cairia, como Malfoy havia predito.
"E não é?" Malfoy estava prestes a dizer mais alguma coisa, mas foi interrompido pelo garçom que trouxera a conta. Harry colocou a mão no bolso, mas Malfoy balançou a cabeça. "Deixa que eu pago. Afinal das contas, você já foi assaltado pelo seu próprio guia de turismo hoje."
Harry o encarou, o que não pareceu intimidar Malfoy nem um pouco. "Só por curiosidade, quanto você me cobrou a mais?"
"Uns 20%." Malfoy pagou a conta, e voltou a olhar Harry com um sorriso maroto. "O que eu posso dizer, Potter? Foi um prazer fazer negócios com você."
"Continua sendo o mesmo imbecil de sempre."
"Sério, Potter, devia controlar o seu temperamento – esse tipo de vocabulário só prova como você continua sendo o mesmo mau perdedor de sempre."
Cerrando os dentes, Harry se levantou da cadeira apenas para sentar-se novamente, sentindo deus joelhos e pés protestarem a súbita mudança. Malfoy levantou-se graciosamente; um movimento que parecia ser muito mais praticado do que espontâneo. "Pés doloridos? Não me olhe desse jeito, eu sei como um dia de perambulação na cidade pode ser exaustivo."
"E você não parece afetado com isso." Fazendo um pouco de caretas e se movendo muito mais vagarosamente do que antes, Harry levantou-se. Queria se espreguiçar até ouvir sua coluna estalar, mas não daria essa satisfação a Malfoy.
"Eu estou fazendo isso a no mínimo três vezes por semana a uns dois anos, Potter, já me acostumei. Tome um banho quente antes de ir para cama, que estará novinho em folha pela manhã."
"Eu, er – tá..." Harry estava tentando se recuperar o choque de Malfoy estar o aconselhando quando o garçom voltou com um pratinho. Seu cérebro não conseguia absorver a imagem dos dois pirulitos a sua frente.
"Por acaso você tem duas crianças que esqueceu de comentar, Malfoy?"
"Deus me livre." Malfoy estava desembrulhando um dos pirulitos, que era da cor vermelha. "Não sei como o dono daqui teve a idéia, e como ela se tornou popular, todos os clientes saem daqui com um pirulito. Talvez por causa da proximidade com a universidade, ou alguma coisa parecida."
As conexões e sinapses de seu cérebro pareceram mortas quando Malfoy colocou o pirulito na boca. Comparando com o que sua língua estava fazendo agora com que estivera fazendo a tarde; o sorvete parecia ser bem inocente."
Harry virou-se abruptamente e se dirigiu a porta, sem se importar se Malfoy o seguia ou não. De repente, precisava de ar fresco. Malfoy o alcançou apenas na esquina da estreita rua onde o restaurante se localizava. "Está com pressa, Potter?"
"Estou cansado." Harry fez o melhor que pôde para não olhar para a boca do outro. "Que horas te encontro amanhã?"
"Por volta das dez. Pega a linha 1 do metrô e me encontre na plataforma da estação Donauinsel. Se você se perder, liga pro meu celular."
"Tudo bem. Te vejo amanhã, então."
Um sorriso de deboche surgiu no rosto de Malfoy. "Não se esqueça de vestir algo que possa ser rasgado."
"Veremos. Boa noite, Malfoy."
"Espera, você esqueceu disso." Dando uma piscadela para Harry, Malfoy lhe entregou algo que parecia ser o segundo pirulito. "Bons sonhos, Potter."
Harry rapidamente guardou-o no bolso, deu as costas, e começou a andar.
Apesar do conselho de Malfoy, o que realmente queria antes de ir para cama era de um banho bem gelado.
Bem, pessoas, me desculpem a demora, mas eu estava lotada de coisas pra fazer e estudar. Mil provas de neuroanatomia e loucos, loucos e mais loucos. Desculpem!!!
Mas, como estou de férias, estou de volta a ativa!
E eu quero um pirulito... (odiando meu lindinho loirinho agora hehehe)
Vamos então aos agradecimentos! =)
Angelina Corelli: Ah, mil desculpas por ter de fazer você esperar tanto! Mas aqui está! E nem fala em viajar porque eu morro enquanto leio isso aqui, já que a autora é austríaca ela detalha muito os locais e eu morro para estar neles! Huahauhauhauahuh Espero que tenha gostado do capítulo!
Fabianadat: Estou viva sim!! E que bom que gostou do capítulo! Draco também é sinônimo de cultura! Eu vou começar a ler a fic que você indicou! Quando eu terminar eu te aviso o que eu achei, ok? Bem, espero que goste desse capítulo e mil desculpas pela demora, como já falei lá em cima eu estava lotada de coisas pra fazer!
Evenstar M.: Não perca as suas unhas!!! Meninas bonitas não roem unhas! Hauhauhauha Eu não leio uma descente em vários meses, acredite... Até tentei procurar alguma coisa nova essa semana e eu desisti rapidinho. E muito obrigada pelos elogios! Você não sabe como isso faz valer a pena pra mim. E desculpe pela demora, eu estava lotada de coisas pra fazer e não tive tempo de atualizar. Como em um comentário eu respondi que Draco é sinônimo de cultura, eu irei fazer outra frase pra você: Harry é sinônimo de atrapalhado! Hehehe Eles são meus amorezinhos!
Nicky Evans: Desculpe, mas não foi dessa vez que os dois se pegam! Hehehe Continue lendo para ver o que acontece! Fico muito feliz que você esteja gostando! E mil desculpas pela demora!!
Nanda W. Malfoy: Que bom que está gostando! Espero que goste desse capítulo e desculpa a demora!
Liora Black: Eeee, uma carinha nova por aqui! Fico feliz que esteja gostando! Tento fazer a minha tradução o melhor possível! Aqui está o capítulo novo, mil desculpas pela demora, eu estava lotada de coisas pra fazer! Olha, sobre o link, me manda uma PM que eu te passo o link! É um site bem obscuro! Huahuahauhauh Pelo menos, antes dessa fic, eu não conhecia. Mas ó, não vá parar de ler a minha tradução hein, senhorita?! Estou de olho! Hehehe
Rafael9692: Ai fico muito feliz que a minha tradução tenha se destacado entre as demais estórias! Quando eu a li o resuminho de duas linhas, pela primeira vez, eu só pensei, é essa. E não me decepcionei! Está no meu top 5. Não vou desistir não. E caso vá, o que não vai acontecer, eu avisarei. Desculpa a demora com o capítulo e espero que você goste!
