Título: Solucionando A Equação
Autora: Lab Girl
Categoria: Bones, B&B, 4ª temporada, romance, sexo
Advertências: Situações sexuais descritivas e linguagem adulta. Considerar o alerta antes de ler!
Classificação: NC-17
Capítulo: 4/6
Booth gemeu. Alto.
A mão dela que segurava firmemente seu pênis ficou entre seus corpos no movimento, produzindo uma sensação gostosa e torturante ao mesmo tempo.
Sem esperar mais, desesperado por senti-la por completo, suas mãos puxaram o sutiã rendado para baixo, sem se preocupar com a abertura - o que pareceu deixá-la ainda mais excitada diante do som estranho que ela fez, cerrando os olhos, quase como num lamento. Booth percebeu, pela forma como a mão dela se movimentou mais rápido em seu membro, que ela estava em chamas. Desceu os lábios imediatamente ao vale dos seios macios.
Inspirou, o cheiro da pele suave e quente invadindo suas narinas. E sua língua deslizou para saborear a extensão dos montes arredondados. Os mamilos delicados, que já estavam rígidos quando os despiu, despontaram completamente ao serem tocados. Seeley fechou os lábios sobre um dos picos excitados, beijando-o tão delicadamente, mas de forma provocante o bastante para que ela gemesse. Realmente alto.
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Quando a língua macia e quente de Booth deslizou deliciosamente sobre um de seus seios, depois sobre o outro, Brennan sentiu os mamilos já rígidos tornarem-se ainda mais excitados. Ele fechou os lábios sobre um dos bicos, beijando-o de forma tão delicada mas absurdamente provocante ao mesmo tempo, arrancando-lhe um gemido alto o bastante para surpreender seus próprios ouvidos.
Temperance enterrou a mão livre nos cabelos dele, suas unhas raspando levemente o couro cabeludo. Sentiu o corpo serpentear abaixo do dele, quase como por vontade própria, enquanto sua outra mão prosseguia com os suaves movimentos sobre o membro ereto de Booth. Era incrivelmente arrasadora a sensação de senti-lo entre seus dedos ao mesmo tempo em que era tocada por ele, a boca macia e a língua úmida do parceiro produzindo arrepios e uma reação inegável de desejo em suas partes mais sensíveis.
Booth a acariciava de forma tão hábil e suave ao mesmo tempo, que a impressionava. Era como se ele soubesse exatamente como e onde tocar, sem que ela precisasse dizer ou indicar a ele. Era quase como se ele conhecesse os caminhos de seu corpo, e aquela era apenas a primeira vez que ele a tocava.
Seu coração saltou, descompassado. As sensações iam varrendo sobre ela, dominando sua cabeça e seus sentidos. Nunca antes havia acreditado ser possível tamanho nível de conhecimento dos gostos de um parceiro, não sem que fosse preciso informar o que gostava ou como gostava. Booth parecia saber... ele simplesmente sabia... ela não entendia como, e nem queria entender, desde que ele prosseguisse fazendo a ela exatamente o que estava fazendo.
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Ela enterrou a mão livre por entre seus cabelos, as unhas raspando ao longo de seu couro cabeludo, enquanto o corpo dela serpenteava tentadoramente abaixo do seu. E em nenhum momento ela soltou seu membro ereto. Brennan o segurava firme, mas gentil o suficiente para não machucá-lo. E ele a amou ainda mais por isso.
Era simplesmente inacreditável como ela sabia tocá-lo de forma perfeita, proporcionando a exata porção de prazer e de cuidado, como se conhecesse seu corpo como a um livro. Booth sempre havia acreditado que aquilo só ocorresse entre amantes antigos, pessoas que já estavam juntas há tempo suficiente para conhecerem uma a outra em toda a extensão de sua intimidade… mas, por alguma razão, mesmo sendo a primeira vez que se tocavam daquela maneira, com Brennan tudo parecia fluir tão naturalmente... como se aquele momento fosse apenas uma consequência dos anos de parceria e amizade que haviam construído.
E ali, com ela deitada em seu sofá, quente e macia abaixo de seu corpo, ele a segurou enquanto seus lábios percorriam os seios redondos e delicados, provando-lhes a textura, sentindo-lhes o suave perfume, embriagando-se na poderosa sensação de estar realmente tocando aquela mulher. A única por quem havia esperado tanto, e por quem esperaria uma vida inteira se preciso fosse. Porque sabia – simplesmente sabia – que ela era a única capaz de fazê-lo completo. E plenamente feliz. Como agora.
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Ele a segurava com os braços firmes, os lábios percorrendo-lhe os seios, beijando, lambendo, cheirando, embriagando-a com cada gesto. As sensações percorriam seu corpo, atingindo o ponto crítico entre suas coxas. Era inevitável entregar-se a ele, Booth parecia ter o controle de seu desejo, e o estava manejando a seu bel prazer. Não que ela se importasse, muito pelo contrário. Nunca havia sido do tipo que preferia ser dominada numa relação, fosse ela qual fosse, mas naquele momento, queria sentir-se irracionalmente controlada por ele. Queria entregar-se a ele por inteiro, e sem as amarras que sempre a prendiam a seu mundinho tão bem controlado, onde tudo era perfeitamente compartimentalizado.
Ela o queria, simplesmente por querê-lo. Ela precisava dele, simplesmente por necessitá-lo. Os toques, os beijos, as carícias, os murmúrios de Booth... ela queria tudo aquilo, derramando-se sobre ela em ondas de calor e desejo.
Booth era uma incoerência em si mesmo. Selvagem e gentil, alternando essas naturezas no modo como a acariciava. Sempre havia imaginado como ele seria no ato sexual, toda aquela aparente repressão fazendo-a perguntar-se o que ele esconderia por trás daquela fachada de reserva e puritanismo. E ali estava a resposta. Uma que havia valido muito a pena esperar para descobrir.
Mal haviam começado um intercurso, e Seeley Booth era de longe o melhor amante com quem já havia estado. Nenhum outro nunca soubera tão bem como tocá-la sem que precisasse tomar as rédeas da situação. Nenhum outro a havia feito sentir-se adorada e ao mesmo tempo desejada com tamanho ardor. Ele era único... especial. E pela primeira vez sentia que o sexo não era apenas... sexo.
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Enquanto ela jogava a cabeça para trás, contra um dos braços do sofá, fechando os olhos e emitindo suspiros e sussurros de prazer enquanto acariciava os seios perfeitos, Seeley ergueu rapidamente os olhos para espiá-la. A expressão no rosto de Brennan arrancou-lhe um sorriso satisfeito. Ela estava definitivamente apreciando o que estava fazendo a ela. E totalmente entregue naquele momento.
Provocou os seios dela com carícias lentas de suas palmas, apertando delicadamente cada um em uma das mãos. Com os dentes, provocou da forma mais sutil cada um dos mamilos arrepiados, primeiro um, depois o outro...
Suas ministrações pareceram arrancá-la do prumo, e os pé de Brennan chutaram os saltos que ainda calçava para longe, começando a gemer repetidamente, cada vez mais alto, enquanto afundava uma das mãos em suas costas. Booth sentiu as unhas cravando-se em sua pele, o bastante para doer. Mas naquele instante, não sentiu nada. Nada além do prazer que vê-la perder o controle estava lhe provocando. Brennan balançava a cabeça de um lado para o outro, em desespero, enquanto a expressão do rosto era apertada, denunciando o quanto ela estava afetada por seus toques.
Deslizou cada um dos polegares sobre os bicos dos seios inchados, a leve carícia parecendo levá-la ao limite – quando ela deu um solavanco logo abaixo dele, o corpo saltando de forma violenta enquanto emitia um grito absurdamente alto – e Seeley teve certeza de que não poderia suportar mais. Precisava dela por inteiro.
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Estava experimentando simplesmente a melhor das sensações com os lábios dele deslizando por um de seus seios, arrepiando a pele em volta, a ponta da língua saindo para contornar o mamilo rígido no caminho. Quando os dentes dele rasparam sobre o bico excitado, Temperance sentiu a cabeça se inclinar para trás, contra um dos braços do sofá. Seus olhos se fecharam de comum acordo, enquanto suspiros e sussurros escapavam de seus lábios, e Booth prosseguia acariciando seus seios de forma deliciosamente perfeita.
Ele então usou as duas mãos para provocá-la, apertando-lhe suavemente os seios. As palmas de Booth roçavam pela extensão deles, pressionando um em cada mão. E mais uma vez os dentes dele mordiscaram os mamilos arrepiados, e ela se viu gemendo incontrolavelmente, quando seus pés se livraram de um chute dos sapatos que ainda usava. Afundando uma das mãos nas costas firmes do parceiro, sem qualquer controle, sentiu suas unhas enterrarem-se ligeiramente na pele quente. As ondas de prazer que se abatiam sobre seu corpo eram demais para que pudesse suportar inerte.
Balançando a cabeça de um lado para o outro, sentia-se em desespero, as sensações provocadas pelos toques dele a consumiam, e não sabia por quanto tempo poderia aguentar.
Quando Booth deslizou cada um dos polegares sobre os bicos rígidos de seus seios inchados, Temperance perdeu a última linha de controle. Seu corpo simplesmente se arqueou de forma violenta, e um grito realmente alto irrompeu de sua garganta.
Não poderia suportar mais, precisava dele... agora... por completo. Antes que pudesse dizer qualquer coisa, ouviu-o emitir um grunhido e as mãos fortes abandonaram seus seios e puxaram sua saia cintura abaixo, arrancando a calcinha no mesmo ato.
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Um grunhido escapou-lhe da garganta enquanto suas mãos deixaram os seios para puxar a saia de Temperance cintura abaixo. No ensejo, a calcinha percorreu o mesmo caminho, quase sendo rasgada antes de sair voando e aterrissar em algum lugar da sala sem que nenhum dos dois se importasse.
Nua. Agora ele tinha Temperance Brennan completamente nua – livre e quente – e quando seu corpo pousou novamente sobre o dela, dessa vez sem qualquer barreira, Seeley precisou fechar os olhos diante da avassaladora sensação... pele contra pele... e nada mais.
Gemeu.
"Ahhh Bonesss…"
"Booth!..." ela o seguiu em desespero, arfando.
Ele capturou os lábios dela, silenciando-a e iniciando uma exploração minuciosa.
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Estava nua e completamente exposta para ele. E sua excitação cresceu ainda mais – surpreendendo-a – quando Booth deitou novamente sobre seu corpo, agora o contato de pele contra pele incendiando seus sentidos.
Ele gemeu.
"Ahhh Bonesss…"
"Booth!..." o nome dele lhe escapou em uma arfada.
Quando ele lançou os lábios sobre os seus, Temperance correspondeu, unindo a língua a dele, que parecia tão ansiosa quanto a sua própria. Sem conter o impulso, deixou que suas mãos abrissem caminho entre seus corpos e apossou-se do membro quente e ereto. Era impossível ficar sem tocá-lo, e seus dedos reiniciaram as carícias na anatomia de Booth. Sentiu a cabeça girar enquanto sua atenção se dividia entre os dedos que o manipulavam e suas línguas duelando com voracidade.
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Em meio ao beijo, pôde sentir as mãos dela abrindo caminho entre seus corpos nus e tomando posse, novamente, de sua anatomia. Os dedos dela iniciaram novamente o trabalho hábil que unia pressão na dose certa e massagem nas partes mais sensíveis. Sua cabeça girou sentindo os efeitos dos dedos dela enquanto a língua morna e suave duelava com a sua.
A respiração ficava cada vez mais trabalhada, mas Seeley foi incapaz de se afastar, nem mesmo para tomar fôlego. Sua necessidade de senti-la era maior do que qualquer outra.
Gemidos incontidos se misturavam, ecoando pelo silêncio da sala. Os sons úmidos produzidos por seus lábios e línguas chegavam a seus ouvidos cada vez mais abafados à medida que seu coração batia intensamente, acima dos limites que ele acreditava ser possível.
Quando sua cabeça pareceu zonza o bastante, Seeley afastou-se o suficiente para respirar um pouco. Foi tempo o bastante para que ela o soltasse e levasse as mãos até seu peito, impedindo-o de tornar a beijá-la. Franzindo a testa, confuso, tentou decifrar a expressão dela enquanto recuperava o fôlego.
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